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terça-feira, 3 de setembro de 2024

IN FLAMES: JÁ À VENDA "USED & ABUSED: IN LIVE WE TRUST", ÁLBUM AO VIVO DE UM DOS PIONEIROS DO DEATH METAL MELÓDICO, EM DIGIPACK DUPLO

 

Nota:

Se a evolução dentro do som do Death Metal Melódico tivesse um nome, ele certamente se chamaria IN FLAMES. Nos últimos trinta anos, a banda sueca de cinco integrantes se tornou a banda mais inovadora do Death Metal Melódico. Seu som característico foi copiado por inúmeras bandas, mas nunca foi superado por nenhuma delas.
 
Para poder fazer por si mesmo o estilo de música que mais amava, o Jesper Strömblad resolveu formar em 1990 a banda IN FLAMES ao lado de Johan Larsson e Glenn Ljungström. Depois de gravarem uma demo, o trio conseguiu o seu primeiro contrato com uma gravadora e começou a trabalhar no seu álbum de estreia, "Lunar Strain" (1994), que se tornou um clássico imediato no cenário do Death Metal escandinavo, cenário que crescia rapidamente. Expor o lado melódico da banda logo no primeiro álbum provou ser um ingrediente importante para o som do IN FLAMES se tornar esse grande sucesso. Logo depois, a banda assinou um contrato com a reconhecida gravadora alemã Nuclear Blast, começando assim o trabalho para o seu segundo álbum de estúdio, o magnífico "The Jester Race" de 1996, que além do trio original contava agora com a presença do vocalista Anders Friden e o baterista Björn Gelotte.
 
Após a gravação do terceiro álbum de estúdio, "Whoracle" de 1997, Johan e Glenn decidiram deixar a banda sendo substituídos por Peter Iwers (baixo) e Niklas Engelin (guitarra), porém, este último saiu da banda logo após a turnê europeia sem gravar nem sequer um álbum (na época). Portanto, o IN FLAMES precisou se reestruturar completamente: Björn trocou a bateria pela guitarra e Daniel Svensson (The Halo Effect, ex-Sacrilige) juntou-se à banda na bateria e foi com essa formação que a banda lançou "Colony" em 1999 que obteve excelentes críticas ao redor do mundo e tornou o IN FLAMES em uma das bandas de Death Metal Melódico mais populares internacionalmente. Mas "Clayman", lançado em 2000, superou até mesmo o seu antecessor e como resultado a banda foi indicada à vários prêmios, vencendo muitos deles.
 
Moderno e mais maduro, "Reroute To Remain" veio em 2002 confirmando mais uma vez o status alcançado pelo IN FLAMES, sendo outro marco na carreira da banda. Dois anos depois, era hora do IN FLAMES atingir o próximo nível e "Soundtrack To Your Escape" fez exatamente isso! Um heavy metal emocionante com o equilíbrio certo entre as origens clássicas no death metal da banda e o som mais moderno que a banda se propôs a fazer.
 
A banda então embarcou em longas turnês e dois desses grandes shows foram devidamente documentadas no CD "Used And Abused - In Live We Trust", lançado originalmente em 2005 e que captura perfeitamente o poder da banda ao vivo e o entusiasmo do público.
 
A lista de faixas de "Used And Abused - In Live We Trust" é simplesmente incrível e inclui toneladas de clássicos em impressionantes versões ao vivo gravadas no Hammersmith em Londres, Inglaterra, e no Sticky Fingers em Gotemburgo, Suécia.
 
Um álbum perfeito para todos os fãs do IN FLAMES, e do gênero em geral, terem uma pequena noção do que é apreciar a banda ao vivo.
 
Agora disponível pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Adquira sua cópia, em DIGIPACK DUPLO, no seguinte link: https://bit.ly/3Xj5eL5.
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/NUCLEAR BLAST RECORDS

IN FLAMES: JÁ À VENDA "COME CLARITY", OITAVO ÁLBUM DE ESTÚDIO DE UM DOS PIONEIROS DO DEATH METAL MELÓDICO

 

Nota:

Se a evolução dentro do som do Death Metal Melódico tivesse um nome, ele certamente se chamaria IN FLAMES. Nos últimos trinta anos, a banda sueca de cinco integrantes se tornou a banda mais inovadora do Death Metal Melódico. Seu som característico foi copiado por inúmeras bandas, mas nunca foi superado por nenhuma delas.
 
Para poder fazer por si mesmo o estilo de música que mais amava, o Jesper Strömblad resolveu formar em 1990 a banda IN FLAMES ao lado de Johan Larsson e Glenn Ljungström. Depois de gravarem uma demo, o trio conseguiu o seu primeiro contrato com uma gravadora e começou a trabalhar no seu álbum de estreia, "Lunar Strain" (1994), que se tornou um clássico imediato no cenário do Death Metal escandinavo, cenário que crescia rapidamente. Expor o lado melódico da banda logo no primeiro álbum provou ser um ingrediente importante para o som do IN FLAMES se tornar esse grande sucesso. Logo depois, a banda assinou um contrato com a reconhecida gravadora alemã Nuclear Blast, começando assim o trabalho para o seu segundo álbum de estúdio, o magnífico "The Jester Race" de 1996, que além do trio original contava agora com a presença do vocalista Anders Friden e o baterista Björn Gelotte.
 
Após a gravação do terceiro álbum de estúdio, "Whoracle" de 1997, Johan e Glenn decidiram deixar a banda sendo substituídos por Peter Iwers (baixo) e Niklas Engelin (guitarra), porém, este último saiu da banda logo após a turnê europeia sem gravar nem sequer um álbum (na época). Portanto, o IN FLAMES precisou se reestruturar completamente: Björn trocou a bateria pela guitarra e Daniel Svensson (The Halo Effect, ex-Sacrilige) juntou-se à banda na bateria e foi com essa formação que a banda lançou "Colony" em 1999 que obteve excelentes críticas ao redor do mundo e tornou o IN FLAMES em uma das bandas de Death Metal Melódico mais populares internacionalmente. Mas "Clayman", lançado em 2000, superou até mesmo o seu antecessor e como resultado a banda foi indicada à vários prêmios, vencendo muitos deles.
 
Moderno e mais maduro, "Reroute To Remain" veio em 2002 confirmando mais uma vez o status alcançado pelo IN FLAMES, sendo outro marco na carreira da banda. Dois anos depois, era hora do IN FLAMES atingir o próximo nível e "Soundtrack To Your Escape" fez exatamente isso! Um heavy metal emocionante com o equilíbrio certo entre as origens clássicas no death metal da banda e o som mais moderno que a banda se propôs a fazer.
 
Após uma turnê mundial incrivelmente bem-sucedida concluída, agora era hora de pensar no próximo álbum. Mas o IN FLAMES não se limitou apenas a pensar nisso, a banda foi direita e objetiva, concluindo-o rapidamente. O título? "Come Clarity". Lançado originalmente em 2006, o álbum foi um grande passo para a banda, sendo tudo o que você espera do IN FLAMES e muito mais. São treze músicas de um Metal atemporal que estabeleceu de vez o IN FLAMES como uma das bandas de Metal mais importante de todos os tempos.
 
Participações especiais de Uppsala Poker Hc CrewLisa Miskovsky e Örjan Örnkloo (Misery Loves CO.).
 
Agora disponível pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Adquira sua cópia no seguinte link: https://bit.ly/471QseW.
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/NUCLEAR BLAST RECORDS

sábado, 18 de fevereiro de 2023

In Flames: Foregone - Review

Um dos precursores do chamado "Gothenburg Sound", o In Flames cada vez mais foi evoluindo e angariando muito mais fãs e adeptos ao seu jeito moderno e versátil de compor, sendo suas guitarras um dos grandes destaques.

"Foregone" é o décimo quarto registro de estúdio deles, impecável do início ao fim, consistente, sombrio por vezes, criando uma alma única de melodias versáteis na hora de compor seus 13 novos temas aqui apresentados.

Acredito que a mudança de integrantes nos últimos anos tenha compensado muito para os suecos, afinal, vimos em seu antecessor uma qualidade superior alcançada e agora devo ressaltar que estão ainda mais furiosos.

Sendo o segundo álbum com o baixista Bryce Paul e do baterista Tanner Wayne, o primeiro com o guitarrista Chris Broderick (ex-Megadeth) e o terceiro com o produtor vencedor do Grammy Howard Benson (My Chemical Romance, Three Days Grace), a banda chega em um patamar ainda mais alto, evidenciando sua qualidade absurdamente bem produzida, mesclando um feeling atual com muito do que seu gênero já havia criado nas últimas décadas. 

Mike Plotnikoff (All That Remains, Warbringer) foi o engenheiro de som e trabalhou no Benson’s West Valley Recording Studios, enquanto que a mixagem ficou a cargo de Joe Rickard, que já foi baterista do IN FLAMES de 2016 a 2019.

Algumas faixas estão insanas, a começar pela intro de extremo bom gosto intitulada "The Beginning of All Things That Will End", seguida da sequência matadora "State of Slow Decay" (sendo uma das melhores deste novo momento dos caras), "Meet Your Maker" (que melodias cativantes, não?!) e a melódica "Bleeding Out" (certamente irá agradar aos fãs de muitas bandas do Death ao Metal moderno/Metalcore).

Para quem procura temas mais pesados, recomendo iniciar pela ótima dinâmica de "Foregone, Pt. 1" , um petardo certeiro, bem como "The Great Deceiver" com sua alma Punk muito bem servida de melodias conhecidas (e que breakdowns, hein?!)... mas no geral vemos uma cadência bem interessante em muitos momentos como por exemplo na faixa "Pure Light of Mind" com suas guitarras gêmeas lembrando em certos momentos melodias do Bullet For My Valentine (mas calma, estamos falando em parecer, não exatamente ser como tal, afinal, aqui temos um produto mais bruto).


No geral, "Foregone" para mim soa como um destaque em seu gênero, resgata muito do que fizeram e mantém uma linhagem que buscaram nos últimos 10 anos, as adições no line-up refletem a evolução atingida...tudo soa bem demais!

Ainda estamos em fevereiro mas, este aqui vai figurar entre os melhores do ano, facilmente!


Adquira a sua cópia através da loja dos nossos parceiros da Shinigami Records clicando aqui!


Tracklist:

1. The Beginning of All Things That Will End
2. State of Slow Decay
3. Meet Your Maker
4. Bleeding Out
5. Foregone, Pt. 1
6. Foregone, Pt. 2
7. Pure Light of Mind
8. The Great Deceiver
9. In the Dark
10. A Dialogue in B Flat Minor
11. Cynosure
12. End the Transmission
13. Become One [BONUS TRACK]

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

IN FLAMES: JÁ À VENDA "FOREGONE", NOVO ÁLBUM DE UMA DAS LENDAS DO SOM DE GOTEMBURGO

Nota: 

IN FLAMES representa o melhor do passado, do presente e do futuro da cena Metal. A arte, a influência e a magnitude de um dos principais arquitetos da New Wave Of Swedish Death Metal são tão grandes quanto o vibrante e infinito horizonte. E sua discografia é tão impressionante e diversificada que é celebrada internacionalmente. O IN FLAMES é mais vital (e ainda mais enérgico) hoje do que quando lançaram clássicos como "Come Clarity" e "Clayman" nas décadas passadas.
 
A popularidade de hinos como 'Only for the Weak', que já foi ouvida mais de 72 milhões de vezes apenas no Spotify, 'Cloud Connected', 'Alias', 'I Am Above', 'Pinball Map', 'Zombie Inc.', 'Artifacts of the Black Rain' e 'Come Clarity' demonstra o quanto os fãs abraçam essa diversidade complexa do IN FLAMES.
 

Credito foto: Divulgação

A dupla de compositores Anders Fridén (vocais) e Björn Gelotte (guitarras), que aparece em todos os lançamentos do IN FLAMES desde 1995, persiste como uma das equipes criativas mais potentes dentro da música pesada.
 
"Foregone", o furioso décimo quarto álbum de estúdio da banda, combina as mais agressivas, metaleiras e melódicas características de seus álbuns mais marcantes com as experientes composições de sua era pós-moderna.
 
"De certa forma, parece estúpido dizer que queríamos ser mais 'metal', porque sempre sentimos que o éramos", observa Fridén. "Nos últimos dois anos, o mundo se tornou ainda mais hostil e maligno de certas maneiras. Temos uma guerra na Europa. As pessoas, em geral, estão mais estressadas. Toda essa energia e raiva ajudaram a abastecer este álbum. Entramos para fazer algo preciso, mais pesado e, sim, 'mais metal'".
 
Gelotte concorda: "Fizemos um álbum agressivo. Mantivemos a dinâmica, os refrães épicos, as guitarras pesadas, a bateria potente e as melodias. Isso é quem somos e quem sempre fomos".
"Foregone" é o segundo álbum do IN FLAMES contando com a presença do baixista Bryce Paul e do baterista Tanner Wayne, o primeiro com o guitarrista Chris Broderick (ex-Megadeth) e o terceiro com o produtor vencedor do Grammy Howard Benson (My Chemical Romance, Three Days Grace). Mike Plotnikoff (All That Remains, Warbringer) foi o engenheiro de som e trabalhou no Benson's West Valley Recording Studios. Já a mixagem foi responsabilidade de Joe Rickard, que já foi baterista do IN FLAMES de 2016 a 2019.
 
Músicas como 'State of Slow Decay', 'End the Transmission', 'Bleeding Out', 'Meet Your Maker' 'The Great Deceiver' pulsam com poder hipnotizante e raiva furiosa. Há desespero, um nervo exposto, provocado pela distopia caótica desta sociedade pós-pandêmica.
"Este álbum é sobre o tempo perdido. Tudo está indo na direção errada", explica Fridén"Não podemos compensar o tempo perdido. É por isso que o álbum se chama 'Foregone' [N.T.: Passado]. Estamos destinados a ter um fim. Essa percepção cria diferentes emoções: pânico, frustração, medo. 'Scary' não é um filme de terror nem o é um metaleiro bravo gritando. O verdadeiro horror é o que está acontecendo nas notícias de todo o mundo. Estamos basicamente condenados. O álbum é sobre os poucos momentos que nos restam e o que fazemos com eles".
 
A maior força do "Foregone", e do IN FLAMES como um todo, continua a residir na longa parceria entre o vocalista e o guitarrista.
 
"Bjorn e eu temos 100% de confiança um no outro", diz Fridén"Ele pode me dar uma peça musical e sabe que vou retribuir com algo que o deixará orgulhoso. Conheço seu jeito de tocar e é algo que adoro cantar. Ele vem da escola de Ritchie Blackmore e Jimmy Page, guitarristas cheios de alma e blues. E ele tem um bom senso melódico. Eu o conheço por dentro e por fora e o amo até a morte".
 
Ambos os homens seguem seus próprios códigos. "É impossível agradar a todos. Portanto, a pergunta mais importante a ser feita é sempre: 'Gostamos disso?'", ressalta Gelotte"Se eu não gostasse da música que tocamos, não poderia acreditar nela. É muito tempo longe da família. Eu não faria isso se não gostasse. É por isso que conseguimos fazer isso por tanto tempo; porque realmente gostamos do que fazemos".
 
"Estou muito orgulhoso do que alcançamos e de que nunca desistimos", diz Fridén, pensativo. "Às vezes você é amado, às vezes não, mas sempre nos esforçamos e criamos a música que achamos incrível. Estou muito orgulhoso e feliz com Bryce, Tanner e Chris, pelo que eles trouxeram para a banda nas gravações, e com sua energia, e [feliz por] onde o In Flames está hoje".
 
O sentimento de orgulho, realização pessoal e contínua vitalidade está evidente em "Foregone". O álbum em si representa o IN FLAMES do passado, do presente e do futuro.
 
"Não se importar com a opinião de ninguém, exceto a nossa é um ótimo estado de espírito", diz Gelotte"Estamos confiantes no que fizemos. Nós amamos o que estamos fazendo. E estamos constantemente explorando o futuro".
 
"Foregone" está disponível no Brasil pela parceria entre Shinigami Records e Nuclear Blast Records e inclui a música 'Become One' como FAIXA BÔNUS. Adquira sua cópia aqui: https://bit.ly/3QwbOZN.
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/NUCLEAR BLAST RECORDS

terça-feira, 3 de setembro de 2019

In Flames : I, The Mask - Review


Formado em 1990, o "In Flames" é um dos responsáveis por termos no cenário Metal mundial o conhecido "Gothenburg Sound", que consiste em muito groove, metal obviamente, passagente pesadas, e atualmente, algo que nos remete ao metalcore do início dos anos 2000 e também o lado alternativo que flerta com o extremo de seu país, a Suécia.

"I, The Mask" saiu em março deste ano de 2019 (via Nuclear Blast), sendo o décimo terceiro da carreira da banda, e também, dono de uma linha sonora acessível e consistente.

Não temos mais temas como antes (na linha do "Death Metal" de outros tempos), mas sim um lado alternativo moderno, algo que pode deixar alguns fãs descontentes (se estiverem querendo mais peso e menos melodia), mas, como tudo evolui, vejo isso por aqui, um álbum que se mantém bem e apresenta uma banda sem problemas para produzir um ótimo som.

Faixas como "Voices", "I' The Mask", "Call My Name" e "I Am Above" darão ao ouvinte boas doses de "breakdowns", além de vocais versáteis...


Posso dizer que todo o disco é aproveitável, seus solos e bases modernas aliadas à melodia vocal, ambientações de uma ótima produção, e suas semi-baladas bem timbradas, fazem este disco entrar na lista de melhores de 2019.

Ouça sem medo e com um volume bem alto.


O álbum está disponível através da loja dos nossos parceiros da Shinigami Records e você pode adquirir clicando aqui


Tracklist :
1. Voices
2. I, The Mask
3. Call My Name
4. I Am Above
5. Follow Me
6. (This Is Our) House
7. WeWill Remember
8. In This Life
9. Burn
10. Deep Inside
11. All The Pain
12. Stay With Me
13. Not Alone (Bonus track)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

In Flames: Novo lyric vídeo já está disponível

No dia 10 de janeiro, a banda In Flames lançou o lyric vídeo da faixa ''I The Mask'', a faixa faz parte do novo álbum da banda que tem previsão de lançamento para 01 de março pela Nuclear Blast. Esse será o décimo terceiro álbum da carreira da banda.



Tracklisting de I, The Mask:

01. Voices
02. I, The Mask
03. Call My Name
04. I Am Above
05. Follow Me
06. (This is Our) House
07. We Will Remember
08. In This Life
09. Burn
10. Deep Inside
11. All The Pain
12. Stay With Me

Para conferir o lyric vídeo clique aqui

Fonte:Rockbizz
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