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sábado, 31 de outubro de 2026

The Tracy G. Group lança “MAKKINAGEDOOM” e traz toque brasileiro ao projeto do ex-guitarrista de Dio

Crédito: The Tracy G. Group/Fabiano Negri

Tracy G. une forças com o vocalista brasileiro Fabiano Negri em álbum que combina riffs pesados, atmosferas sombrias e uma distopia sobre o futuro da humanidade.

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O The Tracy G. Group lançou em MAKKINAGEDOOM, álbum que reúne o guitarrista Tracy G., conhecido por sua passagem pela banda de Ronnie James Dio entre 1993 e 1999, o vocalista brasileiro Fabiano Negri e o baixista Randy Oviedo.

​Com 12 faixas, sendo 11 composições inéditas e uma bônus em português, MAKKINAGEDOOM aposta em riffs robustos, guitarras agressivas, groove e passagens carregadas de tensão, resgatando uma abordagem sombria e direta do Heavy Metal.

​Sua sonoridade remete aos momentos mais pesados da passagem de Tracy G. pela banda de Ronnie James Dio, especialmente nos álbuns Strange Highways (1993) e Angry Machines (1996), sem abrir mão de uma identidade própria.

​O disco também desenvolve uma narrativa distópica na qual as máquinas assumem o controle da humanidade, enquanto os seres humanos tentam reagir ao domínio tecnológico. Nesse cenário, as letras questionam os limites entre as criações humanas e o poder que elas passam a exercer sobre seus próprios criadores.

​​“Human Reptile” foi o primeiro single e videoclipe lançado devido a sua força de composição e por representar de maneira direta a proposta e a sonoridade do álbum nessa nova jornada. Na sequência, “P.I.G.” chegou como segundo single, também com videoclipe, destacando a intensidade das guitarras e os refrões incisivos.

​Outras faixas exploram contrastes entre passagens acústicas, elementos percussivos e momentos de maior agressividade, evidenciando a diversidade sonora do álbum.


Ouça o álbum em todas plataformas digitais:

​https://distrokid.com/hyperfollow/thetracyggroup1/makkinagedoom​

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Tracklist de MAKKINAGEDOOM:

​“MAKKINAGEDOOM”

“Human Reptile”

“P.I.G.”

“Stagnation”

“Grotesque”

“Useful Useless Thing”

“A Prettier Coffin Than Mine”

“Lycanthropy”

“Cult Mentality”

“The Idiot Thinker”

“Sad Brad”

“Inútil Útil” (versão em português de “Useful Useless Thing”) (Bonus Track)

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A produção do álbum foi desenvolvida remotamente entre os Estados Unidos e o Brasil. Tracy G. gravou as guitarras e a bateria, além das linhas preliminares de baixo. Randy Oviedo ficou responsável pelas linhas finais do instrumento, enquanto Fabiano Negri assumiu os vocais, as letras e as melodias vocais. Com mais de 30 anos de carreira, o cantor contribui para o disco com uma interpretação que transita entre o Hard Rock e o Heavy Metal.

​Com MAKKINAGEDOOM, lançado em todas as plataformas digitais e também em CD físico, The Tracy G. Group retoma elementos marcantes da trajetória de Tracy G. e os combina a uma nova parceria criativa. O resultado une Heavy Metal de riffs pesados a uma narrativa que questiona os limites do poder tecnológico e o futuro da humanidade.

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Para os futuros shows do The Tracy G. Group no Brasil, o projeto contará com outro músico brasileiro: o baterista Guto Aielo, da banda All Is Allowed.

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THE TRACY G. GROUP NAS REDES:

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FABIANO NEGRI NAS REDES:
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Assessoria de Imprensa:

JZ PRESS - @jzpressassessoria​

Cobertura: Iron Maiden - NuBank Parque (27/10/2026)

A "Run For Your Lives World Tour" comemora os grandiosos 50 anos do Iron Maiden, talvez o maior nome de seu gênero, e não é para menos, pois a quantidade de histórias, feitos e contribuições demonstram sua importância num todo.

Após a ótima abertura de show com o quarteto do Alter Bridge agitando o público, era a vez do show principal tomar conta da mente, olhos e energias dos presentes.

O NuBank Parque estava em êxtase quando as primeiras canções começaram a tocar nos auto falantes, e para os fãs da "donzela", aquela sequência é muito familiar pois trata-se das escolhas de Steve Harris para o "esquenta".

"Doctor Doctor" cantada por todos já demonstrava uma expectativa enorme, mas quando os primeiros acordes da icônica faixa "Ides of March" surgiu, a euforia, os gritos e a empolgação tomaram conta do ambiente.

É preciso destacar algo importante, algumas das canções do setlist estariam estreando em solo nacional finalmente, e foi com a brilhante "Murders In The Rue Morgue" o pontapé inicial, Bruce Dickinson cantando como nunca e o "patrão" Steve Harris correndo pelos lados, algo muito característico de seus shows.

A performance inicial foi de uma banda afiada mediante as dificuldades da idade, não parecendo ter o peso de tanto tempo de estrada, mas com aquela experiência de alguém que sabe o que faz e onde pisar.

"Wrathchild" surgiu com uma versão bem diferente dos últimos anos, mais lenta, arrastada, andamentos conhecidos mas de uma forma diferente, mas ainda sim, nada mudou quando Mr.Dickinson resolveu soltar o seu agudo pleno.

Durante a atual tour, a banda tem explorado de forma muito benéfica os telões com projeções incríveis, dando um ar ainda mais teatral para cada canção, levando o fã para viagens incríveis através das artes escolhidas e suas progressões, algo muito bem desenvolvido.

Era a vez de "Killers", segunda canção inédita da noite, um pouco arrastada também nos moldes atuais mas ainda sim, um clássico.
Bruce novamente demonstra performance acima da média com as notas altas, e um clima nostálgico no refrão cantado por todos, além de apresentar o primeiro Eddie da noite, sempre celebrado mundialmente.

Até o momento, o clima parecia ter chegado ao auge de êxtase inicial de um grande show, mas o que estava por vir era definitivamente a descarga de alegria mais pura possível com outro clássico, "Phantom of the Opera".

A cancão trouxe animações muito interessantes, além de outra boa performance, que aliás, deram um tom de mais velocidade ao show, tendo ótima aceitação, bem como as chamas laterias e centrais do palco surgindo.

Preciso pontuar sobre a mudança na bateria pois Simon Dawson não é "apenas" um substituto, ele está para banda como um homem de confiança do "patrão", alguém que possui experiências passadas como em sua passagem pelo The Outfield, além de estar fixo no British Lion, projeto paralelo de Harris.

É óbvio que suas linhas, progressões, tudo se torna diferente e em um tom mais intimista, mas é preciso entender que também trata-se de um pedido, afinal, como manter uma linhagem onde ninguém pudesse se adaptar?!

"The Number of the Beast", clássico absoluto dos anos 80, emanava aquela energia única e intensa de suas execuções, outra facilmente cantada pelo seu famoso refrão.

A última música entre as novidades estava por vir, Bruce Dickinson fez um discurso sobre a demora em incluí-la no set após tantos anos, e claro, seria a primeira vez por aqui (considerando a segunda noite).

"Infinite Dreams", com projeções incríveis inspiradas no ótimo álbum "Seventh Son of a Seventh Son (1988) iniciava com a emoção de muitos, a expectativa de vários e as câmeras apontadas para cada detalhe executado, sendo um dos momentos mais legais até ali.

Em um show com tantos detalhes minuciosos, fica complicado definir apenas uma projeção definitiva, mas se tivéssemos como listar um Top 3, certamente a faixa "Powerslave" estaria garantida, tendo como base a arte de capa com variadas nuances a cada riff, muito celebrada por vários e apreciada em contexto geral.

O fogo no palco aparecendo diante de Bruce chama atenção pela escolha de cores, enquanto usava a sua famosa máscara enquanto interpreta a canção, além de interagir bem com o público novamente.

Existem riffs que se tornam marcantes por características tão simples que todo mundo reconhece em poucos segundos, e isso é apenas uma das características que tornam a clássica "2 Minutes To Midnight" uma verdadeira seita para os guitarristas. Refrão viciante, Harris novamente correndo na segunda parte, solos de Adrian Smith e de Dave Murray, tudo contribuiu para a grande apresentação.

Uma das grandes atrações da noite ficou a cargo de "Rime of the Ancient Mariner", um grande épico onde Bruce Dickinson usa e abusa de seu talento para declamar uma grande história, e neste caso, uma ótima dinâmica do telão, um dos melhores da noite.

Era chegada a hora da canção que moldou a tour atual durante as famosas propagandas, "Run To The Hills", cantada até mesmo por quem não era um fanático, afinal, quem não se empolgaria com um dos singles mais aclamados da história?!

"Seventh Son of a Seventh Son" trouxe uma das projeções mais bonitas também, mantendo aquele clima sombrio, soturno e épico, e mesmo que ao fim durante os solos tenha ficado um pouco diferente pela progressão escolhida, ao menos para mim, não afetou como um todo.

"The Trooper", o single mais comercializado da banda, enfim chega com o famoso traje de Bruce Dickinson e as interações do segundo Eddie com a banda, principalmente com o simpático Janick Gers que interage e diverte.

"Hallowed Be Thy Name" manteve a essência, mostrou um pouco mais da mudança nas linhas de bateria e a velocidade reduzida, porém, o que seria do público sem a interação de Bruce Dickinson nesse momento? Diversão!

O fim do primeiro ato ficou por conta da faixa titulo, um verdadeiro clássico do heavy metal, tendo uma grande projeção de Eddie que chama atenção desde os últimos lugares do estádio, parecendo "sair" para pegar os integrantes a qualquer momento.

Um pouco de descanso, um gole nas águas que eram fornecidas na pista premium e estávamos prontos para o trio final.

"Aces High" surge com batalhas no telão sob o comando de Eddie e ótima dinâmica, outro belo momento cantado por todos (baita refrão, por sinal), e novamente a nostalgia de décadas passadas revivendo nos rostos de cada fã de longa data.

"Fear of the Dark", um dos símbolos mais divulgados do Rock In Rio 2001, aparece com uma linda da Lua sendo projetada enquanto Bruce Dickinson atua com uma lanterna, declamando as primeiras estrofes.

Enquanto o público gritava seu refrão, a banda interagia e se divertia a cada momento, demonstrando que cada instante da noite valeu a pena, mas, o que faltava para fechar a noite? 

Adrian Smith solfejar os primeiros acordes de "Wasted Years", fechando um dos melhores shows de 2026 com muitos chorando, cantando e abraçando os amigos, a melhor experiência possível para um final triunfante.


No geral, vimos que a banda consegue unir os clássicos absolutos ao momento atual, mudanças ocorreram, andamentos um pouco estranhos (talvez por conta da memória sempre viva de Nicko McBrain), mas nada que pudesse tirar a nostalgia, a hegemonia e a experiência de uma das melhores bandas de todos os tempos.

Bruce Dickinson continua cantando demais, Steve Harris mandou bem em suas linhas características, e o trio de guitarras afiados.

Simon?Curti bastante, entendo o momento "diferente", não é preciso tentar fazer a roda novamente, mas também é preciso entender que as coisas mudam.

Não acredito que este tenha sido o último show por aqui, mas devo dizer que, caso você não tenha ido, busque o próximo sem pensar.


Setlist:
1. The Ides of March (intro)
Murders in the Rue Morgue
2. Wrathchild
3. Killers
4. Phantom of the Opera
5. The Number of the Beast
6. Infinite Dreams
7. Powerslave
8. 2 Minutes to Midnight
9. Rime of the Ancient Mariner
10. Run to the Hills
11. Seventh Son of a Seventh Son
12. The Trooper
13. Hallowed Be Thy Name
14. Iron Maiden
Bis:
15. Aces High
16. Fear of the Dark
17. Wasted Years


Confira no link a resenha sobre o show de abertura com o Alter Bridge:


Deixamos aqui o nosso agradecimento a Midiorama e a Move Concerts pela oportunidade da cobertura.

Agradecemos pela seção de fotos cedida pelo site Headbangers Brasil

Fotos por Ian Dias (@diasphotography)
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sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Dark Dimensions Fest 2027 celebra 27 anos da produtora e anuncia primeiras atrações para dois dias de festival


Evento acontece em 10 e 11 de julho, no VIP Station, em São Paulo, com 20 bandas, dois palcos e atrações nacionais e internacionais.
A produtora Dark Dimensions completa 27 anos de história em 2027 e prepara uma celebração especial com a terceira edição do Dark Dimensions Fest, marcada para os dias 10 e 11 de julho, na VIP Station, em São Paulo (SP).

A programação terá dez bandas por dia, distribuídas em dois palcos, com cinco atrações nacionais e cinco internacionais em cada data. A proposta é reunir diferentes vertentes do rock e do metal em dois dias dedicados à música pesada.

Entre os nomes confirmados estão os norte-americanos do Prong, que se apresentam no sábado, 10 de julho, e a banda holandesa Delain, escalada para domingo, 11 de julho. O evento também reúne representantes da cena brasileira, como Stormsorrow, Siegrid Ingrid, New Democracy, Storia e Medjay. Outra atração internacional é o português Master Dy.

Ao todo, o festival contará com 20 bandas. Até o momento, oito atrações foram confirmadas, enquanto outras 12 serão anunciadas pela organização nas próximas etapas de divulgação do line-up. Os detalhes sobre ingressos e novas confirmações serão divulgados em breve.


Sobre as primeiras atrações:

Crédito: Tom Flynn

Formado em Nova York, em 1986, o Prong construiu uma identidade musical marcada pela combinação de thrash metal, groove metal, hardcore e elementos industriais. Liderado pelo vocalista e guitarrista Tommy Victor, o grupo ganhou projeção internacional com álbuns como Beg to Differ (1990), Prove You Wrong (1991) e Cleansing (1994). Este último inclui “Snap Your Fingers, Snap Your Neck”, uma das músicas mais conhecidas da banda, que ganhou destaque na programação da MTV nos anos 1990.


Crédito: Andrea Falaschi

Já o Delain ocupa um lugar de destaque no metal sinfônico europeu. Fundado em 2002 pelo tecladista Martijn Westerholt, ex-integrante do Within Temptation, o grupo combina guitarras pesadas, melodias marcantes e arranjos orquestrais. Entre os trabalhos de sua discografia estão We Are the Others (2012), Moonbathers (2016) e Dark Waters (2023), que representam diferentes momentos de sua trajetória. Atualmente, a banda conta com a nova vocalista Diana Leah, em substituição a Charlotte Wessels.


Crédito: New Democracy/Divulgação

Representando a cena brasileira, o New Democracy surgiu em Varginha (MG), em 2012, e desenvolveu uma sonoridade baseada no death metal melódico, com elementos sinfônicos. A banda já participou de festivais do circuito nacional e prepara seu terceiro álbum de estúdio. Em 2026, o grupo também apresentou Death Possession Revisited, uma nova versão de Death Possession, originalmente lançado em 2019.


Crédito: Felipe Cavalieri

Outra atração nacional confirmada é o Storia, projeto formado em 2023 a partir de uma ideia do vocalista Pedro Torchetti. A banda explora o progressive power metal e aposta em uma proposta conceitual, na qual cada álbum desenvolve uma narrativa própria, com personagens, cenários e conflitos. A combinação entre elementos tradicionais do power metal e diferentes possibilidades musicais contribui para a identidade do grupo na cena brasileira.


Crédito: Eduardo Andrade

A Stormsorrow, de Goiânia (GO), também integra a programação do primeiro dia. O grupo trabalha com uma combinação de thrash metal e melodic death metal, reunindo referências da escola tradicional do metal extremo e elementos de sonoridades mais modernas. Em dezembro de 2025, lançou seu álbum de estreia, The Blood Red Horizon, primeiro capítulo de uma proposta conceitual desenvolvida pelo vocalista e guitarrista Kahlil Souto.

Diretamente de Belo Horizonte (MG), a Medjay leva ao festival uma proposta de power metal inspirada na cultura egípcia. Desde sua formação, em meados de 2018, a banda constrói sua identidade a partir de referências históricas, mitológicas e culturais, incorporadas às letras e à atmosfera de suas composições. O álbum Sandstorm marcou um dos primeiros capítulos dessa trajetória. Após um pequeno hiato, o grupo anunciou em setembro sua retomada das atividades.


Crédito: Luiz Berenguer

O primeiro dia também contará com a presença do Siegrid Ingrid, um dos nomes tradicionais do metal extremo brasileiro. Formado em São Paulo, em 1989, o grupo construiu sua trajetória combinando thrash metal, groove e hardcore em um crossover furioso. Seus álbuns Pissed Off (1995) e The Corpse Falls (1999) marcaram diferentes momentos da cena underground nacional. Após um período de interrupção das atividades, a banda retomou sua trajetória e lançou Back From Hell (2023), seguido pelo registro ao vivo Massacre In Lorena (2024), reafirmando sua identidade agressiva e sua importância para o metal brasileiro. Atualmente, o Siegrid Ingrid trabalha em material inédito, cuja primeira amostra é o brutal single Antihuman.


Creditos: Divulgação

Completando as atrações anunciadas para o domingo, o Master Dy representa Portugal com uma sonoridade que combina gothic metal, alternative metal e elementos do metal moderno. Formado em 2019, o projeto aposta em atmosferas sombrias, vocais femininos e uma apresentação de forte apelo visual e teatral, aproximando peso, melodias e texturas industriais.


Uma trajetória de grandes nomes do rock e metal

Ao longo de sua história, a Dark Dimensions promoveu mais de 300 eventos com artistas nacionais e internacionais. Dessa forma, levou ao Brasil nomes importantes de diferentes gerações e vertentes do rock e metal, consolidando sua presença no circuito de shows do país.

Entre os artistas que passaram por eventos da produtora estão Manowar, Rob Halford, Accept, W.A.S.P., U.D.O., HammerFall, Overkill, Doro, Glenn Hughes, Sebastian Bach, Cradle of Filth, Epica, Dark Tranquillity, DragonForce, Dismember, Sinister, Marduk, Suffocation, Primal Fear, Sanctuary, The 69 Eyes, Finntroll, Sirenia, Deathstars, Brujeria, Forbidden, Venom Inc., Rhapsody of Fire, The Mission, Myrath, Possessed, Nile, As I Lay Dying e Corrosion of Conformity, entre muitos outros.

A história do festival também reúne diferentes momentos da trajetória da produtora. Inicialmente, em 2017, foi realizado o Dark Dimensions Folk Festival. Anos depois, em 2025, o Dark Dimensions Fest teve uma edição no Carioca Club, com apresentações de Nervosa, Torture Squad, Elm Street, Eskröta, Throw Me To The Wolves e The Damnnation.

Já em fevereiro de 2026, a segunda edição do festival aconteceu na Burning House, em São Paulo. Na ocasião, o público acompanhou as apresentações de Forbidden, Vio-Lence e Venom Inc., além da banda brasileira New Democracy. Agora, a edição de 2027 amplia a proposta para dois dias de apresentações e 20 atrações.

Com oito nomes já anunciados e outras 12 bandas ainda por revelar, o Dark Dimensions Fest 2027 prepara uma programação que reúne diferentes vertentes do metal nacional e internacional. Portanto, a celebração acontece em 10 e 11 de julho, no VIP Station, em São Paulo.


Serviço – Dark Dimensions Fest 2027

Data: 10 e 11 de julho de 2027
Local: VIP Station – São Paulo/SP
Atrações confirmadas:
10 de julho: Prong (EUA), Stormsorrow, New Democracy e Siegrid Ingrid.
11 de julho: Delain (Holanda), Storia, Medjay e Master Dy (Portugal).
Programação: 20 bandas, dois palcos e dez atrações por dia.
Abertura da casa: 13h.
Realização: Dark Dimensions
Assessoria: JZ Press

Mais informações sobre ingressos e novas atrações serão divulgadas em breve.

Cobertura: Alter Bridge - NuBank Parque: Abertura para o Iron Maiden (27/10/2026)

Formada em 2004, o Alter Bridge conseguiu um grande respeito no cenário alternativo do metal desde seu início, tendo como base grandes elementos do hard rock moderno.

Myles Kennedy (vocal e guitarra base) se uniu aos ex integrantes do Creed, Mark Tremonti (guitarra solo e vocal), Brian Marshall (baixo) e Scott Phillips (bateria) e assim, após duas décadas, ainda continuam fortes e cheios de ótimas apresentações pelo mundo.

A banda foi a escolhida para a abertura dos shows que o Iron Maiden marcaram para o Brasil neste ano, ambos mantendo a celebração dos 50 anos de carreira através da "Run For Your Lives World Tour".

O tempo em São Paulo estava um pouco frio, clima de "inverno passageiro" e trânsito relativamente tranquilo no período da tarde, nada que pudesse atrapalhar os fãs pelas imediações do NuBank Parque, localizado na zona oeste da capital. Andando pelos corredores do estádio, era possível encontrar merchandising com algumas camisetas do Alter Bridge, mas como sabemos, a divulgação massiva estava ligada ao headliner da noite, algo comum nestes casos, então, entre compras e preços variados, muitos se misturavam com suas vestimentas, cabelos, acessórios e personalidades.

Fomos até a pista premium conferir um pouco do clima, os fãs chegavam e a euforia aumentava, fossem pelas pistas ou quem escolheu assistir sentado pelos setores acima, pouco a pouco foram enchendo os espaços e tirando fotos das artes que apareciam.

No horário correto, a banda subiu ao palco com um público relativamente grande, e muita animação tomou conta de muitos com a abertura de "Silent Divide", faixa presente em seu mais recente álbum, auto intitulado.

O clima denso e um som muito bem regulado davam um tom imersivo e bem tranquilo para o início do show, levando o público para uma interação bem interessante.

Aumentando ainda mais a vibe do início, "Addicted To Pain", um dos grandes singles da carreira, chega para agitar todos os presentes com seus riffs pesados e vocais melódicos durante o refrão viciante.

Quem conhece a banda sabe que suas nuances variadas dão um tom específico para os shows, indo do lado metal ao mais soturno em poucos instantes, e foi assim que "Cry For Achilles" ganhou a atenção com sua intro intimista até o peso de Tremonti surgir em sua progressão.

"Fortress" foi a primeira amostra que mexeu com as emoções dos presentes, faixa presente no álbum homônimo de 2014, mantendo uma linha acessível e que ganha facilmente atenção.

Uma grata surpresa ficou por conta da faixa "Ghosts Of Days Gone By", presente no álbum "AB III" de 2011, tendo grande apelo comercial e radiofônico, aliás, um dos melhores refrões grudentos da carreira de Myles Kennedy.

O peso retorna com "Metalingus", um dos grandes registros da banda que foi impulsionado principalmente pelo sucesso da parceria com a modalidade WWE e o lutador de pro-wrestling Adam Copeland, mais conhecido como Edge, conquistando o público novamente.

"Blackbird" retorna com a emoção aos fãs, sendo um dos grandes momentos do show com todos cantando o seu refrão, além dos inúmeros celulares apontados sem perder um único minuto, marcando o fim de um show impecável.

Ainda dava tempo para mais? Claro! 
"Rise Today" entregou uma ótima performance, agitando aquele clima frio da capital, além de preparar o público para o show principal.


No geral, vimos que a banda estava bem afiada, os solos de Tremonti deram um tom moderno, a cozinha eficiente de Scott e Brian com sua cadência e os vocais precisos de Myles marcaram, para mim, o seu lugar naquela noite, mesmo que ele estivesse um pouco contido.

Uma pena que o setlist tenha sido curto, mas espero vê-los em um show solo em breve.


Tracklist:
Silent Divide 
Addicted To Pain 
Cry For Achilles 
Fortress 
Ghosts Of Days Gone By 
Metalingus 
Blackbird 
Rise Today


Deixamos aqui o nosso agradecimento a Midiorama e a Move Concerts pela oportunidade da cobertura.

Agradecemos pela seção de fotos cedida pelo site Headbangers Brasil

Fotos por Ian Dias (@diasphotography)

Arte editada por vinyalmeida91metal


Confira a nossa playlist da banda:

Siga a banda:

Social Distortion transfere turnê no Brasil para fevereiro de 2027

Clássica banda de punk rock de Mike Ness se apresenta em São Paulo (26/02, Vibra) e Curitiba (28/02, Live)

Ingressos comprados pela 101 Tickets seguem válidos e reembolso pode ser solicitado até 30 de novembro


A esperada volta do Social Distortion ao Brasil, 16 anos depois da única passagem da banda pelo país, foi remarcada para fevereiro de 2027. A Solid Music comunica que os shows previstos para o mês de novembro foram transferidos para dia 26/02 em São Paulo (Vibra) e dia 28/02 em Curitiba (Live).

Os ingressos continuam à venda pela 101 Tickets.

A mudança vem como consequência de um fim de ano intenso e exaustivo para a banda norte-americana, em especial ao vocalista Mike Ness.

Em comunicado Ness e o Social Distortion explicam a decisão sobre a transferência de datas de toda a turnê pela América do Sul:

“2026 foi um ano em que lançamos um álbum após 15 anos. Após horas e mais horas de preparação, entrevistas e turnês extensas, com mais de 50 shows em inúmeros países, sentimos que é necessário fazer uma pausa na estrada neste momento. Por essa razão, decidimos remarcar as datas da nossa turnê pela América Latina para fevereiro e março. Agradecemos a todos os nossos fãs pelo incrível apoio, pela paciência e pela compreensão. Mal podemos esperar para encontrar todos vocês em breve!”

Ingressos e reembolso

Todos os ingressos adquiridos pelo site oficial da 101 Tickets permanecem válidos para as novas datas, sem necessidade de troca.

Quem preferir o reembolso deve entrar em contato com o suporte da 101 Tickets pelo e-mail suporte@101tickets.com.br, indicando “Social Distortion” no campo de assunto. As solicitações serão aceitas de 30 de outubro a 30 de novembro de 2026.

A Solid Music reforça que todas as exigências contratuais relativas ao artista foram e continuam sendo integralmente cumpridas, dentro dos prazos, no Brasil, na Argentina e no Chile.

A turnê

Os shows no Brasil fazem parte da turnê de Born to Kill, oitavo álbum de estúdio do Social Distortion, lançado em maio pela Epitaph Records.

O disco sucede Hard Times and Nursery Rhymes, de 2011, e encerra o maior intervalo entre dois trabalhos na trajetória da banda.

A crítica internacional recebeu o álbum como um dos retornos mais fortes do rock em 2026: a New Noise deu nota máxima ao disco, a Rolling Stone o apontou como o melhor trabalho da banda em anos, e Kerrang! e BrooklynVegan também destacaram a força do lançamento.

Social Distortion

Formado em 1978 em Fullerton, no Orange County, Califórnia, o Social Distortion nasceu na cena punk local e construiu uma rota própria ao aproximar a urgência do punk de referências como Johnny Cash, Rolling Stones, Hank Williams, blues, country e rockabilly.

Liderada por Mike Ness, a banda tem no repertório músicas como “Story of My Life”, “Ball and Chain”, “Bad Luck” e “Mommy’s Little Monster”, além da versão de “Ring of Fire”, de Johnny Cash.

A realização é da Solid Music com apoio da Caveira Velha e Desgosto Discos. Os parceiros de mídia oficiais são a 23 Punk e a Tedesco Mídia.


SERVIÇO

Social Distortion em São Paulo/SP

Data: 26 de fevereiro de 2027

Local: Vibra (Avenida das Nações Unidas, 17955, São Paulo/SP)

Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Social-Distortion-SP-2026-11-14-x


Social Distortion em Curitiba/PR

Data: 28 de fevereiro de 2027

Local: Live (Rua Itajubá, 143, Curitiba/PR)

Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Social-Distortion-CWB-2026-11-15-x


Mais informações

solidmusice.com

tedescomidia.com.br



Pietà transforma a tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul em angústia na faixa “From Dust to Mud”

 

Integrante do novo álbum “Who’s Watching”, música reflete o impacto da catástrofe de 2024 em meio a uma sonoridade que dialoga com Celtic Frost, Meshuggah e Soilwork.

 

Quando a PIETÀ retomou suas atividades em 2024 para iniciar a composição do recém-lançado álbum “Who’s Watching”, a realidade do Rio Grande do Sul impôs um cenário de destruição impossível de ser ignorado. As históricas enchentes que assolaram o estado naquele ano tornaram-se o ponto de partida para uma das composições mais importantes do novo registro: “From Dust to Mud”, quarta faixa do CD. 

 

Ouça:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/6m9wXApc1a2dgdKPaYRfhi

 

Com a participação especial do guitarrista convidado Michel Oliveira nos solos, a música afasta-se de abstrações para retratar o impacto físico e psicológico da catástrofe climática e social vivida pelos gaúchos. Segundo a banda, a música é a visão de um cidadão acordando da cegueira ideológica fascista no meio do caos da enchente. "Estávamos em pleno processo de retomada da banda em 2024 quando vimos cidades inteiras debaixo d'água, a poeira do cotidiano virando lama da noite para o dia e o desespero tomando conta de tudo. “From Dust to Mud” nasceu dessa ferida aberta. Não tinha como falar de um mundo doente sem registrar o que aconteceu no nosso próprio quintal, com o abandono e a sensação de impotência diante da força da natureza e da falha humana", relata o vocalista e guitarrista Leandro Sberzesengik.

Para dar forma a essa atmosfera sufocante ao longo das 17 faixas do álbum, a dupla formada por Leandro Sberzesengik (guitarras e voz) e Leandro Bernal Mohr (guitarras, baixo e programação de bateria) expandiu o vocabulário habitual da PIETÀ. Embora o grupo carregue o DNA do Grindcore e do Hardcore desde o fim dos anos 80, a construção de “Who’s Watching” — gravado em 2025 no Big Hill Studios — absorveu referências que privilegiam diversas influências.  Durante a concepção do trabalho, sonoridades como a escuridão abissal de “Monotheist” (álbum de 2006 dos suíços do Celtic Frost), a complexidade dissonante do Meshuggah e a pegada moderna do Soilwork serviram como norte para moldar a identidade do disco.

"Para traduzir esse clima opressivo das letras, precisávamos de texturas diferentes daquelas que fazíamos nos anos 90. A atmosfera pesadaça e arrastada do “Monotheist”, do Celtic Frost, foi uma referência enorme para o disco, assim como a frieza dos riffs do Meshuggah e a dinâmica de guitarras do Soilwork. Misturamos essas referências com a nossa bagagem do Grindcore e do Death Metal para criar um som que reflete exatamente a anomalia psíquica dos dias de hoje", explica Leandro Bernal Mohr.

 

Lançado de forma 100% independente em setembro de 2026, o CD físico “Who’s Watching” conta ainda com uma homenagem póstuma ao baixista original Sergio "Orelha" Mondin (in memoriam). O álbum pode ser adquirido diretamente com a banda pelo correio ou na loja Zeppelin, em Porto Alegre.  

 

Sobre a Pietà:

Ativa desde o final da década de 1980 em Porto Alegre, a PIETÀ faz parte do início da música extrema no Rio Grande do Sul. Guiada pelo conceito próprio de "Chaotic Grindcore" e pelo lema de "quebrar padrões dos que quebram padrões", a banda cruza Grindcore com letras em português, inglês, espanhol e italiano. Atualmente integrado pelos fundadores Leandro Sberzesengik e Leandro Bernal Mohr, o grupo soma em sua trajetória cinco demo tapes, participações em coletâneas no Brasil e no exterior, o single “Kaos” e os álbuns “Reconscience” (1996), “Chaotic Grindcore” (2015) e “Who’s Watching” (2026).  


Créditos da foto:  Divulgação

Contatos:

Instagram: https://www.instagram.com/pieta_chaoticgrindcore

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Korzus Eleva o Tom da Crítica através da Revolução Artística no Inédito Single e Videoclipe "Blind Deaf Mute"

Banda aposta em lançamento surpresa global e apresenta uma obra conceitual inspirada em Caravaggio e nas tensões sociais contemporâneas

Existem nomes que não apenas atravessam décadas, mas que moldam o próprio aço da história. O KORZUS é um desses pilares. Mantendo o ritmo avassalador de sua nova fase, a lendária banda paulistana de Thrash Metal surpreende o mercado mundial com o lançamento surpresa do single e videoclipe de "Blind Deaf Mute".

Acompanhando o marco do lançamento anterior, "No Light Within", a nova faixa atua como o contraponto perfeito na discografia da banda. Enquanto a música que abriu os caminhos da nova era trazia velocidade e uma estética predominantemente clara, "Blind Deaf Mute" mergulha em uma atmosfera cadenciada, densa e cheia de groove, acompanhada por uma produção audiovisual dramática com fundo escuro, explorando o claro-escuro e o dinamismo do Chiaroscuro clássico.

O clipe, idealizado, produzido e dirigido de forma independente pelos guitarristas Jean Patton e Jessica Falchi, traduz de maneira lúdica e conceitual as camadas de opressão e alienação presentes na letra. Inspirado pela profundidade visual do mestre da pintura italiana Michelangelo Merisi da Caravaggio, a estética do vídeo utiliza o contraste marcante para propor reflexões sobre o silenciamento, a manipulação social, a religião e a perda dos sentidos fundamentais no mundo moderno. A produção conta ainda com a participação especial do criador de conteúdo Cauê Moura, que interpreta a figura central opressora na narrativa.


O guitarrista Jean Patton detalha a busca estética e conceitual da produção:

"Buscamos construir uma imagem muito forte e dramática. Um quadro não vem com bula; ele te dá múltiplas óticas e deixa espaço para que cada pessoa interprete a partir da sua própria vivência. 'Blind Deaf Mute' fala sobre as diversas formas de opressão que vivenciamos diariamente, seja na sociedade, no trabalho, na política ou na religião, propondo o questionamento sobre estarmos cegos, surdos ou mudos para o que nos cerca. A arte tem o poder de propor reflexões, influenciar a realidade e enaltecer a revolução interior."


Para a guitarrista Jessica Falchi, a faixa reflete um momento de libertação e posicionamento:

"A letra aborda o sentimento de quem é oprimido e privado de sua liberdade e expressão. No clipe, construímos uma narrativa onde os personagens passam do automatismo e da dominação para o desespero e a busca pelo despertar. Cada elemento foi minuciosamente pensado para representar essas barreiras e a união necessária para superar o opressor. É uma mensagem forte, atual e muito alinhada com o papel do Metal como força transformadora."

Com uma estratégia de lançamento direto e sem avisos prévios nas plataformas digitais e redes sociais, o KORZUS reforça a intensidade da "Flesh Machine Era". Unindo o peso histórico de Marcello Pompeu (vocal), Dick Siebert (baixo) e Rodrigo Oliveira (bateria) à virtuosidade e visão estética de Jean Patton e Jessica Falchi, o quinteto demonstra que sua longevidade é impulsionada por constante renovação e relevância artística.

Crédito Foto: Estevam Romera

Ouça ‘Blind Deaf Mute’: https://www.korzus.com.br/bdm

Assista ao videoclipe ‘Blind Deaf Mute’: https://www.youtube.com/watch?v=CSPKFQK3G1w


Sobre o KORZUS:

Fundado em 1983, o KORZUS é uma das forças mais resilientes do Metal mundial. Com mais de 40 anos de estrada, a banda foi peça fundamental na explosão do Thrash Metal brasileiro, figurando na histórica coletânea SP Metal e lançando clássicos como Mass Illusion e Ties of Blood.

Hoje, o grupo consolida a "Flesh Machine Era", integrando a agressividade histórica de sua cozinha à modernidade das guitarras, reafirmando sua posição como embaixadores do Metal nacional nos palcos globais.


FORMAÇÃO:

Marcello Pompeu – Vocal

Dick Siebert – Baixo

Rodrigo Oliveira – Bateria

Jean Patton – Guitarra

Jessica Falchi – Guitarra


KORZUS Online:

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