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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

ETERNAL SACRIFICE: Banda anuncia o álbum “Hierophant” e confirma lançamento do single “Toth's Letters” para janeiro

Abrindo o ano de 2026 com a contundência característica do Pagan Black Metal, o ETERNAL SACRIFICE confirmou o lançamento de seu novo e aguardado artefato sonoro. O sexteto baiano revelou a arte da capa de “Hierophant”, sexto álbum de estúdio do grupo, que chegará ao mercado no primeiro semestre via Brazilian Ritual Records.

Como prelúdio deste rito, a banda agendou para o dia 23 de janeiro a estreia do single “Toth's Letters (Clavem ritvvm in verbo occvlto dedi tibi XX)”. A faixa estará disponível em todas as principais plataformas de streaming e já conta com link de pré-save ativo. O lançamento digital do single fica a cargo da Sangue Frio Records. O público já pode garantir o acesso antecipado à obra através do link de pré-save oficial: https://music-stream.lnk.to/TothsLettersClavemritvvminverbooccvltodeditibiXX



O Rito de “Hierophant”

Neste novo capítulo de sua discografia, o ETERNAL SACRIFICE entrega uma obra marcada por nuances inéditas. Sob a direção conceitual e ritualística do Magista Anton Naberius, aliada às composições de Chemosh e Charles“Hierophant” consolida-se como uma peça de extrema perversidade sonora, forjada por vultos necromantes. Confira o anúncio oficial e a arte da capa no perfil da banda: https://www.instagram.com/p/DTWDO3bATbR/


Para mais informações acesse: https://www.instagram.com/brazilianritualrecords/


Agenda de Shows 2026

A horda informa que a agenda de apresentações para o ano de 2026 já está oficialmente aberta. Produtores interessados em levar o ritual do ETERNAL SACRIFICE para suas cidades devem entrar em contato pelos canais oficiais:



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Imprensa interessada em receber o material completo da banda para resenhas e/ou entrevistas escreva para contato@sanguefrioproducoes.com ou diretamente pelo WhatsApp/Telegram pelo número (46) 98838-7204 e solicite o press kit. 

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Contato: www.sanguefrioproducoes.com/contato 

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Fonte: SFP – Press & PR

METALLSTEIN: Banda confirma "ataque sonoro" na lendária Woodstock Rock Store em São Paulo


O segundo compromisso oficial de 2026 para o METALLSTEIN já tem data e local definidos. O duo santista de Death/Thrash Metal desembarca na capital paulista para uma apresentação especial na emblemática Woodstock Rock Store. O evento acontece no dia 21 de fevereiro (sábado), a partir das 15h, celebrando a resistência do metal extremo no coração de São Paulo.

Além do duo santista, o cast do evento conta com as bandas Holliness CodeD.O.S. e Prophetica. O encontro promete reunir veteranos e a nova linhagem do underground em uma tarde de som pesado com entrada franca. Confira abaixo o cartaz e serviço completo para mais informações:



O Futuro do METALLSTEIN

Paralelamente à agenda de shows, o METALLSTEIN mantém o foco total em estúdio. O duo confirmou que os trabalhos de composição e pré-produção para o sucessor de sua atual discografia foram intensificados nos últimos meses. O objetivo central é consolidar a identidade ríspida e técnica do grupo com sua nova formação, visando ampliar a presença da banda no cenário do Metal extremo sul-americano.

Enquanto o novo material é forjado, a discografia completa do grupo encontra-se disponível nas principais plataformas digitais. Ouça em: https://li.sten.to/Metallstein 


ATENÇÃO PRODUTORES:

agenda de shows para 2026 está oficialmente aberta! Para informações e propostas, entre em contato pelos canais oficiais:



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Fonte: SFP – Press & PR

SHITAI: Massacre sonoro confirmado na edição “Melhores do Ano” do ‘Roadie Crew Online Festival’ nesta sexta-feira (16)

O ano de 2025 foi decisivo para o SHITAI. O grupo consolidou sua presença no cenário nacional com lançamentos que reafirmaram seu nome como um dos mais promissores do Death/Grind atual. Coroando essa trajetória, a banda foi selecionada para participar da edição especial ‘Melhores do Ano’ do tradicional ‘Roadie Crew Online Festival’.

O evento ocorre na próxima sexta-feira, 16 de janeiro de 2026, a partir das 19h30, no canal oficial da Roadie Crew no YouTube, onde o vídeo da faixa "Fome Terror" será exibido ao lado de nomes como ProstibulusDiabállein E Inferno Nuclear. Confira abaixo o cartaz e o serviço completo para mais informações:



O primeiro massacre de 2026

Paralelamente à visibilidade no festival online, o SHITAI já confirmou seu retorno aos palcos. O grupo é uma das atrações do ‘Death!! Fast!! Fest’, que acontece no dia 28 de fevereiro de 2026, no NVS Stúdio & Pub (@nvs_studiopub), em São Paulo. O "cast" brutal conta ainda com as bandas The DamnationOvernoisyFreak Maniacs e Podridão


Confira abaixo o cartaz e o serviço completo para mais informações:



A consolidação da brutalidade física

Com uma produção crua e orgânica, o EP “Shitai” posicionou o conjunto como uma força relevante no underground brasileiro. Para expandir esse legado, o SHITAI anunciou o lançamento da versão física do material para este primeiro semestre, atendendo à demanda de colecionadores e entusiastas do formato.

Ouça o EP nas plataformas de streaming: https://li.sten.to/SHITAI_EP


Agenda de shows oficialmente aberta!

Com a chegada do formato físico e a excelente recepção do público, a banda intensifica a promoção de seu repertório. Produtores interessados em contratar o SHITAI podem solicitar o "press kit" atualizado e enviar propostas através da Sangue Frio Produções ou diretamente pelos canais oficiais da banda.

Contatos para Booking:



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Fonte: SFP – Press & PR

APOCRIFUS RETORNA COM “NEGENTROPY”, UM MANIFESTO SONORO ENTRE ORDEM E ESCURIDÃO

Foto/Edição: Gladimir Purper

A one-man band Apocrifus, liderada pelo músico gaúcho Gladimir Purper, acaba de lançar seu novo single “Negentropy”, já disponível em todas as plataformas digitais. A faixa marca um novo momento criativo do artista e funciona como o primeiro vislumbre de seu próximo álbum, previsto para ser finalizado ainda em 2026.

Segundo Gladimir, a música nasceu durante o processo de composição de um disco completo que acabou sendo interrompido em função de suas outras atividades profissionais, o que o impediu de dedicar o tempo necessário para finalizar o material. “Cheguei a gravar muitas demos com guitarra e bateria, mas ainda eram apenas rascunhos. Então tive a ideia de lançar pelo menos um single. ‘Negentropy’ acaba sendo o primeiro passo concreto desse novo álbum”, explica.

O título carrega um significado simbólico e conceitual. “Negentropy é uma metáfora. Representa um impulso que cria ordem dentro do caos. A ideia central é resistir ao caos e cultivar a ordem criativa”, comenta o músico. Essa abordagem dialoga diretamente com a identidade lírica do Apocrifus, conhecida por explorar temas ligados ao autoconhecimento, à dualidade humana e às forças internas que moldam o indivíduo.

Musicalmente, “Negentropy” preserva a atmosfera densa e característica do projeto, transitando entre o Black Metal e o Death/Thrash Metal de viés sombrio e sinfônico. A faixa aposta em passagens densas e riffs que priorizam peso, melodia e identidade — marcas registradas da visão artística de Gladimir, que assina todas as etapas do trabalho, da composição ao design.

Ouça “Negentropy” em https://onerpm.link/131211449236

​Criado originalmente em 1997 no Rio Grande do Sul, o Apocrifus ganhou notoriedade no underground nacional nos anos 2000, passando por diferentes fases até se consolidar, nos últimos anos, como um projeto solo conduzido por Gladimir Purper. Com total autonomia criativa, o músico vem desenvolvendo uma obra que reafirma sua maturidade artística e sua recusa a fórmulas engessadas dentro do metal extremo. Segundo o próprio Gladimir, o Apocrifus desafia classificações ao transitar livremente entre o Symphonic Black Metal, o Death e o Thrash Metal, abordagem que se reflete tanto na sonoridade quanto nas letras, voltadas às complexidades do lado mais obscuro da natureza humana.

“Minha abordagem busca resgatar os riffs de guitarra e a essência do metal, em vez de se envolver na competição de quem consegue tocar mais rápido ou de forma mais brutal. Sempre busco equilibrar a melodia, as orquestrações, as harmonias vocais e os coros, juntamente com a dose certa de peso e temas que abordam o lado mais obscuro da humanidade”, explica.

Após os lançamentos do álbum “Reflections of Darkness” (2023) e do EP “Dreadful Nightmares” (2024), “Negentropy” surge como um novo capítulo, apontando para um futuro trabalho que promete aprofundar ainda mais essa jornada introspectiva e sonora.

APOCRIFUS NAS REDES:

Instagram: @apocrifus_official

YouTube: @apocrifus

Assessoria de Imprensa:

JZ PRESS (@jzpressassessoria)

Dark Tranquillity, em São Paulo no domingo (18), e seu retrato de um mundo em colapso

Crédito: Alessandro di Martino

Repertório será dedicado aos álbuns The Gallery (1995) e Character (2005) mais músicas essenciais da longa carreira dos suecos

Em um cenário global marcado por guerras, deslocamentos forçados, sanções econômicas e crescimento da extrema direita, a música dos suecos do Dark Tranquillity soa menos como fantasia e mais como diagnóstico. Em mais de três décadas, a banda construiu uma obra lírica que, sem recorrer a slogans políticos, descreve com precisão o impacto humano de um mundo que normalizou o colapso social, a violência e a perda de sentido. Em um início de 2026 entre tensões e incertezas, a banda traz seu sempre urgente e impecável death metal melódico a São Paulo/SP no próximo domingo, dia 18/01, no Carioca Club. A produção é da Overload.

Ingressos: clubedoingresso.com/evento/darktranquillity-sp

O Dark Tranquillity não faz música de protesto no formato clássico, mas sua obra é profundamente política. Ao insistir em falar de sofrimento, alienação e colapso, a banda reafirma algo básico e radical em tempos de guerra e ódio. A vida humana importa.

Formado em Gotemburgo, em 1989, o Dark Tranquillity construiu uma das trajetórias mais respeitadas do metal. Diferentemente de muitas bandas do gênero, seu foco nunca esteve em violência gráfica ou escapismo. O grupo liderado pelo vocalista Mikael Stanne desenvolveu uma escrita centrada em três grandes eixos: o sofrimento existencial, a crise da consciência e a decadência da civilização.

São pilares que se tornaram especialmente relevantes no século 21, quando conflitos armados, políticas de punição coletiva e disputas imperiais passaram a moldar a vida de milhões de pessoas, do genocídio na Palestina à Venezuela pressionada por sanções e interferência externa dos EUA.

Dor, identidade e memória em um mundo desumanizado

O primeiro eixo da lírica do Dark Tranquillity é o existencial e psicológico. Canções como ThereIn, Lethe, Monochromatic Stains e Misery’s Crown abordam a perda de identidade, o peso da memória e o desgaste emocional provocado por um mundo que isola, descarta e fragmenta indivíduos.

Em um planeta onde refugiados são tratados como ameaça e populações inteiras são deslocadas por guerras e bloqueios econômicos, essa sensação de desenraizamento deixou de ser apenas individual. Ela se tornou estrutural. As letras da banda capturam esse sentimento de forma crua, mostrando o que acontece quando sistemas políticos e econômicos reduzem pessoas a números.

Verdade em colapso e consciência em crise

O segundo pilar é filosófico. Músicas como The Mundane and the Magic, Nothing to No One, Hours Passed in Exile e Inside the Particle Storm questionam a própria ideia de verdade, identidade e percepção da realidade.

Esse tema ressoa diretamente em uma era dominada por desinformação, propaganda digital e manipulação política. Guerras são justificadas por narrativas fabricadas, sanções são vendidas como soluções humanitárias e massacres são relativizados por discursos oficiais. O Dark Tranquillity transforma esse colapso da verdade em poesia sombria, expondo o vazio moral que sustenta a violência contemporânea.

Uma civilização que aprende a conviver com a barbárie

O terceiro eixo é civilizacional. Em faixas como Terminus Where Death Is Most Alive, The Lesser Faith, Atoma e Encircled, a banda descreve sociedades em decadência, sistemas que falham e estruturas que se tornam máquinas de destruição.

Essas imagens dialogam com um mundo que assiste a bombardeios de hospitais, genocídio em Gaza, crises humanitárias prolongadas e o avanço de regimes autoritários. Embora a banda não cite países ou governos, suas letras descrevem o clima moral de uma época em que a violência se tornou política pública.

The Character Galley

Dark Tranquillity volta com a inédita turnê 'The Character Galley', em que parte do repertório será dedicado aos emblemáticos álbuns The Gallery (1995) e Character (2005), mais clássicos e músicas de registros mais recentes.


SERVIÇO

Dark Tranquillity em São Paulo

Data: Domingo, 18 de Janeiro de 2026

Abertura da casa: 18h30 | Showtime: 20h

Local: Carioca Club Pinheiros (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros - São Paulo, SP)

Venda online: clubedoingresso.com/evento/darktranquillity-sp

Valores: Solidário (doe 1 Kg de alimento não perecível) e Meia Entrada em 1º lote: R$ 220,00 | Inteira em 1º lote: R$ 440,00 | Camarote em 1º lote: R$ 280,00

Classificação etária: +16

Mais informações

https://www.darktranquillity.com/

https://linktr.ee/overloadbrasil

https://www.instagram.com/tedesco.com.midia/

MC Lan apresenta seu lado rock em projeto com músicos do System of a Down e KoRn

MC Lan apresenta “V3NOM Volume 1 – Eclipse”, um projeto de rock experimental que marca uma nova fase em sua trajetória artística. O álbum - lançado pela Som Livre em dezembro - explora as raízes do artista no rock e no metal, dialogando com vertentes como hard rock, heavy metal, nu metal e rock psicodélico, a partir de uma abordagem conceitual e estética inspirada no espírito criativo e revolucionário dos anos 60 e 70.

 

Ouça o álbum via Spotify:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/2n7tTjN6PoCFv1x2LDAnuv

 

As colaborações funcionam como parte estrutural do projeto. “V3NOM Volume 1 – Eclipse” conta com a participação de músicos ligados a diferentes vertentes do rock e do metal internacional, como John Dolmayan (baterista do System of a Down) e Ra Diaz (baixista do Suicidal Tendencies e do KoRn), além de artistas de outros campos estéticos, como Bladee (Suécia), Pink Siifu (EUA), Twin Pumpkin (Brasil) e os brasileiros DJ Blakes e Criolo

O álbum inaugura uma trilogia concebida por MC Lan como um espaço de experimentação contínua, na qual cada lançamento se propõe a explorar uma faceta distinta de sua identidade artística. Neste volume inicial, o artista mergulha no universo do rock a partir de suas múltiplas vertentes, explorando atmosferas pesadas e experimentais. No plano conceitual, o disco se ancora em reflexões de caráter existencial, atravessadas por ideias de ancestralidade, misticismo, espiritualidade e transformação. 

“Embora minha trajetória fosse marcada pelo funk, sempre carreguei uma conexão antiga com o rock, o metal, a estética dos anos 50, 60 e 70, além do misticismo e da ancestralidade, elementos que agora decidi, pela primeira vez, trazer totalmente à superfície”, comenta o artista.

“Os feats foram escolhidos pela verdade artística e pela conexão real com a proposta do álbum, não pelo ‘nome’; cada colaborador trouxe algo que eu sozinho não conseguiria expressar. A raiz do projeto é o rock, que sustenta toda a sonoridade, mas sem apagar quem fui até aqui, pequenas pinceladas de funk surgem de forma sutil, quase como uma assinatura rítmica, enquanto o foco permanece no rock, no metal e nas estéticas que eu quis explorar”, finaliza Lan.

O disco destaca um comportamento cada vez mais presente nessa geração, tanto de ouvintes quanto de artistas. Nos últimos anos, nomes do rap e do funk vêm experimentando aproximar trabalhos do rock e do metal, seja pela sonoridade, pela estética ou pela atitude. Essa movimentação revela uma geração menos interessada em rótulos rígidos e mais conectada a linguagens que expressam intensidade, confronto e identidade, elementos historicamente centrais na música pesada.

“A gente vem observando como artistas do rap e do funk passaram a incorporar o rock de forma orgânica em seus trabalhos. Isso aparece na estética de “Xtranho” do Matuê, na MC Taya ao unir funk e rock no que ela chama de fock, e também no Major RD levando para sua obra e shows uma atitude ligada ao rock. É um comportamento cultural evidente”, complementa a Heavy.Future, laboratório que cria e estuda os movimentos do rock e metal brasileiro.

Essa aproximação não é isolada e aparece em grandes ícones do pop; artistas como Pabllo Vittar, que frequentemente veste camisetas de bandas (como Destruction, Overkill, Immortal, Death e Sarcófago) e exalta a influência do Nu Metal e de bandas como Slipknot em sua formação, e Anitta, que já vestiu uma camiseta do Overkill e explorou o pop-punk em hits como “Boys Don't Cry”, já sinalizaram que o rock e o metal são fontes vitais de inspiração estética e sonora para a música urbana atual.

 

Assista ao vídeo de “ROBOCOP - ft. Criolo & John Dolmayan”:

https://www.youtube.com/watch?v=lkQL8CAwMdo

 

Assista ao vídeo de “SCORPION - ft. Twin Pumpkin”:

https://www.youtube.com/watch?v=bO_43nAL3F0

 

Assista ao vídeo de “OZ - ft. Ra Diaz”:

https://www.youtube.com/watch?v=hscvEkGAdrs

 

Créditos das fotos: Leandro Ramos

 

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Banda Violett anuncia o single “Rollercoaster”, que traduz extremos emocionais em rock e nu metal

_Formada em Itu (SP), a Violett lança no dia 26 de janeiro a faixa “Rollercoaster”, uma narrativa intensa sobre relações tóxicas e ciclos emocionais, com videoclipe marcado para 2 de fevereiro_


A banda Violett apresenta seu novo single, “Rollercoaster”, um mergulho sonoro e emocional nos altos e baixos dos relacionamentos que seduzem pela intensidade, mas escondem padrões nocivos. Com influências de rock’n’roll e nu metal, a faixa chega às plataformas digitais em 26 de janeiro, seguida do lançamento do videoclipe em 2 de fevereiro.

Fundada em 2022, na cidade de Itu (SP), a Violett é formada por Camila Doná (vocais), Andressa Mouxi (guitarra), Ana Julia Nihil (baixo) — todas de Itu — e Júlia Baats (bateria), natural de Sorocaba (SP). O quarteto constrói uma identidade marcada por riffs pesados, linhas rítmicas pulsantes e vocais que conduzem a narrativa com intensidade.

“Rollercoaster” aborda relações que levam a extremos emocionais: mesmo machucando, elas puxam de volta para o mesmo ciclo, como uma montanha-russa que não para. A proposta se estende para além da letra. O instrumental foi concebido para refletir esses picos e quedas, enquanto o videoclipe promete dar vida à história, ampliando a experiência sensorial da canção.

A composição é assinada por Camila Doná e Andressa Mouxi, com produção musical de Raphomet. A bateria foi captada no B. Mix Studio, o selo é Lab Sonoro e a distribuição fica por conta da Ditto Music.


Saiba mais:
Violett– @bandaviolett
Camila Doná (voz) — @camiladonahh
Andressa Mouxi (guitarra) — @andressamouxi
Ana Julia Nihil (baixo) — @anajulianihil
Júlia Baats (bateria) — @juliabaats

Fotos: Carlos Gandolfe
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