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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Lo-Fi e o choque de realidade para encarar a pandemia

Nota :


Reality check for a Failed Rocknrolla é a primeira composição da nova formação e conta com participação de Paulinho, do Orgasmo de Porco

Lo-Fi 2

Foto: Marcelo Marafante (@marcelo.marafante)

Reality check for a Failed Rocknrolla é o nome do frenético single inédito que o experiente e rodado power trio de rock regressivo Lo-Fi acaba de lançar via Abraxas Records. Ouça primeiro no Bandcamp: https://lofipunkrock.bandcamp.com/album/reality-check-for-a-failed-rocknrolla.

É uma enxurrada de riffs e solos empolgantes, a primeira composição do Lo-Fi em 2020 e pós-lançamento do disco Naked Death (o 11º registro da carreira, de 2019).

Também é a primeira composição da nova formação: o baixista Velhote (que também toca no Leptospirose) se junta a Thiago (vocal e guitarra) e Marcelo (bateria). Reality check for a Failed Rocknrolla ainda tem superparticipação de Paulinho, do Orgasmo de Porco.

A música foi composta em meio à pandemia. Nasceu por uma linha de bateria de Marcelo, posteriormente musicada por Thiago, que logo enviou ao Paulinho para criar uma segunda linha de guitarra. Isso explica tantos riffs certeiros em Reality check for a Failed Rocknrolla.

A música aponta um choque de realidade à classe artística durante a pandemia. É tanto um mea culpa como uma reflexão ampla sobre supervalorizar o próprio produto ou, então, vende a alma por status. É, ainda, uma crítica ao mercado predatório.

"É tirar do pedestal que seu talento é sagrado, porque quando bate a realidade e momentos como o de agora, difícil para todos, o mais importante é criar independente de plateia ou palmas, é ter a mente limpa", comenta Thiago.

A capa tenta recriar esta ideia. Amontoaram as coisas de estúdio, local que ficou inativo neste período, propositalmente com aspecto de sujo e desajeitado.

Um choque de realidade, todo mundo se virando como pode, e Reality check for a Failed Rocknrolla é a trilha sonora para encarar o momento.

O lançamento exclusivo do single pelo Bandcamp é uma soma de fatores, alguns bons, outros nem tanto.

A Lo-Fi, desta vez, teve problemas com grandes plataformas e, assim, optou por fazer o lançamento da música só pelo Bandcamp, que tem feito diversas ações durante a pandemia para ajudar artistas e selos independentes, sentindo na pele o que esta monopolização das plataformas tem trazido e reafirmando que este problema está na cara de todo mundo e poucos estão vendo a realidade.

“Vivemos em um mundo digitalmente capitalizado onde poucas destas plataformas digitais comandam e fazem o que querem com os direitos dos artistas. Grandes músicos têm cada vez mais deixado estas plataformas e procurando novas formas de manter sua integridade artística e ainda assim democratizando seu trabalho para os fãs.”, argumenta Marcelo.

capa reality check
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terça-feira, 9 de abril de 2019

Lo Fi lança live lession do single Trouble, mais cru e alucinado

Nota :

Música faz parte do single Trouble/Magic Boy recém-lançado pelos selos Abraxas/Karasu e Läjä

Crédito: Divulgação

A alucinação do progressivo, a urgência do punk e a pujança do rock n’ roll estão ainda mais estridentes na versão da live session de Trouble, gravada pelo Lo Fi em meados de fevereiro no Colinão, em São José dos Campos. Confira aqui: http://bit.ly/2UJNrNy.

O lançamento oficial do registro aconteceu no mês passado, pelo Hits Perdidos. A live session foi gravada dias após a banda finalizar a produção do próximo disco, que sai ainda este ano. “Gravamo enquanto esperávamos a confirmação de alguns shows, como o que aconteceu no do dia 30 de março, em São Paulo, ao lado do Mad Monkees”, conta o vocalista/guitarrista Thiago Roxo sobre a participação da Lo Fi num Abraxas Party, no Estúdio Aurora.

Ao vivo em estúdio, Trouble mostra a complexidade de uma composição que foi gravada com três guitarras para a versão do single e é um bom exemplo do que se trata o rótulo rock regressivo – autoproclamado pela Lo Fi. A faixa é repleta de ritmos quebrados e riffs marcantes, devidamente executados de forma enérgica pelo power trio numa noite no Colinão.

Ouça o single Trouble/Magic Boy nas principais plataformas de streaming: https://onerpm.com.br/al/2748151962.

Capa do single

 

©2019 Tedesco Comunicação & Mídia | Assessoria de imprensa

sexta-feira, 29 de março de 2019

Abraxas apresenta Lo Fi e Mad Monkees neste sábado em São Paulo

Nota :

Experientes bandas, mas novas no selo, tocam dia 30/3 no Estúdio Aurora

A capital paulista recebe neste sábado, 30, no Estúdio Aurora, uma edição da Abraxas Party, evento organizado pela produtora e selo musical Abraxas com as bandas do cast. O power trio de rock regressivo Lo Fi e o pesado Mad Monkees, de Fortaleza, são as atrações desta edição, que começa às 20 horas.

Com o recém-lançado single Trouble/Magic Boy nas plataformas de streaming, que chega ao formato físico e será vendido a preços módicos exatamente neste sábado no Estúdio Aurora, o Lo Fi destila psicodelia, barulho e emoções há mais de uma década em shows arrepiantes. A banda se preparada para lançar o novo álbum e, neste evento, vai fazer um apanhado de diversas fases da carreira.

O Mad Monkees está em turnê do EP Guerra, lançado semana passada. Praticam música pesada, repleta de riffs e batidas fortes, com referências de stoner e hard rock. A banda é bastante conhecida pelo público do Aurora.

Ouça o single Trouble/Magic Boy do Lo Fi: https://onerpm.com.br/al/2748151962

Ouça o EP Guerra do Mad Monkees: 
https://onerpm.com/al/1958038119

SERVIÇO

LO FI E MAD MONKEES NO ESÚDIO AURORA (SÃO PAULO) 
Evento: https://www.facebook.com/events/882295162114033 
Data: 30 de março (sábado) 
Horário: a partir das 20 horas (shows a partir das 22 horas) 
Local: Estúdio Aurora 
Endereço: Rua João Moura, 503 (sala 12) - SP 
Ingresso: R$ 20 (dinheiro/débito/crédito) 
Como chegar: De metrô, estações Clínicas (linha verde) e Oscar Freire (linha amarela) do Metrô. De ônibus, ficamos a duas quadras da Praça Benedito Calixto, próximo ao cruzamento das avenidas Rebouças e Henrique Schaumann. Se vier de bicicleta, a casa guarda num lugar seguro. De carro, tem estacionamento 24 horas ao lado.

Mad Monkees/Crédito: Daniel Mangualde

Lo Fi/Crédito: Gui Calassi

CONTATO PARA A IMPRENSA

 

©2019 Tedesco Comunicação & Mídia | Assessoria de imprensa

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Com tradição no underground, Obsceno Elton Festival III é neste sábado em São José dos Campos

Nota :

Lo Fi, que recém lançou o single Trouble/Magic Boy, é uma das atrações principais, junto ao Leptospirose e Deaf Kids

São José dos Campos, a 100 quilômetros da capital São Paulo, recebe neste sábado, 23, a terceira edição do principal evento do rock underground da cidade. É o Obsceno Elton Festival III, agendado no Hocus Pocus a partir das 19 horas. Entre as atrações está o power trio de rock regressivo Lo Fi, com o recém lançado single Trouble/Magic Boy, além de outros nomes experientes da música pesada nacional, como Deaf Kids, Leptospirose e Days of Hate. Febre de Rato, Satanlivre, Derrame, Sorry for All, Podridão e ODP completam o lineup.

O Lo Fi tocou nas duas edições anteriores do Obsceno Elton Festival, já um evento esperado no circuito independente de São José dos Campos e cidades do entorno. O idealizador, o Elton, é também figura conhecida por lá. “Além do OEF, ele já fez vários shows na casa dele. Uma vez, num destes eventos, tocamos com Os Pedrero, logo depois que gravamos o Love songs, com produção do Mozine”, conta o guitarrista e vocalista Thiago Roxo.

Esperado, o festival que abraça bandas de punk, grindcore, hardcore e metal, é ainda um tanto exótico: a entrada custa R$ 10, mas quem topar ir fantasiado, de corpse paint (pintura estilo black metal) ou de velotrol (!!!) paga só R$ 5.

TROUBLE/MAGIC BOY - O single Trouble-Magic Boy, do power trio Lo Fi foi lançado há suas semanas pelos selos Abraxas, Laja e Karasu Killer (Japão). São duas músicas que projetam ainda mais o autêntico rock regressivo criado pela banda, que mistura punk, progressivo, psicodelismo e tudo, ainda, com uma aura caipira. Ouça aqui: https://onerpm.com.br/al/2748151962.

Magic Boy é violão, fuzz barulho e emoção. Já Trouble é confusão, tanto em relação a letra quanto a música. “Foi a primeira que gravamos e experimentamos um monte de coisas, assim como o novo disco, que é um conjunto de experimentos de uma banda livre. É o Lo-Fi escarrada, tanto nas coisas boas quanto nas ruins”, conta Thiago.

SERVIÇO 
Lo Fi no Obsceno Elton Festival III 
Evento: https://www.facebook.com/events/380972282473650 
Data: 23 de fevereiro de 2019 
Horário: a partir das 19 horas 
Local: Hocus Pocus 
Endereço: rua Paraibuna, 838 - São José dos Campos/SP 
Ingresso: R$ 10, mas pode ser R$ 5 caso se aventure em ir fantasiado, com corpse paint ou de velotrol.

Foto Lo Fi: Guilherme Calissi

 

©2019 Tedesco Comunicação & Mídia | Assessoria de imprensa

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Precursor do rock regressivo, Lo Fi lança duas inéditas em fevereiro

Nota :

Single, que antecede o próximo disco, é um 
tributo ao rock underground dos anos 60 e 70

O 12º registro fonográfico do Lo Fi, que será lançado em 2019, agregará o passado, presente e futuro do power trio de rock regressivo de São José dos Campos (SP). O olhar atento às raízes e o cuidado por onde pisarão daqui pra frente é uma dinâmica corriqueira nas duas músicas que serão lançadas em formato de single virtual no próximo dia 8 de fevereiro, em parceria com o selos Abraxas, Laja Records e a Karasu Killer.

‘Trouble’ e ‘Magic Boy’, apesar de distintas, mostram a Lo Fi cada vez mais engajada no rótulo criado pela própria banda, o rock regressivo. Tem as partes psicodélicas em camadas, como ditam o manual do rock progressivo clássico, mas também tem a pulsação do punk, a sujeira do rock garage e até mesmo a aura da cultura interiorana paulista, como uma espécie de referência indireta nesta sonoridade bastante autêntica.

A capa do single também remete ao contexto do gênero moldado pelo trio. Como conta o baixista Rogério, é uma homenagem a bandas das décadas de 1960 e 1970 “de um álbum só”, como Clear Blue Sky e Caravan. “A foto representa a banda conversando sobre bandas nada mainstream, lado C, D e E destas décadas, que são a nossa pira e responsáveis pela invenção do rock regressivo. Tinham o formato de jam banda, mas o virtuosismo era um progressivo bem mais cru”.

O single é o primeiro lançamento da banda após as comemorações – em 2018 – de uma década de intensas atividades, seja devido à incrível marca de 11 álbuns em 10 anos ou pelos incontáveis shows, inclusive três turnês pelos Estados Unidos.

Crédito: Guilherme Calissi

Clipe de Motel Money

   

 

©2019 Tedesco Comunicação & Mídia | Assessoria de imprensa

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Lo Fi comemora 10 anos no tradicional Festival DoSol 2018

Nota :

Power trio lança playlist no Spotify com músicas de todos os 11 registros e de bandas que são influência e parceiras

Crédito: Andrew Bailey

Uma pausa na gravação do 12º álbum da carreira de uma década para voar de São José dos Campos a Natal, onde o Lo Fi se apresenta no dia 25 de novembro na edição 2018 do Festival Do Sol.

O evento deste ano acontece em dois dias, e o power trio do está escalado no domingo, 25, quando também tocam Camarones Orquestra Guitarrística, Huey, Damn Youth, Molho Negro, Facada, entre outros nomes da nova safra do rock independente nacional.

O show no DoSol seria o lançamento dos singles Trouble e Magic boy, porém, os tumultos da vida adulta fez com que tudo se atrasasse e os singles será lançado mais pra frente, normal.

Apesar de todos os problemas, o show no Festival Dosol não deixa de ser a oportunidade da banda comemora os 10 anos de história.

Em uma década de existência a banda Lo-Fi deixou muito claro uma evolução musical em todos os seus 11 lançamentos.

O que no primeiro disco parecia ser uma simples banda de punk com limites declarados, hoje demonstra maturidade, escancara diversas influências de rock e música americana.

Tocando muito por aí e ensaiando mais ainda, fica fácil para a banda externalizar suas influências, ainda mais com produção autoral intensa.

O engraçado de hoje é que a banda ‘brinca’ com a ideia que esta tocando rock regressivo, já que ama King Crimson mas não teve a oportunidade de estudo como a de Robert Fripp, mesmo que na certidão de nascimento esteja escrito que o pai da banda é o hardcore.

Letras que claramente são muito simples remetem com objetividade a caminhos mais humanos, sinceros, completamente esquecidos pela superficialidade dos dias de hoje, completamente descompassados com a realidade de aparência em fotos, mídias sociais e termômetros de likes.

Quem gosta de Lo-Fi não pode ter preconceito, tem que gostar de sinceridade, aceitar a realidade e ter coração aberto”.

PLAYLIST NO SPOTIFY – Para marcar os 10 frenéticos anos, o Lo Fi criou uma playlist no Spotify – chamada Love songs, dirty punk and regressive rock and roll - que repassa toda a carreria, com músicas de todas as eras, intercaladas com músicas de bandas que a influenciou ou daquelas com que dividiram patifarias e trabalhos ao longo dos anos.

Tem Leptospirose, Orgasmo de Porco, We suck as a band, The Muddy Brothers, e outras.

Confira aqui: https://open.spotify.com/user/12163921624/playlist/54t0fdgO4eNHoMyQ6aF2Wf?si=jz_wvm7RT6q8xPdflwIYvA

Lo Fi dia 25/11 no Festival DoSol 
Evento: https://www.facebook.com/events/1244116615691387/ 
Data: 25 de novembro de 2018 
Horário: 16h30 no Palco DoSol Sessions 
Local: Beach Club 
Endereço: Via Costeira Sen. Dinarte Medeiros Mariz, 4197 - Via Costeira, Natal 

Ingressos antecipados: 
www.sympla.com.br/festivaldosol2018 ou nas lojas Chilli Beans Natal Shopping e Midway


Lo Fi nas redes sociais

www.facebook.com/bandalofi

www.instagram.com/lofipunkrock

www.youtube.com/user/lofipunkrock

   

 

©2018 Tedesco Comunicação & Mídia | Assessoria de imprensa

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Lo-Fi gravará 7’’ com Dan Mc Gregor, da gravadora SPHC de Baltimore

Nota :

Banda e músico e produtor norte-americano se encontram neste fim de semana

Lo Fi e Dan em 2015 (crédito: Leo Pepino)

O power trio de regressive rock Lo Fi reencontra um velho conhecido neste fim de semana de outubro. Dan Mc Gregor, proprietário do lendária e extinta Barclay House, um espaço multifuncional em Baltimore (Estados Unidos), vem ao Brasil para reeditar uma parceria com o trio de São José dos Campos que, em 2015, rendeu uma turnê pela Costa Leste dos EUA e um split – With doubt on the ways of God - com a banda New York Against Belzebu, lançado no ano passado.

Desta vez, a missão é gravar um 7 polegadas, e eles terão apenas três dias para iniciar e finalizar o processo. “O Dan já vem com algumas letras. Vamos fazer tudo aqui no home estúdio da banda”, conta o guitarrista/vocalista Thiago Roxo. O estúdio, que é chamado por eles de Colinão, é onde o Lo Fi já prepara o 12º registro, que será lançado em 2019.

A proposta desvia um pouco do regressive rock do Lo Fi e tende para o punk direto e reto do início da banda. “O Dan quer gravar algo bem punk com a gente, tipo Circle Jerks, Poison Idea, que é o som dele e que já foi uma pegada nossa”. O processo será divulgado ao longo dos próximos dias nas redes sociais do power trio.

Dan Mc Gregor, persona muito envolvido com a cena underground dos Estados Unidos e do Japão, é também dono da cultuada gravadora SPHC Records, que ja teve a Barclay House como sede e também um espaço para shows undergrounds num peculiar bairro de Baltimore – onde o Lo Fi tocou em 2015. O norte-americano vem ao Brasil para prestigiar o Festival São Caos de na cidade de São Carlos e já fez passagem pelo Brasil em 2015 com a banda Lotus Fucker junto com os japoneses do Sete Star Sept.

   

 

©2018 Tedesco Comunicação & Mídia | Assessoria de imprensa

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Lo-Fi toca em première do documentário The Calabouço

​Foto: Daniel Silva


Nota :

"Lançamento da produção e shows de bandas acontecem nesta sexta, 29/6, em São José dos Campos..."


Problemas políticos e sociais do Brasil, surf e punk rock.
O fotógrafo Guilherme Calissi reuniu todos estes temas em The Calabouço – Stupid Tour, um filme com ares de documentário que será exibido pela primeira vez em São José dos Campos nesta sexta-feira, 29 de junho, no Quintal Skatepark.

O evento começa às 18 horas e a entrada custa R$ 10. Após a exibição, haverá shows de três bandas que participaram da trilha sonora da produção: a local Lo-Fi, The Boneyard Club e We Suck as a Band.

Prata da casa, o L0-Fi completa uma década de atividades em 2018, com três turnês pelos Estados Unidos no currículo, além de 11 registros lançados – entre álbuns, splits e EPs. O power-trio, formado por Thiago (Guitarrista e Vocalista), Rogério (baixo) e Marcelo (bateria), participa em The Calabouço com “Die Young Blues” do disco We Murder, “The Separation of Music and Sports”, do Long Hair, Cold Drinks, e um cover do Billy Joe, “Ragged Old Truck”, gravou no split K7.   

Com objetivo de fazer um filme voltado para o surf com trilha sonora punk rock, conta o diretor Calissi, as cenas de esporte são intercaladas com momentos da realidade brasileira, como os casos de corrupção, o submundo da Cracôlandia e o preconceito instalado em diversos setores da sociedade.

Em aproximadamente 40 minutos de duração, filmado na estética preto e branco, o mini-doc mostra atletas e free surfers em ação, como Dávio Figueiredo, Wesley Santos, Sidney Guimaraes, Murilo Graciola, Gilmar Teixeira e Dadá Figueiredo.


SERVIÇO

Exibição do documentário The Calabouço com shows das bandas Lo-Fi, The Boneyard Club e We Suck as a Band nesta sexta-feira, 29 de junho, às 18 horas, no Quintal Skatepark (Avenida Lineu de Moura, 1751 – Urbanova). Entrada: R$ 10 (somente em dinheiro).
Informações: (12) 99645-0105.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Lo-Fi : prepara novo disco para celebrar 10 anos de carreira

Foto: Vitor Pickersgill

Nota :

"...Sucessor do alucinado “Meddling in Regressive Rock” começa a ser gravado no segundo semestre de 2018..."


Compor, gravar e tocar é o mantra do power-trio Lo-Fi, que completa 10 anos em 2018 com a mesma intensidade de sempre para lançar material e cair na estrada. As novas músicas que começam a ganhar forma vão compor aquele que será o 12º registro da banda, que vai com facilidade do punk ao rock garage e faz experimentos com a psicodelia do progressivo, surf music e blues. 

O início do processo de composição de um novo álbum é confirmado pelo vocalista/guitarrista Thiago. “Vamos começar a gravar em julho! A ideia é gravar um discão, mas o formato ainda vamos definir mais pra frente”. Diferente dos anteriores, o futuro registro da Lo-Fi será produzido no home-estúdio da banda, que segundo ele, pelo o fato de ter mais tempo para gravar e compor quase que ao mesmo tempo,  vai resultar num material ainda mais visceral e roqueiro.

Celebrar a intensa primeira década é um divisor de águas para o Lo-Fi, que hoje demonstra maturidade e escancara diversas influências de música americana, embaladas numa sonoridade consistente energética. Para a banda, que também tem Rogério (baixo) e Marcelo (bateria) na linha de frente, os 10 anos trazem a responsabilidade de zelar pela trajetória até aqui construída. “Nosso foco é e sempre foi a música, tocar; fazíamos música, juntava uma quantidade, gravava, lançava. Mas agora estamos com 10 anos de banda, quase 40 anos de idade. A gente precisa priorizar algumas coisas hoje em dia que antes não precisava tanto”, conta Thiago.

Foto: I Hate Flash

O que o guitarrista fala é em relação à vida da Lo-Fi nos palcos. Nesta nova etapa, a banda pretende continuar na estrada, mas sem a urgência de se apresentar à exaustão e em qualquer lugar.  Thiago lembra dos shows já realizados em locais com estrutura mínima, totalmente underground, ao mesmo tempo em que a banda já fez três turnês pelos Estados Unidos, além de participar do Abraxas Skate Jam em São Paulo, em 2016 como convidada do The Shrine, do Festival Dosol 2016 e do Laja Festival em 2017. “Tudo isso só faz sentir orgulho, queremos mais 20 anos, mas vamos mais devagar, porém mais sólidos do que nunca”.

O último álbum da Lo-Fi é o vibrante “Meddling in Regressive Rock”, que combina quase todas as sonoridades já experimentadas pela banda até agora, lembrando até mesmo as influências básicas e cruas como, batidas duras rápidas, canções curtas. Foi aqui que nasceu o rótulo “rock regressivo”, vez ou outra utilizado para tentar explicar o que é o legado do power-trio, ainda em construção, “à tal da cena roqueira”, como fala Thiago.


Lo Fi nas redes sociais
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