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segunda-feira, 23 de outubro de 2023

Integrantes das bandas Os Replicantes e Punkzilla falam sobre a importância de Black Flag e L7, atrações que fazem show nesta quarta-feira (25) em Porto Alegre


Nota:

Dois grandes nomes do rock no passado juntam-se no presente para provar que o gênero musical ainda tem futuro. O encontro rola em Porto Alegre nesta quarta-feira (25), no Opinião (José do Patrocínio, 834), às 19h, quando Black Flag e L7, ambas as bandas da Califórnia (Estados Unidos), dividem uma noite que tende a ser histórica. O grupo liderado pelo guitarrista Greg Ginn, e apontado como pioneiro do hardcore nos anos 1980, desembarca pela primeira vez na capital gaúcha. O repertório inclui o segundo álbum “My War” na íntegra e mais temas de outras fases da carreira — em show com mais de duas horas. Já o quarteto feminino, geralmente relacionado ao movimento grunge, chega ao Rio Grande do Sul para sua segunda apresentação, trazendo na bagagem a atitude que as consagrou desde os 1990 em performance com clássicos de toda a carreira.

Ingressos disponíveis neste link.


O Black Flag é nome de referência para o punk e pioneiro no hardcore. Criada em 1976 pelo guitarrista Greg Ginn (único integrante original ainda na formação), a banda tornou-se extremamente influente dentro do rock, do metal ao indie. Após chamar a atenção no cenário underground com dois EPs — “Nervous Breakdown” (de 1979 — com Keith Morris, que depois formaria o Circle Jerks e OFF!, nos vocais) e “Jealous Again” (1980) — o grupo lançou o acelerado primeiro álbum “Damaged” (1980), que marcou a estreia do hoje lendário Henry Rollins como frontman.

Com o segundo disco “My War” (1984), o Black Flag tornou-se cultuado, estabelecendo caminhos que deram origem ao sludge, ao post-hardcore e ao grunge. Se o lado A do vinil mantinha velocidade e agressividade características da banda, o lado B trazia faixas mais lentas e experimentais, agregando referências que iam do noise ao Black Sabbath. Pares como Mudhoney, Melvins e Queens of the Stone Age citam a influência do Black Flag. Kurt Cobain, líder do Nirvana, também sempre exaltou sua predileção por “My War”, inclusive elencando o disco como um de seus preferidos da vida em lista que consta no livro “Diários de Kurt Cobain”. 

Atualmente, o Black Flag é composto, além de Ginn, por Harley Duggan (baixo), Charles Wiley (bateria) e o skatista profissional Mike Vallely (voz).

''Demorou um tempo até eu conseguir entender a densidade por trás da obra do Black Flag. Diferente do punk que era consumido na época, eles engrossaram fortemente o caldo, e trouxeram uma atmosfera ''sombria'' para o gênero, algo que até então não tinha sido muito explorado. Quando pude sentir todas essas nuances, já era tarde demais: estava totalmente derretido e fissurado pelos trabalhos da banda. Não obstante, mandei fazer um adesivo dos caras para colar no meu carro, para nunca esquecer de arrepiar tudo e todos(as) que estiverem na minha volta, assim como os lendários mestres do Black Flag fazem até hoje'', destaca Northon Amaral, guitarrista da Punkzilla, um dos representantes em ascensão do punk/hc gaúcho.



Brabas!

O pensamento de que para fazer rock era preciso ter culhões ficou no passado. E as meninas do L7 são pioneiras nesse sentido, comprovando isso desde 1985, quando iniciaram as atividades. Com postura riot girl, a banda despontou nos anos 1990 com o terceiro álbum “Bricks Are Heavy” (1992). É desse disco a consagrada ‘Pretend We’re Dead’, bem como os singles ‘Everglade’ e ‘Monster’. Com a grande exposição mundial, as garotas estrearam ao vivo no Brasil em 1993, como atração do Hollywood Rock. Com show coeso e enérgico, roubaram a cena no evento, sendo apontadas como uma das melhores performances do festival — que tinha na escalação Nirvana e Red Hot Chili Peppers, entre outros.


Em 2001, a banda anunciou um hiato, retornando aos palcos em 2014. A última passagem do conjunto pelo Brasil foi em 2018, um ano antes de lançar "Scatter the Rats", seu primeiro álbum em 20 anos. Nessa gira, fizeram sua estreia em Porto Alegre, no mesmo palco em que sobem nesta quarta-feira (25). Em 2016, saiu o documentário "L7: Pretend We're Dead", dirigido por Sarah Price e mostrando a trajetória de altos e baixos da banda.

A formação atual, que vem desde o fim dos anos 1980, tem Donita Sparks (vocais e guitarra), Suzi Gardner (guitarra e vocais), Jennifer Finch (baixo) e Demetra Plakas (bateria).


“L7 foi a primeira banda de mulheres que eu conheci que não vendia sexo. Eram engajadas, furiosas, desarrumadas, mordazes e libertadoras. Mostraram pra todo mundo como o hard rock deveria ser: punk. “Got so much clit she don't need no balls” (trecho da faixa ‘Fast and Frightening’ que, em tradução livre, significa: ela tem tanto clitóris que ela não precisa de bolas). É uma das minhas bandas preferidas até hoje, choro sempre que vejo as imagens delas no Rio de Janeiro em 1993 (eu era muito nova pra ir). A importância dessas headbangers, que quebravam a monotonia das bandas de cabeludos deprimidos da época, foi fundamental para toda a geração posterior, não só para as mulheres. Quando ouvi L7 pela primeira vez, ainda era uma criança, nem sonhava em ter banda, mas já sabia que queria ser como elas”, enaltece a vocalista Julia Barth, d’Os Replicantes. 

Também produtora cultural, Julia foi uma das responsáveis pela primeira vinda do L7 a Porto Alegre:

“Em 2018, num elevador, comentava com uma amiga que a banda que eu mais queria conhecer era o L7. Duas semanas depois ela me mandou um link, elas estavam com a agenda aberta para shows no Brasil. E a gente trouxe elas pra Porto Alegre, uma das experiências mais incríveis da minha vida. Todo mundo que gosta de rock deve assistir esse show. So you wanna have some fun (citação da música ‘Everglade’)? Não perde o L7 e Black Flag dia 25 de outubro no Opinião!

SERVIÇO

O que: L7 & Black Flag

Quando: quarta, 25 de outubro  – 19h

Onde: Opinião — José do Patrocínio, 834

Ingressos: Loja Planeta Surf Bourbon Wallig (Av. Assis Brasil, 2611 – Loja 249 – Jardim Lindóia, Porto Alegre) ou no site bileto.sympla.com.br


segunda-feira, 9 de outubro de 2023

Black Flag faz show em Porto Alegre dia 25 de outubro tocando na íntegra o álbum “My War”, um dos favoritos de Kurt Cobain (Nirvana)

Evento tem ainda show das garotas do L7, uma das potências do rock dos anos 1990



Nota:

Quando lançou o hoje seminal segundo álbum “My War” (1984), o Black Flag, nome fundamental do hardcore, estabeleceu novos parâmetros para o estilo. Se o lado A do vinil mantinha velocidade e agressividade características da banda, o lado B trazia faixas mais lentas e experimentais, agregando referências que iam do noise ao Black Sabbath. Não à toa, o registro é tido como pioneiro do post-hardcore, sendo ainda referência para toda uma nova geração alternativa de rock que estava por vir. Entre os que foram cativados pela fórmula do Black Flag de criar uma dinâmica entre partes mais nervosas e outras mais calmas está Kurt Cobain. O próprio líder do Nirvana fazia questão de deixar clara a influência de “My War” em sua obra, inclusive elencando o disco como um de seus preferidos da vida em lista que consta no livro “Diários de Kurt Cobain”. A relação do falecido artista com o grupo do guitarrista Greg Ginn também passa pela vivência ao vivo, já que o primeiro show hardcore de Kurt foi o Black Flag na turnê do supracitado registro.

Porto Alegre tem a chance de presenciar a força das composições de “My War” ao vivo em 25 de setembro. Nessa data, o Black Flag faz show com mais de duas horas no Opinião (José do Patrocínio, 834) tocando seu segundo play de estúdio na íntegra, bem como clássicos de outras fases. O evento, que se inicia às 19h, tem ainda apresentação da L7, banda feminina que quebrou a hegemonia masculina no rock alternativo dos anos 1990. O disco “Bricks Are Heavy” (1992), que tornou as meninas conhecidas no Brasil, com direito a apresentação elogiadíssima no Hollywood Rock de 1993, completou 30 anos em 2022. Até  hoje, os temas desse álbum (como 'Monster', Shitlist' e o hit 'Pretend We're Dead') compõem boa parte do repertório da L7.

Ingressos para a noite história com Black Flag e L7 na capital gaúcha estão disponíveis neste link.


 L7 e Black Flag em Porto Alegre

 Local

Opinião (Rua José do Patrocínio, 834) 

Classificação etária

16 anos (acompanhado de responsável legal)

Quando

Quarta-feira, 25 de outubro, às 19h

Horários

19h — abertura da casa

19h30min — L7

21h30min — BLACK FLAG

Ingressos

PISTA

3º lote

Solidário — R$ 185*

Meia — R$ 180**

Inteira — R$ 360

 

Mezanino

2º lote (promocional)

Solidário — R$ 235*

Meia — R$ 230**

Inteira — R$ 460

 

3º lote

Solidário — R$ 245*

Meia — R$ 240**

Inteira — R$ 480

Pontos de venda 

Online (com taxa de conveniência)

www.sympla.com.br/opiniao (em até 12x no cartão) 

PONTOS DE VENDA SEM TAXA:

Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência – somente em dinheiro):

Loja Planeta Surf Bourbon Wallig (Av. Assis Brasil, 2611 – Loja 249 – Jardim Lindóia, Porto Alegre)

Horário funcionamento: das 10h às 22h.

Online (com taxa de conveniência)

www.sympla.com.br/opiniao (em até 12x no cartão) 

* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos anunciados

** Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.



Black Flag

O Black Flag é nome de referência para o punk e pioneiro no hardcore. Criada pelo guitarrista Greg Ginn em 1976, na Califórnia (EUA), a banda tornou-se extremamente influente dentro do rock, do metal ao indie. Após chamar a atenção no cenário underground com dois EPs — “Nervous Breakdown” (de 1979 — com Keith Morris, que depois formaria o Circle Jerks, nos vocais) e “Jealous Again” (1980) — o grupo lançou o acelerado primeiro álbum “Damaged” (1980), que tinha o hoje lendário Henry Rollins como frontman.

Com seu segundo disco “My War” (1984), o Black Flag tornou-se realmente cultuado, a ponto de ser citado como influência por grupos como Nirvana, Mudhoney, Melvins e Queens of the Stone Age. Com “My War”, gravado como trio (Ginn ficou responsável pelas cordas, Rollins pelas vozes e Bill Stevenson, do Descendents, pela bateria), o conjunto apostou em uma sonoridade mais arrastada e pesada, estabelecendo caminhos que deram origem ao sludge e ao grunge. São nove músicas, sendo seis mais “tradicionais” (tal qual “Can’t Decide” e “Beat My Head Against The Wall”) no lado A e três um tanto experimentais no B. 

O grupo colocou na rua outros álbuns importantes, como “Slip It In” (1984), “Loose Nut” (1985) e “In My Head” (1985). A maioria das artes de capa são assinadas por Raymond Pettibon, artista visual irmão de Ginn, conhecido por ter ainda criado o famoso logo das quatro barras que identifica o Black Flag.

Além de tocar Ginn também fundou o selo independente SST, em 1978, por onde lançou todas suas gravações e artistas então emergentes, como Hüsker Dü, Bad Brains, Soundgarden, Sonic Youth e Dinosaur Jr.

Atualmente, o Black Flag é composto, além de Ginn, por Harley Duggan (baixo), Charles Wiley (bateria) e o skatista profissional Mike Vallely (voz).


L7

O pensamento de que para fazer rock era preciso ter culhões ficou no passado. E as meninas da L7 são pioneiras nesse sentido, comprovando isso desde 1985, quando iniciaram as atividades na Califórnia. No Brasil, o quarteto feminino surgido com o levante grunge, que mudou o panorama da cultura pop durante os anos 1990, despontou com o terceiro álbum “Bricks Are Heavy” (1992). É desse disco a consagrada ‘Pretend We’re Dead’, bem como os singles ‘Everglade’ e ‘Monster’. Com a grande exposição mundial, as garotas estrearam ao vivo no Brasil em 1993, como atração do Hollywood Rock. Com show coeso e enérgico, roubaram a cena no evento, sendo apontadas como uma das melhores performances do festival — que tinha na escalação Nirvana e Red Hot Chili Peppers, entre outros.

Ainda na última década do século passado, a L7 lançou os discos “Hungry for Stink” (1994), “The Beauty Process: Triple Platinum” (1997) e “Slap-Happy” (1999), sem o mesmo impacto de outrora. Em 2001, a banda anunciou um hiato indefinido, retornando aos palcos em 2014. 

A última passagem do conjunto pelo Brasil foi em 2018, um ano antes de lançar "Scatter the Rats", seu primeiro álbum em 20 anos e o mais recente até então. Em 2016, saiu o documentário "L7: Pretend We're Dead", dirigido por Sarah Price e mostrando a trajetória de altos e baixos da banda.

A formação atual, que vem desde o fim dos anos 1980, tem Donita Sparks (vocais e guitarra), Suzi Gardner (guitarra e vocais), Jennifer Finch (baixo) e Demetra Plakas (bateria).

 Resumo

O que: L7 & Black Flag

Quando: quarta, 25 de outubro  – 19h

Onde: Opinião — José do Patrocínio, 834

terça-feira, 26 de setembro de 2023

Apocalyptica volta a apresentar seu metal sinfônico em Porto Alegre dia 16 de janeiro de 2024

 Nota:

Aclamada como referência do metal sinfônico mundial, o Apocalyptica retorna a Porto Alegre. O grupo finlandes conhecido pelo uso de violoncelos se apresenta em 16 de janeiro, às 21h, no Teatro do Bourbon Country (Shopping Bourbon – Tulio de Rose, 80). O show faz parte da turnê de divulgação do mais recente álbum “Cell-O”, lançado em 2020, e deve contar também com temas de todas as fases da carreira de 30 anos. 

Ingressos aqui: https://uhuu.com/evento/rs/porto-alegre/apocalyptica-12193

 APOCALYPTICA

Local

Teatro do Bourbon Country (Shopping Bourbon – Tulio de Rose, 80) 


Classificação etária

16 anos (acompanhado de responsável legal)

Quando

Terça-feira, 17 de janeiro 


Horários

19h30min — portas

21h — APOCALYPTICA


Ingressos

PLATEIA BAIXA

Solidário — R$ 265*

Meia — R$ 260**

Inteira — R$ 520


PLATEIA ALTA

Solidário — R$ 225*

Meia — R$ 220**

Inteira —R$ 440


CAMAROTE

Solidário — R$ 325*

Meia — R$ 320**

Inteira —R$ 640


MEZANINO E GALERIA MEZANINO

Solidário — R$ 185*

Meia — R$ 180**

Inteira — R$ 360


Pontos de venda 

Online (com taxa de conveniência)

www.uhuu.com.br (em até 12x no cartão) 


PONTO DE VENDA SEM TAXA:

Bilheteria do Teatro do Bourbon Country 

2º andar do Shopping Bourbon Country (Av. Túlio de Rose, nº. 80)

Horário de funcionamento: segunda a sábado das 13h às 21h e, aos domingos e feriados, das 14h às 20h


Formas de Pagamento:

Internet : Pix e Cartões Visa, Master, Diners, Hiper, Elo e American.

Bilheteria: Dinheiro, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket, American e Banricompras.

Parcelamento no cartão de crédito: até 4x sem juros, de 5x até 12x com juros


* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos anunciados

** Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.


Apocalyptica

O Apocalyptica provou que som pesado e música clássica podem se unir de maneira primorosa. A banda finlandesa de metal sinfônico foi formada em Helsinque, em 1993, e tem em sua formação violoncelos e percussão. No início, o projeto era um tributo ao Metallica, mas adotou um estilo de metal neoclássico sem o uso de guitarras e baixos convencionais. Com nove álbuns de estúdio, o conjunto vendeu mais de quatro milhões de álbuns. Atualmente, a formação é Eicca Toppinen, Perttu Kivilaakso e Paavo Lötjönen (todos violoncelos) e Mikko Sirén (bateria)

O trabalho mais recente é “Cell-0” (2020) que, conforme Eicca Toppinen – (violoncelista e membro fundador) “representa o núcleo de tudo”. Como bons exploradores, sempre em busca de novas formas para se expressar, o Apocalyptica viajou fundo no universo da música instrumental para o material de estúdio mais recente. O amor e a paixão que alimentou o conjunto no começo agora carrega camadas mais ricas de conhecimento e experiência, que por sua vez conduzem à realização por meio de um caminho criativo ousado.

“Queríamos nos desafiar a encontrar mais sabores no próprio violoncelo”, diz o violoncelista Perttu.

“Nós criamos “Cell-0” como uma obra de arte completa e não pensamos em singles ou ‘no momento’ de singles ou algo assim”, complementa Eicca.

A gênese da criação do “Cell-0” surgiu quando o Apocalyptica estava ocupado na turnê de 20º aniversário, em 2018. Quando a banda começou a gravação no Sonic Pump Studios em Helsinque, ficou claro que as descobertas não viriam facilmente. No entanto, os músicos se apoiaram na liberdade de explorar e criar sem restrições de formato ou cronograma, fazendo com que o Apocalyptica fosse revigorado pelo processo.

“No “Cell-0” você pode ouvir claramente que não seguimos o caminho mais fácil. Quando poderíamos ter pensado que algo era bom, então diríamos que não era ótimo, e trabalharíamos nisso de novo. E essa tem sido a ferramenta para desenvolvermos a composição, o arranjo, o produção e todos os aspectos da produção deste álbum. É um processo difícil estar no estúdio por meses e seguir nos desafiando todos os dias durante doze horas, mas essa resistência é algo que você aprende”, afirma Eicca.

Ao se esforçar para encontrar novas nuances em sua própria musicalidade, o Apocalyptica se abriu para alguns métodos e emoções aparentemente pouco ortodoxos para viajar pelo processo de criação. O resultado é um álbum que envolve o ouvinte em uma miríade de sentimentos e emoções que vão desde do thrash furioso de ‘En Route To Mayhem’ até a etérea de ‘Ashes Of The Modern World, passando pelo escopo cinematográfico de ‘Call My Name’.

“Milhões de notas se combinam para criar música, assim como milhões de células combinam-se para criar vida. Quando você visualiza a coisa toda, padrões semelhantes aparecem. Quando você olha para partituras sinfônicas, parece um céu estrelado, e quando eu olho para o céu e vejo as estrelas, também as vejo como notas potenciais”, compara Perttu, acrescentando sobre inspirações:

“Há pessoas sofrendo e outras que não tratam nosso planeta adequadamente, por isso há ansiedade relativamente ao estado do mundo. Muitas das músicas referem-se à cegueira e à ganância da humanidade e ao que deveríamos estar fazendo. Discutimos durante a escrita que esta era uma série muito importante de emoções e observações para expressar, especialmente no que diz respeito à ignorância. Comecei a acreditar que a ignorância humana deveria ser tratada como um pecado mortal, pois está por trás de muitas das coisas ruins que nos cercam atualmente”.

“Escrever música, pelo menos para mim, é filtrar experiências por meio da sua personalidade”, acrescenta Eicca, que se viu ouvindo velhos favoritos como Shostakovich, Prokofiev e Gojira na época de compor “Cell-0”. 

No registro mais recente, o Apocalyptica trabalhou com o renomado produtor e engenheiro Andrew Scheps, que já atuou com Red Hot Chili Peppers, Lana Del Rey, Metallica e Black Sabbath entre outros. O álbum foi mixado no Monnow Valley Studios em Gales do Sul (Reino Unido), e a banda não poderia estar mais feliz com os resultados.


Resumo

O que: Apocalyptica

Quando: 16 de janeiro, terça-feira, às 21h

Onde: Teatro do Bourbon Country – Shopping Bourbon

Quanto: de R$ 170 à R$ 640

Informações: www.abstratti.com


segunda-feira, 25 de setembro de 2023

L7, que faz show em Porto Alegre com Black Flag dia 25 de outubro, lança nova música

Nota:

As meninas do L7 tocam em Porto Alegre pela segunda vez dia 25 de outubro, no Opinião (José do Patrocínio, 834). A apresentação será na mesma noite em que a influente banda Black Flack estreia na capital gaúcha, com show em que executa por completo seu segundo álbum “My War” (1984). Ingressos disponíveis neste link.

Enquanto está em preparativos para desembarcar no Brasil, o quarteto formado por Donita Sparks (vocais e guitarra), Suzi Gardner (guitarra e vocais), Jennifer Finch (baixo) e Demetra Plakas (bateria) disponibiliza música inédita.

É ‘Cooler Than Mars’, que ganhou também um videoclipe. O single carrega a essência grunge do conjunto, mas acrescenta batida eletrônica e sintetizadores. Conforme a vocalista Donita Sparks, a faixa inédita é um alerta sobre a destruição do meio ambiente. 

“Ela foi inspirada nas notícias catastróficas em curso das mudanças climáticas e nas estranhas paixões de cowboys espaciais bilionários para explorar os limites externos de nossa estratosfera. Parece-me que tais obsessões e recursos devem estar totalmente focados na cura da nossa ‘Big Blue Marble’. Sinto que não há nada ‘lá fora’ que seja tão alucinante quanto a biodiversidade do que temos aqui na Terra. Porque somos mais frios que Marte, p*rra!”, esbraveja Donita.

Confira ‘Cooler Than Mars’ aqui!


 L7 e Black Flag em Porto Alegre

 Local

Opinião (Rua José do Patrocínio, 834) 

Classificação etária

16 anos (acompanhado de responsável legal)

Quando

Quarta-feira, 25 de outubro, às 19h

Horários

19h — abertura da casa

19h30min — L7

21h30min — BLACK FLAG

Ingressos

PISTA

3º lote

Solidário — R$ 185*

Meia — R$ 180**

Inteira — R$ 360

 

Mezanino

2º lote (promocional)

Solidário — R$ 235*

Meia — R$ 230**

Inteira — R$ 460

 

3º lote

Solidário — R$ 245*

Meia — R$ 240**

Inteira — R$ 480

Pontos de venda 

Online (com taxa de conveniência)

www.sympla.com.br/opiniao (em até 12x no cartão) 

PONTOS DE VENDA SEM TAXA:

Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência – somente em dinheiro):

Loja Planeta Surf Bourbon Wallig (Av. Assis Brasil, 2611 – Loja 249 – Jardim Lindóia, Porto Alegre)

Horário funcionamento: das 10h às 22h.

Online (com taxa de conveniência)

www.sympla.com.br/opiniao (em até 12x no cartão) 

* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos anunciados

** Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.

Black Flag

O Black Flag é nome de referência para o punk e pioneiro no hardcore. Criada pelo guitarrista Greg Ginn em 1976, na Califórnia (EUA), a banda tornou-se extremamente influente dentro do rock, do metal ao indie. Após chamar a atenção no cenário underground com dois EPs — “Nervous Breakdown” (de 1979 — com Keith Morris, que depois formaria o Circle Jerks, nos vocais) e “Jealous Again” (1980) — o grupo lançou o acelerado primeiro álbum “Damaged” (1980), que tinha o hoje lendário Henry Rollins como frontman.

Com seu segundo disco “My War” (1984), o Black Flag tornou-se realmente cultuado, a ponto de ser citado como influência por grupos como Nirvana, Mudhoney, Melvins e Queens of the Stone Age. Com “My War”, gravado como trio (Ginn ficou responsável pelas cordas, Rollins pelas vozes e Bill Stevenson, do Descendents, pela bateria), o conjunto apostou em uma sonoridade mais arrastada e pesada, estabelecendo caminhos que deram origem ao sludge e ao grunge. São nove músicas, sendo seis mais “tradicionais” (tal qual “Can’t Decide” e “Beat My Head Against The Wall”) no lado A e três um tanto experimentais no B. 

O grupo colocou na rua outros álbuns importantes, como “Slip It In” (1984), “Loose Nut” (1985) e “In My Head” (1985). A maioria das artes de capa são assinadas por Raymond Pettibon, artista visual irmão de Ginn, conhecido por ter ainda criado o famoso logo das quatro barras que identifica o Black Flag.

Além de tocar Ginn também fundou o selo independente SST, em 1978, por onde lançou todas suas gravações e artistas então emergentes, como Hüsker Dü, Bad Brains, Soundgarden, Sonic Youth e Dinosaur Jr.

Atualmente, o Black Flag é composto, além de Ginn, por Harley Duggan (baixo), Charles Wiley (bateria) e o skatista profissional Mike Vallely (voz).


L7

O pensamento de que para fazer rock era preciso ter culhões ficou no passado. E as meninas do L7 são pioneiras nesse sentido, comprovando isso desde 1985, quando iniciaram as atividades na Califórnia. No Brasil, o quarteto feminino surgido com o levante grunge, que mudou o panorama da cultura pop durante os anos 1990, despontou com o terceiro álbum “Bricks Are Heavy” (1992). É desse disco a consagrada ‘Pretend We’re Dead’, bem como os singles ‘Everglade’ e ‘Monster’. Com a grande exposição mundial, as garotas estrearam ao vivo no Brasil em 1993, como atração do Hollywood Rock. Com show coeso e enérgico, roubaram a cena no evento, sendo apontadas como uma das melhores performances do festival — que tinha na escalação Nirvana e Red Hot Chili Peppers, entre outros.

Ainda na última década do século passado, a L7 lançou os discos “Hungry for Stink” (1994), “The Beauty Process: Triple Platinum” (1997) e “Slap-Happy” (1999), sem o mesmo impacto de outrora. Em 2001, a banda anunciou um hiato indefinido, retornando aos palcos em 2014. 

A última passagem do conjunto pelo Brasil foi em 2018, um ano antes de lançar "Scatter the Rats", seu primeiro álbum em 20 anos e o mais recente até então. Em 2016, saiu o documentário "L7: Pretend We're Dead", dirigido por Sarah Price e mostrando a trajetória de altos e baixos da banda.

A formação atual, que vem desde o fim dos anos 1980, tem Donita Sparks (vocais e guitarra), Suzi Gardner (guitarra e vocais), Jennifer Finch (baixo) e Demetra Plakas (bateria).

 

Resumo

O que: L7 & Black Flag

Quando: quarta, 25 de outubro  – 19h

Onde: Opinião — José do Patrocínio, 834

terça-feira, 18 de julho de 2023

Black Flag e L7 tocam juntas em Porto Alegre em 25 de outubro

Nota:

Influência para todo cenário rocker desde os anos 1980, do metal ao alternativo,  o Black Flag estreia em Porto Alegre dia 25 de outubro, no Opinião (José do Patrocínio, 834). E a ocasião é especial, já que a banda liderada pelo guitarrista Greg Ginn (único da formação original) vai executar seu clássico segundo álbum “My War” na íntegra. Também estão previstos no repertório petardos de outros trabalhos em uma apresentação com mais de duas horas. Na mesma noite, outra influente banda também está escalada: a L7, quarteto feminino relacionado ao movimento riot girl, que deslanchou junto ao grunge dos 1990 e conquistou sucesso e respeito com faixas como ‘Pretend We’re Dead’.

 Esta é a segunda gira do Black Flag no país e a primeira a passar pelo Rio Grande do Sul. Já as meninas do L7 desembarcam no Brasil pela terceira vez, sendo a segunda passagem pela capital gaúcha.



 L7 e Black Flag em Porto Alegre

 Local

Opinião (Rua José do Patrocínio, 834)

Classificação etária

16 anos (acompanhado de responsável legal)

Quando

Quarta-feira, 25 de outubro, às 19h

Horários

19h — abertura da casa

19h30min — L7

21h30min — BLACK FLAG

Ingressos

PISTA

1º lote (promocional)

Solidário — R$ 165*

Meia — R$ 160**

Inteira — R$ 320


2º lote (promocional)

Solidário — R$ 175*

Meia — R$ 170**

Inteira — R$ 340


3º lote

Solidário — R$ 185*

Meia — R$ 180**

Inteira — R$ 360


Mezanino

1º lote (promocional)

Solidário — R$ 225*

Meia — R$ 220**

Inteira — R$ 440


2º lote (promocional)

Solidário — R$ 235*

Meia — R$ 230**

Inteira — R$ 460


3º lote

Solidário — R$ 245*

Meia — R$ 240**

Inteira — R$ 480

Pontos de venda

Online (com taxa de conveniência)

www.sympla.com.br/opiniao (em até 12x no cartão)

PONTOS DE VENDA SEM TAXA:

Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência – somente em dinheiro):

Loja Planeta Surf Bourbon Wallig (Av. Assis Brasil, 2611 – Loja 249 – Jardim Lindóia, Porto Alegre)

Horário funcionamento: das 10h às 22h.

Online (com taxa de conveniência)

www.sympla.com.br/opiniao (em até 12x no cartão)

* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos anunciados

** Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.


Black Flag

O Black Flag é nome de referência para o punk e pioneiro no hardcore. Criada pelo guitarrista Greg Ginn em 1976, na Califórnia (EUA), a banda tornou-se extremamente influente dentro do rock, do metal ao indie. Após chamar a atenção no cenário underground com dois EPs — “Nervous Breakdown” (de 1979 — com Keith Morris, que depois formaria o Circle Jerks, nos vocais) e “Jealous Again” (1980) — o grupo lançou o acelerado primeiro álbum “Damaged” (1980), que tinha o hoje lendário Henry Rollins como frontman.

Com seu segundo disco “My War” (1984), o Black Flag tornou-se realmente cultuado, a ponto de ser citado como influência por grupos como Nirvana, Mudhoney, Melvins e Queens of the Stone Age. Com “My War”, gravado como trio (Ginn ficou responsável pelas cordas, Rollins pelas vozes e Bill Stevenson, do Descendents, pela bateria), o conjunto apostou em uma sonoridade mais arrastada e pesada, estabelecendo caminhos que deram origem ao sludge e ao grunge. São nove músicas, sendo seis mais “tradicionais” (tal qual “Can’t Decide” e “Beat My Head Against The Wall”) no lado A e três um tanto experimentais no B.

O grupo colocou na rua outros álbuns importantes, como “Slip It In” (1984), “Loose Nut” (1985) e “In My Head” (1985). A maioria das artes de capa são assinadas por Raymond Pettibon, artista visual irmão de Ginn, conhecido por ter ainda criado o famoso logo das quatro barras que identifica o Black Flag.

Além de tocar Ginn também fundou o selo independente SST, em 1978, por onde lançou todas suas gravações e artistas então emergentes, como Hüsker Dü, Bad Brains, Soundgarden, Sonic Youth e Dinosaur Jr.

Atualmente, o Black Flag é composto, além de Ginn, por Harley Duggan (baixo), Charles Wiley (bateria) e o skatista profissional Mike Vallely (voz).

L7

O pensamento de que para fazer rock era preciso ter culhões ficou no passado. E as meninas do L7 são pioneiras nesse sentido, comprovando isso desde 1985, quando iniciaram as atividades na Califórnia. No Brasil, o quarteto feminino surgido com o levante grunge, que mudou o panorama da cultura pop durante os anos 1990, despontou com o terceiro álbum “Bricks Are Heavy” (1992). É desse disco a consagrada ‘Pretend We’re Dead’, bem como os singles ‘Everglade’ e ‘Monster’. Com a grande exposição mundial, as garotas estrearam ao vivo no Brasil em 1993, como atração do Hollywood Rock. Com show coeso e enérgico, roubaram a cena no evento, sendo apontadas como uma das melhores performances do festival — que tinha na escalação Nirvana e Red Hot Chili Peppers, entre outros.

Ainda na última década do século passado, a L7 lançou os discos “Hungry for Stink” (1994), “The Beauty Process: Triple Platinum” (1997) e “Slap-Happy” (1999), sem o mesmo impacto de outrora. Em 2001, a banda anunciou um hiato indefinido, retornando aos palcos em 2014.

A última passagem do conjunto pelo Brasil foi em 2018, um ano antes de lançar "Scatter the Rats", seu primeiro álbum em 20 anos e o mais recente até então. Em 2016, saiu o documentário "L7: Pretend We're Dead", dirigido por Sarah Price e mostrando a trajetória de altos e baixos da banda.

A formação atual, que vem desde o fim dos anos 1980, tem Donita Sparks (vocais e guitarra), Suzi Gardner (guitarra e vocais), Jennifer Finch (baixo) e Demetra Plakas (bateria).


Resumo

O que: L7 & Black Flag

Quando: quarta, 25 de outubro  – 19h

Onde: Opinião — José do Patrocínio, 834

Quanto: de R$140 à R$480




quarta-feira, 3 de maio de 2023

Velhas Virgens faz show em Porto Alegre dia 12 de maio com turnê do novo álbum "O Bar Me Chama", trabalho indicado ao Grammy e que ganha versão em vinil

Nota:

Com mais de 30 anos de estrada, a maior banda independente do Brasil, as Velhas Virgens, caem na estrada com show no qual o álbum mais recente “O Bar Me Chama” (2020) é a maior atração — ao lado de músicas que andavam fora do setlist e lados B. Em Porto Alegre, a apresentação do veterano, e ainda com pegada jovial, grupo de rock ocorre dia 12 de maio, às 22h, no Alcabar (Travessa São José, 515 — Navegantes).

Na bagagem, além da experiência, as Velhas trazem também exemplares em vinil de  “O Bar Me Chama”, trabalho que foi indicado ao Grammy Latino de 2021 na categoria “Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa”.

“36 anos de banda, cara! Que sonho realizado: nosso disco saindo em vinil... Olha a qualidade do bagulho! Estou sem palavras. Obrigado!”, emociona-se o vocalista e fundador Paulão em post no instagram das Velhas falando sobre o bolachão.

Além dos temas que compõem o disco novo, o grupo promete no show releituras de canções brasileiras do começo dos anos 70 de nomes como Sá, Rodrix e Guarabira, Caetano Veloso e Secos & Molhados. Tudo com a pegada roqueira característica das Velhas. 

O quarteto local Madame Chaos é a atração convidada para fazer as honras da casa na capital gaúcha. A banda vai aquecer o público com seu autodenominado “metalhard” (mistura da essência do heavy metal com a mentalidade de criação das bandas de hardrock).

Ingressos

disponíveis aqui: https://bilheto.com.br/evento/1283/Velhas_Virgens.




 ::: VELHAS VIRGENS :::

Local

Alcabar (Travessa São José, 515 — Navegantes)

Classificação etária

18 anos

Quando

Sexta-feira, 12 de maio, às 22h

Horários

18h — abertura da casa

20h30min — Madame Chaos

22h — Velhas Virgens

Ingressos

2º lote (PROMOCIONAL)

Solidário — R$ 85,00*

Meia — R$ 80,00** 

Inteira — R$ 160,00

3º lote 

Solidário — R$ 95,00*

Meia — R$ 90,00** 

Inteira — R$ 180,00

4º lote

Solidário — R$ 105,00*

Meia — R$ 100,00** 

Inteira — R$ 200,00

* Solidário — limitados e válidos somente com a entrega de 1kg de alimento não perecível na entrada do show, no dia do evento.

** Meia-entrada — para estudantes são válidas somente as seguintes carteiras de identificação estudantil: ANPG, UNE, UBE’s, DCE’s e demais especificadas na LEI FEDERAL Nº 12.933. Não será aceita NENHUMA outra forma de identificação que não as oficializadas na lei.

Pontos de venda 

Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência)

Loja Beatnik (Rua Marechal Floriano Peixoto, 705 — Centro Histórico). Funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h / sábado, das 10h às 17h. Fone: (51) 984490776.

Online (com taxa de conveniência)

www.bilheto.com.br (em até 10x no cartão) 

* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos pontos de venda anunciados

** Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.

VELHAS VIRGENS

A banda carrega na bagagem mais de dois mil shows realizados por todo o Brasil, tornando-se o grupo nacional com mais tempo de sucesso independente, segundo apontamento do livro de recordes brasileiro, RankBrasil.

As Velhas Virgens têm muita história para contar e para cantar nesses mais de 30 anos de uma longa e tortuosa estrada que rendeu 18 CDs, sete DVDs, dois livros, uma gravadora e sete rótulos de cervejas artesanais (cuja receita é do baixista Tuca Paiva).

Os números surpreendem, considerando que falamos de artistas independentes: mais de 600 mil seguidores nas mídias sociais e música no YouTube com 2,5 milhões de acessos.

As Velhas também mantêm uma grife de camisetas e gifts, a Gravadora Gabaju Records, bem como muitos outros produtos derivados da marca. É só entrar nos sites www.velhasvirgens.com.br e www.gabaju.com.br e conferir.





MADAME CHAOS:

O poder do rock vive neles! Unidos pelo lifestyle rock 'n' roll e muita atitude, quatro amigos se associaram para criar uma das mais promissoras bandas da atualidade. Formada por Guilherme França (vocalista e guitarra base), Nathan Freitas (baterista), Fábio Michel (guitarrista solo) e Ariel Gaspar (baixista), a Madame Chaos é a consagração da melhor composição de subgêneros do rock.

Identitariamente compostos pelo visual e som hard rock, as inspirações do grupo vão além da composição de canções com uma pegada forte no country e no blues, misturando um som versátil que utiliza bases que viajam desde o heavy metal, passando pelo grunge e chegando até mesmo no jazz. 

A Madame tem previsto para 2023 um novo EP com mais quatro músicas que trazem a proposta de explicar melhor o porquê de a banda se identificar como “metalhard”. As faixas estão sendo mixadas e masterizadas pela AudioFARM Recording Studios.

Resumo

O que: Velhas Virgens

Quando: Sexta-feira, 12 de maio, às 22h

Onde: Alcabar (Tv. São José, 515)

Quanto: de R$ 70 a R$ 200

Informações: www.abstratti.com 

 Atenciosamente,


terça-feira, 18 de abril de 2023

Tim 'Ripper' Owens promete músicas do Judas Priest e clássicos do rock no show que faz em Porto Alegre (27/04) com UDO Dirkschneider (ex Accept)


Nota:

Tim ‘Ripper’ Owens (ex-Judas Priest) e Udo Dirkschneider (ex-Accept) são vozes de referência para o heavy metal que ecoam até hoje mundo afora. Dia 27 de abril, os dois cantores trazem o peso de seus trabalhos para Porto Alegre, onde se apresentam no Opinião (Rua José do Patrocínio, 834), às 21h. O repertório para o evento inclui um apanhado de temas das renomadas antigas bandas de cada músico. Ou seja: composições de Accept e Judas Priest. Além disso, a dupla promete executar também clássicos do rock.


“Cantarei umas oito ou nove músicas, daí o Udo canta umas oito ou nove (do Accept) e, ao final, cantamos uma meia dúzia de clássicos do metal juntos”, explica Owens, em entrevista ao jornalista Marcelo Vieira publicada no site do também jornalista Igor Miranda. 


No mesmo bate-papo, o vocalista que gravou os álbuns “Jugulator” (1997) e “Demolition” (2001) com o Priest também promete faixas de ambos esses registros nos shows pelo Brasil.

Garanta ingresso aqui: https://bileto.sympla.com.br/event/80625/d/182274.

  ::: UDO (EX-ACCEPT) & TIM ‘RIPPER’ OWENS (EX-JUDAS PRIEST) :::

Local:

Opinião (José do Patrocínio, 834) 

Classificação etária

16 anos

Quando

Quinta-feira, 27 de abril 2023, às 21h

Ingressos

PISTA

4ºlote

Solidário — R$ 195*

Meia — R$ 190**

Inteira — R$ 380

MEZANINO (com mesas e cadeiras)

3º lote

Solidário — R$ 265*

Meia — R$ 260**

Inteira — R$ 520

* Solidário — limitados e válidos somente com a entrega de 1kg de alimento não perecível no dia do evento, na entrada do show.

** Meia-entrada — para estudantes são válidas somente as seguintes carteiras de identificação estudantil: ANPG, UNE, UBE’s, DCE’s e demais especificadas na LEI FEDERAL Nº 12.933. Não será aceita NENHUMA outra forma de identificação que não as oficializadas na lei.

Pontos de venda: 

Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência):

Loja Planeta Surf Bourbon Wallig (Av. Assis Brasil, 2611 – Loja 249 – Jardim Lindóia, Porto Alegre). Horário funcionamento: das 10h às 22h.

Online (com taxa de conveniência)

www.sympla.com.br/opiniao (em até 12x no cartão) 

* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos anunciados

** Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.

UDO

O alemão Udo Dirkschneider fez história com a lendária banda de heavy metal Accept. O cantor permaneceu à frente do conjunto germânico durante os anos de 1976-1987, 1992-1997 e 2005. Com o grupo, ele gravou os influentes e clássicos “Breaker” (1981), “Restless and Wild” (1982), “Balls To The Wall” (1983), “Metal Heart” (1985) e “Russian Roulette” (1986). UDO também têm uma extensa e importante carreira solo, com 17 álbuns de estúdio, quatro EP’s e alguns discos ao vivo.

 

TIM ‘RIPPER’ OWENS

O norte-americano Tim ‘Ripper’ Owens ficou famoso após integrar uma das maiores bandas de heavy metal de todos os tempos: o Judas Priest. Em 1996, ele teve a missão de substituir ninguém menos que Rob Halford. Trabalho que fez com maestria nos excelentes álbuns “Jugulator” (1997) e “Demolition” (2001) – além do disco (e vídeo) ao vivo “Live In London” (2002/03). Tim também gravou diversos trabalhos importantes no cenário do metal. Entre os exemplos de registros que contam com sua voz, estão discos com artistas como Iced Earth, Winter’s Bane, Yngwie Malmsteen, Beyond Fear, Charred Walls Of The Damned, KK’s Priest, entre outras — além de sua carreira solo. 

Resumo

O que: UDO & Ripper Owens

Quando: Quinta, 27 de abril, às 21h

Onde: Opinião ( José do Patrocínio, 834)

Quanto: de R$ 140 à R$ 520

Informações: www.abstratti.com 

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