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sábado, 12 de agosto de 2017

Accept - The Rise Of Chaos - Cadenciado com Riffs inspirados na medida certa

Peter Baltes, Mike Tornillo e Wolf Hoffmann
Autor : Vinny Santana

Seria audácia dizer que estamos diante do "Melhor lançamento de 2017" até então?
Seria pouco dizer que estamos diante de um álbum "cadenciado demais"?Isso atrapalha?Não mesmo!

O sucessor de Blind Rage (lançado em 2014) não veio tão "feroz", mas o fato não tem porque desanimar, afinal, os riffs que Wolf Hoffmann conseguiu exprimir em cada canção é algo digno de aplausos.

Arte do novo álbum da banda
Die By the Sword abre o álbum com um "gostinho" do disco anterior, seguindo aquela linha de "coros" no refrão, riffs inspirados, vocais muito bem feitos, solo na medida, e produção de bateria impecável (seguindo a linha atual da banda desde 2010 com Mark Tornillo).

Hole In the Head me lembrou os riffs atuais do último álbum do Megadeth, seguindo um groove muito legal, algo que certamente agrada no Heavy Metal, com refrão de forma cadenciada (sem problemas).

The Rise Of Chaos ao meu ver é uma das melhores (novamente lembrando um pouco Blind Rage), um pouco a mais de velocidade, riffs e mais riffs inspirados para nosso deleite, e solo muito bem executado.

Koolaid empolga, porém, é uma canção das mais cadenciadas do álbum, a chamada (faixa que complementa bem).

Atual line-up da banda
No Regrets traz a tona a velocidade novamente, riffs pesados (inspirados, ferozes, viva o Heavy Metal), andamento dando certa caída no refrão (não se apegue como um problema), solos despejando notas rápidas em sintonia com a "cozinha" bem trabalhada.

Analog Man traz riffs novamente excelentes e que certamente vai agradar fãs da época em que estavam no auge de Balls To the Wall, solo impecável, aquela "pegada" que só Wolf Hoffmann consegue imprimir.

What's Done is Done tem mais um motivo para estar em lembrança com os últimos álbuns, refrão forte, a típica faixa fácil de se assimilar em uma audição.

Worlds Colliding segue novamente a linha de riffs inspirados (pode soar repetitivo, mas os riffs imperam nesse novo trabalho), seu refrão acessível faz com que a audição se torne prazerosa, diria até "radiofônica".
(Um dos solos mais legais do álbum ao meu ver).

Carry the Weight retoma a velocidade e lembra muito a pegada de Blind Rage (facilmente estaria nele), refrão "pra cima", vibrante, viciante.

Race to Extinction é a segunda faixa extensa do álbum, tem tudo para ser ouvida em volume máximo, uma digna escolha de fim de álbum, nada como um solo virtuoso, Heavy Metal na veia, cadenciado também...

Integrantes em recente divulgação do álbum The Rise Of Chaos
Se você é fã da banda, corra atrás do álbum...
Se é fã da nova fase da banda, estará diante de um dos melhores lançamentos com Tornillo...
Se é fã de Heavy Metal, estará ouvindo um dos melhores discos do gênero dos últimos anos.

Na minha humilde opinião, é candidato ao melhor de 2017 (Parabéns pela produção Mr. Andy Sneap).

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