sábado, 23 de maio de 2026
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sexta-feira, 22 de maio de 2026
Dimmu Borgir - Já disponível "Grand Serpent Rising", novo álbum dos ícones noruegueses do Black Metal Sinfônico
Crédito Foto: Stian Andersen
"Sem dúvida: qualidade deve sempre superar quantidade", afirma Silenoz com tranquilidade. "Eventualmente definimos prazos, mas nas fases iniciais de um álbum não existe cronograma algum. Pressa não significa nada para nós. A arte negra mais poderosa simplesmente não pode ser forçada sem perder sua essência."
O guitarrista faz uma pausa e continua: "É fácil virar um processo interminável. Tudo o que você cria parece que pode ser melhorado - essa é a maldição do artista, e é por isso que você segue em frente para fazer outro álbum. Mas chega um momento em que tudo finalmente parece certo. E é aí que você precisa deixar ir."
Oito anos após o lançamento de "Eonian", o DIMMU BORGIR retorna com treze faixas devastadoras e surpreendentemente diversas sob o título "Grand Serpent Rising" e o peso desse nome já diz muito.
"É perfeito", concorda Silenoz. "O Dimmu Borgir é um leviatã em escala grandiosa, e estamos ascendendo novamente. Enquanto a serpente representa o mal para alguns, para nós simboliza outra coisa: renovação, crescimento, conhecimento e libertação. Trocar de pele, por assim dizer. E não esqueça que fevereiro de 2026 marca o fim do Ano da Serpente - praticamente o mesmo momento em que o álbum foi concluído."
Fiel à tradição da banda, o processo criativo foi novamente intenso e exigente. Entre 2018 e 2019, e durante toda a pandemia, riffs, melodias e ideias temáticas foram desenvolvidos individualmente em estúdios caseiros, tornando-se lentamente em algo monumental.
"Quando finalmente nos reunimos como banda", explica Silenoz, "percebemos que tínhamos muito mais material forte do que imaginávamos. O suficiente para um álbum duplo."
Um "problema positivo", como alguns diriam. "Ter ideias nunca foi difícil para nós", ri o guitarrista. "O desafio real é matar seus queridinhos. Às vezes você ama profundamente um riff ou uma melodia, mas isso sozinho não faz uma música. Tivemos que deixar de lado nossos apegos pessoais e focar no que era melhor para a banda e para o álbum. Cada detalhe precisava justificar sua existência. O resultado é uma declaração destilada e focada - sem excessos, sem enchimento."
Ao mergulhar nesta jornada traiçoeira traçada por essa serpente norueguesa, as palavras de Silenoz se confirmam imediatamente. Após a intro sombria 'Tridentium', a faixa de abertura 'Ascent' atinge como um relâmpago cruzando um céu nórdico congelado. Agressiva, venenosa e estranhamente bela, ela prova que o DIMMU BORGIR não perdeu intensidade, ameaça ou autenticidade.
E o ímpeto nunca diminui. Ao longo de quase uma hora, "Grand Serpent Rising" mantém um domínio absoluto: é uma obra majestosa e poderosa, que soa como uma banda possuída pela energia selvagem do underground norueguês dos anos 90, mas guiada pela disciplina composicional e pela sabedoria conquistada em mais de três décadas de criação implacável.
"Uma das maiores diferenças em relação a Eonian", observa Silenoz, "é que reduzimos um pouco os coros e a orquestração. Esses elementos são essenciais ao Dimmu Borgir, claro, mas desta vez aparecem apenas onde realmente adicionam força. E quando entram, você sente."
Outra mudança significativa ocorreu em 2024, quando o guitarrista de longa data Galder deixou a banda para focar no Old Man's Child. Em vez de enfraquecer o coletivo, a mudança aproximou o processo criativo de suas raízes.
"Menos gente na cozinha significa menos concessões", diz Silenoz. "Nos primeiros anos, era só eu e Shagrath trocando ideias. De certa forma, voltamos a isso. É direto e produtivo. Dizemos imediatamente quando algo não é forte o suficiente."
Ainda assim, "Grand Serpent Rising" é um esforço de banda completa, com Daray (bateria), Victor Brandt (baixo), Gerlioz (teclados) e Damage (guitarras) desempenhando papéis essenciais. "Embora a maioria das ideias centrais ainda venha de mim ou do Shagrath", reforça Silenoz, "elas fluem livremente entre todos. Cada membro contribui para fortalecer as músicas - e essa dinâmica funciona excepcionalmente bem hoje."
Liricamente, o álbum segue uma trajetória espiritual clara, sem se tornar um conceito rígido. Temas de transformação, dissolução do ego e despertar permeiam a obra, inspirados em tradições esotéricas e na alquimia interior: o ato de abandonar o velho eu em busca do verdadeiro potencial.
"Dentro de cada ser humano existem centros divinos adormecidos, os chakras, cujo despertar pode levar muitas vidas", explica Silenoz. "Mas quando a alma atinge maturidade suficiente, esse processo pode ser acelerado. Com disciplina e meditação profunda, a força sagrada pode ascender em uma única vida, ativando cada centro."
Renomado por sua narrativa densa e imersiva, ele continua: "Essa corrente ascendente, conhecida desde a antiguidade como Kundalini ou Fogo da Serpente, transforma o buscador, despertando qualidades divinas e cumprindo a antiga promessa: 'Sereis como deuses'. Ao atravessarmos temporariamente este mundo, trocamos de pele como a serpente, repetidas vezes, buscando transcender nossas limitações."
Em homenagem aos primeiros anos da banda, algumas faixas aparecem em norueguês. "Poderiam ter sido em inglês", diz Silenoz, "mas nossa língua natal parecia mais adequada para certos temas. Por exemplo, 'Ulvgjeld & Blodsodel', o single principal, fala sobre herança e linhagem, passar algo essencial para quem vem depois."
"Como foi escolher os singles desta vez?" ele ri. "Eu realmente não sabia por onde começar - todas as músicas pareciam fortes o suficiente."
A gravação aconteceu novamente em Gotemburgo com o produtor Fredrik Nordström, responsável por clássicos como "Puritanical Euphoric Misanthropia" e "Death Cult Armageddon".
"Ele nos conhece e sabe o tipo de som que buscamos", diz Silenoz. "Nos afastamos por um tempo, mas quando ele remixou Puritanical alguns anos atrás, percebemos como nossa conexão ainda era forte. Trabalhar com ele novamente foi natural e o resultado não poderia ser melhor."
Desde o início, o objetivo sonoro era claro. "Queríamos que o álbum soasse como o Dimmu Borgir ao vivo", sorri Silenoz. "O que você ouve é o que realmente foi tocado. O som é orgânico e poderoso - nada de estética moderna hiperquantizada, nada de bumbo 'máquina de escrever'."
Quando a mixagem e masterização terminaram, já no fim do outono, Nordström deu um veredito que Silenoz não esquecerá tão cedo.
"Fredrik disse que este foi o melhor álbum do Dimmu Borgir com o qual ele já trabalhou", lembra. "Ele não precisava dizer isso e ele é um cara direto. Quando ele fala algo assim, é porque realmente acredita."
Silenoz faz uma pausa e sorri. "Eu sei que é um clichê enorme dizer que este é nosso melhor álbum", admite. "Mas pense assim: por que continuaríamos fazendo isso se não acreditássemos nisso? Quando a banda e o produtor sentem que a missão foi cumprida, o que vier de fora (fãs, jornalistas, críticos) é secundário. Se gostarem, ótimo. Se houver críticas, tudo bem também. Isso não nos afeta. Continuamos trilhando nossos próprios caminhos sombrios."
"Grand Serpent Rising" está disponível no Brasil pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Adquira sua cópia aqui: https://bit.ly/3PtDpid.
1. Tridentium
2. Ascent
3. The Qryptfarer
4. As Seen in the Unseen
5. Ulvgjeld & blodsodel
6. Repository of Divine Transmutation
7. Slik minnes en alkymist
8. Phantom of the Nemesis
9. The Exonerated
10. Recognizant
11. At the Precipice of Convergence
12. Shadows of a Thousand Perceptions
13. Gjǫll
FORMAÇÃO
Shagrath - vocal
Silenoz - guitarra
Damage - guitarra
Victor - baixo
Gerlioz - teclados
Daray - bateria
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/NUCLEAR BLAST RECORDS
MAN WITH A MISSION, banda de temas de Demon Slayer e My Hero Academia, dia 27/05 em SP
A banda japonesa MAN WITH A MISSION, responsável por músicas que marcaram animes como Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba, My Hero Academia, Log Horizon, vem ao Brasil pela primeira vez para uma apresentação única no dia 27 de maio de 2026, no Carioca Club, em São Paulo.
Ingressos : fastix.com.br/events/man-with-
Além dos animes, o MAN WITH A MISSION também entrou no universo de grandes franquias do cinema: a banda gravou “Into The Deep”, tema da versão japonesa de Godzilla vs. Kong.
A relação da banda com o rock ocidental também aparece em colaborações de peso. O MWAM trabalhou com Patrick Stump, vocalista do Fall Out Boy, em “Dead End in Tokyo”, faixa co-escrita, co-composta e co-produzida pelo músico norte-americano. A parceria voltou a acontecer em “86 Missed Calls”,
Formada na capital japonesa Tóquio em 2010, o MAN WITH A MISSION construiu uma das identidades mais reconhecíveis do rock japonês atual. A banda une rock, punk, metal alternativo, eletrônica e refrões de forte apelo pop, sempre com os cinco integrantes usando cabeças de lobo em cena e nos materiais visuais.
Confira trechos das apresentações insanas do MAN WITH A MISSION: youtube.com/@mwamjapan.
No palco, essa relação se transforma em um show de alta energia, com guitarras pesadas, bases eletrônicas, vocais alternados, rap, refrões expansivos e uma estética visual imediatamente reconhecível.
“As máscaras são parte dessa ideia, elas nos permitem ultrapassar barreiras culturais e focar no som, na energia e na emoção que o público sente”, completou o baixista Kamikaze Boy, em entrevista recente ao site Bandwagon Asia.
Essa combinação ganhou alcance internacional também pela presença da banda em trilhas de animes. Em Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba - Swordsmith Village Arc, o MAN WITH A MISSION assina, ao lado da cantora milet, as faixas “Kizuna no Kiseki” e “Koi Kogare”, usadas respectivamente na abertura e no encerramento da temporada.
A banda também está ligada a “Merry-Go-Round”, de My Hero Academia, “database feat. TAKUMA”, de Log Horizon, “Dark Crow”, de Vinland Saga, “Winding Road”, de Golden Kamuy, “Raise your flag”, de Mobile Suit Gundam: Iron-Blooded Orphans, “Seven Deadly Sins”, de The Seven Deadly Sins, e “My Hero”, de Inuyashiki.
O show integra a turnê mundial MAN WITH A MISSION WORLD TOUR 2026 - MARKING NEW GROUND - AMERICAS e é uma realização da Powerline Music & Books e Heart Merch.
15 anos de carreira
O EP XV (Across The Globe) foi lançado em março de 2025 pela Century Media. O registro, que saiu em diversos formatos, tem quatro novas músicas de estúdio (“Vertigo”, “Circles”, “whispers of the fake”, “Reaching For The Sky”) e gravações ao vivo de shows da turnê “Kizuna no Kiseki” no México em 2024.
Documentário
A banda também já lançou o documentário que abrange boa parte de carreira, MAN WITH A MISSION: The Movie - Trace the History, que captura sua ascensão, desde os primeiros passos em pequenos clubes de rock, até se tornarem gigantes, com shows em estádios.
SERVIÇO
MAN WITH A MISSION em São Paulo
Data: 27 de maio de 2026
Horário: 19h (abertura da casa)
Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde 2899, Pinheiros - São Paulo, SP)
Ingresso: fastix.com.br/events/man-with-
Mais informações
quinta-feira, 21 de maio de 2026
Tempusvernum lança "Lady PuniCher", primeiro single de seu próximo EP
Faixa inédita aborda o exercício do poder e do controle, antecipando o terceiro trabalho de estúdio do grupo paulista de Metal Poético.
A banda paulista de Metal Poético Tempusvernum disponibilizou seu mais recente single, "Lady PuniCher", nas plataformas digitais. A faixa é a primeira de uma sequência de quatro músicas inéditas programadas para 2026 e prepara o terreno para o terceiro EP do grupo.
O título da música utiliza um trocadilho com o termo em inglês punisher para descrever uma personagem dominadora, que consolida sua identidade através do exercício do poder e do controle. Fiel à identidade de composição do grupo, as letras não entregam respostas prontas, deixando o significado final em aberto para a interpretação de quem ouve.
A chegada de "Lady PuniCher" aos aplicativos coincidiu com a sua estreia nos palcos. O grupo executou a faixa ao vivo durante o Sonora - Festival Internacional de Compositoras, em Bauru (SP), evento ocorrido no domingo. O evento também serviu como marco para a nova estrutura da banda, agora operando como um quarteto. Após a recente saída da guitarrista Gabrielle Rocha, o show validou o entrosamento entre a vocalista Hegle, a baterista Lívia Messi, e os membros efetivados no último ano, Nathan França (guitarra) e Thiago Barbosa (baixo).
Com o single nas plataformas e a formação consolidada ao vivo, o Tempusvernum concentra suas atividades no Estúdio Sombrio. Sob a condução do produtor Dudlei Landim (Anthemas), o quarteto avança nas gravações dos singles e consequentemente do novo EP, que dará continuidade à dualidade abordada nos antecessores "Frightened" e "Enlightened", lançados em 2024.
Ouça o single via YouTube:
https://youtu.be/xluTkcBs2o4?
Ouça o single no Spotify:
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Créditos da foto: Divulgação
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Harmony Fault lança videoclipe de "Left for Dead in the War" com forte crítica antiguerra
A banda gaúcha de Goregrind HARMONY FAULT lançou neste sábado um videoclipe oficial para a música "Left for Dead in the War". Formado em Lajeado, e em atividade desde 2002, o grupo apresenta uma faixa agressiva, curta e direta, mantendo sua linguagem extrema característica. A banda é formada por Guilherme (vocal), Pulga (guitarra), Monteiro (baixo) e Calebe Luiz (bateria e backing vocals).
Assista ao lyric vídeo de " Left for Dead in the War":
https://www.youtube.com/watch?
O novo material foca no abandono e na destruição humana, elaborando uma crítica severa aos conflitos armados. A música faz parte do mais recente álbum de estúdio do quarteto, "Gore Beyond Blood", lançado em março de 2024. O disco conta com 17 faixas e aproximadamente 35 minutos de duração, trazendo ainda faixas como "Disgusting Inside" e "Maggot Eater". O álbum foi lançado em parceria com os selos Old Grindered Days Records, Rotten Foetus e Disturbed Mind Records. Gravado, mixado e masterizado no Hurricane Studio em Porto Alegre/RS entre julho de 2022 e outubro de 2023, conta com a produção de Sebastian Carsin.
A letra de "Left for Dead in the War" adota a perspectiva de alguém que foi abandonado em meio à guerra, relatando um cenário de morte, dor, poeira e corpos. A obra não trata o conflito bélico como glória ou heroísmo, mas sim retratando-o como um verdadeiro horror humano. O refrão "No mercy shot / Left for dead in the war" repete a ideia de desumanização, desespero e abandono. A leitura principal da música é resumida na abertura do clipe com a frase: “War leaves nothing but graves”.
A montagem do vídeo mistura cenas de destruição, registros reais de conflitos e tomadas da banda tocando ao vivo. A edição aproximou a brutalidade sonora do horror exibido nas imagens. Para construir a sensação de caos, ruína e arquivo histórico, a direção optou por uma atmosfera fria, com cortes secos, granulação e fotografia em preto e branco. As cenas em que os músicos aparecem tocando receberam um tratamento visual específico para integrá-las ao universo das imagens de guerra.
Sobre o conceito visual e político do lançamento, o baterista Calebe Luiz explica: "A proposta é mostrar a guerra como máquina de destruição humana, não como espetáculo militar. A violência visual do clipe existe para causar desconforto, não fascínio". O vídeo evita qualquer formato panfletário ou a glorificação da estética militarista. No encerramento, ocorre uma quebra no padrão preto e branco com a exibição de cenas de Gaza coloridas e destruídas, lembrando que a catástrofe não pertence apenas ao passado, mas continua acontecendo no presente.
SOBRE O HARMONY FAULT:
O HARMONY FAULT possui um longo histórico na cena extrema, mas sempre reservou espaço para abordar temas humanos e sociais. O grupo não foca apenas na temática violenta gráfica padrão do gênero, abrindo espaço para abordar a decadência humana, a desigualdade e o colapso. O lançamento de "Left for Dead in the War" retoma a temática de conflitos bélicos dentro dessa abordagem extrema já conhecida pelo público. Em 2004, no EP "Sangue e Vísceras", o grupo já havia abordado a Guerra do Iraque de 2003 na faixa-título (regravada posteriormente no álbum "Savage Horror Dementia").
Ouça o álbum “Gore Beyond Blood" no Spotify:
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Créditos da foto: Fabricio Kremer
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Siegrid Ingrid revisita “Skeletons Of Society” do Slayer em releitura intensa e fiel ao clássico do thrash metal
Os brasileiros do Siegrid Ingrid anunciam o lançamento digital do single “Skeletons Of Society”, releitura de um dos clássicos do Slayer, ampliando o alcance de uma gravação que até então permanecia restrita a formatos físicos.
Originalmente registrada para o tributo nacional Brazil Painted Blood – The Brazilian Tribute to Slayer (2021), lançado em CD duplo pela gravadora Secret Service Records, a faixa ganhou destaque entre os fãs mais atentos do underground brasileiro por sua abordagem fiel à essência sombria e cadenciada da composição, ao mesmo tempo em que carrega a identidade agressiva e contemporânea do quarteto paulistano.
Ouça “Skeletons Of Society” em: https://open.spotify.com/
Posteriormente, a música também integrou, como faixa bônus, o mais recente álbum ao vivo Massacre In Lorena, reforçando seu caráter quase “cult” dentro da discografia da banda.
Ouça Massacre In Lorena em https://onerpm.link/
Agora, “Skeletons Of Society” finalmente chega às plataformas digitais, permitindo que um público mais amplo tenha acesso à interpretação do grupo, que imprime peso, precisão e uma atmosfera densa à faixa originalmente lançada pelos americanos no clássico álbum Seasons in the Abyss (1990). A escolha da música não é aleatória: trata-se de uma das composições mais carregadas de crítica social na carreira do Slayer, dialogando diretamente com a proposta lírica do Siegrid Ingrid, conhecida por abordar temas sombrios, existenciais e reflexivos.
Com uma trajetória sólida no cenário underground, o Siegrid Ingrid vem se consolidando como um dos nomes mais respeitados do metal extremo nacional, transitando com naturalidade entre o thrash, death metal e hardcore, sempre com uma abordagem intensa e sem concessões. Ao longo dos anos, a banda construiu uma base fiel de seguidores, tanto no Brasil quanto no exterior, sustentada por lançamentos consistentes e performances ao vivo impactantes.
O lançamento digital de “Skeletons Of Society” não apenas resgata uma gravação até então limitada a colecionadores, mas também reafirma a conexão da banda com as raízes do thrash metal mundial, prestando homenagem a um dos pilares do gênero sem abrir mão de sua própria identidade sonora.
O single já está disponível nas principais plataformas de streaming, consolidando mais um capítulo na trajetória do Siegrid Ingrid e oferecendo aos fãs uma nova oportunidade de revisitar — sob uma perspectiva brasileira e contemporânea — um dos clássicos imortais do Slayer.
A banda se apresenta no Burning Extreme Fest, na Burning House, em São Paulo, dia 30 de maio, junto às bandas Sacrifix, Faces Of Death, Chaoslace e The Damnnation. Ingressos via 101tickets.
SIEGRID INGRID NAS REDES:
@siegridingrid.official
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