NOTÍCIAS DE ÚLTIMA HORA

terça-feira, 20 de abril de 2021

Haunter: Silent Earth - Review

Quando conheci a Haunter há alguns anos, logo me surpreendi por ser uma banda próxima da região que resido, além de poder perceber sua qualidade notória.

Com o tempo fiz amizade com o mentor da banda, Du Marques (vocalista) e assim fui acompanhando sua jornada para a gravação/concepção deste álbum, o intitulado "Silent Earth".

Sob a produção de Thiago Bianchi (Estúdio Fusão), a banda traz a tona canções pesadas, com certas doses melodicas, interessante em todo o conceito com várias nuances conhecidas do estilo, transitando entre bandas já clássicas como Stratovarius, a até coisas novas feitas por bandas também aclamadas por muitos.

A intro "Haeresis" da um clima natural e instigante para o início deste ótimo registro, sendo uma boa prévia para a faixa "Carry Our Cross", uma das melhores com seu punch, chamando atenção rapidamente (seu refrão é um dos melhores aqui), seguida da pesada "Real Nightmare" (outra que acerta muito bem no refrão e mantém um peso a mais nas linhas de baixo).

Um ponto a ser destacado até aqui é sobre o instrumental que se mantém coeso, técnico por várias vezes, não destoa ou soa enjoativo, ele se mantém na mesma linhagem de grandes álbuns que ouço desde que comecei a curtir o estilo há muitos anos (posso dizer por exemplo que essa faixa está em repeat em minha playlist).

"Remains in My Mind" já inicia com um riff muito legal, viciante por suas melodias cativantes, vocais que mantém bem a proposta e claro, se faz naturalmente viciante para quem gosta do lado melodico do Metal (e olha, preste atenção nos solos dessas faixas, tem muita coisa boa).


Realmente, uma boa produção faz a diferença para uma banda emergir entre várias e aqui vejo uma ótima dinâmica nisso, não tem exageros entre os riffs ou cadência, não existe uma tentativa de forçar o ouvinte a gostar dessa ou aquela faixa, acredito que várias delas possuem uma "áurea natural" para os variados gostos.


Voltando as faixas temos "Blind Sheep" que é uma das mais cadenciadas, também mantém um feeling muito bom e apresenta os ótimos vocais do Du com mais destreza em tons altos (além dos riffs que durante o solo se fazem mais densos).

"Venus" retorna o clima do início do álbum, aqueles synths conhecidos de bandas como o Stratovarius (já citado anteriormente) e claro, de outras tão grandes quanto que existem aqui no Brasil como a Noturnall do próprio Bianchi que produziu o disco, suas linhas melodicas são também outro diferencial dentro do peso de algumas faixas que ouvimos até aqui, nas não se preocupe, aqui também você encontra riffs na medida certa (e não perca o solo, hein?!).

A faixa auto-intitulada é daquelas que você apenas curte por gostar do estilo, sabe?soa natural em suas variadas nuances, aliás, toda banda do estilo precisa ter em algum momento uma canção que transita para um lado "semi balada" como é visto aqui... e é feito da melhor forma.


Fechando o álbum, "Final War" cumpre muito bem o papel com seu peso, dinâmica muito boa, riffs que envolvem o ouvinte e claro, novamente ponto positivo para os vocais consistentes.


Cara, eu sei o quanto esse álbum é importante para a banda, acompanhei tudo (até mesmo antes de iniciarem as primeiras idéias sobre tal), e ver que tudo isso após um bom tempo foi lançado, traz um sentimento muito bom, de alívio e de compensação por ser um registro de respeito.


Parabéns a banda pelo trabalho, empenho em cada melodia, riff, idéias, alcançaram o objetivo!

Ficha técnica:

Line-up:
Du Marques - Voz (Principal e Backing)
Lucas Malegne - Bateria/Guitarra/Baixo
Robson Java - Baixo
Dan Almeida - Guitarra
Gustavo Silva - Guitarra
 
Participações:
Kleber Lopes - Guitarra
Sergio Gargantini - Guitarra
Alex Christopher - Bateria
Fernando Apollo - Teclados e Sinths

Produção/Mixagem/Masterização: Thiago Bianchi
Produção de Voz: Leo Mancine

Album gravado no Estúdio Fusão VM&T - Cotia
Leeds gravados no Estúdio Monolito - Mogi das Cruzes 
Video gravado no Estúdio Toca do Gatto - Suzano

 
"Final War" Video Here 



Links:

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Devil Sold His Soul lança álbum 'Loss'

Nota:

Crédito Foto: Finn Pomeroy

Na última sexta-feira, o grupo de Post Hardcore do Reino Unido DEVIL SOLD HIS SOUL acrescentou outro capítulo promissor à sua própria história como um visualizer para o novo single "Signal Fire".

Confira o visualizer aqui: https://youtu.be/1cLJQTer2Kg
 
O álbum  está disponível em vários formatos. Adquira a sua cópia aqui: http://nblast.de/DSHS-Loss
 
O vocalista Paul Green afirma sobre o lançamento de "Loss":
"Nossos fãs leais esperaram por este dia por nove anos e não pode´riamos estar mais felizes por finalmente ver ‘Loss’ saindo do forno. Estamos imensamente gratos por sua paciência e apoio ao longo destes anos.

Estamos extremamente orgulhosos deste álbum e esperamos que todos gostem pois é um relato verdadeiramente pessoal de nossas vidas nestes últimos 3 anos. Nós suportamos os mesmos tempos difíceis que muitos de vocês aí fora e para aqueles que navegam em suas próprias jornadas de luto e tentar de certa forma manter a saúde mental, esperamos que ‘Loss’ ajude vocês de alguma forma. "
 
Além disso, ele acrescenta um comentário específico para 'Signal Fire':
‘Signal Fire representa outra dimensão no som de‘ Loss ’, sua atmosfera e passagens delicadas remetem ao nosso passado, mas espera ansiosamente pela nova dinâmica que flui através do álbum.’
 
Confira 'Beyond Reach', o primeiro single de "Loss" aqui:
https://youtu.be/OhiSiNt-MDI
Confira "The Narcissist" aqui:
https://youtu.be/Z0djgtiRwGk
Confira também "Burdened":
https://youtu.be/LedOrh9Aojw


A tracklist para “Loss” é a seguinte:
1. Ardour
2. Witness Marks
3. Burdened
4. Tateishi
5. The Narcissist
6. Beyond Reach
7. Signal Fire
8. Acrinomy
9. But Not Forgotten
10. Loss
 
DEVIL SOLD HIS HIS SOUL deu início a um novo capítulo em sua aclamada carreira, assinando com a Nuclear Blast Records. O ano 2021 verá a banda lançar seu quarto álbum de estúdio ‘Loss’, o primeiro com um ataque duplo de vocais contando Ed Gibbs e Paul Green.
DEVIL SOLD HIS SOUL estourou na cena underground do metal e hardcore do Reino Unido em 2004, onde um crescente culto se iniciou após o lançamento de seu primeiro álbum, 'Darkness Prevails', EP lançado pela Visible Noise (BRING ME THE HORIZON) em 2005. O álbum de estreia, 'A Fragile Hope' viu a banda assumir a posição de uma das bandas underground mais respeitadas do Reino Unido com seus viscerais e cativantes shows ao vivo. O segundo álbum do DEVIL SOLD HIS SOUL"Blessed and Cursed", elevou seu som e público a novas alturas, sendo eleito um dos 10 melhores álbuns de 2010 pela revista RockSound.
Com Ed Gibbs saindo da banda no início do ano, 2013 viu o primeiro material novo apresentando o cantor Paul Green com o single ‘Time’, seguido pelo EP ‘Belong Betray’ de 2014 e ‘The Reckoning’ de 2016. Depois de receber Gibbs de volta para cantar na turnê de aniversário para "A Fragile Hope" em 2017, a banda pediu a Gibbs para continuar nos vocais duplos com Green para os festivais e turnês restantes daquele ano, com a formação então se tornando um elemento permanente.
Em 2018 a banda viajou pela Europa com sua primeira turnê na Ásia, onde começaram a construir as bases sobre o que se tornaria seu novo álbum ‘Loss’. Escrito tendo como influências as lutas enfrentadas pelos integrantes da banda nos últimos anos, ‘Loss’ trilha terreno familiar e também explora novos territórios emocionantes para DEVIL SOLD HIS SOUL, incluindo pela primeira vez os vocais duplos de Gibbs e Green no álbum. Gravado, projetado e mixado pelo guitarrista Jonny Renshaw nos estúdios Bandit Studios, no Reino Unido,  DEVIL SOLD HIS SOUL colocou todo o coração e sinceridade em cada átomo deste seu quarto álbum, elevando a composição das canções a novos níveis.
 
DEVIL SOLD HIS SOUL é:
Rick Chapple – Guitarra, Piano
Jonny Renshaw - Guitarra
Alex Wood - Bateria
Jozef Norocky - Baixo
Paul Green – Vocais
Ed Gibbs - Vocais

DEVIL SOLD HIS SOUL online
www.devilsoldhissoul.com
www.facebook.com/devilsoldhissoul
www.nuclearblast.de/devilsoldhissoul
www.instagram.com/dshs_official/

The Anger: Assista ao lyric vídeo da música "Losing My Beliefs"

Nota:

Com o novo álbum recém lançado, o THE ANGER libera o lyric video da faixa “Losing My Beliefs”, um dos destaques de "Tales from the City - Part 1"

Fugindo dos estereótipos do Heavy Metal, a música foca num Rock com ritmo de jazz lento, e fala sobre a triste história de muitos brasileiros que precisam roubar para alimentar os próprios filhos e acabam presos, sob a ótica das crianças. Um trecho da letra diz assim: “Cedo na vida eu entendi, dinheiro vale mais que a vida”

Segundo o guitarrista Rafael Orsi, o álbum trata de assuntos voltados ao lado social ao mesmo tempo em que as influências musicais extrapolam o Heavy Metal: “Neste novo trabalho quisemos ousar um pouco mais, saindo da nossa zona de conforto e explorando novas sonoridades. Então, o “Tales...” é um reflexo destas influências que vão do Shuffle, passando pelo Rock, Jazz até retornar ao Heavy Metal. Desta forma também buscamos respirar novos ares, mesmo que musicalmente, em temos tão difíceis”.

 

Assista ao lyric video de “Losing My Beliefs”:

https://www.youtube.com/watch?v=I4Shcg2MDuU

 

Ao lado de Rafael, que também assumiu o baixo e alguns vocais no álbum, estão Fábio Moysés (bateria) e Aivan Moura (vocal e teclados), trio que já começa a colher os resultados de tão trabalhado e diversificado álbum, vide a excelente resenha no site Rede Metal, onde destaca-se um trecho sobre a própria música do lyric vídeo: ““Losing my Beliefs” começa num tom mais melancólico e cresce de forma épica, passando por um solo de guitarra lindíssimo de Rafael até finalizar novamente de forma suave, encerrando o disco de forma espetacular.” 

O redator resume bem o clima do disco: “Apostando em uma sonoridade com boas doses de Rock, Heavy, Hard, e Southern, “Tales From the City” é uma delícia de se ouvir do início ao fim e mostra uma banda muito bem entrosada”, e ainda destaca mais uma faixa: ““I Walk Alone” é uma verdadeira obra prima. 

Ela começa de forma bem suave e vai subindo o tom num crescendo fantástico que explode em um refrão daqueles que gruda na cabeça de imediato. A melhor do disco disparada”.

 

Confira o review completo:

https://www.redemetal.com/the-anger-tales-from-the-city/

 


Ouça "Tales from the City - Part 1" no Spotify:

https://open.spotify.com/album/6ByHqRBTRJHpnTRndIkETq


Contatos:

Ouça: https://linktr.ee/theanger

Facebook: www.facebook.com/theangerband

Instagram: www.instagram.com/theangerband

Youtube: www.youtube.com/rafaelorsi

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Carminium: Assista ao clipe de "Lady Coldness", de revelação do Metal brasileiro

Nota:

A banda carioca CARMINIUM está divulgando o single “Lady Coldness (Black Aura)”, disponibilizado em todas as plataformas digitais e também em formato de vídeo clipe, surgindo como uma grande aposta do Metal brasileiro. 

Formada em 2017 por quatro moradores do subúrbio do Rio de Janeiro, influenciados, principalmente, pelo Deep Purple, Black Sabbath, Ozzy e Alice In Chains, a banda busca uma sonoridade que remete ao clássico, mas com a intensidade e a energia jovens sedentos por música.

 

Segundo o vocalista e tecladista Caudo Feitosa“A banda tinha tudo para dar errado, mas acabamos nos conectando musicalmente e, claro, nosso som mudou bastante. 

Agora estamos pendendo para o Heavy Metal, com fortes influências de Deep Purple, Ozzy e Alice In Chains, além de outras pinceladas inspiradas em Black Sabbath, Soundgarden, Pantera, Megadeth e Dr. Sin. 

Porém, o mais curioso é a nossa conexão pela Zona Oeste do Rio de Janeiro. Por morarmos nesse lado esquecido da cidade maravilhosa, somos estimulados pelas mazelas que inspiraram as nossas letras e o nosso nome. Observamos as interações do ser humano com o mundo ao seu redor e percebemos como ele reage. E também reagimos”.

 

Com letras inspiradas a partir das visões sobre a interação do ser humano com o mundo ao seu redor, a CARMINIUM busca entender as razões de tantos problemas psicológicos que atormentam a sociedade nos dias de hoje. 

Além disso, a cor vermelha, origem do nome da banda, representa a intensidade que o quarteto quer levar para as apresentações.  

Caudo Feitosa (vocal/teclado), Lucas Duarte (guitarra), Matheus Campos (baixo) e Caio Cesar (bateria) contaram com a o seguinte time para a produção do vídeo: Débora Navega (direção de arte), Heitor Mello (edição de vídeo), Igor Do Vale e Eduardo Campos (fotografia e filmagem) e produção musical do Meu Quartinho Studios.

 

Assista ao vídeo clipe de “Lady Coldness (Black Aura)”:

https://www.youtube.com/watch?v=4ly920JXUl8

 

Confira “Lady Coldness (Black Aura)” no Spotify:

https://open.spotify.com/album/6Fk1Gwv2d9itjO27msu1Ot

 

O grupo agora trabalha na finalização do EP “Speculorum”, com lançamento previsto para o final de maio, trazendo cinco faixas, dentre elas “Lady Coldness (Black Aura)”.


 

Créditos da foto: Igor do Vale

 

Contatos:

Site oficial: https://carminium.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/BandaCarminium  

Instagram: https://www.instagram.com/bandacarminium

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Frenetic Trio lança lyric video da inédita Wrecking and Rolling

Nota:


Lenda do psychobilly metal nacional prepara novo disco após 16 anos

FT.01 1

Crédito: Franco Torrezan

Frenetic Trio está de volta com material inédito após 16 anos do lendário primeiro - e único - álbum homônimo, que logo tornou a banda de Londrina (Paraná) a referência máxima do psychobilly pesado nacional. O single do inédito EP Undead Insurrection (que será lançado dia 4 de maio) é a aterrorizante 'Wrecking and Rolling', disponível em lyric vídeo.

Assista no canal do Youtube da VNN Studiohttps://youtu.be/4M606oJHDYY.

A produção é de Vinicius Nogueira, da VNN Studio e também guitarrista do Almighty Devildogs.

'Wrecking and Rolling' assim como as demais três faixas do EP reafirmam e, ao mesmo tempo, revigoram o autêntico death metal psychobilly do Frenetic Trio. A temática continua sombria, influenciada pelo universo de mortos vivos e criaturas de filmes clássicos de terror da década de 1960.

O baterista Neri Orleone (The Mullet Monster Mafia e um dos idealizadores do Psycho Carnival, em Curitiba, já uma instituição da cena psycho latina americana), comenta sobre o single, o EP e a relevância de manter vivo o legado do Frenetic Trio:

"Após o retorno aos palcos em 2018 num show épico no Psycho Carnival, além de outros shows pelo Paraná e São Paulo, era hora de mostrar que o Frenetic Trio, além de referência, é também uma banda que dá passos adiante. Assim começamos a produzir e gravar este EP no Casarão Music Studios, com Franco Torrezan, em Piracicaba".

Orleone está na banda desde 2019, quando assumiu as baquetas exatamente num Psycho Carnival ao lado dos membros originais Frenetic Z (guitarra/voz) e Theo (baixo).

O Frenetic Trio é pioneiro em fazer pychobilly pesado, com vocais guturais, distorções e a crueza em meio às composições, como no passado fizeram Motörhead, Celtic Frost e Bolt Thrower.

A banda surgiu em 2002 em Londrina e fez fama com o debute de 2005, lançado à época no Brasil, Estados Unidos e Europa, seguido de uma turnê pelo Velho Continente.

O disco, com a chancela de clássico, ganhou no final do ano passado a primeira versão em vinil, um 10 polegadas na cor vermelha em edição limitada pela gravadora paulista Neves Records.

Tedesco Mídia apresenta nova logomarca

Nota:


Empresa ganha portal de notícias para bandas, produtoras e selos

marcaTEDESCO 1

Arte: Julio Andrade (@julicovisk)

Tedesco Mídia está, enfim, de cara nova. Novos desafios ao longo dos anos ampliam as perspectivas sobre a posição e imagem que se quer ser lembrado na indústria jornalística.

As novas cores, sem a predominância do preto no logo antigo, e a inédita iconografia dizem por si só: a Tedesco Mídia é plural e antenada. A experiência no mercado foi a força para ousar e mudar.

Uma música, um disco ou um videoclipe, no olhar jornalístico, carregam centenas de informações que podem ser construídas e descontruídas para comunicar ao público.

Mas nada é de imediato, por certo. A integração com o produto que se quer difundir é palavra de ordem na coerência jornalística e assim funciona a Tedesco Mídia, desde sempre. A logomarca é nova, mas a integridade ao jornalismo ainda é a mesma.

O olho da logomarca representa o necessário olhar curioso e diferenciado do jornalista para falar sobre um determinado assunto e divulgá-lo com amplitude.

Para olhar é preciso estar com os radares calibrados. Um insight é a faísca de uma mente ativa e constantemente em ebulição, ávida para transmitir as ideias aos dedos e boca do jornalista, isto é, redigir e transmitir aquilo que se pretende fazer em forma de release, reportagem, nota à imprensa etc.

A identidade visual e logomarca foram concebidas pelo polivalente e talentosíssimo Júlio Andrade, o Julico do The Baggios.

E muito em breve estreia o site http://tedescomidia.com.br/, que será tanto um portal com notícias sobre bandas, selos e produtoras ligadas à Tedesco Mídia, como um local para difundir outros assuntos, de outras esferas.

IMG-5422

A empresa

Tedesco Mídia é uma empresa de comunicação social fundada em 2016 com foco em cultura.

É dirigida pelo jornalista e historiador Erick Tedesco, que está desde 2002 no mercado editorial da música, com passagens por redações de jornais impressos, revistas, sites e assessorias de imprensa para o setor público e privado.

***

Abaixo, nomes de produtoras, selos discográficos e bandas que atualmente trabalham com a Tedesco Mídia:

Produtoras:
- Abraxas
- Powerline Music & Books
- Onstage Agência
- Brain Productions Booking

Gravadoras:
- Canil Records
- Artico Music
- Toca Discos
- Orangeira Music
- M6 Records

Bandas:
- Egregor (Chile)
- Palma (Chile)
- The Baggios (Sergipe)
- Julico (Sergipe)
- Luno (Sergipe)
- Gods & Punks (Rio de Janeiro)
- Sonora Fantasma (São Paulo)
- O Preço (São Paulo)
- Frenetic Trio (São Paulo/Paraná)
- Dramón (São Paulo)
- Hit the Noise (Rio Grande do Sul)
- Paulinho Araújo (Sergipe)
- Bruna Brandão (Sergipe)

Vomit Bag Squad lança single com letra inspirada no filme 'Christine, o Carro Assassino'

Nota:

Duo antecipa álbum de estreia com single/vídeo "Soulmates Beyond The Flesh"

O Vomit Bag Squad, formado no ano passado por Jhon França (guitarra, bateria e baixo, Cerberus Attack, Eskrota e Blasthrash) e Daniel Pacheco (vocal, Kultist, Farsa, ex-Cursed Slaughter), apresenta "Soulmates Beyond The Flesh", primeiro single e vídeo. 

Como a proposta do duo, que musicalmente mescla thrash, death metal e punk/hardcore, tem como foco contar histórias de filmes de terror em suas letras, o primeiro single traz a faixa "Soulmates Beyond The Flesh" inspirada no filme "Christine, o Carro Assassino" (1983). 

Já no "lado B", "Tomatoes of Death" traz uma temática que aborda o filme "O Ataque dos Tomates Assassinos" (1978). "As duas faixas do single foram sacadas do repertório do álbum 'Tales From the Bag', que sairá ainda em 2021 pela Marquee Records. Elas foram escolhidas porque são as que apresentam mais a cara da banda. 

Uma é bem rápida e curta, e a outra mais trabalhada, com traços de progressivo, thrash e speed metal", detalhou Jhon França.

As composições, que integrarão o álbum "Tales From the Bag", foram feitas durante a quarentena, quase totalmente via internet. "Nós mesmos gravamos, produzimos, mixamos e masterizamos. Iríamos fazer apenas seis músicas, mas, após enviarmos o material, Armando, da Marquee, nos fez a proposta de lançar um full com 10 músicas e um cover. 

Aceitamos o desafio e a composição toda rolou muito pela Internet. Jhon, gravando os riffs por uma interface e uma bateria eletrônica, ia me enviando e eu ia escrevendo os vocais em cima. 

Em uma ocasião, nos reunimos na minha casa e gravamos o grosso do material, as faixas definitivas de guitarra e baixo. E fizemos a mixagem e masterização depois muitas horas de videoconferências", revelou Daniel Pacheco. "O grupo tomou forma no período de lockdown. 

Comecei a compor e Daniel Pacheco a escrever as letras. Fomos nos animando com o resultado, pois colocamos toda a nossa experiência de anos de estrada e, claro, nosso amor por filmes de terror", acrescentou Jhon França.

Confira o vídeo de "Soulmates Beyond The Flesh" em https://youtu.be/JwjT00JMm14



O nome Vomit Bag Squad veio de uma brincadeira da primeira vez que Jhon França foi tocar no Rio de Janeiro, em 2011. "Era a primeira vez que sairia do Estado de São Paulo para tocar. Bebi muito no dia anterior e algo deu errado. 

Assim, passei as seis horas de viagem com a cabeça para fora da van, vomitando tudo que tinha direito. Quando finalmente tive a ideia de pedir uma sacola pra alguém, para parar de sujar a van que estava nos levando e os carros da rodovia que não paravam de nos xingar, um amigo nosso, Marcello Kaskadura, olhando aquele motim de pessoas tirando sacola das bolsas com medo de eu vomitar neles, indagou: 'Vomit bag... Vomit bag squad'. 

Isso nunca mais saiu da minha cabeça", recordou Jhon França.

O single, que teve arte a cargo de Nayara França, está disponível nas plataformas de streaming. Ouça no Spotify em https://is.gd/Lslcup

Contatos:
Facebook: www.facebook.com/vomitbagsquad
Instagram: @vomitbagsquad
E-mail: vomitbagsquad@gmail.com

Nota na ASE Music: https://is.gd/ux0AfK
Proxima  → Página inicial

ROCK VIBRATIONS NO FACEBOOK!

VISITAS

MAIS LIDAS DA SEMANA!