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sexta-feira, 19 de junho de 2026

Ploho, pós-punk da Rússia, volta ao Brasil em novembro

Crédito: Divulgação

Apontada pela revista americana ReGen Magazine como uma das principais vozes da nova onda da música russa, a Ploho volta ao Brasil em novembro de 2026 com uma turnê de seis shows. A banda passa por São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belém na etapa nacional da turnê latino-americana 2026, apresentada pela GOS Concerts e, no país, em parceria com a Xaninho Discos.

Ingressos à venda na tiqueteira 101tickets.

A nova passagem amplia a relação da Ploho com o público brasileiro. Em 2024, a banda fez sua primeira apresentação no país em show único em São Paulo.

Formada em 2013, em Novosibirsk, na Sibéria, a Ploho se tornou um dos nomes mais reconhecidos da geração recente do pós-punk russo. A banda nasceu longe do eixo Moscou–São Petersburgo e transformou essa geografia em parte de sua identidade: guitarras frias, baixo em primeiro plano, sintetizadores econômicos e letras em russo sobre isolamento urbano, desencanto, memória e tensão social.

O nome da banda também ajuda a entender seu universo. Em russo, “ploho” significa algo próximo de “mal” ou “ruim”. A escolha combina com uma música seca, direta e pouco interessada em brilho artificial.

A Ploho costuma ser aproximada de nomes como Molchat Doma, Motorama e Human Tetris, referências que ajudam o público brasileiro a localizar a cena. Mas a banda de Novosibirsk tem trajetória própria. Sua base passa pelo rock russo dos anos 1980, pela herança de Kino, pela new wave soviética e pelo pós-punk europeu, sem abandonar o idioma russo nem transformar essa herança em simples exercício de nostalgia.

O reconhecimento internacional ganhou força a partir da segunda metade dos anos 2010. Em 2020, a Ploho assinou um contrato de múltiplos álbuns com a Artoffact Records, selo canadense ligado à música alternativa, industrial, darkwave e pós-punk. Naquele período, a ReGen Magazine apresentou a banda como uma das vozes principais da nova onda da música russa, destacando a combinação entre rock russo, pós-punk e new wave.

O Post-Punk.com, uma das publicações internacionais mais dedicadas ao gênero, também colocou a Ploho no centro de uma conversa sobre o pós-punk pós-soviético ao lado de Molchat Doma. A colaboração entre as duas bandas, “По краю острова”, ajudou a aproximar a Ploho de ouvintes que descobriram a cena do Leste Europeu pelo streaming, mas a banda seguiu por um caminho menos dependente do fenômeno digital e mais ligado a catálogo, turnês e circuito independente.

A discografia mostra essa construção. Depois de uma sequência inicial de lançamentos independentes, a banda consolidou sua presença com “Куда птицы улетают умирать” (“Where the Birds Fly Away to Die”), de 2018, e “Пыль” (“Pyl”), de 2019. A fase internacional ganhou corpo com “Фантомные Чувства” (“Phantom Feelings”), de 2021, e “Когда душа спит” (“When the Soul Sleeps”), de 2022.

Em 2024, a Ploho lançou “Почва” (“Soil”), um dos discos mais importantes de sua fase recente. O álbum preserva a assinatura sonora da banda, com baixo marcado, voz grave e sintetizadores contidos, mas amplia o campo temático para questões como desgaste social, destruição ambiental, anticapitalismo e sobrevivência emocional. É um disco menos preso à névoa nostálgica do pós-punk e mais ligado à sensação de viver em um tempo instável.

A fase recente também passa pelo deslocamento. Após a invasão russa da Ucrânia, a Ploho deixou a Rússia e passou a operar fora do país. Em entrevista ao The Moscow Times, Viktor Uzhakov, vocalista e guitarrista da banda, afirmou que a vida em Novosibirsk carregava uma depressão própria, enquanto a fase posterior passou a abrir espaço para temas sociais e afetivos. Mesmo nesse novo contexto, a banda manteve o russo como idioma central de suas canções.

Esse ponto dá à Ploho uma força particular no circuito alternativo atual. É uma banda profundamente ligada à língua, à memória e ao imaginário russo, mas que circula cada vez mais por plateias da Europa, da Ásia e da América Latina. A origem siberiana permanece no som, enquanto o deslocamento recente acrescenta outra camada à leitura das músicas.

Ao vivo, a Ploho trabalha mais pela tensão do que pelo excesso. As músicas avançam com baixo repetitivo, bateria direta, voz grave e guitarras que criam uma paisagem fria sem transformar o show em peça de museu dos anos 1980. A força está na contenção: poucas cores, melodias persistentes e uma atmosfera que cresce pela repetição.

A turnê brasileira chega em um momento de atividade contínua. Em 2025, a banda lançou uma edição deluxe de “Почва”, com faixas extras, demos e versões alternativas. Em 2026, colocou nas plataformas “Dobrolet Sessions”, registro que reforça a presença do repertório ao vivo, além de novos singles como “Плохо с тобой”.

Antes de chegar ao Brasil, a turnê passa por Guadalajara, Querétaro e Cidade do México, no México; San José, na Costa Rica; Lima, no Peru; Buenos Aires, na Argentina; e Santiago, no Chile.



SERVIÇO | Ploho no Brasil


São Paulo (SP)

Data: 2 de novembro de 2026, segunda-feira

Horário: 19h às 23h30

Local: Madame Underground Club

Endereço: Rua Conselheiro Ramalho, 873 — Bela Vista — São Paulo (SP)

Ingressos: www.sympla.com.br/evento/post-punk-brasil-apresenta-ploho-russia/3455333


Curitiba (PR)

Data: 4 de novembro de 2026, quarta-feira

Local: Basement Cultural

Endereço: Rua Desembargador Benvindo Valente, 260, São Francisco, Curitiba (PR)

Ingressos: https://101tickets.com.br/events/details/Ploho-em-Curitiba


Florianópolis (SC)

Data: 5 de novembro de 2026, quinta-feira

Local: Desgosto

Endereço: Rua Padre Roma, 174, Florianópolis, Santa Catarina

Endereço: a confirmar

Ingressos: https://101tickets.com.br/events/details/Ploho-em-Florianopolis


Porto Alegre (RS)

Data: 6 de novembro de 2026, sexta-feira

Local: Ocidente

Endereço: Avenida Osvaldo Aranha, 960, Bom Fim, Porto Alegre (RS)

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Ploho-em-Porto-Alegre


Rio de Janeiro (RJ)

Data: 7 de novembro de 2026, sábado

Local: Teatro Odisséia

Endereço: Avenida Mem de Sá, 66, Lapa, Rio de Janeiro (RJ)

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Ploho-no-Rio-de-Janeiro


Belém (PA)

Data: 8 de novembro de 2026, domingo

Local: Studio Pub

Endereço: Travessa Presidente Pernambuco 277, Belém (PR)

Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Ploho-em-Belem

Dethklok sai do virtual e estreia no Brasil em outubro com Gene Hoglan na bateria

Banda foi criada em famosa animação adulta do Cartoon Network

O Dethklok, banda criada dentro de Metalocalypse, animação adulta exibida pelo Adult Swim (famosa nos anos 2000 na Cartoon Network) e que ao vivo é formada por músicos consagrados do heavy metal, estreia no Brasil em 27 de outubro de 2026, com apresentação única na Burning House, em São Paulo. O show é uma realização da Rodia Soundwave Agency LLC e da Xaninho Discos, com ingressos à venda pela 101 Tickets.

A versão ao vivo do Dethklok é liderada por Brendon Small, criador de Metalocalypse e responsável por transformar a banda fictícia em um projeto musical real. Nos shows, Small assume guitarra e voz, ao lado de Gene Hoglan (Death, Dark Angel, Testament e Strapping Young Lad) na bateria, Pete Griffin (Steve Vai, Paul Gilbert e Zakk Wylde) no baixo e Nili Brosh na guitarra.

Criado em 2006 por Brendon Small e Tommy Blacha, o Dethklok começou como uma banda fictícia de death metal dentro da série, mas ganhou vida própria fora da tela, com discos, turnês e repertório executado ao vivo.

O Adult Swim, de onde saiu Metalocalypse, era a faixa de programação adulta ligada ao Cartoon Network nos Estados Unidos, conhecida por animações voltadas ao público adulto, com humor ácido, violência gráfica e linguagem de sátira.

Em Metalocalypse, o Dethklok é retratado como uma banda de death metal de proporções absurdas, capaz de mover multidões, dinheiro e destruição. A série usava esse exagero para satirizar o estrelato, a indústria musical, o consumo e os clichês do metal extremo.

Mas a música nunca ficou apenas no campo da piada: Brendon Small, também responsável pela construção musical do projeto, escreveu canções reais, com riffs, vocais guturais, peso de death metal melódico e estruturas que funcionam fora do contexto da animação.

A bateria nas gravações ficou a cargo de Gene Hoglan, músico ligado a nomes como Death, Dark Angel, Testament e Strapping Young Lad, o que ajudou a dar consistência ao projeto também para o público do metal.

O primeiro álbum, The Dethalbum, saiu em 2007 e marcou a passagem do Dethklok da televisão para o mercado fonográfico. O disco reuniu músicas apresentadas ou associadas à série, como “Murmaider”, “Awaken”, “Thunderhorse”, “Go Into the Water” e “Duncan Hills Coffee Jingle”, faixa que nasceu como um falso jingle publicitário dentro de Metalocalypse e se tornou uma das músicas mais reconhecidas do repertório.

A discografia continuou com Dethalbum II (2009) e Dethalbum III (2012), que consolidaram a banda como um caso incomum no metal: um projeto criado para uma animação adulta, mas com alcance real em discos, shows e público próprio. Em 2013, The Doomstar Requiem - A Klok Opera ampliou o universo da série em formato de ópera metal, misturando narrativa, personagens e composições feitas para avançar a história de Metalocalypse.

Depois de um hiato longo, o Dethklok voltou a ganhar força em 2023 com Dethalbum IV e o filme Metalocalypse: Army of the Doomstar, que retomou o universo da banda e fechou arcos aguardados pelos fãs da série.

Em 2026, ano em que o projeto completa 20 anos, o Dethklok também revisitou seu álbum de estreia com The Dethalbum DKXX: Dethmastered, versão remixada e remasterizada. A turnê atual celebra essas duas décadas de trajetória e reforça o formato que marcou a banda ao vivo, com repertório de diferentes fases e projeções ligadas ao universo de Metalocalypse.

No palco, o Dethklok funciona como um show de metal e também como uma extensão audiovisual da série. A apresentação combina a animação e a estética extrema que tornou o projeto reconhecível dentro e fora do público de animação.



SERVIÇO

Dethlok em São Paulo/SP

Data: 27 de outubro de 2026

Local: Burning House (Avenida Santa Marina, 247. Bairro Água Branca, São Paulo/SP)

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/DETHKLOK-EM-SAO-PAULO

Realização: Rodia Soundwave Agency LLC e Xaninho Discos


SKIN CULTURE assina com a Combat Records e amplia presença global

Foto por @rafiusk_rmc

Banda brasileira fortalece presença internacional ao integrar casting de selo histórico do metal

A banda brasileira SKIN CULTURE anuncia oficialmente sua entrada no casting da lendária Combat Records, um dos selos mais influentes da história do metal mundial.

Responsável por lançar nomes fundamentais como Megadeth, Exodus, Death, Possessed, Nuclear Assault, Venom, Agnostic Front, Circle Jerks, Cro-Mags, dentre outros medalhões, a Combat Records inicia uma nova fase em 2026, agora com sede na Alemanha e atuação global voltada à distribuição, turnês e festivais.​

A parceria marca um novo capítulo na trajetória do SKIN CULTURE, consolidando sua expansão internacional e ampliando o alcance de sua sonoridade.​

“Estamos entusiasmados em trabalhar com o SKIN CULTURE e levar sua força para novos territórios”, afirmam Robert Dujmusic e Alex Stojac, presidentes da Combat Records.

Formado em 2004, na capital paulista, o SKIN CULTURE consolidou-se como um dos principais nomes do groove metal nacional, incorporando influências modernas do djent e do deathcore. Ao longo de sua trajetória, lançou cinco álbuns de estúdio, três singles e um DVD documental, construindo uma identidade sonora sólida aliada a uma presença de palco marcante.

Musicalmente, o grupo apresenta uma abordagem agressiva e contemporânea, dialogando com referências como Meshuggah, Pantera, Sepultura, Machine Head e Fear Factory, além de nomes da nova geração, como Slaughter to Prevail e Chelsea Grin.

Seu trabalho mais recente, Lazarus Eclipse (2019), marcou uma fase de amadurecimento artístico, reunindo metalcore, groove, djent e deathcore em uma sonoridade moderna, pesada e altamente refinada — direcionamento que segue como base para os próximos lançamentos. Entre os destaques estão faixas como “Fall On Knees”, “Breathing Sulfur” e “Knockout”, que evidenciam a força e versatilidade do grupo.

Assista o vídeo clicando aqui!

Com passagens por grandes palcos, o grupo já integrou eventos de relevância internacional, como o Monsters of Rock Argentina (co-headliner ao lado do Sepultura, em 2007), além de festivais como o Loading Music Fest (Goiânia, 2010) e a Virada Cultural de São Paulo (2011). Ao longo dos anos, dividiu palco com nomes como Korn, Hatebreed, Ill Niño, Fear Factory, Misfits, Soulfly, Chimaira e Napalm Death, entre outros.​

Com mais de duas décadas de carreira, o SKIN CULTURE — atualmente formado por Shucky Miranda (vocal), Fred Barros (guitarra e vocal), Alex Roque (guitarra), Diego Santiago (baixo) e Meyson Ramos (bateria) — inicia uma nova fase com foco no mercado internacional e uma série de novos lançamentos em andamento.

Siga a SKIN CULTURE em: @skincultureofficial


Assessoria de Imprensa:

JZ PRESS (@jzpressassessoria)

Guitarrista Bryce VanHoosen testa sistema in-ear ultracompacto ao vivo no festival Hell's Heroes

 

Em novo vídeo, o músico detalha como superou limitações logísticas utilizando um 'fly rig' portátil para show com público de 3.000 pessoas.

 

O guitarrista Bryce VanHoosen, integrante das bandas Silver Talon e Leather Leone, publicou um novo vídeo detalhando o uso do sistema de monitoramento sem fio in-ear Xvive U45 R4 durante o festival Hell's Heroes. A apresentação com o grupo da vocalista Leather Leone ocorreu no palco externo do White Oak Music Hall, em Houston, Texas, para um público estimado em 3.000 pessoas. Para o show no Texas, a logística da viagem de avião a partir de Portland (Oregon) impediu o transporte do rack de monitoramento padrão de 12 unidades utilizado pela banda. Como solução, VanHoosen precisou montar um equipamento alternativo ultracompacto que coubesse inteiramente em uma mochila. A configuração incluiu um pequeno mixer analógico de três canais, um notebook para rotear o metrônomo (click) e faixas de guia, além do conjunto transmissor e receptores da Xvive.

 

O músico explicou a importância do sistema para a execução ao vivo: "Eu e os caras temos usado fones in-ear na minha banda Silver Talon desde que começamos com o projeto lá em 2018. E quando você se acostuma com todo esse esquema de monitoramento, é muito difícil voltar atrás e tocar na raça. Quando você toca algo um pouco mais técnico, voltado para o Metal, é importante manter tudo o mais amarrado possível, com todo mundo bem alinhado e no tempo correto."

 

A dinâmica de ensaios com Leather Leone, que reside em outra cidade, também foi um fator determinante para a adoção da tecnologia. "Isso se torna ainda mais essencial quando tocamos o material da Leather, porque ela mora em São Francisco e o resto da banda fica aqui em Portland, então não conseguimos ensaiar juntos o tempo todo. É muito fácil se perder nessas músicas sem a faixa de voz rolando por trás", destacou Bryce.

 

No vídeo, o equipamento foi submetido a condições reais de uma grande apresentação. Sobre o desempenho, VanHoosen comentou: "Chegando em Houston, não tivemos nenhum problema. Nada de quedas de sinal ou falhas no som. Tudo correu perfeitamente. Fiquei muito surpreso com a qualidade em um sistema tão barato." O guitarrista ponderou os prós e contras de um sistema tão reduzido, mas concluiu positivamente: "O veredito final é que o Xvive U45 R4 deu conta do recado de forma impecável na apresentação. É a experiência in-ear definitiva? Não, se você quer ter sua própria mixagem isolada. Mas, pelo preço e pelo tamanho ultracompacto, eu definitivamente recomendo."

 

Além de seu trabalho com o Silver Talon, que prepara um novo disco com lançamento para breve, e os shows com Leather Leone, VanHoosen mantém uma forte presença no YouTube produzindo conteúdo técnico focado em equipamentos, amplificadores e guitarras. O vídeo completo com os bastidores do show e a explicação do roteamento de áudio pode ser assistido no canal oficial de Bryce VanHoosen no YouTube.

 

Assista ao vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=uIQ1be-joIk

 

Créditos da foto: Reprodução/vídeo

 

Contatos:

Site oficial: https://brycevanhoosen.com

Facebook: https://www.facebook.com/brycevanhoosen

Instagram: https://www.instagram.com/bvanhoosen

YouTube: https://www.youtube.com/BryceVanHoosen

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

OUTER GENESIS relança álbum de estreia em versão remasterizada e reforça legado do Metal Alternativo mineiro

Foto por Natanael Sousa

A banda mineira Outer Genesis celebra um importante capítulo de sua trajetória com o relançamento remasterizado de Vast Universe, seu álbum de estreia. Originalmente lançado em outubro de 2018, o trabalho retorna ao público com nova masterização assinada por Flávio Libório, profissional com mais de 15 anos de experiência no mercado fonográfico, conhecido por trabalhos realizados para os mais diversos artistas de diferentes estilos musicais, apresentando uma sonoridade mais moderna, pesada e dinâmica, sem perder a essência que transformou o disco em um marco na história do grupo.

Fundada em julho de 2009 na cidade de Carmo do Paranaíba (MG), a Outer Genesis levou quase uma década para transformar suas ideias em seu primeiro álbum completo. Entre a criação da banda e a concretização do projeto, foram anos de amadurecimento artístico, composição e planejamento. O processo ganhou força em 2016, quando a formação definitiva permitiu o início de uma intensa jornada de produção.

Buscando traduzir com fidelidade a complexidade de suas composições, o grupo uniu forças com o produtor musical e engenheiro de áudio Phil Brant, graduado pela Middle Tennessee State University. O desenvolvimento de Vast Universe envolveu cerca de seis meses de pré-produção, um ano alternando sessões de gravação e refinamento criativo, além de aproximadamente dez meses dedicados à produção, mixagem, masterização e pós-produção.

O resultado foi um álbum de oito faixas que apresenta a identidade sonora da Outer Genesis através da fusão entre Alternative Metal, Rock Alternativo e elementos de Metal Progressivo. A obra combina riffs pesados, linhas de baixo marcantes, baterias intensas, texturas atmosféricas de guitarra, teclados cuidadosamente elaborados e vocais versáteis, criando uma experiência musical que transita entre agressividade, melancolia e contemplação.

A proposta conceitual do álbum está diretamente ligada ao próprio título. Em Vast Universe, a banda explora os limites entre o humano e o cósmico, utilizando a vastidão do universo como metáfora para reflexões sobre existência, consciência, vida, morte e os questionamentos que acompanham a experiência humana. As letras, assinadas pelo baixista Caio ‘Mr. Mad Nights’ Melo, aprofundam essa abordagem existencial, tornando o disco uma obra de forte identidade artística e filosófica.

Ouça o álbum remasterizado em https://sptfy.com/outergenesis

Desde seu lançamento original, Vast Universe conquistou ouvintes dentro e fora do Brasil, tornando-se a base sobre a qual a Outer Genesis construiu sua trajetória. O trabalho chegou a receber uma versão experimental de masterização em 2022, mas é na remasterização de 2025 que o disco alcança sua forma mais refinada.

A nova remasterização, conduzida por Flávio Libório, trouxe maior definição, profundidade e impacto para cada composição. Os detalhes dos arranjos ganharam mais clareza, enquanto a dinâmica geral do álbum foi aprimorada para os padrões atuais de audição, proporcionando uma experiência mais imersiva tanto para antigos fãs quanto para novos ouvintes.

Mais do que uma simples atualização técnica, o relançamento representa uma reafirmação da relevância de Vast Universe dentro da discografia da Outer Genesis. O álbum permanece como um retrato fiel da identidade criativa da banda e um registro importante da cena independente mineira, agora apresentado com toda a força sonora que sua proposta artística sempre mereceu.

A Outer Genesis é atualmente formada por Vitor Guimarães (vocal), Weslley Araújo (guitarra), Caio ‘Mr. Mad Nights’ Melo (baixo), Getúlio Alves (teclados) e Luis ‘Andore’ Silva (bateria).

Siga a OUTER GENESIS em: @outergenesis

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JZ PRESS (@jzpressassessoria)

StarAce apresenta turnê 'Real' em Curitiba e Ponta Grossa


Crédito: Stephanie Veronezzi

Banda leva a turnê do álbum Real pela primeira vez ao Paraná antes de representar o Brasil em festival na Espanha

A StarAce visita Curitiba e Ponta Grossa para sua estreia no Paraná com dois shows da turnê álbum Real. A apresentação em Ponta Grossa acontece no dia 18 de junho, no Capivara’s Rock Bar; e a de Curitiba acontece no dia 19 de junho, no Clay Highway Bar. A banda promete levar aos palcos os sucessos que a ajudaram a ganhar espaço no rock nacional.

Em Curitiba, a programação da noite terá início com a transmissão da partida entre Brasil e Haiti pela Copa do Mundo, seguida pela apresentação da banda. A entrada é gratuita.

No palco, a StarAce executa as músicas do álbum Real, lançado em outubro de 2025. O disco apresenta um rock de bases clássicas, influenciado pelo blues, folk e americana, mas com uma sonoridade contemporânea, intensa e carregada de identidade própria.

Produzido por David Frangioni, profissional que já trabalhou com artistas como Aerosmith, KISS e Ringo Starr, e com mixagem assinada pelo vencedor do Grammy Charles Dye, o álbum reforça a proposta da StarAce de unir qualidade técnica e autenticidade artística. Entre os destaques está a faixa-título “Real”, atual single da banda, que vem conquistando espaço nas plataformas digitais e emissoras de rádio.

A passagem pelo Paraná acontece em um momento especial da trajetória da banda. Os shows em Ponta Grossa e Curitiba serão os últimos compromissos da StarAce no Brasil antes do embarque para a Espanha, onde a banda representará o país no Barcelona Rock Fest, um dos principais festivais de rock e heavy metal da Europa.

A apresentação da StarAce na Espanha no dia 3 de julho de 2026, colocando a banda ao lado de artistas como The Offspring, Megadeth, Powerwolf, Bad Religion, Sex Pistols, Accept e Sabaton.

A banda é Julio Starace (voz e guitarra), Luiz Starace (baixo), Thomaz Starace (bateria), Chris Dias (guitarra solo) e Bia Tucci (teclados, violão e vocais).

Acompanhe a banda: instagram.com/staraceband



SERVIÇO

StarAce em Ponta Grossa/PR

Data: 18 de junho de 2026

Local: Capivara’s Rock Bar (Rua Barão do Cerro Azul, 1068)

Abertura da casa: 21h | Show: 23h

Ingressos: R$ 30,00 | Antecipados: sympla.com.br/starace-real-tour-2026-em-ponta-grossa-pr


StarAce em Curitiba/PR

Data: 19 de junho de 2026

Local: Clay Highway Bar (Rodovia Br-116, 17253)

Transmissão de Brasil x Haiti pela Copa do Mundo | Show logo após a partida

Entrada gratuita


Sacrificed revela arte do single "Agony (Where Lie Doesn't Rest)"; confira a capa e os detalhes do lançamento

 

Fotografia assinada por Juh Missagia valoriza a arte humana em meio à saturação de imagens por Inteligência Artificial.

 

A banda mineira SACRIFICED acaba de divulgar a capa oficial de "Agony (Where Lie Doesn't Rest)", o primeiro single que abre os caminhos para o novo EP. A faixa chega às principais plataformas de streaming no dia 3 de julho, e no final do mês, o grupo também disponibilizará um videoclipe inédito da faixa no YouTube.


A arte de capa chama a atenção por romper drasticamente com os estereótipos visuais do Heavy Metal. Longe das tradicionais ilustrações sombrias e paletas escuras, a imagem assinada pela fotógrafa e artista visual Juh Missagia traz um tom monocromático e com forte contraste nas texturas, transmitindo a sensação de isolamento, claustrofobia e dor que dão título à música. Além de quebrar as expectativas estéticas do gênero, a escolha da fotografia é um posicionamento da banda. Em um momento de crescimento desenfreado do uso de Inteligência Artificial no mercado fonográfico, o grupo optou pela crueza de um processo criativo puramente humano, onde a tensão corporal e o olhar fotográfico prevalecem sobre a automação digital.

A vocalista Kell Reis detalha a concepção da imagem: "Queríamos que a arte transmitisse o que expressamos em “Agony" de forma direta e visceral. A Juh capturou exatamente o sufocamento que a música transmite, usando apenas o contraste, a iluminação e um corpo real sob o tecido. Num cenário que está cada vez mais inundado por capas plásticas feitas por IA, o uso de fotografia e do fator humano era fundamental para nós."

Atualmente estabelecida como um quarteto composto por Kell Reis (vocal), Diego Oliveira (guitarra e vocal), Johnny Ambrozio (baixo) e Tiago Vitek (bateria), a banda traz nesta nova fase as influências do Metal moderno, alternativo e progressivo. O single de julho apresentará o direcionamento técnico e pesado que marca a sonoridade do EP completo, previsto para setembro.

 

Assista ao vídeo de “Vertigo”:

https://www.youtube.com/watch?v=9jZrPruiba0

 

Ouça o EP “Beyond the Gates” no Spotify:

https://open.spotify.com/album/3hG44NvM5afYsKGbKXqkqA

 

Créditos da foto: Juh Missagia

 

Contatos:

Facebook: www.facebook.com/sacrificedofficial

Instagram: www.instagram.com/sacrificedofficial

Youtube: www.youtube.com/sacrificedchannel

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

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