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sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Dark Dimensions Fest 2027 celebra 27 anos da produtora e anuncia primeiras atrações para dois dias de festival


Evento acontece em 10 e 11 de julho, no VIP Station, em São Paulo, com 20 bandas, dois palcos e atrações nacionais e internacionais.
A produtora Dark Dimensions completa 27 anos de história em 2027 e prepara uma celebração especial com a terceira edição do Dark Dimensions Fest, marcada para os dias 10 e 11 de julho, na VIP Station, em São Paulo (SP).

A programação terá dez bandas por dia, distribuídas em dois palcos, com cinco atrações nacionais e cinco internacionais em cada data. A proposta é reunir diferentes vertentes do rock e do metal em dois dias dedicados à música pesada.

Entre os nomes confirmados estão os norte-americanos do Prong, que se apresentam no sábado, 10 de julho, e a banda holandesa Delain, escalada para domingo, 11 de julho. O evento também reúne representantes da cena brasileira, como Stormsorrow, Siegrid Ingrid, New Democracy, Storia e Medjay. Outra atração internacional é o português Master Dy.

Ao todo, o festival contará com 20 bandas. Até o momento, oito atrações foram confirmadas, enquanto outras 12 serão anunciadas pela organização nas próximas etapas de divulgação do line-up. Os detalhes sobre ingressos e novas confirmações serão divulgados em breve.


Sobre as primeiras atrações:

Crédito: Tom Flynn

Formado em Nova York, em 1986, o Prong construiu uma identidade musical marcada pela combinação de thrash metal, groove metal, hardcore e elementos industriais. Liderado pelo vocalista e guitarrista Tommy Victor, o grupo ganhou projeção internacional com álbuns como Beg to Differ (1990), Prove You Wrong (1991) e Cleansing (1994). Este último inclui “Snap Your Fingers, Snap Your Neck”, uma das músicas mais conhecidas da banda, que ganhou destaque na programação da MTV nos anos 1990.


Crédito: Andrea Falaschi

Já o Delain ocupa um lugar de destaque no metal sinfônico europeu. Fundado em 2002 pelo tecladista Martijn Westerholt, ex-integrante do Within Temptation, o grupo combina guitarras pesadas, melodias marcantes e arranjos orquestrais. Entre os trabalhos de sua discografia estão We Are the Others (2012), Moonbathers (2016) e Dark Waters (2023), que representam diferentes momentos de sua trajetória. Atualmente, a banda conta com a nova vocalista Diana Leah, em substituição a Charlotte Wessels.


Crédito: New Democracy/Divulgação

Representando a cena brasileira, o New Democracy surgiu em Varginha (MG), em 2012, e desenvolveu uma sonoridade baseada no death metal melódico, com elementos sinfônicos. A banda já participou de festivais do circuito nacional e prepara seu terceiro álbum de estúdio. Em 2026, o grupo também apresentou Death Possession Revisited, uma nova versão de Death Possession, originalmente lançado em 2019.


Crédito: Felipe Cavalieri

Outra atração nacional confirmada é o Storia, projeto formado em 2023 a partir de uma ideia do vocalista Pedro Torchetti. A banda explora o progressive power metal e aposta em uma proposta conceitual, na qual cada álbum desenvolve uma narrativa própria, com personagens, cenários e conflitos. A combinação entre elementos tradicionais do power metal e diferentes possibilidades musicais contribui para a identidade do grupo na cena brasileira.


Crédito: Eduardo Andrade

A Stormsorrow, de Goiânia (GO), também integra a programação do primeiro dia. O grupo trabalha com uma combinação de thrash metal e melodic death metal, reunindo referências da escola tradicional do metal extremo e elementos de sonoridades mais modernas. Em dezembro de 2025, lançou seu álbum de estreia, The Blood Red Horizon, primeiro capítulo de uma proposta conceitual desenvolvida pelo vocalista e guitarrista Kahlil Souto.

Diretamente de Belo Horizonte (MG), a Medjay leva ao festival uma proposta de power metal inspirada na cultura egípcia. Desde sua formação, em meados de 2018, a banda constrói sua identidade a partir de referências históricas, mitológicas e culturais, incorporadas às letras e à atmosfera de suas composições. O álbum Sandstorm marcou um dos primeiros capítulos dessa trajetória. Após um pequeno hiato, o grupo anunciou em setembro sua retomada das atividades.


Crédito: Luiz Berenguer

O primeiro dia também contará com a presença do Siegrid Ingrid, um dos nomes tradicionais do metal extremo brasileiro. Formado em São Paulo, em 1989, o grupo construiu sua trajetória combinando thrash metal, groove e hardcore em um crossover furioso. Seus álbuns Pissed Off (1995) e The Corpse Falls (1999) marcaram diferentes momentos da cena underground nacional. Após um período de interrupção das atividades, a banda retomou sua trajetória e lançou Back From Hell (2023), seguido pelo registro ao vivo Massacre In Lorena (2024), reafirmando sua identidade agressiva e sua importância para o metal brasileiro. Atualmente, o Siegrid Ingrid trabalha em material inédito, cuja primeira amostra é o brutal single Antihuman.


Creditos: Divulgação

Completando as atrações anunciadas para o domingo, o Master Dy representa Portugal com uma sonoridade que combina gothic metal, alternative metal e elementos do metal moderno. Formado em 2019, o projeto aposta em atmosferas sombrias, vocais femininos e uma apresentação de forte apelo visual e teatral, aproximando peso, melodias e texturas industriais.


Uma trajetória de grandes nomes do rock e metal

Ao longo de sua história, a Dark Dimensions promoveu mais de 300 eventos com artistas nacionais e internacionais. Dessa forma, levou ao Brasil nomes importantes de diferentes gerações e vertentes do rock e metal, consolidando sua presença no circuito de shows do país.

Entre os artistas que passaram por eventos da produtora estão Manowar, Rob Halford, Accept, W.A.S.P., U.D.O., HammerFall, Overkill, Doro, Glenn Hughes, Sebastian Bach, Cradle of Filth, Epica, Dark Tranquillity, DragonForce, Dismember, Sinister, Marduk, Suffocation, Primal Fear, Sanctuary, The 69 Eyes, Finntroll, Sirenia, Deathstars, Brujeria, Forbidden, Venom Inc., Rhapsody of Fire, The Mission, Myrath, Possessed, Nile, As I Lay Dying e Corrosion of Conformity, entre muitos outros.

A história do festival também reúne diferentes momentos da trajetória da produtora. Inicialmente, em 2017, foi realizado o Dark Dimensions Folk Festival. Anos depois, em 2025, o Dark Dimensions Fest teve uma edição no Carioca Club, com apresentações de Nervosa, Torture Squad, Elm Street, Eskröta, Throw Me To The Wolves e The Damnnation.

Já em fevereiro de 2026, a segunda edição do festival aconteceu na Burning House, em São Paulo. Na ocasião, o público acompanhou as apresentações de Forbidden, Vio-Lence e Venom Inc., além da banda brasileira New Democracy. Agora, a edição de 2027 amplia a proposta para dois dias de apresentações e 20 atrações.

Com oito nomes já anunciados e outras 12 bandas ainda por revelar, o Dark Dimensions Fest 2027 prepara uma programação que reúne diferentes vertentes do metal nacional e internacional. Portanto, a celebração acontece em 10 e 11 de julho, no VIP Station, em São Paulo.


Serviço – Dark Dimensions Fest 2027

Data: 10 e 11 de julho de 2027
Local: VIP Station – São Paulo/SP
Atrações confirmadas:
10 de julho: Prong (EUA), Stormsorrow, New Democracy e Siegrid Ingrid.
11 de julho: Delain (Holanda), Storia, Medjay e Master Dy (Portugal).
Programação: 20 bandas, dois palcos e dez atrações por dia.
Abertura da casa: 13h.
Realização: Dark Dimensions
Assessoria: JZ Press

Mais informações sobre ingressos e novas atrações serão divulgadas em breve.

Cobertura: Alter Bridge - NuBank Parque: Abertura para o Iron Maiden (27/10/2026)

Formada em 2004, o Alter Bridge conseguiu um grande respeito no cenário alternativo do metal desde seu início, tendo como base grandes elementos do hard rock moderno.

Myles Kennedy (vocal e guitarra base) se uniu aos ex integrantes do Creed, Mark Tremonti (guitarra solo e vocal), Brian Marshall (baixo) e Scott Phillips (bateria) e assim, após duas décadas, ainda continuam fortes e cheios de ótimas apresentações pelo mundo.

A banda foi a escolhida para a abertura dos shows que o Iron Maiden marcaram para o Brasil neste ano, ambos mantendo a celebração dos 50 anos de carreira através da "Run For Your Lives World Tour".

O tempo em São Paulo estava um pouco frio, clima de "inverno passageiro" e trânsito relativamente tranquilo no período da tarde, nada que pudesse atrapalhar os fãs pelas imediações do NuBank Parque, localizado na zona oeste da capital. Andando pelos corredores do estádio, era possível encontrar merchandising com algumas camisetas do Alter Bridge, mas como sabemos, a divulgação massiva estava ligada ao headliner da noite, algo comum nestes casos, então, entre compras e preços variados, muitos se misturavam com suas vestimentas, cabelos, acessórios e personalidades.

Fomos até a pista premium conferir um pouco do clima, os fãs chegavam e a euforia aumentava, fossem pelas pistas ou quem escolheu assistir sentado pelos setores acima, pouco a pouco foram enchendo os espaços e tirando fotos das artes que apareciam.

No horário correto, a banda subiu ao palco com um público relativamente grande, e muita animação tomou conta de muitos com a abertura de "Silent Divide", faixa presente em seu mais recente álbum, auto intitulado.

O clima denso e um som muito bem regulado davam um tom imersivo e bem tranquilo para o início do show, levando o público para uma interação bem interessante.

Aumentando ainda mais a vibe do início, "Addicted To Pain", um dos grandes singles da carreira, chega para agitar todos os presentes com seus riffs pesados e vocais melódicos durante o refrão viciante.

Quem conhece a banda sabe que suas nuances variadas dão um tom específico para os shows, indo do lado metal ao mais soturno em poucos instantes, e foi assim que "Cry For Achilles" ganhou a atenção com sua intro intimista até o peso de Tremonti surgir em sua progressão.

"Fortress" foi a primeira amostra que mexeu com as emoções dos presentes, faixa presente no álbum homônimo de 2014, mantendo uma linha acessível e que ganha facilmente atenção.

Uma grata surpresa ficou por conta da faixa "Ghosts Of Days Gone By", presente no álbum "AB III" de 2011, tendo grande apelo comercial e radiofônico, aliás, um dos melhores refrões grudentos da carreira de Myles Kennedy.

O peso retorna com "Metalingus", um dos grandes registros da banda que foi impulsionado principalmente pelo sucesso da parceria com a modalidade WWE e o lutador de pro-wrestling Adam Copeland, mais conhecido como Edge, conquistando o público novamente.

"Blackbird" retorna com a emoção aos fãs, sendo um dos grandes momentos do show com todos cantando o seu refrão, além dos inúmeros celulares apontados sem perder um único minuto, marcando o fim de um show impecável.

Ainda dava tempo para mais? Claro! 
"Rise Today" entregou uma ótima performance, agitando aquele clima frio da capital, além de preparar o público para o show principal.


No geral, vimos que a banda estava bem afiada, os solos de Tremonti deram um tom moderno, a cozinha eficiente de Scott e Brian com sua cadência e os vocais precisos de Myles marcaram, para mim, o seu lugar naquela noite, mesmo que ele estivesse um pouco contido.

Uma pena que o setlist tenha sido curto, mas espero vê-los em um show solo em breve.


Tracklist:
Silent Divide 
Addicted To Pain 
Cry For Achilles 
Fortress 
Ghosts Of Days Gone By 
Metalingus 
Blackbird 
Rise Today


Deixamos aqui o nosso agradecimento a Midiorama e a Move Concerts pela oportunidade da cobertura.

Agradecemos pela seção de fotos cedida pelo site Headbangers Brasil

Fotos por Ian Dias (@diasphotography)

Arte editada por vinyalmeida91metal


Confira a nossa playlist da banda:

Siga a banda:

Social Distortion transfere turnê no Brasil para fevereiro de 2027

Clássica banda de punk rock de Mike Ness se apresenta em São Paulo (26/02, Vibra) e Curitiba (28/02, Live)

Ingressos comprados pela 101 Tickets seguem válidos e reembolso pode ser solicitado até 30 de novembro


A esperada volta do Social Distortion ao Brasil, 16 anos depois da única passagem da banda pelo país, foi remarcada para fevereiro de 2027. A Solid Music comunica que os shows previstos para o mês de novembro foram transferidos para dia 26/02 em São Paulo (Vibra) e dia 28/02 em Curitiba (Live).

Os ingressos continuam à venda pela 101 Tickets.

A mudança vem como consequência de um fim de ano intenso e exaustivo para a banda norte-americana, em especial ao vocalista Mike Ness.

Em comunicado Ness e o Social Distortion explicam a decisão sobre a transferência de datas de toda a turnê pela América do Sul:

“2026 foi um ano em que lançamos um álbum após 15 anos. Após horas e mais horas de preparação, entrevistas e turnês extensas, com mais de 50 shows em inúmeros países, sentimos que é necessário fazer uma pausa na estrada neste momento. Por essa razão, decidimos remarcar as datas da nossa turnê pela América Latina para fevereiro e março. Agradecemos a todos os nossos fãs pelo incrível apoio, pela paciência e pela compreensão. Mal podemos esperar para encontrar todos vocês em breve!”

Ingressos e reembolso

Todos os ingressos adquiridos pelo site oficial da 101 Tickets permanecem válidos para as novas datas, sem necessidade de troca.

Quem preferir o reembolso deve entrar em contato com o suporte da 101 Tickets pelo e-mail suporte@101tickets.com.br, indicando “Social Distortion” no campo de assunto. As solicitações serão aceitas de 30 de outubro a 30 de novembro de 2026.

A Solid Music reforça que todas as exigências contratuais relativas ao artista foram e continuam sendo integralmente cumpridas, dentro dos prazos, no Brasil, na Argentina e no Chile.

A turnê

Os shows no Brasil fazem parte da turnê de Born to Kill, oitavo álbum de estúdio do Social Distortion, lançado em maio pela Epitaph Records.

O disco sucede Hard Times and Nursery Rhymes, de 2011, e encerra o maior intervalo entre dois trabalhos na trajetória da banda.

A crítica internacional recebeu o álbum como um dos retornos mais fortes do rock em 2026: a New Noise deu nota máxima ao disco, a Rolling Stone o apontou como o melhor trabalho da banda em anos, e Kerrang! e BrooklynVegan também destacaram a força do lançamento.

Social Distortion

Formado em 1978 em Fullerton, no Orange County, Califórnia, o Social Distortion nasceu na cena punk local e construiu uma rota própria ao aproximar a urgência do punk de referências como Johnny Cash, Rolling Stones, Hank Williams, blues, country e rockabilly.

Liderada por Mike Ness, a banda tem no repertório músicas como “Story of My Life”, “Ball and Chain”, “Bad Luck” e “Mommy’s Little Monster”, além da versão de “Ring of Fire”, de Johnny Cash.

A realização é da Solid Music com apoio da Caveira Velha e Desgosto Discos. Os parceiros de mídia oficiais são a 23 Punk e a Tedesco Mídia.


SERVIÇO

Social Distortion em São Paulo/SP

Data: 26 de fevereiro de 2027

Local: Vibra (Avenida das Nações Unidas, 17955, São Paulo/SP)

Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Social-Distortion-SP-2026-11-14-x


Social Distortion em Curitiba/PR

Data: 28 de fevereiro de 2027

Local: Live (Rua Itajubá, 143, Curitiba/PR)

Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Social-Distortion-CWB-2026-11-15-x


Mais informações

solidmusice.com

tedescomidia.com.br



Pietà transforma a tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul em angústia na faixa “From Dust to Mud”

 

Integrante do novo álbum “Who’s Watching”, música reflete o impacto da catástrofe de 2024 em meio a uma sonoridade que dialoga com Celtic Frost, Meshuggah e Soilwork.

 

Quando a PIETÀ retomou suas atividades em 2024 para iniciar a composição do recém-lançado álbum “Who’s Watching”, a realidade do Rio Grande do Sul impôs um cenário de destruição impossível de ser ignorado. As históricas enchentes que assolaram o estado naquele ano tornaram-se o ponto de partida para uma das composições mais importantes do novo registro: “From Dust to Mud”, quarta faixa do CD. 

 

Ouça:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/6m9wXApc1a2dgdKPaYRfhi

 

Com a participação especial do guitarrista convidado Michel Oliveira nos solos, a música afasta-se de abstrações para retratar o impacto físico e psicológico da catástrofe climática e social vivida pelos gaúchos. Segundo a banda, a música é a visão de um cidadão acordando da cegueira ideológica fascista no meio do caos da enchente. "Estávamos em pleno processo de retomada da banda em 2024 quando vimos cidades inteiras debaixo d'água, a poeira do cotidiano virando lama da noite para o dia e o desespero tomando conta de tudo. “From Dust to Mud” nasceu dessa ferida aberta. Não tinha como falar de um mundo doente sem registrar o que aconteceu no nosso próprio quintal, com o abandono e a sensação de impotência diante da força da natureza e da falha humana", relata o vocalista e guitarrista Leandro Sberzesengik.

Para dar forma a essa atmosfera sufocante ao longo das 17 faixas do álbum, a dupla formada por Leandro Sberzesengik (guitarras e voz) e Leandro Bernal Mohr (guitarras, baixo e programação de bateria) expandiu o vocabulário habitual da PIETÀ. Embora o grupo carregue o DNA do Grindcore e do Hardcore desde o fim dos anos 80, a construção de “Who’s Watching” — gravado em 2025 no Big Hill Studios — absorveu referências que privilegiam diversas influências.  Durante a concepção do trabalho, sonoridades como a escuridão abissal de “Monotheist” (álbum de 2006 dos suíços do Celtic Frost), a complexidade dissonante do Meshuggah e a pegada moderna do Soilwork serviram como norte para moldar a identidade do disco.

"Para traduzir esse clima opressivo das letras, precisávamos de texturas diferentes daquelas que fazíamos nos anos 90. A atmosfera pesadaça e arrastada do “Monotheist”, do Celtic Frost, foi uma referência enorme para o disco, assim como a frieza dos riffs do Meshuggah e a dinâmica de guitarras do Soilwork. Misturamos essas referências com a nossa bagagem do Grindcore e do Death Metal para criar um som que reflete exatamente a anomalia psíquica dos dias de hoje", explica Leandro Bernal Mohr.

 

Lançado de forma 100% independente em setembro de 2026, o CD físico “Who’s Watching” conta ainda com uma homenagem póstuma ao baixista original Sergio "Orelha" Mondin (in memoriam). O álbum pode ser adquirido diretamente com a banda pelo correio ou na loja Zeppelin, em Porto Alegre.  

 

Sobre a Pietà:

Ativa desde o final da década de 1980 em Porto Alegre, a PIETÀ faz parte do início da música extrema no Rio Grande do Sul. Guiada pelo conceito próprio de "Chaotic Grindcore" e pelo lema de "quebrar padrões dos que quebram padrões", a banda cruza Grindcore com letras em português, inglês, espanhol e italiano. Atualmente integrado pelos fundadores Leandro Sberzesengik e Leandro Bernal Mohr, o grupo soma em sua trajetória cinco demo tapes, participações em coletâneas no Brasil e no exterior, o single “Kaos” e os álbuns “Reconscience” (1996), “Chaotic Grindcore” (2015) e “Who’s Watching” (2026).  


Créditos da foto:  Divulgação

Contatos:

Instagram: https://www.instagram.com/pieta_chaoticgrindcore

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Korzus Eleva o Tom da Crítica através da Revolução Artística no Inédito Single e Videoclipe "Blind Deaf Mute"

Banda aposta em lançamento surpresa global e apresenta uma obra conceitual inspirada em Caravaggio e nas tensões sociais contemporâneas

Existem nomes que não apenas atravessam décadas, mas que moldam o próprio aço da história. O KORZUS é um desses pilares. Mantendo o ritmo avassalador de sua nova fase, a lendária banda paulistana de Thrash Metal surpreende o mercado mundial com o lançamento surpresa do single e videoclipe de "Blind Deaf Mute".

Acompanhando o marco do lançamento anterior, "No Light Within", a nova faixa atua como o contraponto perfeito na discografia da banda. Enquanto a música que abriu os caminhos da nova era trazia velocidade e uma estética predominantemente clara, "Blind Deaf Mute" mergulha em uma atmosfera cadenciada, densa e cheia de groove, acompanhada por uma produção audiovisual dramática com fundo escuro, explorando o claro-escuro e o dinamismo do Chiaroscuro clássico.

O clipe, idealizado, produzido e dirigido de forma independente pelos guitarristas Jean Patton e Jessica Falchi, traduz de maneira lúdica e conceitual as camadas de opressão e alienação presentes na letra. Inspirado pela profundidade visual do mestre da pintura italiana Michelangelo Merisi da Caravaggio, a estética do vídeo utiliza o contraste marcante para propor reflexões sobre o silenciamento, a manipulação social, a religião e a perda dos sentidos fundamentais no mundo moderno. A produção conta ainda com a participação especial do criador de conteúdo Cauê Moura, que interpreta a figura central opressora na narrativa.


O guitarrista Jean Patton detalha a busca estética e conceitual da produção:

"Buscamos construir uma imagem muito forte e dramática. Um quadro não vem com bula; ele te dá múltiplas óticas e deixa espaço para que cada pessoa interprete a partir da sua própria vivência. 'Blind Deaf Mute' fala sobre as diversas formas de opressão que vivenciamos diariamente, seja na sociedade, no trabalho, na política ou na religião, propondo o questionamento sobre estarmos cegos, surdos ou mudos para o que nos cerca. A arte tem o poder de propor reflexões, influenciar a realidade e enaltecer a revolução interior."


Para a guitarrista Jessica Falchi, a faixa reflete um momento de libertação e posicionamento:

"A letra aborda o sentimento de quem é oprimido e privado de sua liberdade e expressão. No clipe, construímos uma narrativa onde os personagens passam do automatismo e da dominação para o desespero e a busca pelo despertar. Cada elemento foi minuciosamente pensado para representar essas barreiras e a união necessária para superar o opressor. É uma mensagem forte, atual e muito alinhada com o papel do Metal como força transformadora."

Com uma estratégia de lançamento direto e sem avisos prévios nas plataformas digitais e redes sociais, o KORZUS reforça a intensidade da "Flesh Machine Era". Unindo o peso histórico de Marcello Pompeu (vocal), Dick Siebert (baixo) e Rodrigo Oliveira (bateria) à virtuosidade e visão estética de Jean Patton e Jessica Falchi, o quinteto demonstra que sua longevidade é impulsionada por constante renovação e relevância artística.

Crédito Foto: Estevam Romera

Ouça ‘Blind Deaf Mute’: https://www.korzus.com.br/bdm

Assista ao videoclipe ‘Blind Deaf Mute’: https://www.youtube.com/watch?v=CSPKFQK3G1w


Sobre o KORZUS:

Fundado em 1983, o KORZUS é uma das forças mais resilientes do Metal mundial. Com mais de 40 anos de estrada, a banda foi peça fundamental na explosão do Thrash Metal brasileiro, figurando na histórica coletânea SP Metal e lançando clássicos como Mass Illusion e Ties of Blood.

Hoje, o grupo consolida a "Flesh Machine Era", integrando a agressividade histórica de sua cozinha à modernidade das guitarras, reafirmando sua posição como embaixadores do Metal nacional nos palcos globais.


FORMAÇÃO:

Marcello Pompeu – Vocal

Dick Siebert – Baixo

Rodrigo Oliveira – Bateria

Jean Patton – Guitarra

Jessica Falchi – Guitarra


KORZUS Online:

YouTube // Instagram // Site


Enslaved lança novo álbum ''Mið" e visualizer pqra a faixa de destaque 'I Am Ice'

Crédito Foto: Chantik Photography

Pioneiros do metal progressivo, os noruegueses do Enslaved lançam hoje seu aclamado décimo sétimo álbum de estúdio, Mið (Nuclear Blast Records).

Para comemorar a ocasião, a banda lançou o visualizer da faixa de destaque "I Am Ice", que conta com a participação do músico sámi Johan Sara Jr.

O guitarrista Ivar Bjørnson declara: “Mið está no ar, e tenho um enorme orgulho de compartilhá-lo com vocês. Um álbum que explora a ideia de 'centro' traz a seguinte provocação: em direção a quê estamos nos movendo? Para mim, essa é a verdadeira busca: seguir uma ideia longe o suficiente até que ela comece a desafiar os próprios motivos de você a estar seguindo. Mitologia, som e o significado de ser humano continuam nos fornecendo material para explorar. É uma sensação ótima estar aqui, com este disco.”

Sobre a colaboração com Johan Sara Jr., ele acrescenta: “‘I Am Ice’ é um universo à parte, trazendo em si as sementes de todo o álbum. O joik de Johan Sara abre um espaço onde diferentes eras e lugares distantes parecem coexistir. Guitarras, vozes e texturas percussivas movem-se por esse espaço com toda a tensão e atrito que esse encontro provoca. Parte do que acontece aqui encontra seu contraponto mais adiante em Mið. Gosto da ideia de retornar a essa música após ouvir o disco completo e perceber que algo familiar ganhou outro significado.”

O vocalista e baixista Grutle Kjellson completa: "Lembro de ter certa dificuldade para estruturar um arranjo vocal lógico, então decidi fazer algo raro para mim: escrever a letra por completo, sem adaptá-la previamente à música. Ivar tinha algumas linhas prontas, e eu também. Na época, eu estava estudando a métrica, a estrutura de versos e as origens da poesia escalda da Nórdica Antiga. Por alguma razão, resolvi tentar criar algo semelhante a esses versos ancestrais. De forma fascinante, as linhas foram ganhando forma naturalmente conforme eu escrevia! Não afirmo que foi escrito 100% como um poema escalda, mas é fortissimamente inspirado por essa tradição.

A música fala sobre uma jornada através da escuridão pessoal e o processo de se reerguer. Quando a letra ficou pronta, o arranjo finalmente fez sentido — ou, ao menos, fez sentido para os padrões do Enslaved."

COMPRE / OUÇA MIð:

https://enslaved.bfan.link/mid

ASSISTA AO VIDEOCLIPE DE 'I AM ICE (FEAT. JOHAN SARA JR.)':

https://youtu.be/LbSgBGFBapI

Um lançamento da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Adquira sua cópia aqui: https://bit.ly/4i73duF.


Ao longo de uma trajetória de 35 anos e 17 álbuns, a vanguarda norueguesa redefiniu continuamente os limites do black metal progressivo, entrelaçando a história da Nórdica Antiga e suas tradições sagradas em paisagens sonoras modernas e complexas. Em seu trabalho mais recente, o Enslaved volta seu olhar para o conceito fundamental de eixo: o meio, a origem e o alcance infinito do momento presente.

Para celebrar a chegada de Mið, o Enslaved pegará a estrada pela Europa e Reino Unido em fevereiro de 2027 em uma turnê co-principal com a banda islandesa Sólstafir, acompanhada pelo Gaahls Wyrd, da Noruega, como atração de abertura.

Ingressos disponíveis em: https://enslaved.no/


ENSLAVED & SÓLSTAFIR

CO-HEADLINE TOUR 2027

c/ Gaahls Wyrd

04/02/27 - DE Berlim, Festsaal

05/02/27 - DE Leipzig, Felsenkeller

06/02/27 - DE Hamburgo, Fabrik

07/02/27 - DK Copenhague, Amager Bio

08/02/27 - DE Frankfurt, Batschkapp

09/02/27 - FR Estrasburgo, La Laiterie

11/02/27 - FR Rennes, Antipode

12/02/27 - FR Clermont-Ferrand, La Cooperative de Mai

13/02/27 - FR Toulouse, Le Metronum

14/02/27 - ES Barcelona, Razzmatazz 2

16/02/27 - FR Paris, Élysée Montmartre

17/02/27 - UK Londres, Electric Ballroom

18/02/27 - BE Liège, OM

19/02/27 - NL Nijmegen, Doornroosje

20/02/27 - NL Utrecht, Tivoli Pandora

21/02/27 - DE Colônia, Live Music Hall

23/02/27 - CH Solothurn, Kofmehl

24/02/27 - IT Milão, Magnolia

25/02/27 - AT Viena, SIMM City

26/02/27 - PL Varsóvia, Progresja

27/02/27 - CZ Brno, Fléda

Enslaved ao vivo em 2027 (EUA)

27 a 30 de maio de 2027 — EUA - Baltimore @ Maryland Deathfest 2027

Enslaved ao vivo em 2026

30 de outubro de 2026 — NO - Oslo @ Big Dipper - Sessão de Autógrafos / Meet & Greet

31 de outubro de 2026 — NO - Oslo @ Oslo Spektrum c/ Dimmu Borgir & Satyricon


Tracklist - Mið

1.  Non-Being
2.  I Am Ice
    (featuring Johan Sara Jr)
3.  Solar Will
4.  Mountain
5.  Spirit Helper 
    (featuring Kevin Kicking Woman)
6.  Parting
7.  Tales of Trees
8.  I Miðju

Inabalável, o icônico Enslaved segue firme como um dos pilares mais originais e consistentes da cena extrema mundial. Com a reputação de entregar performances ao vivo avassaladoras, o grupo se destaca pelo talento técnico impecável, fazendo jus ao seu som característico que une a agressividade do black metal à complexidade progressiva. A banda foi fundada em 1991 por Ivar Bjørnson e Grutle Kjellson, lançando sua primeira demo, Yggdrasill, no verão de 1992, seguida pelo lendário EP Hordanes Land em 1993, e seu álbum de estreia, Vikingligr Veldi, na primavera de 1994.

É uma conquista rara e impressionante que, após 35 anos de carreira e 17 álbuns, os horizontes do Enslaved continuem em expansão. Cada etapa na evolução do grupo de Bergen e cada nova fase parecem uma descoberta orgânica de renovação. Sua trajetória é tanto um compromisso com o propósito nascido na cena black metal norueguesa quanto uma disposição constante em desafiar dogmas e a si mesmos desde o início.

Mið, cujo título em nórdico antigo significa 'centro' ou 'meio', marca um novo ponto de partida para o grupo. A banda sempre explorou estados de transição, vide os álbuns conceitualmente ligados Utgard (2020) e Heimdal (2023). No entanto, o que aguardava além dessa fase era… inesperado.

Mið é um disco que lança luz sobre as harmonias e diálogos que nos cercam: a conexão entre as tradições do passado e a iluminação que trazem ao presente, e a força com que pequenas verdades individuais podem impactar o plano universal — tudo isso guiado por músicos que confiam no próprio instinto e na parceria coletiva para entregar uma obra eletrizante em todos os sentidos.


Formação Enslaved:

Ivar Bjørnson | guitarras

Grutle Kjellson | vocal, baixo

Arve 'Ice Dale' Isdal | guitarra

Håkon Vinje | teclados

Iver Sandøy | bateria

Hero Dishonest, hardcore punk da Finlândia, estreia no Brasil em 2027 com 8 shows

Banda de Helsinque vem em turnê com realização da Xaninho Discos e Läjä Records, selo que lançou seu slipt com o Mukeka di Rato, em 2004

Há 25 anos na estrada, o Hero Dishonest (@herodishonestband) é um dos nomes mais respeitados do hardcore punk da Finlândia, com nove discos de estúdio, turnês pela Europa e pelos Estados Unidos e elogios constantes da imprensa punk internacional. A banda de Helsinque vem pela primeira vez ao Brasil para uma turnê de oito shows entre 29 de janeiro e 7 de fevereiro de 2027, com passagens por Santo André, Sorocaba, São Paulo, Limeira, Natal, Fortaleza e Belém, além de um show secreto. A realização é da Xaninho Discos e da Läjä Records.

A turnê começa em 29 de janeiro, em Santo André (74 Club), e segue em 30 de janeiro, em Sorocaba (Devils Pub), e 31 de janeiro, em São Paulo (VIP Station). Em 2 de fevereiro, a banda faz um show secreto.

Depois vêm 4 de fevereiro, em Limeira (Mirage), 5 de fevereiro, em Natal (Backstage), 6 de fevereiro, em Fortaleza (Havanna), e 7 de fevereiro, em Belém (Ninho de Caba).


Encontro de 20 anos

A vinda do Hero Dishonest tem uma ligação antiga com o hardcore brasileiro. Em 2004, a banda dividiu um disco com o Mukeka di Rato, de Vila Velha (ES), um dos nomes mais conhecidos do hardcore nacional.

O split, que reunia o lado “Burzum Marley”, do Mukeka, e o lado “I And I Walked The Line”, dos finlandeses, saiu pela Läjä Records, selo capixaba de hardcore criado em 1998.


Trajetória

O Hero Dishonest surgiu em Helsinque em 1999 e estreou em disco em 2001. Desde então, a banda lançou nove álbuns, além de EPs e discos divididos com outras bandas, todos pela If Society, selo independente mantido pelo próprio guitarrista.

Já em 2005, quando tocou no Ilosaarirock, um dos principais festivais de rock da Finlândia, a banda era apresentada pela organização como um tesouro nacional do punk do país.

Ao longo da carreira, o Hero Dishonest fez turnês pela Europa, tocou nos Estados Unidos e na Rússia e passou por festivais como o Sideways, em Helsinque, e o Swampfest, na Lituânia.


Disco mais recente

O álbum mais recente, Flat Society, saiu em 2024, ano em que a banda completou 25 anos. O trabalho é o primeiro em que o Hero Dishonest alterna letras em finlandês e inglês e aborda temas como o combate ao nazismo e à homofobia, a crise climática e a guerra da Rússia na Crimeia. O disco fecha com uma versão de “Brick Wall”, do Big Boys, banda texana pioneira do hardcore nos anos 1980.

A revista americana Maximum Rocknroll, uma das publicações punk mais importantes do mundo, colocou Flat Society entre os discos de hardcore mais fortes do momento. Na Finlândia, o site Noise.fi deu nota máxima ao trabalho e o apontou como um dos destaques nacionais do ano.


Som e letras

O som do Hero Dishonest vem do hardcore americano do início dos anos 1980, de bandas como o Black Flag: músicas curtas, rápidas e diretas, que a própria banda resume com o lema “4 acordes, 40 segundos”.

As letras, cantadas em finlandês durante quase toda a carreira, são políticas e já atacaram o racismo na Finlândia e os movimentos neonazistas.

Conheça mais a Hero Dishonest: @herodishonestband



SERVIÇO

Hero Dishonest (Finlândia) pela primeira vez no Brasil

29 de janeiro de 2027 (sexta-feira): Santo André (SP), 74 Club

30 de janeiro de 2027 (sábado): Sorocaba (SP), Devils Pub

31 de janeiro de 2027 (domingo): São Paulo (SP), VIP Station

2 de fevereiro de 2027 (terça-feira): show secreto

4 de fevereiro de 2027 (quinta-feira): Limeira (SP), Mirage

5 de fevereiro de 2027 (sexta-feira): Natal (RN), Backstage

6 de fevereiro de 2027 (sábado): Fortaleza (CE), Havanna

7 de fevereiro de 2027 (domingo): Belém (PA), Ninho de Caba

Mais informações: xaninhodiscos.com.br

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