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quarta-feira, 22 de julho de 2026

SUBVERTA FEST #3 REÚNE SOCIEDADE ARMADA, ARTIGO DZ9?, REVEL E MANIFESTO EM AGUDOS/SP

O festival celebra a resistência do hardcore, a cultura independente e a solidariedade com feira de materiais autorais e arrecadação para projeto social/cultural.

A cidade de Agudos (SP) recebe, no sábado, 25 de julho, a terceira edição do SUBVERTA FEST, evento dedicado à música independente, ao hardcore e à cultura underground. Realizado pela Subverta Distro & Records em parceria com o Luna Bar Confraria de Ideias, o festival acontece no centro da cidade e reúne no palco as bandas Sociedade Armada, Artigo DZ9?, Revel e Manifesto.

Mais do que uma noite de shows, o Subverta Fest se consolida como um espaço de encontro, circulação de ideias e fortalecimento da cena independente. 

O evento contará também com uma feira de materiais produzidos por bandas, selos e distros, reunindo discos, CDs, zines, camisetas e publicações autorais, aproximando artistas, produtores e público.


Sobre as bandas:

SOCIEDADE ARMADA: O RETORNO DE UM NOME HISTÓRICO DO HARDCORE NACIONAL
Formada em 1994, em Santos (SP), a Sociedade Armada surgiu com a proposta de transformar a música em instrumento de protesto e reflexão. O próprio nome da banda representa a ideia de que a palavra e a voz são as principais ferramentas de resistência, defendendo valores como pluralidade, união, cooperativismo e consciência social.

Com letras de forte conteúdo político e social e um hardcore pesado de influência old school, a banda lançou três álbuns pela histórica Cogumelo Records: 400% Hardcore (1995), Tocar e Protestar (2000) e Ordem e Progresso (2004), tornando-se uma das referências do hardcore brasileiro.

A formação original contou com integrantes de bandas importantes da música pesada nacional, como Vulcano, Psychic Possessor e Safari Hamburguers. Em 2026, a Sociedade Armada retorna aos palcos com uma nova formação, reunindo músicos com passagem por nomes como Periferia SxAx, Juventude Maldita e Phobia, mantendo viva a essência de resistência, atitude e consciência que marcou sua trajetória.

Todos os seus discos foram lançados pela Cogumelo Records, gravadora fundamental para a história do rock pesado brasileiro, responsável por revelar nomes como Sepultura, Sarcófago, Vulcano, Overdose, Chakal, Holocausto, Mutilator, The Mist, Ratos de Porão, Dorsal Atlântica, Lobotomia e muitos outros.

O retorno da Sociedade Armada representa a continuidade de uma história construída com honestidade, peso e comprometimento — valores que seguem atuais após mais de três décadas de trajetória.


ARTIGO DZ9? - COMEMORANDO 25 ANOS DE RESISTÊNCIA

Formada em Agudos (SP) em 2001, a Artigo DZ9? celebra em 2026 seus 25 anos de atividade ininterrupta. Uma das representantes do hardcore independente do interior paulista, a banda construiu uma trajetória marcada por letras sobre política, ecologia, questões sociais e reflexões existenciais, participando de documentários, coletâneas e lançamentos independentes no Brasil e no exterior. 

Sua discografia reúne as demos “Direitos? Conceitos? Extremamente Violados” (2004), “Sociedade Apática” (2006), o ep “Cárcere Moral” (2011) e os álbuns “Liberte-se do Medo de Se Expressar” (2013), “O Universo é Nosso” (2021) e “Intolerâncias” (2024), consolidando uma trajetória de resistência e produção autoral. Banda residente do Subverta Fest, o Artigo DZ9? celebra essa trajetória no palco do festival e se prepara para a gravação de seu quarto álbum de estúdio no segundo semestre de 2026. 

Na véspera do evento, a banda também se apresenta em Marília ao lado da Sociedade Armada, fortalecendo a conexão com a cena hardcore paulista e com parceiros como Tu Pank Records, Subverta Distro, Coletivo Solidários em Meio a Multidão, Luna Bar Confraria de Ideias e Xeque Mate Retro Bar.



REVEL — SOM CRU, PESADO E SEM CONCESSÕES
Formada em Agudos no ano 2000, a Revel é uma das representantes da cena independente do interior paulista. Após retornar às atividades em 2015, a banda segue apresentando um hardcore direto e agressivo, com influências do crossover e crust, letras em português e críticas sociais.

A banda possui registros em fitas K7, participações em coletâneas — como El Toro, lançada pela Pecúlio Discos em 2001 — e o EP Estrada Perdida (2019).
Com influências de nomes como Ratos de Porão, Cólera, Lobotomia e Dead Kennedys, a Revel mantém uma sonoridade intensa, crua e sem concessões.



MANIFESTO — PESO, MELODIA E POESIA URBANA
Pela primeira vez em Agudos, a Manifesto, natural de Marília, apresenta sua mistura de agressividade, melodia e poesia urbana. 

Formada em 2021, a banda reúne influências do punk, do hardcore californiano dos anos 1990 e do rap, criando uma identidade própria dentro da cena independente.

Suas letras abordam questões sociais e experiências do cotidiano por meio de uma linguagem direta e poética. Com 16 músicas autorais e seis faixas lançadas nas plataformas digitais, o grupo segue produzindo novos trabalhos e ampliando sua presença na cena, incluindo participação em playlists como “Hinos do Punk Rock Brasileiro”.



FEIRA INDEPENDENTE E CULTURA UNDERGROUND
O Subverta Fest também contará com bancas da Subverta Distro, Lodo Records e das próprias bandas participantes, oferecendo vinis, CDs, zines, camisetas, publicações independentes e outros materiais ligados à cultura underground.

Durante toda a noite, o público poderá aproveitar a estrutura do Luna Bar Confraria de Ideias, com venda de cervejas, drinks, porções, lanches e outras opções.

SUBVERTA FEST TAMBÉM É SOLIDARIEDADE
Além de celebrar a música independente, o festival também promove uma ação solidária. O público é convidado a contribuir com 1 litro de leite, destinado ao projeto sociocultural Capoeira Meninos de Agudos, iniciativa autônoma do mestre João Leandro (Zóio de Gato).

O projeto atende mais de 90 famílias da periferia de Agudos, oferecendo atividades como café da manhã, almoço, capoeira, música, atividades circenses, rodas de conversa e oficinas, criando espaços de aprendizado, convivência e oportunidades para crianças e suas famílias.

Cada doação ajuda a fortalecer essa rede comunitária e manter viva uma iniciativa que trabalha pela construção de um presente mais digno e de novas possibilidades para as próximas gerações.


SERVIÇO SUBVERTA FEST #3
📅 25 de julho de 2026 (sábado)
🕗 A partir das 20h
📍 Luna Bar Confraria de Ideias
Rua 13 de Maio, 880 — Centro — Agudos/SP

🎶 Shows com: Sociedade Armada, Artigo DZ9?, Manifesto e Revel
🎟️ Couvert artístico: R$ 7,00 + 1 litro de leite
✊ Realização: Subverta Distro & Records + Luna Bar Confraria de Ideias
🤝 Apoio: Embarca Mídia, Edson Do Gás, Quinkakos, Tu Pank Records, Coletivo Distopia, Solidários em Meio a Multidão, Geleia Cultural e Programa Batalha Rock

📲 Informações: @subvertadistrorecs
@subvertafest 

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Roberto Tiranti, cantor do Labÿrinth, anima fãs brasileiros e promete retorno ao país

O vocalista italiano Roberto Tiranti, conhecido mundialmente por sua trajetória à frente do Labÿrinth, confirmou que voltará ao Brasil ainda em 2026.

Em publicação nas redes sociais, Tiranti divulgou um vídeo interpretando "Thunder" e deixou um recado especial aos fãs brasileiros.

Confira o vídeo aqui: https://www.instagram.com/reels/DaAc4CuMZGH/


Assessoria - The Bridge

tdchagas@gmail.com / 21 99575-9696 (Tarcísio Chagas)

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Caio Gaona lança tributo à clássica abertura de Power Rangers com participação de Edu Curti


O baterista Caio Gaona, conhecido por seu trabalho nas bandas Triscore e Crossroad, acaba de lançar uma homenagem especial a uma das músicas mais marcantes da cultura pop dos anos 1990. O músico disponibilizou em seu canal uma versão da icônica abertura de Mighty Morphin Power Rangers, composição de Ron Wasserman que atravessou gerações e permanece viva na memória de milhões de fãs ao redor do mundo.

Para dar ainda mais força ao projeto, Caio convidou o renomado vocalista Edu Curti, que empresta sua potência vocal à releitura, trazendo uma nova energia ao clássico tema da série que se tornou um fenômeno mundial.

A produção busca unir nostalgia e modernidade, celebrando uma canção que marcou época e continua conquistando novos admiradores. O lançamento já pode ser conferido em vídeo através do canal oficial de Caio Gaona.

Assista ao vídeo:

Além do lançamento em vídeo, a faixa também estará disponível em breve nas principais plataformas digitais de streaming.

Com essa homenagem, Caio Gaona reforça sua versatilidade como músico e seu apreço por obras que influenciaram gerações, entregando aos fãs de rock, metal e cultura geek uma versão vibrante de um dos temas mais emblemáticos da televisão.

terça-feira, 23 de junho de 2026

Festival Ruído da Resistência reúne nomes da cena underground em São Paulo

A cidade de São Paulo deverá receber, no próximo dia 26 de julho de 2026, uma edição do Festival Ruído da Resistência, evento que se consolida como uma importante vitrine da música extrema e alternativa brasileira. Promovido pela Rádio Word Escola e Produtora Musical, o festival aposta na força da cena independente para transformar o som em ferramenta de expressão política, social e cultural.

Inspirado pela filosofia Do It Yourself (Faça Você Mesmo), o Ruído da Resistência propõe mais do que uma sequência de apresentações musicais. O evento busca reunir diferentes vertentes do underground nacional em torno de um mesmo propósito: dar voz à contestação, à criatividade e à resistência artística por meio da música.

O line-up confirmado reúne quatro bandas com propostas distintas, mas conectadas pela intensidade sonora e pela independência criativa.

Abrindo a programação musical, a Sonic Torment apresenta sua fusão entre Grindcore, Noisecore e Noise, marcada por estruturas curtas, batidas frenéticas e uma abordagem sonora abrasiva. Oriunda de São Paulo, a banda é conhecida por transformar a angústia urbana em uma experiência musical visceral.

Representando o Black Metal, a D'us Oculto leva ao palco composições densas e atmosféricas que exploram temas obscuros e filosóficos. Reconhecida pelo rigor técnico e pela forte presença de palco, a banda figura entre os nomes de destaque da cena underground da região Sul do país.

Já a D.O.S. Crossover (Deform of Society) promete trazer uma combinação explosiva entre Hardcore Punk e Thrash Metal. Com letras de forte crítica social e energia voltada ao mosh pit, o grupo se destaca por seu discurso direto contra a opressão e as desigualdades.

Encerrando a programação, a Peer e Inumanos apresenta uma proposta híbrida dentro do rock alternativo brasileiro. A banda utiliza sua música como um "antídoto" para o caos urbano, abordando em suas letras temas como contradições sociais, solidão e a intensidade da vida nas grandes metrópoles. Sua sonoridade une técnica, peso e reflexão social.

De acordo com a organização, os portões serão abertos às 15h30. As apresentações terão início às 16h com a Sonic Torment, seguida por D'us Oculto às 16h50, D.O.S. Crossover às 17h40 e Peer e Inumanos às 18h30. O encerramento das atividades está previsto para as 20h.

O festival deverá acontecer no Teatro Mars, localizado na Rua João Passalaqua, 80, no bairro Bela Vista, região central de São Paulo.

Com uma proposta voltada à valorização da cultura independente, o Festival Ruído da Resistência reforça a importância dos espaços dedicados à música alternativa e à livre manifestação artística, reunindo artistas e público em uma celebração da diversidade sonora e da resistência cultural.

Serviço
Festival: Ruído da Resistência
Data: 26 de julho de 2026 (previsão)
Horário: Abertura dos portões às 15h30
Local: Teatro Mars – Rua João Passalaqua, 80, Bela Vista, São Paulo/SP
Produção: Rádio Word Escola e Produtora Musical

Assessoria de Imprensa: Isabele Miranda (@isabelemirandatv)

domingo, 21 de junho de 2026

Hellfest: festival anuncia edição 2027 com mais de 300 bandas divididas em 10 palcos

Um dos principais festivais de rock do mundo mal acabou a sua edição atual e já anunciou muitas novidades para 2027.

Prestes a completar 20 anos, a intitulada "Absolute Edition" será feita em 4 dias (de 17 a 20 de junho em Clisson, na França) com distribuição em 10 palcos e incríveis mais de 300 bandas.

Os palcos foram nomeados como:
Mainstage 1, Mainstage 2, Warzone, Riot, Valley, Abyss, Altar, Forge, Temple e Crypt.

Até o momento nenhum nome foi anunciado!


A próxima edição terá venda através do site oficial do evento a partir do dia 7 de julho de 2026 às 13 horas (horário local da França):

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Ploho, pós-punk da Rússia, volta ao Brasil em novembro

Crédito: Divulgação

Apontada pela revista americana ReGen Magazine como uma das principais vozes da nova onda da música russa, a Ploho volta ao Brasil em novembro de 2026 com uma turnê de seis shows. A banda passa por São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belém na etapa nacional da turnê latino-americana 2026, apresentada pela GOS Concerts e, no país, em parceria com a Xaninho Discos.

Ingressos à venda na tiqueteira 101tickets.

A nova passagem amplia a relação da Ploho com o público brasileiro. Em 2024, a banda fez sua primeira apresentação no país em show único em São Paulo.

Formada em 2013, em Novosibirsk, na Sibéria, a Ploho se tornou um dos nomes mais reconhecidos da geração recente do pós-punk russo. A banda nasceu longe do eixo Moscou–São Petersburgo e transformou essa geografia em parte de sua identidade: guitarras frias, baixo em primeiro plano, sintetizadores econômicos e letras em russo sobre isolamento urbano, desencanto, memória e tensão social.

O nome da banda também ajuda a entender seu universo. Em russo, “ploho” significa algo próximo de “mal” ou “ruim”. A escolha combina com uma música seca, direta e pouco interessada em brilho artificial.

A Ploho costuma ser aproximada de nomes como Molchat Doma, Motorama e Human Tetris, referências que ajudam o público brasileiro a localizar a cena. Mas a banda de Novosibirsk tem trajetória própria. Sua base passa pelo rock russo dos anos 1980, pela herança de Kino, pela new wave soviética e pelo pós-punk europeu, sem abandonar o idioma russo nem transformar essa herança em simples exercício de nostalgia.

O reconhecimento internacional ganhou força a partir da segunda metade dos anos 2010. Em 2020, a Ploho assinou um contrato de múltiplos álbuns com a Artoffact Records, selo canadense ligado à música alternativa, industrial, darkwave e pós-punk. Naquele período, a ReGen Magazine apresentou a banda como uma das vozes principais da nova onda da música russa, destacando a combinação entre rock russo, pós-punk e new wave.

O Post-Punk.com, uma das publicações internacionais mais dedicadas ao gênero, também colocou a Ploho no centro de uma conversa sobre o pós-punk pós-soviético ao lado de Molchat Doma. A colaboração entre as duas bandas, “По краю острова”, ajudou a aproximar a Ploho de ouvintes que descobriram a cena do Leste Europeu pelo streaming, mas a banda seguiu por um caminho menos dependente do fenômeno digital e mais ligado a catálogo, turnês e circuito independente.

A discografia mostra essa construção. Depois de uma sequência inicial de lançamentos independentes, a banda consolidou sua presença com “Куда птицы улетают умирать” (“Where the Birds Fly Away to Die”), de 2018, e “Пыль” (“Pyl”), de 2019. A fase internacional ganhou corpo com “Фантомные Чувства” (“Phantom Feelings”), de 2021, e “Когда душа спит” (“When the Soul Sleeps”), de 2022.

Em 2024, a Ploho lançou “Почва” (“Soil”), um dos discos mais importantes de sua fase recente. O álbum preserva a assinatura sonora da banda, com baixo marcado, voz grave e sintetizadores contidos, mas amplia o campo temático para questões como desgaste social, destruição ambiental, anticapitalismo e sobrevivência emocional. É um disco menos preso à névoa nostálgica do pós-punk e mais ligado à sensação de viver em um tempo instável.

A fase recente também passa pelo deslocamento. Após a invasão russa da Ucrânia, a Ploho deixou a Rússia e passou a operar fora do país. Em entrevista ao The Moscow Times, Viktor Uzhakov, vocalista e guitarrista da banda, afirmou que a vida em Novosibirsk carregava uma depressão própria, enquanto a fase posterior passou a abrir espaço para temas sociais e afetivos. Mesmo nesse novo contexto, a banda manteve o russo como idioma central de suas canções.

Esse ponto dá à Ploho uma força particular no circuito alternativo atual. É uma banda profundamente ligada à língua, à memória e ao imaginário russo, mas que circula cada vez mais por plateias da Europa, da Ásia e da América Latina. A origem siberiana permanece no som, enquanto o deslocamento recente acrescenta outra camada à leitura das músicas.

Ao vivo, a Ploho trabalha mais pela tensão do que pelo excesso. As músicas avançam com baixo repetitivo, bateria direta, voz grave e guitarras que criam uma paisagem fria sem transformar o show em peça de museu dos anos 1980. A força está na contenção: poucas cores, melodias persistentes e uma atmosfera que cresce pela repetição.

A turnê brasileira chega em um momento de atividade contínua. Em 2025, a banda lançou uma edição deluxe de “Почва”, com faixas extras, demos e versões alternativas. Em 2026, colocou nas plataformas “Dobrolet Sessions”, registro que reforça a presença do repertório ao vivo, além de novos singles como “Плохо с тобой”.

Antes de chegar ao Brasil, a turnê passa por Guadalajara, Querétaro e Cidade do México, no México; San José, na Costa Rica; Lima, no Peru; Buenos Aires, na Argentina; e Santiago, no Chile.



SERVIÇO | Ploho no Brasil


São Paulo (SP)

Data: 2 de novembro de 2026, segunda-feira

Horário: 19h às 23h30

Local: Madame Underground Club

Endereço: Rua Conselheiro Ramalho, 873 — Bela Vista — São Paulo (SP)

Ingressos: www.sympla.com.br/evento/post-punk-brasil-apresenta-ploho-russia/3455333


Curitiba (PR)

Data: 4 de novembro de 2026, quarta-feira

Local: Basement Cultural

Endereço: Rua Desembargador Benvindo Valente, 260, São Francisco, Curitiba (PR)

Ingressos: https://101tickets.com.br/events/details/Ploho-em-Curitiba


Florianópolis (SC)

Data: 5 de novembro de 2026, quinta-feira

Local: Desgosto

Endereço: Rua Padre Roma, 174, Florianópolis, Santa Catarina

Endereço: a confirmar

Ingressos: https://101tickets.com.br/events/details/Ploho-em-Florianopolis


Porto Alegre (RS)

Data: 6 de novembro de 2026, sexta-feira

Local: Ocidente

Endereço: Avenida Osvaldo Aranha, 960, Bom Fim, Porto Alegre (RS)

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Ploho-em-Porto-Alegre


Rio de Janeiro (RJ)

Data: 7 de novembro de 2026, sábado

Local: Teatro Odisséia

Endereço: Avenida Mem de Sá, 66, Lapa, Rio de Janeiro (RJ)

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Ploho-no-Rio-de-Janeiro


Belém (PA)

Data: 8 de novembro de 2026, domingo

Local: Studio Pub

Endereço: Travessa Presidente Pernambuco 277, Belém (PR)

Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Ploho-em-Belem

Dethklok sai do virtual e estreia no Brasil em outubro com Gene Hoglan na bateria

Banda foi criada em famosa animação adulta do Cartoon Network

O Dethklok, banda criada dentro de Metalocalypse, animação adulta exibida pelo Adult Swim (famosa nos anos 2000 na Cartoon Network) e que ao vivo é formada por músicos consagrados do heavy metal, estreia no Brasil em 27 de outubro de 2026, com apresentação única na Burning House, em São Paulo. O show é uma realização da Rodia Soundwave Agency LLC e da Xaninho Discos, com ingressos à venda pela 101 Tickets.

A versão ao vivo do Dethklok é liderada por Brendon Small, criador de Metalocalypse e responsável por transformar a banda fictícia em um projeto musical real. Nos shows, Small assume guitarra e voz, ao lado de Gene Hoglan (Death, Dark Angel, Testament e Strapping Young Lad) na bateria, Pete Griffin (Steve Vai, Paul Gilbert e Zakk Wylde) no baixo e Nili Brosh na guitarra.

Criado em 2006 por Brendon Small e Tommy Blacha, o Dethklok começou como uma banda fictícia de death metal dentro da série, mas ganhou vida própria fora da tela, com discos, turnês e repertório executado ao vivo.

O Adult Swim, de onde saiu Metalocalypse, era a faixa de programação adulta ligada ao Cartoon Network nos Estados Unidos, conhecida por animações voltadas ao público adulto, com humor ácido, violência gráfica e linguagem de sátira.

Em Metalocalypse, o Dethklok é retratado como uma banda de death metal de proporções absurdas, capaz de mover multidões, dinheiro e destruição. A série usava esse exagero para satirizar o estrelato, a indústria musical, o consumo e os clichês do metal extremo.

Mas a música nunca ficou apenas no campo da piada: Brendon Small, também responsável pela construção musical do projeto, escreveu canções reais, com riffs, vocais guturais, peso de death metal melódico e estruturas que funcionam fora do contexto da animação.

A bateria nas gravações ficou a cargo de Gene Hoglan, músico ligado a nomes como Death, Dark Angel, Testament e Strapping Young Lad, o que ajudou a dar consistência ao projeto também para o público do metal.

O primeiro álbum, The Dethalbum, saiu em 2007 e marcou a passagem do Dethklok da televisão para o mercado fonográfico. O disco reuniu músicas apresentadas ou associadas à série, como “Murmaider”, “Awaken”, “Thunderhorse”, “Go Into the Water” e “Duncan Hills Coffee Jingle”, faixa que nasceu como um falso jingle publicitário dentro de Metalocalypse e se tornou uma das músicas mais reconhecidas do repertório.

A discografia continuou com Dethalbum II (2009) e Dethalbum III (2012), que consolidaram a banda como um caso incomum no metal: um projeto criado para uma animação adulta, mas com alcance real em discos, shows e público próprio. Em 2013, The Doomstar Requiem - A Klok Opera ampliou o universo da série em formato de ópera metal, misturando narrativa, personagens e composições feitas para avançar a história de Metalocalypse.

Depois de um hiato longo, o Dethklok voltou a ganhar força em 2023 com Dethalbum IV e o filme Metalocalypse: Army of the Doomstar, que retomou o universo da banda e fechou arcos aguardados pelos fãs da série.

Em 2026, ano em que o projeto completa 20 anos, o Dethklok também revisitou seu álbum de estreia com The Dethalbum DKXX: Dethmastered, versão remixada e remasterizada. A turnê atual celebra essas duas décadas de trajetória e reforça o formato que marcou a banda ao vivo, com repertório de diferentes fases e projeções ligadas ao universo de Metalocalypse.

No palco, o Dethklok funciona como um show de metal e também como uma extensão audiovisual da série. A apresentação combina a animação e a estética extrema que tornou o projeto reconhecível dentro e fora do público de animação.



SERVIÇO

Dethlok em São Paulo/SP

Data: 27 de outubro de 2026

Local: Burning House (Avenida Santa Marina, 247. Bairro Água Branca, São Paulo/SP)

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/DETHKLOK-EM-SAO-PAULO

Realização: Rodia Soundwave Agency LLC e Xaninho Discos


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