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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Indie rock goiano mostra força com novos singles do Two Wolves e Templates


Nota: Dois nomes de peso do indie rock goiano começaram 2020 já com novidades. Two Wolves e Templates disponibilizaram, via Monstro Discos, novos singles nas plataformas digitais e dão novo fôlego ao estilo.

Written, do Two Wolves, é uma música que mostra que o verdadeiro amor supera todas as barreiras. A canção foi inspirada em um fato que ocorreu com um ex-baterista da banda. Em Londres, durante uma abordagem policial, ele foi preso de forma injusta. Sem amigos ou familiares por perto, passou longos e angustiantes meses encarcerado, sem saber qual seria o fim daquela história. O que ele não sabia é que, do lado de fora, uma garota lutava por justiça e pela sua liberdade. Solto, ele e a garota hoje vivem juntos, pela perseverança do amor. Além da música, a banda lançou também um clipe, no YouTube, com cenas do casal em Londres.

A nova música do Templates revela um pouco do que será o novo disco da banda. Kit de Primeiros Socorros apresenta uma sonoridade cheia de camadas, com um som mais introspectivo, melodias mais complexas e letras mais pessoais e melancólicas. A banda, que ganhou destaque com o primeiro disco – Não Desligue o Rádio (2018) – prepara o lançamento de um novo EP, com quatro músicas.

Ouça em:

Two Wolves – Written
(Apple Music / iTunes) https://apple.co/2R2YJtO
(Amazon Music) https://amzn.to/3alIRu8
(Google Play) http://bit.ly/2R1WpTH

Templates – Kit de Primeiros Socorros
(Apple Music / iTunes) https://apple.co/2RugKAj
(Amazon Music) https://amzn.to/30CkROY
(Google Play) http://bit.ly/38gV5Cl

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Goianos do Sheena Ye apresentam música gravada no 25º Goiânia Noise Festival

 Nota: Considerado um dos principais palcos do Brasil para as bandas independentes, o Goiânia Noise deste ano foi também o “estúdio” escolhido pela banda goiana Sheena Ye para a gravação de sua nova música. Meio Blues foi apresentada pela primeira vez na edição do festival deste ano e ganhou um registro ao vivo que chega agora às principais plataformas de streaming, além de ganhar clipe já disponível no Youtube.
A nova música do Sheena Ye remete às primeiras referências da banda, misturando a simplicidade do velho blues com o peso e energia do rock. A captação de áudio e imagens foi feita pelo estúdio Rec Marcolino e mostra a banda em estado bruto, sem retoques e sem firulas.
Meio Blues é o segundo single lançado pela banda em 2019. Um dos nomes mais importantes da atual cena rock de Goiânia, a Sheena Ye passou 2018 em um processo de reformulação, com mudanças na formação (com a troca de baterista) e a busca por novos sons e conceitos. De volta aos palcos, o trio apresentou dois novos singles este ano: Rockstar, também gravada ao vivo, mas em estúdio (no extinto Complexo), e agora esse registro feito durante o show no Goiânia Noise, em agosto.
A ideia da banda foi diversificar, inovar e sair da zona de conforto, mostrando a banda em "estado natural" e sem o controle ou as correções de uma gravação normal em estúdio. Formada em 2013, a Sheena Ye insiste em resistir e segue fazendo música mesmo diante de todas as adversidades impostas à arte e cultura em geral em um lapso sombrio para Brasil e para o rock independente.
Para ouvir Meio Blues, acesse:
(Apple Music / iTunes) https://apple.co/35tvUv8
(Amazon Music) https://amzn.to/37suGBZ
(Google Play) http://bit.ly/2pFYYjx

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Paraenses do Vinyl Laranja apresentam seu 1º álbum todo em português

Nota: Um dos maiores nomes do rock produzido na região Norte do País, o Vinyl Laranja acaba de lançar seu quarto disco, o primeiro totalmente em português. O álbum Vol.04 já está disponível, via Monstro Discos, em todas as plataformas de streaming.
Com 15 anos de estrada, o power trio formado em Belém por Andro Baudelaire (guitarra e voz), Bruno Folha (baixo) e Lucas VH (bateria) já percorreu o País com seu garage-stoner-guitar rock e passou quatro meses excursionando pelos EUA, chegando a se apresentar no mítico South by Southwest, em Austin. Nos EUA, a banda ainda gravou o disco Unchangeable Past, Fleeting Future, com mixagem e produção parcial de Kevin Szymanski, que já trabalhou com bandas como Queens of the Stone Age e Foo Fighters. O Vinyl Laranja também já teve um clipe (da música To Love) premiado no Festival de Audiovisual de Belém e o disco Rooster Illusion eleito, pelo site nacional Tenho Mais Discos Que Amigos (TMDQ), um dos 50 melhores discos nacionais de 2014.
Agora o trio entra numa nova fase. O Vinyl Laranja apresenta seu primeiro trabalho todo em português. Vol.04 traz oito músicas carregadas por forte influências sonoras de Ty Segall e Uncle Acid and The Dead Beats, além da clássica identidade do fuzz. Entre os destaques, Acho que Vou Sumir, Se Ela Voltar, Distorcida e Ela Ainda Vai Quebrar Minha Guitarra, que confirmam a fama de Andro Baudelaire de ser um dos maiores hitmakers do rock independente nacional.


Ouça em:
(Spotify) https://spoti.fi/315mq6s
(Deezer) http://bit.ly/2B4umue
(Apple Music / iTunes) https://apple.co/2M7rLpS
(Amazon Music) https://amzn.to/35sQXOS
(Google Play) http://bit.ly/2VCPXUa
(Youtube) https://youtu.be/wdGevgwkGKQ

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Ação Direta solta grito dos excluídos em novo disco

Nota: Ação Direta é uma forma de ativismo que usa métodos mais imediatos para produzir mudanças desejáveis ou impedir práticas indesejáveis na sociedade. E no Brasil de hoje, nada é mais urgente do que ações diretas! Protestos, gritos que deem voz aos excluídos, aos marginalizados, aos explorados e a todos que se sentem ameaçados e atacados.
Na Cruz da Exclusão, o novo disco da banda paulista Ação Direta, é um desses gritos, dessas ações mais do que diretas para não deixar o conservadorismo, a falsa moral, o extremismo, a intolerância e a hipocrisia calarem e crucificarem a diversidade, a pluralidade e as múltiplas cores e ideias do País.
Com mais de três décadas de estrada, a banda formada no ABC Paulista já havia lançado dois singles dando mostras do que seria esse novo trabalho. Artificial saiu com um clipe que ataca duramente a ascensão da extrema direita no Brasil e no mundo e a cultura de ódio propagada de forma insana pelas redes sociais e por lideranças coorporativas, políticas e religiosas. Lançado propositalmente dia 1º de maio, o clipe já contabiliza mais de 7,4 mil visualizações no Youtube.
Já o outro single, Caçador da Noite, foi lançado, também com um clipe, no início deste mês. A música é uma versão do Ação Direta para um clássico da banda Dorsal Atlântica, um dos pilares do heavy metal nacional.
Agora o quarteto formado por Gepeto (voz), Marcão (bateria), Galo (baixo) e St.Dennis (guitarra) apresenta o trabalho completo em todas as plataformas de streaming e em CD, numa parceria da Monstro Discos e da Xaninho Discos. O álbum foi gravado, mixado e masterizado durante os meses de maio, junho e julho, no estúdio Bay Area, em São Paulo, com produção da banda e Diego Henrique. Capa e encarte trazem a assinatura do tatuador 1berto.
Na Cruz da Exclusão traz 10 músicas e a versão de Caçador da Noite. Todas com um brutal crossover de hardcore/metal com letras que trazem gritos furiosos sobre as injustiças sociais, a intolerância, o comportamento humano, tecnologia e o mundo contemporâneo. No “Brasil acima de tudo”, Ação Direta é fundamental e o novo trabalho da banda é a voz necessária para impedir práticas indesejáveis na sociedade. Ouça e grite no volume máximo!

(Apple Music / iTunes) https://apple.co/2MpJCs8
(Amazon Music) https://amzn.to/2VUrREq
(Google Play) http://bit.ly/33IiJFu


TRACK LIST:
01 - Devorar
02 – Viver é Regredir?
03 - Secular
04 - Artificial
05 - Sitiado
06 – Imbecilização da Raça
07 – Na Cruz da Exclusão
08 – What Should I Do With my Life?
09 - O.C.E.A.N.
10 – Caçador da Noite (Dorsal Atlântica cover)
11 – Tempos de Individualização

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Matanza apresenta nova formação e disco de horror punk


Nota :

Em álbum de estreia e com formação ajustada, Matanza Inc persegue o universo musical e de personagens que lhe é peculiar

Por Marcos Bragatto

Se o Matanza encerrou as atividades em meados do ano passado, deixando fãs inconsoláveis em concorridos shows de despedida pelo País, não demorou para a boa notícia chegar. Depois da morte, o purgatório vem em uma nova corporação, como Matanza Inc. O “Inc”, inspirado no Venom Inc, um desdobramento da banda inglesa seminal do metal extremo, que passou por uma reestruturação semelhante, vem no modo “pessoas emancipadas agindo como um corpo só”.

A vida após a morte é explicitada no álbum de estreia, batizado com o singelo título “Crônicas do Post Mortem”, e a explicação subtitulada como “Guia Para Demônios & Espíritos Obsessores”. É mais um trabalho conceitual sacado pelo guitarrista e compositor de quase toda as músicas e letras, e agora assumidamente capo da corporação, Marco Donida. Além de Maurício Nogueira (guitarra), Dony Escobar (baixo) e Jonas Cáffaro (bateria), ele tem o experiente Vital Cavalcante nos vocais.

Contemporâneo de Donida, Vital cultiva mais de duas décadas de berros, gritos e todo o tipo de cantoria na beirada dos palcos, liderando bandas como Jason (uma das atuais), Jimi James e Poindexter, onde foi revelado no início da década de 1990. Cascudo, Vital dá valiosa contribuição ao disco, em um incrível e instantâneo processo de adaptação ao modo Matanza Inc de ser.

Modo este que faz do cantor um verdadeiro intérprete da gama de personagens criada por Donida. Porque não é possível ser suave, gentil ou afável ao se falar sobre bebuns incorrigíveis, psicopatas inveterados, viciados em jogatina, traídos por mulheres más, condenados sem piedade e outros tipos azarados em cujas vidas tudo dá errado e eles nunca sabem o porquê. Cronista desse universo há mais de 20 anos, Marco Donida chega ao Matanza Inc com a pena afiada. E as guitarras também.

No primeiro single, “Seja o Que Satan Quiser”, o bebum sem saída se vê descompromissado diante do Cão no purgatório, num rock pesado com as referências que fazem parte do ambiente da banda: metal, hardcore e base country. E com aquele refrão pegajoso, outra marca das composições de Donida. Refrão que bate ponto na ótima “Tudo de Ruim Que Acontece Comigo”, um doo-wop pesadão dançante incomum ao grupo, no qual o sujeito retratado se vê injustiçado pela própria vida – maldição, crime ou castigo? -, mesmo que persiga a ruína.

A ruína também é tema do country core (invenção do próprio Marco Donida) “As Muitas Maneiras de Arruinar a Sua Vida” – “não precisa escolher uma só” -, e as referências mais explícitas ao metal extremo do disco estão em “Para o Inferno”, na qual o condenado se conforma em ir para a parte de baixo com a sensação de dever cumprido. A música tem a participação cavernosa de Vladimir Korg, vocalista do The Mist, lenda do metal nacional da qual o jovem Marco Donida era fã lá na década de 1980.

O vocalista do Dead Fish, Rodrigo Lima, outro peso pesado do barulho nacional, canta brilhantemente junto com Vital em “O Elo Mais Fraco da Corrente”, mais trabalhada no hardcore: o pobre do cidadão morre sem saber o motivo “pela evidente falta de bom senso”. Até a extrema-unção é tema, em “Péssimo Dia”, e o indelével padre é rejeitado, em música conduzida por um belo riff de guitarra, resultando em um heavy rock de sotaque setentista com peso abissal.

O terceiro convidado é Marcelo Schevano, que empresta sutis teclados em “Pode Ser Que Eu Me Atrase”, rock à Motörhead anos 70 convertido em Matanza Inc com ótimo refrão e que prevê que um notável ruim de roda pode escapar do acidente automobilístico e perder até a hora do juízo final; e a guitarra chora que é uma beleza.

Compor tantas variações sobre um mesmo tema – e o Velho Oeste só reaparece em “A Cena do Seu Enforcamento”, quando se entende que “no firmamento não há mais lugar” - não é para qualquer um. O genial Donida – que outro artista brasileiro criou um subgênero do rock mundial? - investe bastante tempo em busca de músicas que sejam ao mesmo tempo afins e distintas entre si.

Trabalhando em total solitude, leva mais ou menos um ano no desenvolvimento das ideias, e outro para chegar ao acabamento com as letras, em geral com farta riqueza vocabular, e ao conceito de cada disco. Aí, parte para o sempre impactante material visual, que ele também assina.

É quando entra a banda, que, não é nada, não é nada, já está com essa formação, à exceção do caçula Vital, há quatro anos, o que garante um ótimo entrosamento não só nos palcos, mas na hora de entrar em estúdio. E facilita as coisas para que um novo modus operandi, mais ameno, se imponha, mas sem desperdiçar as antigas experiências.

“Crônicas do Post Mortem - Guia Para Demônios & Espíritos Obsessores” tem lançamento previsto para o início de junho, com shows agendados em várias capitais. Em disco físico, sai pela Monstro, meca do rock independente nacional, em CD e LP, e desde meados de maio todas as músicas estão liberadas nos serviços de streaming. A versão europeia também já está acertada, numa parceria com a Raging Planet de Portugal. Se a turnê do disco promete se estender por muito tempo, que seja o que Deus, ops, o que Satã quiser...

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Novo disco do Krisiun ganha edição brasileira de luxo em vinil


Nota :

A Monstro Discos/Sangre acabou de anunciar e colocar em pré-venda uma edição em vinil de luxo do Scourge of the Enthroned, o último álbum do Krisiun. O disco, o 11º da carreira dos gaúchos, havia saído apenas na gringa pela Century Media.

Gravado no estúdio Stage One, em Bühne, Alemanha, e com produção da própria banda junto com Andy Classen, que já trabalhou com o Krisiun em Conquerors of Armageddon (2000), Southern Storm (2008) e The Great Execution (2011), o novo disco consegue ser ainda mais destruidor que os trabalhos anteriores da banda, ainda que possamos duvidar que isso seja possível.

Mas estamos falando do Krisiun e eles são mestres em música extrema.
A capa é baseada na mitologia suméria e traz a imagem de três deuses antigos que transcendem o início da criação, representados pela incrível arte do Eliran Kantor.

O som deste disco é bem mais complexo e orgânico e as músicas estão mais rápidas e mais brutais do que dos discos anteriores. Puro death metal implacável na sua cara!

A edição em vinil chega num LP 180 gramas, com capa gatefold, de luxo e a pré-venda já está aberta na loja da Monstro Discos (www.lojamonstro.com.br) com preço promocional e entregas previstas para 22 de julho. Um álbum obrigatório na coleção de qualquer headbanger que curta um som mais extremo.
Um disco que beira a perfeição!

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Confirmadas as principais atrações do 25º Goiânia Noise Festival


Nota :

Evento será entre os dias 9 e 11 de agosto, no Martim Cererê.

                O cantor Odair José e as bandas Ratos de Porão, Matanza Inc, Surra, Mulamba, Ação Direta e Mustache & Os Apaches estarão entre as principais atrações do 25º Goiânia Noise Festival. Esta semana a Monstro Discos confirmou os nomes dos chamados headliners do evento que celebra 25 anos e será realizado entre os dias 9 e 11 de agosto, no Martim Cererê.
                Com shows intercalados nos dois teatros do Cererê, a primeira noite do 25º Goiânia Noise terá como destaque os grupos Ação Direta, Mulamba, Two Wolves e Mustache & Os Apaches.


Formada no ABC Paulista, a Ação Direta celebra 30 anos de estrada e chega ao festival embalada por um novo disco e um clipe que que já ultrapassou as 4 mil visualizações no YouTube, e ataca duramente a extrema direita que tomou conta do País.

Já o Mulamba é um sexteto feminino e feminista, de Curitiba, que faz uma MPB moderna, instigante, forte e com letras honestas sobre amor e ativismo.


A noite do dia 9 de agosto contará ainda com o Mustache & Os Apaches e o Two Wolves, como principais atrações. Nome festejado do indie nacional, o Mustache recria o charme e a estética das antigas jugbands, bandas 100% acústicas, de rua, e que fazem um som com referências ao bluegrass, jazz e folk, com letras bem humoradas e românticas.

Já a Two Wolves é um dos maiores nomes do rock alternativo de Goiânia na atualidade, com músicas que ultrapassam as 200 mil execuções em plataformas como Spotify e Deezer e hits em rádios da cidade.
               
                Sábado e domingo


                Sábado será a noite de um dos cantores mais populares do Brasil. Odair José volta a se apresentar no Goiânia Noise dois anos depois de sua estreia no festival. O cantor traz para o festival seu novo show, baseado no disco Hibernar na Casa das Moças Ouvindo Rádio, lançado mês passado e que encerra uma espécie de trilogia-rock iniciada com Dia 16 (de 2016) e que conta também com Gatos & Ratos (de 2017). Com ar cult, Odair José mostra no palco antigos sucessos e muito rock inspirado em Rolling Stones, Eric Clapton, Cream e outros medalhões.
          
      A segunda noite do Noise, dia 10 de agosto, terá ainda o Matanza Inc. O grupo é, na verdade, o bom e velho Matanza, conhecidíssimo e venerado pelo público roqueiro, mas que apresenta uma nova fase e um novo vocalista, Vital Cavalcante, figura tarimbada e conhecida do underground carioca dos anos 90, de bandas como o Poindextr e Jason, entre outras. Liderado pelo guitarrista Marco Donida, o Matanza Inc. chega também embalado por um novo disco, “Crônicas do Post Mortem: Guia para Demônios e Espíritos Obsessores”, mais pesado e robusto que os trabalhos da época sem “Inc”.

                Para fechar o Noise, no domingo, os lendários Ratos de Porão, que trarão um show em comemoração aos 30 anos do disco Brasil, um dos mais emblemáticos e importantes da banda, e o trio de thrashpunk Surra, nome que vem ganhando muita força e projeção e a dividir espaço com nomes de peso como Krisiun, Claustrofobia, Korzus e o próprio Ratos.


A Monstro Discos continuará divulgando, nos próximos dias, outras atrações dessa edição do festival que deve ter, no total, algo em torno de 40 atrações em três dias. Para mais informações, acompanhe as redes oficiais do Goiânia Noise Festival no Facebook (https://www.facebook.com/GoianiaNoise/) e Instagram (@goianianoisefestival).
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