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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Bonfire: Higher Ground - Review

Quem não gosta de um bom hard rock?!

Certamente você já esteve em contato com grandes nomes do gênero, e acredito ter sido envolvido por melodias marcantes e vocais precisos, não é mesmo?! E isso é exatamente o que esperamos de Hans Ziller, fundador do Bonfire.

Os alemães fizeram parte de uma geração rica em ótimos trabalhos, canções que fizeram centenas de fãs ficarem ligados nas rádios e claro, aqueles que ficavam ansiosos por novos clipes exibidos na MTV.

Entre a mudança de nome em 1986, várias formações instáveis, registros clássicos e fases arriscadas, a banda sobreviveu com bastante destreza, evidenciando a persistência de seu criador e também de um público que sempre ficou na espera de clássicos que fizeram suas playlists no passado.

"Higher Ground" é o primeiro registro da banda com o vocalista Dyan Mair e o vigésimo quarto da carreira, e querem saber? Ficou sensacional!
Nele temos vocais precisos, melódicos na medida certa, uma linha acessível em muitos momentos e também boas interpretações na hora de emocionar os fãs.

Seja o lado mais pesado ou na balada romântica natural do gênero, a atual formação com segue entregar uma infinidade de características originais em meio a produção moderna, evidenciando uma ótima relação com os variados públicos e identidade própria.

Destaco "I Will Rise", a auto intitulada "Higher Ground", além das boas "Come Hell Or High Water" e "Jealousy" que certamente irão embalar os fãs da década de 80, os nostálgicos e os entusiastas.


No geral, você que sempre amou canções características do auge de bandas que estavam desfilando músicos técnicos, cheios de ótimas referências e muita vontade de mostrar um novo cenário, certamente vai amar num todo.

Diversão do início ao fim!


Adquira através do link abaixo:


Agradecemos aos parceiros da Shinigami Records pelo envio do material físico.


Tracklist:
1. Nostradamus
2. I Will Rise
3. Higher Ground
4. I Died Tonight
5. Lost All Control
6. When Love Comes Down
7. Fallin`
8. Come Hell Or High Water
9. Jealousy
10. Spinnin? In The Black
11. Rock?n?Roll Survivor (2024 Version)

Formação:
Hans Ziller - Guitarra
Dyan Mair - Vocal
Frank Pané - Guitarra
Ronnie Parkes - Baixo
Fabio Alessandrini - Bateria

Gates To Hell: Death Comes To All - Review

Imagine poder fazer parte de um projeto onde você tenha o melhor de uma geração do metal extremo, aliado ao momento onde muitos elementos do metalcore, hardcore e derivados fluem com bastante primor.... Estes são alguns dos motivos para ouvir o Gates To Hell.

Chegando ao segundo registro de estúdio, os americanos evoluíram ainda mais para o death/metalcore moderno em uma produção muito boa, entrando de vez na categoria de grandes nomes da última década.

"Death Comes To All" entrega um ótimo trabalho denso, não é como se fossem mostrar uma nova definição de gênero, mas sim, aliar o melhor de várias referências interessantes, e, deixando claro que o novo público da cena ama esse tipo de sonoridade.

A produção continua em alta, consegue dar um passo maior e mais detalhado em variadas nuances, salienta ainda mais o trabalho vocal e de guitarras extremamente afiadas, mostrando toda a evolução que o quinteto almejava e, felizmente conseguiu entregar.


Destaco grandes momentos como a dobradinha "Rise Again" e "A Summoning", além de "Next To Bleed", "21 Sacraments" e "Locked Out".


No geral, este é um registro muito interessante de caras que têm muito potencial para um dia serem grandes representantes de um cenário.


Compre através do link abaixo:


Agradecemos aos parceiros da Shinigami Records pelo envio do material físico.


Tracklist:
1. Rise Again
2. A Summoning
3. Weeping In Pain
4. Next To Bleed
5. 21 Sacraments
6. Sacrificial Deed
7. Death Comes To All
8. Crazed Killer
9. Locked Out
10. Fused With The Soil

Formação:
Ryan Storey - Vocal
Eli Hanson - Guitarra
Seth Lewis - Guitarra
Dustin Cantrell - Baixo
Trey Garris - Bateria

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Monsters Of Rock Brasil 2026: Lynyrd Skynyrd apresenta um show impecável para várias gerações

Se você perguntar para alguém que esteve presente no Allianz Parque naquele dia 04/04, certamente vai ouvir que o show do Lynyrd Skynyrd foi o melhor, ou que está no Top 3 dela facilmente, e de fato o que vimos foi uma verdadeira apresentação de um gigante.

Entre gerações diversas e um estádio completamente lotado, a banda esquentou o ambiente com um clássico absoluto, simplesmente "Panama" do Van Halen surgiu como um verdadeiro esquenta enquanto tudo era preparado.

A sequência inicial de "Workin’ for MCA" e
"What’s Your Name" aqueceu para "That Smell" incendiar o ambiente, assim como boa parte das faixas seguintes onde cada um parecia ser um fã em êxtase.

Em certo momento era possível sentir próximo da grade um volume absurdo e também um punch bastante eficiente, resultado de uma banda que possui entrosamento há anos.

A realização de cada pessoa que esteve por ali pareceu como a de um nascimento de um filho, encantados com tanta qualidade e performances conhecidas, desbravando décadas de músicas que embalaram a vida de milhares de pessoas pelo mundo.

Após a ótima apresentação de "Tuesday’s Gone" mexer com a mente de muitos, foi a vez de "Simple Man" explodir o coração de todos e claro, com refrão cantado a plenos pulmões.

"Sweet Home Alabama" estava com um clima incrível, todos novamente cantando abraçados e alguns chorando, e quanto ao bis com "Free Bird" mostrou novamente a importância de um dos nomes mais legais de sua geração.


Emocionante e inesquecível para cada um dos presentes!


Setlist:
Workin’ for MCA
What’s Your Name
That Smell
I Need You
Gimme Back My Bullets
Saturday Night Special
Down South Jukin’
Still Unbroken
The Needle and the Spoon
Tuesday’s Gone
Simple Man
Gimme Three Steps
Call Me The Breeze (J. J. Cale)
Red White & Blue (Love It Or Leave)
Sweet Home Alabama
Bis:
Free Bird


Conheça um pouco mais das bandas através da nossa playlist especial "RV/Monsters Of Rock Brasil 2026":


Agradecimentos a Mercury Concerts e Catto Comunicação pelo credenciamento de nosso veículo de imprensa.

Sigam:

Fotos por: Ricardo Matsukawa

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Monsters Of Rock Brasil 2026: Extreme faz show cheio de referências ao passado em ótima performance

Enquanto as nuvens começavam a dar as caras pelo Allianz Parque, o público não arredava o pé enquanto o palco estava sendo produzido para a entrada do Extreme.

Logo víamos as primeiras gotas de chuva e também as de emoções em volta para as primeiras melodias que apareceram rapidamente, e assim, "It ('s a Monster)" surgiu para a alegria geral.

É preciso dizer que apesar da idade, Gary Cherone está em ótima fase vocal, despejando energia de sobra enquanto o virtuoso Nuno Bettencourt mostrava para todos porque está entre os melhores em sua função.

Seu último álbum, "SIX" (2023), também ganhou destaque com as faixas "#Rebel", "Thicker Than Blood" e "Rise", ganhando o público com bastante respeito.

Enquanto muitos ainda estavam vestindo as capas de chuva, a banda não perdia a vontade de apresentar para aqueles mais ensandecidos o melhor set possível, interagindo bastante.

Infelizmente precisaram diminuir as escolhas (por conta de festival em si ter muitos nomes importantes) mas ainda sim, o desfile de clássicos absolutos foi realmente gratificante.

Os momentos "acústicos" como na ótima faixa "Hole Hearted" foram muito felizes, além claro do estádio inteiro cantando "More Than Words", como se existisse apenas uma voz por ali.


Certamente um dos melhores shows desta edição, mantendo a qualidade acima da média e revisitando ótimos momentos de décadas passadas.


Setlist:
It (’s a Monster)
Decadence Dance
#Rebel
Play With Me (“We Will Rock You” intro)
Am I Ever Gonna Change
Thicker Than Blood
Hole Hearted
Midnight Express
More Than Words
Get the Funk Out
Rise


Conheça um pouco mais das bandas através da nossa playlist especial "RV/Monsters Of Rock Brasil 2026":


Agradecimentos a Mercury Concerts e Catto Comunicação pelo credenciamento de nosso veículo de imprensa.

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Fotos por: Ricardo Matsukawa

terça-feira, 21 de abril de 2026

Korn: show único em São Paulo reunirá nostalgia e clássicos; Conheça um pouco mais sobre a banda

Nas últimas três décadas certamente você já esteve em contato com alguma referência ao Nu Metal, seja pela "cultura" das vestimentas da Adidas aos montes, o jeito único de curtir as apresentações (ou nunca ouviu falar da famosa "ciscada" que o fã raiz executa?!) ou então pelos famosíssimos singles de uma banda extremamente consolidada.


O Korn nasceu em uma época bastante rica e importante para os anos 90, onde o grunge estava em seu auge e muitos outros nomes estavam se adequando a nova época e o que tocavam pelas rádios e passava pela MTV (lembra desses tempos?!).

Então que tal uma passada breve por sua história?! .... Vamos lá!

Confira a nossa playlist com 3 músicas de cada álbum para conhecer melhor a banda:


Desde seu debut (auto intitulado) em 1994 e o icônico single "Blind" e sua energia ímpar (vide o apoteótico Woodstock 1999), o quinteto vinha demonstrando uma qualidade acima da média, passando também por outros nomes corriqueiros de seus sets como "Clown" e Shoots and Latters", indo para "Life Is Peach" (1996) com o vídeo macabro de "A.D.I.D.A.S.", o lado comercial acentuado em "Follow the Leader" (1998) com os clássicos "Freak On A Leash" e "Got the Life", as adoradas "Dead Bodies Everywhere", "All In The Family" e o seu hip-hop acentuado ao lado do ainda produtora Fred Durst (que chegaria ao seu auge com o Limpbizkit em pouco tempo), além de "Children of the Korn" com Ice Cube, além da ótima e enérgica B.B.K.

Fechando a década tivemos "Issues" (1999) e mais sucessos comerciais como a bem sucedida "Falling Away From Me" (continuando a animação de "Freak On A Leash"), o vídeo de "Make Me Bad" com cenas do filme Alien, "Somebody Someone" e os insetos voando a cada power chord no refrão, indo para 2002 com "Untouchables" e ainda mais consolidado, inciando pela densa "Here To Stay", a comercial e cheia de referências da nova década "Thoughtless" e a ótima semi balada "Alone I Break" que tem como foco o seu vocalista (Jonathan Davis) sendo um carrasco em um verdadeiro reality show, "eliminando" cada um dos integrantes da banda, expondo problemas internos, pressão da indústria e autodestruição.

Ainda mais denso, "Take A Look In The Mirror" (2003) chegou com temas cheios de peso emocional e muito bem abordados, além de criarem novos clássicos como "Right Now" (que causava aflição em muitos com sua animação grotesca), além da ótima "Everything I've Known". Se posicionando através do seu já status e importância garantidos, fizeram uma dura crítica sobre a indústria musical em criar músicas pop de duração curta com "Y'all Want a Single" e seu vídeo destruindo uma loja de discos repercutindo muito.

Temos aqui o auge, um belo contrato para a trilha sonora de um filme a nível mundial: Lara Croft: Tomb Raider – The Cradle of Life (2003) com a participação de Angelina Jolie e cenas da película... e olha que nem me aprofundei em outras faixas ótimas como "Break Some Off" que é uma verdadeira pedrada na orelha.

Seguindo o padrão estabelecido, o álbum intitulado "See You On The Other Side" (2006) chegou pesado e cheio de referências do passado, como por exemplo abrindo com "Twisted Transistor" e seu vídeo cheio de rappers famosos dando lugar aos integrantes da banda (Snoop Dogg e Xzibit por exemplo).

"Liar" e seu vídeo 3D caíram bem no gosto da galera mas se fato o maior sucesso por aqui foi a ótima "Coming Undone", com um vídeo bastante moderno para sua época.

Após o MTV Unplugged e o feat. com Amy Lee (Evanescence) repercutir aos montes, tivemos "Untitled" (2007) com o single "Evolution" abrindo discussões da época sobre o mundo estar em colapso com os caminhos tomados.

"Hold On" também obteve reconhecimento e assim, aquela fase com o apoio de um dos melhores bateristas de sua época, o saudoso Joey Jordison (Slipknot) foi marcada por uma transição de algo mais moderno e voltado para um lado alternativo.

Um pouco diferente e buscando se encontrar novamente, "Korn III: Remember Who You Are" (2010) trouxe canções que buscavam interagir com o passado mas que não obtiveram o retorno esperado (público, mídia e a própria banda estiveram insatisfeitos) e assim o esperado sucesso com a comercial "Oildale (Leave Me Alone)" não vingou, porém, é preciso destacar que "Korn: The Encounter" (lançado no mesmo ano) trouxe uma performance muito boa em um registro feito em Bakersfield (CA) para divulgar seu próximo lançamento.

"The Path of Totality" (2011) trouxe um apelo ainda mais comercial e alternativo com muitos recursos de dubstep, indo cada vez mais na contramão do que o fã esperava.

Participações especiais como Skrillex, Noisia e Excision não agradaram os mais assíduos no metal, porém, singles como "Get Up!" e "Narcissistic Cannibal" deram uma certa visibilidade.

"The Paradigm Shift" (2013) conseguiu finalmente resgatar algo que estavam buscando, bastante elogiado e similar ao que haviam feito na década passada, vide faixas como "Prey For Me" e Love & Meth", mas ainda sim o ponto crucial apontado foi a volta de Brian "Head" Welch, trazendo inúmeras novas ideias para o tipo de sonoridade.

Não perdendo a mão, "The Serenity of Suffering" (2016) continuou o legado que agora estava resgatado e muito bem desenvolvido, indo cada vez mais para o posto que nunca deveriam ter deixado, sendo assim como seu antecessor, considerados alguns dos melhores trabalhos de sua discografia.

Destaques para as faixas "Insane" e também "Rotting in Vain", além da participação de Corey Taylor na ótima "A Different World".

"The Nothing" (2019) recebeu também ótimas críticas, tendo um posto de álbum bastante obscuro e intenso, principalmente pela influência emocional de Jonathan Davis que havia perdido sua esposa recentemente, além de interagir com outras tragédias pessoais.

Por fim, "Requiem" (2023) é o seu mais recente álbum, trazendo uma proposta de som mais curto, porém, ainda mantendo a veia que o trouxe para o mainstream, com forte influência da virada de década.

 
Ufa, hein?! agora você pode saber e ouvir um pouco mais da banda antes de ir ao show que ocorrerá aqui em São Paulo, no dia 16 de Maio no Allianz Parque. Já a abertura fica por conta das bandas Spiritbox, Seven Hours After Violet (projeto de membros do System of a Down e Winds of Plague) e os brasileiros do Black Pantera.


Serviço:
Data: 16 de maio de 2026 (sábado)
Local: Allianz Parque - Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo – SP
Abertura dos Portões: 16h00
Venda de Ingressos: Site da Eventim e bilheteria física (Portão B - Allianz Parque, terça a sábado, 10h às 17h).
Atenção: QR code (Eventim.PASS) disponível apenas 24h antes no app. 

Setores e Preços (Meia/Inteira):
Cadeira Superior: R$ 182,50 | R$ 365,00
Pista: R$ 247,50 | R$ 495,00
Cadeira Inferior: R$ 322,50 | R$ 645,00
Pista Premium: R$ 497,50 | R$ 995,00
Hot Seat – Leste: R$ 822,50 | R$ 1.145,00
Pacote VIP: R$ 1.287,50 | R$ 1.785,00 

Classificação Etária: 05 a 15 anos acompanhados de pais/responsáveis; 16 a 17 anos desacompanhados.


Mais detalhes em:

Realização:

segunda-feira, 20 de abril de 2026

RV Indica: Caught In A Mosh: A era de ouro do Thrash


Estamos muito felizes em anunciar que fechamos uma parceria com a Editora DenFire, uma das melhores em prestação de serviços para os fãs do bom e velho metal de cada dia!

Para iniciarmos bem, vamos falar sobre um de seus últimos lançamentos, a tão esperada segunda parte da história do Thrash Metal descrita por um dos ícones em contar ótimas experiências e curiosidades, o mestre Martin Popoff.

Vamos explorar especificamente os anos dourados, exatamente ambientado onde grandes álbuns foram distribuídos pelo mundo, através de grandes nomes que hoje se tornaram lendas vivas do gênero.

Mas antes é preciso dar um contexto para você, leitor, afinal de contas, precisamos abordar a primeira parte como uma introdução ao mundo de um dos estilos mais importantes e adorados pelos headbangers das últimas três décadas, e assim, preciso também dizer que iremos fazer vários trabalhos sobre isso, portanto, aqui teremos apenas um início para você entender melhor e assim, seguir o grande trabalho da DenFire em nosso solo nacional, ok?


A primeira parte intitulada "Hit The Lights: O Nascimento do Thrash", originalmente lançada em 2019, teve como foco destrinchar as principais influências do gênero, passando por grandes nomes do rock e claro, culminando ao início de tudo com uma narrativa muito bem desenvolvida.

Desde seus lançamentos (que hoje se tornaram clássicos) até a consolidação do que estava por vir, Popoff passeia por muitos momentos memoráveis e que certamente todo fã gostaria de saber.

Bem, agora que você entende um pouco mais sobre, vamos avançar para os tempos atuais onde os principais lançamentos do Thrash Metal são abordados e venerados, contados em detalhes e devida importância.

Intitulado "Caught In A Mosh: A era de ouro do Thrash", transmite ao leitor um passeio pelas histórias de alguns dos grandes nomes do gênero (e que certamente servirá de base para muitas gerações ainda) até o ano de 1986, o que faz sentido pois temos um mar de lançamentos que mexeram com o mundo dentro deste período.

De Metallica a Slayer, de Testament a Anthrax, passando por Megadeth, Overkill, Sodom, Kreator, e tantos e tantos outros... uma verdadeira ode ao que chamamos de "época de ouro" e a consolidação dos riffs rápidos, solos viscerais, vocais cada vez mais extremos pela Europa (enquanto a cena americana passeava pela NWOBHM) além da evolução em conseguir produzir um som característico.


Fique atento em nossas publicações no Instagram e por aqui em nossas páginas pois iremos abordar mais detalhes sobre a trilogia!


Gostou?Adquira através do link abaixo diretamente no site da DenFire:


Siga a DenFire:

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Monsters Of Rock Brasil 2026: Halestorm empolga e apresenta um dos melhores shows do festival

Formada por Lzzy Hale e seu irmão mais novo Arejay no fim dos anos 90, o Halestorm trouxe durante os últimos 15 anos uma variedade de estilos dentro de sua proposta alternativa, flertando com o pop e o metal, reunindo fãs ao redor do mundo por sua identidade visceral nos palcos. 

Após o "morno" Yngwie Malmsteen surgir, era a hora do público acompanhar um dos nomes mais esperados nessa edição e assim foi triunfante a entrada de ambos para um show recheado de clássicos da sua carreira. 


Lzzy é muito admirada pelos fãs, seja pela sua personalidade criativa e inquieta ou pelos vocais sempre eficientes, consegue unir muitos elementos interessantes que causam uma boa impressão de imediato.

O público foi se animando com o início do show em "Fallen Star", mas tudo foi ao êxtase com canções absolutas como "Mz Hyde", "I Miss the Misery" e "Love Bites (So Do I)" em sequência, ganhando todos rapidamente pelo carisma, melodias bem construídas e presença de palco contagiante.


"I Get Off", canção que esteve presente desde os primórdios do grupo, ganhou presença na memória de vários igualmente, separando um momento para Lzzy brincar com a sua voz e demonstrar um dos momentos mais marcantes do dia com sua performance, além de trabalhar em um trecho do clássico "Crazy On You" da banda Heart.

Entre os momentos de canções mais recentes, ouve também um solo de bateria bem animado (quem esteve assistindo na Pista Premium pôde ver um grave bastante acentuado, vibrando tudo literalmente) em conjunto com aplausos a todo instante.

Apostar em canções de seu novo álbum "Everest" também foi um acerto pois a banda nunca fica acomodada, promete uma grande apresentação e ainda entrega bônus.


De modo geral foi um show muito interessante, vários momentos nostálgicos da adolescência de muitos, além de uma ótima repercussão para os novatos diante do grupo.

Sem dúvida alguma no Top 3 do dia!


Siga a banda:


Setlist:
Fallen Star
Mz. Hyde
I Miss the Misery
Love Bites (So Do I)
Watch Out!
Like a Woman Can
I Get Off
Familiar Taste of Poison (pequeno trecho)
Rain Your Blood on Me
Solo de bateria
Freak Like Me
Wicked Ways
Everest


Conheça um pouco mais das bandas através da nossa playlist especial "RV/Monsters Of Rock Brasil 2026":


Agradecimentos a Mercury Concerts e Catto Comunicação pelo credenciamento de nosso veículo de imprensa.

Sigam:

Fotos por: Ricardo Matsukawa

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Monsters Of Rock Brasil 2026: Yngwie Malmsteen apresenta clássicos mas foca em seus fãs

Não é segredo que o sueco Yngwie Malmsteen possui uma história extensa e objetiva dentro do mundo das 6 cordas, mas será que isso é suficiente para a sua atual fase? 

O fato é que durante o show que o músico apresentou no Monsters Of Rock no último dia 04/04 levantou uma certa questão entre os veículos de imprensa pois enquanto muitos (como este que vos escreve) adora solos e repertórios que beiram o clássico, erudito e tantos outros que sabemos lidar com artistas desse nível, existe também uma parcela de novos fãs ou apreciadores de sempre que preferem ouvir clássicos de sua carreira, sem focar tanto na virtuose ou aquela famosa frase: "nossa, como ele é rápido". 



Acredito que o seu set foi bem equilibrado para os fãs de várias épocas, porém, não obteve tanto retorno emocional (por assim dizer) pois enquanto a galera ainda estava chegando, Malmsteen apenas desfilava notas e notas de uma maneira costumeira, sem pensar muito na interação ou mesmo em faixas mais acessíveis (quando digo isso, estou enfatizando alternativas para "ligar" o público como suas belas melodas de décadas passadas).

Preciso pontuar também que o show trouxe muitos momentos legais (sim, não foi um problema total o que citei acima) como por exemplo abrir com a clássica "Rising Force", o que chamou atenção rápida de vários presentes, mas alguns momentos foram de fato para os que apreciam a técnica do músico, que aliás, ainda continua impecável.


Referências a Queen e Deep Purple foram muito bem recebidas, tentativas claras de "unir" o público por aquela viagem musical que despejava notas e mais notas, porém, tudo com um clima meio morno (mas tudo bem, ele não precisa provar mais nada, não é mesmo?!).

Acredito que de forma geral foi um show na medida certa, sem arriscar demais ou "inventar a roda", é claro que alguns hinos como "Black Star" podiam figurar mais cedo, mas aí é uma questão de dinâmica de repertório e isso só o próprio Malmsteen pode responder... 


"Far Beyond The Sun" era uma que eu estava a espera e fiquei satisfeito com o que vi, além claro das já conhecidas performances que o mesmo executa no palco (em certo momento da vida eu considerava isso um exagero mas hoje em dia considero apenas como uma "personalidade" que ele impôs um dia e hoje apenas replica, e não acho ruim).


Gostei bastante, curti muito... bem melhor que sua apresentação anterior por aqui!


Sigam o músico:

Setlist:
Rising Force
Top Down, Foot Down
No Rest For The Wicked
Soldier
Into Valhalla
Baroque & Roll
Relentless Fury
Now Your Ships Are Burned
Wolves At The Door
Paganini’s 4th
Adagio
Far Beyond The Sun
Bohemian Rhapsody
Fire And Ice
Evil Eye
Smoke On The Water
Trilogy (Vengeance)
Badinere
Solo
Black Star
I’ll See The Light Tonight


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Agradecimentos a Mercury Concerts e Catto Comunicação pelo credenciamento de nosso veículo de imprensa.

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Fotos por: Ricardo Matsukawa

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Monsters Of Rock Brasil 2026: Jayler e Dirty Honey esquentaram o público do festival com ótimas performances

O dia 04 de Abril teve início com bastante sol, expectativa de grandes momentos e uma multidão de pessoas pelo mesmo propósito: chegar ao Allianz Parque o mais rápido possível para contemplar um dos maiores festivais do ano, o Monsters Of Rock. 

Quando cheguei próximo as imediações pude perceber algumas filas sendo organizadas e muito merch sendo comercializado (algo normal em São Paulo durante grandes eventos) com inúmeros tipos de fãs, gerações se misturando aos montes e uma certa energia emanando. 

Logo na entrada tudo foi resolvido rapidamente, o acesso a imprensa estava tranquilo e assim passamos sem problemas para dentro do estádio... e assim fomos para a sala destinada a imprensa. 

No dia 02 de Abril estivemos no Sideshow do Jayler e Dirty Honey na Audio (também em São Paulo) e conseguimos conferir as performances que tanto estavam comentando, e realmente foram momentos bem legais, então já sabíamos o que esperar por ali.



O Jayler abriu o festival com pouco público, muitos chegando aos poucos, entendendo a disposição do evento, onde sentar, e tudo isso aliado ao som pesado "setentista" dos meninos, tendo como base o seu set recente. 

Sem muitas surpresas, trouxeram ao evento uma boa base do que os fãs esperavam, agitando com performances conhecidas e muita disposição de palco (como é bom ser jovem, não?!).

É óbvio que comparações ao Led Zeppelin sejam muito bem vindas pois a própria banda busca resgatar algo daquela época, e mesmo que muitos não gostem, o sucesso imediato veio e estão produzindo um ótimo material.

Formada por James Bartholomew (voz e guitarra), Tyler Arrowsmith (guitarra), Ricky Hodgkiss (baixo) e Ed Evans (bateria), o grupo constrói uma ótima imagem com canções em rádios pelo mundo, singles interessantes e ótimo aproveitamento.


Acredito que por serem uma banda bem recente e com disposição de sobra, ainda farão mais shows por aqui e assim, a sua base de fãs aparecerá com bastante primor, mas por enquanto, vejo que estão construindo um caminho com vários acertos para o sucesso comercial pelo mundo.

Sigam a banda:

Setlist:
Down Below
The Getaway
No Woman
Riverboat Queen
Lovemaker
I Believe to My Soul
Need Your Love
Over the Mountain
The Rinsk



Uma pausa para hidratar, conhecer e rever alguns amigos de imprensa e voltarmos para o Dirty Honey, outro bom nome que vem mexendo com a galera ultimamente. 
Os caras mandaram ver com sua apresentação enérgica e cheia de referências do fim dos anos 70 e muito do que estaria presente na década seguinte. 

O público já estava um pouco maior, profissionais de imprensa registrando cada performance e assim, conseguiram entregar uma performance interessante para todos. 

Formada pelo simpático Marc LaBelle (voz), John Notto (guitarra), Justin Smolian (baixo) e Jason Ganberg (bateria), a banda conseguiu em pouco tempo atrair grandes olhares e ainda registrar recordes de "plays" com seus singles, uma grande diferença para as décadas passadas onde os números de vendas ainda eram relevantes.

Outro ponto relevante é a inserção de faixas onde o "mundo geek" tem aceitação máxima como em "When I’m Gone" presente na trilha do filme Minecraft, sendo a primeira banda a atingir o topo da Billboard Mainstream Rock Songs.

Certamente a galera vai sustentar o que foi visto por ali, a consolidação virá em pouco tempo e assim, também irão garantir o seu espaço entre os grandes nomes em festivais pelo mundo.


De modo geral, as duas bandas entregaram uma performance plausível e esperada, estão iniciando o seu caminho em meio aos grandes nomes e entregando tudo o que podem... e certamente farão os seus nomes em pouco tempo.

Sigam a banda:

Setlist:
Won’t Take Me Alive
California Dreamin’
Heartbreaker
The Wire
Don’t Put Out the Fire
Another Last Time
Lights Out
When I’m Gone
Rolling 7s


Conheça um pouco mais das bandas através da nossa playlist especial "RV/Monsters Of Rock Brasil 2026":


Agradecimentos a Mercury Concerts e Catto Comunicação pelo credenciamento de nosso veículo de mídia.

Sigam:

Fotos por: Ricardo Matsukawa
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