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quarta-feira, 21 de setembro de 2022

BEHEMOTH: JÁ DISPONÍVEL "OPVS CONTRA NATVRAM", NOVO ÁLBUM DA LENDA POLONESA DE METAL EXTREMO, EM SLIPCASE

Nota: 

Nos anais da cena Metal não há outra banda que seja sinônimo de compromisso inabalável em desafiar expectativas do que o BEHEMOTH.
 
Ao longo dos seus 31 anos de carreira, os infernais poloneses, liderados por Adam Darski, também conhecido como Nergal, são muito mais do que apenas os arquitetos da lendária cena de metal extremo de seu país. Ao longo de três décadas e 11 álbuns anteriores, a visão singular de Nergal transformou o BEHEMOTH em algo muito mais do que uma mera banda de Black Metal. Além de nunca ficarem presos aos gêneros musicais, eles cresceram para se tornar uma verdadeira personificação de rebelião, individualidade e uma autoexpressão inabalável alimentada por uma visão de mundo letrada e mundana que resultou em uma queda-de-braço com todos, desde a grande imprensa até a igreja católica polonesa, ficando mais notória durante o julgamento de Nergal por blasfêmia em 2010, que só serviu para expor as profundas hipocrisias que sua música mostra e procura sempre desafiar.
 
Agora já com renome mundial, porém, ainda exuberantemente underground em suas convicções, o BEHEMOTH é talvez a mais improvável entre as histórias de sucesso, mas a sua ascensão estratosférica e a conquista comercial podem ser atribuídas a muitas coisas e uma delas é a enorme vontade de se comprometer. "Opvs Contra Natvram", seu novo e 12º álbum de estúdio, mostra que a longevidade da banda se deve a um compromisso resoluto de encontrar novas maneiras de encantar e inspirar sua legião cada vez maior de hereges dos últimos dias, uma determinação que não mostra sinais de desgaste. São tempos de mudanças e novas batalhas, mas o Nergal tem essa capacidade única de fazer que o BEHEMOTH soe sempre novo, apesar de estar há muitos anos dentro da cena. É aí que reside a inspiração para o título do álbum e a impressionante arte da capa.
 
"O título do álbum significa ir contra a corrente. É o lado negativo dos valores, da moral e da ética que eu sou contra. Eu venho lutado seriamente contra as tendências destrutivas na cultura pop, como a cultura de cancelamento, as mídias sociais e as ferramentas que eu sinto que são armas muito perigosas nas mãos de pessoas que não são competentes para julgar os outros. Isso é algo que eu acho muito destrutivo e perturbador e extremamente limitante vindo da perspectiva dos artistas. Este é o meu dedo do meio para isso. Há uma música no disco chamada 'Neo-Spartacvs'. Spartacus foi um dos rebeldes mais emblemáticos da história que foi contra o império mais poderoso de todos os tempos. No final, sou eu gritando: 'I am Spartacus, and so are you!' [Em português: 'Eu sou Spartacus, e você também!']. Eu quero ser a faísca que acenda a chama da rebelião. Se algo parece estar errado, então levante-se contra isso!
 
Nunca estar totalmente satisfeito e nunca se sentir confortável é também a base dos sons ferozes encontrados em "Opvs Contra Natvram", e como Nergal bem explica, nosso armageddon viral deu a ele a oportunidade perfeita de se deleitar com a única coisa que o crescente império do BEHEMOTH nunca lhe proporcionou: tempo.
 
"Esta é a coisa mais meticulosa, mais bem pensada e mais madura que fizemos. É essencialmente BEHEMOTH", diz ele. Reconhecido por sua atenção extremamente meticulosa aos detalhes e controle criativo absoluto do mundo chamado BEHEMOTH, o ambiente despressurizado proporcionado pela pandemia fez com que, pela primeira vez desde o início da banda, não houvesse prazo a ser cumprido, permitindo um nível quase sem precedentes de total atenção ao processo de composição e gravação.
 
"Foi um ano embaçado para mim, mas fazíamos essas sessões, quatro/cinco dias apenas uma parte de guitarra, regravávamos o material, voltávamos... Isso foi incrível. Como todos no planeta, me encontrei em uma situação completamente sem precedentes, essa paralisia. Não passou tanto tempo desde que fui internado por câncer", ele diz referindo-se à sua luta contra a leucemia em 2010. Sobre o tempo que antecedeu a criação do "Opvs Contra Natvram", comentou: "Acabava de terminar essa enorme turnê com o Slipknot, que foi muito bem sucedido, mas eu estava tão exausto que estava pedindo para o universo por um remédio. Era algo que eu realmente precisava, fazer uma pausa, apenas respirar e sobreviver. Estava me sentindo bem. Não fazia isso já há um bom tempo. Quando você é um músico profissional, está apenas vivendo por ciclos de turnê. Parecia ser algo como, 'esta é uma boa palavra, deixe-me tentar outras 50'. Estar totalmente absorvido nesse processo. Eu precisava disso".
 
Os 10 furiosos capítulos que compõem "Opvs Contra Natvram" foram escritos e gravados ao longo de um ano muito estranho para o mundo, uma situação que só fez aumentar o nível de composição desses 43 minutos e 15 segundos de abrasadora ira. Assim como aconteceu nos álbuns anteriores, "Opvs Contra Natvram" foi produzido pelo próprio BEHEMOTH sendo o engenheiro de som nada mais nem nada menos que o aclamado produtor Daniel Bergstrand, que já trabalhou com lendas como Meshuggah, Dimmu Borgir e In Flames. A mixagem, no entanto, envolveu uma nova peça no tabuleiro de xadrez: o famoso produtor Joe Barresi, uma lenda do estúdio com uma lista de créditos de tirar o fôlego que inclui Queens of the Stone Age, Nine Inch Nails, Alice em Chains e Tool, apenas para citar alguns. Ele foi escolhido por sua célebre capacidade de preservar simultaneamente a sensação e identidade de uma gravação orgânica, sendo que a inspiração vem de lugares que você menos espera.
 
"Tanta coisa soa sem graça", diz Nergal"Não se trata de quão profissional você soa, porque tudo parece profissional e superproduzido hoje em dia, mas você não precisa fazer tudo de forma perfeita, apenas deixe fluir. Quando você ouve David Bowie, cada música tem sua identidade. Eu me perguntei: 'a cena musical realmente precisa de outro álbum que soe como todos os outros? Cada álbum que fiz sou eu na frente do maldito Monte Everest. Eu consigo fazer isso? Bom, eu tenho que tentar".
 
E pelo som que encontramos em "Opvs Contra Natvram" não há qualquer tipo de dúvidas sobre o ápice artístico que Nergal e BEHEMOTH almejam. Desde a energia colossal da faixa que abre o álbum 'Post-God Nirvana' à indignação épica e justa de 'Ov My Herculean Exile' e a faixa que fecha o álbum 'Versvs Christvs', uma fascinante faixa com piano e vocais limpos que está destinada a ser a perfeita e definitiva trilha sonora para estes estranhos e conturbados tempos.
 
Mais um trabalho único do BEHEMOTH que merece ser ouvido com toda a atenção!!!
 
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records em SLIPCASE. Adquira sua cópia no seguinte link: https://bit.ly/3L03mPC.
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS

FALLUJAH: JÁ À VENDA "EMPYREAN", NOVO ÁLBUM DA BANDA AMERICANA DE TECH-METAL

Nota: 

FALLUJAH vem se destacando desde o seu primeiro álbum, dentro de um gênero que vem conseguindo seu devido espaço dentro da cena: o Tech-Metal. E com seu impressionante novo álbum intitulado "Empyrean", a banda intensifica ainda mais seu dinamismo metálico. Escrito com a máxima "Tudo destruidor, nada de encher linguiça", o quarteto da Bay Area entregou exatamente isso no seu quinto álbum de estúdio. Desde as músicas 'Radiant Ascension' e 'Embrace Oblivion' até as músicas 'Soulbreaker' e 'Mindless Omnipotent Master'"Empyrean" vai tirar o fôlego dos ouvintes pela sua extensão atmosférica e sua impressionante sofisticação. A nova formação do FALLUJAH contribuiu de forma significativa para o elevado nível alcançado aqui. O principal compositor e guitarrista Scott Carstairs e o seu companheiro e baterista Andrew Baird recrutaram Kyle Schaefer (Archaeologist) e Evan Brewer (ex-Entheos e The Faceless) como os novos vocalista e baixista, respectivamente. Ainda bem técnica mas procurando reacender as velhas chamas, o FALLUJAH redescobriu sua musa em "Empyrean".
 
Desde a sua formação em 2007, o FALLUJAH superou todos os obstáculos que ficaram na sua frente. Seja administrando a banda, indo para a escola, escrevendo músicas ou trabalhando em tempo integral, eles saborearam a admiração dos fãs no lançamento dos seus cinco álbuns: "The Harvest Wombs" (2011), "The Flesh Prevails" (2014), "Dreamless" (2016), "Undying Light" (2019) e o novo "Empyrean". As posições alcançadas nas categorias "Top Hard Rock Albums" ("Dreamless" e "The Flesh Prevails") e "Heatseekers Albums" ("Dreamless" e "Undying Light") da Billboard provam que, a cada lançamento, os fãs do FALLUJAH estão fielmente com eles. Com seus toques revivalistas, atmosferas reforçadas e uma produção de alto nível, "Empyrean" pode ser considerado o maior álbum da banda até o momento.
 
Novamente sob a tutela sonora do produtor de longa data Mark Lewis (Deicide, Whitechapel, Cannibal Corpse), o quarteto deu um upgrade nas características de produção que beneficiaram "Undying Light" (2019), resultando em um álbum que soa incrivelmente em alta velocidade, como nas faixas 'The Bitter Taste of Clarity' e 'Soulbreaker', mas também carrega sentimentos profundos, como nas músicas 'Into the Eventide' e 'Celestial Resonance'.
 
"Empyrean" foi gravado nos MRL Studios em Nashville, Tennessee, durante seis meses e essas sessões não foram em vão pois, com esse trabalho duro, o FALLUJAH conseguiu fazer que o álbum seja tão notável como ele é.
 
Ao longo de "Empyrean", o FALLUJAH vai surpreender você musicalmente, liricamente e com seus vários convidados especiais, que adicionaram profundidade e importância musical difíceis de descrever. A vocalista Tori Letzler (da trilha sonora do filme "Batman Vs Superman: Dawn of Justice") reprisa seu papel angelical em 'Radiant Ascension' e 'Artifacts', enquanto Katie Thompson (Chiasma) também retorna para elevar o nível das músicas 'Embrace Oblivion' e 'Into the Eventide'Chaney Crabb (Entheos) e David Wu (Cyborg Octopus) emprestam seus consideráveis ​​talentos em 'Mindless Omnipotent Master' e 'Duality of Intent', respectivamente. E o célebre artista Peter Mohrbacher (que já trabalhou com bandas como Serenity in Murder e Rainbowdragoneyes) foi novamente o responsável pela arte de capa em "Empyrean". Verdadeiramente, este é um elenco de estrelas aparecendo em um importante álbum de uma banda que vai além da imaginação.
 
Aventure-se na exosfera do "Empyrean", o FALLUJAH está esperando por você.
 
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Adquira sua cópia aqui: https://bit.ly/3qmKkcX.
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS

Fallujah: Empyrean - Review

Com o seu chamado Tech-Metal, o Fallujah impressiona facilmente pela versatilidade de suas músicas, bem como a qualidade de produção que beira a perfeição dentro de sua proposta, um verdadeiro deleite para quem ama sons extremos com qualidade atual.

Em seu mais recente registro de estúdio intitulado "Empyrean", os músicos apostam ainda mais em qualidade e destreza graças as idéias do produtor conhecido Mark Lewis (Deicide, Whitechapel, Cannibal Corpse), que através do MRL Studios em Nashville, Tennessee, construíram em 6 meses muitas coisas legais para um produto final realmente eficiente.

Acredito que para quem ainda não teve a oportunidade de ouvir a banda, seja algo diferente de início pela forma extrema de alguns andamentos, aliás, a técnica imposta aqui é de invejar muitos grandes da mesma linhagem, apostando em algo moderno (vide suas características), bem como seus conceitos fáceis de se assimilarem.

Não é difícil você se lembrar de algumas bandas que flertam nessa linha, seja para um Metalcore mais brutal á Deathcore Melódico, fazem muito bem suas mesclas e vemos assim uma banda que consegue facilmente um lugar ao sol entre os melhores do ano.


Interessante, moderno, técnico, rápido, intenso, vocais acessíveis, tem tudo para vários gostos...

Ouça sem medo, só tome cuidado com seu pescoço!


Adquira a sua cópia através da loja dos nossos parceiros da Shinigami Records >>clicando aqui<<


Tracklist:

1. The Bitter Taste Of Clarity
2. Radiant Ascension
3. Embrace Oblivion
4. Into The Eventide
5. Eden?s Lament
6. Soulbreaker
7. Duality of Intent
8. Mindless Omnipotent Master
9. Celestial Resonance
10. Artifacts

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sexta-feira, 16 de setembro de 2022

Ailton Neto: Música Cura - Review

Em parceria com a Sonoro Assessoria e Comunicação, recebemos uma indicação bem bacana de um músico recifense com bastante criatividade e competência que lançou em 2021 o álbum "Música Cura".

Estamos falando de Ailton Neto, frontman de uma banda que na divulgamos por aqui, o Sun Diamond, só que agora em um projeto diferente do que vemos em sua banda, aliás, como projeto solo o músico pode exacerbar ainda mais a sua capacidade e inserir elementos variados que compõem muitas das suas influências, ou conceitos, por assim dizer.

Uma coisa que se nota rapidamente em "Música Cura" é a diversidade de temas e criações, seguindo inicialmente em uma imersão de faixas com poucos segundos de duração, nos preparando para o que está por vir, sendo para cada faixa ao meu ver momentos únicos e inspirados em fatos, cotidiano, coisas que certamente você vive ou entende rapidamente em sua vida, dando um lado mais humano ao que foi feito em cada uma de suas ideias em 14 faixas.

Com produção do próprio Ailton Neto no Rabbit's Lair, seu homestudio, o músico se concentrou por 3 meses para a criação e união de ideias durante a pandemia para este registro, já a ótima arte ficou a cargo da Blue Maple Studios.

Acredito que dentro de sua proposta, trata-se de um álbum alternativo, dinâmico por vezes, faixas que se mantém interligadas mas não necessariamente repetitivas, tudo organicamente pensado.


Confira sem medo, é uma viagem bem interessante por mensagens que conhecemos/convivemos e também um apanhado de faixas com influências diversas que fazem naturalmente a mudança de climas e aspectos.


Ouça:

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Blue Maple Studios

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quarta-feira, 14 de setembro de 2022

Schizophrenia: Recollections of the Insane - Review

Insanidade pura define o trabalho dos músicos de Antuérpia, na Bélgica, que se apresentam sob o nome Schizophrenia.

Após o ótimo EP "Voices" lançado em 2020, "Recollections of the Insane" da as caras e nos mostra uma amostra de brutalidade infernal, seu Death/Thrash Metal de respeito é um daqueles registros que ninguém consegue ficar parado, aliás, aumente o volume que até mesmo a casa do seu vizinho irá tremer (e não é força de expressão).

O álbum foi produzido por Francesco Paoli, líder da banda italiana Fleshgod Apocalypse, um ponto extremamente positivo para o tipo de abordagem que possuem, aliás, este é seguramente um dos álbuns mais extremos que pude ouvir em 2022, amparado por uma produção impecável.

Em suas 9 faixas divididas em pouco mais de 40 minutos temos um caos inimaginável, desde momentos cadenciados a extremos de muita qualidade, vocais sempre fortes, guitarras melódicas em alguns aspectos, bateria com linhas que desafiam os melhores nomes do estilo, além do baixo que está primoroso.

Inicie sua audição por "Cranial Disintegration" e aprecie o caos técnico que os belgas proporcionam aos ouvidos!


Não espere muito para conhecer essa verdadeira jornada extrema de alta qualidade!


Adquira a sua cópia através da loja dos nossos parceiros da Shinigami Records clicando aqui!



Tracklist:

1. Divine Immolation
2. Cranial Disintegration
3. Sea of Sorrow
4. Monolith
5. Onwards to Fire
6. Souls of Retribution
7. Inside the Walls of Madness
8. Fall of the Damned
9. Stratified Realities

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Fallen Shadows: Fighting for Survival (single) - Review

E o mais novo single da banda Fallen Shadows chegou para o deleite do público, na medida certa e cada vez mais mostrando o poderio sonoro que possuem.

"Fighting for Survival" é apenas o segundo single dos caras mas nota-se o quanto seu profissionalismo e destreza ficam evidentes a cada nota, existe notoriamente um cuidado bem bacana com cada nuance, abordagens, como um trem que precisa passar a 300km/h mas com a certeza de que a linha está devidamente segura.

Rápida, pesada, melódica em vários pontos, tudo soa como um grande Metal enérgico, acessível por vezes (dentro de sua proposta, claro), alguns elementos que deixam o ouvinte instigado a repetir a audição, e como se não bastasse toda essa qualidade, ainda inserem um outro ótimo nome ao seu trabalho, o vocalista Renan Roveran do Warshipper.

A produção novamente excelente executa muito bem os mínimos detalhes dos envolvidos, aliás, se me permite expressar diretamente: que trabalho foda de guitarras!


Dê o Play e se divirta com mais uma grande faixa e siga o trabalho dos caras, são bandas assim que fazem o cenário crescer e nos mantém vivos dentro da vertente!



Links:

Ouça:

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Illucia: A New Reign - Review

Diretamente de Bangalore, Índia, os músicos da banda Illucia surgem com o seu ótimo Heavy Metal clássico, inspirado em muitos nomes dos anos 80, certamente um deleite para os fãs mais assíduos do estilo.

"A New Reign" tem uma essência voltada para os tempos áureos do estilo, seja por seus refrões e riffs característicos, a banda se mantém em uma linha bem fácil de agradar, bem como aliam um pouco de técnica ao lado acessível de sua produção.

Vemos vários momentos distintos neste álbum, desde faixas cadenciadas á rápidas com a mesma destreza, o que é um ponto importante para não soar chato ou desinteressar o seu ouvinte... ao meu ver, tudo está bem encaixado em sua proposta.


Não tenho nenhum problema com a proposta de unir tempos modernos com ideias de outras décadas, aqui vemos uma união muito bem vinda de idéias que conhecemos de outros nomes, aliás, bandas como essa mostram pra um público novo o quanto o Heavy Metal é um dos gêneros mais difundidos no Rock, e também exacerbar ainda mais a sua região com mais nomes.


Se você é fã do estilo, é um item obrigatório em sua coleção ou em suas playlist digitais!


Ouca:

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