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segunda-feira, 26 de abril de 2021

Tears of the Dragon ganha versão folk com voz de Aline Happ

Nota:

Canção é um clássico da carreira solo de Bruce Dickinson 

O vocal melódico e poderoso de Bruce Dickinson é substituído pela bela voz de Aline Happ, que traz uma nova roupagem para “Tears of the Dragon”, com uma versão classical crossover. 

Em uma releitura voltada para o folk, a cantora e produtora musical dá uma nova vida para o clássico da carreira solo do vocalista do Iron Maiden. 

A canção faz parte de uma série de releituras que Happ realiza em seu canal no YouTube, o qual já conta com versões de Rihanna, Linkin Park, Iron Maiden, e até mesmo, The Mandalorian. Algumas das canções também estão disponíveis nas principais plataformas de streaming e download.

 

Lançada originalmente em 1994, a canção “Tears of the Dragon” foi o primeiro single do segundo disco de Bruce Dickinson, "Balls to Picasso”. A letra fala sobre as aflições do vocalista quando saiu do Iron Maiden, em 1993, retornando apenas em 1999.

 


Conhecida mundialmente por seu trabalho como líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas do metal brasileiro. 

Em seu projeto solo, a artista promove releituras Gothic/Folk/Celtic de canções do rock e do metal mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. 

Graças ao apoio dos fãs, a cantora arrecadou mais de 200% da meta do financiamento coletivo para o seu disco solo de estreia, que será lançado ainda neste ano.

 

Os vídeos postados no canal de Aline Happ contam com o apoio de fãs no Patreon e no Padrim. Conhecidos mundialmente, o Lyria é uma banda carioca fundada em 2012 por Aline Happ. 

De lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, Catharsis (2014) e Immersion (2018) e tocou em diversas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, entre outras, além de transmitir shows online com venda de ingressos para o mundo todo.

 

Assista a versão de “Tears of the Dragon”: https://bit.ly/alinehapptearsofthedragon

 


Acompanhe Aline Happ

 

Facebook: https://www.facebook.com/alinehapp

Instagram: https://www.instagram.com/alinehapp/

YouTube: https://www.youtube.com/alinehapp

Spotify: https://bit.ly/alinehappspotify

Metal e RPG em disco de estreia do Tuuh

Nota:

Artista de São Paulo é conhecido no universo musical geek 

A ideia é incomum: lançar um álbum conceitual e um jogo de RPG interligados. Depois de três anos na produção de ambos, surge o DOPPEL1, álbum do projeto solo Tuuh e que também é um RPG Top-Down, desenvolvido na plataforma Unity. 

Com nove faixas em inglês, a história deste universo paralelo passa por gêneros musicais que vão do Power Metal até o LoFi Hip Hop. 

O disco foi produzido, mixado e interpretado por Tuuh, artista com 10 anos de estrada e participação recorrente no universo musical geek em eventos como Anime Friends, Ressaca Friends, Anime Dreams, entre outros.

 

“O conceito principal do DOPPEL1 é trazer a experiência de um ISEKAI (mundo alternativo, comum em animes e mangás), por meio da música e do RPG. Todas as histórias, singles e lançamentos do Tuuh e Tutz estão interligados desde 2018, que foi quando comecei a construir essa história através dos singles.”, define Tuuh.



O disco DOPPEL1 parte do projeto multipersona Tuuh e Tutz. O personagem Tutz é um artista de pop, protagonista do jogo. Já Tuuh é um artista de rock e um personagem não jogável dentro do universo do jogo DOPPEL1. O lançamento do álbum é a compilação de três anos lançando músicas autorais e covers, contando a história do DOPPEL1. 

 

“DOPPEL1 significa a contemplação de um conceito gigantesco, que só poderia ser realizado através da jornada temporal. É a realização de um sonho de moleque, de lançar um álbum autoral e solo pro mundo inteiro ouvir, junto com o que mais gosto: games!”, anima-se Tuuh.

 


O jogo de RPG DOPPEL1 conta a história de Tutz, um viajante do tempo que acabou dentro de um universo digital. O contraponto entre Tutz e Tuuh é que são a mesma pessoa, mas que fazem sons completamente diferentes um do outro, criando assim um antagonismo na narrativa do universo em DOPPEL1.

 

A capa do disco DOPPEL1 é uma criação do artista Maic Lee. As fotos de divulgação são de Lukin, com maquiagem de Victória Agostinho. A produção, masterização, mixagem foram realizadas por Tuuh, que também criou as composições para guitarra, baixo e bateria, além de ser vocalista. 

 

Ouça DOPPEL1 nos streamings: https://album.link/br/i/1556072298

Baixe o jogo DOPPEL1: http://www.doppel1.com/

 

Siga Tuuh nas redes sociais

 

Instagram: instagram.com/tuuhwilson

Twitter: twitter.com/arturwilson

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Aline Happ interpreta clássico de Natal em novo vídeo

Nota:

Uma das canções mais conhecidas mundialmente quando se trata de Natal e Ano Novo, Happy Xmas (War is Over), ganha versão classical crossover por Aline Happ. A música originalmente composta por John Lennon convoca à reflexão sobre o que foi realizado no ano que se passou e a esperança de um futuro melhor. Na versão da cantora, o canto lírico é o destaque que ganha o acompanhamento de harpa e mais elementos orquestrais.

 

O vídeo “Happy Xmas (War is Over)”, que é mais conhecido pela sua frase inicial “So this is Christmas”, foi gravado e editado durante o período de 36 horas. Na tela, o conceito de acolhimento é aplicado por meio de imagens felizes, em tons quentes. De acordo com Aline Happ, o objetivo é “trazer uma ideia de aconchego às pessoas.” Que completa:

 

“Escolhi uma música que poderia servir para as diversas festividades de fim de ano, pois traz uma mensagem de positividade às pessoas.”, revela Aline.

 


Originalmente uma canção de protesto contra a Guerra no Vietnã, a música “Happy Xmas (War is Over)” completará 50 anos em 2021. A letra serve como ferramenta para tratar da união na sociedade e mudanças pacíficas, por meio do empoderamento e reconhecimento das responsabilidades individuais. Enquanto traz as bases do pacifismo, a música foge do sentimentalismo presente nos temas natalinos. De Simone, passando por Celine Dion e até mesmo Miley Cyrus, a música contou com diversos covers.

 

Os vídeos postados no canal de Aline Happ contam com o apoio de fãs no Patreon e no Padrim. Conhecidos mundialmente, o Lyria é uma banda carioca fundada em 2012 por Aline Happ. De lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, Catharsis (2014) e Immersion (2018) e tocou em diversas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, entre outras.

 


Campanha para o álbum solo

 

A campanha para o lançamento do primeiro disco solo de Aline Happ, que contará com versões folk de músicas do rock, foi um sucesso! Com arrecadação de mais de 200% da meta, em breve a artista divulgará os próximos passos em relação ao álbum e as recompensas adquiridas durante o financiamento coletivo.

 

Assista Happy Xmas (War is Over): https://youtu.be/wxoGbKxosf0

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Monica Possel, da Hamen, é a única brasileira indicada a prêmio internacional

Nota: 

A terceira edição do FemMetal Awards, realizado pelo site de mesmo nome, indicou Monica Possel, vocalista da Hamen, ao prêmio “Jeanne D'Arc Award for Best Operatic Vocals” (Melhor Vocal Operístico, em tradução livre). 

A artista brasileira compete nesta categoria com Anette Olzon (The Dark Element), Capri Virkkunen (Amberian Dawn), Domina (Matrimonium), Hela Pálsdóttir (Rossometile), Melissa Bonny (Ad Infinitum), Nicoletta Rosellini (Walking in Darkness), Susanne Scherrer (MoonSun), Victoria Knight (Victoria K) e Viktorie Surmová (Surma). 

 A votação acontece entre os dias 14 e 21 de dezembro no site. Vote: De Joinville (SC), Monica Possel, vocalista da Hamen, é a única brasileira a ser indicada ao prêmio FemMetal e explica um pouco mais sobre a categoria e o que significa esta premiação. 

 “Esta classificação é dada pela FemMetal para categorizar vocalistas de banda de metal sinfônico, power e melódico. Não necessariamente o vocal seja operístico ou lírico. A indicação é simplesmente a realização de um sonho. 

É ver que o nosso som, a nossa qualidade musical está chegando lá. Nunca imaginei chegar numa competição de vocalistas, onde eu fosse a única representante Brasileira. Para mim é a força da cena metal feminina nacional tomando corpo para além das nossas fronteiras.”, avalia Monica.


Além de falar sobre o que significa essa indicação para a Hamen, a artista também conta o que este primeiro passo na premiação pode afetar as mulheres do metal brasilero. 

 “É nisso que eu mais penso, o quanto a cena underground feminina poderá ser mais valorizada no Brasil. Eu quero levar todas comigo, pq acredito que essa força, essa união é o que está ajudando para isso acontecer. Muito da força das mulheres do Garotas do Front e do Rock Brasil Feminino, enfim, são inúmeras mulheres por trás disso tudo que fica difícil até mencionar.”, elogia Monica. 

 Criada em 2013, a Hamen surgiu no cenário nacional com o EP “Altar” (2015) e de lá pra cá a banda lançou o álbum “Unreflected Mirror” (2018) e já participou de coletâneas internacionais, se tornando uma das representantes do metal sinfônico brasileiro. 

 O disco traz como temática noções abordadas na ficção científica, como mundos alternativos e também conta com influências da literatura de Arthur C. Clarke, autor de “2001 - Uma Odisseia no Espaço”, entre outros clássicos. A Hamen é formada por Monica Possel (voz), Cadu Puccini (guitarra), Gabriel Pedroso (bateria) e Matheus Maia (baixo). 

 Atualmente divulgando o álbum por meio da participação em festivais online, a vocalista também fez uma breve avaliação do mercado brasileiro de metal. 

 “Temos ótimas bandas aqui, ótimos talentos. Infelizmente o público e não só o público, mas os artistas também, acabam se comparando com as bandas de fora, o que gera um pouco de competição e/ou frustração, mas o público e nós mesmos artistas precisamos saber que aqui no Brasil temos uma legião de fãs e isso já é um grande potencial para alavancarmos.”, finaliza Monica Possel.



O FemMetal Awards traz as seguintes categorias: Melhor Banda, Melhor Álbum, Melhor Vocais Limpos, Melhor Vocais Agressivos, Melhor Instrumentista, Melhor Produção, Melhor Clipe e Melhor Artista Cover. Entre as indicadas estão, além da Hamen, as bandas Freak Injection, Illumishade, Matrimonium, Mobius, MoonSun, Null Positiv, ODC, Scarlet, Snow White Blood, Victoria K, Seven Spires, Eight Lives Down, Project Renegade, Surma, The Dark Element, Amberian Dawn, Rossometile, Ad Infinitum, Walking in Darkness, Thundermother, Hellena, Tape Shapes, Jaded Star, Arshenic, Murmur, Morphide, Mikaela Attard, The Hellfreaks, Abby L., Wicked Asylum, Sisters of Suffocation, Jasmine Cain, Witchcraft, Selenseas, Norwald, Mardelas, Scarlet Aura, Elisa Fortunato, Heina, Kim Melville, Lauren Babic, M. Drako, Rehn Stillnight, Ruby Bouzioti e Vicky Psarakis.

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Aline Happ lança versão inédita de The Mandalorian

Nota:

O universo de Star Wars e as suas histórias sempre inspiram aqueles que o buscam. Na música, foi a série The Mandalorian (Disney+) que inspirou Aline Happ, vocalista do Lyria, a criar. A trilha sonora dos créditos finais ganhou contornos vocais da cantora, que combinou o canto lírico com os arranjos orquestrais da canção. O formato inovador é o primeiro a ser feito no mundo, o que demonstra a criatividade da artista.

 

A vocalista Aline Happ explica que a ideia de vocalizar a trilha sonora de The Mandalorian surgiu enquanto assistia à série: “pensei que daria uma boa versão, mesmo sem letra. A parte instrumental é altamente cantável, então, pensei em fazer algo com a voz.”, conta.



Elemento de adoração entre os fãs do universo Star Wars, The Mandalorian também é uma das preferidas da cantora: “Estou gostando muito mais dessa série do que dos novos filmes do Star Wars e meus personagens favoritos com certeza são o Baby Yoda (Grogu) e o próprio Mandaloriano.”, elogia Aline Happ.

 

A série The Mandalorian estreou em 2019 no serviço de streaming Disney+ e imediatamente arrebatou os fãs da trilogia clássica de Star Wars. Dirigido por John Favreau, a série conta a saga de um caçador de recompensas espacial, Din Djarin, um mandaloriano, raça conhecida pelos fãs graças ao Boba Fett, da trilogia original. A história acompanha o pistoleiro e seu parceiro Grogu, apelidado carinhosamente de “Baby Yoda”, que precisa retornar ao seu lugar.

 

Os vídeos postados no canal de Aline Happ contam com o apoio de fãs no Patreon e no Padrim. Conhecidos mundialmente, o Lyria é uma banda carioca fundada em 2012 por Aline Happ. De lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, Catharsis (2014) e Immersion (2018) e tocou em diversas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, entre outras.

 

Assista a versão de The Mandalorian: https://youtu.be/kdZexYQZsfw

 


Campanha para o álbum solo

 

A campanha para o lançamento do primeiro disco solo de Aline Happ, que contará com versões folk de músicas do rock, foi um sucesso! Com arrecadação de mais de 200% da meta, em breve a artista divulgará os próximos passos em relação ao álbum e as recompensas adquiridas durante o financiamento coletivo.

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