Sobre DEATH ANGEL:O DEATH ANGEL é uma pioneira banda americana de thrash metal formada em 1982 em Daly City, Califórnia, e uma força fundamental no lendário movimento Bay Area thrash. Surgindo como prodígios adolescentes, o grupo rapidamente construiu uma reputação calcada em velocidade avassaladora, precisão técnica, composições destemidas e performances ao vivo ferozes — qualidades que continuam a defini-los mais de quatro décadas depois. Formada pelos primos Rob Cavestany (guitarra), Dennis Pepa (baixo) e Andy Galeon (bateria), ao lado do vocalista Mark Osegueda e do guitarrista Gus Pepa, o DEATH ANGEL ganhou experiência em clubes locais antes de estourar no cenário internacional com o álbum de estreia de 1987, The Ultra-Violence, gravado quando Galeon tinha apenas 14 anos. Seus arranjos complexos e energia explosiva os destacaram imediatamente na cena da Bay Area. Em seguida, lançaram Frolic Through the Park (1988), que trouxe o single de sucesso e destaque na MTV “Bored”, levando a banda até a apresentar o programa Headbangers Ball. Em 1990, a estreia por uma grande gravadora com Act III (Geffen Records) revelou uma dimensão mais dinâmica e melódica, mantendo a intensidade do thrash. Com clipes em alta rotação na MTV para “Seemingly Endless Time” e “A Room With A View”, além de uma matéria na revista People, o álbum consolidou o status do grupo como um dos mais ousados musicalmente do thrash metal. Após se reunirem em 2001, o DEATH ANGEL embarcou em um poderoso segundo capítulo — que se tornaria uma das fases mais fortes de sua carreira. Em vez de se apoiarem na nostalgia, entregaram uma sequência de lançamentos aclamados que fundiram a agressividade clássica da Bay Area com composições mais afiadas e uma produção moderna. Começando com The Art of Dying (2004) e continuando por Killing Season (2008), Relentless Retribution (2010), The Dream Calls for Blood (2013), The Evil Divide (2016) e Humanicide (2019), a banda aprimorou seu ataque enquanto expandia sua dinâmica. Ao longo desses álbuns, riffs trabalhados, tempos velozes e letras com consciência social tornaram-se marcas registradas de sua era moderna. Humanicide rendeu ao DEATH ANGEL uma indicação ao Grammy de Melhor Performance de Metal, consolidando ainda mais seu lugar entre as forças mais vitais e respeitadas do thrash metal contemporâneo. Em 2025, a banda revelou dois singles avulsos, marcando seu primeiro material inédito em vários anos e sinalizando a próxima fase de sua evolução. “Wrath (Bring Fire)” entregou um ataque em alta velocidade enraizado na ferocidade clássica da Bay Area, enquanto “Cult of the Used” surgiu como um hino afiado e de teor social, impulsionado por riffs precisos, uma cozinha avassaladora e vocais imponentes. Juntos, os lançamentos reafirmaram o momento criativo e a intensidade sem concessões do DEATH ANGEL. Para celebrar o 35º aniversário de Act III, o DEATH ANGEL lançou uma turnê especial comemorativa tocando o álbum na íntegra. A turnê combinou a execução completa do disco com clássicos selecionados de todo o seu catálogo, oferecendo aos fãs de longa data uma experiência rara e imersiva. O itinerário incluiu as principais cidades dos EUA e várias apresentações em sua região natal, a Bay Area — incluindo dois shows esgotados com antecedência no lendário Fillmore —, reforçando o impacto duradouro do álbum. A turnê de aniversário de Act III continua ao longo de 2026 e 2027, com novas datas a serem anunciadas. A formação atual — Mark Osegueda (vocal), Rob Cavestany (guitarra), Ted Aguilar (guitarra), Damien Sisson (baixo) e Will Carroll (bateria) — permanece intacta há quase duas décadas, formando uma das configurações mais estáveis e imponentes da história da banda. Essa longevidade se traduz com força no palco, onde o DEATH ANGEL continua fazendo turnês extensas pela América do Norte, Europa, América do Sul, Ásia e Austrália, marcando presença nos principais festivais e liderando shows em clubes e teatros, mantendo sua reputação como um dos atos ao vivo mais eletrizantes do thrash metal. |