Já faz 1 ano desde que divulgamos a ótima banda carioca "Blanchez" que a época estava lançando seu E.P. "Just the Start" (que aliás, vale sua total audição).
Com uma parceria envolvendo o selo 1001STONED e produção de Ciero da Tribo, (além do financiamento coletivo da galera), a banda nos trás "Bring It On", seu mais novo E.P. (lançado no último dia 25/10), mantendo o seu rock calcado nos tempos áureos (anos 70) e claro, produção atual e ótimos elementos.
O groove encontrado logo na faixa inicial, "How Much Blood" é de contagiar qualquer um, sendo o tipo de faixa que eu ouviria em festas, rádios, ou em ocasiões que estivesse também precisando relaxar.
"Put on a Shelf" tem ótima cadência, interpretação inspirada de Rachel com seus vocais envolventes e novamente boas melodias extraídas das 6 cordas (sabe aquela canção que você ouve em um bar de rock e acaba deixando a cerveja esquentar porque não consegue parar de olhar o palco?é um bom exemplo)... ahh, e também não perca a "cozinha" que segue impecável.
A faixa título se mantém bem, seu refrão é acessível, assim como seu solo que segue com uma ótima base de contrabaixo e viradas de bateria que fazem toda a diferença... (através dessa faixa você pode notar nitidamente o clima experimental que eles se propuseram a mostrar neste novo trabalho)...
"Scale of Colors" também é cadenciada, tem riffs e licks bem legais (o tipo de canção que novamente pegamos o exemplo de você estar em um bar de rock e.começa a se sentir muito bem, aliás, creio que o clima ao vivo dessas faixas deva ficar muito bom), e os vocais também merecem destaque pela vibe criada.
"The Engineer of Life" fecha o registro com uma energia lá no alto, o groove se faz presente e a forma como Rachel canta se torna uma espécie de narrativa para a diversão com os ótimos riffs que encontramos.
No geral, pude perceber obviamente uma evolução interessante, suas melodias estão mais trabalhadas (não que antes estivssem inferiores, mas aqui demonstram o porque deveriam apostar no potencial que nos mostraram), os vocais estão muito coesos, o trabalho de baixo e bateria está impecável (entregando muitas linhas criativas) e tudo isso com uma guitarra despejando melodias e solos feitos com total segurança.
Uma das coisas que mais gostei aqui foi a naturalidade de como eles lidaram para gravar, pois pelo menos para mim é nítido como a entrega da banda é importante para que pudessem evoluir, e eles conseguiram isso com pouco mais de 1 ano.
Julia Papi e Gabriel Flag são os responsáveis pela criativa arte de capa que reflete bastante alguns cenários conhecidos nossos, interagindo perfeitamente com a proposta do E.P.
Se você ainda não os conhece, aproveite para ouvir uma das bandas mais criativas do nosso cenário stoner/hard brasileiro, mas se já faz parte de suas playlists o material, então recomendo que coloque na função "repeat" no seu player favorito.
Line-up :
Rachel Claussen (Vocals)
Matheus Telles (Guitars)
Julio Chinemann (Bass)
Matheus do Valle (Drums)
Rachel Claussen (Vocals)
Matheus Telles (Guitars)
Julio Chinemann (Bass)
Matheus do Valle (Drums)
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