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sexta-feira, 25 de agosto de 2023

Drenna e o altamente improvável no novo disco, Cisne Negro. Álbum chega aos tocadores digitais em junho pelo selo Toca Discos e apresenta um rock moderno com narrativas sobre autoconhecimento, afirmação, ansiedade, estigmatização de corpos e, também, diversão

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Arte da capa | Thales Magno

Nota:

A expressiva trajetória da Drenna foge de padrões, mas é recheada daqueles esperados momentos apoteóticos e de rupturas com o passado. A banda carioca encarou a dura estrada da música independente, incrementou o rock com sonoridades modernas, tocou no Rock in Rio e chega agora ao segundo álbum da carreira, Cisne Negro, que traz reflexões afirmativas sobre a própria trajetória, posicionamento sobre pautas sociais, mas também sobre o orgulho e a diversão de perseverar. Fala, sem medo, sobre quem é, de onde veio e aonde irá.

Ouça Cisne Negro aqui: https://links.altafonte.com/Drenna_CisneNegro

O lançamento acontece por meio do selo Toca Discos, gerenciado por Felipe Rodarte e Constança Scofield, renomados produtores do mítico estúdio carioca Toca do Bandido.

O grupo formado pela cantora, compositora e guitarrista Drenna Rodrigues, junto a Milton Rock (bateria) e Bruno Moraes (baixo), é a materialização de um sonho, agora uma realidade robusta em Cisne Negro. Drenna é nascida e criada no Complexo do Alemão. Uma mulher, periférica, que se jogou pro rock com uma dedicação que a tornou uma cantora, guitarrista e compositora cheia de personalidade, que desde as primeiras aulas de música no Vila Lobos, seguiu em busca de sua convicção de viver pela arte.

Este é um possível norte para a audição de Cisne Negro, com 10 faixas, que reúne os singles lançados anteriormente [A Casa, A Praia (composições pós-pandemia) e Haters e Me Desculpa, Game, A Busca (com participação de Kauan Calazans, do Folks, outro artista da Toca Discos) e mais inéditas. Um norte possível de uma artista, pela sua trajetória, tida como altamente improvável, entretanto, contrariando a tudo e a todos.

Vale lembrar que o cisne negro é um conceito criado pelo filósofo e escritor Nassim Taleb e que pode ser considerado como um momento de crise ou evento raro de grande impacto. A ideia é que, apesar das grandes proporções tomadas por tais eventos, e de só podermos compreendê-los após ocorrerem, o ser humano é capaz de se preparar e vencê-los, como é o caso da Drenna.

DNA da Drenna

Neste novo disco, Drenna traz a sonoridade com seu DNA, mas buscando novos elementos, buscando sempre novidades.

O produtor Felipe Rodarte focou na contemporaneidade do conceito e na busca em trazer um rock brasileiro que dialogue com bandas atuais, como Paramore e Machine Gun Kelly. A produção também é focada em nuances de coisas como 808 do hip hop e com graves de bailes de favela e texturas.

Cisne Negro tem uma sonoridade que desperta a curiosidade do ouvinte por adentrar o universo da Drenna de faixa a faixa, este é o trajeto do som da banda, costurado pela visão de ordem proposta por Constança Scofield, Diretora Artística do Toca Discos. Já a construção dos arranjos foi dirigida pelo produtor Felipe Rodarte nessa perspectiva, de pegar o ouvinte a cada segundo – cada segundo uma novidade na música.

Drenna, artista de destaque - Drenna é uma mulher da comunidade que toca rock, que não se entregou aos estereótipos e às adversidades e foi em busca do sonho de tocar guitarra. A banda é a materialização do empoderamento da mulher, a Drenna, com dois parceiros incríveis.

A banda teve conquistas significativas ao longo da carreira, tocando no palco favela do Rock in Rio 2022, RIO2C, empresariada pelo Na Moral Produções, do antológico Marcello Lobato e como cantora do projeto 7 Cabeças de Charles Gavin (Titãs) e Luiz Brasil (Cássia Eller) e agora, neste novo disco, mostrando que se apropriou de quem ela é.

Ficha técnica do álbum

Produzido por Felipe Rodarte
Direção artística Constança Scofield
Gravado por Felipe Rodarte no estúdio Toca do Bandido
Hater, A Casa e A Praia mixados por Vítor Farias
As outras faixas foram mixaras por Fabrício Matos
Masterizado por Cris Hanseck

Drenna 3- credito Carol Lapport

Drenna | credito: Carol Lapport

quinta-feira, 13 de julho de 2023

Drenna convida Kauan Calazans em 'A Busca' para falar de esperança e seguir em frente. Single antecede o segundo lançamento do segundo álbum da Drenna, Cisne Negro

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Arte da capa | Crédito: Divulgação

Nota:

Drenna, banda carioca do selo Toca Discos que participou da última edição do Rock in Rio e está prestes a lançar um novo álbum, solta o single A Busca, com participação de Kauan Calazans (Folks). O lançamento coincide com o 13 de julho, o Dia do Rock.

Ouça o single 'A Busca' aqui:
https://links.altafonte.com/Drenna_KauanCalazans_ABusca

'A Busca' sucede o single 'Game', que antecipam o lançamento do segundo álbum Cisne Negro, com 10 faixas de um rock moderno com narrativas sobre autoconhecimento, afirmação, ansiedade, estigmatização de corpos e, também, diversão.

Neste novo single, com uma pitada de british rock da década de 2000, a vocalista Drenna Rodrigues faz um emocionante dueto de rock com o cantor Kauan Calazans (ex The Folks). Com uma letra inspiradora, a música fala sobre deixar o passado para trás e buscar um motivo para continuar. Completam a banda: Milton Rock (bateria) e Bruno Moraes (baixo),

Em uma parceria inédita de dois artistas do selo Toca Discos, que aconteceu no estúdio Toca do Bandido, no Rio de Janeiro, Drenna e Kauan Calazans se unem para transmitir a mensagem de que não importa o que tenha acontecido, sempre há esperança e a possibilidade de se encontrar forças para seguir em frente.

Como Drenna comenta, "'A Busca' é uma poderosa declaração de determinação e superação, embalada por uma envolvente melodia de rock".

Kauan destaca que A Busca reforça a parceria de tempos com a Drenna. "Tentamos passar a energia de anos nessa faixa para inspirar pessoas e a nós mesmos sobre a importância da união e respeito".

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Crédito: Divulgação


sexta-feira, 28 de abril de 2023

Drenna fala de autoaceitação em ‘Me Desculpa’, último single antes do novo disco

Nota:

Música foi composta junto à Morgado e Guerra (Varandão), mais dois artistas do selo Toca Discos

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Crédito: Luana Ribeiro (@lunaribraz)

O mundo impactado pelas redes sociais é o mundo dos filtros, das relações plásticas e da desconfortável e voraz cobrança por padrões a serem seguidos, um processo que legitima alguns corpos e inviabiliza muitos outros. Mas o mundo da Drenna vai à contramão e pede desculpa por mera educação ao falar em autoaceitação: “Me desculpa, mas eu sou assim”, branda o refrão do novo single “Me desculpa”, no streaming pelo selo Toca Discos e distribuição digital da Altafonte Brasil.

Ouça aqui: https://links.altafonte.com/Drenna_MeDesculpa.

“Me desculpa”, um rock dançante, com guitarra, baixo e bateria bem marcados, tocados respectivamente por Drenna Rodrigues (também a vocalista), Bruno Moraes e Milton Rock.

A música foi concebida durante um songcamp de três dias no mítico estúdio Toca do Bandido, no Rio de Janeiro, dos produtores Felipe Rodarte Constança Scofield.

Neste processo, na Toca, foi composta junto à Morgado e Guerra, dois compositores e cantores do cast da Toca Discos, que compartilham com a Drenna a busca por quebra de paradigmas de padrões, tanto na imagem como na sonoridade.

Mas a música é curativa, é contra padronizações e favor de ambientes plurais e de respeito mútuo.

Com um som bastante pulsante e um refrão forte, a Drenna mostra o quarto e último single antes do novo disco, que chega às plataformas de streaming – também pela Toca Discos – no dia 26 de maio. Anteriormente, o power trio carioca lançou ‘A Praia’, ‘A Casa’ e ‘Haters’, num trajetória em que mostra a evolução da sonoridade puramente roqueira à incorporação de elementos contemporâneos, que remetem ao indie, trap e pop.

“O normal é sempre algo ditado por um sistema de controle, crenças enraizadas ou mecanismo de moda, venda ou consumo. A normalidade fica apontando para os corpos dos outros dizendo o que tem que ser ou não. O corpo não é moda e nem pode estar à serviço dela. Definir um tipo de corpo como tendência é também ditar corpos que não podem existir. Influenciadores tem o poder de promover uma obsessão coletiva por padrões estéticos à serviço do consumo. A patologização dos corpos gordos que são lidos como doentes pela sociedade tão somente para apartá-los do convívio social e do afeto e não para designar tratamentos de saúde. A pressão para performar feminilidade - cabelos longos, depilar, maquiagem - ou masculinidade - cabelos curtos, músculos, não usa determinadas roupas, maquiagem ou esmaltes. As mulheres especialmente aprendem a procurar defeito no espelho”, fala Drenna sobre o processo criativo de “Me desculpa, mas eu sou assim”.

drenna capa

sexta-feira, 4 de novembro de 2022

Após show no Rock in Rio, Drenna convida a desestressar em ‘A Praia’

Nota:

Nova música do power trio carioca do selo Toca Discos coloca efeitos na guitarra e traz batidas fortes para desestressar

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Crédito: Tharsila di britto (@tharsiladibritto)

A correria dos dias, o rigor da rotina e o intermitente compromisso de manter o controle para a tranquilidade do amanhã é a luta diária do brasileiro. Nem sempre é fácil seguir em frente com sanidade e saúde e por isso que todo indivíduo deve ter sua válvula de escape para a necessária pausa. Para a Drenna, a solução para sair do caos é ver o mar e é sobre isso que trata a nova música – A Praia – do power-trio roqueiro do selo Toca Discos.

Ouça ‘A Praia’ nas plataformas de streaming, com distribuição da Altafonte Brasil: https://links.altafonte.com/Praia_Drenna.

A vocalista e guitarrista Drenna conta sobre como nasceu esta composição, a primeira após 0 vitorioso e super elogiado show no Rock in Rio 2022, no igualmente aclamado Palco Favela.

“Tem uma frase que carrego comigo quando estou estressada: preciso ver o mar. E funciona. Ver o mar me acalma. E é a síntese da letra desta música: fala de um dia em que acordei possessa: tudo uma confusão e como vou lidar com tudo isso, mas no fim a gente sabe que vamos nos ver na praia”.

Diferente das canções anteriores, A Casa e Hater, em que a Drenna experimentou com mais elementos eletrônicos e ritmos mais modernos, A Praia é mais orgânica, mais roqueira, apenas com diferentes efeitos na guitarra.

A banda também comenta sobre a experiência do RIR:

“Foi maravilhoso, uma excelente divulgação e uma recepção muito boa. Conseguimos agregar um novo público, que chegou tanto antes do show como durante a apresentação. O show foi televisionado no Canal Bis e muita gente nos adicionou exatamente no momento que passava na TV”.

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A praia (capa do single)

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