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sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Abraxas e Fuzzrious lançam coletânea beneficente com 47 bandas

Nota :


Infected by Fuzz reúne músicas de bandas nacionais e internacionais e está exclusivamente no Bandcamp; arrecadação será destinada à Casa do Zezinho

fuzz

Nesse período de quarentena e de distanciamento social, a indústria musical, principalmente no que diz respeito a shows, foi bastante prejudicada. Com o intuito de gerar uma dinâmica consistente de bandas de todo país, e considerando o papel importante que o Bandcamp tem exercido na pandemia, Abraxas e Fuzzrious juntaram forças na compilação Infected By Fuzz.

São 47 bandas da cena stoner, rock psicodélico e música experimental do Brasil e algumas do exterior, com uma música cada. Ouça aqui: fuzzrious.bandcamp.com/album/infected-by-fuzz.

A coletânea tem valor simbólico para download (ou qualquer doação), e toda a arrecadação será destinada à instituição Casa do Zezinho, em São Paulo (novo.casadozezinho.org.br), que ajuda crianças em vulnerabilidade social e desamparadas.

As bandas também serão beneficiadas indiretamente com o aumento de acesso nos respectivos perfis no Bandcamp.

Participam da compilação: Mocho Diablo, KIND, Deaf Swan, Mábura, Universe Garden, Weedevil, Muñoz, ΛΔΛΜ, The Gramophones, Carmen Blues, Rainbow Bridge, Glasgow Coma Scale, Casquetaria, Pedro Salvador, Toadskin, Ancient Tree, Explicit Fuzz, Concrete Monkey, Sangue, Niles, Moonlit, Lagarto Rei, KnEvil, Fuzzly, Fúria de Lobos, Madness Magnet, Wizened Tree, Encelado, Special Drink, Dead Panda, Lâmmia, Slowner, Kings of The Fucking Sea, Roadkillsoda, Doomslang, Octopus Head, Auramental, Grindhouse Hotel, Wolf Among Us, Psilocibina, Brainscanner, Riffcoven, Black Feather Klan, Komodo Queens, Gods and Punks, Deadman Dance e Quarto Ácido.

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Bad Bebop assina com a Abraxas e divulga single Backbone

Nota :


Power trio heavy metal de Curitiba lançará novo álbum em setembro

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Crédito: Gabriel Stocchero Floriani

O power trio de heavy metal Bad Bebop, de Curitiba, agora faz parte do cast da Abraxas Records, selo pelo qual a banda lançará o novo disco Starting Riots, no dia 11 de setembro. A prévia é o agitado e dinâmico single 'Backbone', uma canção bem peculiar ao momento de tensão em que passa a humanidade. Ouça aqui: https://song.link/2bmpVk86KTxn4.

'Backbone' é um perfeito cartão de visita da Bad Bebop, que está na ativa desde 2015, tem um disco lançado (Prime Time Murder, de 2017), uma mini-turnê pela Argentina e já foi, por duas vezes, banda de abertura em shows do Komatsu (Holanda) em Curitiba.

'Backbone' é a música mais direta e curta do vindouro Starting Riots. Possui uma atmosfera que flerta com o hardcore e é recheada de riff e grooves avassaladores. O solo desta faixa é outro ponto de destaque: invés de um de guitarra, tem uma frase que é desenvolvida simultaneamente por guitarra, baixo e bateria, no melhor estilo Kyuss.

A letra traz uma mensagem positiva, fala sobre resiliência em tempos difíceis, como o atual, devido à pandemia da covid-19.

A Bad BeBop é Henrique Bertol (vocal e guitarra), Celso Costa (bateria), remanescentes da extinta Necropsya, e Juliano Ribeiro (baixo, ex-Semblant).

***
backbone

sábado, 18 de abril de 2020

Blind Horse lança duas inéditas em versões ao vivo

Nota :

Novas composições mostram faceta experimental aliada ao hard setentista

O hard rock setentista praticado no disco de estreia Patagonia, de 2017, foi atualizado com experimentalismos e elementos do delta blues e do jazz. Ainda mais potente, o quarteto carioca Blind Horsemostra duas novas composições, em formato ao vivo, no Soma + Lab Sessions. O single chega às plataformas de streaming pela Abraxas Records. Confira: https://bit.ly/2VjMv2h.

As músicas são I Try to Learn Some Jazz With Sabbath e End of the World Blues. Foram gravadas num show no Soma+Lab, em Campos dos Goytacazes (RJ). São versões ao vivo de duas músicas que sairão no próximo disco da banda. A previsão é lançá-lo entre os últimos meses de 2020.

Soma + Lab Sessions é o primeiro registro da Blind Horse com Gabriel Santiago na bateria e não à toa I Try to Learn Some Jazz With Sabbath está neste single: tem um fabuloso solo de bateria!

As duas músicas destacam a amplitude da sonoridade explorada e praticada pela banda. End Of The World Blues é inspirada nos delta blues, mas com toda potência e intensidade da Blind Horse. I Try to Learn some Jazz with Sabbath, por outro lado, mostra uma faceta mais experimental, com elementos jazzísticos, além do solo de bateria.

Mas tudo sempre no estilo do quarteto, com todo peso e riffs setentistas. Este single serve como uma boa introdução da energia e estilo do próximo disco.

Fotos Blind Horse: Divulgação

Contato para a imprensa

   

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Abraxas lança primeira música da Weedevil, stoner rock com vocal feminino

Nota: Nova banda de Flávio Cavichiolli (baterista do Pin Ups, ex-Forgotten Boys) faz primeiro show dia 6/12, na abertura para os suecos do Asteroid, em SP


A Abraxas Records orgulhosamente lança o primeiro single da Weedevil, banda de stoner rock com vocal feminino de Fabrina Valverde, formada por Flávio Cavichiolli (baterista do Pin Ups, ex-Forgotten Boys). 'Morning Star' é certeira: tem riffs potentes e vocais envolventes. Ouça o single nas plataformas de streaming: http://bit.ly/2qCePjI.
'Morning Star' mistura a vibe do rock setentista com passagens típicas do rock chapado dos anos 2000, isto é, uma fina mistura de Black Sabbath, Stooges e MC5 com Monolord, Lucifer e, principalmente, Sleep. "O ponto zero de montar o Weedevil veio com o álbum The Sciences, do Sleep (2018)", conta Flávio.
A Weedevil é uma banda minuciosamente idealizada pelo baterista, que estrutura e compõe para este projeto desde 2018. Ele conta: "Estava cansado de tocar meio que na banda dos outros: 10 anos de Forgotten Boys, no Pin Ups desde 1996. É, agora, uma responsa esse lançamento de Morning Star. Espero que se sintam nos 70 com uma calça boca de sino e cheiro de erva no ar".
Além de Flávio e Fabrina, completam a banda Caio Caraski (guitarra) e Dani Plothow (baixo).
Ao vivo, a Weedevil estreia dia 6/12, no Jai Club, como abertura para os suecos do Asteroid, junto à também banda de stoner com vocal feminino Spiral Guru, de Piracicaba/SP.
'Morning Star' foi gravada no gravado no Estúdio Aurora por Aecio de Souza, onde a banda gravará o full em 2020.
Além do single no streaming, a Weedevil lança o videoclipe desta faixa, produzido e dirigido por Ivan Shupikov. Confira: https://youtu.be/nhRr8HE47L0.
Crédito: Ivan Shupikov


O stoner rock mais uma vez une a Abraxas e a Powerline, duas das principais agências do cenário musical alternativo brasileiro, que trazem pela primeira vez ao Brasil a clássica banda sueca Asteroid. Em São Paulo será dia 6 de dezembro, dentro da programação do SIM São Paulo. O evento acontece no Jai Club e os ingressos já estão à venda.
O rock setentista pesado, progressivo, espacial e cheio de fuzz! Assim é o som atordoante e contagiante do Asteroid. Inicialmente concebida como uma banda de stoner no inverno de 2003, a formação sueca trilhou uma longa jornada musical até desenvolver sua sonoridade única, sendo reconhecida por turnês constantes e selvagens e suados shows pela Europa.
Serviço
Abraxas & Powerline apresentam: Asteroid (Suécia)
Evento: https://www.facebook.com/events/2480147125637589/
Data: 6 de dezembro
Horário: 21h
Local: Jai Club (Rua Vergueiro, 2676 - Vila Mariana, São Paulo - SP, 04102-000)
Ingresso: 1º lote: R$ 80/ 2º lote: R$ 100 / porta R$ 120
Link para compra: https://pixelticket.com.br/eventos/4541/noite-abraxas-e-powerline-asteroid-suecia
Ingresso físico: Locomotiva Discos (rua Barão de Itapetininga, 37 - Loja 8 - República, São Paulo)
Censura: 18 anos
Apoio: cervejaria Hocus Pocus

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Entre o stoner e o punk, Casquetaria e Ovu Cuzido lançam Mente Poluída

Nota: Música lançada pela Abraxas Records tem riffs stoner, cadenciados, mas também tem riffs puramente punk, agressivos e rápidos


Mente Poluída é o resultado da colab entre o stoner rock da Casquetaria com o punk do Ovu Cuzido. O single, que contém sonoridades e andamentos típicos de cada um dos dois gêneros musicais misturados, foi lançado pela Abraxas Records e já está disponível nas principais plataformas de streaming. Ouça aqui: http://bit.ly/2CAdxbb.
A música tem riffs stoner, cadenciados, mas também tem riffs puramente punk, agressivos e rápidos, que faz de Mente Poluída altamente cativante.
Breno Casquet, guitarrista do Casquetaria, revela que o entrosamento em estúdio foi primordial. “Os integrantes da Ovu Cuzido são nossos amigos de infância do interior de São Paulo. Curtimos muito o som dos caras e tentamos trazer uma pegada mais stoner e lerda para a pegada mais punk que eles possuem”.
Depois deste single, a Casquetaria se prepara para a turnê agendada para fevereiro de 2020, com nove datas pela região metropolitana e interior de São Paulo, junto às bandas como Sangre, da Itália, e Slowner, de Recife. Em cada show, mais bandas entram no lineup com as três principais do giro intitulado Slow Bloody Caravan.
Recentemente, a Casquetaria também lançou pela Abraxas Records o single Van’s Ride, que representa uma nova fase da banda. “É uma mudança a medida que identificamos a espontaneidade como nosso verdadeiro valor pra compor e trazer sentimentos em forma de música”, explica Breno. Escute Van's Ride: https://sl.onerpm.com/6891956511.
Foto Casquetaria: Alexandre Serravalho


segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Asteroid traz psicodelia stoner da Suécia ao Brasil em dezembro

Arte: Cristiano Suarez
Nota: Power trio toca dia 6/12 dentro da programação do SIM SP e 7/12 no Rio de Janeiro

O stoner rock mais uma vez une a Abraxas e a Powerline, duas das principais agências do cenário musical alternativo brasileiro, que trazem pela primeira vez ao Brasil a clássica banda sueca Asteroid. Em São Paulo será dia 6 de dezembro, dentro da programação do SIM SP. O evento acontece no Jai Club e os ingressos já estão à venda. No dia seguinte, 7/12, o power trio também toca no Rio de Janeiro.
A abertura da noite paulistana fica por conta das paulistas Spiral Guru e Weedevil, as duas lideradas por mulheres, com sonoridades que transitam entre as mais variadas vertentes do metal e do rock pesado e psicodélico. Discotecagem entre os shows e um after especial completam a noite.
O rock setentista pesado, progressivo, espacial e cheio de fuzz! Assim é o som atordoante e contagiante do Asteroid. Inicialmente concebida como uma banda de stoner no inverno de 2003, a formação sueca trilhou uma longa jornada musical até desenvolver sua sonoridade única, sendo reconhecida por turnês constantes e selvagens e suados shows pela Europa.
O último lançamento é o disco III, de 2016, um petardo com um punhado de riffs que logo remente à Era de Ouro do rock setentista psicodélico, entre linhas progressivas.
Spiral Guru é um quarteto paulista de Space Rock/Stoner Rock e Heavy Psych. Com influências que vão desde Black Sabbath e a psicodelia do anos 70 até o pós-punk dos anos 80. Destaca-se pelo cativante contraste entre um instrumental pesado, com riffs marcantes, e um suave vocal feminino.
Já a Weedevil é a banda idealizada for Flavio Cavichioli (Pin Ups, ex-Forgotten Boys) que, após alguns testes e mudanças na formação, convidou Fabrina Valverde, Caio Caraski e Dani Plothow para compor o seu novo projeto. A sua estreia nos palcos será nesta Noite da Abraxas & Powerline na SIM São Paulo.
Mais informações sobre o Asteroid no Rio de Janeiro serão divulgadas em breve.
Serviço
Abraxas & Powerline apresentam: Asteroid (Suécia)
Evento: https://www.facebook.com/events/2480147125637589/
Data: 6 de dezembro
Horário: 21h
Bandas de abertura: Spiral Guru (SP) e Weedevil (SP)
Local: Jai Club
Endereço: Rua Vergueiro, 2676 - Vila Mariana, São Paulo - SP, 04102-000
Ingresso: 1º lote: R$ 80/ 2º lote: R$ 100 / porta R$ 120
Link para compra: https://pixelticket.com.br/eventos/4541/noite-abraxas-e-powerline-asteroid-suecia
Ingresso físico: Locomotiva Discos (rua Barão de Itapetininga, 37 - Loja 8 - República, São Paulo)
Capacidade: 300 pessoas
Censura: 18 anos
Apoio: cervejaria Hocus Pocus
After com discotecagem das DJs Lady Rocker e Pilar Teixeira, contando ainda com uma “canja” dos produtores Leandro Cabonato (Powerline) e Felipe Toscano (Abraxas).
Este evento é promovido pelas produtoras Abraxas e Powerline e faz parte da programação noturna oficial da Semana Internacional de Música de São Paulo.
Credenciados da SIM SÃO PAULO têm acesso liberado apresentando a pulseira da SIM na porta e respeitando a lotação de cada espaço.

Cartaz do show em São Paulo
Foto Asteroid: Sara Johnson

Foto Spiral Guru: Renato Petean

Foto Weedevil: Divulgação


Ouça o último disco lançado pelo Asteroid, III: https://open.spotify.com/album/2OHflXPuAjZVzelbm0jrjl

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Projeto Trator lança videoclipe e embarca para turnê na Europa


Nota: Duo já está no Velho Continente para um giro de 23 shows entre agosto e setembro

O duo Projeto Trator vai à Europa entre agosto e setembro para uma longa série de shows e lança o videoclipe da música ‘Absurdos’, a última faixa do EP Na Órbita do Medo, lançado pela Abraxas em 2018.


Confira aqui:

 A música é um crust/d-beat para bater cabeça. É um som que faz um contraponto com o resto do EP que segue a linha sludge/doom.
 O clipe foi 100% gravado e produzido pela banda - Paulo Ueno (guitarra/vocal) e Thiago Padilha (bateria) - no estúdio Casa de Bomba em São Paulo. As projeções animadas no clipe são artes do pintor H R Giger. “Por ser uma música curta. A gente procurou fazer um vídeo simples e direto que exalta a projeção, iluminação e edição”, destaca o duo.
 A nova turnê europeia começa dia 22 de agosto e segue até 23 de setembro. Serão 23 shows. A turnê passará por 9 países (Alemanha, Eslováquia, Austria, República Tcheca, Bélgica, Holanda, Polônia e Hungria) onde tocam em casas de shows, squats e alguns festivais de médio e pequeno porte. Dois terços dos shows serão dividindo o palco com a parceira de longa data, a banda Umbilichaos.

“Com essa turnê estamos dando um passo a diante em busca de novas experiências musicais. Vamos ter a oportunidade de tocar para os mais diversos públicos e vamos deixar a semente plantada para voltar sempre”.


sábado, 1 de junho de 2019

Cosmic Rover : Spitting Fire - Review


Algumas bandas surgem com uma certa áurea que nos encantam, e obviamente, quando o trabalho atinge níveis altos não tem o que dizer... ou melhor, temos muito a dizer.

O trio Paulista "Cosmic Rover" surgiu em meio às idéias de Edson Graseffi (que assumiu muito bem o posto de vocalista, além de ser um dos melhores bateristas do Brasil) ao lado do ótimo guitarrista Rick Rocha e Rodrigo Félix (baixista, e responsável pela ótima "cozinha" da banda).

Após o E.P. (homônimo), tivemos a oportunidade de conhecer um pouco melhor a proposta sonora da banda, e agora no fim de maio, chega para nossos ouvidos sedentos por rock clássico o debut finalizado, "Spitting Fire".

A produção ficou á cargo de Henrique Baboom (conhecido da cena e baixista da banda do Supla), no estúdio "Sonoro Brasil", mantendo o clima de banda ao vivo, algo que realmente acontecia nos anos 70, tendo somente vocal e solos em overdub, e a linda arte de capa pelo próprio Edson (ilustrador e tatuador), se baseando em Frank Frazzeta, mestre da arte fantástica.

O ótimo início com "Our Tattoos" mostra ao ouvinte o clima que permeia pelo álbum, canções com certa cadência, peso, vocais rasgados e característicos do Stoner (sendo mesclados ao Metal), soando muito bem em cada nuance, assim como em "Yesterday Was Crazy" que cresce um pouco na velocidade e peso, outra ótima canção e com excelente progressão, refrão acessível e solo bem executado.

"Cosmic Rover" é uma das faixas presentes no E.P. de 2018, portanto, conhecida dos ouvintes do trio, tendo peso na medida, cadência e riffs bem pesados, assim como ótimas linhas vocais, algo que também aparece em "Spitting Fire" (uma das melhores), evidenciando todo o clima "setentista", mais uma vez se destacando pelo ótimo solo e refrão enérgico.

"Electrify" tem vocais eficientes e novamente instrumental digno de um trio que sabe o que faz, assim como em "Bright Highway" e "Never Forget" (sendo as duas últimas faixas, presentes no E.P.), tendo uma sequência excelente de riffs e solos.

"Leassons in a Bottle" (enérgica), "Mushroom Memories" (densa) e "Space Motherfucker" (a melhor faixa da banda para mim) fecham muito bem este registro, mostrando o quanto eles merecem a sua atenção.


Preciso ressaltar novamente a excelente produção, assim como as progressões de cada faixa que transparecem muito bem a proposta inicial de soarem como banda ao vivo (afinal, as gravações foram feitas exatamente desta forma), as letras também possuem um conteúdo muito bom... enfim, se você ainda não se convencer com este registro, meu amigo, você precisará rever seus conceitos sobre música.


O lançamento é apenas em formato digital pelo selo da Abraxas Records.

Escolha a mídia de sua preferência para ouvir "Spitting Fire" clicando aqui!




Tracklist :
1 - Our Tattoos
2 - Yesterday Was Crazy
3 - Cosmic Rover
4 - Spitting Fire
5 - Electrify
6 - Bright Highway
7 - Never Forget
8 - Leassons in a Bottle
9 - Mushroom Memories
10 - Space Motherfucker


Muito breve, fiquem ligados que teremos uma entrevista sobre este registro... Não percam!

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Ruínas de Sade prepara álbum com conceitos antropológicos

Nota :

Banda de Brusque/SC redireciona sonoridade para doom com nuances de blues, influenciado por Sleep e Belezebong

Crédito: Leandro Wissinievski

Está programado para o segundo semestre de 2019 o lançamento do primeiro full length do Ruínas de Sade. O disco, que marca a estreia da banda de stoner doom no selo da Obscur., terá seis faixas e mostrará uma nova fase do quarteto de Brusque (Santa Catarina), que apesar da influência atemporal de Sleep, agora experimenta riffs pesados com melodias do blues e dá espaço até mesmo para momentos de post metal.

Quatro faixas já estão prontas, confirma o baixista Paulo Machado. São músicas longas – uma atinge os 23 minutos de duração. O novo disco ainda terá mais duas faixas, uma rápida, de curta duração e com influência de noise, revela Machado. Hugo Grubert (vocais), Vitor “Bob” Zen (guitarra) e Cleiton (bateria) completam a banda.

Além da sonoridade atualizada, com novas referências, o disco de estreia trará uma complexa e viajante temática às letras, com conceitos antropológicos, filosóficos e históricos.

O Ruínas de Sade estreou em 2016 com o EP homônimo de três faixas, calcadas no stoner doom arrastado e psicodélico. O registro produzido no extinto Superfuzz (antigo estúdio de Gabriel Zander, no Rio de Janeiro, que hoje comanda o requisitado Costella, em São Paulo) saiu nas plataformas digitais, em CD e K7, recebeu diversas críticas positivas da imprensa nacional e internacional. Em 2017, a banda foi convidada pela Abraxas para excursionar junto aos poloneses do Belzebong entre São Paulo e Rio de Janeiro.

Mais lançamentos - A Obscur., um dos braços da Abraxas, iniciou a distribuição de materiais das bandas Dolphins on Drugs, groove metal instrumental de São Paulo, e da Timekiller, crust punk/noise com integrantes do Brasil, África do Sul, Estados Unidos e Vietnã. Os produtos podem ser adquiridos exclusivamente pela loja virtual da Abraxas: http://www.abraxas.shop.

 

©2019 Tedesco Comunicação & Mídia | Assessoria de imprensa

sexta-feira, 29 de março de 2019

Experimentos sombrios e melancólicos da Polly Terror

Nota :

Abraxas lança Special Fiend, EP de estreia do projeto 
da ex-vocalista da banda Duna, Brisa e Chama

Polly Terror é novo projeto de Poliana Marques, a cabeça por trás do evento Chá das Mina, produtora de eventos e ex-vocalista da banda Duna, Brisa e Chama. Nesta fase da carreira, ela explora sons mais experimentais e sombrios, sem deixar as influências de rock do passado, mas em uma estrada totalmente diferente do seu trabalho anterior. Confira: https://spoti.fi/2OvrxIt.

O trabalho novo, chamado ‘Special Fiend’ é um disco com cinco músicas com clima sombrio, paisagens soturnas e melancólicas, que passam pelo experimental, rock, metal e gótico, deixando a tona influências de artistas como Chelsea Wolfe, The Cure, Morphine, Emma Ruth Rundle.

As composições autorais abordam temas pessoas, experiências e psicodelia, entre momentos leves, loucos e as vezes pesados.

A produção da obra ficou por conta de Fábio Mazzeu (Mayen e ex-Lively Water) e Porquinho (Grupo Porco e Fodastic Brenfers), além da própria Polly: chefa da porra toda.

Ao vivo a artista conta com a participação de músicos conhecidos da cena Belo Horizontina, mas a artista não se prende em formatos e tem a proposta de ser o centro de uma estrutura flutuante, seja com banda ou solo.

É o início promissor de uma carreira que já conta com o apoio de selos como Abraxas (RJ) e Geração Perdida (MG), criando uma relação com bandas nacionais como Lammia, Necro, Lupe de Lupe, Paola Perdida e Não-Não Eu, além de bandas internacionais como Neurosis, Kadavar e Samsara Blues Experiment.

Crédito: Divulgação

Crédito: Divulgação

CONTATO PARA A IMPRENSA

 

©2019 Tedesco Comunicação & Mídia | Assessoria de imprensa

sábado, 23 de março de 2019

Black Lung, as cinzas e a fênix do The Flying Eyes

Nota :

Power trio norte-americano lança Ancients na América do Sul com exclusividade pela Abraxas Records

Banda nova, velhos amigos. O Black Lung é Elias Schutzman na bateria e Adam Bufano na guitarra, músicos da agora extinta The Flying Eyes, aqui junto ao vocalista e multi-instrumentista Dave Cavalier. Ancients, o terceiro disco do power trio de Maryland (Baltimore, nos Estados Unidos) chega à América do Sul nas plataformas de streamings pela Abraxas Records. Ouça aqui: https://onerpm.lnk.to/vVETa.

Ancients soa como uma continuação pesada e com mais riffs do que no derradeiro álbum do The Flying Eyes, Burning the Season (lançado no Brasil em 2017 pela Abraxas em formato digital e em CD digipack). Aqui, o stoner/doom encontra o rock blues setentista em oito composições de melodias cativantes.

Uma curiosidade do Black Lung é que se trata de uma banda sem baixo. São duas guitarras e o punch das músicas é preenchido com diversos efeitos de pedais e cargas extras de peso, mas claro, tudo possível devido à criatividade acima da média dos músicos.

O Black Lung existe desde 2014. O disco de estreia homônimo foi eleito “o melhor disco de estreia” de uma banda de Baltimore e levou o trio ao famoso festival alemão Rockpalast Crossroads. Já o segundo álbum, See The Enemy, foi produzido em 2016 por J. Robbins (The Sword, Clutch) e igualmente impulsionou uma extensa turnê europeia, desta vez ao lado de ícones da cena stoner, como Graveyard, Dead Meadow e All Them Witches.

Crédito: Rock N Roll Socialite

Mad Monkees protesta no EP Guerra

Banda do Ceará formada por experientes músicos do cena roqueira nacional lança o primeiro material pela Abraxas

A banda cearense Mad Monkees estreia na Abraxas Records com o EP Guerra, já disponível nas plataformas de streaming. São três faixas de um roque repleto de riffs e batidas fortes, com referências de stoner e hard rock. Confira: https://onerpm.com/al/1958038119.

Produzido por Klaus Sena, o EP composto por Felipe Cazaux (guitarra/voz), Renan Maia (baixo), Capoo Polacco (guitarra) e PH Barcellos (bateria) sucede o autointitulado disco de estreia, então produzido pelo lendário Carlos Eduardo Miranda e pelo renomado Rodrigo Sanches. Teve, neste meio tempo, o single Are You Going Mad?, com a participação de Cris Botarelli (Far From Alaska), e teve ótima recepção do público da banda.

Sete foi o primeiro single de Guerra. Lançada perto das eleições, a música – a única em português - traz uma crítica aos privilégios dos políticos brasileiros. “O single faz uma analogia entre os pecados capitais e as regalias dos políticos e os seus direitos adquiridos, enquanto o povo perde direitos trabalhistas e vive na lama”, explica o vocalista e guitarrista Felipe Cazaux.

Crédito: Daniel Mangualde

 

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sexta-feira, 1 de março de 2019

Faith Bathed in Blood, o pesado e orgânico novo álbum do Pesta

Nota :

Novo disco marca a estreia da banda mineira no cast da Abraxas Records

Não raramente apontada como uma das bandas mais autênticas do cenário heavy metal nacional, a mineira Pesta enfim lança neste 28 de fevereiro de 2019 o segundo álbum, Faith Bathed in Blood, cuja capa foi pintada a mão pelo artista Ars Moriendee. O disco está disponível nos principais serviços de streaming pela Abraxas Records (e com lançamento em CD programado ainda para este ano) e aposta no peso e distorções para falar de ancestralidade nas oito faixas com a característica influência stoner/doom da banda. Ouça aqui: https://onerpm.com/al/3711079374.

Faith Bathed in Blood é um registro pesado e retumbante, com a maioria das partes gravadas ao vivo em estúdio junto ao produtor André Cabelo, da lendária banda de death/thrash metal oitentista Chakal e com quem o Pesta já havia trabalhado no disco de estreia, Bring out your Dead.

Como ressalta a banda, a intenção foi produzir um disco orgânico, isto é, o mais próximo do que soam ao vivo possível, e até usaram uma afinação muito baixa para atingir a sonoridade desejada. “Podemos nos dar ao luxo de usar uma distorção ou um fuzz não exagerado e ouvir as válvulas ainda assim pegando fogo no amplificador sem precisar de artifícios de toneladas de distorção para soar pesado”, contam os mineiros.

O conceito do álbum gira em torno crenças que, na visão histórica da Pesta, demandam o derramamento de sangue e que estão presentes em vários sistemas religiosos. A abordagem desses rituais aparece de maneira diversa (histórica, ficcional, crítica, descritiva) ao longo das letras: passa pelos rituais antropofágicos de certas tribos indígenas; pela descrição dos sacrifícios de crianças a Moloch; por pessoas mentalmente perturbadas que se entendem como os executores da “justiça divina” na Terra, entre outros temas que dialogam com essa ideia central de alguma forma.

Foto: Iana Domingos

 

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