Não é segredo para os fãs de Metal que o solo inglês é permeado por nomes incríveis no gênero mais difundido do Rock, mas poder ver isso após anos e anos é um privilégio para poucos ouvintes e claro, para as próprias bandas.
O Threshold é um dos exemplos que sobreviveu muito bem nas últimas três décadas e ainda conseguiu trazer inovações em seu Prog. Metal enérgico, se adaptando ao que o cenário estava pedindo.
O seu mais recente álbum atende pelo nome de "Dividing Lines", sendo o décimo segundo registro da carreira, consolida ainda mais o som que os caras vêm produzindo na última década, agora com um pouco mais de apelo comercial (e muito bem-vindo).
A produção não decepciona, tudo é muito requintado e fácil se assimilar, os vocais chamam atenção rapidamente em meio aos riffs marcantes e tempos com viradas bastante manjadas (novamente, nada de mal aqui).
Eu poderia te indicar várias faixas mas os duelos de synth e guitarras em "Hall of Echoes" é para mim o pontapé inicial de curiosidade para conhecer todo este álbum.
No geral, um registro interessante e que marca mais uma boa fase por muitos motivos, desde a volta de Glynn Morgan após um longo período á canções cada vez mais acessíveis, a banda faz por merecer neste álbum e encontra uma ótima mediação entre o que pode ser radiofônico e o lado lógico de suas características.
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Tracklist: