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quarta-feira, 18 de maio de 2022

IBARAKI: JÁ À VENDA “RASHOMON”, ÁLBUM DE ESTREIA DO PROJETO SOLO DO VOCALISTA E GUITARRISTA DO TRIVIUM

Nota:

Nos anais do metal moderno há poucas histórias mais ilustres ou celebradas da que a história da banda TRIVIUM que começou há mais de 20 como um grupo de jovens desajustados da Flórida sonhando com as luzes do palco. Desde aqueles inebriantes anos, a reputação da banda vem crescendo graças às suas implacáveis turnês e aos constantes e marcantes lançamentos que lhes renderam uma legião de fãs ao redor do mundo. 

Assim como o TRIVIUM vem forjando incansavelmente sua carreira, também aqueles incessantes golpes de cinzel moldaram Matt Heafy que, a cada ano que passa, toma forma como artista, compositor e uma das vozes mais atraentes do Metal.

Dado o estreito entrelaçamento das histórias de Matt e TRIVIUM, você pode pensar que os dois seriam inseparáveis, mas o IBARAKI é a prova absoluta que não é assim. O IBARAKI, que é o nome de um terrível demônio japonês tirado de uma lenda feudal, é mais que um projeto solo. Como Matt bem explica, ele é o resultado final de uma jornada para encontrar sua voz. 

É pessoal, é profundo e suas inspirações são diversas: desde uma adoração pelos extremos do Black Metal, passando pela narrativa exuberante de Gerard Way (vocalista e cofundador do My Chemical Romance), ao mundanismo aventureiro do trágico bon vivant Anthony Bourdain. 

O IBARAKI é um reflexo de seus interesses multifacetados, bem como uma profunda afirmação de sua identidade nipo-americana e que o levou a enfrentar um dos momentos mais trágicos de sua família. Há muita história por trás do IBARAKI e tudo começou com um tímido e-mail para uma das figuras mais reverenciadas e influentes dentro do Black Metal.

“O Black Metal sempre foi algo grande para mim. Antes do TRIVIUM eu estava em uma banda chamada Mindscar e fui atraído para aquele mundo, para a tradição de tudo, de onde veio: culturas pagãs, os velhos deuses. Eu amei. Mas nós nos separamos, o TRIVIUM aconteceu e avançamos para, talvez, 2009 e eu disse ‘que se foda, quero fazer um projeto Black Metal’. Mas eu sabia que os headbangers pensariam: ‘Matt é comercial, não sabe de nada, ele não tem permissão para fazer parte’. 

Então pensei em fazer isso sob um pseudônimo e compus algum material e mandei para Darren Toms do Candlelight Records que já tinha me visto em algumas revistas usando camisetas do EMPEROR. Eu perguntei: ‘Ei, o que você acha? Você se importaria de enviar isto para Ihsahn?’. Ele era um dos meus heróis e não o conhecia pessoalmente. Então recebo este e-mail de Ihsahn e não me lembro exatamente o que dizia, mas ele disse ‘bom trabalho’. Foi muito legal receber aquele aceno e me inspirou a começar a ouvir seu material solo. Ele tinha acabado de lançar seu álbum solo e eu nunca tinha ouvido nada parecido: saxofones, canto limpo, acordes de jazz. Foi algo incrível para mim. Ele é um compositor que não para. Então comecei a escrever de uma maneira diferente”.

Foi o trabalho solo de Ihsahn que inspiraria o Matt para gradualmente construir o que acabaria por se tornar o IBARAKI. E também foi o início de uma amizade e uma parceria criativa que eventualmente obrigaria Ihsahn a assumir um novo papel: de produtor do projeto. Embora grande parte do material para um disco do IBARAKI tenha sido criado ao longo desses anos, foi só com a parada obrigatória, devido à pandemia, que a ideia pode finalmente florescer. “Nós só tivemos demos cruas por muito tempo porque somos pessoas muito ocupadas, mas de repente tudo foi cancelado e tivemos tempo em nossas mãos pela primeira vez, então foi como ‘Ok, vamos trabalhar nisso’”, diz Ihsahn. “Nunca chegamos a trabalhar na mesma sala, ele gravava as guitarras e as enviava para mim, eu as passava pelo meu estúdio e as enviava de volta. Era uma nova maneira de trabalhar, mas era como se ele estivesse do outro lado do vidro. 

Matt é um fã de música muito positivo, energético e apaixonado, temos atitudes muito semelhantes em relação à música e somos mentes abertas. [...] Ele tem uma vasta gama de influências musicais. Nós conversamos sobre isso e era muito óbvio para mim que ele poderia estender seus talentos para uma gama ainda mais ampla. Em todos os gêneros extremos, sempre há uma estrutura estereotipada muito pequena do que você deve fazer”.

Mas o IBARAKI era mais do que apenas uma expressão da profunda ressonância criativa de Matt e Ihsahn. Ele conseguiu viver com uma pequena ajuda de alguns amigos, também. Embora composta principalmente por Matt, Ihsahn foi o engenheiro de som e produtor e contribui com algumas estruturas musicais e também contribuíram em várias faixas Alex Bent, Paolo Gregoletto e Corey Beaulieu; baterista, baixista e guitarrista do TRIVIUM respectivamente. 

A esposa de Ihsahn, Heidi, até sampleou alguns sons naturais da floresta perto de sua casa e sua família inteira e Gerard Way contribuíram como vocalistas convidados na música ‘Ronin’. “Nós temos também o Nergal [do Behemoth] como vocalista convidado em ‘Akumu’, o que foi incrível”, diz Matt.

Mas não era apenas a perspectiva de Matt sobre a música que estava prestes a mudar. Assim como Ihsahn encorajou Matt a romper com as convenções musicais limitantes do gênero, ele também o motivou a buscar novos caminhos para sua inspiração lírica.

“Estávamos no Facetime e mencionei que gostaria de ser escandinavo. Eu estava tipo ‘eu gosto da tradição, eu poderia escrever sobre historias norueguesas, escandinavas’. Mas Ihsahn estava tipo ‘isso já foi feito, você deve realmente canalizar o que você tem, olhar para sua própria cultura e entrar de cabeça nisso’ e foi como ‘oh, sim, eu sou japonês!’ Então eu deveria estar escrevendo sobre essa vasta e incrível variedade de histórias que eu já tatuei no meu corpo. Quero dizer, cada tatuagem que tenho é uma história japonesa antiga específica de deuses, deusas e monstros do Xintoísmo que minha mãe me ensinou. 

Por mais que eu quisesse ser um norueguês em uma banda de Black Metal cantando sobre Thor, o que eu deveria estar fazendo estava bem diante dos meus olhos. Era eu. Isso mudou tudo e eu comecei a vomitar essas letras”, diz Matt.

Mais do que um álbum simplesmente inspirado na mitologia e folclore japonês, para Matt, “Rashomon” do IBARAKI é, como tantas coisas da terra do Sol Nascente, um álbum que existe em dois níveis: o imaginário e o literal. As camadas de significado também são abundantes, assim como os demônios reais e imaginários.

“No Japão existe essa coisa de karoshi, assalariados que trabalham até a morte. Eu não falo muito sobre isso, mas meu tio Kiichi se matou. O nome dele é meu nome do meio. Ele era um policial no Japão, ele tinha uma família. Lembro-me de chegar em casa e encontrar minha mãe soluçando. Suponho que ele perdeu o emprego. Eu tentei descobrir por que isso acontecia e isso me fez querer investigar isso. 

O Japão tem uma alta taxa de suicídio, então na superfície parece que está tudo bem, mas não está. Comecei a conversar com minha mãe sobre isso e reconheci a mesma pressão e ansiedade que coloco em mim mesmo. As pessoas pensam que uma carreira musical é esse país das maravilhas, mas realmente não é. Eu realmente queria explorar isso neste álbum também”.

Portanto, o IBARAKI, e consequentemente o “Rashomon”, forneceria a Matt o catalisador para contemplar sua própria identidade e considerar como as recentes tragédias nos Estados Unidos destacaram a necessidade de uma melhor representação no metal. O aumento da violência e do fanatismo anti-asiáticos era algo que Matt queria enfrentar.

“A violência nos Estados Unidos contra os asiáticos, os assassinatos de asiáticos por causa da mesquinhez das pessoas, podemos ver o que está acontecendo. É como se eu nunca me sentisse asiático o suficiente porque sou metade e nunca me senti branco o suficiente porque sou metade, mas sinto que é importante falar sobre isso agora. Tudo tem uma cultura rica, incrível e linda por trás: cada civilização, cada cultura, cada estilo de vida. 

Então eu espero que isso possa fazer com que os headbangers asiáticos ou os fãs asiáticos da música em geral se sintam um pouco mais representados. É ótimo poder dizer: ‘isto é de onde eu sou’ e ‘este é quem eu sou’”.


Adquira sua cópia aqui: https://bit.ly/3MBuEvq.

Um lançamento da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records.

FONTE: SHINIGAMI RECORDS

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

METAL VRAU em homenagem ao Trivium!

Nota:


A primeira 'collab' que pessoal do METAL VRAU fez em 2021 acaba de ser lançada em seu canal no youtube! A banda homenageada foi uma das mais faladas e bem sucedidas na cena moderna mundial, pois conseguiram misturar com maestria Thrash Metal, Heavy Metal e Metalcore, não se prendendo a rótulos. Estamos falando do grande Trivium!

Formados em 1999, os americanos originários de Orlando, na Flórida, possuem em seu currículo oito álbuns de estúdio, sendo seu sexto álbum, "Vengeance Falls", lançado em 2013, um dos seus mais cultuados trabalhos até hoje. Por conta disso, o pessoal do METAL VRAU, como uma voadora direta no peito, escolheu a faixa "Strife", umas das mais emblemáticas e queridas desse álbum, ou seja, garantia de qualidade. Será que fizeram bonito? Se inscrevam no canal e comentem!

Assista "Strife" em:
https://youtu.be/7Uno4HsW_7k

Os músicos que participaram dessa incrível ‘collab’ foram:

Beto Novais - Vocal/Vocals (ex-Abstynencya) (@novais.beto13)
Rafael Pacheco - Guitarra/Guitar (Untrusted/Empire) (@rafaelrcpacheco)
Sandro "Murdok" - Guitarra/Guitar/Baixo/Bass (Trendkill Inc.) (@sandromurdok)
Fernando Ornellas - Bateria/Drums(Structural Repairs/Kallimah/Aventh) (@ornellas_drums)

Cada integrante da ‘collab’ capturou seu próprio som e takes de filmagem.

Produção de áudio por METAL VRAU.

Todos os direitos sobre a música pertencem à banda TRIVIUM, bem como todos seus representantes legais/culturais.

Mais sobre o METAL VRAU:

O METAL VRAU é um canal paulistano no YouTube, fundado em maio de 2018 pelos músicos, guitarristas e amigos de longa data, Rafael Pacheco e Sandro Murdok, com intuito de enaltecer o estilo que tanto amam, o Heavy Metal em todas suas vertentes e subgêneros, desprovido de preconceito e com boas doses de humor. O objetivo do canal é apresentar não só vídeos colaborativos junto a grandes músicos da cena metal brasileira e prestar homenagens a gigantes nacionais e mundiais do Rock/Metal, como também ‘playthrough’ de material autoral da dupla e de outras bandas, entrevistas com personalidades importantes dentro do estilo, participações especiais, resenhas e opiniões pessoais sobre instrumentos, tudo muito bem produzido, com respeito e extremo bom gosto.

Rafael Pacheco, paulistano, 33 anos, desenvolvedor e analista de sistemas, toca guitarra e violão desde os 14 anos de idade e já teve aulas com mestres das seis cordas como Orival Castelo (violão) e Homero Bittencourt (guitarra). Já integrou muitas bandas covers de Testament, Iced Earth, Judas Priest, Queensrÿche e, também, de som autoral como InSoulitary (Death Metal) e Aventh (Melodic Death Metal). Atualmente, toca nas bandas covers Sons Of Judas (Judas Priest), Empire (Queensrÿche) e Untrusted, ainda em fase embrionária. Suas influências na guitarra são grandes nomes como Mark Morton, Yngwie Malmsteen, Nuno Bettencourt, Richie Kotzen, Reb Beach, Doug Aldrich, Jon Petrucci, Jason Becker, Marty Friedman, Kiko Loureiro, Edu Ardanuy, Jeff Loomis, Keith Merrow, Ola Englund, dentre outros.

Sandro Murdok, paulistano, 26 anos, produtor e analista de qualidade, se apaixonou pela música aos 12 anos de idade após algumas aulas de violão na igreja em que frequentava. Autodidata na maior parte do tempo, fez do violão de nylon seu fiel companheiro. Durante a adolescência se influenciou por bandas e artistas como Ozzy Osbourne, Bullet For My Valentine, Charlie Brown Jr., Killswitch Engage e Bring Me The Horizon. Em 2012, ganhou sua primeira guitarra, saindo do nylon para o aço, e novas influências surgiram como, por exemplo, Dimebag Darrell (Pantera), Michael Paget (Bullet For My Valentine), Adam D. e Joel Stroetzel (Killswitch Engage), John Browne (Monuments), Mark Holcomb (Periphery), etc. Com o início do projeto Metal Vrau, junto com Rafael Pacheco, tem seu primeiro contato com a produção musical e, a partir daí, decidiu tornar sua paixão em profissão. Começou no ano seguinte o curso de Produção Musical na EM&T, tendo como coordenador e professor Fernando Quesada (ANIE, Noturnall, Armored Dawn). No mesmo ano de 2019, entrou para a banda de Thrash Metal, Trendkill Inc., sem deixar de lado seu amor pela produção, abrindo a Rec Station Produtora (www.recstation.com.br) com outros dois amigos produtores.

Parcerias:

Custom Craft Luthieria (Facebook: @customcraftluthieria | Instagram: @luthieriacustom)
Customy Guitars
IStrings 
(Site: www.istrings.com.br | Instagram: @i_strings)
Cordas Labella (Site: www.labella.com)
Loja Destroyer (Site: www.destroyer.com.br | Instagram: @destroyermusicstore)
Mercuriall Audio Software (Instagram: @mercuriallaudio)

Mídias Sociais:

YouTube: www.youtube.com/metalvrau
E-mail: metalvrau@gmail.com
Facebook: www.facebook.com/metalvrau
Instagram: www.instagram.com/metalvrau
Instagram Rafael Pacheco: www.instagram.com/rafaelrcpacheco
E-mail Rafael Pacheco: rafaelrcp@gmail.com
Instagram Sandro Murdok: www.instagram.com/sandromurdok
E-mail Sandro Murdok: sandrofernandesjr@gmail.com

Fonte: JZ PRESS
Email: jzpress@metalnalata.com.br
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www.instagram.com/jzpressassessoria

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Trivium: Novo videoclipe é lançado

No dia 1 de outubro o Trivium disponibilizou seu mais novo videoclipe, a faixa escolhida se chama: “The Wretchedness Inside” , que faz parte do seu último álbum lançado em 2017: The Sin And The Sentence. Recentemente a banda segue em tour pela América do Norte ao lado de Light The Torch e Avatar.



Para assistir ao videoclipe clique aqui

Fonte:Wikimetal

terça-feira, 10 de julho de 2018

Trivium: Guitarrista grava cover de música da Britney Spears

O vocalista Matt Heafy da banda Trivium, disponibilizou em seu canal do youtube um vídeo com o cover da música ''Baby One More Time'' da Britney Spears. Anteriormente o músico tinha gravado uma versão para a música ''Africa'' da banda Toto. Matt não e o primeiro a gravar um cover para a música de Britney, o Children of Bodom fez isso a alguns anos atrás com a música ''Ops I Did It Again''.


Para ver o vídeo clique aqui

Fonte:Rockbizz

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Trivium: Em tour norte americana com bandas convidadas

A nova tour norte americana  do  Trvivum irá acontecer em outubro de 2018. Porém a banda já chega com novidades, foram convidadas duas bandas para dividirem os palcos com eles: Light The Torch e Avatar.


Ao todo serão 25 apresentações. A tour se inicia em Tampa na Florida no dia 03 de outubro  e finaliza em Berkely, Califórnia em 03 de novembro

Fonte:Rockbizz

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Trivium : confira Kirisute Gomen gravada pela visão do baterista


Durante show em Denver (Colorado), o baterista Alex Bent teve próximo de seu kit uma câmera registrando sua performance...


Confira abaixo o vídeo :


sexta-feira, 9 de março de 2018

Trivium: banda divulga novo videoclipe


Para divulgação de seu mais recente álbum de estúdio o Trivium lançou um videoclipe para a faixa ''Beyond Oblivion'', essa e a segunda música do disco a ganhar um videoclipe a primeira escolhida foi ''Betrayer''.

Para conferir o novo vídeo clique aqui

Fonte: Rockbizz

quinta-feira, 8 de março de 2018

Trivium - Novo vídeo é divulgado

O grupo lança o vídeo da canção "Beyond Oblivion" (presente no álbum "The Sin and the Sentence").

Confira clicando aqui

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Trivium - Mais uma faixa liberada

Matt Heafy, vocalista do grupo
O aguardado álbum The Sin and the Sentence será lançado nesta sexta, 20 de outubro, pela Roadrunner Records, e pelo que se ouviu das faixas liberadas anteriormente, as melodias, riffs e peso estão em alta, deixando os fãs do grupo satisfeitos.


Ouça a nova faixa, Betrayer, clicando aqui!

sábado, 26 de agosto de 2017

Trivium - Banda anuncia data de novo álbum

A banda Trivium
The Sin And The Sentence é o nome do novo álbum do grupo que foi anunciado para o dia 20 de outubro.

Arte do novo single
O track list será composto por :

01. The Sin And The Sentence
02. Beyond Oblivion
03. Other Worlds
04. The Heart From Your Hate
05. Betrayer
06. The Wretchedness Inside
07. Endless Night
08. Sever The Hand
09. Beauty In The Sorrow
10. The Revanchist
11. Thrown Into The Fire

O produtor Josh Wilbur, conhecido por trabalhos em bandas como Lamb Of God e Gojira é o encarregado de toda sonoridade ímpar da vez.
The Heart From Your Hate foi anunciada, além da faixa título que já ganhou inclusive videoclipe.


Para ver o novo clipe do grupo, clique aqui!

Para ver o clipe lançado há 3 semanas, clique aqui!
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