quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Engrena Fest V: evento ocorre no próximo sábado, dia 12
Hurricanes & Hammerhead Blues farão show no próximo dia 11, em São Paulo; Confira detalhes
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
Peter118 anuncia nova turnê pelo Reino Unido com agenda intensa de shows
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
Facing Fear escancara a exaustão das ruas no novo single "Burnout"
Acelerando rumo ao novo álbum, a banda carioca libera single que aborda o esgotamento mental com o autêntico espírito do Heavy Metal Tradicional.
O quinteto carioca Facing Fear deu mais um passo rumo ao lançamento de seu terceiro disco de estúdio. A banda já disponibilizou em todos os aplicativos de música o single inédito "Burnout". A faixa, lançada no dia 28 de agosto, faz parte da estratégia de lançamentos em cascata escolhida pelo grupo para apresentar o álbum "Keep the Heavy Metal Alive!", que conta com o apoio do selo Heavy.Future e do influenciador Ocaradometal para sua promoção.
Para ilustrar visualmente a mensagem da música, a banda também lançou um videoclipe oficial para “Burnout”. O material conta com a participação especial de Bárbara Oliveira (do canal Rock Girls) e intercala uma narrativa com cenas eletrizantes do quinteto em ação no palco do icônico Heavy Beer, no Rio de Janeiro. Mantendo o controle criativo sobre sua obra, a direção e o roteiro do clipe foram assinados pela própria banda, enquanto a produção de vídeo ficou a cargo da Marcheti Produções.
Com "Burnout", a banda utiliza a sonoridade característica da Nova Onda do Heavy Metal Tradicional (NWOTHM) para traduzir a estafa mental e a luta diária. A letra reflete a pressão de viver no limite, correndo atrás de sonhos enquanto a energia se esgota, ilustrando bem essa sensação de sufoco e a batalha constante para sobreviver no cotidiano das ruas.
O tema ganha vida através das guitarras sempre afiadas de Raphael Dantas e John Killesh, aliadas à cozinha de Pedro Baumgarten (baixo) e Patrick Augusto (bateria – que apenas gravou o disco). Tudo isso guiado pela voz marcante de Terry Painkiller. Atualmente a banda conta com Filipe Barbosa no comando das baquetas. Com "Burnout" já disponível, o cronograma do grupo segue forte: o calendário prevê a chegada de "Ain't Nothin' Else Matter To You" e "God Chose His Children (But I Ain't In That Hang)" em 18 de setembro. A jornada termina com o lançamento do disco completo no dia 9 de outubro.
Sobre o Facing Fear:
Formada no subúrbio do Rio de Janeiro no final de 2016, a banda despontou na cena ao unir a paixão pela estética oitentista da NWOBHM com uma pegada própria. O grupo tem na bagagem o EP "Lutaremos pelo Metal" (2017) e os álbuns "Ana Jansen" (2019) e "Marginal Metal" (2022). Em sua rotina de shows pelo Brasil, os músicos já dividiram palco com nomes como Azul Limão, Black Pantera, Lyria e Flagelador, mostrando que o Heavy Metal tradicional segue em plena renovação no país.
Ouça o single:
https://open.spotify.com/intl-
Assista ao vídeo clipe:
https://www.youtube.com/watch?
Créditos da foto: Paola Velozo
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Sha-Boom - Já disponível "Another Nail In The Coffin", novo álbum dos suecos após vinte anos de silêncio
O SHA‑BOOM irrompeu em Estocolmo em 1987 e, em poucos meses, já dividia palcos de festivais com a realeza do hard rock escandinavo, como Europe e Treat. Seu single de estreia, o hino 'R.O.C.K.', feito para manter os punhos no alto, disparou diretamente para o primeiro lugar na Suécia e na Noruega, e o álbum autointitulado que veio em seguida confirmou o SHA‑BOOM como um dos grupos de rock melódico mais marcantes da época.
Após essa ascensão meteórica, a banda se afastou do ritmo implacável dos holofotes, enquanto sua música continuou a ressoar com os fãs ao longo dos anos. Agora, décadas depois, Dag Finn, como sempre a força motriz por trás do SHA‑BOOM, retorna ao comando com energia e propósito renovados, pronto para continuar exatamente de onde a banda parou.
Com grandes refrãos e muitos sorrisos, "Another Nail In The Coffin" só quer levar os ouvintes de volta aos dias em que diversão era o objetivo principal nesse jogo chamado rock & roll.
"Another Nail In The Coffin" é um álbum que conecta gerações com um estilo de rock & roll despretensioso e sem concessões. 'Never Stop' é puro AOR, perfeito para pegar a estrada com um carro conversível; 'Walk (Far Away)' é uma grande canção marítima de rock&roll, cheia de camadas e com um toque de glam; 'Another Nail in the Coffin' tem o swagger e a atitude do Def Leppard do início; e 'One More Drink for the Road' leva a família SHA‑BOOM ao modo totalmente geracional, quando a filha do amigo e colaborador de longa data de Finn, Thomas Vikström (Therion, Candlemass), a cantora Linnéa Vikström, do Thundermother, se juntou à festa.
O resultado é um disco que soa vital, com o espírito inconfundível de uma banda que um dia ajudou a definir uma cena e agora se recusa a ser apenas uma lembrança. Produzido e mixado pelo renomado Erik Mårtensson, da reconhecida banda Eclipse, "Another Nail In The Coffin" é uma viagem de volta aos dias dourados dos anos 80, quando músicas e melodias realmente importavam.
O SHA‑BOOM está pronto para lembrar ao mundo por que seu nome ainda ecoa na história do rock escandinavo.
"Another Nail In The Coffin" é um lançamento da parceria Shinigami Records / Silver Lining Music. Adquira sua cópia em https://bit.ly/4cl6WTo.
1. Never Stop
2. Another Nail in the Coffin
3. Walk (Far Away)
4. The Sun, the Moon, the Stars
5. Let's Go (88)
6. Out of Control
7. Farewell, Goodbye
8. Back on the Streets
9. A Million Miles Away
10. One More Drink for the Road (Feat. Linnéa Vikström)
11. Emergency
FORMAÇÃO
Dag Finn - Vocal
Erik Mårtensson - Guitarra, Baixo & Backing Vocals
Thomas Broman - Bateria
Jonas Öijvall - Teclados
Thomas Vikström - Backing Vocals
FONTE: SHINIGAMI RECORDS / SILVER LINING MUSIC
Exumer - Já à venda "Death Mask Messiah", novo álbum dos ícones do thrash metal alemão
A chama do EXUMER foi acesa pela primeira vez em Frankfurt, em 1985, no caldeirão de um movimento nascente de thrash teutônico. Mem V. Stein e o guitarrista Ray Mensh haviam se encontrado brevemente em 1983, no trem para o festival Monsters of Rock em Kaiserslautern, mas só quando se reencontraram na parada de Frankfurt da turnê Hell Awaits, do Slayer, dois verões europeus depois, surgiu a ideia de formar uma banda juntos.
O mundo que recebeu a primeira demo do EXUMER, A Mortal in Black (1985), e seu agora clássico álbum de estreia, Possessed by Fire (1986), era um mundo firmemente dominado pela explosão do thrash.
O EXUMER voltou à vida em 2008, 17 anos depois do fim de sua primeira fase. Isso nos leva a "Death Mask Messiah", o primeiro álbum do EXUMER desde 2019, e um do qual a banda está extremamente orgulhosa de ter sob seus (não municiados) cintos. "É o mais verdadeiro que conseguimos ser", comemora Stein, e ele não está brincando. "Death Mask Messiah" é um disco contundente e dinâmico, feito por uma banda que só poderia tê-lo criado seguindo seu próprio código. O intervalo mais longo entre lançamentos é atípico, e a pandemia de COVID-19 certamente teve algo a ver com isso, mas Stein diz que nunca quer que o EXUMER seja uma banda que lança um álbum a cada dois anos por obrigação.
"Death Mask Messiah" vale qualquer espera. O EXUMER está quase assustadoramente afiado, tocando 42 minutos de thrash moderno e musculoso com uma precisão fria e uma intensidade impossível de falsificar. Os riffs são afiados como navalhas, os solos são incandescentes, a bateria é avassaladora, e a performance vocal de Stein é um caldeirão fervente de fúria deliberadamente controlada, liberada em uma barragem de sílabas cortadas e gritos estrangulados que ainda conseguem ser cativantes. Na verdade, "Death Mask Messiah" está repleto de ganchos, sem perder um grama da brutalidade que serve de alicerce ao álbum. O disco também soa notavelmente orgânico, algo que Stein credita ao processo de composição híbrido, mas fundamentalmente old school, do EXUMER.
As gravações correram bem, mesmo com dois novos membros para integrar. O baixista Alex Voss e o baterista Jerome Reil fazem suas estreias registradas no EXUMER em "Death Mask Messiah", e juntos formam uma seção rítmica formidável que sustenta os riffs e solos de Mensh e do co-guitarrista Marc Bräutigam. "Death Mask Messiah" também marcou uma grande estreia para Bräutigam, que escreveu duas músicas ('Frozen Ground', 'Ravishing Waste') para o álbum. Bräutigam entrou na banda em 2013 e há muito tempo faz contribuições significativas e críticas ao material, mas estas são suas primeiras composições completas para o EXUMER. As sessões foram concluídas em janeiro de 2026, e Arthur Rizk finalizou a mixagem e masterização no mês seguinte. Assim que Rizk enviou os arquivos, a banda teve certeza de que tinha algo especial. "Quando tudo fica pronto e você ouve o resultado final, sente orgulho, porque isso é música de verdade, feita por pessoas de verdade", diz Stein. "Nada de porcaria de IA, nada de troca de arquivos. Ainda é coisa real."
"Death Mask Messiah" deve impactar ainda mais quem prestar atenção às palavras de Stein. Em um conjunto de esboços líricos vagamente conectados, Stein traça paralelos precisos entre o inferno da política americana contemporânea e o cerco de 1993 ao complexo Branch Davidian em Waco, Texas, que levou à morte de 76 pessoas, incluindo 28 crianças. "David Koresh era um falso profeta e usava uma máscara da morte, manipulando e conduzindo seus seguidores à morte certa", diz Stein. "No entanto, a desinformação que o governo federal usou nos anos 1990 é o mesmo manual que está sendo usado hoje, e é o denominador comum entre a liderança do passado e do presente."
Os políticos sanguessugas e falsos salvadores que povoam "Death Mask Messiah" não são os únicos culpados. O espelho também é virado para nós. Stein está preocupado com as intermináveis guerras culturais que dividem as pessoas inutilmente e faz um apelo por solidariedade real e pela rejeição do niilismo que pode parecer tão tentador nestes tempos inglórios. Isso pode parecer ingênuo, mas talvez "Death Mask Messiah" consiga devolver parte do significado que este mundo sombrio parece determinado a arrancar das pessoas. A arte importa. A música importa. Stein chama este novo álbum de uma "segunda primavera para o Exumer", onde "tudo floresce, e é um novo começo", e essa sensação de renascimento se estende ao ouvinte. Ao levar seu ofício tão a sério, o EXUMER representa um dedo médio erguido contra o cinismo. Se eles conseguem, você também consegue.
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Metal Blade Records. Adquira sua cópia aqui: https://bit.ly/4cljPNp.
1. Death Mask Messiah
2. Blinding Skies
3. Sin Bleeder
4. Eradication
5. Ravishing Waste
6. Allocated Savagery
7. Serpent
8. Fratricide
9. Scorcher
10. Frozen Ground
11. Unchained Angel
FORMAÇÃO
Mem V. Stein - Vocal
Ray Mensh - Guitarra
Marc B. - Guitarra
Alex Voss - Baixo
Jerome Reil - Bateria
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/METAL BLADE RECORDS
Morning Storm lança “Mars and Venus” e inaugura nova fase do stoner/sludge metal brasileiro
A Morning Storm lançou hoje, 1º de setembro de 2026, “Mars and Venus”, seu novo single e um lançamento que marca oficialmente uma nova etapa na trajetória do power trio de Blumenau (SC). Com uma sonoridade construída a partir do stoner e sludge metal, a banda utiliza a faixa para apresentar sua formação atual e abrir caminho para os próximos capítulos de sua carreira, incluindo um novo EP que já está em produção.
Diferentemente de uma abordagem romântica convencional, “Mars and Venus” transforma o encontro entre duas pessoas em uma espécie de colisão cósmica. A letra de autoria de Paulo Priess – amigo próximo da banda – aborda um amor arrebatador, marcado por desejo, luxúria, atração e conflitos de poder. Ao longo da narrativa, referências aos astros, à alquimia e a culturas antigas ajudam a construir uma linguagem simbólica para representar união, confronto e domínio.
“É uma de nossas primeiras músicas a falar de amor, com uma letra que aborda um amor arrebatador entre duas pessoas, em uma espécie de colisão entre dois planetas. Depois de uma noite de luxúria, elas acabam encontrando o amor perfeito. A grande sacada dessa música é que ela foi composta de uma forma um pouco mais melódica e grunge, para que pudéssemos encaixar essa temática sem transformá-la em uma balada”, comentou Rian.
Essa escolha também amplia a paleta sonora da Morning Storm sem afastar o grupo de suas raízes. A banda transita pelo stoner e sludge metal, incorporando elementos de grunge e alternative metal. Thrash e hardcore também fazem parte dessa combinação, enquanto passagens introspectivas contrastam com momentos de maior peso e intensidade.
Ouça “Mars and Venus” em:
https://sptfy.com/
Assista “Mars and Venus” (Official Video) em:
https://www.youtube.com/
Produzida pela própria banda, a faixa foi gravada, mixada e masterizada no Digi Studio, em Blumenau.
Formada em 2015, a Morning Storm conta atualmente com Rian Rau, na guitarra e nos vocais, músico que atua ao vivo desde o final dos anos 1980; Je Claver, no baixo, que também trabalha como professor de música; e o baterista Brian de Freitas, que acumula passagens por diferentes bandas e se consolidou como um dos músicos mais requisitados da cena regional.
A atual formação é responsável por conduzir a banda para uma fase mais técnica e de expansão. Depois do EP Dark Side, lançado em 2021, e de uma sequência de singles e shows, 2026 representa o maior ano da história da Morning Storm até aqui. “Mars and Venus” chega como single avulso justamente para apresentar essa nova configuração antes do próximo EP.
O lançamento será acompanhado por uma série de apresentações entre setembro e novembro. A agenda passa por São Paulo, Curitiba, Blumenau, Caxias do Sul, Santa Maria e Porto Alegre. Entre os compromissos confirmados está o show de 29 de outubro, em Blumenau, quando a Morning Storm fará a abertura para o RODOX, banda de Rodolfo Abrantes, ex-Raimundos.
12/09 – Rock Together, São Paulo, SP
19/09 – Lado B, Curitiba, PR
15/10 – Baader, Blumenau, SC (a confirmar)
29/10 – Rivage Espaço Gless, Blumenau, SC (abertura para o Rodox)
06/11 – Radioativo Studio, Caxias do Sul, RS
07/11 – Gargula Bar, Santa Maria, RS
08/11 – Caos Bar, Porto Alegre, RS
Na sequência, a banda mira ainda mais longe. A Morning Storm prepara sua primeira turnê europeia para o início de 2027. O roteiro internacional ainda está em construção e conta com datas em aberto.
Com “Mars and Venus”, a Morning Storm apresenta mais do que um novo single. A faixa funciona como uma declaração de intenções para uma banda que entra em uma nova fase sem abandonar o peso que construiu sua identidade. Entre riffs densos, atmosferas grunge e uma narrativa marcada pelo choque entre desejo e poder, o trio prepara o terreno para um novo capítulo de sua história.
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Sleeping With Sirens volta ao Brasil após oito anos para show único em dezembro
A Áldeia Produções Artísticas e a Fastix anunciam o aguardado retorno ao Brasil do Sleeping With Sirens no dia 13 de dezembro, no Terra SP, em São Paulo, banda hoje consolidada entre as maiores de post-hardcore do mundo. A apresentação encerra um intervalo de oito anos sem shows no país e encontra a banda com mais de dois bilhões de reproduções acumuladas no Spotify.
Ingressos: fastix.com.br/events/sleeping-
Lançado em 12 de junho deste ano, An Ending In Itself é o álbum que acompanha a tão esperada volta do Sleep With Sirens ao Brasil. O oitavo trabalho de estúdio foi produzido por Will Yip, conhecido por discos de Turnstile, Circa Survive e Movements, e marca o reencontro com a Rise Records, gravadora dos três primeiros álbuns do Sleeping With Sirens.
As novas faixas recuperam guitarras em primeiro plano, mudanças intensas de dinâmica e a urgência melódica que estabeleceu a identidade da banda.
A voz aguda e elástica de Kellin Quinn permanece como o elemento imediatamente reconhecível do Sleeping With Sirens. Sobre riffs graves, breakdowns e passagens de maior abertura melódica, o vocal conduz refrões diretos e letras sobre insegurança, relações desgastadas e conflitos pessoais.
A combinação deu à banda mais uma assinatura própria dentro do post-hardcore e sustenta músicas como “If You Can’t Hang”, “If I’m James Dean, You’re Audrey Hepburn”, “A Trophy Father’s Trophy Son”, “Kick Me” e “Better Off Dead”.
Reis do post-hardcore
Foi com Let’s Cheers to This, lançado em 2011, que o Sleeping With Sirens levou essa linguagem do post-hardcore moderno a um público muito maior do que o circuito original da cena.
“If You Can’t Hang” ultrapassou 300 milhões de reproduções no Spotify e recebeu certificação de platina dupla nos Estados Unidos, enquanto Feel, lançado dois anos depois, chegou ao terceiro lugar da Billboard 200.
Desde a última vez no Brasil, em 2018, o Sleeping With Sirens lançou How It Feels to Be Lost, Complete Collapse e An Ending In Itself, sequência que ampliou o peso, aprofundou a tensão dos arranjos e voltou a aproximar a banda da sonoridade que definiu seus primeiros anos.
A formação atual reúne Kellin Quinn nos vocais, Justin Hills no baixo, Nick Martin e Tony Pizzuti nas guitarras e Matty Best na bateria.
Serviço
Sleeping With Sirens em São Paulo
Data: 13 de dezembro de 2026
Local: Terra SP
Endereço: Avenida Salim Antônio Curiati, 160, Campo Grande, São Paulo/SP
Ingressos: fastix.com.br/events/sleeping-
Realização: Áldeia Produções Artísticas, Fastix e DRM Entertainment
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Verita apresenta "Path of Life", novo single que une intensidade, personalidade e evolução sonora
sexta-feira, 24 de julho de 2026
Forjada no death metal, Disruption Path divulga single prévio de debut e mantém seu legado
quarta-feira, 22 de julho de 2026
SUBVERTA FEST #3 REÚNE SOCIEDADE ARMADA, ARTIGO DZ9?, REVEL E MANIFESTO EM AGUDOS/SP
segunda-feira, 20 de julho de 2026
Roberto Tiranti, cantor do Labÿrinth, anima fãs brasileiros e promete retorno ao país
segunda-feira, 6 de julho de 2026
Caio Gaona lança tributo à clássica abertura de Power Rangers com participação de Edu Curti
terça-feira, 23 de junho de 2026
Festival Ruído da Resistência reúne nomes da cena underground em São Paulo
domingo, 21 de junho de 2026
Hellfest: festival anuncia edição 2027 com mais de 300 bandas divididas em 10 palcos
sexta-feira, 19 de junho de 2026
Ploho, pós-punk da Rússia, volta ao Brasil em novembro
Apontada pela revista americana ReGen Magazine como uma das principais vozes da nova onda da música russa, a Ploho volta ao Brasil em novembro de 2026 com uma turnê de seis shows. A banda passa por São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belém na etapa nacional da turnê latino-americana 2026, apresentada pela GOS Concerts e, no país, em parceria com a Xaninho Discos.
Ingressos à venda na tiqueteira 101tickets.
A nova passagem amplia a relação da Ploho com o público brasileiro. Em 2024, a banda fez sua primeira apresentação no país em show único em São Paulo.
Formada em 2013, em Novosibirsk, na Sibéria, a Ploho se tornou um dos nomes mais reconhecidos da geração recente do pós-punk russo. A banda nasceu longe do eixo Moscou–São Petersburgo e transformou essa geografia em parte de sua identidade: guitarras frias, baixo em primeiro plano, sintetizadores econômicos e letras em russo sobre isolamento urbano, desencanto, memória e tensão social.
O nome da banda também ajuda a entender seu universo. Em russo, “ploho” significa algo próximo de “mal” ou “ruim”. A escolha combina com uma música seca, direta e pouco interessada em brilho artificial.
A Ploho costuma ser aproximada de nomes como Molchat Doma, Motorama e Human Tetris, referências que ajudam o público brasileiro a localizar a cena. Mas a banda de Novosibirsk tem trajetória própria. Sua base passa pelo rock russo dos anos 1980, pela herança de Kino, pela new wave soviética e pelo pós-punk europeu, sem abandonar o idioma russo nem transformar essa herança em simples exercício de nostalgia.
O reconhecimento internacional ganhou força a partir da segunda metade dos anos 2010. Em 2020, a Ploho assinou um contrato de múltiplos álbuns com a Artoffact Records, selo canadense ligado à música alternativa, industrial, darkwave e pós-punk. Naquele período, a ReGen Magazine apresentou a banda como uma das vozes principais da nova onda da música russa, destacando a combinação entre rock russo, pós-punk e new wave.
O Post-Punk.com, uma das publicações internacionais mais dedicadas ao gênero, também colocou a Ploho no centro de uma conversa sobre o pós-punk pós-soviético ao lado de Molchat Doma. A colaboração entre as duas bandas, “По краю острова”, ajudou a aproximar a Ploho de ouvintes que descobriram a cena do Leste Europeu pelo streaming, mas a banda seguiu por um caminho menos dependente do fenômeno digital e mais ligado a catálogo, turnês e circuito independente.
A discografia mostra essa construção. Depois de uma sequência inicial de lançamentos independentes, a banda consolidou sua presença com “Куда птицы улетают умирать” (“Where the Birds Fly Away to Die”), de 2018, e “Пыль” (“Pyl”), de 2019. A fase internacional ganhou corpo com “Фантомные Чувства” (“Phantom Feelings”), de 2021, e “Когда душа спит” (“When the Soul Sleeps”), de 2022.
Em 2024, a Ploho lançou “Почва” (“Soil”), um dos discos mais importantes de sua fase recente. O álbum preserva a assinatura sonora da banda, com baixo marcado, voz grave e sintetizadores contidos, mas amplia o campo temático para questões como desgaste social, destruição ambiental, anticapitalismo e sobrevivência emocional. É um disco menos preso à névoa nostálgica do pós-punk e mais ligado à sensação de viver em um tempo instável.
A fase recente também passa pelo deslocamento. Após a invasão russa da Ucrânia, a Ploho deixou a Rússia e passou a operar fora do país. Em entrevista ao The Moscow Times, Viktor Uzhakov, vocalista e guitarrista da banda, afirmou que a vida em Novosibirsk carregava uma depressão própria, enquanto a fase posterior passou a abrir espaço para temas sociais e afetivos. Mesmo nesse novo contexto, a banda manteve o russo como idioma central de suas canções.
Esse ponto dá à Ploho uma força particular no circuito alternativo atual. É uma banda profundamente ligada à língua, à memória e ao imaginário russo, mas que circula cada vez mais por plateias da Europa, da Ásia e da América Latina. A origem siberiana permanece no som, enquanto o deslocamento recente acrescenta outra camada à leitura das músicas.
Ao vivo, a Ploho trabalha mais pela tensão do que pelo excesso. As músicas avançam com baixo repetitivo, bateria direta, voz grave e guitarras que criam uma paisagem fria sem transformar o show em peça de museu dos anos 1980. A força está na contenção: poucas cores, melodias persistentes e uma atmosfera que cresce pela repetição.
A turnê brasileira chega em um momento de atividade contínua. Em 2025, a banda lançou uma edição deluxe de “Почва”, com faixas extras, demos e versões alternativas. Em 2026, colocou nas plataformas “Dobrolet Sessions”, registro que reforça a presença do repertório ao vivo, além de novos singles como “Плохо с тобой”.
Antes de chegar ao Brasil, a turnê passa por Guadalajara, Querétaro e Cidade do México, no México; San José, na Costa Rica; Lima, no Peru; Buenos Aires, na Argentina; e Santiago, no Chile.
SERVIÇO | Ploho no Brasil
São Paulo (SP)
Data: 2 de novembro de 2026, segunda-feira
Horário: 19h às 23h30
Local: Madame Underground Club
Endereço: Rua Conselheiro Ramalho, 873 — Bela Vista — São Paulo (SP)
Ingressos: www.sympla.com.br/evento/post-
Curitiba (PR)
Data: 4 de novembro de 2026, quarta-feira
Local: Basement Cultural
Endereço: Rua Desembargador Benvindo Valente, 260, São Francisco, Curitiba (PR)
Ingressos: https://101tickets.com.br/
Florianópolis (SC)
Data: 5 de novembro de 2026, quinta-feira
Local: Desgosto
Endereço: Rua Padre Roma, 174, Florianópolis, Santa Catarina
Endereço: a confirmar
Ingressos: https://101tickets.com.br/
Porto Alegre (RS)
Data: 6 de novembro de 2026, sexta-feira
Local: Ocidente
Endereço: Avenida Osvaldo Aranha, 960, Bom Fim, Porto Alegre (RS)
Ingressos: 101tickets.com.br/events/
Rio de Janeiro (RJ)
Data: 7 de novembro de 2026, sábado
Local: Teatro Odisséia
Endereço: Avenida Mem de Sá, 66, Lapa, Rio de Janeiro (RJ)
Ingressos: 101tickets.com.br/events/
Belém (PA)
Data: 8 de novembro de 2026, domingo
Local: Studio Pub
Endereço: Travessa Presidente Pernambuco 277, Belém (PR)
Dethklok sai do virtual e estreia no Brasil em outubro com Gene Hoglan na bateria
O Dethklok, banda criada dentro de Metalocalypse, animação adulta exibida pelo Adult Swim (famosa nos anos 2000 na Cartoon Network) e que ao vivo é formada por músicos consagrados do heavy metal, estreia no Brasil em 27 de outubro de 2026, com apresentação única na Burning House, em São Paulo. O show é uma realização da Rodia Soundwave Agency LLC e da Xaninho Discos, com ingressos à venda pela 101 Tickets.
A versão ao vivo do Dethklok é liderada por Brendon Small, criador de Metalocalypse e responsável por transformar a banda fictícia em um projeto musical real. Nos shows, Small assume guitarra e voz, ao lado de Gene Hoglan (Death, Dark Angel, Testament e Strapping Young Lad) na bateria, Pete Griffin (Steve Vai, Paul Gilbert e Zakk Wylde) no baixo e Nili Brosh na guitarra.
Criado em 2006 por Brendon Small e Tommy Blacha, o Dethklok começou como uma banda fictícia de death metal dentro da série, mas ganhou vida própria fora da tela, com discos, turnês e repertório executado ao vivo.
O Adult Swim, de onde saiu Metalocalypse, era a faixa de programação adulta ligada ao Cartoon Network nos Estados Unidos, conhecida por animações voltadas ao público adulto, com humor ácido, violência gráfica e linguagem de sátira.
Em Metalocalypse, o Dethklok é retratado como uma banda de death metal de proporções absurdas, capaz de mover multidões, dinheiro e destruição. A série usava esse exagero para satirizar o estrelato, a indústria musical, o consumo e os clichês do metal extremo.
Mas a música nunca ficou apenas no campo da piada: Brendon Small, também responsável pela construção musical do projeto, escreveu canções reais, com riffs, vocais guturais, peso de death metal melódico e estruturas que funcionam fora do contexto da animação.
A bateria nas gravações ficou a cargo de Gene Hoglan, músico ligado a nomes como Death, Dark Angel, Testament e Strapping Young Lad, o que ajudou a dar consistência ao projeto também para o público do metal.
O primeiro álbum, The Dethalbum, saiu em 2007 e marcou a passagem do Dethklok da televisão para o mercado fonográfico. O disco reuniu músicas apresentadas ou associadas à série, como “Murmaider”, “Awaken”, “Thunderhorse”, “Go Into the Water” e “Duncan Hills Coffee Jingle”, faixa que nasceu como um falso jingle publicitário dentro de Metalocalypse e se tornou uma das músicas mais reconhecidas do repertório.
A discografia continuou com Dethalbum II (2009) e Dethalbum III (2012), que consolidaram a banda como um caso incomum no metal: um projeto criado para uma animação adulta, mas com alcance real em discos, shows e público próprio. Em 2013, The Doomstar Requiem - A Klok Opera ampliou o universo da série em formato de ópera metal, misturando narrativa, personagens e composições feitas para avançar a história de Metalocalypse.
Depois de um hiato longo, o Dethklok voltou a ganhar força em 2023 com Dethalbum IV e o filme Metalocalypse: Army of the Doomstar, que retomou o universo da banda e fechou arcos aguardados pelos fãs da série.
Em 2026, ano em que o projeto completa 20 anos, o Dethklok também revisitou seu álbum de estreia com The Dethalbum DKXX: Dethmastered, versão remixada e remasterizada. A turnê atual celebra essas duas décadas de trajetória e reforça o formato que marcou a banda ao vivo, com repertório de diferentes fases e projeções ligadas ao universo de Metalocalypse.
No palco, o Dethklok funciona como um show de metal e também como uma extensão audiovisual da série. A apresentação combina a animação e a estética extrema que tornou o projeto reconhecível dentro e fora do público de animação.
SERVIÇO
Dethlok em São Paulo/SP
Data: 27 de outubro de 2026
Local: Burning House (Avenida Santa Marina, 247. Bairro Água Branca, São Paulo/SP)
Ingressos: 101tickets.com.br/events/
Realização: Rodia Soundwave Agency LLC e Xaninho Discos