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terça-feira, 31 de março de 2026

Eloy Fritsch celebra 25 anos do álbum “Mythology” com vídeo de “Curupira”

Com nova performance em vídeo, o músico gaúcho une Rock sinfônico e sintetizadores para dar contornos épicos à lenda do guardião das florestas.

 

Para lembrar que o álbum “Mythology” (2001) está completando 25 anos de seu lançamento, o compositor ELOY FRITSCH disponibiliza mais um vídeo de uma performance com seu trio, interpretando dessa vez a música “Curupira”.

 

“Mythology” foi um dos álbuns que ajudou a definir o estilo Symphonic Electronic de ELOY FRITSCH, fundindo a grandiosidade do Rock sinfônico com as possibilidades infinitas da síntese sonora. Ao criar faixas como “Curupira” ao lado de temas sobre a Atlântida ou deuses egípcios, o músico gaúcho coloca o folclore brasileiro ao patamar das grandes mitologias universais dentro do gênero progressivo.

 

Em vários de seus álbuns, Fritsch demonstra um fascínio e preocupação com a preservação da natureza. A música “Curupira” alerta que a natureza revida e se defende de quem a agride. O Curupira é o lendário guardião das florestas brasileiras, caracterizado por sua baixa estatura, cabelos cor de fogo e, principalmente, pelos pés voltados para trás, uma estratégia astuta usada para criar pegadas falsas e desorientar invasores. Como uma entidade justiceira da natureza, ele utiliza assobios agudos e ilusões sonoras para punir caçadores predatórios e aqueles que destroem a mata sem necessidade, personificando o equilíbrio ecológico e a força indomável da fauna e flora.

 

Nessa música, Fritsch consegue transitar entre diferentes climas incluindo um som mais sombrio da proteção da floresta até melodias mais vibrantes, quase lúdicas, representando a personalidade travessa do personagem folclórico.  Fritsch comenta sobre sua intenção composicional: “As melodias tocadas no sintetizador funcionam como a "voz" da criatura, com frases musicais que alternam entre o lúdico e o imponente. Os solos são brilhantes e agressivos, representando o cabelo de fogo e o temperamento implacável da entidade. Não é uma música puramente "zen" ou relaxante; há uma tensão subjacente que lembra ao ouvinte que a natureza, embora bela, exige respeito e pode ser perigosa”.

 

A música possui uma base rítmica pulsante e ágil tocada por Filipe Fritsch na bateria e Ricardo Fritsch no baixo. Como o Curupira é conhecido por correr em altíssima velocidade, a percussão simula esse movimento constante. A estrutura rítmica por vezes parece "tropeçar" ou mudar de direção subitamente, uma metáfora sonora para os pés invertidos que enganam quem tenta seguir a trilha.



Nessa obra, Eloy procura “desfolclorizar” o Curupira do óbvio. Fritsch comenta: “Em vez de usar instrumentos acústicos e regionais eu usei sintetizadores e sua sonoridade épica para representar a força da natureza, tão poderosa que ultrapassa o tempo, sendo relevante tanto na mata virgem quanto em uma era de exploração espacial”.

 

A "veia mística" existente no álbum “Mythology” evoluiu. Enquanto em "Curupira" Fritsch foca na entidade da terra, em seus álbuns mais recentes como “Dragons and Wizards” (2025), essa mesma energia épica é transposta para dragões, magos e o cosmos. No fundo, a essência é a mesma: usar o sintetizador para dar vida a seres que habitam o imaginário humano.

 

Assista ao vídeo no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=J_YSpf7greY

 

Créditos da foto: Lauren Veronese

 

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segunda-feira, 6 de novembro de 2023

Confira “Epic Synthesizer Music Vol. 2”, 17º álbum solo do conceituado músico gaúcho ELOY FRITSCH

Nota: 

Em atividade por quatro décadas, o músico gaúcho ELOY FRITSCH chega ao seu 17º álbum solo, “Epic Synthesizer Music Vol. 2”, trazendo uma seleção com 11 músicas apresentando novas versões para composições lançadas ao longo de sua carreira solo. Nome consagrado da música Progressiva brasileira, o tecladista iniciou sua trajetória com a banda de Rock Progressivo Apocalypse, formada na cidade de Caxias do Sul em 1983, há exatos quarenta anos atrás. Neste período, a banda construiu um legado que possui um vasto catálogo de composições originais, incluindo versões em inglês, além de realizar turnês pelos Estados Unidos e Brasil, deixando sua marca com a gravação de diversos álbuns de estúdio e DVDs, além de participar de compilações internacionais na Espanha, França e Estados Unidos.

 


Com “Epic Synthesizer Music Vol. 2”, o tecladista reinterpreta estas 11 composições, que são caracterizadas por melodias majestosas e texturas eletrônicas geradas por sintetizadores e sequenciadores. Destaques incluem uma nova versão de "Spacetime" do álbum "Cosmic Light" (2021), seguida por uma versão compacta de "Mayan Temple", mantendo o espírito virtuoso do Rock Progressivo. O álbum também apresenta a emotiva "Eternal", uma homenagem ao influente compositor grego Vangelis, e outras faixas como "Warp Drive". "Artificial Intelligence", que explora a música eletrônica com vocais de vocoder.

 

"Aurora Borealis" encanta com sua melodia sinfônica e vozes femininas acompanhadas por sintetizadores, enquanto "Atlantis" é uma faixa épica com elementos percussivos e alternância entre sons sintetizados e instrumentos étnicos. Duas músicas do álbum "Exogenesis" recebem novas versões, "Exogenesis Part I" e "Neutron Star". Para encerrar, ELOY FRITSCH preparou também uma nova interpretação de "Beyond the Mountain", destacando as partes corais em harmonia com os sintetizadores.

 

Confira o track list:

 

1 - Spacetime

2 - Mayan Temple

3 - Eternal

4 - Spacelab

5 - Warp Drive

6 - Artificial Intelligence

7 - Aurora Borealis

8 - Atlantis

9 - Exogenesis, Pt.1

10 - Neutron Star

11 - Beyond the Mountains

 

Ouça a música “Spacelab” no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=F7mLSfw5S5g

 

Ouça o álbum “Epic Synthesizer Music Vol. 2” no Spotify:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/5zFvAIEM47sICyV5gvJIkr

 

Créditos da foto: Ricardo Fritsch

 

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terça-feira, 24 de outubro de 2023

Novo álbum do tecladista gaúcho Eloy Fritsch será lançado no dia 4 de novembro; confira capa e informações


Nota:

O conceituado tecladista gaúcho ELOY FRITSCH agendou para o dia 4 de novembro o lançamento de seu novo álbum, intitulado “Epic Synthesizer Music Vol. 2”, uma coletânea com novas versões para composições do músico. As canções que compõem o álbum são melódicas, majestosas e épicas, formadas por texturas eletrônicas criadas através de sintetizadores e sequenciadores. O álbum inicia com uma nova versão para a composição eletrônica “Spacetime” do álbum “Cosmic Light” (2021) lançado apenas na Holanda pela gravadora Groove Unlimited e que também foi selecionada para a coletânea alemã “Schwingungen Radio auf CD - Edition Nr.308” (2021). A segunda faixa é uma versão reduzida de “Mayan Temple” mas que mantém o espírito virtuosístico do Rock Progressivo.

 

Na sequência, a música “Eternal” é um hino com o acompanhamento sinfônico em que a melodia é realizada pelo sintetizador e depois pela voz soprano. Esta música foi feita em homenagem ao compositor grego Vangelis, uma das principais influências musicais para Fritsch.  A quarta música escolhida para esta coletânea é “Spacelab”, do álbum “Journey to the Future” (2019), uma música cósmica e com lindas melodias, enquanto a música “Warp Drive” é um instrumental com solos virtuosos de Minimoog acompanhados por baixo e bateria. “Artificial Inteligence” é na linha da música eletrônica com vocais realizados por vocoder.

 

A sétima faixa se chama “Aurora Borealis” e apresenta uma bela melodia com textura sinfônica ao som de vozes femininas acompanhadas por sintetizadores. A faixa épica “Atlantis” também apresenta temas cativantes com percussão e alternância entre sons sintetizados e de instrumentos étnicos. Duas músicas do álbum “Exogenesis” são apresentadas aqui em novas versões. A primeira delas é a “Exogenesis Part I”, música eletrônica extraída da suíte de quatro movimentos de mesmo nome e a segunda “Neutron Star”. Para encerrar a coletânea, ELOY FRITSCH apresenta a nova versão para a música “Beyond the Mountain” em que enfatiza as partes corais acompanhadas por sintetizadores. 

 

ELOY FRITSCH possui 16 álbuns autorais lançados por gravadoras internacionais tocando teclado eletrônico e foi indicado quatro vezes ao Prêmio Açorianos de Música de Porto Alegre na categoria melhor compositor. Em 2021 recebeu o troféu açorianos de melhor instrumentista pelo álbum “Moment in Paradise” (2020). É tecladista e compositor da lendária banda de Rock Progressivo Apocalypse tendo tocado no Brasil e exterior e lançado diversos álbuns. Somando o Apocalypse e as gravações do projeto solo são mais de 30 álbuns lançados e várias participações em coletâneas. Com a pandemia as apresentações artísticas pararam e Fritsch se dedicou a gravar o álbum “Moment in Paradise”, seu penúltimo registro de inéditas, utilizando diversos teclados incluindo os clássicos analógicos como o Minimoog e os modernos como o Kronos, System-8, FA08 e Jupiter-80. O último lançamento do tecladista é o álbum “Epic Synthesizer Music Vol. 1”, lançado em abril deste ano, trazendo dez composições inéditas.

 

Ouça a música “Moment in Paradise” no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=CeqLe8Ri-_M

 

Ouça o álbum “Moment in Paradise” no Spotify:

https://open.spotify.com/album/12n6RN1JhVTyBcGaRpgCQq

 

Confira “Epic Synthesizer Music Vol. 1” no Bandcamp:

https://eloyfritsch.bandcamp.com/album/epic-synthesizer-music-vol-1

 

Créditos da foto: Ricardo Fritsch

 

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segunda-feira, 26 de abril de 2021

Eloy Fritsch: Especial em rádio e álbuns disponibilizados no Bandcamp

Nota:

O tecladista gaúcho ELOY FRITSCH acaba de disponibilizar em seu canal no Bandcamp os álbuns “Sailing to the Edge” (2017) e “Moment in Paradise” (2020), ambos contendo doze faixas e com arte da capa assinada por Wendell de Souza. 

Transitando por diversos estilos, os álbuns solos do tecladista da banda APOCALYPSE são indicados para fãs de Rock Progressivo e todas as suas variantes. 

O novo álbum do músico, intitulado “Cosmic Light”, já está disponível em CD físico e digital pela gravadora Groove Unlimited (https://www.grooveunlimited.nl) e pode ser adquirido através de lojas especializadas.

 

Confira “Sailing to the Edge”:

https://fritsch.bandcamp.com/album/sailing-to-the-edge

 

Confira “Moment in Paradise”:

https://fritsch.bandcamp.com/album/moment-in-paradise

 

Além disso, a rádio ProgSky fará um programa comemorativo dos 25 anos de lançamento de “Dreams”, primeiro álbum solo de ELOY FRITSCH, tocando uma música de cada um dos 15 discos solo lançados e uma entrevista para falar sobre esta grande trajetória, além é claro, de falar sobre o último álbum e os planos futuros. 

O programa vai ao ar pelo site https://www.progsky.com nesta terça-feira, 27/04, a partir das 20h até às 22hh. 

A ProgSky é um veículo de divulgação musical, artistas e bandas na web, uma referência para o cenário mundial do Rock Progressivo em geral. 

Sempre divulgando o estilo principal, através das bandas e músicos, que é o que muitos chamam de Rock Progressivo, porém incluindo algumas vertentes. São 24 horas de uma programação diversificada, escolhida especialmente para os amantes desse maravilhoso estilo que nasceu no final dos anos 60, e perpetua até os dias de hoje. 

A ProgSky é composta de uma equipe de veteranos, e de amantes do Prog Rock de todas as gerações, e ao redor deste planeta.

 

Assista ao vídeo de “Gravitacional Force”, do álbum “Cosmic Light”:

https://www.youtube.com/watch?v=KiIUGLe4444


 

Créditos da foto: Divulgação

 

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terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Eloy Fritsch: Tecladista libera vídeo e anuncia participação em coletânea alemã

Nota:

O tecladista ELOY FRITSCH anuncia a inclusão da música “Spacetime” – presente em “Cosmic Light” - na coletânea “Schwingungen - Radio Auf CD Nr. 308 / 01-2021”, lançada em CD físico pela gravadora alemã Cue Records, ao lado de outros nomes do Progressive/Ambient Music como Axess, Monnbooter, Divine Matrix, Pyramind Fread, dentre outras. 

“Spacetime” foi escolhida para abrir o disco, e segundo o músico, “Fiquei feliz em saber que a música “Spacetime” foi selecionada para integrar a coletânea lançada na Alemanha. Muito bom saber que o novo disco está sendo divulgado para muitas pessoas em outros países e atingindo um público cada vez maior e variado”.

 

Além disso, o tecladista está lançando um vídeo promocional para a música “Gravitacional Force”, presente em seu novo álbum, “Cosmic Light”, já disponível através da gravadora holandesa Groove Unlimited. 


A Groove Unlimited realiza vários lançamentos de artistas por ano e o músico gaúcho é o primeiro compositor brasileiro a entrar para o cast da gravadora.  



O álbum anterior, “Journey to the Future” já havia saído pelo selo e seu show de lançamento foi no Planetário de Porto Alegre no final de 2019, um pouco antes do início da pandemia. Sobre a música em si, o músico explicou seu significado: “A força magnética de atração sempre despertou o fascínio da humanidade antes mesmo de ter sido descoberta. Ela mantém o nosso sistema solar funcionando com os planetas girando em torno do sol e participa diariamente da nossa vida na Terra. Essa força descomunal presente no Cosmos inspirou a música “Gravitational Force” e a coleção de imagens do vídeo criado para o Youtube”.

 

Assista ao vídeo de “Gravitacional Force”:

https://www.youtube.com/watch?v=KiIUGLe4444

 

“Cosmic Light” está disponível em CD físico e digital pela gravadora Groove Unlimited e pode ser adquirido através de lojas especializadas e pelo site Bandcamp que também permite a audição de faixas do novo disco: https://eloyfritsch.bandcamp.com.


Créditos da foto: Divulgação

 

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Eloy Fritsch: Tecladista inicia 2021 com lançamento de novo álbum

Nota:

O tecladista ELOY FRITSCH anuncia o lançamento de seu mais novo álbum, “Cosmic Light”. 

O tecladista da banda de rock progressivo Apocalypse alcança a marca de quinze álbuns instrumentais e nesse novo trabalho o compositor nos brinda com onze músicas criadas durante o período de isolamento social em função da pandemia. 

Sem poder realizar apresentações e shows, o músico continua mergulhado na arte musical, sempre buscando inspiração para a composição de novos temas. 

 

O novo trabalho é influenciado por grandes lendas do sintetizador como Vangelis, Rick Wakeman e apresenta temas baseados no Cosmos e uma Suite em três movimentos intitulada “Cosmic Light Part I, II, III” de característica melódica e ambiental. 

Fritsch apresenta o rock progressivo espacial nas músicas “Spacetime” e “The Time Tunnel”. Fritsch comenta a diferença do novo disco para o álbum anterior: “apesar dos discos “Moment in Paradise” e “Cosmic Light” terem sido feitos em 2020, durante a pandemia, eles são completamente diferentes. 

O primeiro é influenciado pelo Jazz, improvisos, música mais orgânica e acústica enquanto que o segundo é baseado em sons eletrônicos, melódicos, sequenciadores, arpejadores automáticos, baterias eletrônicas e influenciado por trilhas sonoras criadas em sintetizadores”.

 

Grande parte de seus lançamentos são realizados por gravadoras europeias. Dessa vez não foi diferente, o novo disco está sendo lançado pela gravadora holandesa Groove Unlimited no formato CD e digital. 

O tecladista comenta a opção por gravadoras no exterior: “na Europa costumam valorizar a música instrumental realizada através de teclados eletrônicos, por isso a opção de lançar por gravadoras de lá que tenham uma certa afinidade estética e possam dar suporte ao meu projeto musical”. 

O álbum está disponível em CD físico e digital pela gravadora Groove Unlimited e pode ser adquirido através de lojas especializadas e pelo site Bandcamp que também permite a audição de faixas do novo disco: https://eloyfritsch.bandcamp.com. 


A belíssima capa do álbum ficou a cargo de Whendell Souza.



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terça-feira, 24 de novembro de 2020

Eloy Fritsch: Músico tem entrevista publicada em edição impressa do jornal Zero Hora

Nota:

O mais recente trabalho do tecladista ELOY FRITSCH, o álbum “Moment in Paradise”, tem rendido ao experiente músico uma série de resenhas e entrevistas, onde são abordados não apenas temas relacionados ao lançamento, mas também sobre sua extensa carreira, de quase quarenta anos de estrada. 

Em entrevista conduzida pelo jornalista Juarez Fonseca e publicada no tradicional jornal gaúcho Zero Hora deste final de semana, sua carreira foi passada a limpo, desde seus primeiros passos na música com o apoio do pai, o início com a banda de Progressivo Apocalypse até chegar a detalhes de sua vida pessoal e profissional, sendo o tecladista um renomado professor de música na URGFS, onde leciona Composição por computador desde 1999.

 

A entrevista também foi publicada no site do Jornal, liberada apenas para assinantes:

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juarez-fonseca/noticia/2020/11/eloy-fritsch-o-mago-dos-teclados-ckhqbgj83000b017pqzur94gq.html


 

Outra entrevista que destaca tanto o novo álbum quanto a trajetória de ELOY FRITSCH foi a publicada pelo site Rock Vibrations, em bate-papo conduzido por Vinny Almeida. 

Nela o tecladista pôde dissecar melhor “Moment in Paradise” e inclusive destacar as diferenças com o álbum anterior, “Journey to the Future”, como explicou: “Moment in Paradise” é um álbum que representa esta fase criativa dos anos 2019 e 2020 em que fui buscar recursos e referências no idioma do Jazz para incrementar a sofisticação harmônica de algumas músicas. É um álbum em que usei muito menos os sintetizadores e procurei focar mais no piano. Então a proposta é diferente do disco anterior “Journey to the Future” que é mais melódico e eletrônico. Este álbum representa também um estágio na minha evolução como intérprete e compositor. Foi um disco que trabalhei bastante para mostrar esse lado mais acústico e virtuoso como tecladista. O disco anterior foi lançado por gravadora no formato CD físico. Este novo álbum é independente e lançado apenas no formato digital. Esses trabalhos são como uma impressão digital, você compõe, interpreta, grava, mixa, produz, escolhe a arte da capa e divulga. Ou seja, é a sua marca que fica porque é responsável e precisa responder por tudo isso. Em termos musicais foi desafiador incluir influências do Jazz em algumas músicas”.

 

Confira a entrevista completa:

http://rockvibrationsofficial.blogspot.com/2020/11/rock-vibrations-entrevista-eloy-fritsch.html

 

Ouça o álbum no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=Rz_4HZE3RTY

 

Ouça o álbum no Spotify:

https://open.spotify.com/album/12n6RN1JhVTyBcGaRpgCQq

 

Créditos da foto: Divulgação

 

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segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Rock Vibrations Entrevista: Eloy Fritsch


Através da parceria com a Wargods Press trazemos até você leitor mais uma entrevista bem bacana.

Desta vez, falamos com o exímio músico Eloy Fritsch, experiente, e que está divulgando seu mais novo álbum "Moment In Paradise", além de falar detalhes sobre sua carreira em um longo bate papo.

Confira abaixo:


1 – Para iniciarmos, gostaria que você falasse um pouco do que tem feito nesses meses...
Eloy Fritsch - Nesses meses de pandemia tenho ficado em casa compondo, estudando música, lecionando através do ensino remoto as disciplinas na Universidade e cuidando da família. A pandemia mudou drasticamente o dia a dia e no início foi bem difícil retomar algumas atividades criativas.  

É claro que o seu novo (e ótimo) álbum foi criado durante este tempo mas, além dele, algumas outras tarefas tiveram que ser adaptadas ou canceladas?
Eloy Fritsch - Eu comecei a compor algumas músicas do álbum “Moment in Paradise” como “Silver Dream” e a suíte “High Places” ainda em no ano de 2019. 

São músicas mais complexas e que demandaram mais estudo, tempo de composição, tempo de arranjo e ensaio para conseguir tocar elas e gravar. 

Eu tinha apresentações com o Apocalypse e projetos na Universidade que foram cancelados. 



2 – Falando sobre “Moment In Paradise”, o que ele representa para você nessa altura da carreira? são muitos álbuns e um longo trabalho, porém, chegar neste momento com uma qualidade muito boa e se manter relevante é algo de se invejar...
Eloy Fritsch – “Moment in Paradise” é um álbum que representa esta fase criativa dos anos 2019 e 2020 em que fui buscar recursos e referências no idioma do Jazz para incrementar a sofisticação harmônica de algumas músicas. 

É um álbum em que usei muito menos os sintetizadores e procurei focar mais no piano. Então a proposta é diferente do disco anterior “Journey to the Future” que é mais melódico e eletrônico. Este álbum representa também um estágio na minha evolução como intérprete e compositor. 

Foi um disco que trabalhei bastante para mostrar esse lado mais acústico e virtuoso como tecladista. 

O disco anterior foi lançado por gravadora no formato CD físico. Este novo álbum é independente e lançado apenas no formato digital. Esses trabalhos são como uma impressão digital, você compõe, interpreta, grava, mixa, produz, escolhe a arte da capa e divulga. Ou seja, é a sua marca que fica porque é responsável e precisa responder por tudo isso. Em termos musicais foi desafiador incluir influências do Jazz em algumas músicas. 

A suíte “High Places” é dividida em quatro partes e foram compostas independentemente para no final serem organizadas e reunidas. Essa suíte é composta para trio: teclado, baixo e bateria. 

A música “Moment in Paradise” é sinfônica, mas, apesar dos sons orquestrais e sintetizadores, assim como a suíte, utilizei o piano acústico como principal instrumento. 

Já a música “Silver Dream” é de longo percurso e uma das músicas que mais coloquei energia e empenho para conseguir compor e gravar. É uma das minhas preferidas e onde consigo utilizar uma variedade de passagens musicais com harmonia quartal que me agradaram muito nesse disco. 

Esta música é uma homenagem ao tecladista Keith Emerson do grupo inglês ELP que tive a chance de conhecer pessoalmente em 1997. 

“Blue Eyes Reflected Over the Ocean” é uma música delicada que fiz ao piano e dedico à Lauren. 

Se no disco anterior “Journey to the Future” o clima era mais sinfônico e psicodélico com sons eletrônicos e sintetizados, nesse fiz músicas mais acústicas e descontraídas como o tema chamado “Funny Moments”, este inspirado nos momentos alegres e engraçados que temos em família. A partir desse ponto o disco fica um pouco menos acústico e dou mais espaço aos solos de sintetizadores. 

A música “Gently Touch the Sky” quase não permaneceu nesse álbum porque não estava conseguindo chegar no ponto de satisfação que eu queria. Mas depois de várias tentativas acertei ela e resolvi manter. Assim, por se dizer, de uma maneira poética, iniciamos a audição do álbum em lugares altos (High Places), e no final, lá do alto, terminamos nossa audição tocando o céu suavemente (Gently Touch the Sky). 

3 – Quais foram suas principais idéias para que este novo álbum chegasse ao público? você buscou inspirações anteriores ou preferiu se manter neutro para explorar novos ares em meio as suas já conhecidas características? muitos dizem que músicos precisam se renovar mas, com um legado bacana como o seu, é muito importante manter uma raiz, certo?
Eloy Fritsch – Com certeza fui buscar novos conhecimentos para conseguir compor as músicas e depois tocar elas. A renovação é essencial para uma carreira duradoura e repleta de lançamentos. Neste meu projeto musical a novidade é sempre bem vinda. 

Acho que, apesar das novidades e da influência do Jazz em algumas músicas, o álbum Moment in Paradise ainda é coerente com o restante da minha discografia já que outros temas desse disco são mais românticos e progressivos. 

A cada novo álbum eu procuro inovar e apresentar novidades ao ouvinte. Por exemplo, a abertura do álbum Sailing to the Edge é uma peça sinfônica ao estilo trilha sonora virtual. Já o álbum Exogenesis inicia com uma música calma e melódica ao sintetizador. 

O álbum Spiritual Energy inicia com uma música ao piano com acompanhamentos e este álbum atual inicial com um jazz fusion, tendo o piano como principal instrumento. 

Acho que essas novidades é que despertam o interesse do ouvinte e o motivam a ouvir o artista que busca se reinventar perante essa situação difícil em que vivemos atualmente. 

4 – Outro ponto positivo é a ótima arte que foi elaborada para “Moment In Paradise”, o que pode nos dizer sobre? você buscou alguma inspiração específica para tal?
A arte possui uma influência do surrealismo e foi feita pelo artista digital Wendell Souza. Todas as capas dos meus discos possuem a arte que se relaciona com o título do álbum ou de alguma música. 

O menino no barco remando sob o caminho de teclado representa o compositor na sua infância buscando pela felicidade e a realização de seus sonhos e fantasias. 

Um Momento no Paraíso da música é um momento de felicidade e realização. 

O caminho de teclado leva o compositor para lugares  surreais provocando nossa mente imaginativa. 



5 – Li em uma entrevista que você cedeu que assim como muitos, neste momento atual considera a música como um refúgio... particularmente falando, penso isso há muitos anos e a música sempre me ajudou a manter tudo nos eixos, além claro de me manter ativo com divulgações e até tocando.
Eloy Fritsch – Sim eu acredito que, por vezes, a música também seja um refúgio pessoal no qual eu consigo me proteger de momentos de sofrimento e angústia. Mas também este refúgio, que no caso do compositor é solitário, nos faz refletir e perceber o quanto a arte é importante para nós mesmos e o quanto podemos nos beneficiar nos expressando através do ato criativo.  

Quando você encontra alguém que elogia a sua música e encontra um consenso sobre o feeling que você quis transmitir, deve ser algo realmente confortante, certo? afinal, inspirar alguém, entreter, é algo muito difícil.
Eloy Fritsch – A composição musical é algo fascinante. 
A possibilidade de criar com os sons através do sintetizador, computador e teclado eletrônico expande a minha capacidade criativa. As vezes isso fica muito natural e você acaba respirando música e se entorpecendo com o resultado de certas sequencias criativas. 

Eu tenho alguns momentos de realização como compositor: ser o primeiro ouvinte de uma nova composição finalizada, conseguir alcançar o ponto musical desejado e receber o retorno dos ouvintes que foram tocados por essa composição. 

Ser o primeiro ouvinte da minha própria música é um momento muito feliz e de orgulho por ter conseguido alcançar um refinamento artístico que considero satisfatório para aquela produção. Mas para isso preciso ter alcançado o ponto musical desejado de satisfação, ou seja, o ponto em que podemos dizer que a obra está em um estágio que pode ser ouvida e apreciada sem novas alterações relevantes. 

Esse estágio geralmente depende muito do que o compositor entende por obra finalizada. Conseguir alcançar o ponto musical desejado as vezes não é suficiente. 
Em muitas produções devemos ser ainda mais exigentes e buscar ultrapassar esse ponto desejável. Mas mesmo desejando ultrapassar esse ponto, isso nem sempre acontece porque depende de uma série de fatores, inclusive psicológicos e ambientais, fatores estes que podem influenciar muito no resultado final de uma composição. 

No meu caso o feedback de ouvintes que apreciam as minhas músicas é sempre um estímulo para o próximo ato criativo. 

Quando as pessoas me contam que ouviram as músicas e gostaram fico feliz e encaro como uma forma de motivação para manter o ímpeto criativo presente. Por outro lado, também costumo prestar atenção e avaliar as críticas porque muitas vezes são elas que mostram alternativas e outras possibilidades que não foram contempladas em uma determinada produção musical. 

Por fim, com a veiculação dos registros fonográficos, a música deixa de ser apenas a minha obra pessoal e se torna a obra experienciada por todos. A música passa a ser adotada por aqueles que ouvem com frequência e se identificam com ela.  

Esse processo é fascinante e motivador para o compositor. 

6 – Falando um pouco do Apocalypse, sem dúvidas representa muito bem a vertente que se propõe a fazer e entrega canções realmente relevantes, e claro, o público sempre esteve presente e entendendo, mas, olhando esse tempo todo em que as coisas estão sendo produzidas, você consegue enxergar parâmetros que fazem com que esse retorno seja sempre aceitável? digo no ponto de vista também da imprensa, cenário, até porque muita coisa mudou e os shows já não são mais tão cheios quanto antes, nem mesmo as vendas...
Eloy Fritsch – Sim muita coisa mudou. O Apocalypse teve várias formações e várias fases e cada uma delas trouxe uma vivência musical, seja através de gravações e shows que resultou em mais ou menos exposição na mídia. 

Basicamente eu e meu irmão Rui Fritsch que propomos continuar com esse sonho que vem desde nossa infância. Nem sempre concordamos em tudo, mas, pelo tempo que a banda está na ativa, nós podemos concluir que fomos muito parceiros e persistentes. Na verdade, essa persistência nos fez abdicar de outras escolhas que fizemos na vida. 

Olhando para trás, nesses trinta e sete anos de banda tenho orgulho e sinto saudade de todas as amizades, momentos inesquecíveis de shows, viagens e experiências magníficas que tivemos no Apocalypse. Mas o rock progressivo é um nicho de público, assim como o jazz e a música erudita. Basicamente produzimos para esse nicho e é nele que nossa música é ouvida, apreciada e conhecida. 

Penso que seja necessário um olhar crítico avaliando a real capacidade de apreciação musical das pessoas e o quanto elas ainda estão dispostas a parar suas atividades e ouvir música. 

Você sabe o que eu quero dizer: parar de fazer tudo que está fazendo só para ouvir música. Hoje em dia existe uma quantidade tão grande de estímulos que por vezes não conseguimos acompanhar tudo o que está acontecendo. 

Quando criamos o Apocalypse no início dos anos 1980 a realidade era outra. As pessoas focavam mais em ouvir e não existia a internet, celular, TV por assinatura, youtube, computador com Windows, dá para imaginar? Existia uma disposição maior para consumo da música em geral e, por consequência, para consumo da música autoral. 

7 – Quais são os próximos planos da sua carreira? pretende criar algumas novidades para os próximos meses?
Eloy Fritsch – Eu já assinei com a gravadora Groove Unlimited da Holanda para lançar o meu próximo disco que se chamará Cosmic Light. Minha esposa Lauren ouviu as composições das novas músicas e me disse que esse novo disco tinha que ter a palavra “light” no título. 

Como o disco é bem espacial e repleto de sons sintetizados então batizamos de “Cosmic Light”. 
Mas isso é assunto para mais adiante... 

8 – Muito obrigado pela oportunidade e atenção, gostaria de deixar um recado final? o espaço é seu...
Eloy Fritsch – Gostaria de agradecer pela oportunidade de escrever um pouco sobre o novo álbum Moment in Paradise e as minhas impressões sobre essa nova produção. 

Agradeço também pelo apoio de todos que me motivaram e auxiliaram em mais esse sonho realizado. Apesar das adversidades e de tempos difíceis em que vivemos o álbum “Moment in Paradise” se tornou uma realidade e eu fico feliz por ter conseguido superar meus limites ao compor e interpretar essas novas músicas.  
  


Link:

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Eloy Fritsch: Tecladista ganha destaque em importantes jornais gaúchos

Nota:

Com 37 anos de estrada, o tecladista gaúcho ELOY FRITSCH está lançado seu 14º álbum solo, intitulado “Moment in Paradise”. 

Disponível apenas em formato virtual, o trabalho mais uma vez mostra todo o talento e inspiração do músico, que também é um dos fundadores da banda Apocalypse, um dos baluartes do Rock Progressivo brasileiro. Composto, gravado e produzido inteiramente neste período de pandemia, o álbum contém doze faixas que transitam entre diversos estilos, indo do sinfônico ao fusion. 

O tecladista tem concedido entrevistas e tem recebido resenhas extremamente positivas, destacando uma entrevista para a revista digital Teclas e Afins, que pode ser acessada no seguinte link: http://www.teclaseafins.com.br/revista-digital (é necessário criar um login de usuário e comprar a revista em formato PDF).

 

A imprensa gaúcha tem destacado “Moment in Paradise” através de matérias com ELOY FRITSCH. 

Em matéria publicada no jornal Correio do Povo (https://bit.ly/3oVdFcv), a trajetória do músico é relembrada: “Eloy nasceu em 1968. Iniciou sua carreira musical em 1983 quando criou com o irmão Ruy Fritsch e amigos de escola, o grupo de rock progressivo Apocalypse. Com a banda, Fritsch recebeu o prêmio de melhor instrumentista em 1989 no FestPop. 

O Apocalypse lançou 15 álbuns entre CDs e DVDs incluindo álbum ao vivo nos EUA. Ele desenvolve projeto de composição em estúdio desde 1993 com sintetizadores, computadores e teclados eletrônicos. É professor titular no Instituto de Artes da UFRGS lecionando as disciplinas de Trilhas Sonoras, Computação Musical e Música Eletroacústica”.

 

Em entrevista publicada para o jornal O Pioneiro (https://bit.ly/34T2Mjt), o tecladista explicou um pouco sobre seu amor pela música e o poder que ela representa, sobretudo em momentos difíceis: “Acho que a música é um paraíso não só para mim, estamos num momento no qual ela serve de refúgio para várias pessoas. Este disco foi uma maneira de eu me refugiar também no ato de criação, de maneira que eu pudesse exteriorizar coisas que eu estava sentindo, ou coisas das quais eu estava tentando fugir desta realidade bem dura que está acontecendo”.

 

Ouça o álbum no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=Rz_4HZE3RTY

 

Ouça o álbum no Spotify:

https://open.spotify.com/album/12n6RN1JhVTyBcGaRpgCQq

 

Créditos da foto: Ricardo Fritsch

 

Contatos:

Site: www.ef.mus.br

Youtube: https://www.youtube.com/user/effsynth

Facebook: https://www.facebook.com/eloy.fritsch

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Eloy Fritsch: Tecladista do grupo de Rock Progressivo Apocalypse lança novo álbum

Nota:

O compositor e tecladista ELOY FRITSCH lançou, nas plataformas digitais, o novo álbum “Moment in Paradise”. Neste décimo quarto álbum solo o tecladista da banda de Rock Progressivo gaúcha Apocalypse gravou doze novas músicas, incluindo a suíte "High Places", formada por quatro partes em estilo instrumental fusion. 

A composição “Moment in Paradise” é no estilo sinfônico e procura recriar a imagem da capa do álbum que representa o compositor ainda criança navegando em seu bote sobre um caminho de teclado que leva a um lugar de sonhos e fantasias. O álbum ainda traz a composição “Silver Dream”, uma homenagem ao tecladista Keith Emerson do grupo inglês ELP, uma das influências de Fritsch para compor esse disco. 

Ele comenta: “Este álbum é bem diferente do anterior “Journey to the Future” lançado no ano passado. 

Ao invés de ser melódico e eletrônico baseado em sintetizadores, o novo disco é rock e fusion, com uma variedade maior de solos e improvisos nas músicas. Na maioria das composições, além de bateria e baixo, eu uso sons de piano e outros teclados clássicos como o Clavinet, Rhodes Fender, órgão Hamond e Minimoog”.

 

Ouça o álbum no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=IgUth9Hzyuk

 

Ouça o álbum no Spotify:

https://open.spotify.com/album/12n6RN1JhVTyBcGaRpgCQq

 

A maior parte do álbum foi composto e gravado durante a pandemia no estúdio particular do compositor. Fritsch comenta como foi trabalhar durante esse período diferente na vida todos: “Eu tinha vários projetos para 2020 com apresentações musicais e shows com o Apocalypse. Mas com a pandemia foram todos cancelados. Um balde de água fria nas minhas expectativas para esse ano. Então, após um período de depressão e adaptação à nova realidade, consegui energia para voltar a compor produzindo música instrumental e que resultou no novo álbum”.

 

O tecladista gaúcho também está disponibilizando seu novo site, recheado de informações, no endereço www.ef.mus.br.

 

Créditos da foto: Ricardo Fritsch

 

Contatos:

Site: www.ef.mus.br

Youtube: https://www.youtube.com/user/effsynth

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