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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

Glenn Hughes faz show em Porto Alegre com turnê de despedida dos palcos

 

Terça, 11 de novembro 2025

@ Opinião –  Porto Alegre

 

A voz do rock vai silenciar! Isso porque o veterano Glenn Hughes, aclamado como “The Voice of Rock”, anunciou sua despedida dos palcos. Antes de sair de cena, porém, o baixista e vocalista inglês que fez história no Deep Purple e no Black Sabbath – sendo um dos raros músicos a integrar dois dos grupos que formam a santa trindade do rock, que tinha ainda o Led Zeppelin — passa pelo Brasil com a turnê "The Chosen Years". Porto Alegre é uma das paradas da gira, com show em 11 de novembro, no Opinião (José do Patrocínio, 834), a partir das 19h. O evento tem como ato de abertura o hard rock porto-alegrense do Marenna.

 

Ingressos já à venda neste link

 

O repertório para a derradeira apresentação em solo gaúcho tem composições de toda a carreira do artista inglês, da carreira solo aos clássicos do Purple, passando ainda por temas do Trapeze, Black Country Communion, Hughes/Thrall e da parceria com Tony Iommi.

 

GLENN HUGHES PORTO ALEGRE, SHOW DE DESPEDIDA

Local:

Opinião (Rua José do Patrocínio, 834)

 

Classificação etária:

16 anos – acompanhado do responsável

 

Quando:

Terça-feira, 11 de novembro de 2025

 

Horários

19h – abertura da casa

19h50min – Marenna

21h – GLENN HUGHES

 

Ingressos

PREMIUM 

1º lote

Solidário – R$ 269,00*

Meia-entrada – R$ 259,00

 

2º lote

Solidário – R$ 279,00*

Meia-entrada – R$ 269,00

 

3º lote

Solidário – R$ 289,00*

Meia-entrada – R$ 279,00

 

4º lote

Solidário – R$ 299,00*

Meia-entrada – R$ 289,00

 

5º lote

Solidário – R$ 309,00*

Meia-entrada – R$ 299,00

 

PISTA

1º lote

Solidário – R$ 169,00*

Meia-entrada – R$ 159,00

 

2º lote

Solidário – R$ 179,00*

Meia-entrada – R$ 169,00

 

3º lote

Solidário – R$ 189,00*

Meia-entrada – R$ 179,00

 

4º lote

Solidário – R$ 199,00*

Meia-entrada – R$ 189,00

 

5º lote

Solidário – R$ 209,00*

Meia-entrada – R$ 199,00

 

MEZANINO

1º lote

Solidário – R$ 209,00*

Meia-entrada –R$ 199,00

 

2º lote

Solidário – R$ 219,00*

Meia-entrada – R$ 209,00

 

3º lote

Solidário – R$ 229,00*

Meia-entrada – R$ 219,00



* Solidário — limitados e válidos para qualquer comprador com a entrega de 1kg de alimento não perecível (por pessoa) na entrada do show.

** Meia-entrada — para estudantes são válidas somente as seguintes carteiras de identificação estudantil: ANPG, UNE, UBE’s, DCE’s e demais especificadas na LEI FEDERAL Nº 12.933. Não será aceita NENHUMA outra forma de identificação que não as oficializadas na lei.



Pontos de venda:

Online (com taxa de conveniência)

www.sympla.com.br/opiniao (em até 10x no cartão) 

 

PONTO DE VENDA SEM TAXA:

Bilheteria oficial Opinião (sem taxa de conveniência – somente em dinheiro):

Loja Planeta Surf Bourbon Wallig (Av. Assis Brasil, 2611 – Loja 249 – Jardim Lindóia – Porto Alegre)

 

Bilheteria Araújo Vianna

Aberta somente em dia de eventos duas horas antes do início dos shows.

Av. Osvaldo Aranha, 685 – Bairro Bom Fim

 

* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais.

* Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.

 

GLENN HUGHES

Nas últimas três décadas, Glenn Hughes veio diversas vezes ao Brasil, sempre brindando os fãs com performances memoráveis, que retratam importantes capítulos da história do Rock. Agora, com a The Chosen Years, o artista apresenta o epílogo de sua carreira, com um repertório especial e diversificado.

Glenn Hughes é um baixista e vocalista britânico, conhecido por sua voz poderosa e versatilidade musical, transitando entre hard rock, funk, soul e blues. Nascido em 21 de agosto de 1951, iniciou sua carreira profissional nos anos 1960, mas ganhou notoriedade como membro da banda Trapeze no início da década de 1970. Com o conjunto, gravou álbuns como Medusa (1970) e You Are the Music... We're Just the Band (1972), desenvolvendo um estilo único que mesclava rock pesado com influências do funk e do soul. Seu talento chamou a atenção do Deep Purple, que o recrutou em 1973 para substituir Roger Glover no baixo e também dividir os vocais com David Coverdale.

No Purple, trouxe sua musicalidade diversificada, contribuindo para álbuns icônicos como Burn (1974), Stormbringer (1974) e Come Taste the Band (1975). Sua presença ajudou a expandir o som do grupo, incorporando elementos do funk e do R&B. No entanto, a instabilidade interna do grupo e o abuso de substâncias acabaram contribuindo para sua saída em 1976. Hughes embarcou em uma carreira solo e participou de diversos projetos musicais. Durante os anos 1980, colaborou com Gary Moore e Tony Iommi, com quem gravou Seventh Star (1986), originalmente planejado como um álbum solo do guitarrista do Black Sabbath, mas lançado sob o nome da banda que popularizou o heavy metal.

Nos anos 1990, superou problemas pessoais e consolidou sua carreira solo, lançando discos aclamados como From Now On... (1994) e Feel (1995), nos quais explorou sua paixão pelo soul e pelo funk rock. Esteve no projeto Hughes Turner Project, com Joe Lynn Turner, ex-vocalista do Rainbow, lançando dois álbuns de estúdio no início dos anos 2000. Sua habilidade vocal e presença de palco o mantiveram relevante na cena musical, levando-o a participar de inúmeras colaborações e a lançar discos solo com regularidade.

Em 2009, formou o supergrupo Black Country Communion, ao lado de Joe Bonamassa, Derek Sherinian e Jason Bonham, lançando registros elogiados, como Black Country Communion (2010) e BCCIV (2017). Em paralelo, integrou o The Dead Daisies, gravando Holy Ground (2021). Seu legado foi reconhecido em 2016, quando foi introduzido ao Rock and Roll Hall of Fame como membro do Deep Purple.

 

Resumo

O que: Glenn Hughes.

Quando: Terça, 11 de novembro – 21h.

Onde: Opinião (José do Patrocínio, 834).

Quanto: de R$ 159 à R$ 598,00.

Informações: www.abstratti.com e (51) 32112838.

segunda-feira, 27 de março de 2023

Black Alien faz show em Novo Hamburgo dia 13 de maio


Nota:


Black Alien é um dos grandes MCs brasileiros em atividade. Trechos como “presidentes são temporários, meu despertar temporão, música boa é pra sempre, esses otários jamais serão”, da música ‘Jamais Serão’, do mais novo álbum até o momento — “Abaixo de Zero: Hello Hell” (2019) —, reforçam tal constatação. E mais: deixam claro a sagacidade do rapper conhecido como lírica bereta com as letras. Somado a isso, uma sonoridade diversificada, de quem tem gosto eclético (aprecia do rap ao jazz), garantem composições instigantes.

O público gaúcho tem a oportundide de conferir as rimas acima da média e as batidas certeiras de Black Alien dia 13 de maio, sábado, na FENAC (Rua Três de Outubro, Portão 11), em Novo Hamburgo. Além de temas do até então último disco, o músico também inclui no repertório singles recentes e temas de outras fases da carreira, como faixas do aclamado trabalho solo de estreia “Babylon By Gus – Vol. I: O Ano Do Macaco” (2004).



Garanta ingresso aqui: www.bilheto.com.br/evento/1121/Black_Alien

:::::: BLACK ALIEN EM NOVO HAMBURGO ::::::

Local:

FENAC (Rua Três de Outubro, Portão 11. Bairro Ideal — Novo Hamburgo/RS)

Classificação etária:

16 anos (acompanhado de responsável legal)

Quando:

Sábado, 13 de maio, às 23h

Horários:

20h — abertura da casa

23h — BLACK ALIEN

Ingressos

PREMIUM

2º lote

Solidário — R$ 115*

Meia — R$ 110**

Inteira — R$ 220

3º lote

Solidário —R$ 125*

Meia — R$ 120**

Inteira —R$ 240

4º lote

Solidário — R$ 135*

Meia — R$ 130**

Inteira — R$ 260

PISTA

2º lote

Solidário — R$ 75*

Meia — R$ 70**

Inteira — R$ 140

3º lote

Solidário — R$ 85*

Meia — R$ 80**

Inteira — R$ 160

4º lote

Solidário — R$ 95*

Meia — R$ 90**

Inteira — R$ 180

Solidário — limitados e válidos somente com a entrega de 1kg de alimento não perecível na entrada do show.

Meia-entrada — para estudantes são válidas somente as seguintes carteiras de identificação estudantil: ANPG, UNE, UBE’s, DCE’s e demais especificadas na LEI FEDERAL Nº 12.933. Não será aceita NENHUMA outra forma de identificação que não as oficializadas na lei.

***Todos os setores são por ordem de chegada

Pontos de venda

Online (com taxa de conveniência)

www.bilheto.com.br (em até 12x no cartão)

Pontos de venda sem taxa (dinheiro, débito e crédito):

Loja Back in Black no Shopping Total (loja 2119, Av. Cristóvão Colombo, 545 – Porto Alegre). Horário funcionamento: segunda a sábado das 10h às 20h / domingo 14h às 20h.

Origem Tattoo (R. Primeiro de Março, 1198 — Centro, São Leopoldo). Horário de Funcionamento: de segunda a sexta-feira das 10h às 12h e das 13h30min às 18h30min / sábado das 10h às 12h e das 13h30min às 17h.

Demais pontos de venda (sujeito à cobrança de taxa de conveniência somente débito e crédito):

Toda Música Instrumentos Musicais (R. Vinte e Cinco de Julho, 1116 — Rio Branco, Novo Hamburgo). Horário de Funcionamento: de segunda a sexta-feira das 9h às 18h / Sábado das 9h às 13h.

BLACK ALIEN

Fã de rap, rock e jazz, entre outros estilos, Black Alien tem como característica um flow veloz e um vocabulário fluente. Na primeira metade dos anos 1990, integrou o Speedfreaks ao lado do seminal rapper Speed, com quem ainda faria parceria novamente. Também na última década do século passado, Gustavo — nome de registro — passou pelo Planet Hemp, tocando ao vivo e gravando entre 1997 e 2001.

Já em 2004, saiu sua estreia solo, “Babylon By Gus – Vol. I: O Ano Do Macaco”, apontado como um dos grandes álbuns do rap nacional de todos os tempos. O segundo álbum, “Babylon By Gus – Vol. II: No Príncipio Era O Verbo”, foi lançado em 2015.

Em 2018, numa manhã, durante uma de suas internações, Black Alien mirou o horizonte e finalmente caiu a ficha do tamanho da caminhada e da luta que continuaria tendo pela frente. Após duas décadas de uso contínuo e desenfreado de drogas e álcool — tempo em que transitou por dois mundos paralelos: o de artista e o das drogas, ao lado de pessoas tóxicas — um dos maiores representantes do rap nacional sentia-se abaixo de zero.

Black Alien transformou as dores e a persistência em rimas, se uniu ao produtor Papatinho e criou o álbum “Abaixo de Zero: Hello Hell” (Extrapunk/Altafonte, 2019) trazendo uma certeza: o campeão voltou. Àquela época, as mãos de Black não conseguiam parar de tremer antes de uma talagada de álcool. Ele não conseguia fazer nada sem beber e, quando bebia, nada conseguia produzir. Não tinha documentos, casa, produtora, banda, músicas, concentração, foco ou rumo. As pessoas não o reconheciam mais, fosse por estar vinte quilos abaixo do peso ou pela falta de produção artística em anos.

“O pior mesmo era não me reconhecer no espelho. Eu sabia que tinha que sair daquele inferno e que, quando saísse, enfrentaria a vida normal com a abissal disfunção de mais de vinte anos sem saber o que é isso”, recorda o músico.

A primeira canção foi ‘Carta para Amy’. Ali, Black visualizou o álbum completo. A partir disso foi muito café, conversas e rimas. Mais precisamente dia 9 de outubro de 2018, ele começou a canetar o resto do projeto pra valer. O resultado é um disco sobre novo começo, sem tantas pretensões ou muita filosofia. “Apenas escrevi. As ideias foram surgindo e se conectando naturalmente. O conceito não precisou ser pensado, ele já estava ali. Sonoridade de jazz, estilo musical que mais gosto, e todas as letras com uma forte conexão entre elas. Meus infernos, redenções, próximos infernos. O disco foi escrito enquanto foi gravado. Entreguei o último verso no último dia de gravação”, lembra o cantor.

Mesmo sem ter sido premeditada, a fórmula deu certo. A tour do disco rodou o mundo e Black Alien emocionou plateias de grandes festivais pelo Brasil, lotou casas na Europa e Oceania, ganhou o prêmio Multishow de melhor disco do ano pelo júri e o principal: fez sua mensagem chegar a muita gente. Em novembro, lançou o clipe de ‘Carta para Amy’, dirigido por Gabi Jacob e estrelado por André Ramiro. A produção foi mais uma comprovação do artista completo e moderno que ele é.

Black Alien não pensava em ser artista. Queria ser skatista e estudar Cinema na Universidade Federal Fluminense para ser aluno de Nelson Pereira dos Santos. As poucas vagas, pouco estudo e muita droga atrapalharam que ele passasse na segunda fase. Por ser muito tímido, além de ir por anos e anos ao cinema duas vezes na semana, consumia em quantidade surpreendente literatura, quadrinhos e música. Conheceu o rap aos 12 anos e, com seu flow autêntico, rimas certeiras e papo reto, se tornou uma espécie de instituição do gênero.

AS MÚSICAS:

E como é bom ouvir Black Alien seguindo sua trajetória e mostrando que continua tão bom ou até melhor que antes. “Abaixo de Zero: Hello Hell” chega como prova disso.

Antes da homenagem à falecida cantora inglesa com a música ‘Carta para Amy’, temos ‘Área 51’, na qual ele admite que “plantas dão tédio e são o remédio”. ‘Vai Baby’ não deixa de ser uma canção de amor, aos moldes de seu compositor. Na sequência, ‘Que Nem o meu Cachorro’, primeiro single disponibilizado, e ‘Take Ten’, com referências a Jimmy Hendrix e ao filme “O Médico e o Monstro”.

‘Au Revoir’ é uma canção na qual a sobriedade se mistura com o desejo e o amor, principalmente por si mesmo. ‘Aniversário de Sobriedade’ é

autoexplicativa sobre sua temática, contando com trechos de piano e um solo de sax. Fechando o material, estão ‘Jamais Serão’, um protesto bilíngue com excelentes versos (vide “presidentes são temporários, meu despertar temporão, música boa é pra sempre, esses otários jamais serão”) e ‘Capítulo Zero’, trazendo ideias derradeiras deste novo começo de Mister Niterói e sua lírica bereta.


Resumo

O que: Black Alien

Quando: Sábado, 13 de maio – 22h

Onde: FENAC (Rua Três de Outubro, Portão 11)

Quanto: de R$ 70 a R$ 260

Informações: abstratti.com e ablazeproductions.com.br


Atenciosamente,




sábado, 11 de março de 2023

ABSTRATTI PRODUTORA APRESENTA: VELHAS VIRGENS Sexta-feira, 12 de maio @Alcabar ( Porto Alegre)


As vivências e a estrada, depois de certo tempo, proporcionam sabedoria para que bandas sigam adiante. As Velhas Virgens, com suas mais de três décadas, dosam essa experiência com a teimosia inconsequente de seguirem como artistas independentes. Feito que, ao contrário das previsões de mercado, rendeu sucesso e oportunidade para rodar o Brasil até os dias de hoje. Porto Alegre recebe, mais uma vez, a irreverência das Velhas dia 12 de maio, às 22h, no Alcabar (Travessa São José, 515 — Navegantes).


O show atual tem foco no álbum mais recente, “O Bar Me Chama” (2020), e ainda em músicas que andavam fora do setlist e lados Bs. Além disso, o repertório conta com releituras de canções brasileiras do começo dos anos 70 (Sá, Rodrix e Guarabira, Caetano Veloso e Secos & Molhados) com a pegada roqueira característica das Velhas.


O quarteto gaúcho Madame Chaos é a atração convidada para fazer as honras da casa. A banda vai aquecer o público mostrando seu autodenominado “metalhard” (mistura da essência do heavy metal com a mentalidade de criação das bandas de hardrock).


Garanta ingresso aqui: https://bilheto.com.br/evento/1283/Velhas_Virgens.



 ::: VELHAS VIRGENS :::


Local


Alcabar (Travessa São José, 515 — Navegantes)


Classificação etária


18 anos


Quando


Sexta-feira, 12 de maio, às 22h


Horários


18h — abertura da casa


20h30min — Madame Chaos


22h — Velhas Virgens


Ingressos


1º lote (PROMOCIONAL)


Solidário — R$ 75,00*


Meia — R$ 70,00**


Inteira — R$ 140,00


2º lote (PROMOCIONAL)


Solidário — R$ 85,00*


Meia — R$ 80,00** 


Inteira — R$ 160,00


3º lote 


Solidário — R$ 95,00*


Meia — R$ 90,00** 


Inteira — R$ 180,00


4º lote


Solidário — R$ 105,00*


Meia — R$ 100,00** 


Inteira — R$ 200,00


* Solidário — limitados e válidos somente com a entrega de 1kg de alimento não perecível na entrada do show, no dia do evento.


** Meia-entrada — para estudantes são válidas somente as seguintes carteiras de identificação estudantil: ANPG, UNE, UBE’s, DCE’s e demais especificadas na LEI FEDERAL Nº 12.933. Não será aceita NENHUMA outra forma de identificação que não as oficializadas na lei.


Pontos de venda 


Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência)


Loja Back in Black no Shopping Total (Av. Cristóvão Colombo, 545, loja 2119).


Horário funcionamento: de segunda-feira a sábado, das 10h às 20h / domingo 14h às 20h.


Online (com taxa de conveniência)


www.bilheto.com.br (em até 10x no cartão) 


* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos pontos de venda anunciados


** Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.


VELHAS VIRGENS


Com mais de 33 anos de estrada, a maior banda independente do Brasil, as Velhas Virgens, embalam novo show no qual o álbum mais recente “O Bar Me Chama” (2020) é a maior atração — ao lado de músicas que andavam fora do setlist e lados B.


Além disso, o grupo promete releituras de canções brasileiras do começo dos anos 70 de nomes como Sá, Rodrix e Guarabira, Caetano Veloso e Secos & Molhados. Tudo com a pegada roqueira característica das Velhas. 


“Os shows vão ser panelas de pressão com um viés hippie pesado”, definem os membros do grupo. 


O som de “O Bar Me Chama” é setentista no timbre, nas passagens, na temática e no peso das músicas. As Velhas Virgens investiram em mash ups, citando riffs clássicos dos anos 70, imortalizados por Alice Cooper, Jimi Hendrix, Neil Young & Cia., e fazendo uma mistura deles com clássicos da MPB.


A formação atual das Velhas é Paulão de Carvalho (voz e gaita), Alexandre Cavalo Dias (guitarra), Tuca Paiva (baixo elétrico), Juliana Kosso (vocal), Filipe Cirilo (guitarra) e Simon Brow (bateria).


Sobre as Velhas Virgens


A banda carrega na bagagem mais de dois mil shows realizados por todo o Brasil, tornando-se o grupo nacional com mais tempo de sucesso independente, segundo apontamento do livro de recordes brasileiro, RankBrasil.


As Velhas Virgens têm muita história para contar e para cantar nesses mais de 30 anos de uma longa e tortuosa estrada que rendeu 18 CDs, sete DVDs, dois livros, uma gravadora e sete rótulos de cervejas artesanais (cuja receita é do baixista Tuca Paiva).


Os números surpreendem, considerando que falamos de artistas independentes: mais de 600 mil seguidores nas mídias sociais e música no YouTube com 2,5 milhões de acessos.


As Velhas também mantêm uma grife de camisetas e gifts, a Gravadora Gabaju Records, bem como muitos outros produtos derivados da marca. É só entrar nos sites www.velhasvirgens.com.br e www.gabaju.com.br e conferir.


MADAME CHAOS:


O poder do rock vive neles! Unidos pelo lifestyle rock 'n' roll e muita atitude, quatro amigos se associaram para criar uma das mais promissoras bandas da atualidade. Formada por Guilherme França (vocalista e guitarra base), Nathan Freitas (baterista), Fábio Michel (guitarrista solo) e Ariel Gaspar (baixista), a Madame Chaos é a consagração da melhor composição de subgêneros do rock.


Identitariamente compostos pelo visual e som hard rock, as inspirações do grupo vão além da composição de canções com uma pegada forte no country e no blues, misturando um som versátil que utiliza bases que viajam desde o heavy metal, passando pelo grunge e chegando até mesmo no jazz. 


As canções da banda são pesadas e agressivas, ao mesmo tempo em que extremamente melódicas, exalando os sentimentos humanos diários, ensinando lições e passando valores como aprender a lidar com situações que vivemos em nosso âmago. 


A Madame Chaos já participou de festivais e diversos shows nos quais apresentou as quatro faixas do seu EP “Ready to Fire”, bem como os singles ‘Sweet Paranoid’, ‘Wasted Bones’ e ‘Overdose’ — que tem o poder de levar qualquer um que os escuta instantaneamente para a era de ouro do hard rock dos anos 1980 e 1990. Conforme já dito em uma entrevista ao “José Florêncio Podcast”, a banda se identifica como “metalhard”, que é a mistura da essência do heavy metal com a mentalidade de criação das bandas de hard rock. 


A Madame tem previsto para 2023 um novo EP com mais quatro músicas que trazem a proposta de explicar melhor o porquê de a banda se identificar como “metalhard”. As faixas estão sendo mixadas e masterizadas pela AudioFARM Recording Studios.



Resumo


O que: Velhas Virgens


Quando: Sexta-feira, 12 de maio, às 22h


Onde: Alcabar (Tv. São José, 515)


Quanto: de R$ 70 a R$ 200


Informações: www.abstratti.com


quarta-feira, 9 de novembro de 2022

The Calling, banda que criou hit ‘Wherever Will You Go’, faz show em Porto Alegre dia 6 de dezembro


Nota:

Alex Band, líder do The Calling, atendeu ao chamado da música. Depois de alcançar o sucesso no início dos anos 2000, o conjunto separou-se e voltou em 2013. Nesse meio tempo, o vocalista, guitarrista e principal compositor, foi diagnosticado com doença de Parkinson e ainda passou por outras provações, mas não se deixou abater e seguiu tocando os fãs de pop rock mundo afora.

Criada em 1996, em Los Angeles, o The Calling alcançou mais de cinco milhões de cópias vendidas com o primeiro álbum, “Camino Palmero” (2001). É desse registro a balada ‘ Wherever You Will Go’, grande hit do grupo. O trabalho tem outras 13 composições, como ‘Adrienne’, ‘Nothing’s Changed’, ‘Could It Be Any Harder’, ‘Final Answer’ e ‘Just That Good’. Com o álbum de estreia, a banda foi agraciada com disco de ouro nos Estados Unidos e de platina no Brasil. 

O segundo registro de estúdio, apropriadamente chamado ‘Two’, saiu em 2004, com abordagem mais acústica e dando continuidade à temática lírica romântica. Destaque para o single ‘Our Lives’. Em 2005, a banda pausou as atividades e ressurgiu em 2013, repaginada. No mesmo ano, Alex foi sequestrado e agredido, precisando passar um período em recuperação. Em 2016, o The Calling retomou as atividades novamente.

 Diagnosticado com doença de Parkinson em 2011, Alex chegou a ficar cadeiras de rodas, amargando a possibilidade de nunca mais poder cantar. Porém, contornou a situação e fez questão de levar adiante a carreira do The Calling. Ele é o único integrante original ainda na formação.

Resumo

O que: The Calling

Quando: terça, 6 de dezembro – 21h

Onde: Opinião – José do Patrocínio, 834

Quanto: de R$ 130 a R$ 520

Informações: www.abstratti.com e (51) 32112838.

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