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quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Derek Sherinian: The Phoenix - Review

Um dos tecladistas mais participativos do cenário Rock dos últimos 30 anos é Derek Sherinian, seja por sua destreza em seu instrumento ou em vários projetos onde consegue impor seu talento, ele sempre mantém uma linha agradável e moderna para o seu som.

Em seu último registro, "The Phoenix", o músico trouxe nomes de peso para abrilhantar ainda mais suas idéias, tais como Steve Vai, Billy Sheehan, Joe Bonamassa, Zakk Wylde, Ron "Bumblefoot" Thal,  Kiko Loureiro, Tony Franklin, Jimmy Johnson, Ernest Tibbs, além claro de Simon Philips nas baquetas.

Sua produção é excelente, coesa, mantém o alto nível sempre e nos dá um verdadeiro presente com tantos momentos únicos, por exemplo, é impossível você ser fã de alguns dos nomes citados acima e não reconhecer tais momentos, é praticamente uma qualidade absoluta.


Ouça com cuidado e por completo, seu ouvido merece um tempo livre para apreciar tudo isso.


YouTube Music aqui
Spotify aqui


Link:

sábado, 25 de janeiro de 2020

Sons Of Apollo : MMXX - Review


Me lembro como se fosse hoje quando vi em um post no Facebook em 2017 o anúncio de um super grupo envolvendo o talento de Mike Portnoy (além dos outros músicos envolvidos que são extraordinários em suas funções) e comentado para um amigo : será que esses caras não descansam?!
(Mas cá entre nós, por mais músicos criativos assim, não é mesmo?!).

"Sons Of Apollo" assim foi nomeado e logo surgiu seu debut "Psychotic Symphony" (2017), e mesmo que tenha sido feito com primor e técnica absurda, em "MMXX" (lançado neste ano de 2020) demonstra ainda mais maturidade entre os membros.

Vemos um Portnoy mais "solto", criativo, solos de ambos (afinal, quando se tem Sherinian, Sheehan e Bumblefoot não se pode desperdiçar nenhuma nota ou melodia, não é mesmo?), além de boa condução do mestre Soto com sua qualidade ímpar.

Canções como a técnica "Goodbye Divinity", a pesada "Asphyxiation", a emotiva e semi-balada "Desolate July" e "Fall to Ascend" (visceral em seus solos que muito remetem à nuances de uma certa banda que os seguidores de Portnoy irão amar) farão você ter uma boa noção do que está por vir neste álbum.

"Ressurrection Day" talvez seja a canção mais direta aqui, mantendo aquele clima radiofônico...


Bom do começo ao fim; canções longas, porém, que não ultrapassam ao todo 1 hora de audição, o que traz de fato uma sensação de que as coisas "passam rápido", deixam um fluxo bacana para total audição.

Acertaram em cheio!


Ouça via Spotify aqui

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