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sábado, 9 de novembro de 2019

MEGAIRA: BANDA DO ABC PAULISTA LANÇA O SEU PRIMEIRO VIDEOCLIPE

Nota :

 


O MEGAIRA acaba de disponibilizar no seu canal de You Tube o primeiro videoclipe da sua carreira. A música escolhida foi ‘End of a Reign (Begin the Judgement)’, penúltima faixa do seu álbum de estreia “Power, Lies And Death” que conta sobre o fim do reinado do Rei Minos de Creta ao ser morto escaldado pelas filhas do Rei Cócalo da Sicília quando estava em busca do seu traidor, o arquiteto Dédalo. Minos vai para o submundo e encontra os irmãos que ele havia assassinado agora como juízes de Hades e é condenado pelo deus a também se tornar um de seus juízes.
 
Assista aqui: https://www.youtu.be.com/l2ii4JR1AKI
 
Com direção e fotografia assinada por Danilo de França da produtora Studio Dallas e com Juliana Bastos como assistente de Direção e Produção Executiva, o clipe trouxe, em sinergia com a música, extrema dramaticidade, sensualidade e uma fotografia majestosa para narrar a história da morte do rei de Creta.
 
A banda, em parceria com o Studio Dallas, cuidou de toda a produção artística do vídeo, contando com o apoio de espaços como a Fábrica de Cultura de Diadema para a gravação da mastershot da banda e até mesmo a casa do guitarrista Tom Petramtornou-se um estúdio improvisado para a gravação das cenas com o elenco que incluiu, além de atores formados, músicos amigos da banda e até familiares.
 
“Foi muito lindo ter a oportunidade de contar com pessoas que acreditam na Megaira dando o máximo de si para entregar um excelente produto final. Somos abençoados e muito gratos pela entrega e respeito ao projeto que todo mundo que participou teve”, comentou a vocalista Annia Bertoni.
 
O álbum “Power, Lies and Death”, lançado em 2017 pela Shinigami Records, impressionou a mídia nacional e internacional pela sua qualidade, misturando Heavy Metal Extremo e Metal Tradicional e alternando entre vocais guturais/death e vocais limpos femininos/ heavy metal. Liricamente, o álbum narra histórias da mitologia grega de uma forma moderna: o Minotauro, o labirinto e a morte de Ícaro e outros personagens não tão conhecidos e suas trajetórias, como a da constelação Corona Borealis, a viagem de Minos para ser o juiz no Tártaro e a história das Erinyes, as três divindades que punem os mortais pelos seus pecados, sendo uma delas a Megaira, que dá nome à banda.
 
Atualmente o MEGAIRA está em turnê de divulgação do álbum mas já começou a compor as músicas de seu próximo disco ainda sem previsão de lançamento.
 
Adquira sua cópia de “Power, Lies and Death” aqui: https://bit.ly/2CtCm8W
 
Fonte: Banda Megaira/Shinigami Records

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Rock Vibrations Entrevista : Megaira


Conheci essa banda neste ano de 2018 e logo fiquei impressionado pelo profissionalismo, dedicação, figurino e também talento que possuem.

É notório o quanto bandas brasileiras são superiores em vários aspectos se comparadas à muitas pelo mundo, e neste caso, a Megaira figura entre grandes nomes.


Arte do Álbum

Confira abaixo o nosso bate papo com a banda sobre inúmeros assuntos :


1 - Como foi o início da banda?
R: Paulo Melo
A banda foi formada no ano de 2009, na cidade de São Bernardo/SP, e desde o início o foco sempre foi trabalhar com material autoral, que inicialmente tinha como principal influência o Thrash Metal e o Death Metal.
Nos primeiros meses escrevíamos músicas com temas voltados para questões sociais e políticas, porém conforme as composições foram se desenvolvendo o vocalista Paulo Schmidt, que é um grande fã de Mitologia Grega, sugeriu que trabalhássemos essa temática dentro da banda, iniciando pelas letras das músicas, o que se tornou um dos diferenciais na nossa banda.


Paulo Lima

2 - "Power, Lies And Death" tem uma produção impecável e vocais que combinam bastante... demoraram a chegar nessa coesão e sonoridade ótima?
R: Paulo Melo
Obrigado pelo elogio!
Quando entramos em estúdio para gravar basicamente tínhamos em mente a maior parte do que almejamos para o álbum, e ficamos muito felizes com o resultado, pois o álbum tem agradado a maior parte dos ouvintes e da imprensa nacional e internacional.

Com relação a coesão e a sonoridade podemos dizer que o processo não foi rápido, porém tivemos uma evolução natural e fluída para que chegasse a este resultado.

Conforme citei no início, o nosso foco era a criação de músicas que abrangessem as nossas influências de Thrash Metal e Death Metal, mas logo nos primeiros ensaios percebi que os riffs e frases melódicas surgiam naturalmente, provenientes obviamente das influências de heavy metal tradicional e Power metal. 

Com o passar do tempo incorporamos orquestras as composições, o qual aliado a temática, se mostrou um grande diferencial e finalmente com a entrada da Annia Bertoni, durante o processo de gravação de Power, Lies and Death, para dividir os vocais com o Paulo Schmidt que conseguimos concluir o conceito que tínhamos apenas nas nossas mentes, que era o de ter uma música com variações de andamentos, melodias, timbres e principalmente as variações vocais, o que remete diretamente ao conceito de opera rock.


3 - A temática que vocês escolheram para as canções são de ótimo gosto... poderiam explicar um pouco dessa influência?
R: Paulo Schmidt
Sempre admirei trabalhos conceituais, acho um trabalho profundo com um resultado final muito bom, e em outras bandas que passei inclusive com o guitarrista Paulo Melo, quando tive a oportunidade de compor, eram letras com temas avulsos.
Ao entrar na banda tive a liberdade de compor como quisesse e depois de algumas músicas propus fazer algo conceitual não só em um único álbum, mas que fosse o tema dos nossos trabalhos a partir de então, sugerindo inclusive alguns nomes dentre os quais Megaira foi aceito como o nome da banda.
Desde criança sempre gostei de histórias como a do Minotauro e o labirinto, da Medusa, Tróia e tantas outras vistas em filmes, desenhos, livros, até jogos de video game.
Inclusive batizei minha primeira filha com um nome da mitologia e cada vez mais me interessei por pesquisar sobre o assunto, terminando por ter a chance de fazer toda essa conjunção na Megaira. 

Se formos reparar a nossa volta estamos rodeados de elementos da cultura grega, que é um dos pilares da cultura ocidental, na arquitetura, nas artes, na sua literatura e mitologia riquíssima em histórias e personagens, que abriu um leque grande de possibilidades na minha mente, que casariam perfeitamente com nosso tipo de som pesado e melodioso.

Por fim, com a entrada da Annia Bertoni, dividindo os personagens comigo, aumentou essa mescla complementando o que faltava em questão de encenação com os elementos da música.


Annia Bertoni

4 - Os figurinos e acessórios usados na banda tem produção por você Annia Bertoni... quais suas inspirações para a criação dos materiais?
R: Annia Bertoni
Por ser designer de joias e ourives possuo uma intimidade em trabalhar com o metal e minha linha de criação sempre teve um estilo e linguagem Biomecânico, com influência do artista H R Giger, mesclado ao Steampunk e Arte Surrealista.

Diante da temática da Megaira sobre a Mitologia Grega abriu-se uma gama de possibilidades para unir as minhas habilidades com referências históricas na possibilidade de trazer ao palco uma releitura das personagens de uma forma mais moderna usando o metal para a construção desses acessórios, resgatando assim a cultura do teatro de arena grego.

Confesso que o processo criativo para os acessórios e figurino foi feito com muito cuidado para que não ficasse muito over ou desse a impressão que a banda traria ao palco um espetáculo de ópera rock para ser apenas assistido, tinha que ser marcante, mas não poderia tirar a emoção e o foco da música que está sendo executada, então a ideia era que os acessórios e o figurino fossem um complemento para imergir o espectador por completo no nosso mundo.

A primeira peça que criei foi a máscara do Minotauro e mandei para a banda para ver o que achavam, por sorte piraram na máscara! Daí para a frente criei a mão livre a coroa Borealis da princesa Ariadne, as asas do Ícaro e por último a coroa do Rei Minos, que já possuía o design pronto na capa criada lindamente pelo Leandro Furlanetto, mas foi a peça mais trabalhosa por conta dos detalhes milimétricos. 

Acredito que tudo se alinhou muito bem porque ao final dos shows recebemos sempre muitos elogios por todo o conjunto da obra e isso nos deixa muito felizes!


5 - Recentemente fizeram o primeiro show promovendo o debut, não é mesmo? 
Como foi a recepção e o show em si na visão da banda?
R: Paulo Lima / Tom Petram
Foram 2 shows neste final de ano: um em Mauá - SP (18/11) e outro em Campinas - SP (24/11).

Antes dos shows nosso baixista Tiago Souza sofreu um grave acidente em sua mão esquerda, que o impossibilitou de se apresentar com a banda.
Com o incidente nosso guitarrista Tom Petram assumiu o baixo para não cancelarmos esses dois shows.
Em ambos tivemos uma ótima recepção do pessoal, e percebemos que houve uma mistura de sensações.

O pessoal queria prestar atenção no nosso show, devido à performance da Annia com o Paulo Schmidt e ao mesmo tempo queriam sair quebrando tudo com o peso do som.

No final dos 2 shows fomos abordados pelo pessoal que esteve nos eventos e só recebemos elogios.


Paulo Schmidt

6 - Pensam em investir em vídeos ou mesmo lyric videos?
R: Tiago Souza
Sim, estamos para iniciar as gravações de um vídeo clipe no início de Janeiro.
Pretendemos fazer alguns lyric vídeos também, mas ainda está em aberto a ideia, pela possibilidade de lançar mais de um vídeo clipe.


7 - Annia, vou tocar em um assunto chato mas prometo ser breve... Como você lida com aqueles comentários idiotas sobre o papel da mulher no Rock/Metal?Temos tantas bandas ótimas com mulheres e mesmo assim alguns insistem no desdenho... você já sofreu com algo por isso?
R: Annia Bertoni
Infelizmente já sofri sim! Como eu lido? Bom, primeiro eu reviro os olhos (hahaha), respiro fundo e em seguida vou e mostro o PORQUE eu fui a escolhida para estar lá literalmente “empunhando” o microfone! 

Já toquei em muitos lugares que ao chegar e verem que uma mulher está no palco cruzam os braços e fecham a cara esperando nada de você além de enfeitar a cena, e é nessa hora quando você começa a cantar olhando bem no fundo dos olhos dessas pessoas, muitas vezes homens infelizmente, que você coloca toda a sua potência e energia para fora que essas pessoas desmontam.

Quantas vezes não cheguei ao local e ouvi  a detestável frase do tipo “pelo menos essa aí é gostosa” e no início do show os olhos do cara estalam e no final esse mesmo figura enlouquecido vem te cumprimentar respeitosamente e te dá a mão e fala “ uau! Você é um monstro! Caramba, não esperava, me surpreendeu!” Ou simplesmente ergue os braços para aplaudir.

Certa vez até ouvi de um cara “Tem muito homem que não tem o culhão que você tem no palco!”(haha).
Mas infelizmente esse é um cenário que nós mulheres ainda temos que ser firmes e enfrentar.

Para você ter uma ideia, certa vez em uma banda um integrante saiu justamente porque eu havia entrado na formação e ele disse na minha cara que achava nada a ver mulher no Metal e que particularmente não gostava de mulher em banda. Ok, fazer o que né!? Que siga a vida feliz e que um dia reconheça que para a música, seja o estilo que for, não cabe este tipo de pensamento misógino.


Tiago Souza

8 - Vocês lidam bem com o Streaming? Existe uma grande discussão e sabemos que o material físico acaba sendo um pouco deixado de lado nos tempos atuais, mas, no rock vemos que os fãs ainda gostam de comprar... acham que a mídia física poderá sair de circulação no futuro?
R:  Paulo Lima / Annia Bertoni
Eu acho que a demanda de mídia física diminuiu sim de uns anos pra cá, mas não a ponto de fazermos pensar que um dia não compensará termos CDs, Vinis e etc para fornecer aos fãs.

Tanto que recentemente o Vinil vem tendo uma demanda maior do que de costume, principalmente no Rock. Nós, no geral, somos bastante conservadores quanto a isso, e sei que sempre vamos ter demanda de material físico, assim como camisetas e outros merchs.

O streaming é um ótimo caminho de divulgação principalmente para bandas novas que estão apresentando seu primeiro trabalho como nós, e quem é fã de fato gosta de possuir o físico e vai atrás.

Por isso, por mais que diminua acho difícil que um dia o material físico acabe de fato, porque quem gosta do trabalho daquela banda ou artista vai querer ter algo palpável, até mesmo para guardar autografado.
É notável que todo mundo gosta de souvenirs e isso é observado principalmente no mundo do Metal que ainda guarda aquele espírito tradicionalista.


9 - O que podemos esperar para 2019?
R: Paulo Melo / Paulo Schmidt
Estamos ansiosos para os próximos shows, a recepção do público e da crítica tem sido ótima e queremos manter este contato que tem sido muito maravilhoso para todos.

Além dos shows, a partir do segundo semestre vamos iniciar o processo de composição do segundo álbum, pois temos muito material para trabalhar e estamos extremamente confiantes que vamos produzir um excelente trabalho.

Podemos adiantar para os fãs que já temos alinhada toda a história, temos já algumas composições instrumentais e algumas letras em curso.

Vai ser um ótimo álbum.


Paulo Melo

10 - Finalizando, gostariam de deixar um recado?
R: Primeiramente agradecer o espaço que a Rock Vibrations está nos proporcionando ao nos conceder esta entrevista!

Somos muitos gratos por todo seu trabalho e apoio, afinal a imprensa é um dos principais pilares junto com os fãs para conquistarmos mais espaço!

E gostaríamos de convidar a todos para nos acompanharem nas redes sociais (Facebook e Instagram) e plataformas de música digital sempre como @MegairaOfficial e visitem nosso site megairaofficial.com para saber das novidades!

Nosso álbum está a venda em nossa loja oficial e em várias lojas na Galeria do Rock em São Paulo. 

Obrigado sempre pelo carinho de todos!


Tom Petram


Fotos por : Marcelo Kaneshira



Quero agradecer pela oportunidade cedida e, deixar o espaço para futuras colaborações!

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Rock Vibrations - Playlist : Female Metal Vocals BR

Rock Vibrations


É inegável o talento de muitas mulheres no meio musical (não só no Rock/Metal), e mesmo que ainda haja algum tipo de preconceito (infelizmente), elas ganham seu espaço honestamente (vide a Nervosa que conquista o mundo com seu som brutal há pelo menos 3 anos).

E é por isso que estamos com uma nova Playlist (via Spotify) destacando bandas com vocais femininos...

Esperamos que gostem, pois reunimos vários nomes bons e que merecem sua audição, conhecimento e claro, recomendação para com seus amigos...


A lista vai desde o lado Gótico, a até algo mais Brutal, portanto, tem para todos os gostos.


São 15 bandas divididas em 29 músicas :


Naimi Stephanie
Vocals : Brightstorm



Annia Bertoni
Vocals : Megaira



Aline Happ
Vocals : Lyria



Dani Nolden
Vocals : Shadowside



Mizuho Lin
Vocals : Semblant



Aline
Vocals : Fire Strike



Nervosa



Angélica Burns
Vocals : Hatefulmurder



Laís Tomaz
Vocals : Valiria



Indiscipline



Andressa Lé
Vocals : Anfear



Mayara Puertas
Vocals : Torture Squad



Raquel Lopes
Vocals : Vox Ígnea



Holiness



Far From Alaska
Photo by Murilo Amancio



Para ouvir nossa Playlist, Clique aqui!


Sigam ambas, ouçam seus discos, e compartilhe o máximo que puderem...

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Rock Vibrations Recomenda : Megaira


A Internet de fato ajudou e muito para conhecermos bandas de todo o mundo, mas, ainda que façamos parte de um país rico em sonoridades diversas, o nosso Rock/Metal não deve para ninguém de fora do país.
E o que tem me deixado mais feliz ainda é o fato de que a qualidade imposta em trabalhos como este que irei apresentar aqui, só comprovem o quanto o Brasil é rico em detalhes e perfeccionismo no metal.

Conheci o grupo em questão através de uma postagem de sua vocalista em um grupo que me pertence no Facebook e, desde então, acabei por ouvir e virar um fã em imediato (sim, não é força de expressão).

Formada em 2009, a "Megaira" surgiu no ABC Paulista com sua sonoridade mesclando algo que "caminha" entre o thrash, death e também o campo melódico (com bastante influência do metal tradicional), além de letras que abordam os interessante temas da mitologia grega.
Paulo Schimit e Annia Bertoni são os vocais que mantém certa alternância relevante (completam o grupo : Paulo Melo na guitarra, Murillo Vudroph na bateria e Tiago Souza no baixo), e assim começaram uma caminhada interessante para que pudessem lançar seu debut.

As gravações se iniciaram em 2012, mas somente em 2017 que o álbum foi lançado (intitulado "Power, Lies and Death", com pré produção de Luiz Portinari e finalização de Thiago Oliveira).


O álbum se inicia com "Rising of the King", uma intro cheia de orquestrações bem feitas, clima de certa forma tenso (preparando o ouvinte)...
Até que, "Power and Cruelty" surge e, logo de cara você começa a entender o quanto aquelas palavras que citei acima são verdade.
Guitarras pesadas, vocais com muito feeling, solos matadores, andamentos e quebradas bem elaboradas...
Se fosse um single apenas, já valeria a pena a audição e repetição (mas calma, temos mais 6 faixas haha)...

"Ariadne's Thread" tem riffs inspirados (da pra notar o quanto o heavy metal faz parte das nuances encontradas aqui)... Seus andamentos rápidos aliados à efeitos variados mostram a versatilidade do grupo...
Os vocais são bem encaixados, mostram bastante a personalidade imposta, além de serem melódicos.

"The Fall of Minotaur" tem um baixo "bem na cara" e que já demonstra a influência pesada no lado extremo, vocais fortes determinam as melodias, guitarras mais uma vez bem timbradas...
(Produção impecável).

"Dedalus and Icaru's Escape" te empolga desde os primeiros acordes (é o tipo de som que nos shows você irá fazer coros de "hey, hey, hey" em sua intro)...
Mais uma vez o contraste nos vocais é muito bem feito, souberam aproveitar bastante, além de darem certa flexibilidade (não soa forçado, é muito bem pensado, sem tirar o brilho de cada um).
O lado extremo nessa canção é feito por quem sabe!

"Corona Borealis" mais uma vez tem belo trabalho de contrabaixo, além de riffs pesados que dão uma boa base, os vocais aqui mostram certa facilidade na transição de tons entre si... Os solos me agradaram bastante por serem calçados por uma base sólida e pesada (contraste ótimo com o melódico).

"End of a Reign (Begin the Judgment) tem lados melódicos e densos (me lembrou bastante bandas como Shadowside que não necessariamente usa sempre de elementos pesados, mas, isso é ótimo também aqui)...

"Erinyes" fecha o álbum lindamente, rápida, furiosa, mudanças de tempo que agradam, peso na medida certa, e mais uma vez enalteço os vocais contrastando muito bem.


É um álbum pesado, técnico, acima da média para ser um debut... Parabéns aos envolvidos, pois não se faz obras desta forma tão facilmente...
Mesclar peso e melodia parece ser fácil aqui!

Se eu não der uma Nota 10 estarei mentindo que não gostei, mas claro, na minha humilde opinião.


Ouça o disco via Spotify clicando aqui!


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