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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Infected Rain: Ecdysis - Review

A vocalista Lena Scissorhands vem chamando atenção nos últimos anos em suas redes sociais, seja por seu trabalho de modelo ou mantendo diariamente muitos seguidores de sua banda, o Infected Rain, informados sobre singles e vídeos bem produzidos em sua carreira.

O fato é que a mesma se tornou uma referência no estilo (uma mescla de Metalcore com elementos variados modernos, indo de eletrônico á até algo pop/synth), mantendo sempre uma coesão a cada álbum lançado, e claro, crescendo cada vez mais.

Seu mais recente álbum chama-se "Ecdysis" (um dos primeiros no metal em 2022, inclusive), traz uma boa mescla do que o fã já conhece, além de exacerbar novas nuances bem interessantes (os singles "Postmortem Pt.1", "Fighter" e "Longin" são ótimos exemplos de como a carreira da banda está cada vez melhor), tem produção excelente e consegue entregar algo superior ao seu antecessor, "Endorphin", de 2019.

Outro destaque fica por conta de "The Realm of Chaos" com a participação da também talentosa Heidi Shepherd (Butcher Babies), já se você gosta de um peso mais exacerbado, ouça "Everlasting Lethargy".


Entre de cabeça e aumente o volume, é moderno e cheio de ótimas variações!


Ouça:

Link:

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Butcher Babies - Lilith - Review

Autor : Vinny Hetfield

Lançado em 27 de outubro de 2017, o último álbum da banda capitaneada pelas belas Carla Harvey & Heidi Shepherd vem logo em sua faixa de abertura, "Burn the Straw Man", mostrando o andamento que o álbum toma, com riffs rápidos e pesados, além de vocais rasgados.

A produção bem feita também contribui para que soe um pouco moderno e também acessível (o que é muito bom), além claro de evidenciar o talento de ambos.
Seguindo, temos a faixa título "Lilith", que se não é a mais densa e pesada do álbum, gera certa discussão facilmente sobre sua mescla de ser extrema e acessível, fazendo com que a audição seja agradável.
Headspin tem uma sonoridade que se assemelha com o metal atual; refrão bem legal e marcante, além de andamento convincente (em certos momentos com "breakdowns" que nos remetem a cena metalcore).

É um disco agradável de se ouvir, acredito inclusive que seria uma boa "porta de entrada" para quem ainda não conhece o projeto, e além disso, sua temática gira em torno da "Deusa/rainha" Lilith (que para algumas culturas e muito citada no ocultismo, seria a primeira mulher de Adão)... Ouça sem medo, a maturidade do grupo está evidenciada, e acredito que isso é mais que positivo.


Tracklist :

01. Burn The Straw Man
02. Lilith
03. Headspin
04. Korova
05. #Iwokeuplikethis
06. The Huntsman
07. Controller
08. Oceana
09. Look What We've Done
10. Pomona (S**t Happens)
11. Underground And Overrated

Steve Evetts (THE DILLINGER ESCAPE PLAN, SEPULTURA, SUICIDE SILENCE) foi o responsável pela produção, além de ter sido a estréia do baterista Chase Brickenden (substituindo Chris Warner).

Para conferir o disco via Spotify, clique aqui!

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Butcher Babies - Carla e Heidi comentando sobre evolução da banda


Fonte : Blabbermouth.net

Durante entrevista para a KSMU 89.7, a "Midwest Beatdown" realizou uma entrevista com as vocalista do grupo que estão divulgando o seu mais novo álbum (intitulado Lilith, lançado em 27/10 via Century Media).

Segue abaixo alguns trechos :

Carla responde sobre a evolução como pessoas :

"Sinceramente, acho que, no início, há muitas imagens de mim [olhando sério] no palco, porque era assim que meu humor era na época. Eu acho que mudamos muito como pessoas no processo desta banda e todos nos tornamos muito mais felizes, porque estamos fazendo o que amamos. Então eu diria que há muito mais fotos de nós sorrindo agora , porque somos mais felizes - estamos fazendo o que amamos diariamente. No começo, não posso falar por todos, mas eu pessoalmente, eu estava em um lugar diferente na minha vida, então não era como Eu estava tentando ser "metal" sério - acho que esse era o estado da minha mente na época. E agora há muito mais sorrisos ".

Heidi completa : "Quero dizer, quando você vai no palco, é a sua terapia - para cada um de nós, quando saímos nesse palco. Então, se é, você teve um dia irritado e você saiu lá e você bateu para fora ... Como eu no outro dia, eu estava em um dos piores estados de ânimo que eu tive nos anos - eu estava pisoteando no ônibus, eu estava tendo um dia realmente ruim - e nós continuamos e tocamos no palco e fui embora [sentimento], "eu precisava disso". [Risos] Eu direto disse: "Eu precisava de um bom show como esse. Eu me sinto muito melhor. A vida pode seguir em frente." Mas mesmo ... Ou você tem algo para comemorar - você vai lá e você comemora no palco. Então, para nós, é nossa terapia e nós adoramos fazê-lo ".
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