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sexta-feira, 18 de março de 2022

ALEXISONFIRE e A DAY TO REMEMBER: No dia 23 de março as duas bandas se apresentam com shows completos no palco do Vivo Ro

Nota:




ALEXISONFIRE

Também cria dos anos 2000, embalada pela onda emo e post-hardcore, a banda canadense Alexisonfire teve os seus momentos de idas e vindas. O grupo veio ao Brasil pela primeira vez em 2012, em uma turnê de despedida. 

Restabelecido, o grupo retorna ao país com um show que contempla músicas de todos os seus discos e também dos singles mais recentes.




A DAY TO REMEMBER

Criada no começo dos anos 2000, em Ocala, na Flórida, a banda americana A Day To Remember traçou uma trajetória que iniciou com uma forte cena local para, em seguida, se tornar um fenômeno global – não foram poucas as vezes que alcançou as primeiras posições das paradas com a sua mistura de metalcore com pop punk. 

Uma das atrações do festival Lollapalooza em São Paulo, o público pode esperar por show com músicas que marcaram a carreira do grupo, além de faixas do seu trabalho mais recente, You’re Welcome (2021).


Serviço - A Day To Remember e Alexisonfire

 

Data: 23 de março / Primeiro show às 21h

Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo

Abertura dos portões: 19h

Valores: a partir de R$150,00 (pista)

Vendas e maiores informações: https://ticketsforfun.byinti.com/#/event/a-day-to-remember-alexisonfire

domingo, 7 de março de 2021

A Day To Remember: You're Welcome - Review

Um fato curioso sobre o ADTR é que somente hoje fazendo este review pude perceber que essa é apenas a terceira matéria que faço deles, algo até curioso para mim pois sempre gostei da banda e de seus discos, aliás, durante uma época da minha vida fui bastante influenciado por suas melodias cativantes, ali por 2013 especificamente.

Mas essa ausência de conteúdo da banda na Rock Vibrations tem um motivo fácil de explicar: um hiato (por assim dizer) de 5 anos entre o seu último registro em estúdio e o até então mais novo álbum, o recém lançado "You're Welcome".

Essa é a primeira vez que a banda demora tanto tempo entre um lançamento de disco ("Bad Vibrations" é de 2016), e se formos mais afundo vamos perceber que eles tiravam em torno de 2 á 3 anos para isso (a não ser no início da carreira que a cada ano saía um novo registro).

O que dizer sobre seu mais novo álbum? bem, de fato problemas ocorreram em suas últimas jornadas, troca de gravadora (agora firmados na Fueled By Ramen), contratos revisados, muito ingrediente foi inserido em sua história e claro, isso tudo afeta de certa forma (inclusive, muitos disseram que o título do seu agora penúltimo trabalho citado acima foi um prenúncio do que estavam passando).

"You're Welcome" já havia sido cogitado para 2019 (quando ainda nem tinha um título formalizado), o público pôde conhecer alguns singles como "Resentment", Mindreader", "Degenerates" (que rendeu a vibe dos comentários para o novo álbum quando lançada no fim de 2018), "Brick Wall" (que ainda divide opiniões mas também traz novos fãs e ares para a banda), além da acessível "Everything We Need" que fecha o novo álbum.

Se você analisar algumas faixas como "Bloodsucker" e a já citada "Mindreader" vai indentificar uma veia extremamente radiofônica, mas claro, alguns momentos mais pesados ainda são mantidos (dentro da nova proposta) como em "Last Chance to Dance (Bad Friend)" que exalta bons riffs em meio a um refrão cativante/acessível, além da já também citada "Resentment" (sendo densa em pílulas), mas que por vezes culmina em nuances pop (o que pode desapontar os fãs mais sedentos por dinâmicas anteriores) porém, como citei anteriormente, a proposta não é apenas soar pesado.

A produção de fato não decepciona, é preciso entender que estão buscando uma nova direção, propostas diferentes que mostram o quanto visam ser atuais, seja um fã do Pop ou do Rock, certamente ele irá consumir a sua música agora, um exemplo notório está em "F.Y.M.", mais do que indicada para rádios (e convenhamos, uma faixa que certamente não entraria em seu setlist em álbuns anteriores), assim como "Looks Like Hell", com ambientações agradáveis e refrão Pop/Rock/Alt.

Talvez as que mais devam se parecer com seus últimos trabalhos sejam "Permanent" e "Re-Entry", o que de fato não seria uma surpresa aqui.


Acredito que muitos novos fãs serão formados com este trabalho, e claro, alguns mais antigos também irão entender a proposta, mas caso você seja apenas o seguidor de bases pesadas vistas em seu início, este não seria o exemplo ideal para você curtir, pois se em "Bad Vibrations" vimos um clima sombrio, "Common Courtesy" (2013) uma transição que não agradou muito, ou o auge da consolidação em "Homesick" (2009), aqui temos um novo âmbito, talvez o auge de sua mudança (novamente) e possível um "ditador de regras" para seu futuro na música.


Links:

sábado, 24 de agosto de 2019

A Day To Remember : anunciando possível novo álbum para 2019


Após assinar com o selo da "Fueled By Ramen", a banda liderada por Jeremy McKinnon (vocalista) fez o lançamento de seu novo single chamado "Degenerates" no início desta semana.

Durante um show gratuito que aconteceu na última terça feira (21/8) e com apenas poucas pessoas no "House Of Vans" em Londres, Jeremy disse sobre um novo disco :

"[No início desta semana] nós lançamos uma nova música - essa música vai sair em um disco ainda este ano. E isso será com nossos amigos da Fueled By Ramen - vamos ouvir isso pela Fueled By Ramen!".


Até o momento, não se tem informações oficiais na página da banda sobre o novo álbum, mas, quaisquer novas atualizações, iremos divulgar aqui.


Confira a canção "Degenerates" :



O último álbum da banda lançado foi "Bad Vibrations" em 2016.

Fonte :

domingo, 20 de agosto de 2017

A Day To Remember - Bad Vibrations é o melhor desde Homesick?

O grupo A Day To Remember
Autor : Vinny Santana

O grupo natural de Ocala começou a se destacar na cena do Metalcore (que sempre foi grande no Canadá) por seus covers (por exemplo para as canções Over My Head do The Fray e Since U Been Gone de Kelly Clarkson) e desde então vem angariando fãs.

A banda em ação em tour pela Europa
É certo que algumas unanimidades acontecem como o álbum Homesick de 2009 ser o melhor do grupo, com canções precisas e melodias que fizeram parte da maioria das características da cena e os próprios durante a carreira, mas o penúltimo lançamento (Common Courtesy de 2013) desagradou por conta da mescla de melodias e peso, parecendo não haver tanto com o que ficaram famosos em seu estilo.

Arte do álbum lançado ano passado
Bad Vibrations chegou ano passado e mostrou que pode sim soar como o "velho" ADTR, além disso, trouxe mais influências que podem soar clichês para as rádios, mas de fato, o álbum está acessível.
Vide faixas como a de abertura (que leva o nome do disco) que soa pesada, Paranoia (uma das melhores) com refrão e andamento acessíveis, Bullfight (talvez a que mais consegue se mostrar no nível do resto da cena que realmente quer tocar em rádios).

Arte do álbum lançado em 2013
Same about you é a mais interessante, com certos momentos vibrantes e refrão que certamente agrada (tendo uma proposta de solo que segue sua melodia), algo que certamente agradou os fãs.

Todo o álbum de fato é acessível, mostra uma banda que evoluiu, saiu dos estereótipos de que tinham uma "fórmula" para composições... As características ainda estão presentes, mas dê uma chance para não sair criticando um dos álbuns mais legais que fizeram (ao meu ver, mais aceitável que o anterior de 2013).

Arte do álbum lançado em 2009 que para muitos fãs,
é o mais bem produzido
Se tudo isso está mudando pelo fato de terem rompido com sua antiga gravadora, terem uma sonoridade mais pesada (comparado ao que vinham fazendo) pode até ser, saíram da zona de conforto, e se assim for, teremos uma banda que não pensa em mesmice, mas sim em evolução.
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