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quarta-feira, 27 de maio de 2026

Slayer: após anúncio de show único em São Paulo, telões do metrô expõem propagandas sobre o evento

Após o anúncio da volta do Slayer ao Brasil muita coisa foi especulada e obviamente, a divulgação não seria diferente.

Através de uma ação da Move Concerts e a 30e, o Metrô de São Paulo apareceu diferente neste quarta-feira (27) com várias artes da banda em telões.

Previsto para o fim do ano, a apresentação do quarteto acontecerá em um momento muito especial, afinal, trata-se da celebração dos 40 anos de "Reign In Blood", clássico do thrash metal lançado originalmente em 1986.


Confira o post no perfil oficial da Move Concerts Brasil:


**A data e o local serão confirmados na próxima sexta-feira, 29 de maio**


Foto: Divulgação/Nuclear Blast

DarkTower abre nova era com “Invasão” e anuncia álbum com forte carga conceitual “DISSENSU


A DarkTower iniciou oficialmente o ciclo de seu novo álbum, “DISSENSU”, com o lançamento de “Invasão”. Com letra em português, assim como todo o álbum, a faixa chega acompanhada de um lyric video, antecipa o trabalho mais ambicioso da banda carioca e aprofunda sua proposta de unir metal extremo, peso conceitual e temas ligados à memória histórica brasileira.

Confira o lyric video de “Invasão” aqui: 

EPK completo: 

Assessoria – The Bridge

Sepultura: show final da banda é confirmado com ex membros e bandas de abertura


Após o anúncio surpresa de seu último show na Mercado Livre Arena Pacaembu, o Sepultura também divulgou mais detalhes sobre o grande evento em São Paulo.

A turnê intitulada “Celebrating Life Through Death” irá contar com convidados especiais e também ex membros que fizeram parte de sua rica história, tais como Jean Dolabella (baterista que integrou a banda por 5 anos) e Jairo Guedz (guitarrista que participou da formação entre 1985 e 1987).

Já as bandas de abertura ficaram por conta do projeto Metal Allegiance com os músicos Mark Menghi (baixo) Mike Portnoy (bateria, Dream Theater), Phil Demmel (guitarra, ex-Machine Head), Troy Sanders (baixo, Mastodon) e Chuck Billy e Alex Skolnick (vocalista e guitarrista do Testament respectivamente), o clássico thrash do Sacred Reich e o Krisiun, um dos pilares do death metal mundial.


Serviço:
PRÉ-VENDA SANTANDER:
Quinta-feira (28/05) às 12h: Clientes Select e Private
Sexta-feira (29/05) às 12h: Demais clientes Santander

VENDA GERAL:
30/05 a partir das 10h online
11h na bilheteria oficial

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Wasteland Prophets lança terceiro single e amplia sua sonoridade; lado B traz cover de Johnny Cash


Duo formado por ex-integrantes do lendário Avalon lançará novo disco em breve

Por VHPress

A saga continua! O Wasteland Prophets, formado pelo guitarrista Frank Almendra (ex-integrante do Avalon e outros projetos) e o vocalista Anton Parr (ex-Buffalo Theory MTL, The Still, Avalon), que também atuam juntos no Hoax Society, lança o terceiro single do projeto, a faixa “Flat Earth Man".

A nova música dá continuidade ao trabalho, que consiste nos lançamentos mensais de singles que culminarão ao final em um álbum completo. Além do som autoral, todos os singles são/serão acompanhados de um cover e, depois de homenagear Nick Cave and The Bad Seeds e Leonard Cohen, agora é a vez de celebrar Johnny Cash. 

Expandindo sua paleta sonora para territórios inesperados — "Flat Earth Man" incorpora um coral gospel e camadas de teclado, além da base de hard rock característica da banda, criando uma de suas ofertas mais texturizadas e cinematográficas até o momento. A faixa continua o foco da banda em sistemas de crenças distorcidos, mitologia moderna e as falhas que atravessam a sociedade contemporânea.

"A música fala sobre o tipo de pessoa que constrói toda a sua identidade em torno de uma mentira — e como o mundo continua abrindo espaço para ela”, detalha o duo.

O cover escolhido foi de "The Man Comes Around", como mencionado de Johnny Cash, que chega retrabalhado através da lente mais sombria e atmosférica da banda. Enquanto a versão original de Cash carregava o peso de um acerto de contas bíblico, a versão do Wasteland Prophets filtra essa visão apocalíptica através de uma sensibilidade contemporânea do hard rock, amplificando o terror e mergulhando na decadência.

Com o entrosamento de Frank e Anton, o Wasteland Prophets molda ainda mais sua sonoridade, expandido sua gama de influências e criando ainda mais identidade. 

Ouça o single em todas as plataformas 
(link abaixo): 


"Flat Earth Man" chega em formato de lyric video, que ficou a cargo do próprio Anton Parr, que vem se especializando cada vez mais em arte digital, criando uma animação especial, utilizando como ferramenta principal a IA da Meta,  para a faixa. 

Confira abaixo:
 

Siga o Wasteland Prophets: 

Ziggy Phoenix, banda britânica de hard rock com brasileiro, lança single “Bittersweet Regret”

A força da banda já chamou atenção da imprensa especializada. A Classic Rock Magazine descreveu a apresentação ao vivo da Ziggy Phoenix como “uma mistura sensual e cheia de alma de músicas autorais emocionalmente carregadas”.

Confira “Bittersweet Regret” aqui: https://youtu.be/p4IQaP94yiM44


Assessoria - The Bridge

sábado, 23 de maio de 2026

Iron Maiden: Infinite Dreams entra no set de primeiro show da Run For Your Lives World Tour


Neste sábado (23) o Iron Maiden iniciou a segunda perna da "Run For Your Lives World Tour" com uma apresentação no Estádio Olímpico de Atenas, na Grécia.

O que poderia ser apenas mais um show previsível acabou se tornando uma surpresa para os fãs pois uma adição ao set tem rendido comentários entusiasmados.

Trata-se da adição de "Infinite Dreams", faixa que entrou no lugar de "The Clarvoyant" (ambas presentes em "Seventh Son of a Seventh Son" de 1988) e que não havia sido tocada desde dezembro na tour originária do álbum.

Foto do Instagram oficial: veja aqui


        
Setlist:
01.Murders in the Rue Morgue" ("Killers", 1981)
02.Wrathchild" ("Killers", 1981)
03.Killers" ("Killers", 1981)
04.Phantom of the Opera" ("Iron Maiden", 1980)
05.The Number of the Beast" ("The Number of the Beast", 1982)
06.Infinite Dreams" ("Seventh Son of a Seventh Son", 1988)
07.Powerslave" ("Powerslave", 1984)
08.2 Minutes to Midnight" ("Powerslave", 1984)
09.Rime of the Ancient Mariner" ("Powerslave", 1984)
10.Run to the Hills" ("The Number of the Beast", 1982)
11.Seventh Son of a Seventh Son" ("Seventh Son of a Seventh Son", 1988)
12.The Trooper" ("Piece of Mind", 1983)
13.Hallowed Be Thy Name" ("The Number of the Beast", 1982)
14.Iron Maiden" ("Iron Maiden", 1980)
15.Aces High" ("Powerslave", 1984)
16.Fear of the Dark" ("Fear of the Dark", 1992)
17.Wasted Years" ("Somewhere in Time", 1986)


Confira trecho gravado por fã durante a execução da faixa através do YouTube:


A "Run For Your Lives World Tour" foi anunciada com duas datas em São Paulo (25 e 27 de outubro) no NuBank Parque (ex-Allianz Parque) e mais recentemente foi a vez de Curitiba unir forças e garantir a experiência de mais um show da "donzela".

A data escolhida foi 28 de outubro na Arena da Baixada (estádio do Athletico Paranaense) e a venda de ingressos está disponível desde 21 de Maio através da LIVEPASS, e realização da MOVE Concerts.

Clique no link para comprar:


**A segunda data de São Paulo ainda tem ingressos disponíveis em alguns setores**



A turnê do Iron Maiden celebra os 50 anos de carreira do grupo, e pela América Central e Sul foca nos eventos de estádio, trazendo clássicos iniciais de sua carreira e, priorizando as primeiras décadas com uma produção incrível.

Em todas as datas a abertura fica por conta da banda Alter Bridge.


SERVIÇO:
Iron Maiden - Run For Your Lives Tour - SP
Local: Nu Bank Parque
Endereço: Avenida Francisco Matarazzo, 1705 - Água Branca
Data: 25/10/2026 e 27/10/2026
Abertura dos Portões: 16h
Alter Bridge: 19h10
Iron Maiden: 20h50
Classificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.



Iron Maiden - Run For Your Lives Tour - CWB
Local: Arena da Baixada
Endereço: Rua Buenos Aires, 1260 - Batel
Data: 28/10/2026
Abertura dos Portões: 16h
Alter Bridge: 19h10
Iron Maiden: 20h50
Classificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Dimmu Borgir - Já disponível "Grand Serpent Rising", novo álbum dos ícones noruegueses do Black Metal Sinfônico


                  Crédito Foto: Stian Andersen

Esperar por algo que você realmente deseja pode ser uma verdadeira agonia e os fãs fiéis da realeza norueguesa do metal extremo, o DIMMU BORGIR, conhecem esse sentimento melhor do que ninguém. Desde que o guitarrista Sven "Silenoz" Kopperud e o vocalista Stian "Shagrath" Thoresen formaram a banda em meio às florestas sombrias da Noruega, em 1993 - no auge da era triunfante da segunda onda do black metal - apressar o processo criativo nunca fez parte da equação. Especialmente desde "Abrahadabra" (2010), as obras mais recentes do DIMMU BORGIR só chegam ao mundo quando cada detalhe está esculpido à perfeição, nunca quando tendências, algoritmos ou cronogramas exigem. E essa tem sido a escolha certa: os discos da banda se tornaram clássicos absolutos do metal.
 
"Sem dúvida: qualidade deve sempre superar quantidade", afirma Silenoz com tranquilidade. "Eventualmente definimos prazos, mas nas fases iniciais de um álbum não existe cronograma algum. Pressa não significa nada para nós. A arte negra mais poderosa simplesmente não pode ser forçada sem perder sua essência."
 
O guitarrista faz uma pausa e continua: "É fácil virar um processo interminável. Tudo o que você cria parece que pode ser melhorado - essa é a maldição do artista, e é por isso que você segue em frente para fazer outro álbum. Mas chega um momento em que tudo finalmente parece certo. E é aí que você precisa deixar ir."
 
Oito anos após o lançamento de "Eonian", o DIMMU BORGIR retorna com treze faixas devastadoras e surpreendentemente diversas sob o título "Grand Serpent Rising" e o peso desse nome já diz muito.
 
"É perfeito", concorda Silenoz. "O Dimmu Borgir é um leviatã em escala grandiosa, e estamos ascendendo novamente. Enquanto a serpente representa o mal para alguns, para nós simboliza outra coisa: renovação, crescimento, conhecimento e libertação. Trocar de pele, por assim dizer. E não esqueça que fevereiro de 2026 marca o fim do Ano da Serpente - praticamente o mesmo momento em que o álbum foi concluído."
 
Fiel à tradição da banda, o processo criativo foi novamente intenso e exigente. Entre 2018 e 2019, e durante toda a pandemia, riffs, melodias e ideias temáticas foram desenvolvidos individualmente em estúdios caseiros, tornando-se lentamente em algo monumental.
 
"Quando finalmente nos reunimos como banda", explica Silenoz, "percebemos que tínhamos muito mais material forte do que imaginávamos. O suficiente para um álbum duplo."
 
Um "problema positivo", como alguns diriam. "Ter ideias nunca foi difícil para nós", ri o guitarrista. "O desafio real é matar seus queridinhos. Às vezes você ama profundamente um riff ou uma melodia, mas isso sozinho não faz uma música. Tivemos que deixar de lado nossos apegos pessoais e focar no que era melhor para a banda e para o álbum. Cada detalhe precisava justificar sua existência. O resultado é uma declaração destilada e focada - sem excessos, sem enchimento."
 
Ao mergulhar nesta jornada traiçoeira traçada por essa serpente norueguesa, as palavras de Silenoz se confirmam imediatamente. Após a intro sombria 'Tridentium', a faixa de abertura 'Ascent' atinge como um relâmpago cruzando um céu nórdico congelado. Agressiva, venenosa e estranhamente bela, ela prova que o DIMMU BORGIR não perdeu intensidade, ameaça ou autenticidade.
 
E o ímpeto nunca diminui. Ao longo de quase uma hora, "Grand Serpent Rising" mantém um domínio absoluto: é uma obra majestosa e poderosa, que soa como uma banda possuída pela energia selvagem do underground norueguês dos anos 90, mas guiada pela disciplina composicional e pela sabedoria conquistada em mais de três décadas de criação implacável.
 
"Uma das maiores diferenças em relação a Eonian", observa Silenoz, "é que reduzimos um pouco os coros e a orquestração. Esses elementos são essenciais ao Dimmu Borgir, claro, mas desta vez aparecem apenas onde realmente adicionam força. E quando entram, você sente."
 
Outra mudança significativa ocorreu em 2024, quando o guitarrista de longa data Galder deixou a banda para focar no Old Man's Child. Em vez de enfraquecer o coletivo, a mudança aproximou o processo criativo de suas raízes.
 
"Menos gente na cozinha significa menos concessões", diz Silenoz. "Nos primeiros anos, era só eu e Shagrath trocando ideias. De certa forma, voltamos a isso. É direto e produtivo. Dizemos imediatamente quando algo não é forte o suficiente."
 
Ainda assim, "Grand Serpent Rising" é um esforço de banda completa, com Daray (bateria), Victor Brandt (baixo), Gerlioz (teclados) e Damage (guitarras) desempenhando papéis essenciais. "Embora a maioria das ideias centrais ainda venha de mim ou do Shagrath", reforça Silenoz, "elas fluem livremente entre todos. Cada membro contribui para fortalecer as músicas - e essa dinâmica funciona excepcionalmente bem hoje."
 
Liricamente, o álbum segue uma trajetória espiritual clara, sem se tornar um conceito rígido. Temas de transformação, dissolução do ego e despertar permeiam a obra, inspirados em tradições esotéricas e na alquimia interior: o ato de abandonar o velho eu em busca do verdadeiro potencial.
 
"Dentro de cada ser humano existem centros divinos adormecidos, os chakras, cujo despertar pode levar muitas vidas", explica Silenoz. "Mas quando a alma atinge maturidade suficiente, esse processo pode ser acelerado. Com disciplina e meditação profunda, a força sagrada pode ascender em uma única vida, ativando cada centro."
 
Renomado por sua narrativa densa e imersiva, ele continua: "Essa corrente ascendente, conhecida desde a antiguidade como Kundalini ou Fogo da Serpente, transforma o buscador, despertando qualidades divinas e cumprindo a antiga promessa: 'Sereis como deuses'. Ao atravessarmos temporariamente este mundo, trocamos de pele como a serpente, repetidas vezes, buscando transcender nossas limitações."
 
Em homenagem aos primeiros anos da banda, algumas faixas aparecem em norueguês. "Poderiam ter sido em inglês", diz Silenoz, "mas nossa língua natal parecia mais adequada para certos temas. Por exemplo, 'Ulvgjeld & Blodsodel', o single principal, fala sobre herança e linhagem, passar algo essencial para quem vem depois."
 
"Como foi escolher os singles desta vez?" ele ri. "Eu realmente não sabia por onde começar - todas as músicas pareciam fortes o suficiente."
 
A gravação aconteceu novamente em Gotemburgo com o produtor Fredrik Nordström, responsável por clássicos como "Puritanical Euphoric Misanthropia" e "Death Cult Armageddon".
 
"Ele nos conhece e sabe o tipo de som que buscamos", diz Silenoz. "Nos afastamos por um tempo, mas quando ele remixou Puritanical alguns anos atrás, percebemos como nossa conexão ainda era forte. Trabalhar com ele novamente foi natural e o resultado não poderia ser melhor."
 
Desde o início, o objetivo sonoro era claro. "Queríamos que o álbum soasse como o Dimmu Borgir ao vivo", sorri Silenoz. "O que você ouve é o que realmente foi tocado. O som é orgânico e poderoso - nada de estética moderna hiperquantizada, nada de bumbo 'máquina de escrever'."
 
Quando a mixagem e masterização terminaram, já no fim do outono, Nordström deu um veredito que Silenoz não esquecerá tão cedo.
 
"Fredrik disse que este foi o melhor álbum do Dimmu Borgir com o qual ele já trabalhou", lembra. "Ele não precisava dizer isso e ele é um cara direto. Quando ele fala algo assim, é porque realmente acredita."
 
Silenoz faz uma pausa e sorri. "Eu sei que é um clichê enorme dizer que este é nosso melhor álbum", admite. "Mas pense assim: por que continuaríamos fazendo isso se não acreditássemos nisso? Quando a banda e o produtor sentem que a missão foi cumprida, o que vier de fora (fãs, jornalistas, críticos) é secundário. Se gostarem, ótimo. Se houver críticas, tudo bem também. Isso não nos afeta. Continuamos trilhando nossos próprios caminhos sombrios."
 
"Grand Serpent Rising" está disponível no Brasil pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Adquira sua cópia aqui: https://bit.ly/3PtDpid.


 
TRACKLIST
1. Tridentium
2. Ascent
3. The Qryptfarer
4. As Seen in the Unseen
5. Ulvgjeld & blodsodel
6. Repository of Divine Transmutation
7. Slik minnes en alkymist
8. Phantom of the Nemesis
9. The Exonerated
10. Recognizant
11. At the Precipice of Convergence
12. Shadows of a Thousand Perceptions
13. Gjǫll
 
FORMAÇÃO
Shagrath - vocal
Silenoz - guitarra
Damage - guitarra
Victor - baixo
Gerlioz - teclados
Daray - bateria
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/NUCLEAR BLAST RECORDS
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