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segunda-feira, 23 de outubro de 2023

Integrantes das bandas Os Replicantes e Punkzilla falam sobre a importância de Black Flag e L7, atrações que fazem show nesta quarta-feira (25) em Porto Alegre


Nota:

Dois grandes nomes do rock no passado juntam-se no presente para provar que o gênero musical ainda tem futuro. O encontro rola em Porto Alegre nesta quarta-feira (25), no Opinião (José do Patrocínio, 834), às 19h, quando Black Flag e L7, ambas as bandas da Califórnia (Estados Unidos), dividem uma noite que tende a ser histórica. O grupo liderado pelo guitarrista Greg Ginn, e apontado como pioneiro do hardcore nos anos 1980, desembarca pela primeira vez na capital gaúcha. O repertório inclui o segundo álbum “My War” na íntegra e mais temas de outras fases da carreira — em show com mais de duas horas. Já o quarteto feminino, geralmente relacionado ao movimento grunge, chega ao Rio Grande do Sul para sua segunda apresentação, trazendo na bagagem a atitude que as consagrou desde os 1990 em performance com clássicos de toda a carreira.

Ingressos disponíveis neste link.


O Black Flag é nome de referência para o punk e pioneiro no hardcore. Criada em 1976 pelo guitarrista Greg Ginn (único integrante original ainda na formação), a banda tornou-se extremamente influente dentro do rock, do metal ao indie. Após chamar a atenção no cenário underground com dois EPs — “Nervous Breakdown” (de 1979 — com Keith Morris, que depois formaria o Circle Jerks e OFF!, nos vocais) e “Jealous Again” (1980) — o grupo lançou o acelerado primeiro álbum “Damaged” (1980), que marcou a estreia do hoje lendário Henry Rollins como frontman.

Com o segundo disco “My War” (1984), o Black Flag tornou-se cultuado, estabelecendo caminhos que deram origem ao sludge, ao post-hardcore e ao grunge. Se o lado A do vinil mantinha velocidade e agressividade características da banda, o lado B trazia faixas mais lentas e experimentais, agregando referências que iam do noise ao Black Sabbath. Pares como Mudhoney, Melvins e Queens of the Stone Age citam a influência do Black Flag. Kurt Cobain, líder do Nirvana, também sempre exaltou sua predileção por “My War”, inclusive elencando o disco como um de seus preferidos da vida em lista que consta no livro “Diários de Kurt Cobain”. 

Atualmente, o Black Flag é composto, além de Ginn, por Harley Duggan (baixo), Charles Wiley (bateria) e o skatista profissional Mike Vallely (voz).

''Demorou um tempo até eu conseguir entender a densidade por trás da obra do Black Flag. Diferente do punk que era consumido na época, eles engrossaram fortemente o caldo, e trouxeram uma atmosfera ''sombria'' para o gênero, algo que até então não tinha sido muito explorado. Quando pude sentir todas essas nuances, já era tarde demais: estava totalmente derretido e fissurado pelos trabalhos da banda. Não obstante, mandei fazer um adesivo dos caras para colar no meu carro, para nunca esquecer de arrepiar tudo e todos(as) que estiverem na minha volta, assim como os lendários mestres do Black Flag fazem até hoje'', destaca Northon Amaral, guitarrista da Punkzilla, um dos representantes em ascensão do punk/hc gaúcho.



Brabas!

O pensamento de que para fazer rock era preciso ter culhões ficou no passado. E as meninas do L7 são pioneiras nesse sentido, comprovando isso desde 1985, quando iniciaram as atividades. Com postura riot girl, a banda despontou nos anos 1990 com o terceiro álbum “Bricks Are Heavy” (1992). É desse disco a consagrada ‘Pretend We’re Dead’, bem como os singles ‘Everglade’ e ‘Monster’. Com a grande exposição mundial, as garotas estrearam ao vivo no Brasil em 1993, como atração do Hollywood Rock. Com show coeso e enérgico, roubaram a cena no evento, sendo apontadas como uma das melhores performances do festival — que tinha na escalação Nirvana e Red Hot Chili Peppers, entre outros.


Em 2001, a banda anunciou um hiato, retornando aos palcos em 2014. A última passagem do conjunto pelo Brasil foi em 2018, um ano antes de lançar "Scatter the Rats", seu primeiro álbum em 20 anos. Nessa gira, fizeram sua estreia em Porto Alegre, no mesmo palco em que sobem nesta quarta-feira (25). Em 2016, saiu o documentário "L7: Pretend We're Dead", dirigido por Sarah Price e mostrando a trajetória de altos e baixos da banda.

A formação atual, que vem desde o fim dos anos 1980, tem Donita Sparks (vocais e guitarra), Suzi Gardner (guitarra e vocais), Jennifer Finch (baixo) e Demetra Plakas (bateria).


“L7 foi a primeira banda de mulheres que eu conheci que não vendia sexo. Eram engajadas, furiosas, desarrumadas, mordazes e libertadoras. Mostraram pra todo mundo como o hard rock deveria ser: punk. “Got so much clit she don't need no balls” (trecho da faixa ‘Fast and Frightening’ que, em tradução livre, significa: ela tem tanto clitóris que ela não precisa de bolas). É uma das minhas bandas preferidas até hoje, choro sempre que vejo as imagens delas no Rio de Janeiro em 1993 (eu era muito nova pra ir). A importância dessas headbangers, que quebravam a monotonia das bandas de cabeludos deprimidos da época, foi fundamental para toda a geração posterior, não só para as mulheres. Quando ouvi L7 pela primeira vez, ainda era uma criança, nem sonhava em ter banda, mas já sabia que queria ser como elas”, enaltece a vocalista Julia Barth, d’Os Replicantes

Também produtora cultural, Julia foi uma das responsáveis pela primeira vinda do L7 a Porto Alegre:

“Em 2018, num elevador, comentava com uma amiga que a banda que eu mais queria conhecer era o L7. Duas semanas depois ela me mandou um link, elas estavam com a agenda aberta para shows no Brasil. E a gente trouxe elas pra Porto Alegre, uma das experiências mais incríveis da minha vida. Todo mundo que gosta de rock deve assistir esse show. So you wanna have some fun (citação da música ‘Everglade’)? Não perde o L7 e Black Flag dia 25 de outubro no Opinião!

SERVIÇO

O que: L7 & Black Flag

Quando: quarta, 25 de outubro  – 19h

Onde: Opinião — José do Patrocínio, 834

Ingressos: Loja Planeta Surf Bourbon Wallig (Av. Assis Brasil, 2611 – Loja 249 – Jardim Lindóia, Porto Alegre) ou no site bileto.sympla.com.br


sexta-feira, 20 de outubro de 2023

L7 faz show nesta sexta (20) em São Paulo, no Carioca Club

Quarteto de Los Angeles, já chamado de 'versão feminina do Nirvana', foi uma das mais reverenciadas bandas no antológico Hollywood Rock de 1993, no Brasil

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Nota:

L7, banda pioneira do movimento feminista norte-americano no punk/grunge, inicia a nova turnê sul-americana em São Paulo, nesta sexta-feira (20/10), no Carioca Club. A abertura fica com duas formações clássicas do rock nacional: Cólera e As Mercenárias.

Em São Paulo, a produção é da Maraty, que este ano ainda traz à capital paulista o Black Flag e Hermanos Gutiérrez. A produção é da Powerline Music & Books.

Esta é uma turnê de Best Of, isso é, repertório só com clássicos da carreira.

O L7 está de volta em plena atividade desde 2014, após um hiato de 14 anos. A banda se mostra revigorada e tocando ao redor do globo com explosivos shows sold-out.

O quarteto de Los Angeles, já comparado à versão feminina do Nirvana, foi uma das mais reverenciadas bandas no antológico Hollywood Rock de 1993, num show que até hoje é lembrado pela legião de fãs brasileiros.

Desde que gravaram o primeiro disco em 1987, dois anos após a formação da banda, o L7 contabiliza seis discos de estúdio, três registros ao vivo, um disco de covers, entre um monte de hits que tocaram – e tocam - à exaustão pelas rádios de todo o mundo, lançados por grandes gravadoras como Epitaph, Sub Pop, Slash Records e Warner. O L7 também ganhou relevância nos anos 90 devido às letras das músicas, como defesa das liberdades civis e feminismo.

Após o retorno, Donita Sparks (guitarra/vocal), Suzi Gardner (guitarra/vocal), Dee Plakas (bateria) e Jennifer Finch (baixo) já lançaram algumas músicas, como ‘I come back to bitch’ (que ganhou um videoclipe com ares de produção caseira, no melhor espírito grunge noventista), e ‘Dispatch from Mar-a- Lago’.

“Bricks are Heavy”, o terceiro disco da carreira, e um dos registros mais importantes dos anos 90 para o rock, impulsionou o quarteto ao estrelato mundial, foi considerado pela edição norte-americana da revista Rolling Stone como um dos 100 discos “indispensáveis” dos anos 90. É neste registro que gravaram o hit ‘Pretend We’re dead’, um sucesso comercial que ultrapassou as barreiras do rock e levou a banda a outros públicos, do pop ao metal.

A nova turnê do L7 pela América do Sul é uma realização da Vênus Concerts.

Mais shows

Belo Horizonte, 27/10 (MG), Ribeirão Preto, 22/10 (SP), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) são outras cidades que recebem o L7 nesta turnê

SERVIÇO
L7 em São Paulo
Data: 20 de outubro de 2023
Horário: 19h (abertura da casa)
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros, São Paulo/SP
Venda: https://www.clubedoingresso.com/evento/l7-sp
Ingresso:
Pista
1º lote: R$ 180,00 (meia solidária) e R$ 380,00 (inteira)
2º lote: R$ 210,00 (meia solidária) e R$ 240,00 (inteira)

Camarote
1º lote: R$ 280,00 (meia solidária) e R$ 560,00 (inteira)
2º lote: R$ 310,00 (meia solidária) e R$ 620,00 (inteira)

Classificação etária: 18 anos

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Crédito: Divulgação

Cartaz-A4
***



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sexta-feira, 13 de outubro de 2023

L7 inicia em São Paulo a nova e extensa turnê pela América do Sul

Ícone do rock alternativo, quarteto norte-americano também faz shows em Belo Horizonte, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre

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Nota:

L7, banda pioneira do movimento feminista norte-americano no punk/grunge, volta ao Brasil para uma série de shows neste mês de outubro. O primeiro é em São Paulo, dia 20/10, no Carioca Club, em evento que ainda traz apresentações de Cólera e As Mercenárias.

Belo Horizonte, 27/10 (MG), Ribeirão Preto, 22/10 (SP), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) são outras cidades que recebem o L7 nesta turnê de Best Of, isso é, repertório só com clássicos da carreira.

O L7 está de volta em plena atividade desde 2014, após um hiato de 14 anos. A banda se mostra revigorada e tocando ao redor do globo com explosivos shows sold-out.

O quarteto de Los Angeles, à época comparada à versão feminina do Nirvana, foi uma das mais reverenciadas bandas no antológico Hollywood Rock de 1993, num show que até hoje é lembrado pela legião de fãs brasileiros.

Desde que gravaram o primeiro disco em 1987, dois anos após a formação da banda, o L7 contabiliza seis discos de estúdio, três registros ao vivo, um disco de covers, entre um monte de hits que tocaram – e tocam - à exaustão pelas rádios de todo o mundo, lançados por grandes gravadoras como Epitaph, Sub Pop, Slash Records e Warner. O L7 também ganhou relevância nos anos 90 devido às letras das músicas, como defesa das liberdades civis e feminismo.

Após o retorno, Donita Sparks (guitarra/vocal), Suzi Gardner (guitarra/vocal), Dee Plakas (bateria) e Jennifer Finch (baixo) já lançaram algumas músicas, como ‘I come back to bitch’ (que ganhou um videoclipe com ares de produção caseira, no melhor espírito grunge noventista), e ‘Dispatch from Mar-a- Lago’.

“Bricks are Heavy”, o terceiro disco da carreira, e um dos registros mais importantes dos anos 90 para o rock, impulsionou o quarteto ao estrelato mundial, foi considerado pela edição norte-americana da revista Rolling Stone como um dos 100 discos “indispensáveis” dos anos 90. É neste registro que gravaram o hit ‘Pretend We’re dead’, um sucesso comercial que ultrapassou as barreiras do rock e levou a banda a outros públicos, do pop ao metal.

A nova turnê do L7 pela América do Sul é uma realização da Vênus Concerts.

Em São Paulo, a produção é da Maraty, que este ano ainda traz à capital paulista o Black Flag e Hermanos Gutiérrez.

SERVIÇO
L7 em São Paulo
Data: 20 de outubro de 2023
Horário: 19h (abertura da casa)
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros, São Paulo/SP
Venda: https://www.clubedoingresso.com/evento/l7-sp
Ingresso:
Pista
1º lote: R$ 180,00 (meia solidária) e R$ 380,00 (inteira)
2º lote: R$ 210,00 (meia solidária) e R$ 240,00 (inteira)

Camarote
1º lote: R$ 280,00 (meia solidária) e R$ 560,00 (inteira)
2º lote: R$ 310,00 (meia solidária) e R$ 620,00 (inteira)

Classificação etária: 18 anos

Serviço
L7 em Belo Horizonte
Data: 27 de outubro de 2023
Horário: 19h
Local: Mister Rock
Endereço: Avenida Teresa Cristina, 295 - Prado, BH/MG
Venda online: https://www.bilheto.com.br/comprar/1828/L7-Belo_Horizonte
Ingresso: de R$ 160,00 (meia e meia solidária) a R$ 320,00 (inteira) -1º Lote
Classificação etária: 16 anos

L7 em Ribeirão Preto
Ribeirão Rock Series, com Black Flag, Eskröta e Black Pantera
Data: 22 de outubro de 2023
Local: Centro de Eventos Quinta Linda
Endereço: SP-330, s/n - KM 303 - Ribeirão Preto, SP
Venda: https://duoticket.com.br/evento/2372/-Flag-+-L7
Ingresso:
Pista
Meia-entrada – R$ 100
Inteira – R$ 200
Pista Premium
Meia-entrada – R$ 150
Inteira – R$ 300
Camarote
R$ 400

Mais shows do L7 no Brasil - The Best of L7

24.10.2023 – Curitiba, Brazil @ Tork n' Roll
https://www.bilheto.com.br/comprar/1592/l7-e-black-flag

25.10.2023 – Porto Alegre, Brazil @ Opinião
https://bileto.sympla.com.br/event/84860/d/205923

29.10.2023 – Rio de Janeiro, Brazil @ Sacadura 154
https://showpass.com.br/evento/725/BLACK_FLAG

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Crédito: Divulgação

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segunda-feira, 2 de outubro de 2023

L7 confirma Belo Horizonte, dia 27 de outubro, na nova turnê só de clássicos no repertório

Apresentação em MG do quarteto norte-americano, ícone do rock alternativo, acontece no Mister Rock

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Nota:

Pioneiras do movimento feminista norte-americano no punk/grunge no início da década de 1990, o L7 está de volta a Belo Horizonte (Minas Gerais) neste mês de outubro para um único show, dia 27, no Mister Rock. Repertório só com sucessos da carreira.

A realização é da Vênus Concerts. Ingressos já à venda: https://www.bilheto.com.br/comprar/1828/L7-Belo_Horizonte.

O quarteto de Los Angeles, na década de 1990 comparada à versão feminina do Nirvana, foi uma das mais reverenciadas bandas no antológico Hollywood Rock de 1993, num show que até hoje é lembrado pela legião de fãs brasileiros.

Desde que gravaram o primeiro disco em 1987, dois anos após a formação da banda, o L7 contabiliza seis discos de estúdio, três registros ao vivo, um disco de covers, entre um monte de hits que tocaram – e tocam - à exaustão pelas rádios de todo o mundo, lançados por grandes gravadoras como Epitaph, Sub Pop, Slash Records e Warner.

O L7 é Donita Sparks (guitarra/vocal), Suzi Gardner (guitarra/vocal), Dee Plakas (bateria) e Jennifer Finch (baixo).

Serviço
L7 em Belo Horizonte
Data: 27 de outubro de 2023
Horário: 19h
Local: Mister Rock
Endereço: Avenida Teresa Cristina, 295 - Prado, BH/MG
Venda online: https://www.bilheto.com.br/comprar/1828/L7-Belo_Horizonte
Ingresso: de R$ 160,00 (meia e meia solidária) a R$ 320,00 (inteira) -1º Lote
Classificação etária: 16 anos

Mais shows do L7 no Brasil - The Best of L7

20.10.2023 – São Paulo, Brazil @ Carioca Club
https://www.clubedoingresso.com/evento/l7-sp

22.10.2023 – São Luís, Brazil @ Maranhão Open Air
https://fanpasss.com.br/moa-2023__4655/

24.10.2023 – Curitiba, Brazil @ Tork n' Roll
https://www.bilheto.com.br/comprar/1592/l7-e-black-flag

25.10.2023 – Porto Alegre, Brazil @ Opinião
https://bileto.sympla.com.br/event/84860/d/205923

29.10.2023 – Rio de Janeiro, Brazil @ Sacadura 154
https://showpass.com.br/evento/725/BLACK_FLAG

Assessoria de imprensa:
Tedesco Midia - https://instagram.com/tedesco.com.midia

Mais informaçõeshttps://instagram.com/venusconcerts.

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Foto: Divulgação

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segunda-feira, 25 de setembro de 2023

L7, que faz show em Porto Alegre com Black Flag dia 25 de outubro, lança nova música

Nota:

As meninas do L7 tocam em Porto Alegre pela segunda vez dia 25 de outubro, no Opinião (José do Patrocínio, 834). A apresentação será na mesma noite em que a influente banda Black Flack estreia na capital gaúcha, com show em que executa por completo seu segundo álbum “My War” (1984). Ingressos disponíveis neste link.

Enquanto está em preparativos para desembarcar no Brasil, o quarteto formado por Donita Sparks (vocais e guitarra), Suzi Gardner (guitarra e vocais), Jennifer Finch (baixo) e Demetra Plakas (bateria) disponibiliza música inédita.

É ‘Cooler Than Mars’, que ganhou também um videoclipe. O single carrega a essência grunge do conjunto, mas acrescenta batida eletrônica e sintetizadores. Conforme a vocalista Donita Sparks, a faixa inédita é um alerta sobre a destruição do meio ambiente. 

“Ela foi inspirada nas notícias catastróficas em curso das mudanças climáticas e nas estranhas paixões de cowboys espaciais bilionários para explorar os limites externos de nossa estratosfera. Parece-me que tais obsessões e recursos devem estar totalmente focados na cura da nossa ‘Big Blue Marble’. Sinto que não há nada ‘lá fora’ que seja tão alucinante quanto a biodiversidade do que temos aqui na Terra. Porque somos mais frios que Marte, p*rra!”, esbraveja Donita.

Confira ‘Cooler Than Mars’ aqui!


 L7 e Black Flag em Porto Alegre

 Local

Opinião (Rua José do Patrocínio, 834) 

Classificação etária

16 anos (acompanhado de responsável legal)

Quando

Quarta-feira, 25 de outubro, às 19h

Horários

19h — abertura da casa

19h30min — L7

21h30min — BLACK FLAG

Ingressos

PISTA

3º lote

Solidário — R$ 185*

Meia — R$ 180**

Inteira — R$ 360

 

Mezanino

2º lote (promocional)

Solidário — R$ 235*

Meia — R$ 230**

Inteira — R$ 460

 

3º lote

Solidário — R$ 245*

Meia — R$ 240**

Inteira — R$ 480

Pontos de venda 

Online (com taxa de conveniência)

www.sympla.com.br/opiniao (em até 12x no cartão) 

PONTOS DE VENDA SEM TAXA:

Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência – somente em dinheiro):

Loja Planeta Surf Bourbon Wallig (Av. Assis Brasil, 2611 – Loja 249 – Jardim Lindóia, Porto Alegre)

Horário funcionamento: das 10h às 22h.

Online (com taxa de conveniência)

www.sympla.com.br/opiniao (em até 12x no cartão) 

* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos anunciados

** Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.

Black Flag

O Black Flag é nome de referência para o punk e pioneiro no hardcore. Criada pelo guitarrista Greg Ginn em 1976, na Califórnia (EUA), a banda tornou-se extremamente influente dentro do rock, do metal ao indie. Após chamar a atenção no cenário underground com dois EPs — “Nervous Breakdown” (de 1979 — com Keith Morris, que depois formaria o Circle Jerks, nos vocais) e “Jealous Again” (1980) — o grupo lançou o acelerado primeiro álbum “Damaged” (1980), que tinha o hoje lendário Henry Rollins como frontman.

Com seu segundo disco “My War” (1984), o Black Flag tornou-se realmente cultuado, a ponto de ser citado como influência por grupos como Nirvana, Mudhoney, Melvins e Queens of the Stone Age. Com “My War”, gravado como trio (Ginn ficou responsável pelas cordas, Rollins pelas vozes e Bill Stevenson, do Descendents, pela bateria), o conjunto apostou em uma sonoridade mais arrastada e pesada, estabelecendo caminhos que deram origem ao sludge e ao grunge. São nove músicas, sendo seis mais “tradicionais” (tal qual “Can’t Decide” e “Beat My Head Against The Wall”) no lado A e três um tanto experimentais no B. 

O grupo colocou na rua outros álbuns importantes, como “Slip It In” (1984), “Loose Nut” (1985) e “In My Head” (1985). A maioria das artes de capa são assinadas por Raymond Pettibon, artista visual irmão de Ginn, conhecido por ter ainda criado o famoso logo das quatro barras que identifica o Black Flag.

Além de tocar Ginn também fundou o selo independente SST, em 1978, por onde lançou todas suas gravações e artistas então emergentes, como Hüsker Dü, Bad Brains, Soundgarden, Sonic Youth e Dinosaur Jr.

Atualmente, o Black Flag é composto, além de Ginn, por Harley Duggan (baixo), Charles Wiley (bateria) e o skatista profissional Mike Vallely (voz).


L7

O pensamento de que para fazer rock era preciso ter culhões ficou no passado. E as meninas do L7 são pioneiras nesse sentido, comprovando isso desde 1985, quando iniciaram as atividades na Califórnia. No Brasil, o quarteto feminino surgido com o levante grunge, que mudou o panorama da cultura pop durante os anos 1990, despontou com o terceiro álbum “Bricks Are Heavy” (1992). É desse disco a consagrada ‘Pretend We’re Dead’, bem como os singles ‘Everglade’ e ‘Monster’. Com a grande exposição mundial, as garotas estrearam ao vivo no Brasil em 1993, como atração do Hollywood Rock. Com show coeso e enérgico, roubaram a cena no evento, sendo apontadas como uma das melhores performances do festival — que tinha na escalação Nirvana e Red Hot Chili Peppers, entre outros.

Ainda na última década do século passado, a L7 lançou os discos “Hungry for Stink” (1994), “The Beauty Process: Triple Platinum” (1997) e “Slap-Happy” (1999), sem o mesmo impacto de outrora. Em 2001, a banda anunciou um hiato indefinido, retornando aos palcos em 2014. 

A última passagem do conjunto pelo Brasil foi em 2018, um ano antes de lançar "Scatter the Rats", seu primeiro álbum em 20 anos e o mais recente até então. Em 2016, saiu o documentário "L7: Pretend We're Dead", dirigido por Sarah Price e mostrando a trajetória de altos e baixos da banda.

A formação atual, que vem desde o fim dos anos 1980, tem Donita Sparks (vocais e guitarra), Suzi Gardner (guitarra e vocais), Jennifer Finch (baixo) e Demetra Plakas (bateria).

 

Resumo

O que: L7 & Black Flag

Quando: quarta, 25 de outubro  – 19h

Onde: Opinião — José do Patrocínio, 834

segunda-feira, 28 de agosto de 2023

L7 e Black Flag juntam forças em show inédito no Tork N Roll em Curitiba

 Nota:

Duas bandas lendárias em seus respectivos estilos se unirão para uma única apresentação em Curitiba, no dia 24 de outubro (terça-feira), no Tork N Roll, com produção da Abstratti e apoio da Bravo Metal Mgmt. Os grupos americanos L7 e Black Flag prometem uma noite história na capital paranaense. Os ingressos estão à venda pela plataforma Bilheto, a partir de 140 reais, no setor pista. A compra pode ser realizada em até 12 parcelas. O L7 sobe ao palco às 19h30, e o Black Flag, às 21h30. O grupo de rock alternativo L7 surgiu em meados dos anos 1980, e nesses quarenta anos, marcou época com singles de sucesso como "Everglade", "Andres" e, principalmente, "Pretend We're Dead". Álbuns como “Bricks Are Heavy” e “Hungry for Stink” são cultuados até hoje por fãs em todo o mundo. Donita Sparks (guitarra/vocal), Suzi Gardner (guitarra/vocal), Dee Plakas (bateria) e Jennifer Finch (baixo) voltam ao Brasil, pela terceira vez, com o vigor de uma banda experiente. Referência do punk rock, o Black Flag foi fundado na metade dos anos 1970, na Califórnia. Entre idas e vindas, o grupo retomou as atividades em 2019, e atualmente conta com o guitarrista e membro fundador Greg Ginn, com Mike Vallely (voz), Harley Duggan (baixo) e Charles Wiley (bateria). O show que trarão para Curitiba será uma celebração aos 40 anos do clássico “My War”, segundo disco da banda, lançado em 1984, contando com o vocalista Henry Rollins. O L7 retorna à cidade após quatro anos. Por sua vez, o Black Flag chega à cidade pela primeira vez. Seja como for, a união desses dois importantes nomes do rock americano será uma oportunidade única de celebrar a história da música pesada em apenas uma noite.

 

Serviço:

O que: L7 & Black Flag em Curitiba/PR

Quando: Terça, 24 de outubro – 19h

Onde: Tork n’ Roll –   Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Curitiba/PR

Quanto: de R$140 à R$480

Informações: www.abstratti.com e (41) 99980-7137

 

Horários:
19h00 - Abertura da casa

19h30 - L7

21h30 – Black Flag


Classificação etária: 16 anos (acompanhado de responsável legal)

 

Ingressos:

PISTA

1º lote – promocional

Solidário R$ 165*

Meia R$ 160**

Inteira R$ 320

 

2º lote - promocional

Solidário R$ 175*

Meia R$ 170**

Inteira R$ 340

 

3º lote

Solidário R$ 185*

Meia R$ 180 **

Inteira R$ 360

 

CAMAROTE

1º lote – promocional

Solidário R$ 225*

Meia R$ 220**

Inteira R$ 440

 

2º lote - promocional

Solidário R$ 235*

Meia R$ 230**

Inteira R$ 460

 

3º lote

Solidário R$ 245*

Meia R$ 240**

Inteira R$ 480

 

Pontos de venda

Online (com taxa de conveniência)

www.bilheto.com.br (em até 12x no cartão)

 

PONTOS DE VENDA SEM TAXA:

 

LETS ROCK

(Dinheiro, Débito e Crédito à vista)

(Galeria Pinheiro) Praça Tiradentes, 106 Ljs 03 E 04 - Centro - Curitiba - PR

Seg. a Sex., das 09h às 19h / Sábado, das 9h às 15h

 

* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos anunciados

** Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.

 

L7

Formado em 1985, foi nos anos 1990 que o L7 ganhou visibilidade mundial. Após dois álbuns, L7 (1988) e “Smell the Magic” (1990), o quarteto alcançou a fama com o estrondoso sucesso do “Bricks Are Heavy”, principalmente do single “Pretend We’re Dead”. Na época, fizeram a primeira visita ao Brasil, como atração do Hollywood Rock, no mesmo dia do Nirvana. Além da parte musical, elas criaram a fundação “Rock for Choice”, para defesa dos direitos da mulher e participaram de festivais e trilhas sonoras de filmes. Em dezembro de 2014, a banda anunciou sua reunião com a formação original, após mais de uma década separadas, sacramentada com o álbum “Scatter The Rats”, cuja turnê passou pelo Brasil. Agora, o lendário grupo se apresenta no país trazendo os grandes sucessos da carreira, tanto dos imprescindíveis “Bricks are Heavy” e “Hungry for Stink”, como de outros registros importantes como  “Smell the Magic” e “The Beauty Process: Triple Platinum”.

 

Black Flag

 

Black Flag é uma banda de punk rock formada em 1976 em Hermosa Beach, Califórnia. Inicialmente chamada de Panic, a banda foi criada por Greg Ginn, o guitarrista, principal compositor e único membro que esteve em todas as formações. O grupo é considerado como um dos mais importantes e influentes nomes do punk e do hardcore, bem como pioneiros do pós-hardcore. Após se separarem em 1986, se reuniram em 2003 e novamente em 2013. Nessa segunda vez, lançaram o primeiro álbum de estúdio em quase três décadas, intitulado “What The...” (2013). Nessa nova encarnação, o grupo apresenta uma turnê que revisita um de seus maiores trunfos, apresentando performances enérgicas, como o público europeu pode comprovar recentemente. A banda participou de grandes festivais e realizou datas especiais em diversos países, culminando com um show histórico no Hellfest.

 

Texto: Assessoria de imprensa Abstratti

 


 


quinta-feira, 17 de agosto de 2023

L7 retorna a São Paulo em outubro com show de best of. Apresentação na capital paulista será dia 20/10 no Carioca Club

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Nota:

Pioneiras do movimento feminista norte-americano no punk/grunge e do Riot grrrl lá no início da década de 1990, e detentoras de uma das sonoridades mais autênticas do rock, o L7 está de volta ao Brasil em outubro, com show em São Paulo marcado para 20/10 no Carioca Club. A apresentação será um best of, com sucessos de toda a carreira.

O show do L7 em São Paulo é uma realização da Maraty, que este ano ainda traz Black Flag, Hermanos Gutiérrez e outras atrações a serem anunciadas, com produção da Powerline. A abertura terá duas bandas clássicas do punk rock nacional: Cólera e As Mercenárias.

Ingressos à venda: https://www.clubedoingresso.com/evento/l7-sp.

O L7 está de volta em plena atividade desde 2014, após um hiato de 14 anos. A banda se mostra revigorada e tocando ao redor do globo com explosivos shows sold-out.

O quarteto de Los Angeles, à época comparada à versão feminina do Nirvana, foi uma das mais reverenciadas bandas no antológico Hollywood Rock de 1993, num show que até hoje é lembrado pela legião de fãs brasileiros.

Desde que gravaram o primeiro disco em 1987, dois anos após a formação da banda, o L7 contabiliza seis discos de estúdio, três registros ao vivo, um disco de covers, entre um monte de hits que tocaram – e tocam - à exaustão pelas rádios de todo o mundo, lançados por grandes gravadoras como Epitaph, Sub Pop, Slash Records e Warner. O L7 também ganhou relevância nos anos 90 devido às letras das músicas, como defesa das liberdades civis e feminismo.

Após o retorno, Donita Sparks (guitarra/vocal), Suzi Gardner (guitarra/vocal), Dee Plakas (bateria) e Jennifer Finch (baixo) já lançaram algumas músicas, como ‘I come back to bitch’ (que ganhou um videoclipe com ares de produção caseira, no melhor espírito grunge noventista), e ‘Dispatch from Mar-a- Lago’.

“Bricks are Heavy”, o terceiro disco da carreira, e um dos registros mais importantes dos anos 90 para o rock, impulsionou o quarteto ao estrelato mundial, foi considerado pela edição norte-americana da revista Rolling Stone como um dos 100 discos “indispensáveis” dos anos 90. É neste registro que gravaram o hit ‘Pretend We’re dead’, um sucesso comercial que ultrapassou as barreiras do rock e levou a banda a outros públicos, do pop ao metal.

A nova turnê do L7 pela América do Sul, que abrange mais datas no Brasil e em outros países, é uma realização da Vênus Concerts.

SERVIÇO
L7 em São Paulo
Data: 20 de outubro de 2023
Horário: 19h (abertura da casa)
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros, São Paulo/SP
Venda: https://www.clubedoingresso.com/evento/l7-sp
Ingresso:
Pista
1º lote: R$ 180,00 (meia solidária) e R$ 380,00 (inteira)
2º lote: R$ 210,00 (meia solidária) e R$ 240,00 (inteira)

Camarote
1º lote: R$ 280,00 (meia solidária) e R$ 560,00 (inteira)
2º lote: R$ 310,00 (meia solidária) e R$ 620,00 (inteira)

Classificação etária: 18 anos

l7 promo-photo-1

Crédito: Divulgação

Cartaz-A4
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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Soul Asylum se apresentará junto ao L7 em São Paulo

Arte: Loud

Nota : 

Banda norte-americana promete show de hits da década de 90 e de toda a carreira, no dia 2 de dezembro

A festa no próximo dia 2 de dezembro em São Paulo, no Tropical Butantã, e que celebrará a longevidade do rock alternativo moldado na década de 1990, ganha mais uma importante banda que ajudou a consagrar o estilo naquele momento da história da música. 

Powerline orgulhosamente anuncia os norte-americanos veteranos do Soul Asylum ao line-up, que já conta com nada menos do que a lendária L7, além das nacionais Deb and the Mentals e Pin Ups.
Faltam menos de duas semanas para o evento e os ingressos estão no fim do 2º lote (http://www.clubedoingresso.com/l7-sp).

O Soul Asylum, de Mineápolis, foi um fenômeno nos anos 90 e, desde que se firmou na música ainda no final dos 80, está até hoje lançado discos e excursionando.

O ápice da carreira foi em 1992, quando lançaram o álbum – que atravessa décadas com o status de clássico – Grave Dancers Union, no qual está o megahit ‘Runamay Train’.

O sucesso foi tanto que este álbum rendeu à banda disco triplo de platina nos Estados Unidos, e a colocou de vez no hall da fama, com direito a show no dia da posse de Bill Clinton no seu primeiro mandato como presidente dos EUA.

Outro momento de destaque na trajetória do Soul Asylum foi em 1995 com o álbum Let Your Dim Light Shine (gravado por Butch Vig, do Garbage, que também produziu Nevermind, do Nirvana, e Bricks are Heavy, do L7), cuja música de abertura ‘Misery’ prontamente rodou rádios mundo afora.

O último lançamento é oChance of Fortune, de 2016, em que o energético post-punk e elementos grunge dividem espaço com o pop.

Da época de ‘Runaway Train’, que teve um emocionante videoclipe rodado à exaustão na antiga MTV Brasil, apenas o vocalista e guitarrista Dave Pirner da formação original volta a esta que será a terceira vez da banda no Brasil.

No entanto, os demais integrantes formam um time de peso e respeito: Michael Bland (ex-Prince, na bateria), Winston Roye (músico da Broadway, no baixo) e Ryan Smith (na guitarra).


L7 VISCERAL E RELEVANTE – Principal atração no evento do dia 2 de dezembro na capital paulista, o quarteto feminino de Los Angeles L7 se prepara repetir a dose de 25 anos atrás, quando incendiou o Hollywood Rock (Rio de Janeiro) com um show vibrante, potente, com uma imbatível aura punk, considerado por muitos presentes como o melhor naquele 16 de janeiro de 1993.

Donita Sparks (guitarra/vocal), Suzi Gardner (guitarra/vocal), Dee Plakas (bateria) e Jennifer Finch (baixo), revigoradas desde 2014 quando se reuniram após um recesso do L7, já lançaram duas novas músicas - ‘I come back to bitch’e ‘Dispatch from Mar-a- Lago’, mas prometem um set list nesta volta ao Brasil repleto de clássicos, como a indefectível ‘Pretend we’re dead’, ‘Fast and Frightening’, ‘Deathwish’, ‘Monster’ e ‘Everglade’.

Além de São Paulo, o L7 toca no Rio de Janeiro (1/12), Porto Alegre, (4/12), Curitiba (5/12) e Belo Horizonte (6/12). 


Foto Soul Asylum: Katarzyna Cepek Photography



SERVIÇO
L7 e Soul Asylum em São Paulo (Tropical Butantã) 
Eventohttps://www.facebook.com/events/200413880610950/
Data: 2 de dezembro de 2018
Horário: 18 horas
Local: Tropical Butantã
Endereço: Avenida Valdemar Ferreira, 93 – Butantã
Ingressoshttp://www.clubedoingresso.com/l7-sp
Promocional/meia entrada de 2º lote: R$ 130,00
Camarote de 2º lote: R$ 200 (promocional/meia entrada) 
Inteira de 2º lote: R$ 260 (pista) e R$ 400 (camarote) 
Censura: 16 anos  

SERVIÇO L7 nas demais cidades
L7 no Rio de Janeiro (Circo Voador) 
Evento: https://www.facebook.com/events/2131841977087635/ 
Data: 1º de dezembro de 2018 
Local: Circo Voador 
Horário: 19 horas 
Endereço: Rua dos Arcos, s/n - Lapa 
Ingresso: https://carrinho.tudus.com.br/circo-voador-l7/tickets 
1º lote – R$ 90 (promocional/meia entrada) 
1º lote - R$ 180 (inteira) 
Censura 16 anos

L7 em Porto Alegre (Bar Opinião) 
Evento: https://www.facebook.com/events/303802660419117/
Data: 4 de dezembro de 2018 
Local: Bar Opinião 
Endereço: Rua José do Patrocínio, 834 - Cidade Baixa, POA/RS
Ingressos: http://bit.ly/L7PortoAlegre
2º lote: R$ 120 (promocional), R$ 100 (meia entrada), R$ 200 (inteira)
Censura: 16 anos 

L7 em Curitiba (Hermes Bar) 
Evento: https://www.facebook.com/events/861207997336224/ 
Data: 5 de dezembro de 2018 
Local: Hermes Bar 
Endereço: Rua Engenheiros Rebouças, 1645 - Rebouças, Curitiba/PR
Ingressos: https://www.diskingressos.com.br/event/9005
Censura: 16 anos 

L7 em Belo Horizonte (Music Hall) 
Evento: https://www.facebook.com/events/308342073277172/
Data: 6 de dezembro de 2018 
Horário: 20 horas 
Local: Music Hall 
Endereço: Avenida do Contorno, 3239 - Santa Efigênia, BH/MG 
Ingresso: R$ 70 (mais taxa) 
Venda online: https://www.queremos.com.br/concert/2018/12/MG/l7_carne_doce_bh
Censura: 16 anos
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