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quarta-feira, 8 de junho de 2022

Rock Vibrations Recomenda: Dakhmas

Cara, como é bom conhecer cada vez mais projetos nacionais de qualidade, o que nunca faltou em nossa cena de fato, mas com o advento da internet fica realmente complicado saber de tudo por tamanha dimensão de nomes aqui e acolá, mas obviamente, para nós que divulgamos e buscamos recomendar para vocês é sempre um prazer descobrir novidades.

O quarteto paulista que vamos apresentar aqui tem um feeling absurdo e nos entrega grandes faixas que vão de cadência á momentos brutais em poucos minutos, o que rende uma audição prazerosa e nos mostra que o underground é um local abençoado para nomes incríveis.

Unindo destreza e execução primorosa de suas faixas, o Dakhmas entra em sua mente com um Metal moderno de muita qualidade, flertando com Death técnico a todo instante e inserindo elementos e/ou características de gêneros mais costumeiros das 7 cordas nas guitarras, o que deixa tudo mais denso e "baixo".

Com a potência e versatilidade dos vocais de Any Scarlet, a destreza e técnica de Hebberty Taurus na guitarra (e vocais), além da qualidade acima da média em feeling do contrabaixo de André Soares e as baquetas ferozes de Ulisses Rocha, unem forças em uma base extremamente bem feita.

Abaixo vamos falar sobre dois registros impecáveis, duas máximas em produção, riffs, viradas, vocais, tudo o que você precisa para sair chutando a mesa da sala hahaha

O primeiro deles, "H.A.T.E." (2019), um verdadeiro petardo que consiste em 8 faixas pesadíssimas, cheias de riffs inspirados, vocais avassaladores, groove de sobra e linhas de bateria insanas, tudo o que os fãs de Metal esperam para "quebrar" seus pescoços sem ter o amanhã...

"Sons of the Pyramid", "Newborn Enemy" e "Last Ritual" são só 3 dicas que deixo aqui, mas não deixe de ouvir por completo.


Tracklist:
1. H.A.T.E.
2. Sons of the Pyramid
3. Losing Control
4. Newborn Enemy
5. Inner Hell
6. The Grave Call Our Names
7. Last Ritual
8. Fall of Mankind



Seguindo temos o seu mais recente registro em estúdio, "The Plague" (2020), uma sequência brutal de 9 faixas que assim como o seu antecessor, tem uma intro que lhe dá toda a beleza fantasmagórica do clima que está por vir, e não demora para os riffs e "ataques" de "Goddess of Freedom" surgirem emanando em seus ouvidos, uma aula extrema (e que paradinhas, hein?!), entregando novamente a essência já estabelecida e claro, inovando com mais elementos e diversidades em suas viradas e breakdowns.

A cadência de "Black Earth" é outro ponto positivo ao meu ver, mostrando qualidade em não apenas soar bem rápido, mas com técnica apurada também em ritmos menos frenéticos, e claro, tudo isso com o suporte de uma produção eficiente, deixando tudo muito prazeroso de se ouvir.

O tema envolvendo a deusa Lilith (conhecida por ser um símbolo de liberdade e não submissão perante ao homem e por vezes demonizada em sua imagem) é um dos pontos altos aqui, rendendo conhecimento e opiniões da banda sobre manipulações conhecidas nos dias atuais como da fé e preconceitos.



Tracklist:
1 - The Message
2 - Goddess of Freedom
3 - Seeds of Destruction
4 - Blame of the Faith
5 - Black Earth
6 - The Sixth Reborn
7 - Enriching Liar
8 - Slaved Eyes
9 - The Plague


Se você é do tipo que prefere sair "quebrando tudo", confira também "Eriching Liar" " Seeds of Destruction" e "The Plague", tenho certeza que sua coluna irá trabalhar por um bom tempo, e claro, assim como disse no registro anterior, não deixe de conferir por completo mais este excelente trabalho!



Recentemente voltaram com tudo e já estão promovendo um evento para muito breve (veja o banner acima) e como convidados, as bandas Endigna, Ossos Cruzados e um velho conhecido das nossas páginas, os brothers do InRaza.

O "Dakhmas Fest" será realizado no dia 2 de julho às 17:00 no Jai Club (Rua Vergueiro, 2676, Vila Mariana - SP) e o preço é de R$20 (antecipado Pix) ou R$30 na porta do evento.


Confira o vídeo de "Seeds of Destruction" clicando aqui


Veja também a live da banda no "Metal Solidário 2021" clicando aqui!


Ouça:

H.A.T.E. :

The Plague:


Links:

quinta-feira, 4 de março de 2021

Bodyjar: Pop/Punk australiano de bom gosto

Diretamente de Melbourne (Austrália) a banda Bodyjar surgiu em 1993 para ser um dos nomes mais legais do chamado Pop/Punk que tanto ficou famoso no fim dos anos 90 e início dos anos 2000 com bandas como Pennywise, Diesel Boy, Blink-182, dentre muitas outras, aliando um som acessível com boas doses Pop em seus vocais (e refrões certeiros), um verdadeiro clima de adolescente para quem viveu essa época e se enveredou pelo mundo dos Skates.


Seu mais recente lançamento é o E.P. "Terra Firma" de 2017, tendo faixas que duram em média 3 minutos e meio e muito feeling bacana, remetendo a nomes famosos (como os citados acima) e de bandas que faziam sucesso principalmente em trilhas de franquias de games como Burnout, Nascar, Need For Speed, e derivados.

Em termos de produção eles trabalham bem, evidenciam uma pegada bem interessante, acessível, trazendo variados públicos para a sua carreira sólida.
Os músicos são experientes em sua cena, dando ainda mais ênfase ao ótimo trabalho que executam.


Caso ainda não teve nenhum contato, ouça faixas como "Money Box" e "Get Right" que certamente irá lhe agradar, mas caso queira conhecer algo mais "clássico" da carreira deles, confira a excelente "Not the Same" (do álbum "How It Works" de 2000) que inclusive fez parte do clássico game "Tony Hawk's Pro Skater 3".


Outra boa pedida é "One in a Million" do álbum "Plastic Skies" de 2002, rendendo bons momentos rapidamente por ser um dos melhores registros de sua carreira.



Por fim, se você é fã de algumas vertentes acessíveis como a da banda, tipo o Metalcore, ouça a faixa "You Say" (do E.P. "Strange Harvest" de 1997) e irá perceber que provavelmente o A Day To Remember bebeu da fonte do Bodyjar para o início de sua carreira.



Lembrando que em 2021 estão lançando um Split com apenas duas faixas (sendo a sua, a ótima "Reaction) e a outra pertence a banda que divide o trabalho, o Sharp/Shock com sua boa "Endless Holiday) via HalfWay Records. 


Links:

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Nullah: "Efeito Colateral" e seu ótimo Rock

Os catarinenses da banda Nullah são daquele tipo que você consegue curtir rapidamente, seja por sua veia acessível ou pelas nuances, conseguem entregar muito do que precisamos para nosso dia a dia, canções leves e de ótima percepção para quaisquer momentos.

Em seu registro chamado "Efeito Colateral", temos apenas 4 faixas (mas muito bem construídas), são elas:

O Dia Depois de Amanhã
Desapego
Homo Sapiens
Efeito Colateral

Ambas com certo apelo radiofônico, flertando com o lado alternativo do Rock, um pouco do Hard, riffs e melodias criativas, vocais que se mantém em uma linha agradável, junção ótima de baixo e bateria (a famosa "cozinha" equilibrada), além de sua dinâmica com temas atuais.

Ouça sem medo e recomende o quanto antes!


Confira clicando aqui


Agradecemos aos parceiros do Blog Violent Noise pela indicação.


Link da banda:

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Megara : entre o lado acessível e o brutal


Hoje em dia não é difícil encontrar muitos nomes no meio do Rock que mesclam o lado alternativo ao mais visceral, porém, nem todos conseguem fazer isso com certa personalidade.

Conheci a banda natural de Madrid (Espanha) Megara através de recomendação no Instagram e pelo fato do visual ter me chamado atenção, fui conferir e achei muito boa, eles tem como objetivo mostrar um Metal interessante e acessível, aliando o lado radiofônico e ao mais enérgico possível, rendendo uma boa mistura.

Os vocais acessíveis mostram não só um lado Pop conhecido mas também uma boa gama de elementos do Metal alternativo, bem como o instrumental que agrada rapidamente... algo realmente legal com os riffs criativos e melodias cativantes que possuem.

Estrearam com "Siete" (2016) e logo chamaram atenção, abriram shows para bandas como o gigante do Big 4 Anthrax, e ganharam notoriedade.

Seu último registro (e mais atual) é "Aquí Todos Estamos Locos" (2018), evoluíram de forma significativa e mantiveram as boas raízes que criaram, sendo assim uma banda que poderá atingir um certo número de fãs em várias partes do mundo, e um diferencial para mim é o fato de cantarem em seu idioma natal, o que deixa tudo ainda mais curioso.


Não deixe de conferir, ainda mais se você for adepto à canções de fácil assimilação, vocais femininos e claro, mente aberta para entender a proposta... diversão garantida.


Confira "Siete" via Spotify aqui

Confira também "Aquí Estamos Todos Locos" aqui


Link :

domingo, 8 de março de 2020

Eclipse of the Sun : novo álbum Brave Never World será lançado em abril


O novo álbum "Brave Never World" da épica banda húngara de doom / death metal Eclipse of the Sun será lançado em 25 de abril de 2020!
Melodias sombrias, riffs pesados ​​e uma sensação de destruição iminente.

8 trilhas sombrias cheias de paixão e atmosfera monumental. Esta é uma visita obrigatória para os fãs de Isole, Paradise Lost, Swallow The Sun, My Dying Bride e Amorphis.

Confira mais no Bandcamp aqui

sexta-feira, 6 de março de 2020

From the Vastland : álbum The Haft Khan será lançado em abril


Um co-lançamento da Satanath Records com Iron, Blood And Death Corp Distribucion - novo álbum "The Haft Khan" da banda norueguesa de black metal From The Vastland será lançado em 30 de abril de 2020!

Os black metalers da velha escola marcam 2020 com seu sexto álbum altamente antecipado. 

Este álbum é um fogo ardente, selvagem e monstruoso, sombrio e misterioso, mas ao mesmo tempo profundamente emocional. 

Black Metal norueguês da velha escola, com um toque de influências orientais.

O Haft Khan o levará para uma jornada sombria através de uma história antiga para mostrar como lidar com os mais sombrios demônios.

Arte da capa por Kjell Åge Meland.


Adquira pela pre-order via Bandcamp aqui

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

The Malice : Legions Of The Dawn tem data prevista para março


O novo álbum "Legions Of The Dawn" da banda técnica de death metal sueco-alemã "The Malice" será lançado em 25 de março de 2020.

Nove faixas de death metal técnico com profundidade e groove do estilo americano, misturadas com a herança escandinava da morte e do black metal.
Originalmente, foi lançado automaticamente sob o título "The Unholy Communion" como demo em 2019.
"Legions Of The Dawn" será lançado como álbum completo com nova masterização e arte.
Arte da capa de Remy do Headsplit Design.


Ouça :
Bandcamp

Haissem : Kuhaghan Tyyn terá lançamento em março deste ano


O novo álbum intitulado "Kuhaghan Tyyn" da banda ucraniana de black metal melódico "Haissem" será lançado em 22 de março de 2020 e com muita expectativa.

O trabalho no álbum começou simultaneamente com a gravação de "Panacea For A Cursed Race" e era originalmente sua continuação. Mas, no processo de compor as músicas, ficou claro que seria outra coisa.

Depois que as partes e os vocais da guitarra foram gravados, o autor teve a idéia de usar sintetizadores como substrato um pouco mais do que o habitual, mas não para abusar deles. Uma característica especial da gravação é a participação de músicos de sessão.

O resultado é o álbum mais atmosférico e mais sombrio de Haissem, que dificilmente deixará os fãs de black metal indiferentes.
Trabalhos de arte por Mary Kankava de Hellcatfairyart.

Ouça :
Bandcamp

Mazikeen : The Solace of Death será lançado em março


Um co-lançamento da "Satanath Records" com Iron, Blood And Death Corp Distribucion, o novo álbum "The Solace Of Death" da banda sinfônica de black / death metal australiana Mazikeen será lançado em 23 de março de 2020.

Durante 2018, a Mazikeen começou a gravar e a lançar uma série de faixas cover e completou um álbum com a EOL Studios.
Este álbum tem Marco Pitruzzella (Six Feet Under, Sleep Terror, ex-Brain Drill) na bateria, Kris Marchant na guitarra, James Edmeades (Claret Ash) nos vocais, Andrew Shiells na guitarra / sintetizador e Aretstikapha no piano / sintetizador. 

Também vocal convidado por Josh Young (Atra Vetosus), Ian McLean (The Maledict) e Ashahalasin (Somnium Nox).
O álbum composto por 53 minutos de faixas originais foi concluído em meados de 2019.

Ouça :
Bandcamp

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Inhuman : Unseen Dead será lançado em março


Sendo um co-lançamento da "Grimm Distribution" com a "Sevared Records", "Unseen Dead" será o novo álbum da banda "Inhuman" (terceiro de sua discografia).

Naturais da Costa Rica, os músicos formaram a banda em 2011 e desde então apresentaram grandes canções ligadas ao lado extremo do Metal.

Após 5 anos, planejam lançar o seu novo álbum em 15 de março deste ano e com o ótimo "Death Metal" de sempre.
Serão 8 faixas com riffs densos, rápidos, pesados como devem ser, blast-beats intensos, vocais brutais, e muita vitalidade.

A sua produção promete estar com melodias muito bem evidenciadas e ricas em comparação aos dias atuais, entregando o melhor para o fã da vertente.

Sua ótima arte ficou a cargo de JL Rey no estúdio da arte de Phlegeton.

Ouça :
Bandcamp

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Ethir Anduin : Pathway To Eternity. The Agony será lançado em março deste ano


Formada em 2006 na Rússia, a banda "Ethir Anduin" teve em 2019 a adição de uma vocalista feminina (Luka) e assim, seu novo álbum "Pathway To Eternity. The Agony"  Black / Doom metal / Hardcore ganhou formas para ser lançado em 16 de março de 2020.

Sua temática é baseada no poema "Potets", de Alexander Vvedensky em meio às suas 8 faixas, cada uma com sua própria ideia, conceito e mundo.
Dando atenção à partes escritas relatando alguém em leito de morte e seus sentimentos, criam um ambiente próprio para as faixas, mostrando talento e versatilidade, além de inteligência para tal, em transformar suas músicas em um produto de intelecto.


Fique de olho!


Ouça a banda em :
Bandcamp

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Stromptha : Endura Pleniluniis será lançado em março


Um co-lançamento da nossa parceira "Satanath Records" com a "Pest Records", o mais novo álbum "Endura Pleniluniis" da banda atmosférica da Groenlândia de Black/Doom Metal "Stromptha" será lançado em 24 de março deste ano de 2020.

Com um som denso, técnico, agressividade ímpar em várias nuances (tendo como exemplo o single divulgado, "Le Passage Aux Fleurs"), entregam para seu público o melhor do lado extremo do Metal.


O álbum é composto de duas partes - "CAPITULUM I: CONSOLAMENT" (faixas 1 a 3) em um Atmosphere Black Metal original, onde sombras de Doom e Ambient assombram e congelam a música intensa e original da banda one man e "CAPITULUM II: TRESPASSAMENT "(faixas 4-6) em um estilo mais avant-garde, onde as sombras Cold Wave e Post-Punk assombram a experiência.


Originalmente, foi lançado automaticamente sob o título "Endura" como demo em 2019.
"Endura Pleniluniis" será lançado como longa metragem com nova masterização e arte.
A bela arte da capa ficou a cargo de Mary Kankava da Hellcatfairyart.


Ouça :
Bandcamp

sábado, 18 de janeiro de 2020

Sense of Fear : peso, técnica e feeling vindos da Grécia



Surgida em 1998 em "Kozani" (Grécia), a "Sense of Fear" teve seus primeiros passos sob o nome "Holy Prophecy" e com uma formação que mudaria a partir de 1999, mas antes, tendo gravado dois singles ("Lord of the World" e "Holy Prophecy").

Após a criação de novas faixas, mudaram seu nome para o atual e passaram por novas mudanças em seu line-up até os dias atuais, e mesmo que tenham produzido 3 novas faixas em 2006, a partir de 2007 até 2012 não tiveram atividades.

Já em 2013 retornam com mudanças e gravam um E.P. (auto-intitulado) e se estabilizam para enfim 2018 terem seu ótimo debut intitulado "As the Ages Passing By..." via RockShots Records.




O que podemos dizer de seu som?
Rapidamente enxergamos o seu feeling incrível aliado à grandes melodias vocais (diria até que as linhas abordadas aqui são extremamente carregadas de drives), seguidas de ótimos riffs densos com melodias bem estruturadas.

O trabalho instrumental é ótimo, consiste em ótima dinâmica e técnica, acredito que seu lado cadenciado é propositadamente pensado para transitar em fluxos exatos com a velocidade de seus solos (que aliás, fazem toda a diferença neste álbum).

Devo parabenizar a sua produção impecável que permeia por suas canções; você ouve cada detalhe rapidamente e de forma nítida.


No geral temos uma banda inspirada, cheia de talento para exacerbar, ótimos músicos envolvidos e um trabalho digno de grandes bandas do gênero do Metal.

Atente-se em faixas como a ótima "Slaughter of Innocence", "Black Hole" (que aliás, me fez pensar na canção da banda ucraniana "Jinjer", "Who is Gonna Be the One" com dinâmica praticamente igual em sua intro, mas que pode ser apenas uma boa coincidência) e "Angel of Steel" (que possui boas influências do Metal tradicional).


Ouça sem medo e não deixe de acompanhar essa ótima banda vinda da Grécia.

Confira "As the Ages Passing By..." via Spotify aqui

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Leaving Eden : The Agony of Affliction e novidades


Lançado no último dia 9 de agosto deste ano de 2019, o novo álbum da banda se mantém como um grande registro, ainda mais se prestarmos atenção em alguns detalhes como os ótimos vocais de Eve.
Tendo desde baladas á canções com feeling considerável ao rock/metal alternativo, trazem um álbum bem coeso e completo.

A experimentação e técnica também chamam atenção na banda, o que faz ser acessível e também agradável a cada audição feita.

O conjunto de habilidades do co-fundador Eric Gynan como escritor talentoso e guitarrista excepcional é o rock formidável sobre o qual a Leaving Eden é construída.
 
Tendo compartilhado palcos no mundo inteiro com centenas dos maiores nomes da indústria da música como: Black Sabbath, Rob Zombie, Godsmack, Halestorm, Alice in Chains, Queensryche e muitos outros, não surpresa que Eric Gynan é um ótimo profissional, tendo fechado recentemente um acordo mundial com a Dark Star Records, em associação com a Sony Music.

Seu catálogo também está sendo apresentado em vários filmes futuros e futuros.
Como Eric Gynan explicou: “Estamos empolgados com este novo álbum, não apenas pelo valor da produção, mas o álbum inteiro também será apresentado em um novo filme falso de comédia de realidade, intitulado“ The Nitwit ”, que será lançado em 2020.

O CD, The Agony of Affliction, juntamente com todo o seu catálogo, já está disponível na Amazon e no Google Play, Spotify e ITunes para download digital.


Assista ao lyric video de The Agony of Affliction:

Link para o trailer do Nitwit:

Próximas datas: https://leavingeden.com/tour

sábado, 7 de setembro de 2019

Chaos Over Cosmos : um projeto audacioso


Eu já disse em algumas matérias que produzimos semanalmente mas novamente vale frisar que : a Internet revolucionou a forma de comunicação e marketing do mundo.

Esse duo que irei apresentar hoje (que me procurou via email para essa divulgação), não é apenas mais um projeto que já estamos acostumados, afinal, bandas do lado extremo há alguns anos já vem fazendo esse tipo de conceito (dividindo tarefas, gravando os instrumentos) e, formando um álbum.

Desta vez, a conversa é mais séria e ainda interessante, pois o "Chaos Over Cosmos" é um duo feito por dois amigos que nunca se conheceram pessoalmente... Isto mesmo, eles apenas são bons amigos através de redes sociais (um mora na Austrália e outro na Polônia), e resolveram unir forças em 4 canções já lançadas em um E.P.

Algo surreal que a tecnologia pode proporcionar (e de repente em um futuro próximo ser tendência), mas fato é que o projeto soa muito bem, tendo grandes influências de bandas como "Iron Maiden", "Scar Symmetry" e também "Dream Theater".
Metal com várias passagens progressivas bem feitas e que merecem a sua atenção.
Espere por momentos bons e de satisfação ao ouvir, portanto, confira todas as faixas.
Josh e Rafal iniciaram uma ótima idéia com esse projeto, agora é esperar para que se torne um álbum completo.


Line-up :
Joshua Ratcliff - vocals, lyrics, songwriting
Rafal Bowman - guitars, synths, programming, songwriting



Tracklist:
1. Cascading Darkness
2. Consumed
3. Asimov (instrumental)





Ouça em :


quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Sacrificed : Enraged - Review


Seria um exagero chamar este de "Disco do ano"?
Não mesmo!
Estamos diante de uma produção impecável, riffs na medida, baixo e bateria fazendo ótima junção, além de vocais inspirados, precisos, técnicos...

O primeiro single e faixa inicial, "Meet Your Fate", tem refrão acessível, andamentos que grudam em sua mente, além de vocais em destaque.

"Shame" é outro "single instantâneo" que prende o ouvinte com suas formas pesadas e alternativas de soar moderno... outra ótima canção!

"Oblivion" é a terceira faixa e sim, outra viciante!
Seu refrão soa bem suave, além de andamentos que empolgam facilmente (trazendo alguns elementos interessantes em seu meio que mostram qualidade sublime)...

"To Whom You Belong" é o tipo de balada que toda banda nesse naipe deveria ter!
Acessível, refrão fantástico, andamento ótimo, riffs e melodias limpas, bonitas, criando um clima facilmente visto em rádios e até mesmo para televisão (talvez a melhor balada dos últimos anos).

"The Unspoken (Instrumental)" é uma espécie muito bacana de interlúdio (cheio de habilidades vocais)... preparando o ouvinte para a ótima 
"Spiral Down", com groove, peso, melodia, técnica e suavidade...

"Dear Killer" mostra um lado atual do metal que vemos em bandas como Halestorm, mas soando de forma original, e claro, novamente mostrando o poder vocal de Kell Reis.

"Refugeed" é outra ótima balada, mas, desta vez com clima acústico (uma coisa que se nota rapidamente são as "subidas" vocais que lembram a linhagem de Amy Lee do Evanescence, e também em alguns tons mais baixos)...

Após a curta e ótima "Interlude", temos a canção "Thick Skin" retomando o peso do álbum, velocidade, e técnica apuradas (cheia de efeitos bem elaborados).

"Into the Hive" é uma das maiores do álbum (ultrapassando os 5 minutos), mantendo o bom ritmo e vocais fortes...
(Na versão Deluxe, a faixa "Grudge Is My Middle Name" aparece como faixa bônus).


Não tenho mais muito o que dizer, somente dar os parabéns para a banda e, reverenciar este que será um dos melhores discos de 2018 em nosso metal nacional.


Line-up :

Kell Reis : vocalista
Diego Oliveira : guitarrista e vocal
Sergio Barbieri : guitarrista
Gabriel Fernando : baixo
Thales Piassi : baterista


‘Enraged’ foi lançado em parceria com a Shinigami Records e está disponível em formato físico.

Para comprar sua cópia, basta acessar a loja virtual da banda: www.sacrificed.com.br/loja.

O disco também está disponível nas principais lojas especializadas do país, grandes magazines e pelo site da Shinigami no link: https://goo.gl/HJAjV9

O material também está disponível nos principais aplicativos de música digital do mundo.

Confira alguns links:



O vídeo de "Meet Your Fate" pode ser conferido abaixo :


Links relacionados:

E-Mail: press.sacrificed@gmail.com
Site: http://www.sacrificed.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/sacrificedofficial
Instagram: https://www.instagram.com/sacrificedofficial/
YouTube: https://www.youtube.com/sacrificedchannel
Spotify: https://open.spotify.com/artist/2KKODWeKGDeuKmbg34YIt7
iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/sacrificed/522399470
Metal Media:
http://www.metalmedia.com.br/sacrificed


Gostaria de agradecer a Metal Media por ceder o álbum para este review.

Sun Diamond : Sun Diamond - Review


Vindos do Recife no ano de 2014, o grupo pratica um Hard Rock muito bacana, chegando a soar como um Rock Alternativo em alguns momentos, mas também cheio de influências de tempos passados.

"Frozen Bones" abre o disco com energia, além de ser extremamente acessível em suas nuances (o clima bluesy em meio ao solo da um ar bastante legal)...

"Detached" tem ótimo acompanhamento entre guitarras e baixo, riffs que novamente empolgam, além dos vocais precisos...

"Let Me Drunk (And R.I.P.)" trás cadência, uma certa leveza, e que também soa acessível...

"Go to the Year" tem um ótimo agudo vocal inicial, e se mantém como um dos melhores sons do álbum...

"To Call Home" é uma balada em meio a um disco versátil, e que mostra também uma ótima qualidade melódica dos músicos...

"Blackstar" é outra faixa de destaque, sendo esta um instrumental bem feito e que novamente mostra a capacidade de construção de ambos.


No geral, o álbum tem ótima produção, e a banda possui os elementos certos, o que certamente agrada os seus ouvintes!

Lembrando que este é apenas o debut; mas, recomendadíssimo!


Line-up :
Aílton Neto (vocal)
Miguel Guerra (baixo)
Lucas Alves (bateria)
Eduardo Teixeira (guitarra)
Leo Campanha (guitarra)


Tracklist :
1. Frozen Bones
2. Detached
3. Let Me Drunk (and R.I.P)
4. Go To The Yard
5. She Took the High Road
6. To Call Home
7. Money Wars
8. Blackstar
9. My Bunker


O álbum ‘Sun Diamond’ está disponível nas principais plataformas de música digital, confira alguns links:

Gostaria de agradecer aos nossos parceiros da Metal Media que nos cederam o disco para este review.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Scars : 10 anos de Devilgod Alliance - Review


E lá se foram 10 anos desde que "Devilgod Alliance" chegou ao mercado musical.
Com a "reformulação" no grupo em 2007, apenas o guitarrista Alex Zeraib permaneceu para dar início ao próximo lançamento, e assim, recrutando os músicos Joāo Gobo, André Guilger e Pedro Carvalho, conseguiu criar uma obra prima do nosso Thrash Metal nacional..

Seguindo a linha de "The Netter Hell" (2005), porém, mais brutal, ríspido e técnico, o disco vinha com certa melodia aliada a rapidez, tendo "quebradas", riffs extremos, e ótima produção (seja vocal ou instrumental).

Seu conceito aborda temas que dão continuidade ao registro anterior, sendo agora a "ruptura" de alianças entre Deus e Lúcifer, demonstrando o mal assolado pelos anos em fatos históricos (e claro, se baseando em obras literárias, tais como Fausto, de Goethe, onde Deus e Mefisto selam uma aposta sobre a alma de um mortal; O Corvo, de Edgar Allan Poe, que traz como segundo personagem um pássaro conhecido como o Presságio do Mal; MacBeth, de William Shakespeare, que narra como as bruxas conseguiram corromper todas as virtudes do general do rei da Escócia; a vida de Joana D’Arc, servil e temerosa a Deus, assassinada pela igreja).

A canção de abertura, "I, Defy", já prepara o ouvinte para algo realmente rápido, pesado e dinâmico...

"Black Holocaust" possui técnica apurada, riffs que "alimentam" cada nuance melódica, enquanto a parte brutal (com a "cozinha" musical) imprime força se aliando em um conjunto de ótimas idéias!

"Feast of the Damned (Red Death Part 1)" chega cadenciada (destaco o clima "sujo" dos riffs, junto às linhas de contrabaixo que fazem um clima bastante denso)... Os vocais impulsionam a canção, enquanto que novamente a guitarra aparece com sua parte melódica e distorcida...

"Diabolization" retorna com a "rifferama" esperada pelos fãs, mantendo certa cadência (mas não se engane, pois aqui a "porrada" é certeira)... além claro de um dos melhores refrões do disco.

"Five Minutes Before Darkness" trás um pouco da virtuose do grupo, sendo um som "semi-acústico" para preparar o ouvinte na faixa "Inner God Death", cheia de riffs estupendos (a combinação deles com a "cozinha", novamente é intensa e coesa), deixando qualquer metalhead "batendo cabeça".


"Pestilence Curse (Red Death Part 2)" é cadenciada, uma das melhores faixas, enquanto "Spike Torn Insight" retorna com o clima denso com sua intro, novamente esbanjando técnica, feeling, e claro, aqueles riffs que esperamos (brutais!!!)...

"Of Tempter Sent" te faz "bater cabeça" desde seus primeiros segundos, elevando sua parte melódica para algo realmente técnico, andamentos que são encontrados somente em bandas que entendem do que fazem... já em "Suicidevotion", a brutalidade imprimida impressiona com os riffs (sim, eles estão sendo citados em exaustão, mas porque são belos e eficientes)...

A faixa título, "Devildgod Alliance", fecha o disco de forma sublime, seu andamento técnico e rítmico empolga desde suas primeiras notas, peso, e vocais que por todo o álbum permeiam no caos sonoro.

Ainda temos o cover da banda Overdose para a faixa "Scars", sendo um ótimo trabalho executado, afinal, estamos falando de uma banda que entende do que faz, que sempre trouxe o que o público gostava.


A única parte chata do registro é que infelizmente não tiveram uma turnê de divulgação, mas, nada que pudesse atrapalhar o ótimo desempenho que colocaram nestas 12 faixas... afinal, a dinâmica adquirida com os anos de existência do grupo o fizeram como um dos pilares do estilo pelo Brasil, sendo construído em 1991 no bairro da Moóca (zona leste de São Paulo).


Atualmente, suas páginas no Facebook vem trazendo nos últimos meses, vários vídeos de divulgação para suas antigas canções, além dos fãs recentemente citarem uma hashtag intitulada "#voltascars"...

Curiosamente, o grupo divulgou uma artwork muito bem feita (veja acima) sob o nome "Armageddon" que revela os seguintes dizeres :

"Em breve o Scars irá contar sobre a história que antecede o "The Netter Hell", o Apocalipse celestial, a batalha dos anjos, e por fim, o nascimento do inferno".


Fica aqui uma excelente recomendação de "Devilgod Alliance" que se em 10 anos ainda soa atual, demonstra o quanto este grupo estudou, criou e inovou com seu estilo brutal e melódico de fazer Thrash Metal... influenciando até hoje!


Line-up :

Alex Zeraib (guitarra)
Joāo Gobo (bateria)
André Guilger (guitarra e vocal)
Pedro Carvalho (baixo)


Confira abaixo os vídeos ligados ao álbum :






Para acompanhar as mídias sociais, confira abaixo os links :

sábado, 15 de setembro de 2018

Encéfalo - Deathrone - Review


Surgido em 2002 em Maracanaú (Fortaleza), o grupo se tornou uma das referências no Brasil com sua sonoridade Thrash/Death.

Já em sua "Intro" somos preparados com sons acústicos (de produção impecável)... para descambar em um peso enorme na faixa "Echoes From the Past", evidenciando a velocidade e técnica do grupo.

"Visceral Sadism" mantém o nível cadenciado, cheio de blast-beats, viradas insanas, riffs cortantes...

"Annihilation Contempt to the Majesty" e
"Blessed by the Wrong Choice" possuem tempos absurdos, e evidenciam a qualidade sonora que alcançaram com os anos de estrada, mostrando que é um Metal feito por gente grande.

"Hell" é uma ótima faixa instrumental, cheia de feeling extremo...


O som é brutal, ousado, e acima de tudo, coeso!
Se você espera por um disco de muita personalidade, este é o registro certo, além disso, possui uma grande quantidade de qualidades visíveis.
A audição completa é necessária!!!


Line-up :

Henrique Monteiro, baixo e vocais
Lailton Sosa, guitarra
Rodrigo Falconieri, bateria


Tracklist:

Intro
Echoes from the Past
Visceral Sadism
Annihilation Contempt to the Majesty
Blessed by the Wrong Choice
Hell
These Final Rotten Days
Food for Tyranny
Retaliation
A Hollow Body

O álbum está sendo distribuído pela nossa parceira Shinigami Records...

Para adquirir este e muitos outros títulos, acesse :

Para mais informações sobre a banda, acesse :
https://www.facebook.com/encefaloband/

Sinsaenum : Repulsion For Humanity - Review


O segundo álbum do supergrupo que dentre os nomes famosos, tem o baterista Joey Jordison (ex Slipknot e Scar the Martyr), continua mostrando o poder de cada músico inserido no projeto.

Logo em sua faixa título percebemos o quanto o entrosamento é visível, peso, melodias na medida, além claro de velocidade e técnica.

"Final Resolve" mantém o álbum em nível alto, cadenciada em seu início, trás riffs arrastados e bem timbrados (méritos da ótima produção).

"Rise of the Light Bearer", "Manifestation of Ignorance" e "My Swan Song" são obras pesadas que você deve conferir com o volume bem alto, e sem moderação.


A produção do disco é excelente, e a sua sonoridade com os instrumentos bem mixados, mostram uma qualidade superior ao álbum anterior.

No Brasil, o álbum está sendo distribuído via Shinigami Records graças a parceria com a earMusic.


Para adquirir este e muitos outros títulos, acesse :
http://www.shinigamirecords.com.br


Tracklist :
1. Repulsion for Humanity
2. Final Resolve
3. Sworn to Hell
4. I Stand Alone
5. Rise of the Light Bearer
6. Manifestation of Ignorance
7. Sacred Martyr
8. My Swan Song
9. Nuit Noire
10. Insects
11. Forsaken
 
Formação :
Frédéric Leclercq »» Guitarra, Baixo, Teclados
Joey Jordison »» Bateria
Sean Zatorsky »» Vocal
Stephane Buriez »» Guitarra
Heimoth »» Baixo
Attila Csihar »» Vocal


Visita à banda em:
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