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terça-feira, 14 de abril de 2026

Tyketto - Já disponível pela parceria Shinigami Records/Silver Lining Music “Closer To The Sun”, o retorno triunfal dos mestres do Hard Rock



Os mestres do hard rock TYKETTO apresentam seu 6º álbum de estúdio, Closer To The Sun, composto por 11 faixas cuidadosamente elaboradas que celebram o retorno desse quinteto injustamente subestimado. Liderado pelo vocalista e fundador Danny Vaughn, o disco foi gravado em diversos estúdios no Reino Unido e na Europa — incluindo o Flip Flop Studios e o lendário Rockfield, no País de Gales — e já desde o primeiro petardo, ‘Higher Than High’, fica evidente a devoção da banda pelo poder libertador da música, enquanto Vaughn brada: “In the space you can learn to heal / there is music that helps you feel / higher than high.” [“Num lugar assim você aprende a se curar / existe música que te faz sentir / mais alto do que o alto.” em tradução livre]
 
TYKETTO chegou perto do auge do hard rock no fim dos anos 80, quando Bon Jovi e Whitesnake dominavam as paradas e a MTV. Contratados pela Geffen Records em 1989, o álbum de estreia Don’t Come Easy (1991) trouxe o hit ‘Forever Young’. Mas, entre a ascensão do grunge e os rumos da vida, muitos sentiram que o TYKETTO nunca recebeu o reconhecimento que sua rica composição merecia. Em 2025, Danny Vaughn ainda é o coração da banda, com grandes músicas e performances tão presentes em seu DNA quanto sempre foram. O que não surpreende quando se conhece suas origens.
 
“Cresci ouvindo músicas de diversos estilos em casa com meus pais”, conta Vaughn“Tudo começa com os Beatles, como quase sempre. Mas também tínhamos muito folk — Bob Dylan, Joan Baez, Judy Collins — e até música do mundo, como corais africanos e cantos tibetanos. Lembre-se que eram os anos 60!”
 
O que aconteceu quando Danny tinha 3 anos certamente influenciou o fato de ele ter se tornado não apenas cantor e compositor, mas um verdadeiro “cão de estrada” das turnês.
 
“Por volta de 1963/64, meus pais pegaram tudo o que tinham, colocaram em um depósito e foram para a Europa porque meu pai [um artista plástico] queria ver todas as grandes obras e museus”, comenta rindo Danny, ciente de como essa situação era única. “Então basicamente vivemos na Europa por um ano e meio, principalmente em carros. Claro que não lembro de nada porque era muito pequeno, mas minha mãe escrevia cartas para a mãe dela o tempo todo, falando coisas como ‘você não acredita no que os suecos comem no café da manhã’. Tenho todas essas cartas agora, então consigo revisitar a viagem deles. E acho que isso tem muito a ver com o fato de eu me sentir tão em casa na Europa e por que viajar parece ser uma espécie de força vital para mim.”
 
Não é exagero dizer que o jovem Vaughn viveu uma vida pouco ortodoxa em comparação com muitas crianças de sua época, no sentido de que ele foi imerso naquele espírito aventureiro dos pais e em seu envolvimento com as artes.
 
“Meu pai ainda é um artista plástico talentoso, provavelmente o ilustrador de livros infantis mais publicado que existe, além de também produzir belas obras de arte. Então sim, sempre houve essa sensibilidade. Música, cultura e tudo mais ao redor disso. Eu cresci no Upper West Side de Nova York, que naquela época era cheio de atores, dramaturgos, músicos e boêmios.”
 
A descoberta da música por Vaughn foi igualmente pouco convencional.
 
“Eu era o típico garoto-propaganda do TDAH, com uma voz incrivelmente aguda e estridente, correndo por aí e trombando nas coisas”, diz Danny entre risadas, “felizmente, isso foi numa época em que medicar crianças não era algo comum. E então, por volta dos 11 anos, mudei de escola em Nova York, e fui para uma escola inspirada na pedagogia de Rudolf Steiner, onde algum esperto me colocou no coral. Em um mês, eu já estava fazendo meu primeiro solo e fui fisgado.”
 
Armado com seu amor por Black SabbathLed Zeppelin e Steppenwolf (“Eu queria ser o John Kay quando tinha 14 anos!”), Danny formou uma banda chamada Relative Pleasure no início dos anos 80 e depois tocou em várias bandas de hard rock que tocavam covers em Nova Jersey. O mundo dele mudaria de direção quando ele se tornou o vocalista dos barulhentos hard rockers Waysted, do lendário (e infelizmente falecido) Pete Way, do UFO, entre o fim de 1985 e início de 1986.
 
“Aprendi muito no Waysted”, diz Danny“A maior lição provavelmente foi que eu teria que levar minha voz a sério se quisesse fazer isso cinco ou seis noites por semana. Abríamos shows para o Status Quo, abríamos para o Iron Maiden, então eu precisava estar no meu melhor. Hoje as pessoas me perguntam como minha voz ainda é a mesma, ou ainda tão forte quanto sempre foi, e é porque aprendi que eu não tinha a mesma resistência que alguns daqueles caras tinham para festas e ainda assim manter a performance; quando eu exagerava, eu rendia menos e isso não era uma opção.”
 
Danny sabe que, logo após formar o TYKETTO em 1989, eles quase estouraram da mesma forma que alguns dos seus contemporâneos como o Nelson, por exemplo.
 
“Nossa, sim, sinto que chegamos muito perto. Muito rapidamente depois que o álbum saiu, a Geffen Records nos colocou em turnê abrindo para o Nelson. E o Nelson tinha o álbum número um dos Estados Unidos quando estávamos com eles. Então eram 15 mil adolescentes gritando todas as noites. E esse é um tipo de som para o qual, não importa quanta experiência você tenha em shows, você nunca está preparado.”
 
Após tanto tempo, ele já fez as pazes com a era grunge e com a ideia de que ela matou qualquer chance de o TYKETTO realmente estourar (“Naquela época, era basicamente a MTV que decidia o que tocava ou não. Na minha visão, eles destruíram a música”, diz Danny). Em 1995, ele acabou fazendo uma pausa na música por razões pessoais. Porém, uma coisa que ele nunca fez foi parar de buscar histórias para contar e escrever canções.
 
“Mesmo trabalhando em fábricas ou qualquer outra coisa, eu nunca parei de escrever”, ele afirma. “Isso estava em mim, e eu sempre encontrava histórias para contar. Eu não tinha planos para nenhuma daquelas músicas que escrevia, mas ainda assim as escrevia, porque é quem eu sou.” Foi seu amigo de longa data e ex-baterista do TYKETTOMichael Clayton Arbeeny, quem continuou incentivando Danny e acabou ajudando-o a voltar ao estúdio.
 
“Acabei fazendo um álbum solo sem nenhuma expectativa e sem pressão de ninguém, por um selinho minúsculo chamado Z Records. Eu pude fazer tudo o que quisesse. Eu o chamo de meu álbum dos anos 70. Ele se chama ‘Soldiers And Sailors On Riverside’, saiu em 2000. Fui para o Reino Unido, toquei em clubes para 200/300 pessoas, e percebi que ainda havia vida ali. E o Tyketto voltou a dar as caras por volta de 2004.”
 
Nos anos que se seguiram, o TYKETTO reconquistou seu público, voltando a fazer algumas semanas de shows por ano, até que a Covid colocou tudo em pausa.
 
“Quando estávamos deixando a pandemia para trás, conversei com o Michael e com o [ex‑guitarrista] Chris Green. Ambos disseram que, por causa da família e tudo mais, não poderiam mais fazer o Tyketto, então achei que a tenda do Tyketto seria desmontada de vez. E os dois perguntaram: ‘por quê?’ Eu disse que era apenas eu lá fora agora, sabe, e eles responderam: ‘olha, se é a sua voz cantando essas músicas, as pessoas vão aparecer!’ Então eles realmente me incentivaram.”

Com todo esse forte apoio, Danny começou a reunir uma nova banda, o que basicamente significou reencontrar velhos amigos.
 
“Temos um ditado agora, que é ‘não tem um mala-sem-alça entre nós’”, sorri Danny“Ged Rylands já estava na banda, Chris Childs tinha entrado e saído em vários momentos, então ele já conhecia a banda, e para recrutar Johnny Dee e Harry Scott Elliot foram só duas ligações”, continua Danny“Johnny Dee fecha o círculo também, já que estamos falando de 40 anos de amizade. E com essa nova banda totalmente capaz de sair em turnê, meu agente de shows disse ‘aleluia’, e aí a coisa deslanchou de vez.”
 
Em Closer To The Sun, a banda imprime performances de alto nível e uma energia vibrante às músicas, contando com a participação de diversos convidados. Ao longo do álbum, o TYKETTO fala ao ouvinte sobre amores, perdas, experiências e prazeres reais da vida.
 
“O objetivo era deixar nossos fãs realmente felizes, assim como, obviamente, nós mesmos”, diz Danny“É tudo sobre seguir em frente, trazendo também todas as experiências, sons e sabores que você acumulou ao longo do caminho, porque isso só adiciona riqueza.”
 
Por exemplo, pegue a música ‘Higher Than High’“Isso vem diretamente de mim”, se entusiasma Danny“Sou eu jogando o telefone longe, saindo de toda aquela porcaria das redes sociais e realmente apreciando a vida que estou vivendo a cada momento. É o primeiro single do álbum, gravamos um clipe para ele, e nós acreditamos muito nisso, porque a mensagem é simples: olhar para as coisas positivas da vida como um todo. Queríamos fazer um disco inspirador, e essa faixa é o ponto de partida.”
 
Esse clima de otimismo e de avanço também alimenta os momentos mais épicos do álbum, nos quais o TYKETTO se reconecta com suas raízes clássicas de arena rock e em nenhum lugar isso é mais poderoso do que em ‘We Rise’, o segundo single do álbum.
 
“Mantendo o espírito de Don't Come Easy, nós queríamos criar alguns verdadeiros hinos de arena rock, e ‘We Rise’ é definitivamente um deles. Ela também marcou o primeiro trabalho realmente colaborativo da banda para este álbum. O Harry trouxe o riff de guitarra e o refrão. O Chris e eu desenvolvemos o arranjo e a letra e, quando percebemos, a mágica tinha acontecido! É uma mensagem simples: quando você leva um tombo, continue se levantando!”
 
A positividade e a união são temas fortes em Closer To The Sun, como ‘Far and Away’ ilustra. “Minha esposa e eu finalmente fizemos uma viagem para Marrakech, no Marrocos, e eu estava muito nervoso com isso, porque eu não lido bem com essa coisa de ‘mercado lotado’ e tudo mais — e tivemos uma experiência incrível”, sorri Danny“Então a música é uma homenagem a algo em que eu realmente acredito: aquelas pessoas lá do outro lado são ‘eles’ até o momento em que você vai lá, aperta a mão deles e os conhece. A partir daí, eles deixam de ser ‘eles’, certo? Passam a ser ‘nós’. Temos muito mais em comum do que diferenças. De vez em quando eu escrevo uma música e penso comigo mesmo ‘agora acertei em cheio’. ‘Far and Away’ é uma delas!”
 
Há até espaço para um cover profundo e estiloso: ‘Harleys & Indians (Riders In The Sky)’, do Roxette.
 
“Eu sempre adorei essa música”, diz Danny“É um lado B de um single do Roxette que, a menos que a pessoa seja muito fã, provavelmente nem conhece. Mais uma vez, eu estava pensando na atitude que quero que o Tyketto sempre carregue — tanto em estúdio quanto ao vivo — que é algo edificante, envolvente e livre de pessimismo. Essa música se encaixa perfeitamente nisso, e combina muito bem com tudo o que fizemos em Closer To The Sun.”
 
TYKETTO, e Danny Vaughn, continuam uma jornada que, para ele, é simplesmente aquilo para o qual nasceu.
 
“Eu tenho essas conversas com meu pai sobre criatividade, e uma das coisas que ele sempre diz é: ‘continue dançando, garoto’. É isso que fazemos. Eu nunca me diverti tanto, nunca quis impulsionar uma banda com tanta força, e nunca me senti tão parte de algo quanto me sinto agora.”
 
Closer To The Sun é um lançamento da parceria Shinigami Records/Silver Lining Music. Adquira sua cópia aqui: https://bit.ly/4uJaOFg.
 
TRACKLIST
1. Higher Than High
2. Starts with a Feeling
3. Bad for Good
4. We Rise
5. Donnowhuddidis
6. Closer to the Sun
7. Harleys & Indians (Riders in the Sky)
8. Hit Me Where It Hurts
9. The Picture
10. Far and Away
11. The Brave
 
FORMAÇÃO 
Danny Vaughn – Vocal, Guitarra, Gaita
Chris Childs – Baixo
Johnny Dee – Bateria
Harry Scott Elliott – Guitarra
Ged Rylands – Teclados 


FONTE: SHINIGAMI RECORDS/SILVER LINING MUSIC

Michael Sweet - Já disponível “The Master Plan”, novo álbum de estúdio solo do aclamado vocalista do STRYPER

O aclamado e talentoso cantor, compositor e frontman de um dos maiores ícones do hard rock STRYPERMICHAEL SWEET, tem o orgulho de apresentar seu novo álbum, “The Master Plan”, seu trabalho solo mais pessoal e espiritualmente profundo até agora. Este disco, profundamente inspirado em adoração, marca uma mudança ousada em relação aos seus trabalhos solo anteriores ao misturar devoção sincera com novas texturas musicais e uma profundidade melódica diferente de tudo o que SWEET já fez anteriormente.
 
MICHAEL SWEET comentou sobre o novo álbum: “Não consigo dizer há quanto tempo queria fazer este álbum. Acho que, subconscientemente, comecei a fazê-lo quando ainda era criança. Toda a música que me influenciou ao longo dos anos está se revelando neste disco. Certamente não é algo padronizado. É único, muito eclético e singular, mas era exatamente isso que eu queria. Há algo para todos, e espero que vocês estejam tão animados quanto eu. A faixa-título é uma música e tanto, musical e liricamente. O objetivo é inspirar, encorajar e dar esperança às pessoas. Espero que este álbum faça exatamente isso. Quero agradecer pessoalmente a todos vocês pela paciência e pelo apoio incondicional a tudo o que faço. Muito amor a todos.”
 
Musicalmente rico e com letras inspiradoras, “The Master Plan” explora novas paisagens sonoras, construídas sobre harmonias calorosas, camadas vocais íntimas e expressões sinceras de fé. A voz inconfundível de SWEET conduz um tecido de adoração profunda, convidando os ouvintes a refletir, celebrar e se aproximar das verdades eternas no coração de sua mensagem. Com arranjos expansivos e um núcleo espiritual genuíno, o álbum oferece conforto e inspiração para momentos de oração, louvor e contemplação silenciosa.
 
Foto por Pedro Blanco


Gravado com um conjunto estelar de músicos e coproduzido por MICHAEL SWEET e Jeff Savage“The Master Plan” também apresenta teclados exuberantes, guitarras evocativas e momentos vocais memoráveis que elevam cada faixa a algo profundamente pessoal e, ao mesmo tempo, universalmente inspirador. Mixado por Danny Bernini no Spirithouse Studios, o álbum equilibra uma produção refinada com o calor da autêntica expressão de adoração.
 
Com letras sinceras e espiritualidade genuína, “The Master Plan” foi criado para inspirar paz, fé e encorajamento. Música que conforta os que se sentem abatidos, eleva o espírito e celebra o amor profundo que está no centro da jornada de fé de MICHAEL SWEET.
 
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Frontiers Music. Adquira sua cópia no seguinte link: https://bit.ly/4bSyPBb.  
 
TRACKLIST
1. The Master Plan
2. Lord
3. Stronger
4. Eternally
5. You Lead I'll Follow
6. Desert Stream
7. Believer
8. Again
9. Faith
10. Worship You
 
FORMAÇÃO
Michael Sweet – Vocal/Guitarra
Charlie O’Neal – Guitarra adicional em ‘Eternally’
Jeff Savage – Teclados/ Piano/Órgão
McKendree Tucker – Teclados/Piano/Orquestração em ‘The Master Plan’
Paul McNamara – Teclados adicionais
Darren Barrett – Trompete
Michael Kelly – Baixo e Bandolim
Tommy Diehl – Bateria & Percussão
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/FRONTIERS MUSIC

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Monsters Of Rock Brasil 2026: Halestorm empolga e apresenta um dos melhores shows do festival

Formada por Lzzy Hale e seu irmão mais novo Arejay no fim dos anos 90, o Halestorm trouxe durante os últimos 15 anos uma variedade de estilos dentro de sua proposta alternativa, flertando com o pop e o metal, reunindo fãs ao redor do mundo por sua identidade visceral nos palcos. 

Após o "morno" Yngwie Malmsteen surgir, era a hora do público acompanhar um dos nomes mais esperados nessa edição e assim foi triunfante a entrada de ambos para um show recheado de clássicos da sua carreira. 


Lzzy é muito admirada pelos fãs, seja pela sua personalidade criativa e inquieta ou pelos vocais sempre eficientes, consegue unir muitos elementos interessantes que causam uma boa impressão de imediato.

O público foi se animando com o início do show em "Fallen Star", mas tudo foi ao êxtase com canções absolutas como "Mz Hyde", "I Miss the Misery" e "Love Bites (So Do I)" em sequência, ganhando todos rapidamente pelo carisma, melodias bem construídas e presença de palco contagiante.


"I Get Off", canção que esteve presente desde os primórdios do grupo, ganhou presença na memória de vários igualmente, separando um momento para Lzzy brincar com a sua voz e demonstrar um dos momentos mais marcantes do dia com sua performance, além de trabalhar em um trecho do clássico "Crazy On You" da banda Heart.

Entre os momentos de canções mais recentes, ouve também um solo de bateria bem animado (quem esteve assistindo na Pista Premium pôde ver um grave bastante acentuado, vibrando tudo literalmente) em conjunto com aplausos a todo instante.

Apostar em canções de seu novo álbum "Everest" também foi um acerto pois a banda nunca fica acomodada, promete uma grande apresentação e ainda entrega bônus.


De modo geral foi um show muito interessante, vários momentos nostálgicos da adolescência de muitos, além de uma ótima repercussão para os novatos diante do grupo.

Sem dúvida alguma no Top 3 do dia!


Siga a banda:


Setlist:
Fallen Star
Mz. Hyde
I Miss the Misery
Love Bites (So Do I)
Watch Out!
Like a Woman Can
I Get Off
Familiar Taste of Poison (pequeno trecho)
Rain Your Blood on Me
Solo de bateria
Freak Like Me
Wicked Ways
Everest


Conheça um pouco mais das bandas através da nossa playlist especial "RV/Monsters Of Rock Brasil 2026":


Agradecimentos a Mercury Concerts e Catto Comunicação pelo credenciamento de nosso veículo de imprensa.

Sigam:

Fotos por: Ricardo Matsukawa

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Monsters Of Rock Brasil 2026: Yngwie Malmsteen apresenta clássicos mas foca em seus fãs

Não é segredo que o sueco Yngwie Malmsteen possui uma história extensa e objetiva dentro do mundo das 6 cordas, mas será que isso é suficiente para a sua atual fase? 

O fato é que durante o show que o músico apresentou no Monsters Of Rock no último dia 04/04 levantou uma certa questão entre os veículos de imprensa pois enquanto muitos (como este que vos escreve) adora solos e repertórios que beiram o clássico, erudito e tantos outros que sabemos lidar com artistas desse nível, existe também uma parcela de novos fãs ou apreciadores de sempre que preferem ouvir clássicos de sua carreira, sem focar tanto na virtuose ou aquela famosa frase: "nossa, como ele é rápido". 



Acredito que o seu set foi bem equilibrado para os fãs de várias épocas, porém, não obteve tanto retorno emocional (por assim dizer) pois enquanto a galera ainda estava chegando, Malmsteen apenas desfilava notas e notas de uma maneira costumeira, sem pensar muito na interação ou mesmo em faixas mais acessíveis (quando digo isso, estou enfatizando alternativas para "ligar" o público como suas belas melodas de décadas passadas).

Preciso pontuar também que o show trouxe muitos momentos legais (sim, não foi um problema total o que citei acima) como por exemplo abrir com a clássica "Rising Force", o que chamou atenção rápida de vários presentes, mas alguns momentos foram de fato para os que apreciam a técnica do músico, que aliás, ainda continua impecável.


Referências a Queen e Deep Purple foram muito bem recebidas, tentativas claras de "unir" o público por aquela viagem musical que despejava notas e mais notas, porém, tudo com um clima meio morno (mas tudo bem, ele não precisa provar mais nada, não é mesmo?!).

Acredito que de forma geral foi um show na medida certa, sem arriscar demais ou "inventar a roda", é claro que alguns hinos como "Black Star" podiam figurar mais cedo, mas aí é uma questão de dinâmica de repertório e isso só o próprio Malmsteen pode responder... 


"Far Beyond The Sun" era uma que eu estava a espera e fiquei satisfeito com o que vi, além claro das já conhecidas performances que o mesmo executa no palco (em certo momento da vida eu considerava isso um exagero mas hoje em dia considero apenas como uma "personalidade" que ele impôs um dia e hoje apenas replica, e não acho ruim).


Gostei bastante, curti muito... bem melhor que sua apresentação anterior por aqui!


Sigam o músico:

Setlist:
Rising Force
Top Down, Foot Down
No Rest For The Wicked
Soldier
Into Valhalla
Baroque & Roll
Relentless Fury
Now Your Ships Are Burned
Wolves At The Door
Paganini’s 4th
Adagio
Far Beyond The Sun
Bohemian Rhapsody
Fire And Ice
Evil Eye
Smoke On The Water
Trilogy (Vengeance)
Badinere
Solo
Black Star
I’ll See The Light Tonight


Conheça um pouco mais das bandas através da nossa playlist especial "RV/Monsters Of Rock Brasil 2026":


Agradecimentos a Mercury Concerts e Catto Comunicação pelo credenciamento de nosso veículo de imprensa.

Sigam:

Fotos por: Ricardo Matsukawa

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Monsters Of Rock Brasil 2026: Jayler e Dirty Honey esquentaram o público do festival com ótimas performances

O dia 04 de Abril teve início com bastante sol, expectativa de grandes momentos e uma multidão de pessoas pelo mesmo propósito: chegar ao Allianz Parque o mais rápido possível para contemplar um dos maiores festivais do ano, o Monsters Of Rock

Quando cheguei próximo as imediações pude perceber algumas filas sendo organizadas e muito merch sendo comercializado (algo normal em São Paulo durante grandes eventos) com inúmeros tipos de fãs, gerações se misturando aos montes e uma certa energia emanando. 

Logo na entrada tudo foi resolvido rapidamente, o acesso a imprensa estava tranquilo e assim passamos sem problemas para dentro do estádio... e assim fomos para a sala destinada a imprensa. 

No dia 02 de Abril estivemos no Sideshow do Jayler e Dirty Honey na Audio (também em São Paulo) e conseguimos conferir as performances que tanto estavam comentando, e realmente foram momentos bem legais, então já sabíamos o que esperar por ali.



O Jayler abriu o festival com pouco público, muitos chegando aos poucos, entendendo a disposição do evento, onde sentar, e tudo isso aliado ao som pesado "setentista" dos meninos, tendo como base o seu set recente. 

Sem muitas surpresas, trouxeram ao evento uma boa base do que os fãs esperavam, agitando com performances conhecidas e muita disposição de palco (como é bom ser jovem, não?!).

É óbvio que comparações ao Led Zeppelin sejam muito bem vindas pois a própria banda busca resgatar algo daquela época, e mesmo que muitos não gostem, o sucesso imediato veio e estão produzindo um ótimo material.

Formada por James Bartholomew (voz e guitarra), Tyler Arrowsmith (guitarra), Ricky Hodgkiss (baixo) e Ed Evans (bateria), o grupo constrói uma ótima imagem com canções em rádios pelo mundo, singles interessantes e ótimo aproveitamento.


Acredito que por serem uma banda bem recente e com disposição de sobra, ainda farão mais shows por aqui e assim, a sua base de fãs aparecerá com bastante primor, mas por enquanto, vejo que estão construindo um caminho com vários acertos para o sucesso comercial pelo mundo.

Sigam a banda:

Setlist:
Down Below
The Getaway
No Woman
Riverboat Queen
Lovemaker
I Believe to My Soul
Need Your Love
Over the Mountain
The Rinsk



Uma pausa para hidratar, conhecer e rever alguns amigos de imprensa e voltarmos para o Dirty Honey, outro bom nome que vem mexendo com a galera ultimamente. 
Os caras mandaram ver com sua apresentação enérgica e cheia de referências do fim dos anos 70 e muito do que estaria presente na década seguinte. 

O público já estava um pouco maior, profissionais de imprensa registrando cada performance e assim, conseguiram entregar uma performance interessante para todos. 

Formada pelo simpático Marc LaBelle (voz), John Notto (guitarra), Justin Smolian (baixo) e Jason Ganberg (bateria), a banda conseguiu em pouco tempo atrair grandes olhares e ainda registrar recordes de "plays" com seus singles, uma grande diferença para as décadas passadas onde os números de vendas ainda eram relevantes.

Outro ponto relevante é a inserção de faixas onde o "mundo geek" tem aceitação máxima como em "When I’m Gone" presente na trilha do filme Minecraft, sendo a primeira banda a atingir o topo da Billboard Mainstream Rock Songs.

Certamente a galera vai sustentar o que foi visto por ali, a consolidação virá em pouco tempo e assim, também irão garantir o seu espaço entre os grandes nomes em festivais pelo mundo.


De modo geral, as duas bandas entregaram uma performance plausível e esperada, estão iniciando o seu caminho em meio aos grandes nomes e entregando tudo o que podem... e certamente farão os seus nomes em pouco tempo.

Sigam a banda:

Setlist:
Won’t Take Me Alive
California Dreamin’
Heartbreaker
The Wire
Don’t Put Out the Fire
Another Last Time
Lights Out
When I’m Gone
Rolling 7s


Conheça um pouco mais das bandas através da nossa playlist especial "RV/Monsters Of Rock Brasil 2026":


Agradecimentos a Mercury Concerts e Catto Comunicação pelo credenciamento de nosso veículo de mídia.

Sigam:

Fotos por: Ricardo Matsukawa

quarta-feira, 1 de abril de 2026

As I Lay Dying no Brasil 2026: banda vive nova fase após turnê esgotada e se prepara para shows em São Paulo e Curitiba

Crédito: Divulgação/Napalm Records

Reconstrução, legado e novos caminhos: As I Lay Dying reforça sua força no metalcore e mantém relevância global às vésperas do retorno ao Brasil

A um mês dos dois shows confirmados no Brasil — em São Paulo (03/05, Vip Station) e Curitiba (04/05, Tork N’ Roll), com realização da produtora Dark Dimensions e ingressos disponíveis pela plataforma Ingresso Master (https://ingressomaster.com) —, a As I Lay Dying inicia um novo capítulo de sua trajetória, marcado por reconstrução, reposicionamento e tentativa de reafirmação dentro do cenário global. A passagem pelo país integra a turnê sul-americana “An Evening With As I Lay Dying”, que também contempla datas em Lima, Peru (27/04), Santiago, Chile (29/04) e Buenos Aires, Argentina (01/05), consolidando o giro como um dos mais aguardados do metalcore em 2026.

Após um dos períodos mais turbulentos de sua história, a banda liderada pelo vocalista Tim Lambesis passou por um colapso interno em 2024, que resultou na saída de praticamente todos os integrantes, levando a uma reformulação completa de sua estrutura.

Formada em 2000, na Califórnia, a As I Lay Dying teve papel fundamental na consolidação do metalcore moderno ao unir riffs agressivos, melodias marcantes e letras intensas. A banda ganhou destaque com Frail Words Collapse (2003), mas foi com Shadows Are Security (2005) que alcançou projeção internacional — álbum que se tornou um marco do gênero e agora é celebrado nesta turnê especial.

O auge comercial veio com An Ocean Between Us (2007), disco que estreou no Top 10 da Billboard 200 e ampliou o alcance global da banda. Desde então, o grupo manteve relevância dentro do cenário do heavy metal com trabalhos como The Powerless Rise (2010), Awakened (2012) e Shaped by Fire (2019).

Entre os maiores clássicos da carreira estão “94 Hours”, “Forever”, “Through Struggle”, “Confined”, “Nothing Left”, “An Ocean Between Us” e “My Own Grave”, músicas que se tornaram hinos do metalcore e presença constante nos shows da banda ao redor do mundo.

Mais do que uma simples troca de músicos, o momento atual representa uma redefinição profunda da identidade do grupo. Para dar continuidade ao projeto, Lambesis recrutou uma nova formação com nomes experientes da cena internacional, entre eles o guitarrista brasileiro Bill Hudson (I Am Morbid, Doro, Northtale), além do vocalista (vocais limpos) e baixista Chris Clancy (Mutiny Within), do baterista Tim Yeung (Morbid Angel, Divine Heresy) e do guitarrista Don Vedda (Marilyn Manson, DevilDriver). A proposta é manter o nome e o legado da As I Lay Dying ativo enquanto constrói uma nova base artística para o futuro da banda.


Bill Hudson comentou:

“Conheci Tim Lambesis pela primeira vez há quase 20 anos e já estive em várias bandas com Tim Yeung. É uma honra fazer parte do novo capítulo do As I Lay Dying. A turnê está sendo uma oportunidade incrível de reunir e tocar com tantos amigos de longa data, e os fãs estão realmente curtindo essa nova fase, com shows insanos e lotados! No Brasil não será diferente! Não vejo a hora de encontrar a minha galera aí de novo, agora com o As I Lay Dying”.

O primeiro reflexo dessa nova fase veio com o lançamento dos singles “Echoes” e “If I Fall”, acompanhados de videoclipes oficiais. As faixas farão parte do próximo álbum de estúdio, previsto para ser lançado pela Napalm Records, e apresentam uma sonoridade moderna, técnica e alinhada às tendências atuais do metal, sem abrir mão das características que consagraram o grupo.

Paralelamente à reconstrução musical, a banda também atravessa um processo de reposicionamento dentro do cenário atual. A nova formação marca uma etapa importante na trajetória do As I Lay Dying, tornando este retorno especialmente relevante para fãs e para o mercado do metal.

Apesar disso, a resposta do público em determinados mercados segue expressiva. Nos últimos meses, a banda realizou uma série de shows na Rússia com ingressos esgotados, evidenciando a força do nome As I Lay Dying ao vivo e sua capacidade de mobilização global, mesmo em meio a mudanças significativas em sua estrutura.

É justamente apoiada nesse equilíbrio entre legado, turnês internacionais e novas composições que a banda projeta seus próximos passos. A estabilidade da nova formação e o lançamento de material inédito serão determinantes para consolidar essa fase.

Os shows no Brasil, em maio de 2026, reforçam esse momento de retomada e devem atrair tanto fãs antigos quanto uma nova geração, interessados em acompanhar de perto essa nova etapa da banda. Essas apresentações prometem reunir clássicos do metalcore com músicas recentes, combinando nostalgia e renovação em um dos retornos mais aguardados do gênero no país.


SERVIÇOS:

AS I LAY DYING EM SÃO PAULO

Data: 3 de maio (domingo)

Local: Vip Station

Endereço: Rua Gibraltar, 346 – Santo Amaro – São Paulo/SP

Realização: Dark Dimensions

Assessoria: JZ Press

Bandas de abertura: Throw Me To The Wolves e Self Insight

Abertura das Portas: 17h

Início do Evento: 20h

Ingressos: https://ingressomaster.com/comprar/29/as-i-lay-dying-sao-paulo​

Classificação: 18 anos

É obrigatória a apresentação de documento de identidade


AS I LAY DYING EM CURITIBA

Data: 4 de maio (segunda-feira)

Local: Tork N’ Roll

Endereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças – Curitiba/PR

Realização: Dark Dimensions

Assessoria: JZ Press

Banda de abertura: Self Insight

Abertura das Portas: 19h

Início do Evento: 21h

Ingressos: https://ingressomaster.com/setores/30/as-i-lay-dying-curitiba​

Classificação: 18 anos

É obrigatória a apresentação de documento de identidade


Links Relacionados:

https://www.instagram.com/asilaydying​​

​https://www.facebook.com/darkdimensionsprodutora​​

​https://www.instagram.com/darkdimensionsbrazil​

​https://www.facebook.com/jzpressassessoria​​

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VELTHARION: Revelada a imponente arte da capa do novo álbum “Black Hole's Dance”, que será lançado neste mês de abril – confira!

O grupo baiano de Death/Black Metal VELTHARION apresentou oficialmente a arte de capa de seu aguardado álbum, “Black Hole's Dance”. Com lançamento agendado para 17 de abril de 2026 via Sangue Frio Records, o trabalho visual sintetiza a fusão entre o niilismo e o misticismo universal.

O trabalho, desenvolvido pela InkCreations em colaboração com Robson Kamikaze, reflete a densidade lírica das oito faixas que compõem o disco. A estética sombria prepara o terreno para o sucessor do single “Sustained By Suffering”, consolidando a identidade visual e sonora da banda neste novo ciclo. Confira agora mesmo abaixo a capa de “Black Hole's Dance”:



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Ouça agora o single “Sustained By Suffering” e siga o perfil oficial da banda em sua plataforma de streaming favorita: https://li.sten.to/VELTHARION_Sustained_By_Suffering


 

ATENÇÃO PRODUTORES:

A agenda de shows para 2026 do VELTHARION está oficialmente aberta para festivais e eventos em todo o Brasil. Para propostas e informações, entre em contato:





 

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Fonte: SFP – Press & PR

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