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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Muñoz une sons modernos e ancestrais em novo álbum, “Nekomata”

Nota :

Disco chega aos serviços de streaming pelos selos Abraxas e Locomotiva Records

Arte de capa por Giulio Sertori

Reunindo uma gama de referências ritualísticas e ancestrais, o duo mineiro Muñoz revela o seu mais novo disco, “Nekomata”. O título traz em sua essência as noções, aparentemente contraditórias, de repetição e transformação, e reflete o amadurecimento musical e estético do projeto. Aqui, o “power duo” atualmente radicado em Santa Catarina vai além da identidade psicodélica e bluseira de seus discos anteriores, ampliando sua sonoridade com elementos do afrobeat e da música latina. O resultado já está disponível nas principais plataformas de streaming, através dos selos Abraxas e Locomotiva Records.

Ouça “Nekomata”: https://sl.onerpm.com/nekomata

“Nekomata” vem para somar à discografia do projeto, iniciado em Uberlândia (MG) em 2012 pelos irmãos Mauro e Samuel Fontoura. O EP de estreia, “Muñoz” (2013), foi seguido pelo álbum “Nebula” (2014). Em 2016, já estabelecidos em Florianópolis (SC), lançaram o álbum “Smokestack”. Agora, o novo disco abre um capítulo inédito para o Muñoz, que ao longo dos anos ganhou destaque em nível nacional e dividiu o palco com nomes como Kadavar (Alemanha), Radio Moscow (EUA), Mars Red Sky (França), Truckfighters (Suécia), Jeremy Irons & Ratgang Malibus (Suécia), The Vintage Caravan (Islândia) e Komatsu (Holanda).

“Esse novo álbum foi composto seguindo um conceito, misturando diferentes ritmos e temas e deixando o som mais dançante e repetitivo como um mantra. A ideia foi trazer um aspecto ritualístico em todo o álbum”, revelam. 

Esses conceitos apareciam em “Oru”, primeiro single lançado. Explorando sua verve experimental, eles mergulham em um ritmo acelerado e percussivo que remete ao candomblé, temperado com tons de jazz. “Até o nome, Oru, vem de ogum Oru, um monstro das crenças no Sudeste da Nigéria que atormenta o homem através dos sonhos. O grito, no meio da música, é como se estivesse acordando de um pesadelo”, conta Samuel.

Já em “Blue Cat And The Eternal Bat”, as referências primitivas fazem uma conexão com o povo Apapocuva-Guarani, situado no leste do Paraguai e no norte do Brasil. Para eles, os eclipses são causados pelo Morcego Eterno ou Jaguar Celestial, que consomem o Sol e a Lua. A letra reflete essa visão apocalíptica, em que a humanidade caminha para a sua destruição. 

Outro destaque do trabalho, “Nekomata” é a canção que dá nome ao disco. O conceito vem de um conto popular no folclore japonês, onde nekomatas são criaturas mitológicas nas quais gatos se transformam após serem maltratados por muitos anos. A dualidade presente na simbologia da cauda dos felinos dividida em dois mostra uma sintonia com o próprio Muñoz, formado por duas partes distintas da mesma origem - os irmãos Mauro e Samuel.

Não por acaso, durante toda a feitura do disco, eles estiveram cercados por gatos ao longo da gravação e produção. “Achamos que a história e significado têm tudo a ver com o processo de produção do álbum e com a nova fase da banda, seguindo essa pegada ‘ritualística’. E essa música é a que mais representa tudo isso”, analisa o duo.

Com “Nekomata”, o Muñoz dá um novo passo em sua discografia mirando o futuro, mas sem perder a conexão com suas raízes ancestrais. O trabalho teve produção de Julio Miotto, com mixagem e masterização de Max Matta, no estúdio LAB Sound, em Piracicaba (SP). A banda já está em turnê com o novo trabalho, disponível nos principais serviços de streaming de música.

Ouça “Nekomata”: https://sl.onerpm.com/nekomata

Crédito: Luciano Benetton

Montanee lança intenso clipe “Weak Like a Needle”

Nota :

Faixa integrará o primeiro EP da banda carioca


Após chamar atenção com as intensas “Burning Man” e “Keep Falling”, a banda Montanee entrega mais um gostinho de seu EP de estreia com o single e clipe “Weak Like a Needle”. Ao contrário do que o nome sugere, a faixa entrega a potência do quarteto carioca em uma performance pesada. A canção está disponível para streaming e o clipe já está no canal de YouTube oficial do grupo.

Assista a “Weak Like a Needle”: https://youtu.be/bk82ytUmxos

Ouça “Weak Like a Needle”: http://smarturl.it/WeakLikeANeedle

A Montanee traz em seu DNA vertentes do rock alternativo com tons de indie, stoner e post-punk revival. Enquanto os primeiros singles revelados potencializavam essas influências, o novo clipe foca na força da presença de palco dos músicos, com uma câmera nervosa acompanhando cada acorde e batida em movimentos que simulam a energia do público nos shows. Pela primeira vez, a banda foge à estética do preto e branco estabelecido nos vídeos anteriores para se entregar às cores de “Weak Like a Needle”. 

“O clipe é um exemplo visual de como é tocar e ouvir essa música, a câmera e o público pulsando junto. ‘Weak Like A Needle’ é, simplesmente, rock n' roll”, avalia o baterista Teo Kligerman. Além dele, completam a banda Felipe Areias (vocal e guitarra), Raphael Cardoso (baixo) e Pedro Domicio (guitarra). 

O grupo retornou recentemente de uma mini turnê americana, onde apresentou versões minimalistas para suas canções com shows pela costa oeste dos EUA. Agora, a Montanee foca em concluir seu primeiro EP, a ser lançado em breve, e outras surpresas para o público.

Assista a “Weak Like a Needle”: https://youtu.be/bk82ytUmxos

Ouça “Weak Like a Needle”: http://smarturl.it/WeakLikeANeedle

Assista a “Burning Man”: https://youtu.be/bTASyDwXM-M

Assista a “Keep Falling”: https://youtu.be/hSejgkzrXLQ

Arte de capa por Cristiano Suarez

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Locomotiva Festival anuncia Tuyo, Terno Rei, Moons, YMA, Muñoz, Garage Fuzz e Happy Cow como suas primeiras atrações


Nota :

Um dos principais eventos de música fora de capitais brasileiras, o Locomotiva Festival chega à sua quarta edição esse ano entre os dias 7 de 10 de agosto e começa a apresentar as suas atrações. Tuyo, Muñoz, Garage Fuzz, Terno Rei, Moons, YMA e Happy Cow são as primeiras a serem reveladas.

Pré-venda de ingressos: http://bit.ly/LocomotivaPreVenda

Vídeo de lançamento da edição 2019: http://bit.ly/LocomotivaFestVideo


Formada por Machado, Lio e Lay Soares, a paranaense Tuyo une elementos orgânicos e eletrônicos em suas canções, embaladas por temáticas existenciais. O EP de estreia, “Pra Doer” (2017), introduziu o estilo contemplativo que seria ampliado em 2018.

“Pra Curar” solidifica essa sonoridade com letras embebidas em sensibilidade e influências folk, lo-fi hip hop e synth pop.

Duo catarinense de blues/rock/stoner, a Muñoz é formada pelos irmãos Mauro (guitarra/vocal) e Samuel Fontoura (bateria) e apresentará canções de seus álbuns “Smokestack” (2016) e “Nebula” (2015). 

Com mais de 25 anos de estrada, a santista Garage Fuzz trará para o festival os maiores sucessos da longa trajetória que fizeram deles uma das principais bandas do punk e do hardcore nacional.

O grupo paulistano Terno Rei apresentará seu mais recente lançamento, “Violeta”.

O disco, lançado pela Balaclava Records em fevereiro desse ano, traz um trabalho mais consolidado e eclético em comparação aos anteriores.  Moons é uma banda de um homem só do músico mineiro André Travassos.

O projeto flerta com folk, space rock e pitadas de música brasileira.

YMA é a encarnação musical da artista e cantora paulistana Yasmin Mamedio. Com uma formação artística bastante integrada, YMA desenvolve seu processo criativo através de diversas linguagens até chegar na música. Ela apresentará as canções de seu primeiro álbum “Par de Olhos”.

Encerra a lista de primeiras atrações a Happy Cow. Lenda local e destaque na cena garageira dos anos 90, a banda jogará em casa com seu som nas alturas - sem rótulos, eles prezam por canções intensas guiadas por uma cozinha incessante. Verme (guitarra e vocal), Bolinha (guitarra e vocal), Gegê (baixo e vocal) e Mau (bateria) se reunirão pela primeira vez em 23 anos especialmente para o festival.

O Locomotiva foi fundado em 2015 e além de estimular a cena nacional, os criadores buscam dar projeção para diversas formas de arte ao incluir na sua programação exposições fotográficas e outras intervenções artísticas. Já passaram pelos palcos do festival bandas como Francisco El Hombre, Far From Alaska, O Terno, Dead Fish, Ego Kill Talent e Carne Doce.

A última edição reuniu 34 artistas de diversas regiões do Brasil, além das atrações do Uruguai e do Reino Unido em duas datas, somando um público de 5.000 pessoas.

A edição desse ano acontecerá no Espaço Haras, no dia 10/08, e entre os dias 07 e 09, o Locomotiva realizará uma série de showcases em casas de toda a cidade, ocupando Piracicaba com cultura com o lema de “Fim de Linha”. Esse foi o apelido que Piracicaba ganhou quando recusou a proposta de transformar o espaço do rio de onde veio seu nome em uma usina hidrelétrica.

A cidade havia acabado de construir uma nova estação de trem, Piracicaba Paulista, quando optou por preservar o caminho natural da água, com suas peculiaridades e sua unicidade.

Os interesses econômicos imediatos diminuíram, a estação do trem passou a ser a última da linha e surgiu este apelido pejorativo, agora reapropriado em forma de outro tipo de riqueza: a música.

A organização também cogita fazer apresentações com as atrações nas cidades que faziam parte da linha de trem original, reforçando laços no caminho. Os ingressos para todas as datas estão em pré-venda por um preço especial.

Pré-venda de ingressos: http://bit.ly/LocomotivaPreVenda

Vídeo de lançamento da edição 2019: http://bit.ly/LocomotivaFestVideo

Confira como foi a edição de 2018: https://youtu.be/wkgheMPl4Kg

Acompanhe o Locomotiva Festival: http://locomotivafestival.com/

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Alteris busca uma mudança pessoal no single e clipe “A Revolução Interna”

Nota :

Faixa estará no EP “AMI”, produzido por Júlio Victor


Uma pessoa saindo de seu “casulo” passa a se reconhecer em outros seres humanos e assim dá início a uma busca de como conviver com o outro para evoluir. Essa mensagem forte faz parte do novo single da banda fluminense Alteris, “A Revolução Interna”, que ganha também um clipe. O vídeo foi dirigido por Júlio Victor e já está no canal oficial da banda. A faixa também está disponível nos principais serviços de streaming e segue entregando sua estética da neopsicodelia unida ao progressivo e à música latina.

Assista a “A Revolução Interna”: https://youtu.be/xcBEhKaJEV4

Ouça “A Revolução Interna”: http://smarturl.it/ARevolucaoInterna

Conhecido por integrar a banda Sasha Grey as Wife e pelo canal de YouTube Tá na Capa, Júlio Victor é também responsável pela produção de “AMI”, primeiro EP da Alteris, previsto ainda para o primeiro semestre, além de assinar produção, roteiro e edição do clipe. As faixas do trabalho entregam temáticas voltadas para a fragilidade das relações interpessoais com uma identidade singular. “A Revolução Interna” é o tema que une essas discussões, apontando o caminho para a resolução.

“Essa música representa a principal mensagem que queremos passar: a verdadeira revolução é aquela que vem de dentro para fora. Todas as revoluções, sejam sociais, políticas, religiosas, se resumem à revolução humana”, explica o vocalista João Barros.

Além dele, a Alteris é formada por Mahayan Maximiano (guitarra), Igor Telles (baixo), Felipe Miranda (bateria) e Dayan Maximiano (teclado). Todos músicos experientes com vários projetos, eles buscavam uma nova identidade musical que os estimulasse criativamente. Barros, Mahayan e Felipe já tocavam juntos e encontraram em Igor e Dayan o que faltava para alcançar o resultado que pretendiam.

No vídeo, os músicos surgem aprisionados em casulos e buscando uns aos outros em um formato de plano-sequência. “Nós só tínhamos uma chance para gravar tudo, já que rasgamos os casulos e não tínhamos outros de reserva”, se diverte Barros.

Após passar o último ano em um processo longo de produção em sua cidade natal de Barra Mansa, a Alteris se prepara para lançar seu debut em breve.

Assista a “A Revolução Interna”: https://youtu.be/xcBEhKaJEV4

Ouça “A Revolução Interna”: http://smarturl.it/ARevolucaoInterna

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Montanee surge intensa no clipe de “Burning Man”

Nota :

Single antecipa EP de estreia da banda


Da troca entre guitarras, baixo e bateria e um vocal rasgado, surge o novo clipe da banda carioca Montanee. Em “Burning Man”, o grupo baseia o vídeo na força de sua performance, que se concretizará no primeiro EP, previsto ainda para 2019. A faixa também está disponível nos serviços de streaming de música.

Assista a “Burning Man”: https://youtu.be/bTASyDwXM-M

Ouça “Burning Man”: http://smarturl.it/MontaneeBurningMan

A Montanee é uma banda de rock alternativo com tons de indie, stoner e post-punk revival. A nova música soma a essa sonoridade, já apresentada no single “Keep falling”. Seguindo a estética em preto e branco do clipe anterior, aqui o quarteto se apropria do peso da letra e da música, apostando na simplicidade sem abrir mão da intensidade. Em cena estão apenas os quatro instrumentistas, registrados por uma câmera urgente, com frames acelerados e cortes ágeis. Esse casamento perfeito foi a escolha da Montanee para mais uma amostra do que vem por aí em seu trabalho de estreia.

Veja “Keep Falling”: https://youtu.be/hSejgkzrXLQ

“É uma unanimidade entre nós que "Burning Man" é a música que melhor representa o nosso som e como a banda é ao vivo. É uma música forte, cheia de energia e, principalmente, sincera. Escrever essa música foi muito importante pra mim, ela representa o fim de um ciclo na minha vida e transformar esse momento em música, de alguma maneira, me deixou muito mais leve para seguir outros caminhos”, avalia o vocalista e guitarrista Felipe Areias. Além dele, completam a banda Raphael Cardoso (baixo), Teo Kligerman (bateria) e Pedro Domicio (guitarra).

Em abril, Felipe e Raphael embarcam para os Estados Unidos, onde realizarão uma mini turnê stripped down com versões acústicas de suas músicas. Até o momento estão previstos shows pela costa oeste e também em Nova Iorque. Mais detalhes serão anunciados em breve.

Com “Burning Man”, a banda solidifica cada vez mais seu nome no cena do rock autoral nacional e segue preparando outras novidades que vão surpreender os ouvidos.

Assista a “Burning Man”: https://youtu.be/bTASyDwXM-M

Ouça “Burning Man”: http://smarturl.it/MontaneeBurningMan


terça-feira, 9 de abril de 2019

Duo ítalo-brasileiro Hate Moss desafia fronteiras em novo single, “Londres”

Nota :

Banda apresenta canção em sessão de estúdio gravada na Itália


Ampliando a sonoridade que apresentará em primeiro álbum, “Live Twothousandhatein”, o Hate Moss apresenta seu novo single, “Londres”. A faixa está disponível nos serviços de streaming através dos selos Stock-a Arts and Records (Reino Unido) e Discos Rebeldes (Argentina/México) e mostra a versatilidade do duo ítalo-brasileiro em uma intensa performance ao vivo, cantada em inglês e português.

Assista a “Londres”: https://youtu.be/c-Y3an7DV2w

Ouça “Londres”: http://smarturl.it/HateMossLondres

“Londres” é um exemplo da pluralidade de Hate Moss, projeto de música experimental que une elementos do indie, do pós-punk e do electroclash com tons de música brasileira e italiana. Radicados na capital inglesa, Tina e Ian Carvalho mesclam Português e Inglês em uma canção que celebra as diferenças e critica os extremismos que levam pessoas a eliminarem outras apenas por serem únicas. Como uma das músicas mais bem-recebidas nos shows, “Londres” se tornou um exemplo das multifacetas do Hate Moss.

“Este lançamento mostrará outra parte mais pesada da banda, apresentando uma diversidade de estilos que está presente em todo o álbum. Tentamos ir além e ser uma banda global, mais que brasileira, italiana ou inglesa. Os limites das línguas não nos dão medo, mas sim nos excitam em experimentar mais. As sonoridades vão despertar no ouvinte os sentimentos que queremos transmitir”, resume Ian.

O projeto, iniciado em 2018, viu seu primeiro disco ganhar forma quase que acidentalmente. Após um convite do Relaxo Studio, em Florença, na Itália, para a banda participar de sua série de vídeos The Hidden Session, os músicos aproveitaram a oportunidade de registrar todas as canções também em áudio, transformando sua performance crua e completamente ao vivo no primeiro disco da Hate Moss - daí o nome, “Live Twothousandhatein”.

A urgência da gravação transmite a intensidade de Ian e Tina ao vivo, aumentada devido a um atraso muito característico daquela região: “Em Florença, se acha um vinho bom e barato, isso pode ser perigoso quando se grava na Toscana. Chegamos no estúdio e começamos e brindar para comemorar a gravação, deixando-nos atrasados no cronograma. Por isso tivemos que fazer só uma tomada. Foi um show mesmo, meio bêbados e tudo às pressas, mas muito divertido”, lembra Tina.

Esse é mais um gostinho do disco, que já teve revelados os singles “Honey” e “Evil”. O lançamento abriu portas para uma turnê por várias cidades do Brasil, indo de Florianópolis até Goiânia, passando por Rio e São Paulo. Além disso, eles se apresentaram no Locomotiva Festival, dividindo palco com nomes como Rakta e Boogarins.

Assista a “Evil”: https://youtu.be/DjA1Eoc_FWQ

Assista a “Honey”: https://youtu.be/AR6vKUrgNKs

Em seguida, o Hate Moss embarcou para uma turnê pela Itália  que passou por Roma, Arezzo e Florença, onde se apresentou na Florence Tattoo Convention. “Live Twothousandhatein” será lançado em formato digital e vinil em maio pelo selo Stock-a Arts and Records, dirigido pelo duo, em parceria com o Discos Rebeldes (Argentina/México).

Após o lançamento do álbum, a banda reserva para 2019 o começo da sua turnê mundial com shows marcados na Espanha, Portugal, Itália, Reino Unido, Turquia, México e Brasil. A Hate Moss se apresentará em algumas cidades brasileiras no começo do segundo semestre, com datas a serem divulgadas.

Assista a “Londres”: https://youtu.be/c-Y3an7DV2w

Ouça “Londres”: http://smarturl.it/HateMossLondres

terça-feira, 2 de abril de 2019

Meyot traduz a solidão no clipe “Grades”

Nota :

Faixa integra o EP de estreia da banda, “Meiote”


Da rotina e aparência de normalidade, brotam solidão e angústia. Entre as quatro paredes de um apartamento, uma personagem cuida dos afazeres do dia-a-dia enquanto se conforma: “o amor/não é pra mim”. Esse é o tom do clipe “Grades”, primeiro vídeo oficial da banda Meyot. A faixa integra o EP de estreia, “Meiote”, lançado em 2018, e inaugura uma série de lançamentos que vão estabelecer a atmosfera climática da sonoridade do projeto.

Assista a “Grades”: https://youtu.be/gION7JCI7tM

Ouça “Meiote”: https://song.link/album/i/1391029313

Subvertendo o formato canção, o quarteto paulistano Meyot é um coletivo de compositores travestido de banda de rock. Unindo em seu som o indie, o jazz, o krautrock e a MPB maldita setentista, em 2018 eles estrearam no cenário com seu primeiro compacto. Agora, o grupo se prepara para divulgar novidades e entrar em turnê. O lançamento do clipe de "Grades" serve como material de sustentação do EP. Esse é o início de uma série de lançamentos até a chegada do primeiro disco, previsto para o segundo semestre de 2019.

Para marcar sua estreia em videoclipe, a Meyot escolheu uma canção igualmente imagética e uma peça-chave na construção sonora e musical do “Meiote”. A letra de “Grades” aborda a inquietude de quem busca a paz interior e a autossuficiência.

“Por se tratar de uma temática de angústia, a ideia do roteiro é provocar essa reação do espectador, utilizando de elementos incomuns, objetos ressignificados, dentro de uma rotina normal. A gente pensou que o choque entre esses dois mundos poderia passar o sentimento de fuga e asfixia da letra”, conta Arthur Montenegro, vocalista e guitarrista da banda.

Formada em 2017, a Meyot conta também com Gabriel Soares (bateria e percussão), Giuliam Uchima (baixo, guitarra e vocais) e Lucas Berredo (guitarra, vocais, synth e baixo). A origem do grupo aconteceu de modo despretensioso, com uma troca de composições entre Montenegro e Berredo. Com pouco tempo de história, a combinação incomum do som da banda tem buscado espaço no circuito underground, passando por diversos palcos e eventos importantes, como a Semana Internacional da Música de São Paulo.

O clipe de “Grades” teve direção de Cassiano Geraldo e Leonardo H, e foi estrelado pela atriz Lara Del’Arco. Em breve, a Meyot anunciará mais vídeos e datas de turnê.

Assista a “Grades”: https://youtu.be/gION7JCI7tM

Ouça “Meiote”: https://song.link/album/i/1391029313

sexta-feira, 29 de março de 2019

Montanee surge intensa no clipe de “Burning Man”

Nota :

Single antecipa EP de estreia da banda


Da troca entre guitarras, baixo e bateria e um vocal rasgado, surge o novo clipe da banda carioca Montanee. Em “Burning Man”, o grupo baseia o vídeo na força de sua performance, que se concretizará no primeiro EP, previsto ainda para 2019. A faixa também está disponível nos serviços de streaming de música.

Assista a “Burning Man”: https://youtu.be/bTASyDwXM-M

Ouça “Burning Man”: http://smarturl.it/MontaneeBurningMan

A Montanee é uma banda de rock alternativo com tons de indie, stoner e post-punk revival. A nova música soma a essa sonoridade, já apresentada no single “Keep falling”. Seguindo a estética em preto e branco do clipe anterior, aqui o quarteto se apropria do peso da letra e da música, apostando na simplicidade sem abrir mão da intensidade. Em cena estão apenas os quatro instrumentistas, registrados por uma câmera urgente, com frames acelerados e cortes ágeis. Esse casamento perfeito foi a escolha da Montanee para mais uma amostra do que vem por aí em seu trabalho de estreia.

Veja “Keep Falling”: https://youtu.be/hSejgkzrXLQ

“É uma unanimidade entre nós que "Burning Man" é a música que melhor representa o nosso som e como a banda é ao vivo. É uma música forte, cheia de energia e, principalmente, sincera. Escrever essa música foi muito importante pra mim, ela representa o fim de um ciclo na minha vida e transformar esse momento em música, de alguma maneira, me deixou muito mais leve para seguir outros caminhos”, avalia o vocalista e guitarrista Felipe Areias. Além dele, completam a banda Raphael Cardoso (baixo), Teo Kligerman (bateria) e Pedro Domicio (guitarra).

Em abril, Felipe e Raphael embarcam para os Estados Unidos, onde realizarão uma mini turnê stripped down com versões acústicas de suas músicas. Até o momento estão previstos shows pela costa oeste e também em Nova Iorque. Mais detalhes serão anunciados em breve.

Com “Burning Man”, a banda solidifica cada vez mais seu nome no cena do rock autoral nacional e segue preparando outras novidades que vão surpreender os ouvidos.

Assista a “Burning Man”: https://youtu.be/bTASyDwXM-M

Ouça “Burning Man”: http://smarturl.it/MontaneeBurningMan


sexta-feira, 22 de março de 2019

Hate Moss antecipa disco com o clipe “Evil”

Nota :

Duo ítalo-brasileiro prepara álbum de estreia pelo selo britânico Stock-a


Formado por uma italiana e um ítalo-brasileiro, Hate Moss é um projeto de música experimental que une elementos do indie, do pós-punk e do electroclash com tons de música brasileira e italiana. Prestes a lançar seu álbum de estreia, o duo expande a sua sonoridade em singles. O mais recente é “Evil”, já disponível para streaming, e que ganha também um videoclipe. O disco será tem previsão de lançamento para maio.

Assista a “Evil”: https://youtu.be/DjA1Eoc_FWQ

Ouça “Evil”: http://smarturl.it/HateMossEvil

O registro em vídeo, no estilo do it yourself, acompanha Tina e Ian Carvalho por estradas brasileiras, onde fizeram turnê no ano passado. Radicados em Londres e dividindo vocais, bateria e elementos eletrônicos, eles começaram o projeto em 2018 com o single e clipe “Honey”. O lançamento abriu portas para uma turnê por várias cidades do Brasil, indo de Florianópolis até Goiânia, passando por Rio e São Paulo. Além disso, se apresentaram no Locomotiva Festival, dividindo palco com nomes como Rakta e Boogarins.

Assista a “Honey”: https://youtu.be/AR6vKUrgNKs

Em seguida, o Hate Moss embarcou para uma turnê pela Itália  que passou por Roma, Arezzo e Florença, onde se apresentou na Florence Tattoo Convention. Foi na histórica cidade italiana que o duo gravou seu disco de estreia. “Live Twothousandhatein” foi registrado em performances ao vivo no Relaxo Studio e será lançado em formato digital e vinil pelo selo britânico Stock-a Arts and Records, dirigido pelo duo, em parceria com o Discos Rebeldes (Argentina/México).

Após o lançamento do álbum, a banda reserva para 2019 o começo da sua turnê mundial com shows marcados na Espanha, Portugal, Itália, Reino Unido, Turquia, México e Brasil. A Hate Moss se apresentará em algumas cidades brasileiras no começo do segundo semestre. As informações da turnê serão divulgadas em breve.

Assista a “Evil”: https://youtu.be/DjA1Eoc_FWQ

Ouça “Evil”: http://smarturl.it/HateMossEvil

Siga Hate Moss:

https://www.facebook.com/hatemoss

https://www.instagram.com/hatemossband

http://bit.ly/HateMossSpotify

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Banda goiana Acrílico explora sonoridade dreampop e psicodélica no primeiro EP, “Limbo”

Nota :

Compacto chega após dois singles bem recebidos


Em meio a um instrumental intenso, o vocal etéreo entrega versos reflexivos e intimistas. Assim soa a estreia do quinteto Acrílico, que divulga seu primeiro EP, “Limbo”. O trabalho, que une o clima do dreampop e do alternativo com a psicodelia, possui cinco faixas e já está disponível nos principais serviços de streaming por meio do selo Casa da Árvore Records.

Ouça “Limbo”: smarturl.it/AcrilicoLimbo


Aliás, Acrílico leva ao pé da letra a definição de dreampop. Testando os limites entre realidade e imaginação, a sonoridade da banda goiana transita entre riffs orgânicos, sintetizadores e efeitos, sem se tornar inacessível. Talvez por isso “Limbo” faça tanto sentido - cercado por dois mundos distintos, o EP cresce e caminha na dualidade.

“‘Limbo’ vai ser um divisor de águas na nossa história, é a consolidação de tudo que construímos até aqui, pois agora a gente passa definitivamente a existir publicamente para quem quiser ouvir. É também a profissionalização da banda, a partir de agora a gente já busca construir uma imagem mais sólida, tanto visual quanto musical”, reflete Pedro Mendes, guitarrista da banda.

Acrílico surgiu no início de 2016, e conta com a junção dos músicos Manoel Siqueira (voz e guitarra), Guilherme Tai (baixo), Lucas Santana (bateria) e Renato Oliveira (sintetizador), além do próprio Pedro.

A banda havia começado a revelar “Limbo” há três anos, quando lançou o single “Ciclos”, onde cantam sobre a finitude da vida. Em 2019, veio “Pó”, canção que abre o trabalho e ganhou um clipe que explora um universo surreal pelas ruas de Goiânia. “Grão”, “Inverno” e “Velho” mantém a unidade lírica do projeto, versando sobre questões de foro íntimo e emocional, como saúde mental e convenções sociais. As letras, na maioria compostas por Pedro e Manoel, falam sobre os seus devaneios interiores, exteriorizando suas visões acerca de assuntos como a solidão, a vida, a saudade e o autoconhecimento.

Assista ao clipe “Pó”: https://youtu.be/ejrhRrQbXDI

O EP “Limbo” contou com produção de Braz Torres Neme, no Complexo Estúdio e já está disponível nas plataformas de streaming de música.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Pense prega o amor próprio como caminho para ser seguido em novo clipe

Nota :

Destaque na cena independente, banda mineira lança vídeo para “Eu Não Posso Mais”



A busca por sua verdade sem se importar com o que pensam é o mote do novo clipe da banda mineira Pense. Um dos principais nomes do novo rock nacional no país, o grupo une diversas pessoas em um grito por amor próprio no vídeo “Eu Não Posso Mais”.

A faixa faz parte do último álbum, “Realidade, Vida e Fé”.

Veja o clipe de “Eu Não Posso Mais”: https://youtu.be/4fRjM2ISZ0o


Com mais de 10 anos de estrada, a Pense ficou conhecida por unir o peso do som com mensagens profundas em suas letras. Com três álbuns de estúdio, a banda é formada por Lucas Guerra (vocal), Judá Ramos (baixo), Charles Taylo (bateria), Cristiano Souza (guitarra) e Ítalo Nonato (guitarra). Foi Nonato quem compôs a faixa que ganhou clipe.

“Essa música surgiu depois de levar uns tapas da vida, estava cansado fisicamente e mentalmente, insatisfeito profissionalmente, um acúmulo de coisas. Estava tomando decisões a partir de opiniões dos outros e ignorando o que eu tinha realmente vontade de fazer, deixando de ser quem eu era, para ser bem vindo com as pessoas com quem eu convivia. O clipe surgiu meio que junto com a música. À medida que ia escrevendo, olhava em volta e via várias pessoas em situações similares à minha, amigos próximos, parentes precisando se aceitar, acreditar mais em si mesmo, ter mais autoconfiança”, conta Ítalo.

Essa preocupação marca o álbum “Realidade, Vida e Fé”, lançado no último ano. Nesse trabalho, o grupo reforça suas ideias de abordar questões pessoais, acreditando que a mudança primeiro precisa ser interna, antes de ser externa. Para isso, no vídeo eles reuniram diferentes corpos, raças e sexualidades.

“Demorou tanto para gente chegar no século XXI e conseguir quebrar paradigmas, reafirmar a importância e o direito de se expressar, direito de amar, ser feliz da forma que quiser, independente de opção sexual, ou da sua aparência, ou da quantidade de grana que tem, ou de onde mora. Essa mensagem da música é mais uma afirmação de que se curvar diante do preconceito, e de vários pensamentos ultrapassados como o machismo, homofobia, sexismo não vai nos levar a evolução nenhuma”, reflete Nonato.

O clipe foi dirigido por Alexandre Lima e Fábio Roque. O álbum “Realidade, Vida e Fé” está disponível em todas as plataformas de música digital.

Veja o clipe: https://youtu.be/4fRjM2ISZ0o

Ouça o álbum: https://spoti.fi/2S7ByAT


Ficha Técnica:

Direção: Alexandre Lima e Fábio Roque

DP: Zanelli Caldas e Fernando Valle

Edição: Alexandre Lima

Color Grading: Fábio Roque

Making of: Raphael Freire,Bárbara Nunes e Gabriel Nuffer

Produção: Débora Castro

Assistente de Produção: Caroline Pereira

Direção de Elenco: Felipe Miguel

Maquiagem: Ellen Cotrim

Assistente de Maquiagem: Aline Magalhães

Transporte: José Lucas Pereira

Alima Produtora Audiovisual: http://bit.ly/2CqvwhM


Elenco:

Daniela Caetano

Bruna Thomaz

Perseu Macedo

Gabriel Ribeiro

Ingrid Oliveira

Sarah Oliveira

Victoria Borba

Marcel Felipe


Ficha Técnica Resumida

Direção: Alexandre Lima e Fábio Roque

Roteiro Ítalo Nonato e Alexandre Lima  

DP: Zanelli Caldas e Fernando Valle

Edição: Alexandre Lima

Color Grading: Fábio Roque

Produção: Débora Castro

Assistente de Produção: Caroline Pereira

Direção de Elenco: Felipe Miguel

Maquiagem: Ellen Cotrim

Alima Produtora Audiovisual: http://bit.ly/2CqvwhM

Música - Eu não posso mais


Disco - Realidade, Vida e Fé

Audio gravado no Estúdio Guerra ( http://www.estudioguerrabh.com )

Mixagem e masterização por Lucas Guerra

Arranjo: Italo Nonato

Letra e Vocal: Ítalo Nonato

Produção musical: Italo Nonato , Lucas Guerra.


Músicos:

Bateria - Charles Taylo

Baixo - Judá Ramos

Guitarra - Cristiano Souza

Guitarra/Backing vocals - Ítalo Nonato

Voz - Lucas Guerra  


Letra:

Qual o sentido de seguir com isso
Arrastando para o que me mata
Pense comigo
Faz tanto tempo que estou perdido
E a vida passa batido e eu sigo insistindo mesmo assim
Preso sem coragem pra admitir
Que errei em aceitar quando não fui aceito
Logo tentei me adaptar
Pra tornar mais fácil o que nunca ia ser
Deixei de me escutar quando tive certeza quis duvidar
Das verdades que eu sempre carreguei
E eu sei
Podem me tirar do chão

Eu não posso mais
Ignorar que eu
Sigo me sabotando ao acordar
Fingindo estar tão bem
Criando falsos motivos pra suportar
Quando eu deveria estar
Bem longe daqui

Opiniões que me prendem aqui
Por bem ou por mal vão ter que cair
Chegou a hora de só escutar o que o coração quer gritar
Começar do zero se for preciso
De cabeça erguida
Se sentir vivo
Protegido contra os julgamentos que virão
Retomando a rota de evolução
Eu sigo em frente

E eu não posso mais
Ignorar que eu
Sigo me sabotando ao acordar
Fingindo estar tão bem
E eu não vou mais renunciar os meus
Verdadeiros motivos pra acordar pra agradar ninguém
Eu faço meu compromisso primeiro comigo
Então vou recomeçar
Bem longe daqui

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Fazendo músicas pessoais como quem se despe, Nudz lança EP “The Watcher”

Nota :

Banda mineira une rock alternativo e stoner com letras climáticas e viscerais


Durante despretensiosas sessões de estúdio, os músicos soltavam suas frustrações e ansiedades até sentirem uma verdadeira nudez de espírito. Foi a partir dessa força inicial que surgiu Nudz, novo nome da cena mineira que lança seu primeiro EP. Intitulado “The Watcher”, o trabalho está disponível nas plataformas de música digital e ganha um clipe para o single “Occasional Mistake”.

Ouça “The Watcher”: http://bit.ly/TheWatcherEP

Veja “Occasional Mistake”: https://youtu.be/WKiQGvsoYH8

A banda é formada por Aldrin Salles (bateria e vocal de apoio), Felipe Valente (baixo), Filipe Dutra (vocal e guitarra) e Fred Chamone (guitarra e vocal de apoio). A Nudz começou a ser formada em 2017, a partir de jams realizadas por Aldrin e Chamone em estúdio.

“Nós fazíamos aquilo despretensiosamente, pensando só em expurgar pra fora do corpo todos os nossos demônios. O som foi ganhando cada vez mais carga sentimental, o que nos fez considerar fazer daquilo uma banda de verdade”, reflete Salles.

A banda passou o ano de 2018 solidificando sua formação e criando seu primeiro EP, “The Watcher”. O trabalho foi produzido por Fred Chamone no Studio Independente, lar daquelas sessões primordiais.

"Esse EP representa uma nova era na vida de cada integrante da banda. Essa é, além de uma realização profissional, uma realização pessoal. Todos estamos aqui representados de corpo e alma e isso é importante demais para a manutenção da saúde mental/espiritual coletiva da Nudz”, conta Aldrin, que também é baterista da banda KKFOS.

Junto do EP, a Nudz lança o clipe de "Occasional Mistake", dirigido por Bruno Paraguay, da banda Eminence. O vídeo traz a banda em estúdio simulando a experiência vibrante e de entrega que inspirou o projeto desde o começo. “The Watcher” está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “The Watcher”: http://bit.ly/TheWatcherEP

Veja “Occasional Mistake”: https://youtu.be/WKiQGvsoYH8

Ficha Técnica:

Gravação, edição, mixagem, masterização e direção musical: Fred Chamone (Studio Independente - www.studioindependente.com)

Guitarras e synths em todas as músicas: Fred Chamone

Contrabaixo em “Time For Recreation”: Fred Chamone

Contrabaixo em “Choices” e “The Watcher”: Leo Quintão

Contrabaixo em  “Occasional Mistake” e “My Sexual Tool” e “ZRT 3022”: Felipe Valente

Bateria em todas as faixas: Aldrin Salles

Violão e shaker em Choices (Intro): Fred Chamone

Vocais em todas as faixas: Filipe Dutra (Black Label)

Backing vocals em “The Watcher” e ”Time For Recreation”: Fred Chamone

Backing vocals em “Choices” e “My Sexual Tool” e “ZRT 3022”: Filipe Dutra

Making of: Felipe Prado

Consultoria técnica (bateria) e assistência em “The Watcher”, “Time for Recreation” e “Choices”: Saulo Ferrari

Bateria de “ZRT-3022” gravada ao vivo (por Aldrin Salles)  no “Ensaio Aberto NUDZ/ISSO” evento que aconteceu no Studio Independente em dezembro de 2018.

Faixa-a-faixa:

“ZRT – 3022”

É o prelúdio do EP. Esse código se refere a etiqueta que estará escrita, na maca de hospital de um personagem do roteiro do clipe de “Time For Recreation”, que será lançado em breve.

“Time For Recreation”

Essa música caminha entre o nu metal, o stoner e o post-grunge. A letra fala sobre ter um estilo de vida fora do convencional, regado a exageros, arrependimentos, agonias, e estados alterados de consciência.

“Choices”

Essa música podia nem ter existido isso porque o Chamone fez uns esboços da harmonia em 2017, gravou no celular e esqueceu completamente. Depois de meses ouviu os esboços e ficou surpreso. A letra fala de uma lição de vida, de escolhas, de não se arrepender, de ser livre, de transcender, de encontrar Deus. Fala de amor, de apego, de afeto.

“Occasional Mistake”

Foi um dos primeiros temas das jam sessions entre Chamone e Aldrin. O riff do verso foi desenvolvido em ensaios e fez a coisa ficar mais pesada e limpa. Espaços vazios foram incluídos nas guitarras e baixos do refrão, para aumentar o impacto e fazer a música “respirar” mais, valorizando a bateria. A letra fala sobre libertação, realização desafios, escolhas e possui tema confessional.

“My Sexual Tool”

É uma espécie de funk, nu metal “pula pula”, a mais groovada do EP. O refrão leva para a maldade stoner, e o riff de ponte é um dos riffs mais empolgantes do EP. A letra fala de sexo e submissão.

“The Watcher”

A música mais stoner do EP.  Ela é densa, sombria, e fala sobre ser vigiado, controlado,  aquela coisa meio “Black Mirror”, ela fala sobre carma, sobre a cultura “olho por olho”.  Os riffs foram gravados por uma Fender Jazzmaster o que produziu harmônicos misteriosos no riff do fim. O final tem influência do final de “I want you”, dos Beatles. O solo noise do final é doentio e refletem problemas de saúde que Frederico Chamone teve em 2017/2018 (asma crônica).

NUDZ é:

Aldrin Salles (bateria e vocal de apoio)

Felipe Valente (baixo)

Filipe Dutra (vocal e guitarra)

Fred Chamone (guitarra e vocal de apoio)

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Instagram: @nudzofficial

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