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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Engrena Fest V: evento ocorre no próximo sábado, dia 12

No próximo sábado, dia 12 de setembro, irá acontecer o "Engrena Fest V", evento este que apresenta 4 bandas do cenário underground relacionadas ao cenário Punk Hardcore, Metal e Alternativo.

Os nomes envolvidos são:

Moved By Instinct (Hardcore - Americana/SP)


Necro Ruído (Death Crust - N.C.O.P.)


Simple Sin (Pós-Punk, Death Rock - Marília/SP) 


Psicodellia (Garage Rock, Psychdellic - Bauru/SP)


Não perca a oportunidade de conferir e apoiar o cenário nacional rico em nomes que batalham dia a dia pelo seu espaço!


APOIADORES:
(somos um dos nomes que apóiam o evento)

SERVIÇO:
Local: Luna Bar Confraria de Ideias
Endereço: Rua 13 de Maio, 880 - Centro - Agudos/SP 
@lunabarconfrariadeideias
Horário: Sábado às 19:00
Couvert artístico: R$7,00 

*Venda de materiais independentes e bar no local*

Realização: @engrenafest
Cartaz por: @thiagobragadev 


Siga as bandas em
@movedbyinstinct
@simple.sin.band
@necroruido 
@psicodelliaa

(A)poio Cultural
@subvertadistrorecs
@tu.pankrecords
@resistadifunda
@lodo.records
@undergrounddd014 
@thesicknesszine 
#edsondogasagudos 
#quinkakosavenida 
@embarcamidia
@geleia.cultural
@programabatalharock

Hurricanes & Hammerhead Blues farão show no próximo dia 11, em São Paulo; Confira detalhes


Amanhã, 11 de setembro, a banda Hurricanes junto ao Hammerhead Blues farão uma apresentação enérgica e cheia de ótimas referências aos anos 70 no A Porta Maldita, em São Paulo.

Foto por: jorgeaugustobm

O Hurricanes surgiu em Santa Maria (RS) em meados de 2016 e apresenta ao público uma proposta densa dos anos 70, combinada ao feeling e técnica do hard/blues característico daquela década.

Formada pelo guitarrista e produtor Leo Mayer e pelo vocalista Rodrigo Cezimbra, mudaram para São Paulo em busca de mais oportunidades e assim, trouxeram para o time os músicos Henrique Cezarino (baixo) e Guilherme Moraes (bateria), aumentando ainda mais a qualidade.

Confira os lançamentos da banda:
Hurricanes (2023):

Back to the Basement (2024):

Freedom (2026):


Dentre os destaques de sua carreira, estão a abertura de show para o The Black Crowes em 2023 e sua participação no "Best of Blues and Rock" dividindo o dia com ninguém menos que o Deep Purple em 2025, além de sua recente participação no Lollapalooza em 2026.

Siga a banda nas redes sociais:



O power trio Hammerhead Blues surgiu no meio da década passada com uma proposta densa do stoner a até uma psicodelia cheia de performances ao vivo no melhor estilo anos 70,.

Apesar de pouco tempo de estrada, os músicos Otavio Cintra (vocal/baixo), Luiz Cardim (guitarra) e William Paiva (bateria) demonstram uma sinergia incrível, rendendo ótimos registros de estúdio.

Dentre os destaques da carreira está a abertura de show para ninguém menos que Glenn Hughes em São Paulo no Vip Station, em 2023.


Conheça os lançamentos da banda:
EP Hammerhead Blues (2017):

Caravan of Light (2019):

After the Storm (2024):


Siga a banda nas redes sociais:


SERVIÇO:
Hurricanes+ Hammerhead Blues
Endereço: Rua Luis Murat, 400 - São Paulo
(8 min da estação do metrô Fradique Coutinho)
Horário: Abertura às 20hrs/Shows às 21:30hrs)
IngressosSympla

ANTECIPADO LOTE 1 30$
LOTE 2 35$
PORTA 40$

PROMOÇÃO DO BAR
2 DRINKS por 35$ 55$ ou 65$

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Peter118 anuncia nova turnê pelo Reino Unido com agenda intensa de shows


Banda britânica de punk rock cristão prepara uma série de apresentações entre agosto e fevereiro, enquanto amplia sua presença internacional e vive uma nova fase na carreira

A Peter118 anunciou uma nova sequência de apresentações pelo Reino Unido, reforçando sua presença no circuito independente britânico. A agenda reúne shows em diferentes cidades e espaços tradicionais da cena alternativa, levando ao público uma combinação de punk rock, energia ao vivo e letras sobre fé, esperança, amor e transformação.

Fundada por Peter Szczepanski, a banda começou a ganhar forma entre 2012 e 2014, a partir da experiência do músico na cena punk de Stoke-on-Trent e de sua conversão ao cristianismo, ocorrida em 2005. Ao longo de mais de uma década, o projeto atravessou diferentes formações e momentos musicais, mantendo Peter como seu principal eixo criativo.

Com influências de Green Day, Rancid, The Offspring e Ramones, a Peter118 aposta em músicas curtas, diretas e acessíveis, refrões marcantes e apresentações intensas. A proposta une a atitude do punk rock a mensagens positivas, construindo uma identidade capaz de dialogar tanto com ambientes cristãos quanto com o público secular.

A nova turnê inclui apresentações no 32 Long St e no Hayloft, em 29 de agosto; no Hogshead Wolverhampton, em 30 de agosto; no Supersonic Bar, em 4 de setembro; no The Polished Knob, em 5 de setembro; além de dois compromissos em 20 de setembro, no Bikers Church e no The Cock & Greyhound.

A agenda continua em novembro, com shows no Elements Live Lounge, The Jesse Boot e The Old Post Office. Em dezembro, a banda passa pelo Moorland Inn, Albert’s Corner, Supersonic Bar e The Butchers Arms. O calendário divulgado também prevê uma apresentação no The Latch Lifter, em 7 de fevereiro.

Nova fase e expansão internacional

A turnê chega em um momento importante para a Peter118. Depois de anos de construção independente, a banda amplia sua exposição internacional e direciona sua estratégia para novos lançamentos, produção de conteúdo digital, apresentações ao vivo e expansão para a América Latina.

Entre os resultados recentes está o desempenho de “Die For You”, que alcançou o primeiro lugar na Amazon Music UK na categoria de novos lançamentos de rock e também figurou entre as músicas mais vendidas da plataforma. Já “This Town” chegou à 12ª posição em um chart britânico geral, disputado tanto por artistas cristãos quanto por nomes da música secular. O resultado ganha ainda mais relevância justamente pela amplitude da concorrência e consolida um importante marco na trajetória da Peter118.

O repertório reúne faixas como “Radio”, “Need You More”, “Make It or Break It”, “Waiting”, “Excrutiantal”, “Great I Am”, “Money & Lies”, “For Your Glory”, “Rolling Stone”, “Thinking of You”, “Rise in Me”, “Die For You” e “This Town”. A discografia inclui ainda os EPs UK Christian Punk Rock, Anthology e Live in L.A..

A trajetória internacional da Peter118 já passou por Reino Unido, Europa, Estados Unidos, Japão e Polônia, com participações em festivais como Slam Dunk Festival, Rainbow Rock Festivals, Meltdown Festival, Rock Alive Festival, Edinburgh Festival, The Objective Festival e Slot Art Fest.

Foto: Divulgação

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Facing Fear escancara a exaustão das ruas no novo single "Burnout"

Acelerando rumo ao novo álbum, a banda carioca libera single que aborda o esgotamento mental com o autêntico espírito do Heavy Metal Tradicional.

 

O quinteto carioca Facing Fear deu mais um passo rumo ao lançamento de seu terceiro disco de estúdio. A banda já disponibilizou em todos os aplicativos de música o single inédito "Burnout". A faixa, lançada no dia 28 de agosto, faz parte da estratégia de lançamentos em cascata escolhida pelo grupo para apresentar o álbum "Keep the Heavy Metal Alive!", que conta com o apoio do selo Heavy.Future e do influenciador Ocaradometal para sua promoção.

Para ilustrar visualmente a mensagem da música, a banda também lançou um videoclipe oficial para “Burnout”. O material conta com a participação especial de Bárbara Oliveira (do canal Rock Girls) e intercala uma narrativa com cenas eletrizantes do quinteto em ação no palco do icônico Heavy Beer, no Rio de Janeiro. Mantendo o controle criativo sobre sua obra, a direção e o roteiro do clipe foram assinados pela própria banda, enquanto a produção de vídeo ficou a cargo da Marcheti Produções. 

Com "Burnout", a banda utiliza a sonoridade característica da Nova Onda do Heavy Metal Tradicional (NWOTHM) para traduzir a estafa mental e a luta diária. A letra reflete a pressão de viver no limite, correndo atrás de sonhos enquanto a energia se esgota, ilustrando bem essa sensação de sufoco e a batalha constante para sobreviver no cotidiano das ruas.

O tema ganha vida através das guitarras sempre afiadas de Raphael Dantas e John Killesh, aliadas à cozinha de Pedro Baumgarten (baixo) e Patrick Augusto (bateria – que apenas gravou o disco). Tudo isso guiado pela voz marcante de Terry Painkiller. Atualmente a banda conta com Filipe Barbosa no comando das baquetas. Com "Burnout" já disponível, o cronograma do grupo segue forte: o calendário prevê a chegada de "Ain't Nothin' Else Matter To You" e "God Chose His Children (But I Ain't In That Hang)" em 18 de setembro. A jornada termina com o lançamento do disco completo no dia 9 de outubro.

 

Sobre o Facing Fear:

Formada no subúrbio do Rio de Janeiro no final de 2016, a banda despontou na cena ao unir a paixão pela estética oitentista da NWOBHM com uma pegada própria. O grupo tem na bagagem o EP "Lutaremos pelo Metal" (2017) e os álbuns "Ana Jansen" (2019) e "Marginal Metal" (2022). Em sua rotina de shows pelo Brasil, os músicos já dividiram palco com nomes como Azul Limão, Black Pantera, Lyria e Flagelador, mostrando que o Heavy Metal tradicional segue em plena renovação no país.

 

Ouça o single:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/0ndEtjNb9bZ9WjgLdY2ymi

 

Assista ao vídeo clipe:

https://www.youtube.com/watch?v=9fCDx0QdAXY

 

Créditos da foto: Paola Velozo

 

Contatos:

Facebook: https://www.facebook.com/Facingfearhmb

Instagram: https://www.instagram.com/facingfearbr

TikTok: https://www.tiktok.com/@facingfearbr

YouTube: https://www.youtube.com/@FacingFear

 

Heavy.Future:

Site: https://heavy-future.gitbook.io

Instagram: https://www.instagram.com/heavy.future

Contatos: comercial@ocaradometal.com.br

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Sha-Boom - Já disponível "Another Nail In The Coffin", novo álbum dos suecos após vinte anos de silêncio

Credito Foto: Divulgação 

Depois de mais de vinte anos de silêncio, os lendários rockers do SHA‑BOOM retornam mais barulhentos do que nunca com seu explosivo novo álbum, "Another Nail In The Coffin".
 
O SHA‑BOOM irrompeu em Estocolmo em 1987 e, em poucos meses, já dividia palcos de festivais com a realeza do hard rock escandinavo, como Europe e Treat. Seu single de estreia, o hino 'R.O.C.K.', feito para manter os punhos no alto, disparou diretamente para o primeiro lugar na Suécia e na Noruega, e o álbum autointitulado que veio em seguida confirmou o SHA‑BOOM como um dos grupos de rock melódico mais marcantes da época.
 
Após essa ascensão meteórica, a banda se afastou do ritmo implacável dos holofotes, enquanto sua música continuou a ressoar com os fãs ao longo dos anos. Agora, décadas depois, Dag Finn, como sempre a força motriz por trás do SHA‑BOOM, retorna ao comando com energia e propósito renovados, pronto para continuar exatamente de onde a banda parou.
 
Com grandes refrãos e muitos sorrisos, "Another Nail In The Coffin" só quer levar os ouvintes de volta aos dias em que diversão era o objetivo principal nesse jogo chamado rock & roll.
 
"Another Nail In The Coffin" é um álbum que conecta gerações com um estilo de rock & roll despretensioso e sem concessões. 'Never Stop' é puro AOR, perfeito para pegar a estrada com um carro conversível; 'Walk (Far Away)' é uma grande canção marítima de rock&roll, cheia de camadas e com um toque de glam; 'Another Nail in the Coffin' tem o swagger e a atitude do Def Leppard do início; e 'One More Drink for the Road' leva a família SHA‑BOOM ao modo totalmente geracional, quando a filha do amigo e colaborador de longa data de Finn, Thomas Vikström (Therion, Candlemass), a cantora Linnéa Vikström, do Thundermother, se juntou à festa.
 
O resultado é um disco que soa vital, com o espírito inconfundível de uma banda que um dia ajudou a definir uma cena e agora se recusa a ser apenas uma lembrança. Produzido e mixado pelo renomado Erik Mårtensson, da reconhecida banda Eclipse, "Another Nail In The Coffin" é uma viagem de volta aos dias dourados dos anos 80, quando músicas e melodias realmente importavam.
 
O SHA‑BOOM está pronto para lembrar ao mundo por que seu nome ainda ecoa na história do rock escandinavo.
 
"Another Nail In The Coffin" é um lançamento da parceria Shinigami Records / Silver Lining Music. Adquira sua cópia em https://bit.ly/4cl6WTo.
 
TRACKLIST
1. Never Stop
2. Another Nail in the Coffin
3. Walk (Far Away)
4. The Sun, the Moon, the Stars
5. Let's Go (88)
6. Out of Control
7. Farewell, Goodbye
8. Back on the Streets
9. A Million Miles Away
10. One More Drink for the Road (Feat. Linnéa Vikström)
11. Emergency
 
FORMAÇÃO
Dag Finn - Vocal
Erik Mårtensson - Guitarra, Baixo & Backing Vocals
Thomas Broman - Bateria
Jonas Öijvall - Teclados
Thomas Vikström - Backing Vocals
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS / SILVER LINING MUSIC

Exumer - Já à venda "Death Mask Messiah", novo álbum dos ícones do thrash metal alemão

 
Crédito Foto: Morgenrot Visions

Durante sua fase inicial nos anos 1980, o EXUMER foi uma das bandas mais importantes do nascente thrash metal underground alemão, mas sua presença contínua nos anos 2020 não tem nada a ver com tentar reviver as glórias da juventude. Em "Death Mask Messiah", o sexto álbum do EXUMER, eles soam tão ferozes, famintos e criativamente vitais como nunca. E isso é totalmente intencional. Quando a banda se reformou em 2008, após quase duas décadas de silêncio (exceto por uma apresentação no Wacken Open Air em 2001), o acordo era que eles não recorreriam à nostalgia barata. Se o EXUMER fosse voltar a ser uma banda, seria uma banda ativa, dedicada ao ofício do thrash metal, com os olhos fixos apenas no futuro.
 
A chama do EXUMER foi acesa pela primeira vez em Frankfurt, em 1985, no caldeirão de um movimento nascente de thrash teutônico. Mem V. Stein e o guitarrista Ray Mensh haviam se encontrado brevemente em 1983, no trem para o festival Monsters of Rock em Kaiserslautern, mas só quando se reencontraram na parada de Frankfurt da turnê Hell Awaits, do Slayer, dois verões europeus depois, surgiu a ideia de formar uma banda juntos.
 
O mundo que recebeu a primeira demo do EXUMER, A Mortal in Black (1985), e seu agora clássico álbum de estreia, Possessed by Fire (1986), era um mundo firmemente dominado pela explosão do thrash.
 
O EXUMER voltou à vida em 2008, 17 anos depois do fim de sua primeira fase. Isso nos leva a "Death Mask Messiah", o primeiro álbum do EXUMER desde 2019, e um do qual a banda está extremamente orgulhosa de ter sob seus (não municiados) cintos. "É o mais verdadeiro que conseguimos ser", comemora Stein, e ele não está brincando. "Death Mask Messiah" é um disco contundente e dinâmico, feito por uma banda que só poderia tê-lo criado seguindo seu próprio código. O intervalo mais longo entre lançamentos é atípico, e a pandemia de COVID-19 certamente teve algo a ver com isso, mas Stein diz que nunca quer que o EXUMER seja uma banda que lança um álbum a cada dois anos por obrigação.
 
"Death Mask Messiah" vale qualquer espera. O EXUMER está quase assustadoramente afiado, tocando 42 minutos de thrash moderno e musculoso com uma precisão fria e uma intensidade impossível de falsificar. Os riffs são afiados como navalhas, os solos são incandescentes, a bateria é avassaladora, e a performance vocal de Stein é um caldeirão fervente de fúria deliberadamente controlada, liberada em uma barragem de sílabas cortadas e gritos estrangulados que ainda conseguem ser cativantes. Na verdade, "Death Mask Messiah" está repleto de ganchos, sem perder um grama da brutalidade que serve de alicerce ao álbum. O disco também soa notavelmente orgânico, algo que Stein credita ao processo de composição híbrido, mas fundamentalmente old school, do EXUMER.
 
As gravações correram bem, mesmo com dois novos membros para integrar. O baixista Alex Voss e o baterista Jerome Reil fazem suas estreias registradas no EXUMER em "Death Mask Messiah", e juntos formam uma seção rítmica formidável que sustenta os riffs e solos de Mensh e do co-guitarrista Marc Bräutigam. "Death Mask Messiah" também marcou uma grande estreia para Bräutigam, que escreveu duas músicas ('Frozen Ground', 'Ravishing Waste') para o álbum. Bräutigam entrou na banda em 2013 e há muito tempo faz contribuições significativas e críticas ao material, mas estas são suas primeiras composições completas para o EXUMER. As sessões foram concluídas em janeiro de 2026, e Arthur Rizk finalizou a mixagem e masterização no mês seguinte. Assim que Rizk enviou os arquivos, a banda teve certeza de que tinha algo especial. "Quando tudo fica pronto e você ouve o resultado final, sente orgulho, porque isso é música de verdade, feita por pessoas de verdade", diz Stein. "Nada de porcaria de IA, nada de troca de arquivos. Ainda é coisa real."
 
"Death Mask Messiah" deve impactar ainda mais quem prestar atenção às palavras de Stein. Em um conjunto de esboços líricos vagamente conectados, Stein traça paralelos precisos entre o inferno da política americana contemporânea e o cerco de 1993 ao complexo Branch Davidian em Waco, Texas, que levou à morte de 76 pessoas, incluindo 28 crianças. "David Koresh era um falso profeta e usava uma máscara da morte, manipulando e conduzindo seus seguidores à morte certa", diz Stein. "No entanto, a desinformação que o governo federal usou nos anos 1990 é o mesmo manual que está sendo usado hoje, e é o denominador comum entre a liderança do passado e do presente."
 
Os políticos sanguessugas e falsos salvadores que povoam "Death Mask Messiah" não são os únicos culpados. O espelho também é virado para nós. Stein está preocupado com as intermináveis guerras culturais que dividem as pessoas inutilmente e faz um apelo por solidariedade real e pela rejeição do niilismo que pode parecer tão tentador nestes tempos inglórios. Isso pode parecer ingênuo, mas talvez "Death Mask Messiah" consiga devolver parte do significado que este mundo sombrio parece determinado a arrancar das pessoas. A arte importa. A música importa. Stein chama este novo álbum de uma "segunda primavera para o Exumer", onde "tudo floresce, e é um novo começo", e essa sensação de renascimento se estende ao ouvinte. Ao levar seu ofício tão a sério, o EXUMER representa um dedo médio erguido contra o cinismo. Se eles conseguem, você também consegue.
 
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Metal Blade Records. Adquira sua cópia aqui: https://bit.ly/4cljPNp.


 TRACKLIST
1. Death Mask Messiah
2. Blinding Skies
3. Sin Bleeder
4. Eradication
5. Ravishing Waste
6. Allocated Savagery
7. Serpent
8. Fratricide
9. Scorcher
10. Frozen Ground
11. Unchained Angel
 
FORMAÇÃO
Mem V. Stein - Vocal
Ray Mensh - Guitarra
Marc B. - Guitarra
Alex Voss - Baixo
Jerome Reil - Bateria
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/METAL BLADE RECORDS

Morning Storm lança “Mars and Venus” e inaugura nova fase do stoner/sludge metal brasileiro

Crédito: Fotos por Macanudo (@macanudofotografias)

Novo single do power trio de Blumenau explora amor, desejo e conflito em uma colisão simbólica entre Marte e Vênus e antecipa novo EP

A Morning Storm lançou hoje, 1º de setembro de 2026, “Mars and Venus”, seu novo single e um lançamento que marca oficialmente uma nova etapa na trajetória do power trio de Blumenau (SC). Com uma sonoridade construída a partir do stoner e sludge metal, a banda utiliza a faixa para apresentar sua formação atual e abrir caminho para os próximos capítulos de sua carreira, incluindo um novo EP que já está em produção.

Diferentemente de uma abordagem romântica convencional, “Mars and Venus” transforma o encontro entre duas pessoas em uma espécie de colisão cósmica. A letra de autoria de Paulo Priess – amigo próximo da banda – aborda um amor arrebatador, marcado por desejo, luxúria, atração e conflitos de poder. Ao longo da narrativa, referências aos astros, à alquimia e a culturas antigas ajudam a construir uma linguagem simbólica para representar união, confronto e domínio.

“É uma de nossas primeiras músicas a falar de amor, com uma letra que aborda um amor arrebatador entre duas pessoas, em uma espécie de colisão entre dois planetas. Depois de uma noite de luxúria, elas acabam encontrando o amor perfeito. A grande sacada dessa música é que ela foi composta de uma forma um pouco mais melódica e grunge, para que pudéssemos encaixar essa temática sem transformá-la em uma balada”, comentou Rian.

Essa escolha também amplia a paleta sonora da Morning Storm sem afastar o grupo de suas raízes. A banda transita pelo stoner e sludge metal, incorporando elementos de grunge e alternative metal. Thrash e hardcore também fazem parte dessa combinação, enquanto passagens introspectivas contrastam com momentos de maior peso e intensidade.


Ouça “Mars and Venus” em:
https://sptfy.com/morningstorm_mars_and_venus

Assista “Mars and Venus” (Official Video) em:
https://www.youtube.com/watch?v=GlJelKcHB4Y

Produzida pela própria banda, a faixa foi gravada, mixada e masterizada no Digi Studio, em Blumenau.

Formada em 2015, a Morning Storm conta atualmente com Rian Rau, na guitarra e nos vocais, músico que atua ao vivo desde o final dos anos 1980; Je Claver, no baixo, que também trabalha como professor de música; e o baterista Brian de Freitas, que acumula passagens por diferentes bandas e se consolidou como um dos músicos mais requisitados da cena regional.

A atual formação é responsável por conduzir a banda para uma fase mais técnica e de expansão. Depois do EP Dark Side, lançado em 2021, e de uma sequência de singles e shows, 2026 representa o maior ano da história da Morning Storm até aqui. “Mars and Venus” chega como single avulso justamente para apresentar essa nova configuração antes do próximo EP.

O lançamento será acompanhado por uma série de apresentações entre setembro e novembro. A agenda passa por São Paulo, Curitiba, Blumenau, Caxias do Sul, Santa Maria e Porto Alegre. Entre os compromissos confirmados está o show de 29 de outubro, em Blumenau, quando a Morning Storm fará a abertura para o RODOX, banda de Rodolfo Abrantes, ex-Raimundos.

12/09 – Rock Together, São Paulo, SP
19/09 – Lado B, Curitiba, PR
15/10 – Baader, Blumenau, SC
(a confirmar)
29/10 – Rivage Espaço Gless, Blumenau, SC
(abertura para o Rodox)
06/11 – Radioativo Studio, Caxias do Sul, RS
07/11 – Gargula Bar, Santa Maria, RS
08/11 – Caos Bar, Porto Alegre, RS

Na sequência, a banda mira ainda mais longe. A Morning Storm prepara sua primeira turnê europeia para o início de 2027. O roteiro internacional ainda está em construção e conta com datas em aberto.

Com “Mars and Venus”, a Morning Storm apresenta mais do que um novo single. A faixa funciona como uma declaração de intenções para uma banda que entra em uma nova fase sem abandonar o peso que construiu sua identidade. Entre riffs densos, atmosferas grunge e uma narrativa marcada pelo choque entre desejo e poder, o trio prepara o terreno para um novo capítulo de sua história.


MORNING STORM nas redes:

Instagram: https://instagram.com/_morningstorm
Facebook: https://www.facebook.com/morningstorm.band
YouTube: https://www.youtube.com/@morningstormband


Assessoria de Imprensa:

JZ PRESS (@jzpressassessoria)

Sleeping With Sirens volta ao Brasil após oito anos para show único em dezembro

Ícone do post-hardcore dos anos 2010, banda norte-americana chega ao Terra SP dia 13/12 consolidada entre as maiores do gênero no mundo

A Áldeia Produções Artísticas e a Fastix anunciam o aguardado retorno ao Brasil do Sleeping With Sirens no dia 13 de dezembro, no Terra SP, em São Paulo, banda hoje consolidada entre as maiores de post-hardcore do mundo. A apresentação encerra um intervalo de oito anos sem shows no país e encontra a banda com mais de dois bilhões de reproduções acumuladas no Spotify.

Ingressos: fastix.com.br/events/sleeping-with-sirens-em-sao-paulo

Lançado em 12 de junho deste ano, An Ending In Itself é o álbum que acompanha a tão esperada volta do Sleep With Sirens ao Brasil. O oitavo trabalho de estúdio foi produzido por Will Yip, conhecido por discos de Turnstile, Circa Survive e Movements, e marca o reencontro com a Rise Records, gravadora dos três primeiros álbuns do Sleeping With Sirens.

As novas faixas recuperam guitarras em primeiro plano, mudanças intensas de dinâmica e a urgência melódica que estabeleceu a identidade da banda.

A voz aguda e elástica de Kellin Quinn permanece como o elemento imediatamente reconhecível do Sleeping With Sirens. Sobre riffs graves, breakdowns e passagens de maior abertura melódica, o vocal conduz refrões diretos e letras sobre insegurança, relações desgastadas e conflitos pessoais.

A combinação deu à banda mais uma assinatura própria dentro do post-hardcore e sustenta músicas como “If You Can’t Hang”, “If I’m James Dean, You’re Audrey Hepburn”, “A Trophy Father’s Trophy Son”, “Kick Me” e “Better Off Dead”.


Reis do post-hardcore

Foi com Let’s Cheers to This, lançado em 2011, que o Sleeping With Sirens levou essa linguagem do post-hardcore moderno a um público muito maior do que o circuito original da cena.

“If You Can’t Hang” ultrapassou 300 milhões de reproduções no Spotify e recebeu certificação de platina dupla nos Estados Unidos, enquanto Feel, lançado dois anos depois, chegou ao terceiro lugar da Billboard 200.

Desde a última vez no Brasil, em 2018, o Sleeping With Sirens lançou How It Feels to Be Lost, Complete Collapse e An Ending In Itself, sequência que ampliou o peso, aprofundou a tensão dos arranjos e voltou a aproximar a banda da sonoridade que definiu seus primeiros anos.

A formação atual reúne Kellin Quinn nos vocais, Justin Hills no baixo, Nick Martin e Tony Pizzuti nas guitarras e Matty Best na bateria.


Serviço

Sleeping With Sirens em São Paulo

Data: 13 de dezembro de 2026

Local: Terra SP

Endereço: Avenida Salim Antônio Curiati, 160, Campo Grande, São Paulo/SP

Ingressos: fastix.com.br/events/sleeping-with-sirens-em-sao-paulo

Realização: Áldeia Produções Artísticas, Fastix e DRM Entertainment


segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Verita apresenta "Path of Life", novo single que une intensidade, personalidade e evolução sonora


A banda Verita acaba de lançar "Path of Life", seu segundo single, reafirmando a identidade do grupo e apresentando uma nova fase criativa. Com riffs marcantes, refrão memorável e uma sonoridade que transita entre o Hard Rock clássico e elementos contemporâneos, a faixa transmite uma mensagem de superação, coragem e esperança diante dos desafios da vida.

A música aborda o momento em que é preciso decidir entre permanecer na zona de conforto ou enfrentar o caminho mais difícil para alcançar uma transformação. Essa dualidade é o ponto central da composição e representa a essência da banda.

Para o vocalista Guilherme Manzato, a canção traduz a personalidade da Verita. "O refrão fala sobre um conflito interno: ou você escolhe fazer o mais difícil, algo que a maioria não faz, ou você escolhe ficar na sua zona de conforto, porque parece impossível fazer diferente. Por isso eu acho que essa música traz muita personalidade e é a cara da Verita", afirma.

Segundo o guitarrista Caio Kirdeika, "Path of Life" representa um importante marco na trajetória da banda. "Path of Life reúne o melhor do Hard Rock pegajoso e, ao mesmo tempo, energético. Misturando atitude com partes cadenciadas, o novo single trouxe elementos a mais do que em trabalhos anteriores. Afinal de contas, ela foi a primeira música que de fato trabalhamos todos juntos. Cada um trouxe uma ideia, reunimos todas e o resultado é uma canção empolgante, com algumas surpresas no decorrer dela. É a primeira marca do que os ouvintes podem esperar da gente de agora em diante."

O baixista Felipe Fornachari destaca a dinâmica da composição e os detalhes presentes nos arranjos. "Conforme você vai ouvindo, Path of Life te leva para outros momentos. Tem um refrão pegajoso, mais de um solo, mais de um riff e algumas surpresas no baixo, que dão o tom diferencial."

Gravada no Coelho Studios, a faixa contou com produção, mixagem e masterização de Filipe Coelho, evidenciando o cuidado da banda com cada detalhe da produção e reforçando a qualidade sonora do lançamento.

A formação atual da Verita é composta por Guilherme Manzato (vocal), Caio Kirdeika (guitarra) e Felipe Fornachari (baixo).

"Path of Life" já está disponível em todas as plataformas de streaming. Com uma combinação de peso, melodia e emoção, o novo single marca uma evolução na identidade musical da Verita e antecipa o que o público pode esperar dos próximos lançamentos da banda.

Acompanhe a Verita e ouça o novo single:

Foto: Divulgação

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Forjada no death metal, Disruption Path divulga single prévio de debut e mantém seu legado

Faixa “Disruption Path” chega depois de seis anos sem som inédito e deixa ótima impressão

Por VHPress
Foto B. Harley
 
A Disruption Path é uma banda forjada no death metal, seja pela natureza da música extrema, seja pelas facetas unidas de seus integrantes, oriundos de nomes como Brutal Death, Maithungh, Madness e Mortage. 
Além do quinteto conhecer os caminhos do estilo, sabe como funciona o underground, tanto que exploraram seu material de estreia o quanto pôde. O resultado é que o EP “Warped Sanity” (2019) e o single “Hellish Illusion” (2020) não só os colocou no mapa do death metal mundial como moldou sua sonoridade. 

Agora, a banda de Porto Ferreira, interior de São Paulo, prepara seu disco de estreia e oferece uma prévia mais do que representativa, o single homônimo “Disruption Path” que finda seis anos de silêncio, mas prova o quanto mantiveram-se antenados no cenário, na evolução do estilo e na responsabilidade de manter o legado recente que criaram. 

“A faixa foi escolhida justamente por representar a essência da Disruption Path: o caos criativo dos músicos, nossa identidade e aquilo em que acreditamos. Ela traduz a ideia de mudança de direção, ruptura de padrões e a quebra de paradigmas, especialmente em relação às estruturas religiosas que questionamos através da nossa música”, conta o vocalista Helton Henrique (Maithungh, ex-Mortage), que conhece os caminhos do cenário underground do qual atua há três décadas. 

“Disruption Path”, é uma prévia do que está por vir em “Conclave Ov Chaos”, trabalho que tem previsão de lançamento já para o final de agosto, foi produzido pela própria banda e por Alexandre Machanocker, no Mob Dick Estúdios. 

Ouça o single no link abaixo: 
 

A arte de “Conclave Ov Chaos” ficou sob responsabilidade do renomado artista Alcides Burn (Nervosa, Krisiun, Taurus, etc). O disco será lançado pelos selos Mutilation Records, Arsenal Distro e Sacramental Records. O single prévio, no entanto, é apenas parte do que está por vir no petardo, como enfatiza o vocalista. “O disco possui uma identidade própria, mas também é recheado de nuances. Cada música apresenta momentos, sentimentos e fases diferentes, criando uma experiência dinâmica ao longo do álbum.”

Ao lado de Helton, Kleber Maximo (ex-Brutal Death, Maithungh e Adágio) e Fernando Hellish nas guitarras e a cozinha formada por Adler Maximiano no baixo e Daniel Fuzaro (ex-Madness) na bateria, celebram essa nova etapa, onde a Disruption Path justifica todo reconhecimento dentro do metal extremo nacional e seu amadurecimento. 

“Estamos vivendo uma fase mais madura e profissional, tanto musicalmente quanto no processo de composição. Houve uma evolução natural em todos os aspectos, e ao mesmo tempo carregamos uma agressividade muito maior nas apresentações ao vivo. É um momento completamente diferente para a banda, com mais experiência, intensidade e identidade”, finaliza Helton. 

Siga a Disruption Path nas redes sociais: 

quarta-feira, 22 de julho de 2026

SUBVERTA FEST #3 REÚNE SOCIEDADE ARMADA, ARTIGO DZ9?, REVEL E MANIFESTO EM AGUDOS/SP

O festival celebra a resistência do hardcore, a cultura independente e a solidariedade com feira de materiais autorais e arrecadação para projeto social/cultural.

A cidade de Agudos (SP) recebe, no sábado, 25 de julho, a terceira edição do SUBVERTA FEST, evento dedicado à música independente, ao hardcore e à cultura underground. Realizado pela Subverta Distro & Records em parceria com o Luna Bar Confraria de Ideias, o festival acontece no centro da cidade e reúne no palco as bandas Sociedade Armada, Artigo DZ9?, Revel e Manifesto.

Mais do que uma noite de shows, o Subverta Fest se consolida como um espaço de encontro, circulação de ideias e fortalecimento da cena independente. 

O evento contará também com uma feira de materiais produzidos por bandas, selos e distros, reunindo discos, CDs, zines, camisetas e publicações autorais, aproximando artistas, produtores e público.


Sobre as bandas:

SOCIEDADE ARMADA: O RETORNO DE UM NOME HISTÓRICO DO HARDCORE NACIONAL
Formada em 1994, em Santos (SP), a Sociedade Armada surgiu com a proposta de transformar a música em instrumento de protesto e reflexão. O próprio nome da banda representa a ideia de que a palavra e a voz são as principais ferramentas de resistência, defendendo valores como pluralidade, união, cooperativismo e consciência social.

Com letras de forte conteúdo político e social e um hardcore pesado de influência old school, a banda lançou três álbuns pela histórica Cogumelo Records: 400% Hardcore (1995), Tocar e Protestar (2000) e Ordem e Progresso (2004), tornando-se uma das referências do hardcore brasileiro.

A formação original contou com integrantes de bandas importantes da música pesada nacional, como Vulcano, Psychic Possessor e Safari Hamburguers. Em 2026, a Sociedade Armada retorna aos palcos com uma nova formação, reunindo músicos com passagem por nomes como Periferia SxAx, Juventude Maldita e Phobia, mantendo viva a essência de resistência, atitude e consciência que marcou sua trajetória.

Todos os seus discos foram lançados pela Cogumelo Records, gravadora fundamental para a história do rock pesado brasileiro, responsável por revelar nomes como Sepultura, Sarcófago, Vulcano, Overdose, Chakal, Holocausto, Mutilator, The Mist, Ratos de Porão, Dorsal Atlântica, Lobotomia e muitos outros.

O retorno da Sociedade Armada representa a continuidade de uma história construída com honestidade, peso e comprometimento — valores que seguem atuais após mais de três décadas de trajetória.


ARTIGO DZ9? - COMEMORANDO 25 ANOS DE RESISTÊNCIA

Formada em Agudos (SP) em 2001, a Artigo DZ9? celebra em 2026 seus 25 anos de atividade ininterrupta. Uma das representantes do hardcore independente do interior paulista, a banda construiu uma trajetória marcada por letras sobre política, ecologia, questões sociais e reflexões existenciais, participando de documentários, coletâneas e lançamentos independentes no Brasil e no exterior. 

Sua discografia reúne as demos “Direitos? Conceitos? Extremamente Violados” (2004), “Sociedade Apática” (2006), o ep “Cárcere Moral” (2011) e os álbuns “Liberte-se do Medo de Se Expressar” (2013), “O Universo é Nosso” (2021) e “Intolerâncias” (2024), consolidando uma trajetória de resistência e produção autoral. Banda residente do Subverta Fest, o Artigo DZ9? celebra essa trajetória no palco do festival e se prepara para a gravação de seu quarto álbum de estúdio no segundo semestre de 2026. 

Na véspera do evento, a banda também se apresenta em Marília ao lado da Sociedade Armada, fortalecendo a conexão com a cena hardcore paulista e com parceiros como Tu Pank Records, Subverta Distro, Coletivo Solidários em Meio a Multidão, Luna Bar Confraria de Ideias e Xeque Mate Retro Bar.



REVEL — SOM CRU, PESADO E SEM CONCESSÕES
Formada em Agudos no ano 2000, a Revel é uma das representantes da cena independente do interior paulista. Após retornar às atividades em 2015, a banda segue apresentando um hardcore direto e agressivo, com influências do crossover e crust, letras em português e críticas sociais.

A banda possui registros em fitas K7, participações em coletâneas — como El Toro, lançada pela Pecúlio Discos em 2001 — e o EP Estrada Perdida (2019).
Com influências de nomes como Ratos de Porão, Cólera, Lobotomia e Dead Kennedys, a Revel mantém uma sonoridade intensa, crua e sem concessões.



MANIFESTO — PESO, MELODIA E POESIA URBANA
Pela primeira vez em Agudos, a Manifesto, natural de Marília, apresenta sua mistura de agressividade, melodia e poesia urbana. 

Formada em 2021, a banda reúne influências do punk, do hardcore californiano dos anos 1990 e do rap, criando uma identidade própria dentro da cena independente.

Suas letras abordam questões sociais e experiências do cotidiano por meio de uma linguagem direta e poética. Com 16 músicas autorais e seis faixas lançadas nas plataformas digitais, o grupo segue produzindo novos trabalhos e ampliando sua presença na cena, incluindo participação em playlists como “Hinos do Punk Rock Brasileiro”.



FEIRA INDEPENDENTE E CULTURA UNDERGROUND
O Subverta Fest também contará com bancas da Subverta Distro, Lodo Records e das próprias bandas participantes, oferecendo vinis, CDs, zines, camisetas, publicações independentes e outros materiais ligados à cultura underground.

Durante toda a noite, o público poderá aproveitar a estrutura do Luna Bar Confraria de Ideias, com venda de cervejas, drinks, porções, lanches e outras opções.

SUBVERTA FEST TAMBÉM É SOLIDARIEDADE
Além de celebrar a música independente, o festival também promove uma ação solidária. O público é convidado a contribuir com 1 litro de leite, destinado ao projeto sociocultural Capoeira Meninos de Agudos, iniciativa autônoma do mestre João Leandro (Zóio de Gato).

O projeto atende mais de 90 famílias da periferia de Agudos, oferecendo atividades como café da manhã, almoço, capoeira, música, atividades circenses, rodas de conversa e oficinas, criando espaços de aprendizado, convivência e oportunidades para crianças e suas famílias.

Cada doação ajuda a fortalecer essa rede comunitária e manter viva uma iniciativa que trabalha pela construção de um presente mais digno e de novas possibilidades para as próximas gerações.


SERVIÇO SUBVERTA FEST #3
📅 25 de julho de 2026 (sábado)
🕗 A partir das 20h
📍 Luna Bar Confraria de Ideias
Rua 13 de Maio, 880 — Centro — Agudos/SP

🎶 Shows com: Sociedade Armada, Artigo DZ9?, Manifesto e Revel
🎟️ Couvert artístico: R$ 7,00 + 1 litro de leite
✊ Realização: Subverta Distro & Records + Luna Bar Confraria de Ideias
🤝 Apoio: Embarca Mídia, Edson Do Gás, Quinkakos, Tu Pank Records, Coletivo Distopia, Solidários em Meio a Multidão, Geleia Cultural e Programa Batalha Rock

📲 Informações: @subvertadistrorecs
@subvertafest 

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Roberto Tiranti, cantor do Labÿrinth, anima fãs brasileiros e promete retorno ao país

O vocalista italiano Roberto Tiranti, conhecido mundialmente por sua trajetória à frente do Labÿrinth, confirmou que voltará ao Brasil ainda em 2026.

Em publicação nas redes sociais, Tiranti divulgou um vídeo interpretando "Thunder" e deixou um recado especial aos fãs brasileiros.

Confira o vídeo aqui: https://www.instagram.com/reels/DaAc4CuMZGH/


Assessoria - The Bridge

tdchagas@gmail.com / 21 99575-9696 (Tarcísio Chagas)

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Caio Gaona lança tributo à clássica abertura de Power Rangers com participação de Edu Curti


O baterista Caio Gaona, conhecido por seu trabalho nas bandas Triscore e Crossroad, acaba de lançar uma homenagem especial a uma das músicas mais marcantes da cultura pop dos anos 1990. O músico disponibilizou em seu canal uma versão da icônica abertura de Mighty Morphin Power Rangers, composição de Ron Wasserman que atravessou gerações e permanece viva na memória de milhões de fãs ao redor do mundo.

Para dar ainda mais força ao projeto, Caio convidou o renomado vocalista Edu Curti, que empresta sua potência vocal à releitura, trazendo uma nova energia ao clássico tema da série que se tornou um fenômeno mundial.

A produção busca unir nostalgia e modernidade, celebrando uma canção que marcou época e continua conquistando novos admiradores. O lançamento já pode ser conferido em vídeo através do canal oficial de Caio Gaona.

Assista ao vídeo:

Além do lançamento em vídeo, a faixa também estará disponível em breve nas principais plataformas digitais de streaming.

Com essa homenagem, Caio Gaona reforça sua versatilidade como músico e seu apreço por obras que influenciaram gerações, entregando aos fãs de rock, metal e cultura geek uma versão vibrante de um dos temas mais emblemáticos da televisão.

terça-feira, 23 de junho de 2026

Festival Ruído da Resistência reúne nomes da cena underground em São Paulo

A cidade de São Paulo deverá receber, no próximo dia 26 de julho de 2026, uma edição do Festival Ruído da Resistência, evento que se consolida como uma importante vitrine da música extrema e alternativa brasileira. Promovido pela Rádio Word Escola e Produtora Musical, o festival aposta na força da cena independente para transformar o som em ferramenta de expressão política, social e cultural.

Inspirado pela filosofia Do It Yourself (Faça Você Mesmo), o Ruído da Resistência propõe mais do que uma sequência de apresentações musicais. O evento busca reunir diferentes vertentes do underground nacional em torno de um mesmo propósito: dar voz à contestação, à criatividade e à resistência artística por meio da música.

O line-up confirmado reúne quatro bandas com propostas distintas, mas conectadas pela intensidade sonora e pela independência criativa.

Abrindo a programação musical, a Sonic Torment apresenta sua fusão entre Grindcore, Noisecore e Noise, marcada por estruturas curtas, batidas frenéticas e uma abordagem sonora abrasiva. Oriunda de São Paulo, a banda é conhecida por transformar a angústia urbana em uma experiência musical visceral.

Representando o Black Metal, a D'us Oculto leva ao palco composições densas e atmosféricas que exploram temas obscuros e filosóficos. Reconhecida pelo rigor técnico e pela forte presença de palco, a banda figura entre os nomes de destaque da cena underground da região Sul do país.

Já a D.O.S. Crossover (Deform of Society) promete trazer uma combinação explosiva entre Hardcore Punk e Thrash Metal. Com letras de forte crítica social e energia voltada ao mosh pit, o grupo se destaca por seu discurso direto contra a opressão e as desigualdades.

Encerrando a programação, a Peer e Inumanos apresenta uma proposta híbrida dentro do rock alternativo brasileiro. A banda utiliza sua música como um "antídoto" para o caos urbano, abordando em suas letras temas como contradições sociais, solidão e a intensidade da vida nas grandes metrópoles. Sua sonoridade une técnica, peso e reflexão social.

De acordo com a organização, os portões serão abertos às 15h30. As apresentações terão início às 16h com a Sonic Torment, seguida por D'us Oculto às 16h50, D.O.S. Crossover às 17h40 e Peer e Inumanos às 18h30. O encerramento das atividades está previsto para as 20h.

O festival deverá acontecer no Teatro Mars, localizado na Rua João Passalaqua, 80, no bairro Bela Vista, região central de São Paulo.

Com uma proposta voltada à valorização da cultura independente, o Festival Ruído da Resistência reforça a importância dos espaços dedicados à música alternativa e à livre manifestação artística, reunindo artistas e público em uma celebração da diversidade sonora e da resistência cultural.

Serviço
Festival: Ruído da Resistência
Data: 26 de julho de 2026 (previsão)
Horário: Abertura dos portões às 15h30
Local: Teatro Mars – Rua João Passalaqua, 80, Bela Vista, São Paulo/SP
Produção: Rádio Word Escola e Produtora Musical

Assessoria de Imprensa: Isabele Miranda (@isabelemirandatv)

domingo, 21 de junho de 2026

Hellfest: festival anuncia edição 2027 com mais de 300 bandas divididas em 10 palcos

Um dos principais festivais de rock do mundo mal acabou a sua edição atual e já anunciou muitas novidades para 2027.

Prestes a completar 20 anos, a intitulada "Absolute Edition" será feita em 4 dias (de 17 a 20 de junho em Clisson, na França) com distribuição em 10 palcos e incríveis mais de 300 bandas.

Os palcos foram nomeados como:
Mainstage 1, Mainstage 2, Warzone, Riot, Valley, Abyss, Altar, Forge, Temple e Crypt.

Até o momento nenhum nome foi anunciado!


A próxima edição terá venda através do site oficial do evento a partir do dia 7 de julho de 2026 às 13 horas (horário local da França):

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Ploho, pós-punk da Rússia, volta ao Brasil em novembro

Crédito: Divulgação

Apontada pela revista americana ReGen Magazine como uma das principais vozes da nova onda da música russa, a Ploho volta ao Brasil em novembro de 2026 com uma turnê de seis shows. A banda passa por São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belém na etapa nacional da turnê latino-americana 2026, apresentada pela GOS Concerts e, no país, em parceria com a Xaninho Discos.

Ingressos à venda na tiqueteira 101tickets.

A nova passagem amplia a relação da Ploho com o público brasileiro. Em 2024, a banda fez sua primeira apresentação no país em show único em São Paulo.

Formada em 2013, em Novosibirsk, na Sibéria, a Ploho se tornou um dos nomes mais reconhecidos da geração recente do pós-punk russo. A banda nasceu longe do eixo Moscou–São Petersburgo e transformou essa geografia em parte de sua identidade: guitarras frias, baixo em primeiro plano, sintetizadores econômicos e letras em russo sobre isolamento urbano, desencanto, memória e tensão social.

O nome da banda também ajuda a entender seu universo. Em russo, “ploho” significa algo próximo de “mal” ou “ruim”. A escolha combina com uma música seca, direta e pouco interessada em brilho artificial.

A Ploho costuma ser aproximada de nomes como Molchat Doma, Motorama e Human Tetris, referências que ajudam o público brasileiro a localizar a cena. Mas a banda de Novosibirsk tem trajetória própria. Sua base passa pelo rock russo dos anos 1980, pela herança de Kino, pela new wave soviética e pelo pós-punk europeu, sem abandonar o idioma russo nem transformar essa herança em simples exercício de nostalgia.

O reconhecimento internacional ganhou força a partir da segunda metade dos anos 2010. Em 2020, a Ploho assinou um contrato de múltiplos álbuns com a Artoffact Records, selo canadense ligado à música alternativa, industrial, darkwave e pós-punk. Naquele período, a ReGen Magazine apresentou a banda como uma das vozes principais da nova onda da música russa, destacando a combinação entre rock russo, pós-punk e new wave.

O Post-Punk.com, uma das publicações internacionais mais dedicadas ao gênero, também colocou a Ploho no centro de uma conversa sobre o pós-punk pós-soviético ao lado de Molchat Doma. A colaboração entre as duas bandas, “По краю острова”, ajudou a aproximar a Ploho de ouvintes que descobriram a cena do Leste Europeu pelo streaming, mas a banda seguiu por um caminho menos dependente do fenômeno digital e mais ligado a catálogo, turnês e circuito independente.

A discografia mostra essa construção. Depois de uma sequência inicial de lançamentos independentes, a banda consolidou sua presença com “Куда птицы улетают умирать” (“Where the Birds Fly Away to Die”), de 2018, e “Пыль” (“Pyl”), de 2019. A fase internacional ganhou corpo com “Фантомные Чувства” (“Phantom Feelings”), de 2021, e “Когда душа спит” (“When the Soul Sleeps”), de 2022.

Em 2024, a Ploho lançou “Почва” (“Soil”), um dos discos mais importantes de sua fase recente. O álbum preserva a assinatura sonora da banda, com baixo marcado, voz grave e sintetizadores contidos, mas amplia o campo temático para questões como desgaste social, destruição ambiental, anticapitalismo e sobrevivência emocional. É um disco menos preso à névoa nostálgica do pós-punk e mais ligado à sensação de viver em um tempo instável.

A fase recente também passa pelo deslocamento. Após a invasão russa da Ucrânia, a Ploho deixou a Rússia e passou a operar fora do país. Em entrevista ao The Moscow Times, Viktor Uzhakov, vocalista e guitarrista da banda, afirmou que a vida em Novosibirsk carregava uma depressão própria, enquanto a fase posterior passou a abrir espaço para temas sociais e afetivos. Mesmo nesse novo contexto, a banda manteve o russo como idioma central de suas canções.

Esse ponto dá à Ploho uma força particular no circuito alternativo atual. É uma banda profundamente ligada à língua, à memória e ao imaginário russo, mas que circula cada vez mais por plateias da Europa, da Ásia e da América Latina. A origem siberiana permanece no som, enquanto o deslocamento recente acrescenta outra camada à leitura das músicas.

Ao vivo, a Ploho trabalha mais pela tensão do que pelo excesso. As músicas avançam com baixo repetitivo, bateria direta, voz grave e guitarras que criam uma paisagem fria sem transformar o show em peça de museu dos anos 1980. A força está na contenção: poucas cores, melodias persistentes e uma atmosfera que cresce pela repetição.

A turnê brasileira chega em um momento de atividade contínua. Em 2025, a banda lançou uma edição deluxe de “Почва”, com faixas extras, demos e versões alternativas. Em 2026, colocou nas plataformas “Dobrolet Sessions”, registro que reforça a presença do repertório ao vivo, além de novos singles como “Плохо с тобой”.

Antes de chegar ao Brasil, a turnê passa por Guadalajara, Querétaro e Cidade do México, no México; San José, na Costa Rica; Lima, no Peru; Buenos Aires, na Argentina; e Santiago, no Chile.



SERVIÇO | Ploho no Brasil


São Paulo (SP)

Data: 2 de novembro de 2026, segunda-feira

Horário: 19h às 23h30

Local: Madame Underground Club

Endereço: Rua Conselheiro Ramalho, 873 — Bela Vista — São Paulo (SP)

Ingressos: www.sympla.com.br/evento/post-punk-brasil-apresenta-ploho-russia/3455333


Curitiba (PR)

Data: 4 de novembro de 2026, quarta-feira

Local: Basement Cultural

Endereço: Rua Desembargador Benvindo Valente, 260, São Francisco, Curitiba (PR)

Ingressos: https://101tickets.com.br/events/details/Ploho-em-Curitiba


Florianópolis (SC)

Data: 5 de novembro de 2026, quinta-feira

Local: Desgosto

Endereço: Rua Padre Roma, 174, Florianópolis, Santa Catarina

Endereço: a confirmar

Ingressos: https://101tickets.com.br/events/details/Ploho-em-Florianopolis


Porto Alegre (RS)

Data: 6 de novembro de 2026, sexta-feira

Local: Ocidente

Endereço: Avenida Osvaldo Aranha, 960, Bom Fim, Porto Alegre (RS)

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Ploho-em-Porto-Alegre


Rio de Janeiro (RJ)

Data: 7 de novembro de 2026, sábado

Local: Teatro Odisséia

Endereço: Avenida Mem de Sá, 66, Lapa, Rio de Janeiro (RJ)

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Ploho-no-Rio-de-Janeiro


Belém (PA)

Data: 8 de novembro de 2026, domingo

Local: Studio Pub

Endereço: Travessa Presidente Pernambuco 277, Belém (PR)

Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Ploho-em-Belem

Dethklok sai do virtual e estreia no Brasil em outubro com Gene Hoglan na bateria

Banda foi criada em famosa animação adulta do Cartoon Network

O Dethklok, banda criada dentro de Metalocalypse, animação adulta exibida pelo Adult Swim (famosa nos anos 2000 na Cartoon Network) e que ao vivo é formada por músicos consagrados do heavy metal, estreia no Brasil em 27 de outubro de 2026, com apresentação única na Burning House, em São Paulo. O show é uma realização da Rodia Soundwave Agency LLC e da Xaninho Discos, com ingressos à venda pela 101 Tickets.

A versão ao vivo do Dethklok é liderada por Brendon Small, criador de Metalocalypse e responsável por transformar a banda fictícia em um projeto musical real. Nos shows, Small assume guitarra e voz, ao lado de Gene Hoglan (Death, Dark Angel, Testament e Strapping Young Lad) na bateria, Pete Griffin (Steve Vai, Paul Gilbert e Zakk Wylde) no baixo e Nili Brosh na guitarra.

Criado em 2006 por Brendon Small e Tommy Blacha, o Dethklok começou como uma banda fictícia de death metal dentro da série, mas ganhou vida própria fora da tela, com discos, turnês e repertório executado ao vivo.

O Adult Swim, de onde saiu Metalocalypse, era a faixa de programação adulta ligada ao Cartoon Network nos Estados Unidos, conhecida por animações voltadas ao público adulto, com humor ácido, violência gráfica e linguagem de sátira.

Em Metalocalypse, o Dethklok é retratado como uma banda de death metal de proporções absurdas, capaz de mover multidões, dinheiro e destruição. A série usava esse exagero para satirizar o estrelato, a indústria musical, o consumo e os clichês do metal extremo.

Mas a música nunca ficou apenas no campo da piada: Brendon Small, também responsável pela construção musical do projeto, escreveu canções reais, com riffs, vocais guturais, peso de death metal melódico e estruturas que funcionam fora do contexto da animação.

A bateria nas gravações ficou a cargo de Gene Hoglan, músico ligado a nomes como Death, Dark Angel, Testament e Strapping Young Lad, o que ajudou a dar consistência ao projeto também para o público do metal.

O primeiro álbum, The Dethalbum, saiu em 2007 e marcou a passagem do Dethklok da televisão para o mercado fonográfico. O disco reuniu músicas apresentadas ou associadas à série, como “Murmaider”, “Awaken”, “Thunderhorse”, “Go Into the Water” e “Duncan Hills Coffee Jingle”, faixa que nasceu como um falso jingle publicitário dentro de Metalocalypse e se tornou uma das músicas mais reconhecidas do repertório.

A discografia continuou com Dethalbum II (2009) e Dethalbum III (2012), que consolidaram a banda como um caso incomum no metal: um projeto criado para uma animação adulta, mas com alcance real em discos, shows e público próprio. Em 2013, The Doomstar Requiem - A Klok Opera ampliou o universo da série em formato de ópera metal, misturando narrativa, personagens e composições feitas para avançar a história de Metalocalypse.

Depois de um hiato longo, o Dethklok voltou a ganhar força em 2023 com Dethalbum IV e o filme Metalocalypse: Army of the Doomstar, que retomou o universo da banda e fechou arcos aguardados pelos fãs da série.

Em 2026, ano em que o projeto completa 20 anos, o Dethklok também revisitou seu álbum de estreia com The Dethalbum DKXX: Dethmastered, versão remixada e remasterizada. A turnê atual celebra essas duas décadas de trajetória e reforça o formato que marcou a banda ao vivo, com repertório de diferentes fases e projeções ligadas ao universo de Metalocalypse.

No palco, o Dethklok funciona como um show de metal e também como uma extensão audiovisual da série. A apresentação combina a animação e a estética extrema que tornou o projeto reconhecível dentro e fora do público de animação.



SERVIÇO

Dethlok em São Paulo/SP

Data: 27 de outubro de 2026

Local: Burning House (Avenida Santa Marina, 247. Bairro Água Branca, São Paulo/SP)

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/DETHKLOK-EM-SAO-PAULO

Realização: Rodia Soundwave Agency LLC e Xaninho Discos


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