NOTÍCIAS DE ÚLTIMA HORA

quinta-feira, 16 de julho de 2020

Rock Vibrations Entrevista : Dislaze


Em mais uma boa oportunidade através da parceria com a Roadie Metal trazemos uma nova entrevista para as nossas páginas.

Conheça logo abaixo a banda Dislaze e suas características, bem como conceitos e curiosidades.


1 - Antes de iniciarmos, gostaria de saber o que estão fazendo em meio a pandemia... muitas coisas foram adaptadas para a banda?
Marcos: Trabalhando muito, compondo e planejando o lançamento do álbum "Zero" com clipes, novos materiais e como vamos entregar um bom show que compense todo esse tempo parado!

A parte mais estranha disso tudo é uma banda trabalhando completamente online. Não nos vemos há meses, desde fevereiro! Então a troca de ideias é diária, gravando em casa e mandando ideias para o segundo álbum, mesmo antes de concluir o lançamento do primeiro.


2 - Apresente um pouco da banda para nossos leitores, por favor…
Marcos: Sou vocalista, guitarrista da banda e o membro mais velho de banda e idade! Tive a sorte de conhecer os meninos entre as bandas dos ciclo de amigos que nós temos! A ideia é poder falar sobre o pessoal tratando de questões psicológicas, há também músicas que são baseadas em histórias de conhecidos que são bem impactantes.

Raphael: Baterista da banda, com sorte de ter conhecido o pessoal entre 2011 e 2012, de onde saiu uma grande amizade que afetou positivamente na banda.

Pedro: Sou baixista e me arrisco nos backing vocals! Conheci a Dislaze quando tinha 16 anos, me chamaram para substituir o baixista que havia saído de última hora e, pelo visto, gostaram de mim, pois estou aqui até hoje!

Nossa amizade faz todos os assuntos da banda serem mais leves de serem tratados, e tocar e compôr com eles é um prazer enorme.


3 - "Man Down" tem causado algum tipo de problema sério para vocês?acho uma canção bem interessante e que também expressa (ao meu ver) uma opinião ou posicionamento que é livre, não é mesmo?!
Marcos: Primeiramente, obrigado! E sim, houveram muitos comentários polêmicos. Alguns xingando gratuitamente e foram até excluídos pelo próprio Facebook.

A Dislaze é uma banda apartidaria, apenas demos o nosso grito com o que não achamos correto.

Fiz uma letra baseada no livro "A Revolução dos Bichos" de 1945 e apesar de não ser de hoje que temos problemas políticos no País, o clipe veio para mostrar o desdém do presidente com milhares de vítimas da atual pandemia, assim como casos que vemos de racismo e feminicídio ao redor do globo.

Quando a música diz "Man Down", é uma conotação à um soldado abatido em guerra. Nós somos os soldados lutando pelos nossos direitos e por todos que foram abatidos em meio a essa luta.

Raphael: Problema sério não tem causado, a galera entendeu o conceito da "Man Down" e reagiu de maneira bem interessante.

Existiram sim comentários exaltados, com ofensas gratuitas, mas analisando a situação, esses comentários refletem um pedido desesperado de socorro de pessoas que tem uma fé cega que este governo as salve da situação ruim em que se encontram agora. Isso passa longe de ser um problema sério para nós.

A letra da música fala como os detentores do poder não ligam para o povo, afinal, para eles, somos apenas números, só aparecemos em estatísticas.
O "Excelentíssimo" presidente não pensa diferente, ele não está ligando para o povo, pelo contrário, ele atua em interesse de poucos (interesses dele, de sua família, de bancos, grandes corporações).
O povo só interessa para conseguir votos.

O Bolsonaro só aparece em nosso clipe, pois ele é um problema grave e atual para o país, não precisa fazer muito esforço para entender isso. Com a situação da pandemia, o que era ruim piorou, o Presidente não admite ter suas convicções pessoais contrariadas, nem por especialistas, toma atitudes para beneficiar os poucos para quem ele governa e ainda afunda o País em uma grave crise política. Chegamos ao ponto das pessoas desacreditarem nas instituições democráticas, o que é um absurdo.

De resto, é tudo liberdade de pensamento que temos.

Pedro: Bom... enfiamos o dedo na ferida de algumas pessoas e, como é de se esperar, tiveram reações à altura, mas não nos incomodamos com isso.

A Dislaze é sim uma banda apartidária, mas é dever do músico gritar quando todos nos obrigam a ficar calados.


4 - Falando em single, vocês estão trabalhando em um novo, certo?nos fale um pouco mais sobre…
Marcos: Vamos lançar o novo single "Sand Plans" em breve. Ele também faz parte do álbum "Zero", e foi produzido pelo Thiago Bianchi e Douglas das Neves no estúdio Fusão.

"Sand Plans" é diferente em aspectos instrumentais por puxar mais para o lado do Classic Rock, e a letra foi escrita pelo nosso baixista Pedro.

Pedro: A música chama-se "Sand Plans", e retrata como é ser criativo e sofrer de ansiedade ao mesmo tempo. A criatividade nos traz idéias mirabolantes que a ansiedade não nos deixa concretizar.
Quem passa por isso sabe como é frustrante, e a música fala justamente disso: Planos escritos na areia, que mudam com o soprar do vento.


5 - Ser um power trio é mais fácil ou dependem de muito mais conceitos e trabalhos para formarem a base fundamental que compõe a banda?
Marcos: No começo éramos em duas guitarras, e quando o outro guitarrista decidiu sair pra seguir com outros caminhos profissionais, optamos por manter em três e ver o que sairia, pois acima de tudo somos amigos e queríamos que essa banda sempre fosse com amigos de verdade.

Acho que isso facilitou muito para que as composições fluissem bem e a química funcionasse. Não vou negar que é outra realidade, mas soubemos fazer acontecer com o que temos em mãos.

Pedro: O que mais notei em tocar em um Power Trio é a importância do meu instrumento.
Uma coisa é fazer a base da música junto com uma outra guitarra, outra é bancar toda a base sozinho.
Isso me fez evoluir e compôr de uma forma diferente, sempre me preocupando em preencher a música em todas as partes possíveis.

Para ser sincero, fico muito feliz com os resultados harmônicos que conseguimos enquanto um Power Trio.


6 - Quais são os próximos planos?
Marcos: Vamos focar no agora, pois se teve uma lição que esse ano trouxe foi focar no presente e que o futuro pode ser como nosso novo single "Sand Plans": podemos planejar um futuro e as coisas podem se desfazer em meio à areia sem que esperamos.

Não que isso seja ruim, mas com certeza faz com que planejemos nossos próximos passos com mais cautela.

Por isso, estamos planejando em curto prazo: Finalizar o lançamento do álbum "Zero" enquanto compomos as músicas do próximo álbum.


7 - Obrigado pela atenção... gostariam de deixar um recado final?
Marcos: Agradecemos muito pelo espaço e quero pedir pra galera conferir nosso trabalho, comentar, trocar ideia com a gente, compartilhar e nos seguir nas redes sociais para as próximas novidades.

E claro, cuidem-se agora pra que, em um futuro próximo, possamos nos encontrar na estrada!


Link :
https://www.facebook.com/dislaze/

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Rock Vibrations Entrevista : Crom


Através da nossa parceria com a Roadie Metal trazemos até você leitor mais uma entrevista.
Desta vez com a ótima banda CROM e seu Heavy Metal enérgico.

Confira abaixo :

1 - Como estão os planos em meio a pandemia?tiveram que adaptar muitas coisas?
Altemar Lima (guitarrista) : A CROM teve seu inicio em meados dos anos 90 pelo então baixista CEZAR e por mim. A primeira formação contava com CEZAR na época como vocalista, além do KEKO na bateria e FLÁVIO (baixista). A banda teve um hiato de mais de 20 anos e voltou a suas atividades em 2014. Essa é a segunda formação depois da sua volta.

Arnaldo Ramos (baterista) : Quando fui convidado para entrar na banda a questão da pandemia ainda não era uma realidade no Brasil, então, o plano era tirar as musicas, ensaiar e agendar as apresentações, ações normais de uma banda em processo de reestruturação e nova formação, haja visto que o Marcelo Patto também estava entrando na banda praticamente nas mesmas condições que eu.

No entanto, a pandemia pegou a gente de surpresa e realmente tivemos que reinventar, fazer muitas adaptações neste processo, a primeira ideia foi regravar a The Vikings Are Coming, cada um em suas respectivas casas, com os equipamentos que nos eram disponíveis. Foi um aprendizado!

Percebemos que o resultado final ficou muito legal, então decidimos disponibilizar esse trabalho, e para nossa surpresa a rádio XXXX de Santa Barbara do Oeste tocou essa versão na sua programação.
Isso foi muito legal, deixou a banda animada.

Apesar de não estarmos juntos a coisa está andando, com certa limitação é verdade, mas a banda está conseguindo evoluir e em breve o repertório estará pronto, inclusive com músicas novas... Recentemente fizemos o nosso primeiro ensaio presencial e as músicas rolaram de uma forma bem legal, então os ensaios virtuais, digamos assim, valeram muito a pena!

Cezar Heavy (baixista) : Como disse o Arnaldo, não há muito o que fazer. O que nos sobra é a criação online.

Marcello Pato (guitarrista) : A gente meio que inventou o ensaio virtual, que na realidade é que cada um gravou sua parte em no computador em casa. Pra mim e pro Arnú foi ótimo porque aí a gente gravou a métrica e os arranjos como se estivéssemos em ensaio ao vivo. Depois eu mixava e mandava pro Cezar fazer vídeos pro YouTube


2 - A banda existe há mais de 20 anos, certo?nos conte um pouco sobre sua história e influências, por favor...
Altemar Lima (guitarrista) : O estilo da banda é o heavy metal com algumas pitadas do neo-clássico e as nossas principais influências são as bandas IRON MAIDEN, BLACK SABBATH, MANOWAR, METALLICA e YNGWIE MALMSTEEN

Marcello Pato (guitarrista) : A mais óbvia é a influência do Iron Maiden, né? Mas quem nunca quis tocar no Iron? Fazer o mesmo som dos caras? Nos anos 80 você ouvia Iron até em festinha de criança! (muitos risos).


3 - Vocês passaram por algumas mudanças e isso também refletiu no som que fazem.. Hoje estão estabilizados?
Cezar Heavy (baixista) : Desde a 1ª formação o som da banda muda devido as influências e técnicas de cada um, Nessa formação a técnica apareceu mais. E sim. Muito bem estabilizados e contentes com o resultado geral.

Marcello Pato (guitarrista) : O som da banda é outro, sem dúvida. Tem um corpo diferente, uma cor diferente. Eu a sinto mais “nervosa”, mas sem perder o estilo.


4 - Recentemente vimos uma onda enorme de vídeos e lives surgindo pela Internet... Vocês pretendem fazer algo ligado a isso? Ou mesmo produzir vídeos para singles em um futuro próximo?
Cezar Heavy (baixista) : Lives, da minha parte, creio que não. Não concordo com a forma que é feita, sem retorno.

Marcello Pato (guitarrista) : Acho que se for pra fazer, tem que ser em um estúdio legal pra que o som fique bom. O público merece esse carinho e dedicação e isso é o mais importante. Talvez façamos live dos próximos ensaios, mas tem que ter um áudio profissional.


5 - Vi também que "The Vikings Are Coming" recebeu uma nova roupagem recentemente... Ficou muito bacana. Estão satisfeitos com sua concepção atual?
Altemar Lima (guitarrista) : Sim! Demos uma nova roupagem pra ela. Isso aconteceu naturalmente visto que cada vez que a formação sofre algumas alterações isso é inevitável pois, cada músico, respeitando – claro - a forma , o tempo e a estrutura da composição, tem a total liberdade de colocar seu estilo dentro da música. E  estamos muitos satisfeitos com o resultado final. Acho que com certeza vai agradar a todos

Cezar Heavy (baixista) : PÔ, CARA! Eu achei demais também. Ela foi composta de uma forma e gravada de outra forma numa época que eu havia saído da banda... Agora ela está do jeito que foi criada: PESADA

Marcello Pato (guitarrista) : Eu particularmente sou fã de glam. Quanto mais farofa melhor e isso faz parte do meu estilo de tocar. Pra mim foi natural colocar alguns elementos desse estilo, mas não dá pra fazer muito disso na CROM que é um som mais pesado.
Eu respeito o metal e gosto muito.

Robson Luiz (vocalista) : Sobre “The Vikings are Coming” eu achei que a nova roupagem ficou muito boa com a troca de músicos. E essa troca foi muito importante, inclusive na escolha, porque a gente manteve o patamar. Ficou da hora, ficou boa pra caralho! Músicos bons substituindo músicos bons. E estamos todos satisfeitos. Isso, sem dúvida! Estou muito feliz de termos continuado e conseguido músicos tão bons.


6 - Quais os próximos planos da banda para os meses que estão por vir?
Cezar Heavy (baixista) : Eu fico esperando o que sai de nossas conversas. Estamos sedentos por compor e ensaiar.

Marcello Pato (guitarrista) : Terminar de ensaiar todos os sons, deixar tudo como um relógio perfeito e tentar viajar pra fora. Eu vejo a CROM tocando na Europa, Japão de boas. Mas com essa pandemia, não dá pra planejar muito, né?


7 - Obrigado pela oportunidade, gostariam de deixar um recado final?
Cezar Heavy (baixista) : Que depois de toda essa desgraça vocês se lembrem que quem divertiu vocês em casa, com LIVES, foram os músicos. Espero que possam nos dar esse mesmo agrado quando voltarem os shows.

Marcello Pato (guitarrista) : Nunca deixe de acreditar em seus sonhos, mas tenha sempre um plano B!


Link :
https://www.facebook.com/crombrazil/

Discografia Comentada #4 - Chaosfear : Be the Light in Dark Days


Recentemente trocamos um papo com o Chaosfear sobre alguns assuntos acerca do novo álbum, a nova fase, além de algumas curiosidades.

Agora, através da parceria com o brother Johnny Z (JZ Press Assessoria) trazemos até você leitor mais um bate papo bacana, porém, falando um pouco mais do álbum recém lançado, o ótimo "Be the Light in Dark Days".

Confira abaixo as perguntas respondidas por Marco Nunes e Fábio Moysés.


1 - Há cerca de 1 mês vocês lançaram o novo registro de estúdio, o excelente "Be the Light in Dark Days".
Fale-nos um pouco sobre a produção... gostei bastante das bases e efeitos que inseriram, bem como os tons vocais que não soam tão rasgados ou forçados, estão na medida com o instrumental.
Olá, Vinny, obrigado pela oportunidade de conversarmos um pouco sobre o BTLIDD

Esse disco foi feito inteiramente de forma digital, em pleno isolamento social. Todos nós temos meios de gravar remotamente, e foi através das trocas de arquivos que criamos e concebemos o cd.

Tínhamos em mente que a produção deveria ir além do que normalmente fazemos, até porque eu e o Fábio Moysés que somos membros mais recentes trouxemos um pouco de nossas influências para esse disco.

Realmente o Fernando se superou em termos vocais, colocando mais camadas em nossas composições, e o fato das letras terem muito teor pessoal tornou a sua interpretação ainda mais emotiva.


2 - As canções possuem uma conexão ou são distintas?
São independentes

Pela arte de capa ser muito bonita, creio que dará ao ouvinte um conceito inicial, certo? Mas o que vocês podem dizer sobre as mensagens que estão inseridas no álbum?
A capa, feita pelo artista gráfico Jean Santiago, traz o conceito da canção BTLIDD, principalmente.
Todos passamos por épocas em que entramos nas nossas escuridões pessoais e precisamos encontrar o caminho em direção à luz. Isso acontece com todo mundo.

A arte da capa é um pouco nessa direção de que você, em certos momentos, precisa contar consigo mesmo.


3 - Gostei também da escolha do tracklist, vocês souberam mesclar o lado denso e também o cadenciado, o chamado "respiro" né, para não deixar o ouvinte cansado ou enjoado... E mesmo que existam faixas arrastadas/cadenciadas, é possível encontrar muito peso também (mostrando que não somente a velocidade é fundamental mas também a melodia).
Sim, tentamos trazer este equilíbrio durante o álbum.
Tem músicas rápidas e cadenciadas, e são diferentes entre si.

Assim como disse nos papos anteriores, vejo uma grande influência do Metal sueco nessa fase atual da banda, e mesmo que sejam classificados como um Thrash de pitadas Death, em algum momento tiveram medo ou receio de arriscarem esse som mais "moderno"?ou tudo se encaminhou com esse foco?
Na verdade, nada no disco foi intencional.
Ele nasceu da colaboração de todos os músicos.


4 - "From No Past" para mim foi uma grata surpresa com ritmos que mudam constantemente, sua intro inclusive causa um clima de tensão. A forma como ela foi composta (para mim) demonstra o atual momento da banda, digamos que é uma canção para o novo ouvinte saber o que a banda está disposta a entregar com o seu Metal enérgico. 
Não sei se vocês pensam dessa forma, até porque não existe um controle para isso, mas várias faixas tem um apelo radiofônico (por mais que algumas delas estejam grandes). Foi pensado esse lado comercial?
Não foi. Mas entendo o que você está dizendo.
O Chaosfear mudou. Se analisarmos a discografia da banda, veremos fases diferentes também.

Os discos da primeira formação são secos, thrash rápido, destruição. Depois, a banda, com o Billy na bateria, foi para um outro tipo de metal, ainda agressivo e rápido, mas eram outras cabeças.

Agora, com a formação atual, 2 músicos diferentes, ainda mais influências entrando. O resultado é essa variedade que você ouve no disco. E eu acho muito saudável toda essa dimensão musical do Chaosfear.

A personalidade da banda é ser livre.


5 - Outra faixa que também me deixou muito satisfeito foi "The Hand That Wreckes the World", o refrão é um dos melhores da banda... O trabalho de baixo e bateria aqui é sublime, além dos riffs "marchando" junto aos breakdowns.
Essa é uma que eu gosto muito também (muitos risos).


6 - Desde que fiz o review sobre os singles lançados antes deste registro atual, venho frisando sobre a forma melódica que a banda tem gerado, porém, também vejo que vocês não perderam a essência dos outros registros, e isso é visto por exemplo em faixas como a auto-intitulada, "Mindshut" e a já conhecida "The Alliance".
Fazendo uma rápida comparação com o passado, podemos dizer que neste registro atual vocês estão se distanciando do Death Metal e indo para uma coisa mais acessível?não que isso deixe diferente as coisas pois como citei, o peso e o feeling estão intactos, mas hoje é nítido como os vocais limpos estão mais evidentes.
Como disse antes, há novas influências, mas nada foi pensado para um direcionamento específico.
As músicas aconteceram desta forma.


7 - Quais os próximos passos da banda? 
Estamos caminhando para algumas novas definições da pandemia e provavelmente as coisas se acertem para os próximos meses...
Teremos grandes novidades em breve.
E estamos começando a produção da nossa participação no tributo brasileiro ao Slayer.

Estamos muito honrados com este projeto.

Inclusive, vocês estão precisando de distribuição do material físico, certo?
Sim, estamos à procura de distribuição física do BTLIDD.


8 - Obrigado novamente pela oportunidade e atenção.
O espaço é de vocês...
Queremos agradecer à imprensa underground brasileira. O papel que vocês fazem em levar informação aos leitores é muito importante.
E em especial, ao Rock Vibrations, pelo espaço e pelo apoio constante.

Ouçam bandas brasileiras. Apoiem o metal nacional.
Um abraço a todos os leitores do Rock Vibrations.


Link :
https://www.facebook.com/chaosfear/


Confira a outra entrevista que fizemos com a banda aqui

Confira nosso review de "Be the Light in Dark Days" aqui

terça-feira, 14 de julho de 2020

Enoid - Négation Du Corps - Review


Formado em 1996 na Suíça, o Enoid é um daqueles grupos que consegue imprimir ferocidade e temas obscuros em meio ao Black Metal técnico que pratica.

Em "Négation Du Corps" conseguiram fazer um típico trabalho de sua vertente, ou seja, empunhando tudo o que o fã da vertente espera, além de manter linhas densas que de certa forma fazem parte das suas características.

Sua produção é condizente com a proposta sonora e demonstra uma ótima dinâmica instrumental.


Não deixe de conferir se for fã de metal extremo.


Bandcamp aqui

ANOUSHBARD: Lançado primeiro vídeo clipe da banda!


Nota :

O heavy metal é realmente um dos estilos mais intrigantes, emocionantes e surpreendentes, já que todos os dias nos deparamos com excelentes bandas vindas de locais que nem imaginamos e que não tem tanta tradição no estilo. Mas tradição nem sempre é importante, ainda mais quando deparamos com uma banda da qualidade dos iranianos da Anoushbard!

Vindos do longinquo oriente médio, a banda nos presenteia com seu mais novo vídeo clipe, para a música "The Man Who Rides Throught the Fire", que está presente no seu primeiro álbum "Mithra", lançado no final de 2019.

O vídeo clipe foi produzido por Ela Masadi e nas palavras do vocalista e guitarrista Sherwin: "O videoclipe foi gravado em dois locais. O primeiro foi o templo de fogo de Niasar (província de Isfahan) e o outro era o templo de fogo de Bazehkhor (província de Khorasan)".

Sobre a temática, Sherwin complementa: "A idéia principal dessa música é sobre uma das histórias persas de Shahnameh Ferdowsi, Siavash era um lendário príncipe iraniano desde os primeiros dias do Império Iraniano, e é forçado a provar sua inocência montando uma colossal montanha de fogo. símbolo de inocência na literatura iraniana. Antes da invasão árabe, os iranianos eram Zoroastrianos (religião antiga do Irã), que era fogo e era sinal de Deus (Ahoora Mazda). O templo de fogo era um lugar sagrado para adorar a Deus."

Confira abaixo o vídeo clipe da música "The Man Who Rides Throught the Fire"
https://youtu.be/hWMQQODxv7E

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segunda-feira, 13 de julho de 2020

Rock Vibrations Entrevista : Injúria


Através da colaboração com os nossos parceiros da Roadie Metal estamos trazendo uma nova entrevista para você, leitor.
Trata-se da banda Injúria, um dos nomes mais legais do Thrash Metal que vem chamando atenção da galera e imprensa underground.

Confira logo abaixo a entrevista com os músicos Leonardo Pais & Lucas Miquelutti :


1 - Antes de iniciarmos, gostaria de saber como estão as coisas em meio a essa pandemia?muitos planos foram atrapalhados ou refeitos?
    A pandemia pegou todos nós de surpresa, infelizmente muitos shows tiveram de ser adiados. Estávamos na estrada com a Filthy World BR Tour e várias datas já estavam marcadas e em negociação, fora do estado de São Paulo também.
   
Tivemos de nos adaptar a essa nova realidade e ter ideias para não deixar de dar ao nosso público o que eles querem, o nosso Thrash! Temos trabalhado e nos empenhado bastante, tanto para manter a nossa chama acesa com os fãs, tanto para composições.
   
O plano da Tour teve de ser refeito e repensado, porém, estamos a todo vapor trabalhando e nos dedicando ao injúria!


2 - Vocês estão ganhando notoriedade rapidamente e vejo um potencial bem bacana para corresponderem a isso... Como está sendo essa exposição nas últimas semanas e o retorno disso?sempre estou atento às mídias e vejo que vocês aparecem sempre e com ótimos comentários.
   Estamos bem felizes com o feedback do público quanto ao nosso trabalho. Muitos fãs e amigos sempre nos apoiando e visando compartilhar a banda de alguma maneira. 

Com os nossos Playthroughs, recentemente lançados, conseguimos dar um gás bem bacana em nossas redes e têm gerado muitos comentários positivos, com compartilhamentos e apoios.
   Sabemos que temos muito a trabalhar, para oferecer aos nossos fãs, o melhor que podemos fazer, o possível e o impossível para isso acontecer. 

Esforço, dedicação e trabalho não faltam, isso podemos garantir!


3 - "Filthy World" é uma boa amostra do poderio da banda, mas vocês acreditam que ela transmite o poder do novo trabalho?nos conte um pouco dos detalhes dessa ótima faixa...
   Acreditamos que com Filthy World conseguimos transmitir o que o Injúria realmente é! 

Nesse novo trabalho além de trazer essas características já apresentadas, expressaremos mais ainda essa diversidade que a nossa música pode trazer, sem nos prender a nenhum rótulo! 

Filthy World é apenas uma página do livro de nossa história, há muito o que explorar ainda! Sempre buscando trazer o melhor para nossos fãs e público da boa música em geral, nós do Injúria seguiremos nesse ‘poderio’ com positividade e humildade no peito, aprendendo sempre!


4 - Neste novo trabalho que está sendo desenvolvido, vocês buscam algum conceito específico?estão sendo influenciados por muitos nomes?já pensaram em coisas como a arte, vídeos de divulgação?
   Estamos trabalhando a todo vapor em cada detalhe, buscando influências que vão desde Jacob do Bandolim ao metal extremo. 

Já temos várias faixas compostas, estamos na fase final da pré-produção para em breve começarmos as gravações! Não havíamos divulgado o conceito específico tão a fundo antes, mas como é uma honra estar aqui hoje para essa grande entrevista, deixaremos alguns spoilers!
   

Pessoalmente (Leonardo Pais) tenho buscado campos os quais vejo que trazem um conteúdo não muito explorado antes, através de estudos como o da Sociologia e Antropologia para tal fim! 

As abordagens desse álbum irá se tratar de sociedades obscuras, quase esquecidas pelo mundo, até sociedades secretas que já tiveram alguns de seus segredos descobertos. 

Temos trabalhado muito nas letras que trazem tal conceito, e também nas sonoridades existentes em tais épocas. Pode-se esperar grandes coisas deste novo trabalho do Injúria! 

A arte será feita pela grande Carolina Ferreira, responsável pela capa de Filthy World, nosso single.


Lucas Miquelutti


5 - Percebo que no single liberado tem muitas trilhas densas e vocais ferozes... poderemos ter alguma canção que soe diferente ou estão focados em ter um álbum realmente pesado?pergunto isso pois mesmo as bandas densas que costumo divulgar de alguns cantos da Europa possuem (às vezes) algumas canções mais melódicas.
   Neste novo trabalho, além do clássico Thrash Metal, também entregaremos algumas influências do choro brasileiro, e uma grande diversidade da boa música em geral, que buscam expressar tal conceito mencionado anteriormente. 


6 - Achei a arte do single muito bacana... quem a produziu?existe um conceito específico nela?
   A arte de Filthy World foi toda desenhada por uma grande artista e amiga, Carolina Ferreira! Gostamos de trabalhar com ela, pois além de fazer desenhos magníficos, está entrando agora nesse mercado de artes para artistas, e nos achamos no dever de apoiar seu grande trabalho.
   

Os conceitos vão muito além do que estamos acostumados a ver. 

A história por trás de Filthy World vem de um personagem demoníaco mencionado na bíblia desde antes de Cristo, a qual retrata uma figura nomeada de ‘Mamom’, e é denominado o Deus da ganância. 

Pensando nos dias de hoje, o single nos fala da ganância humana, os escravos de Mamom!


7 - Sei que a banda ainda é nova mas se pensarmos na qualidade que conseguiram impor apenas relevando "Filthy World", imaginam chegar em territórios distantes?por exemplo, investirem na exportação do seu som... acredito que com o streaming, algumas pessoas de fora já devam estar de olho...
   Graças ao esforço de todos da banda e aos que nos apoiam, estamos conquistando territórios distantes através do Streaming! Isso não tem preço!
   A exportação do nosso som em maior escala realmente é um de nossos objetivos! Mas temos a mentalidade de que o Brasil, nossa terra, tem muito a nos oferecer ainda e batalhamos fortemente para conquistar parte desta pátria. 

Por mais difícil que as coisas sejam aqui, é um orgulho fazer parte do Underground brasileiro, que acreditamos conter as bandas mais fortes do mundo, pela garra, determinação e apesar das dificuldades manterem sempre a cabeça erguida nessa caminhada.


8 - Recentemente saiu um Playthrough bem bacana do Lucas, aliás, o cara manja das coisas e só tem 15 anos haha (foi nessa idade inclusive que comecei justamente no contrabaixo, mas alguns anos depois me firmei na guitarra). Pensam em investir em mais vídeos assim (sejam eles para o baixo ou não?).
   Primeiramente, agradeço pelas palavras!
   Tanto eu (Lucas) quanto o Leonardo, temos nos esforçado bastante nesses vídeos, e ficamos muito gratos com os frutos dos mesmos.
   

Sim, pretendemos fazer mais vídeos ao modo Playthrough, é uma ideia pertinente e que se realizará, com certeza (até um playthrough de baixo e guitarra juntos, quem sabe?... risos).


9 - Para finalizar, quero saber o que a banda tem feito ou ouvido ultimamente por conta da pandemia... se quiserem até indicar alguns nomes ou amigos de repente, fiquem a vontade.
   Temos ouvido e estudado muita coisa nova, tendo certeza de que será de extrema utilidade em composições e futuros projetos. Além disso, estamos criando vários conteúdos em parceria com bandas como o STAB e ANGUERE, as quais temos orgulho de recomendar a quem curte o bom Metal; e os irmãos D’Angelo do CLAUSTROFOBIA que sempre nos dão um grande apoio. 

O Injúria nunca para, somos inteiramente dedicados à essa família que nos acolhe todo dia de braços abertos, o Underground brasileiro.


10 - Obrigado pela oportunidade e atenção... gostariam de deixar um recado final?
   Gostaríamos de agradecer a vocês da Rock Vibrations pelo espaço concedido e pela oportunidade, agradecer a Roadie Metal, que se faz presente nessa entrevista também, e que temos o orgulho de ser assessorados pela mesma.
   

Não podemos deixar de agradecer aos nossos fãs, amigos, familiares, a Família Injúria por todo o suporte dado a nós, sem isso nada seria possível! 

Agradecimento especial à Fred Pais, Rodrigo Ferreira, Caio e Marcus D’Angelo, Claustrofobia, Gleison Junior, Pedro Anguere, Murilo Stab, Eder Luis, Juliana Nabão e a todos que levantam a bandeira do Injúria!
   

Por fim, queremos reforçar que estamos trabalhando duro para entregar um grande e belo disco a todos os que curtem Metal, grandes novidades estão vindo, por isso, não deixem de nos acompanhar em nossas redes sociais para ficarem a par das notícias e novidades do Injúria.
   

Somos gratos pela oportunidade, um grande abraço a todos e até logo! Cheers.


Leonardo Pais


Link :

Rock Vibrations Entrevista : Diabo Verde


Em mais uma boa oportunidade, trazemos até você leitor uma nova entrevista em colaboração aos nossos parceiros da Roadie Metal.

Confira abaixo o bate papo com a banda Diabo Verde :

1 - Para iniciarmos, gostaria que falassem sobre o início da banda e suas influências…
A Diabo Verde nasceu no finalzinho de 2010, início de 2011. Eu e o Fellipe (Madureira, guitarra) tocamos juntos desde moleques e quando a banda que estávamos acabou, eu disse a ele que seguiria tocando e perguntei se ele queria me acompanhar.

Falei que ia tocar hardcore que era onde eu fui criado e o que eu sabia fazer melhor e ele também.
Na mesma hora ele topou, eu liguei pro Bruno Baiano (hoje baterista do Uns e Outros) e pro Junior Vernin (baixista do Cabeçudos) que toparam a missão na hora. Expliquei que seria um som calcado num tripé de bandas que pra gente são essenciais: Bad Religion, Pennywise e Rise Against.

Todo mundo ficou louco e o resto é história… *risos*


2 - Gostei bastante do E.P. "Losar"... ele é bem acessível e achei interessante ser cantado em português.
Nos fale um pouco sobre sua concepção e arte, por favor.
O "Losar" é um EP conceitual. É a primeira vez na nossa vida que trabalhamos algo assim. Nenhum dos quatro, nem aqui na Diabo Verde, nem nas outras bandas por onde passou, já fez um disco conceitual que as faixas fossem todas amarradas entre si com apenas um único assunto.

As letras são baseadas em conversas minhas com meu saudoso amigo e ídolo Marcelo Yuka sobre a vida dele. "Karma" é sobre como o Marcelo tratava as vezes as coisas com raiva, ódio e não compreendiam o porquê daquilo voltar a vida dele de forma tão ruim.

É um recorte muito específico antes dele ser um cara famoso e também dos tiros que o deixaram na cadeira de rodas.

"Sankalpa" é o momento exato após os tiros, quando ele abre os olhos no hospital e os médicos contam toda a verdade a ele sobre o estado dele. Só resta a ele vencer ou vencer. E "Sankalpa" é um movimento que eu praticava na yoga, logo no início da aula.

Consiste em fechar os olhos, colocar as mãos juntas, como se fosse rezar - chamada de anjali mudra - esvaziar a mente e repetir uma frase que vai ser o seu mantra, aquilo que você quer atingir, o seu Sankalpa. O meu sempre foi "eu vou vencer!".

Quando o Marcelo me contou isso, percebi que, obviamente sem saber, tínhamos os mesmos desejos.
E aí nasceu a música. "A alavanca" é o momento após a expulsão dele do Rappa e do lançamento de todos os trabalhos dele.

O Yuka percebeu que o grande lance era dividir ao máximo todo o conhecimento que ele tinha para fazer o mundo girar, tal qual uma alavanca faz com uma engrenagem. E conhecimento nunca é demais, além de ser libertador.

Já a última música "Finalmente livre" trata de um dos nossos últimos papos quando ele dizia que tudo que estava ao alcance dele já estava feito e que ele estava cansado de viver daquele jeito, de cadeira de rodas e com todas as limitações que ela o impunha.

Eu sempre argumentei que a família, nós, os amigos deles e os fãs o amavam demais e ele ainda tinha muito o que fazer aqui, mas ele tava cansado. Ele se foi e eu fiquei arrasado por um lado, mas aliviado por outro.

Paralelo a isso, a banda tinha rachado e tinham chegado o Leandro Nô (Ex-Dead Fish) e o Fábio "Bolinha" Barreto (Serial Killer) que trouxeram sangue novo, uma ótimo clima, vontade de trabalhar...era uma espécie de ano novo pra gente, novas perspectivas e também um recomeço para o Yuka, aonde quer que ele esteja.

Pesquisando sobre ano novo, cheguei a palavra "Losar", que é o ano novo tibetano e dura três dias de festa entre família e amigos, mas montanhas. O clima de harmonia que nós e o Yuka precisavam. Tava fechado o conceito!

E o projeto gráfico acabou sendo todo criado pelo Mottilaa e pela Mari Cersosimo do Petit Pois Studio que eram também amigos pessoais do Yuka.

Não poderia ter sido melhor. E a cereja do bolo é o Yuka na capa do EP.


3 - Cantar em português foi uma escolha natural?devo dizer que a dinâmica ficou muito boa, e por mais que estejamos no Brasil, vários ainda apostam no inglês, não é mesmo?!
Foi natural. Funciona muito bem pra gente sim, como se trata de uma banda de hardcore eu acredito que o fato da gente cantar na nossa língua natal faz com que a mensagem fique ainda mais forte, mas confesso que desde o nosso segundo disco, o "Veni, Vidi, Vici!" eu penso sempre em fazer versões em inglês das músicas.

O português é uma língua que poucos países falam e nos tranca aqui no Brasil. O inglês, ainda que a banda não aconteça comercialmente nos EUA, nos abre portas no resto do mundo. Então, não é algo que está descartado escrever músicas em inglês não.

Mas eu gostaria de trabalhar sempre com esse esquema de versões porque trabalhar na nossa língua também é sensacional.


4 - Quais as principais mensagens e conceitos que a banda carrega consigo?conheci o trabalho de vocês há pouco tempo e já estou gostando bastante.
A Diabo Verde é uma banda que têm alguns conceitos muito bem definidos. Nós queremos inspirar as pessoas a serem a melhor versão delas diariamente, mas também, somos uma banda que faz questão de dar abrigo a todos aqueles que o necessitam.

Então, todos aqueles que são tratados como cidadãos de segunda classe - pretos, gays, lésbicas, trans, pobres e etc - são justamente as pessoas que queremos ao nosso lado porque são gente como a gente.

O hardcore / punk, meio onde crescemos e do qual somos crias, não é só uma cena musical, mas política e que tem na empatia com o próximo um dos seus pilares também. Então, as nossas mensagens são escritas e direcionadas para as pessoas boas de coração, honestas e que batalham por um mundo melhor e mais justo e igualitário para todos.


5 - Como tem sido o apoio do público e mídia após o lançamento de "Losar"?Estão atingindo o esperado?
A reação de todo mundo no geral tem sido extremamente positiva. É o nosso terceiro registro, porém, o primeiro com uma formação diferente, então, por mais que Nô e o Bolinha sejam muito experientes e o processo de composição não tenha sido alterado, nós ganhamos dois novos elementos que, na hora de estruturar as músicas, trouxeram novas perspectivas e referências e é claro que isso sempre gera alguma insegurança.

Mas, paralelo a isso, todo mundo estava tão á vontade com as músicas, com o conceito, com tudo, que a coisa naturalmente se equilibrou. Quando as pessoas que seguem a banda ouviram as músicas, rolou uma mistura de sentimentos porque elas acompanharam as lives no nosso Instagram onde apresentamos cada canção e falamos sobre o conceito delas.

As mensagens que recebemos foram inspiradoras de verdade. Na mídia especializada - como vocês aqui e que é o que de verdade conta para nós! - o EP tem sido muito elogiado também. A gente não pode reclamar, só podemos agradecer e torcer pra chegar ao máximo de pessoas no país todo.


6 - Vocês tiveram que adaptar muitas coisas em meio a pandemia?aproveitando, o que a banda tem feito nessa época?estão ouvindo muitas coisas?
Infelizmente, todos os nossos shows foram cancelados. Com isso, o nosso foco ficou em lançar o EP e divulgar ele ao máximo e cuidar de toda a parte de merchandising junto com o Mottilaa, além de organizar os clipes das músicas de tal forma que a banda não fure o isolamento e também não atrase ainda mais a divulgação do trabalho. Ah, e logo deve rolar uma live com a banda tocando a vera!

É um xadrez complicado, mas vamos vencer!

De música, a gente fica muito atento as bandas nacionais aqui como o Surra, Pense, Dead Fish, Manual, Circus, Cannon of Hate, NDR, Plastic Fire, Garage Fuzz, CPM 22, Matanza INC, Força & Honra, Pavio, DFC, Raimundos, RDP, Zander, Norte Cartel, Cabeçudos, enfim, o que não falta é banda boa aqui...


7 - Obrigado pela atenção... gostariam de deixar um recado final?
Muito obrigado pela generosidade conosco. Esse espaço é importante demais para todas as bandas do país e o trabalho que vocês fazem é essencial.

E claro, sigam a Diabo Verde em todas as nossas redes sociais que são @bandadiaboverde: Youtube, Instagram, Facebook, Twitter, Spotify, Deezer, TikTok, site oficial e etc.

O mais importante de tudo: protejam-se! Ouçam a ciência, os médicos e cuidem de quem vocês amam e que amam vocês!

Fiquem bem.


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