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terça-feira, 31 de março de 2026

Green Lung - Já à venda "Woodland Rites", álbum de estreia da banda britânica de Doom Psicodélico, lançado originalmente em 2019

Lançado originalmente em 20 de março de 2019, "Woodland Rites" marcou a estreia completa do GREEN LUNG e rapidamente se tornou um cultuado manifesto do doom psicodélico britânico. Combinando riffs densos, letras ritualísticas e uma estética profundamente enraizada no folclore pagão, o álbum estabeleceu a banda como uma das vozes mais singulares da cena pesada contemporânea.

 
O relançamento celebra não apenas o impacto duradouro do disco, mas também sua capacidade de transcender o tempo e o espaço. Faixas como 'Let the Devil In''Templar Dawn' e 'May Queen' continuam a ressoar com intensidade, evocando paisagens sombrias e atmosferas místicas que se tornaram a assinatura do grupo.
 
Esta edição preserva integralmente o repertório original, incluindo o instrumental de abertura 'Initiation', a faixa-título carregada de tensão e 'Call of the Coven', que sintetiza a fusão entre ocultismo e rock clássico. Cada composição permanece como um convite à imersão em um universo onde o sagrado e o profano coexistem perfeitamente.
 
Ao trazer "Woodland Rites" novamente à tona, GREEN LUNG reafirma sua conexão com as raízes do heavy metal e com as tradições esotéricas que permeiam sua obra. A celebração não é sobre mudança, mas sobre reconhecimento - um tributo à força de um álbum que continua a inspirar.
 
Mesmo após seis anos, "Woodland Rites" continua a ecoar como um ritual sonoro que desafia convenções e celebra o poder da natureza, da mitologia e da distorção. Sua nova edição é um lembrete de que algumas invocações nunca se dissipam - apenas ganham novas formas de serem ouvidas.
 
Para quem ouviu e foi transformado, e para quem está prestes a descobrir, este relançamento é mais do que uma celebração: é um retorno às raízes, ao mistério e à força que só o oculto pode oferecer.
 
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Adquira sua cópia aqui: http://bit.ly/49jz6gQ.
 
TRACKLIST
1. Initiation
2. Woodland Rites
3. Let the Devil In
4. The Ritual Tree
5. Templar Dawn
6. Call of the Coven
7. May Queen
8. Into the Wild
 
FORMAÇÃO
Andrew Cave - Baixo
Matt Wiseman - Bateria
Scott Black - Guitarra
Tom Templar - Vocal
John Wright - Órgão
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/NUCLEAR BLAST RECORDS

Powerwolf - Já à venda “Wildlive (Live At Olympiahalle)”, álbum ao vivo de um dos principais nomes do Power Metal contemporâneo

Os titãs alemães, o POWERWOLF, estão de volta - mais altos, mais poderosos e mais épicos do que nunca - com "Wildlive": uma verdadeira missa de heavy metal além da imaginação!

 
Gravado durante o impressionante último show da Wolfsnächte Tour 2024, na Olympiahalle de Munique, "Wildlive" captura toda a magia, a energia e o espectacular brilho teatral da maior turnê da carreira da banda até hoje. Não é apenas um álbum ao vivo - é uma experiência grandiosa e uma celebração sagrada do metal, repleta de fogo, emoção e criatividade sem limites.
 
O que começou como um projeto nada convencional em 2004 evoluiu para um dos maiores fenômenos do metal mundial. "Wildlive" documenta a ascensão implacável do POWERWOLF ao topo, apresentando uma performance que vai muito além de um simples concerto de metal. De um órgão de igreja cuspindo fogo e espetáculos pirotécnicos ensurdecedores a uma narrativa sombria digna de opereta e interações eletrizantes com o público, este show é puro teatro de heavy metal na sua forma mais refinada.
 
Clássicos como 'Army Of The Night''Amen & Attack''Armata Strigoi' e 'Demons Are a Girl's Best Friend' ganham vida em arranjos grandiosos, enquanto momentos emocionantes como 'Alive or Undead' levam o público às lágrimas. A dinâmica entre o vocalista Attila Dorn e o organista Falk Maria Schlegel transforma cada instante em um ritual inesquecível.
 
"Wildlive" é mais do que uma celebração de triunfos passados - marca o início de um novo e poderoso capítulo dentro da jornada imparável do POWERWOLF. O álbum se ergue como um monumento a tudo o que a banda conquistou e como uma promessa feroz do que ainda está por vir.
 
POWERWOLF há muito tempo transcendeu as fronteiras do gênero e, com "Wildlive", prova mais uma vez que o que cria vai muito além da música... é religião!
 
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Napalm Records. Adquira sua cópia, em DIGIFILE DUPLO com ENVELOPE e CONTRACAPA SOBRESSALENTE, no seguinte link: https://bit.ly/4uSi5Tb.    
 
TRACKLIST
CD 1
1. Intro - Monumental Mass Theme (Live At Olympiahalle)
2. Bless´em With the Blade (Live At Olympiahalle)
3. Incense & Iron (Live At Olympiahalle)
4. Army of the Night (Live At Olympiahalle)
5. Sinners of the Seven Seas (Live At Olympiahalle)
6. Amen & Attack (Live At Olympiahalle)
7. Dancing With the Dead (Live At Olympiahalle)
8. Armata Strigoi (Live At Olympiahalle)
9. 1589 (Live At Olympiahalle)
10. Demons Are A Girl's Best Friend (Live At Olympiahalle)
 
CD2
1. Stossgebet (Live At Olympiahalle)
2. Fire & Forgive (Live At Olympiahalle)
3. We Don't Wanna Be No Saints (Live At Olympiahalle)
4. Alive or Undead (Live At Olympiahalle)
5. Heretic Hunters (Live At Olympiahalle)
6. Sainted by the Storm (Live At Olympiahalle)
7. Blood for Blood (Faoladh) (Live At Olympiahalle)
8. Sanctified With Dynamite (Live At Olympiahalle)
9. We Drink Your Blood (Live At Olympiahalle)
10. Werewolves of Armenia (Live At Olympiahalle)
 
FORMAÇÃO
Attila Dorn - Vocal
Charles Greywolf - Baixo, Guitarra
Falk Maria Schlegel - Órgão
Roel van Helden - Bateria
Matthew Greywolf - Guitarra
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/NAPALM RECORDS

Sanctuary prepara lançamento de single que celebra quatro décadas de legado

 


Banda clássica do heavy metal oitentista solta dia 10 de abril o single "Not of the Living" e e vem ao Brasil pela primeira vez em agosto de 2026


A icônica banda de heavy metal Sanctuary tem uma agenda movimentada em 2026, ano que marca os 40 anos de atividade. No dia 10 de abril, o grupo lança “Not of the Living”, primeira música desde o álbum The Year the Sun Died (2014) , e prepara uma turnê especial em celebração à sua trajetória, que inclui a primeira passagem da banda pelo Brasil.


Com álbuns clássicos como Refuge Denied e Into the Mirror Black na bagagem, a banda contou com o saudoso Warrel Dane (Nevermore) nos vocais de meados dos anos 1980 até sua morte, em dezembro de 2017. Conhecida por sua sonoridade pesada e direta característica do metal oitentista, o Sanctuary formou uma base de fãs sólida e se tornou uma das mais cultuadas da cena underground do heavy metal.


Teaser: youtube.com/watch?v=k76g4XXrK0U

Link do pré-save: https://bit.ly/4bLSAdI


O show em São Paulo está marcado para o dia 30 de agosto de 2026, na Burning House. Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Ingresso Master (https://ingressomaster.com/comprar/62/sanctuary/117), a partir de R$ 130. Será uma ocasião histórica e imperdível para os fãs de heavy metal, em uma celebração ao legado de uma das bandas que melhor encapsula a sonoridade dos anos 1980.


Além dos membros originais, o guitarrista Lenny Rutledge e o baterista Dave Budbill, a banda conta com o renomado vocalista Joseph Michael (também do Witherfall), o baixista George Hernandez e o guitarrista de apoio William Wallner. 


Mídias sociais:

Instagram: https://www.instagram.com/sanctuary_metal

YouTube: https://www.youtube.com/@sanctuaryband 

Website: https://www.sanctuaryofficial.com 


Foto: Dirk Behlau

Neural Wreck se apresenta em festival na Casa de Cultura Butantã, em São Paulo

Evento “Nascente do Rock” acontece no sábado-santo, dia 4 de abril, e conta com quatro bandas na programação; a entrada é gratuita


A banda paulistana de thrash metal progressivo Neural Wreck se apresenta neste sábado (4) no festival Nascente do Rock, organizado pela Associação Consciência Cultural. O evento acontece na Casa de Cultura Butantã, em São Paulo, a partir das 13h, e a entrada é gratuita.


Além da Neural Wreck, ainda estão na programação as bandas Nevare, Cyberpunch e Daron. Em pleno sábado-santo, o festival é uma chance de fortalecer as cenas de rock e metal e descobrir novas bandas, ocupando a Casa de Cultura do Butantã com música pesada e autoral.


Serviço

Data: 4 de abril
Local: Casa de Cultura Butantã
Endereço: Avenida Junta Mizumoto, 13, Jardim Peri Peri - São Paulo/SP

Horário: a partir das 13h
Entrada: gratuita


Neural Wreck

Fundado em 2015, o quarteto de thrash metal progressivo busca conciliar o grotesco e o belo na sua música, mesclando tanto metal extremo quanto melódico. Suas músicas tratam tanto de temas sociais como de questões psicológicas, retomando as raízes suburbanas do heavy metal oitentista.


Foi finalista do concurso New Blood Bangers Open Air 2025, promovido pela KissFM. O primeiro lançamento foi o EP Mortal Obsession, de 2022, e o primeiro álbum de estúdio está sendo preparado para lançamento em 2026.


Para mais informações sobre as atividades da banda, siga @neuralwreck no Instagram.


Foto: Jonas WBS Silva
Cartaz: Divulgação

Atrocitus disponibiliza registro furioso de show completo no YouTube

 

Vídeo foi gravado no Belvedere, em Curitiba, e é o primeiro lançamento da banda em 2026, após o sucesso do single "Veneno"


Está disponível no canal da Atrocitus no YouTube um show completo registrado no Belvedere, em Curitiba. A apresentação, gravada no segundo semestre de 2025, tem 45 minutos de duração e conta com 10 músicas, inclusive o último single lançado pelo trio, “Veneno”, liberado em dezembro de 2025.


Capturando toda a ferocidade e brutalidade das performances ao vivo da banda, já bastante conhecidas pelos frequentadores da cena underground do metal curitibano, o registro é o primeiro gravado profissionalmente por uma das bandas mais promissoras do thrash metal nacional.


Confira o show completo: https://www.youtube.com/watch?v=cvNZNLtpX6k


Repertório

1. Ansiedade

2. Responsa

3. Estátua 

4. Existência 

5. Veneno

6. Peste

7. Martírio 

8. Alienado

9. Repulsa


Atrocitus

Formada em Campina Grande do Sul, região metropolitana de Curitiba, a banda se propõe a fazer um som agressivo com temáticas reflexivas sobre o mundo em que vivemos. Abordando temas como política e perturbações mentais sempre com um viés crítico ao sistema, busca referências que vão do thrash metal à MPB, passando pelo rock progressivo. 


Já se apresentou ao lado de grandes bandas como Krisiun, Crypta, Hatefulmurder e Manger Cadavre e segue pavimentando um caminho cada vez mais promissor na cena brasileira de metal.


Para mais informações sobre a banda, siga o Instagram @atrocitus_cwb.


Fotos: Yasmin Carvalho

PainDemic lança single homônimo via Gutted Records

Com produção de Bill Metoyer, faixa une veteranos do Metal à nova geração da em cronograma dividido em três fases.

 

PAINDEMIC apresenta seu segundo single, a faixa autointitulada "PainDemic", dando sequência direta ao material de estreia "FWF". A escolha de batizar a música com o próprio nome do grupo delimita a identidade musical e apresenta a estética do projeto logo em seus primeiros passos. A distribuição deste novo registro mantém o formato escalonado testado no lançamento anterior, lançando o single em três etapas distintas para prolongar o tempo de trabalho promocional em cima de cada música.

 

Sobre o significado da composição, o vocalista Rob Perkins explica: "A essência do que somos e do que essa música representa está na própria junção das palavras que formam o nome da banda e da faixa: 'Pain', que significa dor, e 'Pandemic', pandemia. Queríamos ilustrar uma praga global e absoluta de agonia da qual ninguém tem como escapar. A letra te joga direto num cenário apocalíptico de punição, governado por uma entidade impiedosa que decreta o juízo final. É como se nosso personagem assistisse à destruição lá de cima, com total apatia. Os gritos das vítimas não o afetam, e o recado é bem agressivo e direto: essa catástrofe eterna veio para cobrar a conta e simplesmente nunca vai parar."

 

A gravação conta com uma formação que une veteranos da cena a novos talentos. A base é sustentada pela "cozinha" original de clássicos absolutos do Hirax (“Raging Violence” e “Hate, Fear and Power”), formada por Gary Monardo no baixo e Johnnie Tabares na bateria. A frente da banda é comandada por Rob Perkins, vocalista cuja trajetória remonta ao Cold Blood e ao Wargod, onde colaborou com figuras como Gene Hoglan e Michelle Meldrum. O diferencial contemporâneo do grupo reside nas seis cordas de Cheyenne Scott, de 23 anos, vencedora da Cliff Burton Scholarship 2023.



Para extrair o feeling old school com o jovem talento, a produção do material foi novamente assinada por Bill Metoyer. A execução do cronograma de lançamento inicia com a música já disponível no Bandcamp do selo GUTTED RECORDS. Em 27 de março, o lançamento será expandido para os principais serviços de streaming. Finalizando o ciclo, no dia 10 de abril, o single chega ao Ampwall e ao SoundCloud,

 

Confira a música via Bandcamp:

https://guttedrecords.bandcamp.com/track/paindemic

 

Confira o single “FWF” via Spotify:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/3T4NTB7MUQpt8cPSn9vRvI

 

Foto: Divulgação

 

Contatos:

YouTube: https://www.youtube.com/@PainDemicrockband

Facebook: https://www.facebook.com/PainDemic

TikTok: https://www.tiktok.com/@paindemicrockband

Instagram: https://www.instagram.com/paindemicrockband

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Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Eloy Fritsch celebra 25 anos do álbum “Mythology” com vídeo de “Curupira”

Com nova performance em vídeo, o músico gaúcho une Rock sinfônico e sintetizadores para dar contornos épicos à lenda do guardião das florestas.

 

Para lembrar que o álbum “Mythology” (2001) está completando 25 anos de seu lançamento, o compositor ELOY FRITSCH disponibiliza mais um vídeo de uma performance com seu trio, interpretando dessa vez a música “Curupira”.

 

“Mythology” foi um dos álbuns que ajudou a definir o estilo Symphonic Electronic de ELOY FRITSCH, fundindo a grandiosidade do Rock sinfônico com as possibilidades infinitas da síntese sonora. Ao criar faixas como “Curupira” ao lado de temas sobre a Atlântida ou deuses egípcios, o músico gaúcho coloca o folclore brasileiro ao patamar das grandes mitologias universais dentro do gênero progressivo.

 

Em vários de seus álbuns, Fritsch demonstra um fascínio e preocupação com a preservação da natureza. A música “Curupira” alerta que a natureza revida e se defende de quem a agride. O Curupira é o lendário guardião das florestas brasileiras, caracterizado por sua baixa estatura, cabelos cor de fogo e, principalmente, pelos pés voltados para trás, uma estratégia astuta usada para criar pegadas falsas e desorientar invasores. Como uma entidade justiceira da natureza, ele utiliza assobios agudos e ilusões sonoras para punir caçadores predatórios e aqueles que destroem a mata sem necessidade, personificando o equilíbrio ecológico e a força indomável da fauna e flora.

 

Nessa música, Fritsch consegue transitar entre diferentes climas incluindo um som mais sombrio da proteção da floresta até melodias mais vibrantes, quase lúdicas, representando a personalidade travessa do personagem folclórico.  Fritsch comenta sobre sua intenção composicional: “As melodias tocadas no sintetizador funcionam como a "voz" da criatura, com frases musicais que alternam entre o lúdico e o imponente. Os solos são brilhantes e agressivos, representando o cabelo de fogo e o temperamento implacável da entidade. Não é uma música puramente "zen" ou relaxante; há uma tensão subjacente que lembra ao ouvinte que a natureza, embora bela, exige respeito e pode ser perigosa”.

 

A música possui uma base rítmica pulsante e ágil tocada por Filipe Fritsch na bateria e Ricardo Fritsch no baixo. Como o Curupira é conhecido por correr em altíssima velocidade, a percussão simula esse movimento constante. A estrutura rítmica por vezes parece "tropeçar" ou mudar de direção subitamente, uma metáfora sonora para os pés invertidos que enganam quem tenta seguir a trilha.



Nessa obra, Eloy procura “desfolclorizar” o Curupira do óbvio. Fritsch comenta: “Em vez de usar instrumentos acústicos e regionais eu usei sintetizadores e sua sonoridade épica para representar a força da natureza, tão poderosa que ultrapassa o tempo, sendo relevante tanto na mata virgem quanto em uma era de exploração espacial”.

 

A "veia mística" existente no álbum “Mythology” evoluiu. Enquanto em "Curupira" Fritsch foca na entidade da terra, em seus álbuns mais recentes como “Dragons and Wizards” (2025), essa mesma energia épica é transposta para dragões, magos e o cosmos. No fundo, a essência é a mesma: usar o sintetizador para dar vida a seres que habitam o imaginário humano.

 

Assista ao vídeo no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=J_YSpf7greY

 

Créditos da foto: Lauren Veronese

 

Contatos:

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