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terça-feira, 3 de novembro de 2026

Föxx Salema lança o single "I Refuse" mantendo a tradição de Halloween

 
Faixa integra o tracklist do álbum "Metal is Metal", traz influências de Iron Maiden e Judas Priest, e envia mensagem contra opositores na cena.

 

A vocalista FÖXX SALEMA disponibilizou nas plataformas digitais o single "I Refuse", mantendo sua tradição de realizar lançamentos oficiais no dia 31 de outubro. O novo material integra o repertório do segundo álbum de estúdio, "Metal is Metal", e aposta na vertente do Power Metal, resgatando influências estruturais de expoentes do Heavy Metal tradicional, especificamente Iron Maiden e Judas Priest.

 

Ouça "I Refuse" no Spotify:

https://open.spotify.com/intl-en/album/0QwDrLOujJnm1LWCJ0Mj19

 

Na elaboração da música, houve colaboração direta na coautoria instrumental. Um dos riffs principais de "I Refuse" foi estruturado em conjunto com o guitarrista e professor de música Beto Lani, que assina a respectiva base ao lado da cantora. O aspecto lírico funciona como uma resposta objetiva aos seus opositores na cena Metal. A letra fala sobre o posicionamento da artista em não ceder perante tentativas de intimidação e silenciamento. A ilustração da capa reflete este conceito de recusa à submissão ao exibir a figura de um rei morto, simbolizando a queda de falsas autoridades no Brasil.

Sobre o direcionamento temático e a manutenção da data de lançamento, FÖXX SALEMA detalha: "Lançar material no dia 31 de outubro, Halloween, já virou uma tradição para nós. A cena musical tem seus obstáculos e opositores, mas a letra deixa claro que eu me recuso a baixar a cabeça para ataques. A música é basicamente um Power Metal direto, com a essência de nomes como Iron Maiden e Judas Priest, e o seu riff principal deixou a ‘I Refuse’ com a energia exata que a canção pedia."


A gravação de "I Refuse" conta com FÖXX SALEMA (letra, música, vocal principal e vozes de apoio), Cleber Magalhães (teclado), Beto Lani (guitarras), Alessandro Moschini (baixo) e o músico de estúdio A. Kelvin (bateria). A responsabilidade técnica da mixagem e masterização ficou a cargo de Alex Voorhees. O material é co-patrocinado pelo portal Road to Metal, administrado por Caco Garcia.

 

Sobre a artista:

Ativa na música desde 1996, a cantora e compositora de Heavy Metal FÖXX SALEMA conquistou seu espaço na cena independente brasileira com o álbum de estreia "Rebel Hearts" (2019), que teve sua tiragem física de mil cópias esgotada e já ultrapassou a marca de 1 milhão e 200 mil streams nas plataformas digitais. Reconhecida por suas letras engajadas e pela defesa dos direitos lGBT+ no meio musical, ela trabalha ao lado do marido e tecladista Cleber Magalhães. Seu penúltimo single é "Dead Flies Rising". A artista segue trabalhando em "Metal is Metal".

 

Colabore com o financiamento coletivo do novo álbum “Metal is Metal”:

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/foxx-salema-metal-is-metal

 

Créditos da Ilustração: Föxx Salema e Cleber Magalhães

 

Contatos:

Site: www.foxxsalema.com.br

Spotify: https://bit.ly/FöxxSalema

Bandcamp: https://foxxsalema.bandcamp.com

Playlist Oficial: https://bit.ly/ThisIsFöxxSalema

Instagram: www.instagram.com/foxxsalema

YouTube: www.youtube.com/user/foxxsalema

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Hatebreed fará show único no Brasil no dia 10 de setembro, em São Paulo

Indicado ao Grammy e apontado pela influente revista Alternative Press como uma das bandas mais influentes da história do hardcore, o Hatebreed realizará em São Paulo/SP no dia 10 de setembro de 2027, no Carioca Club. Será a única apresentação no Brasil.

Os ingressos (acesse aqui) estarão à venda no site da Fastix a partir das 12h de quarta-feira, 4/11.

A realização é da New Direction Productions, em parceria com a CultMix Live e a Fastix.

O Hatebreed vem com a turnê do ainda inédito álbum Fatal Paradox, que chega ao mundo em 6 de novembro. É o nono disco de estúdio e o primeiro em seis anos.

Gravado de forma independente, com controle criativo total pela primeira vez na carreira, o álbum tem produção de Chris “Zeuss” Harris, parceiro de longa data da banda e produtor de nomes como Rob Zombie e Shadows Fall.

O disco traz ainda a participação de John Tardy, vocalista do Obituary, um dos nomes clássicos do death metal, na faixa “Sacrifice Season”.

O vocalista Jamey Jasta definiu o trabalho como o disco mais pesado e mais “das cavernas” da banda, uma volta ao básico. O baterista Matt Byrne fala em um material mais rápido e influenciado pelo thrash metal do Slayer.

Quatro faixas já foram apresentadas ao público: “Make The Demons Obey”, “Kill Count Increase”, a faixa-título e “The Carrion Choir”.

Sobre “Kill Count Increase”, que abre o álbum, Jasta resume: “É Hatebreed direto e na cara. Rápido. Pesado”. O disco fecha com uma versão de “Poison Planet”, do Corrosion of Conformity, banda americana que nos anos 1980 ajudou a aproximar o punk hardcore do metal, caminho que o Hatebreed levaria adiante na década seguinte.


Trajetória

Formado em 1994 em Bridgeport, Connecticut, o Hatebreed surgiu na cena hardcore da Costa Leste americana e logo se tornou referência. O disco de estreia, Satisfaction Is the Death of Desire (1997), vendeu 158 mil cópias e segue como a estreia mais vendida da história da Victory Records, gravadora que reunia boa parte dos grandes nomes do hardcore americano.

A ascensão veio com Perseverance (2002), lançado pela Universal e primeiro disco da banda na Billboard 200, a principal parada de álbuns dos Estados Unidos. O clipe de “I Will Be Heard” chegou a ser banido da MTV, mas a música ganhou espaço quando o próprio Jasta passou a apresentar o Headbangers Ball, programa de metal da MTV2.

Na sequência, The Rise of Brutality (2003) estreou no 30º lugar da Billboard e rendeu à banda a indicação ao Grammy de Melhor Performance de Metal por “Live for This”, disputada com o Motörhead.

Supremacy (2006) foi o primeiro disco do Hatebreed a entrar nas paradas de vários países fora dos EUA. The Divinity of Purpose (2013) segue como o maior sucesso da banda nas paradas americanas, com o 20º lugar na Billboard 200, e abriu caminho para The Concrete Confessional (2016) e Weight of the False Self (2020), que o site Blabbermouth considerou o melhor trabalho da banda em mais de uma década.

Lançada em 2016, “Looking Down the Barrel of Today” se aproxima de 130 milhões de streams e é a música mais ouvida da banda na era digital.

No palco, o Hatebreed passou pelos maiores festivais do gênero, como Ozzfest, Wacken e Download, e excursionou ao lado de Slayer, Slipknot, Megadeth e Lamb of God.

A banda tem fama de ter um dos shows mais intensos do metal, com rodas e coros do início ao fim, e foi indicada duas vezes ao prêmio de melhor banda ao vivo do Revolver Golden Gods.

A influência também é medida na nova geração: Knocked Loose, Parkway Drive e Trivium citam o Hatebreed como referência, e a revista Alternative Press o incluiu entre as bandas mais influentes da história do hardcore. Para a Metal Hammer, o grande mérito do Hatebreed foi ter se tornado a banda de hardcore que os fãs de metal escutam.


Crédito: Balazs Szabo

Formação

O Hatebreed é formado por Jamey Jasta (voz), Wayne Lozinak (guitarra), Frank Novinec (guitarra), Matt Byrne (bateria) e Carl Schwartz (baixo).



Serviço

Hatebreed em São Paulo

Data: 10 de setembro de 2027 (sexta-feira)

Horário: 19h (abertura da casa)

Local: Carioca Club

Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo (SP)

Ingressos: fastix.com.br/events/hatebreed-em-sao-paulo

Realização: New Direction Productions, CultMix Live e Fastix


Neural Wreck se apresenta em São Paulo no dia 4 de dezembro

Apresentação faz parte da programação do festival “A Noite Depois do Fim” e acontece no Estúdio Depois do Fim do Mundo, na capital paulista


No dia 4 de dezembro, uma sexta-feira, a banda paulistana de thrash metal progressivo Neural Wreck integra a programação do festival A Noite Depois do Fim. O evento acontece no Estúdio Depois do Fim do Mundo, em São Paulo.

Além da Neural Wreck, o evento também contará com a banda Attanos e com outras atrações que ainda serão divulgadas. Os ingressos antecipados custam R$30; na hora do evento, as entradas serão comercializadas por R$35.

O Neural Wreck permanece em período de divulgação de seu primeiro álbum de estúdio, Amidst the Ruins, que foi lançado em junho deste ano e apresenta uma sonoridade agressiva e técnica, na qual peso extremo e passagens melódicas se unem de forma única. 

As composições do álbum buscam dar vazão à angústia, à revolta e ao incômodo com um mundo cada vez mais hostil e desumano, com letras que assumem uma temática política e social ao abordar autoritarismo, repressão, degradação ambiental e estruturas de poder arcaicas que bloqueiam transformações urgentes para a sobrevivência e libertação da humanidade. 

Descrito como “thrash metal progressivo”, o álbum foi bem-recebido por público e crítica especializada e coloca o ouvinte dentro de um cenário em colapso, no qual a desobediência consciente surge como única resposta possível diante de uma realidade muito maior do que qualquer ação individual isolada.


Serviço

Data: 4 de dezembro
Local: Estúdio Depois do Fim do Mundo
Endereço: Rua Guaicurus, 1258, Lapa - São Paulo/SP

Horário: a partir das 19h

Entrada: R$30 (antecipado) / R$35 (na porta)


História

Fundado em 2015, o quarteto de thrash metal progressivo é formado pelo guitarrista e vocalista JC Martins, pelo guitarrista Leandro Fração, pelo baixista Paulo Pedraza e pelo baterista Rick Borges. O primeiro lançamento foi o EP Mortal Obsession, de 2022, e o primeiro álbum de estúdio, Amidst the Ruins, está sendo preparado para lançamento no dia 12 de junho de 2026. 

Uma das finalistas da seletiva New Blood Bangers Open Air 2025, promovida pela KissFM, a banda segue com a agenda movimentada em 2026, com shows em festivais como o Metalcore Fest e o Nascente do Rock, além de outras apresentações. Com músicas que tratam tanto de temas sociais como de questões psicológicas, o grupo retoma as raízes suburbanas do heavy metal, onde o som agressivo e letras críticas ao sistema moral, político e econômico são capazes de expressar toda a angústia e revolta com a vivência cotidiana em um mundo incerto e desumano. 

Em meio a uma cena separada em nichos específicos e segregada em subgêneros, o Neural Wreck busca reconciliar o grotesco e o belo na música, mesclando em sua sonoridade elementos tanto do metal extremo quanto do metal melódico para construir à sua própria interpretação de thrash metal, sem se limitar a criar músicas somente dentro desse subgênero.


Siga a Neural Wreck nas redes sociais:

Instagram: https://www.instagram.com/neuralwreck/

Spotify: https://open.spotify.com/artist/2XyZzNqpoDG9f9bIIXIHf2

YouTube: https://www.youtube.com/@neuralwreckofficial

Site oficial: https://www.neuralwreck.com/


Foto: Camila Ormond

Voz do CW7, Mia Wicthoff reúne cantoras da era MTV em Curitiba neste sábado (7)

Show no Stage Garden abre a sequência principal da “Será Você? Tour”, que depois passa por Rio de Janeiro e São Paulo

Na década de 2010, o clipe de “Será Você”, do CW7, chegou ao 1º lugar da MTV Brasil e marcou uma geração de fãs do pop rock nacional. Vocalista da banda, a cantora e compositora Mia Wicthoff volta a esse repertório neste sábado (7/11), no Stage Garden, em Curitiba, no primeiro dos três shows principais da “Será Você? Tour”, que passa depois pelo Rio de Janeiro (19/11) e por São Paulo (20/11).

Ingressos: articket.com.br/e/6693/mia-wicthoff-sera-voce-o-show

Em Curitiba, Mia recebe três cantoras que também marcaram o pop rock brasileiro daquela época, Mel Ravasio (ex-Lipstick), Deia Cassali (Agnela) e Bianca Jhordão (Leela), além da vocalista e DJ Zabs.

A noite tem ainda shows de abertura das bandas Stellare e StoneHenge.

A turnê já passou por Londrina e Maringá em outubro, em duas apresentações que funcionaram como esquenta para a sequência de novembro. Em Curitiba, no Rio (Experience Music) e em São Paulo (Jai Club), os shows também contam com convidados especiais.


As convidadas em Curitiba

Mel Ravasio foi vocalista do Lipstick, banda que chegou ao topo das paradas da MTV, e hoje segue em carreira solo. Deia Cassali ficou conhecida à frente do Agnela, banda que surgiu no quadro “Olha a Minha Banda”, do programa Caldeirão do Huck (TV Globo), e emplacou músicas na trilha da novela Malhação.

Bianca Jhordão é a voz do Leela, outro nome frequente na MTV naquele período e até hoje uma das vocalistas mais importantes do rock nacional. Zabs (Isabela Bueno) é vocalista e DJ atuante em Curitiba e em Madri, na Espanha, com uma trajetória construída entre a música, a performance e a cultura pop.


CW7 e fase solo

No show, Mia revisita o universo do CW7 ao lado de músicas da sua atual fase solo. Segundo a cantora, a turnê é uma experiência nostálgica e afetiva para os fãs que a acompanham desde os tempos da banda.

O repertório recupera diferentes momentos dessa história e mostra como as referências do pop rock emocional dos anos 2000 seguem presentes no seu trabalho.

“É a primeira vez que eu revivo o CW7 com tanta intensidade! Fez parte da vida de muita gente, faz parte da minha e estou muito feliz em me reconectar com isso. Ver os fãs reagindo e empolgados pro show é a melhor sensação do mundo, é um combustível pra criar cada vez mais”, conta Mia.


Setores especiais

Em Curitiba, o público pode escolher entre dois setores de pista premium com benefícios. O “Tudo Que Eu Sinto” dá direito a entrada antecipada, prioridade no merchandising, welcome drink e brinde exclusivo do show.

O “Será Você” inclui pocket show exclusivo antes da apresentação, pizza party com Mia e convidados, cartaz oficial autografado, meet & greet e acesso antecipado ao merchandising.


“Inércia”

A turnê acompanha a nova etapa da carreira de Mia, iniciada com uma versão de “Inércia”, lançada nas plataformas digitais em 30 de julho (ouça aqui).

A faixa resgata elementos da identidade musical da cantora, com guitarras em primeiro plano, letras confessionais e uma estética visual mais densa e cinematográfica. Mia descreve a gravação como sua versão de composição, próxima da forma como a música foi escrita originalmente, o que aproxima o público do seu processo criativo.

“Essa música abre uma porta para uma fase muito verdadeira da minha carreira. É a sonoridade que sempre fez parte de mim, com mais maturidade, mais emoção e mais liberdade criativa”, afirma.


“Será Você”

“Será Você”, música que dá nome à turnê, é um dos maiores sucessos do CW7. O clipe (assista aqui) chegou ao 1º lugar na MTV Brasil, e a música permaneceu em destaque no Top 10 da emissora.


SERVIÇO

MIA em Curitiba

Data: 7 de novembro de 2026

Horário: 20h (abertura da casa)

Local: Stage Garden

Endereço: Avenida Marechal Floriano Peixoto, 4.142, Prado Velho, Curitiba (PR)

Ingressos: articket.com.br/e/6693/mia-wicthoff-sera-voce-o-show



Mais shows

MIA no Rio de Janeiro

Data: 19 de novembro de 2026

Horário: 20h

Local: Experience Music

Endereço: Rua do Riachuelo, 20, Lapa, Rio de Janeiro (RJ)

Convidados especiais

Ingressos: miawoficial.com.br


MIA em São Paulo

Data: 20 de novembro de 2026

Horário: a confirmar

Local: Jai Club

Endereço: Rua Vergueiro, 2.676, Vila Mariana, São Paulo (SP)

Ingressos: miawoficial.com.br

Apoio: Bloco Emo


Voz de Sons of Anarchy, The White Buffalo traz nova turnê ao Brasil

Jake Smith abre a série em Belo Horizonte (6/11) e passa por nove capitais até 21/11; Rafael Witt faz a abertura

Um contador de histórias poderoso e prolífico por meio de suas composições, o cantor, compositor e guitarrista Jake Smith indicado ao Emmy, conhecido como The White Buffalo, começa na próxima sexta-feira, 6 de novembro, no Befly Hall, em Belo Horizonte/MG, sua segunda turnê pelo Brasil.

São dez apresentações, que passam ainda por São Paulo, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Goiânia, Brasília, Fortaleza e Recife, onde a turnê termina em 21 de novembro. A realização é da Sellout Tours em parceria com a Powerline Music & Books.

O cantor e compositor Rafael Witt faz a abertura das apresentações.

A volta acontece dois anos depois da aclamada turnê de estreia no país, em 2024, quando várias datas venderam todos os ingressos em poucas horas e os shows precisaram migrar para casas maiores. Desta vez, o roteiro chega a mais locais e cidades novas.

Conhecido por sua mistura de folk, blues, country e rock de raiz, o músico se apresenta em Belo Horizonte (6/11, Befly Hall), São Paulo (7/11, Audio), Porto Alegre (9/11, Opinião), Florianópolis (11/11, Life Club), Curitiba (13 e 14/11, Tork n’ Roll), Goiânia (16/11, Bolshoi Pub), Brasília (18/11, Toinha), Fortaleza (20/11, Dragão Hall) e Recife (21/11, Clube Internacional do Recife).

Duas datas estão esgotadas: Curitiba, em 14 de novembro, e Goiânia. Por causa da procura, Curitiba ganhou uma data extra em 13 de novembro, no mesmo Tork n’ Roll, que está com vendas aceleradas, assim como Brasília e Fortaleza.

Em São Paulo, restam os últimos ingressos. No Recife, o show mudou de endereço e passa a acontecer no Clube Internacional do Recife.


The White Buffalo

Com sua voz forte e sentimental, o músico norte-americano The White Buffalo é influenciado por músicos de folk como Bob Dylan e Leonard Cohen, pelo autêntico country de Nashville e impactado também pelo rock e americana.

Seu vozeirão grave, ora rouca, ora melódica, já serviram de trilha sonora de diversas séries americanas, como Sons of Anarchy, Californication, The Punisher, Longmire, This Is Us, como bem como o filme de surf Shelter de 2001.

Smith era um garçom de São Francisco que tocava seu violão algumas vezes por ano. Quando lhe pediram em 2002 para permitir uma música no filme Shelter, do surfista Chris Malloy, ele largou o emprego e se mudou para Orange County. Desde então, viaja e compõe incansavelmente.

A Freight Train Through The Night é o lançamento mais recente, um álbum ao vivo, gravado no Belly Up, em San Diego.

“Este álbum percorre toda a minha carreira, mais de 20 anos escrevendo e apresentando músicas. Com mais de cem canções para escolher, algumas dessas faixas eu escrevi aos 20 e poucos anos, enquanto outras nasceram há apenas alguns anos. Selecionamos favoritas do público e algumas faixas mais profundas para dar a elas uma nova vida”, comenta Jake.


Year of the Dark Horse

O mais recente trabalho do The White Buffalo é Year of the Dark Horse, de 2022, um registro ousado e forte na sua discografia de 24 anos.

“Com este álbum, eu queria algo fora do que já fiz. Eu queria me abrir. É difícil colocá-lo em um gênero singular. Há elementos e influências de Daniel Lanois, Tom Waits, The Boss, circo, música pirata, iate rock, e estou empurrando tudo isso de uma maneira que nunca fiz. Antes”, disse Smith à época do lançamento do disco.

O baixista/tecladista/guitarrista Christopher Hoffee e o baterista Matt Lynott são os músicos que acompanham Smith.

Para que ‘Year Of The Dark Horse’ alcançasse todo o seu potencial, Jake sabia que a experiência tinha que ser envolvente, e é por isso que a locação em Nashville se mostrou crucial.

Não apenas os três músicos estavam longe das atrações de casa, mas a casa onde todos ficaram ficava a apenas um quarteirão do estúdio e estava repleta de uma variedade de instrumentos. Onde quer que estivessem, eles poderiam aprimorar o projeto, e algumas das músicas surgiram enquanto o tempo passava.



SERVIÇO

The White Buffalo em Belo Horizonte/MG

Data: 6 de novembro de 2026 (sexta-feira)

Horário: 19h

Local: Befly Hall

Endereço: Av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi, Belo Horizonte/MG

Abertura: Rafael Witt

Ingressos (pista): R$ 220 (meia estudante), R$ 220 (solidária, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível) e R$ 440 (inteira)

Ingressos (arquibancada): R$ 180 (meia) e R$ 360 (inteira)

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-belo-horizonte


The White Buffalo em São Paulo/SP (últimos ingressos)

Data: 7 de novembro de 2026 (sábado)

Horário: 19h

Local: Audio

Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694, Água Branca, São Paulo/SP

Abertura: Rafael Witt

Ingressos (4º lote, pista): R$ 280 (meia estudante), R$ 300 (solidária, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível) e R$ 560 (inteira)

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-sao-paulo


The White Buffalo em Porto Alegre/RS

Data: 9 de novembro de 2026 (segunda-feira)

Horário: 19h

Local: Opinião

Endereço: Rua José do Patrocínio, 834, Cidade Baixa, Porto Alegre/RS

Abertura: Rafael Witt

Venda online: bileto.sympla.com.br/event/115658


The White Buffalo em Florianópolis/SC

Data: 11 de novembro de 2026 (quarta-feira)

Horário: 19h

Local: Life Club

Endereço: Rodovia SC-401, 14525, Vargem Pequena, Florianópolis/SC

Abertura: Rafael Witt

Ingressos: R$ 210 (meia estudante), R$ 220 (solidária, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível) e R$ 440 (inteira)

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-florianopolis


The White Buffalo em Curitiba/PR (data extra)

Data: 13 de novembro de 2026 (sexta-feira)

Horário: 19h

Local: Tork n’ Roll

Endereço: Av. Marechal Floriano Peixoto, 1695, Rebouças, Curitiba/PR

Abertura: Rafael Witt

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-curitiba-data-extra


The White Buffalo em Curitiba/PR (esgotado)

Data: 14 de novembro de 2026 (sábado)

Horário: 19h

Local: Tork n’ Roll

Endereço: Av. Marechal Floriano Peixoto, 1695, Rebouças, Curitiba/PR

Abertura: Rafael Witt


The White Buffalo em Goiânia/GO (esgotado)

Data: 16 de novembro de 2026 (segunda-feira)

Horário: 19h

Local: Bolshoi Pub

Endereço: Rua T-53, 1140, Setor Bueno, Goiânia/GO

Abertura: Rafael Witt


The White Buffalo em Brasília/DF

Data: 18 de novembro de 2026 (quarta-feira)

Horário: 19h

Local: Toinha Brasil Show

Endereço: SOF Sul, Quadra 9, Conjunto A, Guará, Brasília/DF

Abertura: Rafael Witt

Ingressos (pista): R$ 250 (meia estudante), R$ 260 (solidária, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível) e R$ 500 (inteira)

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-brasilia


The White Buffalo em Fortaleza/CE

Data: 20 de novembro de 2026 (sexta-feira)

Local: Dragão Hall

Endereço: Rua Almirante Jaceguai, Praia de Iracema, Fortaleza/CE

Abertura: Rafael Witt

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-fortaleza


The White Buffalo em Recife/PE (novo local)

Data: 21 de novembro de 2026 (sábado)

Horário: 19h

Local: Clube Internacional do Recife

Endereço: Rua Benfica, 505, Madalena, Recife/PE

Abertura: Rafael Witt

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-recife

Realização: Sellout Tours e Powerline Music & Books


sábado, 31 de outubro de 2026

The Tracy G. Group lança “MAKKINAGEDOOM” e traz toque brasileiro ao projeto do ex-guitarrista de Dio

Crédito: The Tracy G. Group/Fabiano Negri

Tracy G. une forças com o vocalista brasileiro Fabiano Negri em álbum que combina riffs pesados, atmosferas sombrias e uma distopia sobre o futuro da humanidade.

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O The Tracy G. Group lançou em MAKKINAGEDOOM, álbum que reúne o guitarrista Tracy G., conhecido por sua passagem pela banda de Ronnie James Dio entre 1993 e 1999, o vocalista brasileiro Fabiano Negri e o baixista Randy Oviedo.

​Com 12 faixas, sendo 11 composições inéditas e uma bônus em português, MAKKINAGEDOOM aposta em riffs robustos, guitarras agressivas, groove e passagens carregadas de tensão, resgatando uma abordagem sombria e direta do Heavy Metal.

​Sua sonoridade remete aos momentos mais pesados da passagem de Tracy G. pela banda de Ronnie James Dio, especialmente nos álbuns Strange Highways (1993) e Angry Machines (1996), sem abrir mão de uma identidade própria.

​O disco também desenvolve uma narrativa distópica na qual as máquinas assumem o controle da humanidade, enquanto os seres humanos tentam reagir ao domínio tecnológico. Nesse cenário, as letras questionam os limites entre as criações humanas e o poder que elas passam a exercer sobre seus próprios criadores.

​​“Human Reptile” foi o primeiro single e videoclipe lançado devido a sua força de composição e por representar de maneira direta a proposta e a sonoridade do álbum nessa nova jornada. Na sequência, “P.I.G.” chegou como segundo single, também com videoclipe, destacando a intensidade das guitarras e os refrões incisivos.

​Outras faixas exploram contrastes entre passagens acústicas, elementos percussivos e momentos de maior agressividade, evidenciando a diversidade sonora do álbum.


Ouça o álbum em todas plataformas digitais:

​https://distrokid.com/hyperfollow/thetracyggroup1/makkinagedoom​

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Tracklist de MAKKINAGEDOOM:

​“MAKKINAGEDOOM”

“Human Reptile”

“P.I.G.”

“Stagnation”

“Grotesque”

“Useful Useless Thing”

“A Prettier Coffin Than Mine”

“Lycanthropy”

“Cult Mentality”

“The Idiot Thinker”

“Sad Brad”

“Inútil Útil” (versão em português de “Useful Useless Thing”) (Bonus Track)

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A produção do álbum foi desenvolvida remotamente entre os Estados Unidos e o Brasil. Tracy G. gravou as guitarras e a bateria, além das linhas preliminares de baixo. Randy Oviedo ficou responsável pelas linhas finais do instrumento, enquanto Fabiano Negri assumiu os vocais, as letras e as melodias vocais. Com mais de 30 anos de carreira, o cantor contribui para o disco com uma interpretação que transita entre o Hard Rock e o Heavy Metal.

​Com MAKKINAGEDOOM, lançado em todas as plataformas digitais e também em CD físico, The Tracy G. Group retoma elementos marcantes da trajetória de Tracy G. e os combina a uma nova parceria criativa. O resultado une Heavy Metal de riffs pesados a uma narrativa que questiona os limites do poder tecnológico e o futuro da humanidade.

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Para os futuros shows do The Tracy G. Group no Brasil, o projeto contará com outro músico brasileiro: o baterista Guto Aielo, da banda All Is Allowed.

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THE TRACY G. GROUP NAS REDES:

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FABIANO NEGRI NAS REDES:
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Assessoria de Imprensa:

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Cobertura: Iron Maiden - NuBank Parque (27/10/2026)

A "Run For Your Lives World Tour" comemora os grandiosos 50 anos do Iron Maiden, talvez o maior nome de seu gênero, e não é para menos, pois a quantidade de histórias, feitos e contribuições demonstram sua importância num todo.

Após a ótima abertura de show com o quarteto do Alter Bridge agitando o público, era a vez do show principal tomar conta da mente, olhos e energias dos presentes.

O NuBank Parque estava em êxtase quando as primeiras canções começaram a tocar nos auto falantes, e para os fãs da "donzela", aquela sequência é muito familiar pois trata-se das escolhas de Steve Harris para o "esquenta".

"Doctor Doctor" cantada por todos já demonstrava uma expectativa enorme, mas quando os primeiros acordes da icônica faixa "Ides of March" surgiu, a euforia, os gritos e a empolgação tomaram conta do ambiente.

É preciso destacar algo importante, algumas das canções do setlist estariam estreando em solo nacional finalmente, e foi com a brilhante "Murders In The Rue Morgue" o pontapé inicial, Bruce Dickinson cantando como nunca e o "patrão" Steve Harris correndo pelos lados, algo muito característico de seus shows.

A performance inicial foi de uma banda afiada mediante as dificuldades da idade, não parecendo ter o peso de tanto tempo de estrada, mas com aquela experiência de alguém que sabe o que faz e onde pisar.

"Wrathchild" surgiu com uma versão bem diferente dos últimos anos, mais lenta, arrastada, andamentos conhecidos mas de uma forma diferente, mas ainda sim, nada mudou quando Mr.Dickinson resolveu soltar o seu agudo pleno.

Durante a atual tour, a banda tem explorado de forma muito benéfica os telões com projeções incríveis, dando um ar ainda mais teatral para cada canção, levando o fã para viagens incríveis através das artes escolhidas e suas progressões, algo muito bem desenvolvido.

Era a vez de "Killers", segunda canção inédita da noite, um pouco arrastada também nos moldes atuais mas ainda sim, um clássico.
Bruce novamente demonstra performance acima da média com as notas altas, e um clima nostálgico no refrão cantado por todos, além de apresentar o primeiro Eddie da noite, sempre celebrado mundialmente.

Até o momento, o clima parecia ter chegado ao auge de êxtase inicial de um grande show, mas o que estava por vir era definitivamente a descarga de alegria mais pura possível com outro clássico, "Phantom of the Opera".

A cancão trouxe animações muito interessantes, além de outra boa performance, que aliás, deram um tom de mais velocidade ao show, tendo ótima aceitação, bem como as chamas laterias e centrais do palco surgindo.

Preciso pontuar sobre a mudança na bateria pois Simon Dawson não é "apenas" um substituto, ele está para banda como um homem de confiança do "patrão", alguém que possui experiências passadas como em sua passagem pelo The Outfield, além de estar fixo no British Lion, projeto paralelo de Harris.

É óbvio que suas linhas, progressões, tudo se torna diferente e em um tom mais intimista, mas é preciso entender que também trata-se de um pedido, afinal, como manter uma linhagem onde ninguém pudesse se adaptar?!

"The Number of the Beast", clássico absoluto dos anos 80, emanava aquela energia única e intensa de suas execuções, outra facilmente cantada pelo seu famoso refrão.

A última música entre as novidades estava por vir, Bruce Dickinson fez um discurso sobre a demora em incluí-la no set após tantos anos, e claro, seria a primeira vez por aqui (considerando a segunda noite).

"Infinite Dreams", com projeções incríveis inspiradas no ótimo álbum "Seventh Son of a Seventh Son (1988) iniciava com a emoção de muitos, a expectativa de vários e as câmeras apontadas para cada detalhe executado, sendo um dos momentos mais legais até ali.

Em um show com tantos detalhes minuciosos, fica complicado definir apenas uma projeção definitiva, mas se tivéssemos como listar um Top 3, certamente a faixa "Powerslave" estaria garantida, tendo como base a arte de capa com variadas nuances a cada riff, muito celebrada por vários e apreciada em contexto geral.

O fogo no palco aparecendo diante de Bruce chama atenção pela escolha de cores, enquanto usava a sua famosa máscara enquanto interpreta a canção, além de interagir bem com o público novamente.

Existem riffs que se tornam marcantes por características tão simples que todo mundo reconhece em poucos segundos, e isso é apenas uma das características que tornam a clássica "2 Minutes To Midnight" uma verdadeira seita para os guitarristas. Refrão viciante, Harris novamente correndo na segunda parte, solos de Adrian Smith e de Dave Murray, tudo contribuiu para a grande apresentação.

Uma das grandes atrações da noite ficou a cargo de "Rime of the Ancient Mariner", um grande épico onde Bruce Dickinson usa e abusa de seu talento para declamar uma grande história, e neste caso, uma ótima dinâmica do telão, um dos melhores da noite.

Era chegada a hora da canção que moldou a tour atual durante as famosas propagandas, "Run To The Hills", cantada até mesmo por quem não era um fanático, afinal, quem não se empolgaria com um dos singles mais aclamados da história?!

"Seventh Son of a Seventh Son" trouxe uma das projeções mais bonitas também, mantendo aquele clima sombrio, soturno e épico, e mesmo que ao fim durante os solos tenha ficado um pouco diferente pela progressão escolhida, ao menos para mim, não afetou como um todo.

"The Trooper", o single mais comercializado da banda, enfim chega com o famoso traje de Bruce Dickinson e as interações do segundo Eddie com a banda, principalmente com o simpático Janick Gers que interage e diverte.

"Hallowed Be Thy Name" manteve a essência, mostrou um pouco mais da mudança nas linhas de bateria e a velocidade reduzida, porém, o que seria do público sem a interação de Bruce Dickinson nesse momento? Diversão!

O fim do primeiro ato ficou por conta da faixa titulo, um verdadeiro clássico do heavy metal, tendo uma grande projeção de Eddie que chama atenção desde os últimos lugares do estádio, parecendo "sair" para pegar os integrantes a qualquer momento.

Um pouco de descanso, um gole nas águas que eram fornecidas na pista premium e estávamos prontos para o trio final.

"Aces High" surge com batalhas no telão sob o comando de Eddie e ótima dinâmica, outro belo momento cantado por todos (baita refrão, por sinal), e novamente a nostalgia de décadas passadas revivendo nos rostos de cada fã de longa data.

"Fear of the Dark", um dos símbolos mais divulgados do Rock In Rio 2001, aparece com uma linda da Lua sendo projetada enquanto Bruce Dickinson atua com uma lanterna, declamando as primeiras estrofes.

Enquanto o público gritava seu refrão, a banda interagia e se divertia a cada momento, demonstrando que cada instante da noite valeu a pena, mas, o que faltava para fechar a noite? 

Adrian Smith solfejar os primeiros acordes de "Wasted Years", fechando um dos melhores shows de 2026 com muitos chorando, cantando e abraçando os amigos, a melhor experiência possível para um final triunfante.


No geral, vimos que a banda consegue unir os clássicos absolutos ao momento atual, mudanças ocorreram, andamentos um pouco estranhos (talvez por conta da memória sempre viva de Nicko McBrain), mas nada que pudesse tirar a nostalgia, a hegemonia e a experiência de uma das melhores bandas de todos os tempos.

Bruce Dickinson continua cantando demais, Steve Harris mandou bem em suas linhas características, e o trio de guitarras afiados.

Simon?Curti bastante, entendo o momento "diferente", não é preciso tentar fazer a roda novamente, mas também é preciso entender que as coisas mudam.

Não acredito que este tenha sido o último show por aqui, mas devo dizer que, caso você não tenha ido, busque o próximo sem pensar.


Setlist:
1. The Ides of March (intro)
Murders in the Rue Morgue
2. Wrathchild
3. Killers
4. Phantom of the Opera
5. The Number of the Beast
6. Infinite Dreams
7. Powerslave
8. 2 Minutes to Midnight
9. Rime of the Ancient Mariner
10. Run to the Hills
11. Seventh Son of a Seventh Son
12. The Trooper
13. Hallowed Be Thy Name
14. Iron Maiden
Bis:
15. Aces High
16. Fear of the Dark
17. Wasted Years


Confira no link a resenha sobre o show de abertura com o Alter Bridge:


Deixamos aqui o nosso agradecimento a Midiorama e a Move Concerts pela oportunidade da cobertura.

Agradecemos pela seção de fotos cedida pelo site Headbangers Brasil

Fotos por Ian Dias (@diasphotography)
4 últimas fotos por vinyalmeida91metal
Arte editada por vinyalmeida91metal
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