Chegando ao seu nono álbum de estúdio (como o próprio nome sugere), Mark, Travis e Matt entregam ao seu público uma fórmula que víamos sendo construída em seu último registro ("California", de 2016).
É claro que existem alguns novos elementos, mas no geral o lado acessível e pop está presente, o que é bom pois escolheram um novo rumo e tem sido benéfico (caso contrário não iria perdurar).
Matt Skiba (substituto de "DeLonge" e agora em seu segundo álbum com a banda) está mais a vontade, criando linhas massivas e interessantes.
Mark mantém os vocais em alta, algumas canções são construídas como single e facilmente entram em sua mente... Por exemplo, gostaria de um bom refrão?Então ouça : "The First Time", "Happy Days", "Heaven" e "Darkside".
A produção segue a cargo de John Feldmann (o mesmo do álbum anterior), e obviamente, se mantém com um ótimo som, algumas canções possuem efeitos interessantes/modernos, com bastante apelo radiofônico.
Se a proposta era soar alternativo de tal forma que atingissem uma certa quantidade de fãs do Rock e que não necessariamente fossem da vertente, conseguiram sem dúvida alguma, pois o modo como as melodias são conduzidas é nitidamente de um álbum que poderá ser apreciado em qualquer lugar e por qualquer pessoa de mente aberta.
Outras canções como a rápida "Generational Divide", a cadenciada e com ótimo refrão "Run Away", "Black Rain" com seu clima vibrante, "Pin the Grenade" com ótimas melodias e refrão e as excelentes "No Heart To Speak Of" e "Ransom", lhe trarão bons momentos.
Seja pela produção, por algum refrão, alguma melodia, "Nine" entrega bastante coisa atual e também alguns resquícios daquele "Blink 182" que conheci na adolescência (porém, um pouco mais acessível, o que para mim não é ruim).
Confira suas 15 faixas sem medo!
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