NOTÍCIAS DE ÚLTIMA HORA

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Engrena Fest V: evento ocorre no próximo sábado, dia 12

No próximo sábado, dia 12 de setembro, irá acontecer o "Engrena Fest V", evento este que apresenta 4 bandas do cenário underground relacionadas ao cenário Punk Hardcore, Metal e Alternativo.

Os nomes envolvidos são:

Moved By Instinct (Hardcore - Americana/SP)


Necro Ruído (Death Crust - N.C.O.P.)


Simple Sin (Pós-Punk, Death Rock - Marília/SP) 


Psicodellia (Garage Rock, Psychdellic - Bauru/SP)


Não perca a oportunidade de conferir e apoiar o cenário nacional rico em nomes que batalham dia a dia pelo seu espaço!


APOIADORES:
(somos um dos nomes que apóiam o evento)

SERVIÇO:
Local: Luna Bar Confraria de Ideias
Endereço: Rua 13 de Maio, 880 - Centro - Agudos/SP 
@lunabarconfrariadeideias
Horário: Sábado às 19:00
Couvert artístico: R$7,00 

*Venda de materiais independentes e bar no local*

Realização: @engrenafest
Cartaz por: @thiagobragadev 


Siga as bandas em
@movedbyinstinct
@simple.sin.band
@necroruido 
@psicodelliaa

(A)poio Cultural
@subvertadistrorecs
@tu.pankrecords
@resistadifunda
@lodo.records
@undergrounddd014 
@thesicknesszine 
#edsondogasagudos 
#quinkakosavenida 
@embarcamidia
@geleia.cultural
@programabatalharock

Hurricanes & Hammerhead Blues farão show no próximo dia 11, em São Paulo; Confira detalhes


Amanhã, 11 de setembro, a banda Hurricanes junto ao Hammerhead Blues farão uma apresentação enérgica e cheia de ótimas referências aos anos 70 no A Porta Maldita, em São Paulo.

Foto por: jorgeaugustobm

O Hurricanes surgiu em Santa Maria (RS) em meados de 2016 e apresenta ao público uma proposta densa dos anos 70, combinada ao feeling e técnica do hard/blues característico daquela década.

Formada pelo guitarrista e produtor Leo Mayer e pelo vocalista Rodrigo Cezimbra, mudaram para São Paulo em busca de mais oportunidades e assim, trouxeram para o time os músicos Henrique Cezarino (baixo) e Guilherme Moraes (bateria), aumentando ainda mais a qualidade.

Confira os lançamentos da banda:
Hurricanes (2023):

Back to the Basement (2024):

Freedom (2026):


Dentre os destaques de sua carreira, estão a abertura de show para o The Black Crowes em 2023 e sua participação no "Best of Blues and Rock" dividindo o dia com ninguém menos que o Deep Purple em 2025, além de sua recente participação no Lollapalooza em 2026.

Siga a banda nas redes sociais:



O power trio Hammerhead Blues surgiu no meio da década passada com uma proposta densa do stoner a até uma psicodelia cheia de performances ao vivo no melhor estilo anos 70,.

Apesar de pouco tempo de estrada, os músicos Otavio Cintra (vocal/baixo), Luiz Cardim (guitarra) e William Paiva (bateria) demonstram uma sinergia incrível, rendendo ótimos registros de estúdio.

Dentre os destaques da carreira está a abertura de show para ninguém menos que Glenn Hughes em São Paulo no Vip Station, em 2023.


Conheça os lançamentos da banda:
EP Hammerhead Blues (2017):

Caravan of Light (2019):

After the Storm (2024):


Siga a banda nas redes sociais:


SERVIÇO:
Hurricanes+ Hammerhead Blues
Endereço: Rua Luis Murat, 400 - São Paulo
(8 min da estação do metrô Fradique Coutinho)
Horário: Abertura às 20hrs/Shows às 21:30hrs)
IngressosSympla

ANTECIPADO LOTE 1 30$
LOTE 2 35$
PORTA 40$

PROMOÇÃO DO BAR
2 DRINKS por 35$ 55$ ou 65$

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Helloween no Brasil: conheça um pouco mais dos álbuns que compõem a tour de 40 anos

Um dos maiores nomes do Power Metal mundial está chegando para um grande show no Brasil no próximo dia 19, no Suhai Music Hall em São Paulo, para uma grande celebração de seus 40 anos de existência.

E claro que não vão faltar novidades também pois "Giants & Monsters", seu mais recente álbum, consegue unir uma boa gama de referências da carreira longeva e consolidada.

Mas e que tal conhecer um pouco de seus registros clássicos?

A banda não estava para brincadeira quando lançou seu (hoje) icônico EP "Walls of Jericho" (1985), e a prova disto é a sempre citada em seus setlists "Ride the Sky", uma faixa muito enérgica, pesada e cheia de variações interessantes, tendo Kai Hansen como referência absoluta.

Certamente os álbuns "Keeper Of The Seven Keys Part I" (1987) e "Keeper Of The Seven Keys Part. II" (1988) farão parte deste grande evento, dois dos grandes marcos do metal melódico mundial com suas melodias marcantes, bem como vocais que beiram a perfeição em uma época onde alguns gêneros como o thrash metal estavam apostando na "sujeira" sonora a cada lançamento, indo na contramão de Michael Kiske em seu auge criativo.

"The Time of the Oath" (1996) também marca uma grande conexão com o Brasil e a primeira vez com Andi Deris nos vocais por aqui, já em Better Than Raw" (1998) destaca-se pelo lado denso daquela era.

"Keeper Of The Seven Keys: The Legacy" (2005) com grande referência em São Paulo com a gravação de um DVD antológico aumentou ainda mais a identidade dos alemães por aqui.

Seguindo para os lançamentos mais atuais, vemos o respeito e o carinho de todos com o que estão fazendo, mostrando que além da qualidade de tantos anos, também possuem detalhes de produção que sempre farão parte da mente dos fãs.

Animado para o show? Em São Paulo a data na está ESGOTADA, mas para você que irá acompanhar, sem dúvida alguma terá um grande momento com uma icônica banda!


Serviço:
HELLOWEEN EM SÃO PAULO
Sábado, 19 de setembro de 2026

Local: Suhai Music Hall
Endereço: Shopping SP Market, Av. das Nações Unidas, 22.540 - Jurubatuba, São Paulo - SP
Abertura das portas: 19h00
Horário do show: 21h00
Uma Produção: Mercury Concerts

Classificação etária: 16 (dezesseis) anos desacompanhados. Menores de 16 (quatorze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Peter118 anuncia nova turnê pelo Reino Unido com agenda intensa de shows


Banda britânica de punk rock cristão prepara uma série de apresentações entre agosto e fevereiro, enquanto amplia sua presença internacional e vive uma nova fase na carreira

A Peter118 anunciou uma nova sequência de apresentações pelo Reino Unido, reforçando sua presença no circuito independente britânico. A agenda reúne shows em diferentes cidades e espaços tradicionais da cena alternativa, levando ao público uma combinação de punk rock, energia ao vivo e letras sobre fé, esperança, amor e transformação.

Fundada por Peter Szczepanski, a banda começou a ganhar forma entre 2012 e 2014, a partir da experiência do músico na cena punk de Stoke-on-Trent e de sua conversão ao cristianismo, ocorrida em 2005. Ao longo de mais de uma década, o projeto atravessou diferentes formações e momentos musicais, mantendo Peter como seu principal eixo criativo.

Com influências de Green Day, Rancid, The Offspring e Ramones, a Peter118 aposta em músicas curtas, diretas e acessíveis, refrões marcantes e apresentações intensas. A proposta une a atitude do punk rock a mensagens positivas, construindo uma identidade capaz de dialogar tanto com ambientes cristãos quanto com o público secular.

A nova turnê inclui apresentações no 32 Long St e no Hayloft, em 29 de agosto; no Hogshead Wolverhampton, em 30 de agosto; no Supersonic Bar, em 4 de setembro; no The Polished Knob, em 5 de setembro; além de dois compromissos em 20 de setembro, no Bikers Church e no The Cock & Greyhound.

A agenda continua em novembro, com shows no Elements Live Lounge, The Jesse Boot e The Old Post Office. Em dezembro, a banda passa pelo Moorland Inn, Albert’s Corner, Supersonic Bar e The Butchers Arms. O calendário divulgado também prevê uma apresentação no The Latch Lifter, em 7 de fevereiro.

Nova fase e expansão internacional

A turnê chega em um momento importante para a Peter118. Depois de anos de construção independente, a banda amplia sua exposição internacional e direciona sua estratégia para novos lançamentos, produção de conteúdo digital, apresentações ao vivo e expansão para a América Latina.

Entre os resultados recentes está o desempenho de “Die For You”, que alcançou o primeiro lugar na Amazon Music UK na categoria de novos lançamentos de rock e também figurou entre as músicas mais vendidas da plataforma. Já “This Town” chegou à 12ª posição em um chart britânico geral, disputado tanto por artistas cristãos quanto por nomes da música secular. O resultado ganha ainda mais relevância justamente pela amplitude da concorrência e consolida um importante marco na trajetória da Peter118.

O repertório reúne faixas como “Radio”, “Need You More”, “Make It or Break It”, “Waiting”, “Excrutiantal”, “Great I Am”, “Money & Lies”, “For Your Glory”, “Rolling Stone”, “Thinking of You”, “Rise in Me”, “Die For You” e “This Town”. A discografia inclui ainda os EPs UK Christian Punk Rock, Anthology e Live in L.A..

A trajetória internacional da Peter118 já passou por Reino Unido, Europa, Estados Unidos, Japão e Polônia, com participações em festivais como Slam Dunk Festival, Rainbow Rock Festivals, Meltdown Festival, Rock Alive Festival, Edinburgh Festival, The Objective Festival e Slot Art Fest.

Foto: Divulgação

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Facing Fear escancara a exaustão das ruas no novo single "Burnout"

Acelerando rumo ao novo álbum, a banda carioca libera single que aborda o esgotamento mental com o autêntico espírito do Heavy Metal Tradicional.

 

O quinteto carioca Facing Fear deu mais um passo rumo ao lançamento de seu terceiro disco de estúdio. A banda já disponibilizou em todos os aplicativos de música o single inédito "Burnout". A faixa, lançada no dia 28 de agosto, faz parte da estratégia de lançamentos em cascata escolhida pelo grupo para apresentar o álbum "Keep the Heavy Metal Alive!", que conta com o apoio do selo Heavy.Future e do influenciador Ocaradometal para sua promoção.

Para ilustrar visualmente a mensagem da música, a banda também lançou um videoclipe oficial para “Burnout”. O material conta com a participação especial de Bárbara Oliveira (do canal Rock Girls) e intercala uma narrativa com cenas eletrizantes do quinteto em ação no palco do icônico Heavy Beer, no Rio de Janeiro. Mantendo o controle criativo sobre sua obra, a direção e o roteiro do clipe foram assinados pela própria banda, enquanto a produção de vídeo ficou a cargo da Marcheti Produções. 

Com "Burnout", a banda utiliza a sonoridade característica da Nova Onda do Heavy Metal Tradicional (NWOTHM) para traduzir a estafa mental e a luta diária. A letra reflete a pressão de viver no limite, correndo atrás de sonhos enquanto a energia se esgota, ilustrando bem essa sensação de sufoco e a batalha constante para sobreviver no cotidiano das ruas.

O tema ganha vida através das guitarras sempre afiadas de Raphael Dantas e John Killesh, aliadas à cozinha de Pedro Baumgarten (baixo) e Patrick Augusto (bateria – que apenas gravou o disco). Tudo isso guiado pela voz marcante de Terry Painkiller. Atualmente a banda conta com Filipe Barbosa no comando das baquetas. Com "Burnout" já disponível, o cronograma do grupo segue forte: o calendário prevê a chegada de "Ain't Nothin' Else Matter To You" e "God Chose His Children (But I Ain't In That Hang)" em 18 de setembro. A jornada termina com o lançamento do disco completo no dia 9 de outubro.

 

Sobre o Facing Fear:

Formada no subúrbio do Rio de Janeiro no final de 2016, a banda despontou na cena ao unir a paixão pela estética oitentista da NWOBHM com uma pegada própria. O grupo tem na bagagem o EP "Lutaremos pelo Metal" (2017) e os álbuns "Ana Jansen" (2019) e "Marginal Metal" (2022). Em sua rotina de shows pelo Brasil, os músicos já dividiram palco com nomes como Azul Limão, Black Pantera, Lyria e Flagelador, mostrando que o Heavy Metal tradicional segue em plena renovação no país.

 

Ouça o single:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/0ndEtjNb9bZ9WjgLdY2ymi

 

Assista ao vídeo clipe:

https://www.youtube.com/watch?v=9fCDx0QdAXY

 

Créditos da foto: Paola Velozo

 

Contatos:

Facebook: https://www.facebook.com/Facingfearhmb

Instagram: https://www.instagram.com/facingfearbr

TikTok: https://www.tiktok.com/@facingfearbr

YouTube: https://www.youtube.com/@FacingFear

 

Heavy.Future:

Site: https://heavy-future.gitbook.io

Instagram: https://www.instagram.com/heavy.future

Contatos: comercial@ocaradometal.com.br

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Sha-Boom - Já disponível "Another Nail In The Coffin", novo álbum dos suecos após vinte anos de silêncio

Credito Foto: Divulgação 

Depois de mais de vinte anos de silêncio, os lendários rockers do SHA‑BOOM retornam mais barulhentos do que nunca com seu explosivo novo álbum, "Another Nail In The Coffin".
 
O SHA‑BOOM irrompeu em Estocolmo em 1987 e, em poucos meses, já dividia palcos de festivais com a realeza do hard rock escandinavo, como Europe e Treat. Seu single de estreia, o hino 'R.O.C.K.', feito para manter os punhos no alto, disparou diretamente para o primeiro lugar na Suécia e na Noruega, e o álbum autointitulado que veio em seguida confirmou o SHA‑BOOM como um dos grupos de rock melódico mais marcantes da época.
 
Após essa ascensão meteórica, a banda se afastou do ritmo implacável dos holofotes, enquanto sua música continuou a ressoar com os fãs ao longo dos anos. Agora, décadas depois, Dag Finn, como sempre a força motriz por trás do SHA‑BOOM, retorna ao comando com energia e propósito renovados, pronto para continuar exatamente de onde a banda parou.
 
Com grandes refrãos e muitos sorrisos, "Another Nail In The Coffin" só quer levar os ouvintes de volta aos dias em que diversão era o objetivo principal nesse jogo chamado rock & roll.
 
"Another Nail In The Coffin" é um álbum que conecta gerações com um estilo de rock & roll despretensioso e sem concessões. 'Never Stop' é puro AOR, perfeito para pegar a estrada com um carro conversível; 'Walk (Far Away)' é uma grande canção marítima de rock&roll, cheia de camadas e com um toque de glam; 'Another Nail in the Coffin' tem o swagger e a atitude do Def Leppard do início; e 'One More Drink for the Road' leva a família SHA‑BOOM ao modo totalmente geracional, quando a filha do amigo e colaborador de longa data de Finn, Thomas Vikström (Therion, Candlemass), a cantora Linnéa Vikström, do Thundermother, se juntou à festa.
 
O resultado é um disco que soa vital, com o espírito inconfundível de uma banda que um dia ajudou a definir uma cena e agora se recusa a ser apenas uma lembrança. Produzido e mixado pelo renomado Erik Mårtensson, da reconhecida banda Eclipse, "Another Nail In The Coffin" é uma viagem de volta aos dias dourados dos anos 80, quando músicas e melodias realmente importavam.
 
O SHA‑BOOM está pronto para lembrar ao mundo por que seu nome ainda ecoa na história do rock escandinavo.
 
"Another Nail In The Coffin" é um lançamento da parceria Shinigami Records / Silver Lining Music. Adquira sua cópia em https://bit.ly/4cl6WTo.
 
TRACKLIST
1. Never Stop
2. Another Nail in the Coffin
3. Walk (Far Away)
4. The Sun, the Moon, the Stars
5. Let's Go (88)
6. Out of Control
7. Farewell, Goodbye
8. Back on the Streets
9. A Million Miles Away
10. One More Drink for the Road (Feat. Linnéa Vikström)
11. Emergency
 
FORMAÇÃO
Dag Finn - Vocal
Erik Mårtensson - Guitarra, Baixo & Backing Vocals
Thomas Broman - Bateria
Jonas Öijvall - Teclados
Thomas Vikström - Backing Vocals
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS / SILVER LINING MUSIC

Exumer - Já à venda "Death Mask Messiah", novo álbum dos ícones do thrash metal alemão

 
Crédito Foto: Morgenrot Visions

Durante sua fase inicial nos anos 1980, o EXUMER foi uma das bandas mais importantes do nascente thrash metal underground alemão, mas sua presença contínua nos anos 2020 não tem nada a ver com tentar reviver as glórias da juventude. Em "Death Mask Messiah", o sexto álbum do EXUMER, eles soam tão ferozes, famintos e criativamente vitais como nunca. E isso é totalmente intencional. Quando a banda se reformou em 2008, após quase duas décadas de silêncio (exceto por uma apresentação no Wacken Open Air em 2001), o acordo era que eles não recorreriam à nostalgia barata. Se o EXUMER fosse voltar a ser uma banda, seria uma banda ativa, dedicada ao ofício do thrash metal, com os olhos fixos apenas no futuro.
 
A chama do EXUMER foi acesa pela primeira vez em Frankfurt, em 1985, no caldeirão de um movimento nascente de thrash teutônico. Mem V. Stein e o guitarrista Ray Mensh haviam se encontrado brevemente em 1983, no trem para o festival Monsters of Rock em Kaiserslautern, mas só quando se reencontraram na parada de Frankfurt da turnê Hell Awaits, do Slayer, dois verões europeus depois, surgiu a ideia de formar uma banda juntos.
 
O mundo que recebeu a primeira demo do EXUMER, A Mortal in Black (1985), e seu agora clássico álbum de estreia, Possessed by Fire (1986), era um mundo firmemente dominado pela explosão do thrash.
 
O EXUMER voltou à vida em 2008, 17 anos depois do fim de sua primeira fase. Isso nos leva a "Death Mask Messiah", o primeiro álbum do EXUMER desde 2019, e um do qual a banda está extremamente orgulhosa de ter sob seus (não municiados) cintos. "É o mais verdadeiro que conseguimos ser", comemora Stein, e ele não está brincando. "Death Mask Messiah" é um disco contundente e dinâmico, feito por uma banda que só poderia tê-lo criado seguindo seu próprio código. O intervalo mais longo entre lançamentos é atípico, e a pandemia de COVID-19 certamente teve algo a ver com isso, mas Stein diz que nunca quer que o EXUMER seja uma banda que lança um álbum a cada dois anos por obrigação.
 
"Death Mask Messiah" vale qualquer espera. O EXUMER está quase assustadoramente afiado, tocando 42 minutos de thrash moderno e musculoso com uma precisão fria e uma intensidade impossível de falsificar. Os riffs são afiados como navalhas, os solos são incandescentes, a bateria é avassaladora, e a performance vocal de Stein é um caldeirão fervente de fúria deliberadamente controlada, liberada em uma barragem de sílabas cortadas e gritos estrangulados que ainda conseguem ser cativantes. Na verdade, "Death Mask Messiah" está repleto de ganchos, sem perder um grama da brutalidade que serve de alicerce ao álbum. O disco também soa notavelmente orgânico, algo que Stein credita ao processo de composição híbrido, mas fundamentalmente old school, do EXUMER.
 
As gravações correram bem, mesmo com dois novos membros para integrar. O baixista Alex Voss e o baterista Jerome Reil fazem suas estreias registradas no EXUMER em "Death Mask Messiah", e juntos formam uma seção rítmica formidável que sustenta os riffs e solos de Mensh e do co-guitarrista Marc Bräutigam. "Death Mask Messiah" também marcou uma grande estreia para Bräutigam, que escreveu duas músicas ('Frozen Ground', 'Ravishing Waste') para o álbum. Bräutigam entrou na banda em 2013 e há muito tempo faz contribuições significativas e críticas ao material, mas estas são suas primeiras composições completas para o EXUMER. As sessões foram concluídas em janeiro de 2026, e Arthur Rizk finalizou a mixagem e masterização no mês seguinte. Assim que Rizk enviou os arquivos, a banda teve certeza de que tinha algo especial. "Quando tudo fica pronto e você ouve o resultado final, sente orgulho, porque isso é música de verdade, feita por pessoas de verdade", diz Stein. "Nada de porcaria de IA, nada de troca de arquivos. Ainda é coisa real."
 
"Death Mask Messiah" deve impactar ainda mais quem prestar atenção às palavras de Stein. Em um conjunto de esboços líricos vagamente conectados, Stein traça paralelos precisos entre o inferno da política americana contemporânea e o cerco de 1993 ao complexo Branch Davidian em Waco, Texas, que levou à morte de 76 pessoas, incluindo 28 crianças. "David Koresh era um falso profeta e usava uma máscara da morte, manipulando e conduzindo seus seguidores à morte certa", diz Stein. "No entanto, a desinformação que o governo federal usou nos anos 1990 é o mesmo manual que está sendo usado hoje, e é o denominador comum entre a liderança do passado e do presente."
 
Os políticos sanguessugas e falsos salvadores que povoam "Death Mask Messiah" não são os únicos culpados. O espelho também é virado para nós. Stein está preocupado com as intermináveis guerras culturais que dividem as pessoas inutilmente e faz um apelo por solidariedade real e pela rejeição do niilismo que pode parecer tão tentador nestes tempos inglórios. Isso pode parecer ingênuo, mas talvez "Death Mask Messiah" consiga devolver parte do significado que este mundo sombrio parece determinado a arrancar das pessoas. A arte importa. A música importa. Stein chama este novo álbum de uma "segunda primavera para o Exumer", onde "tudo floresce, e é um novo começo", e essa sensação de renascimento se estende ao ouvinte. Ao levar seu ofício tão a sério, o EXUMER representa um dedo médio erguido contra o cinismo. Se eles conseguem, você também consegue.
 
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Metal Blade Records. Adquira sua cópia aqui: https://bit.ly/4cljPNp.


 TRACKLIST
1. Death Mask Messiah
2. Blinding Skies
3. Sin Bleeder
4. Eradication
5. Ravishing Waste
6. Allocated Savagery
7. Serpent
8. Fratricide
9. Scorcher
10. Frozen Ground
11. Unchained Angel
 
FORMAÇÃO
Mem V. Stein - Vocal
Ray Mensh - Guitarra
Marc B. - Guitarra
Alex Voss - Baixo
Jerome Reil - Bateria
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/METAL BLADE RECORDS
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