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sábado, 23 de abril de 2022

Joe Satriani: The Elephants of Mars - Review

Sendo um dos mais idolatrados das 6 cordas na história da música, o músico Joe Satriani é um daqueles tipos virtuosos que deixa qualquer pessoa embasbacada com sua técnica e feeling apurados, tendo criado durante sua extensa carreira ótimos álbuns, singles icônicos como "Satch Boogie", "Always With Me, Always With You" e "Summer Song", além de prêmios de muito mérito e trabalho.

"Shapeshifting" teve sua tour atrapalhada por conta dos problemas que o mundo passou com a pandemia em 2020 e por conta disto, Joe resolveu se manter recluso como a maioria, porém, em pleno trabalho... o resultado se deu em "The Elephants of Mars", seu mais recente registro em estúdio e um dos grandes nomes para o mundo instrumental em 2022.

Novamente demonstrando ser extremamente técnico, o músico buscou desta vez feeling apurado para exacerbar um pouco mais a sua gama de melodias, não sendo exatamente uma continuação de seu último (citado acima) álbum, mas de fato essa evolução/variação foi muito bem escolhida e abordada.

Sua produção continua excelente (como era de se esperar) e mantém um nível bem elevado de construção musical, alguns momentos foram captados com muita maestria de detalhes como em "Faceless", um dos melhores exemplos da personalidade que este álbum possui.


Acredito que aqui vemos um trabalho único, não para ser ouvido como uma simples trilha sonora mas sim para momentos em que você se desprende do resto do dia e encontra um momento para tais audições.


De o Play e sinta a vibe única de suas 14 faixas!


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Tracklist:

1. Sahara
2. The Elephants Of Mars
3. Faceless
4. Blue Foot Groovy
5. Tension And Release
6. Sailing The Seas Of Ganymede
7. Doors Of Perception
8. E 104th St NYC 1973
9. Pumpin´
10. Dance Of The Spores
11. Night Scene
12. Through A Mother´s Day Darkly
13. 22 Memory Lane
14. Desolation

Links:
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Ayreon: Transitus - Review

Já faz uns bons anos desde que tive meu primeiro contato com o projeto do multi instrumentista holandês Arjen Anthony Lucassen, aliás, o Ayreon é daqueles projetos que resume bem o que grandes nomes reunidos fazem.

Lançado em setembro deste ano de 2020, "Transitus" é um registro conceitual (e que é acompanhado por uma revista em quadrinhos de 25 páginas, não incluída no CD ou vinil, ilustrada por Felix Vega), mostra a nós ouvintes temas interessantes e claro, musicalidade impecável.

Os convidados dão todo um charme a mais, vide Diane van Giersbergen, Marcela Bovio, Carolina Westendorp, Simone Simons, Amanda Sommerville ou Tommy Kaverik, ambos sublimes, além claro de mostrar outros nomes como Joe Satriani, Marty Friedman, Cammie Gilbert (Oceans of Slumber), e contar com a narração de Tom Baker ("Doctor Who").

Produção nem preciso dizer sobre o quanto é um dos pontos mais altos, tudo muito bem timbrado, executado e claro, com melodias atuais, por vezes remetendo a lançamentos anteriores (e muitas novidades). 


Confira sem medo, aqui está um belo conceito para seus ouvidos, uma aula de Opera Rock.


YouTube Music aqui
Spotify aqui


Link:

domingo, 12 de abril de 2020

Joe Satriani : Shapeshifting - Review


O exímio guitarrista está de volta após o regular "What Happen Next" (2018), mantendo o seu feeling e sua virtuose, porém, adicionando cada vez mais melodias acessíveis e na melhor escolha do Hard (algo de Blues também poderá ser visto aqui, afinal, suas influências sempre aparecem em seus álbuns).

O que dá para perceber é que a linha acessível que o músico vem mantendo nos últimos anos certamente tem fundamento com o atual momento de divulgação pois assim, o mesmo poderá figurar em rádios (até mesmo aquelas que tocam canções alternatvas), e nisso, Joe Satriani salienta mais uma vez a sua experiência musical com inteligência.

"Big Distortion" é um grande exemplo sobre como vemos seu som estar cuidadosamente simples (perto do que o mesmo consegue produzir, mas ainda sim com ótimos licks e riffs, suas escalas já conhecidas e outros detalhes que fazem dessa faixa uma das melhores de sua atual carreira).

No quesito produção, soa como deve ser, exacerbando sua técnica em cada parte e evidenciando os ótimos timbres que Joe atinge (e sempre atingiu), e mesmo que alguns possam pensam que discos instrumentais são feitos como uma trilha sonora, ou que Joe esteja fazendo coisas nada inovadoras (perto do que já fez), vale lembrar que sua contribuição ainda é muito celebrada por músicos de toda parte.

"All For Love" (melódica e soturna) também é outra canção que mostra um outro lado do álbum, onde o músico demonstra o feeling impecável, e claro, "Teardrops" deixa mais evidente o quanto estar cadenciando suas canções funciona em algumas partes ou num todo.

Entre momentos mais agitados (como na faixa "Nineteen Eighty" que nos faz lembrar um pouco da dinâmica de "Summer Song") e esses acima citados, temos um álbum muito bom, produtivo e atual, acredito que melhor que seu antecessor, e provavelmente (em quase tudo) um dos melhores dos últimos 10 anos (para mim, "Unstopabble Momentum" de 2013 ainda é mais solidificado em alguns padrões, mas aqui não decepciona de forma alguma).

Confira sem medo!

Ouça via Spotify aqui

terça-feira, 3 de março de 2020

Phil Campbell : Old Lions Still Roar - Review


Conhecido do grande público pela sua longa contribuição ao hoje saudoso Motörhead do também saudoso Lemmy Kilmister, Phil Campbell se tornou muito ativo após o fim da banda e trouxe à tona o projeto "Phil Campbell and the Bastard Sons" e em seguida, seu debut solo, "Old Lions Still Roar".

Incansável, o guitarrista não perdeu tempo (mesmo com turnês cheias de datas) e em 2019 recrutou para este disco nomes como Rob Halford, Alice Cooper, Dee Snider, Ray Luzier e Matt Sorum (só para citar alguns), demonstrando muito prestígio e claro, comprometimento.

Suas faixas são ao melhor estilo "festa com amigos", mantendo um ótimo feeling e entregando aquele tipo de som fácil de se assimilar, algo como quando você está para abrir uma cerveja e quer ouvir um álbum que te entregue a combinação perfeita.
Existe alguma dúvida?após a ótima acústica "Rocking Chair", tente não se contagiar com os riffs na melhor escola Heavy de "Straight Up" (com os vocais muito bem inseridos do "Metalgod").

Os vocais de Ben Ward (Orange Goblin) combinam perfeitamente para a cadenciada "Faith In Fire" (uma das melhores faixas do álbum), tendo feeling de sobra e solo inspirado (além dos riffs densos).

O Rock and Roll despojado com leves pitadas de Metal de "Swing It" nos entrega outra ótima amostra aqui presente, e claro, os ótimos vocais de Vincent Furnier, ou melhor, Alice Cooper (aumente o volume e se divirta).

O clima volta a ficar soturno com a semi-balada "Left For Dead" (sob os vocais de Nev MacDonald e ótimas dinâmicas melódicas).

Nick Oliveri (Mondo Generator) e Danko Jones fazem um ótimo trabalho em "Walk the Talk" (com ótimo groove e peso; além dos vocais obviamente e a sempre marcante presença de Phil Campbell despejando suas 6 cordas em ótima performance).

"These Old Boots" junta ninguém menos que Mick Mars (Mötley Crüe), Chris Fehn (ex Slipknot) e Dee Snider (ex Twisted Sister) para formarem outra grande canção do álbum, do tipo que você irá novamente aumentar o volume e curtir os ótimos riffs e melodias (e não perca o solo, hein?!).

O peso e groove de "Dancing Dogs (Love Survives)" contrasta muito bem com o clima leve de "Dead Roses" (que é em sua maioria acompanhada por ótimas linhas de piano).

Para fechar, "Tears from a Glass Eye", um dueto instrumental com aquele guitarrista "careca de óculos escuros" conhecido pela alcunha de Joe Satriani (acredito que você deva ter ouvido falar, não é mesmo?!)... brincadeiras a parte, um fechamento sublime de álbum, demonstrando toda a virtuose e feeling destes que são dois dos melhores em seus instrumentos.


A produção do álbum está como o esperado, tendo sido gravado em um estúdio caseiro de Phil com o auxílio de seu filho, Todd Campbell (no país de Gales), portanto, ouça com carinho e aproveite cada faixa.


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Tracklist :
1. Rocking Chair (c/ Leon Standford - vocal, Todd Campbell - guitarra, Will Davies - baixo)
2. Straight Up (c/ Rob Halford - vocal, Tyla Campbell - baixo, Dane Campbell - bateria)
3. Faith In Fire (c/ Ben Ward - vocal, Tim Atkinson - baixo, Robyn Griffith - bateria)
4. Swing It (c/ Alice Cooper - vocal, Chuck Garric - baixo, Dane Campbell ? bateria)
5. Left For Dead (c/ Nev MacDonald - vocal, Mark King - baixo, Danny Owen - teclados, Tyla Campbell - guitarra acústica, Dane Campbell - bateria)
6. Walk The Talk (c/ Nick Oliveri - vocal/baixo, Danko Jones - vocal, Ray Luzier - bateria)
7. These Old Boots (c/ Dee Snider - vocal, Mick Mars - guitarra, Chris Fehn - bateria, Todd Campbell - guitarra)
8. Dancing Dogs (Love Survives) (c/ Whitfield Crane - vocal, Tyla Campbell - baixo, Dane Campbell - bateria)
9. Dead Roses (c/ Benji Webbe - vocal, Will Davies - baixo, Matt Sorum - bateria)
10. Tears from A Glass Eye (c/ Joe Satriani)                     

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Squares : Squares - Review


Você provavelmente já teve contato com algum trabalho em que Joe Satriani participou, seja em seus projetos como o fantástico G3 que reúne grandes nomes das 6 cordas junto a sua genialidade, ou super grupos como o "Chickenfoot".

Uma coisa é indiscutível em tudo isso : criatividade!
O músico pertence ao seleto grupo de unanimidades na música, e claro, nunca deixou de citar suas raízes em meio ao que se consolidou, então, por este motivo, cá estamos para falar um pouco de "Squares", sua primeira banda oficial (criada no fim dos anos 70).

John Cuniberti (produtor da demo á época) se juntou a Satriani para resgatarem este que é o início de tudo para a carreira do guitarrista (sim, você deve conhecer aquela história de que ele trabalhava em uma loja de instrumentos e era uma referência em sua região, ensinando guitarristas como Steve Vai e Kirk Hammett a tocarem com técnicas apuradas) mas aqui, vemos o músico se profissionalizando de fato.

Mostrando um lado mais Hard/Pop e referências em Punk/New Wave, Satriani acrescenta níveis interessantes de melodias acessíveis em seu som; coisas que até não são mais usadas hoje em dia em sua carreira, e por este motivo, se torna ainda mais legal de se ouvir.

Temos praticamente vários singles formados aqui e que poderiam ter sido bem recebidos se estivessem em uma época futura da que lançaram (ouça por exemplo a enérgica "Give It Up" e a cadenciada/radiofônica "Can't Take It Anymore" para entender seu feeling).


Creio que este seja um trabalho para todos os ouvintes de boa música (principalmente se você gostar da década de 80), além do que, é um registro histórico para seus fãs (lançado 38 anos após).

Ouça sem medo!


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Tracklist :
1. Give It Up
2. Everybody's Girl
3. B-Side Girl
4. I Need A Lot Of Love
5. Can't Take It Anymore
6. So Used Up
7. You Can Light The Way
8. Tonight
9. Never Let It Get You Down
10. Follow That Heart
11. I Love How You Love Me

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Metallica : Kirk Hammett diz que Lars Ulrich fez aulas de bateria para gravar ...And Justice For All

Durante entrevista ao podcast "Let There Be Talk" (e transcrita pelo "Ultimate Guitar"), o guitarrista Kirk Hammett comentou sobre alguns detalhes das gravações de "...And Justice For All", um dos álbuns mais complexos da carreira da banda (e também polêmico pelos motivos que todos estamos cansados de saber, não é mesmo?)

Kirk comenta :

"Queríamos soar o mais estranho possível. Na época, muita música que ficava popular mostrava técnica musical. Foi o auge dos álbuns de guitarra, como os de Joe Satriani. Muitas bandas de hair metal, comerciais, todas tinham guitarristas incríveis, porém, canções que eram uma merda. Era o pensamento: 'vamos mostrar o quanto de nossa musicalidade está aqui'".


Segundo ele, por conta da sua influência em ter aprendido técnicas com Satriani e o envolvimento de Lars com as aulas, era preciso que a banda mostrasse um álbum que soasse no nível dos demais (ou superior) que estavam sendo divulgados á época, era como um desafio a ser cumprido em mostrar o quanto poderiam ser técnicos.

Ele conclui :

"Fiquei feliz com isso, pois venho de um lugar onde isso estava centrado. O álbum de Joe Satriani ('Surfing With The Alien', 1987) era a maior coisa do mundo na época".

"Em certo ponto, Lars pegou aulas com o baterista de Joe Satriani (Jeff Campitelli), então, ele conseguiu uma perspectiva e uma abordagem diferentes na bateria. Queríamos implementar isso na sonoridade e foi assim que nasceu '...And Justice For All'".


Como sabemos, o álbum foi bem recebido pela crítica (tendo vendido mais de 8 milhões de cópias só nos EUA), além de abordar uma nova musicalidade á banda, ainda mais pela ausência de Cliff Burton (vítima do acidente com o Tour Bus em 1986), sendo substituído pelo garoto Jason Newsted que até então era o "faz tudo" no "Flotsam and Jetsam" (além de fã incondicional do Metallica).

Elementos progressivos foram inseridos, alguns tons de hard rock, e muitas "dobras", rendendo canções longas e marcantes (vide a faixa título ou mesmo "One", um dos maiores singles da carreira).


"...And Justice For All" foi eleito em 2017 pela revista "Rolling Stone" o 21° maior álbum de Metal de todos os tempos.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Joe Satriani : respondendo críticas de Ritchie Blackmore


Durante entrevista, o lendário guitarrista (ex Deep Purple, Blackmore's Night e que reativou o Rainbow) falou sobre alguns dos músicos que o substituíram, e fez comentários um pouco exaltados sobre Satriani :


"Joe Satriani é um guitarrista brilhante, mas nunca o vejo procurando por notas, nunca o ouço tocando uma nota errada. Jimi Hendrix tocava várias notas erradas, porque estava buscando o tempo todo... ´onde diabos está aquela nota correta?´. E quando ele encontrava, wow, era incrível".


Satriani por sua vez, entrevistado no "Rock Talk With Mitch Lafon", o respondeu :

"Bem, é um infortúnio quando alguém que você admira tem coisas negativas a dizer sobre você. Isto sempre magoa. Não vou esconder meus sentimentos sobre isto", diz. "Sou criticado por todos os lados, e não compreendo muito bem, a não ser nos casos de quem critica por se sentir desafiado e com isto se ver obrigado a atacar de volta. Daí eu entendo o motivo pela qual esta pessoa diz algo negativo. Meio que dou risadas destas coisas, pois eu não sou assim, prefiro ver o lado positivo dos outros músicos e me focar nisto".


sábado, 17 de fevereiro de 2018

G3 - Satriani, Phil Collen e Petrucci falam sobre o projeto

Fonte : Blabbermouth.net


Em entrevista para estação de rádio clássica R104.3 da cidade de Nova York, Joe Satriani, John Petrucci (DREAM THEATER) e Phil Collen (DEF LEPPARD) falam sobre (transcrição por BLABBERMOUTH.NET):


Sobre como Collen veio a ser convidado a participar da turnê:

Joe: "Em agosto passado, no Carmel-by-the-Sea, Califórnia, tivemos uma" Experiência G4 ", que é, como, uma extravagância de guitarra imersiva total de cinco dias. Os campistas vêm e eles conseguem pendurar conosco durante todo o dia, assistir a clínicas, assistir performances, sair conosco, e Phil soltou todos.
Ele apenas trouxe tudo - ele trouxe a experiência e sua musicalidade para todos, os iniciantes, os profissionais e o resto das estrelas que faziam parte da "Experiência G4". Tivemos um ótimo momento, e foi uma química maravilhosa no palco. Estávamos deslumbrados quando de repente ele se disponibilizou para uma turnê "G3". Nós, Tenho muita sorte em tê-lo. "

Phil: "É ótimo. Penso que o principal é que eu tire inspiração desses dois. É como um louco, todas as noites. Na verdade, estamos criando música na hora, muito o tempo, especialmente no" jam 'parte, alguém vai tocar algo que seja como' Oh - o que é isso? ' Simplesmente automaticamente - é inacreditável.
Essa é a magia disso, você sabe. Essa é a magia de ser um músico, essa descoberta. Na verdade, estamos descobrindo e criando música ao vivo.
É magia total, maravilhosa ".


Na camaradagem da turnê:

John: "O que é realmente muito divertido é que existe essa comunidade itinerante de músicos que estão apenas tendo um ótimo momento, amor, compartilhando histórias, experiências musicais. Estou ansioso para esse aspecto do G3 - não só ser capaz de brincar com Joe e Phil e fazer jam, mas sim estar nesse ambiente com todos esses incríveis músicos. É muito legal ".

Joe: "Com 'G3', todos conseguem fazer suas coisas com sua banda na frente da audiência antes que o atolamento comece, então exorcizamos todos aqueles demônios de pistoleiro e, então, quando chegarmos ao palco [juntos] todos estão tão relaxados, e estamos prontos para fazer algo novo, que não fizemos ontem à noite ou na semana anterior.

"Nós vamos lá, eu acho, com o desejo expresso de ver como podemos empurrar uns aos outros. Mas estamos nos olhando - estamos cotovelo para cotovelo - e depois do show, falamos sobre isso por meio hora. Se aconteceu alguma coisa que alguém não sabia como fazer, discutimos, como: "Bem, é assim que você faz isso" e "Não era engraçado?", e "Não era legal?" Nós definitivamente estamos empurrando uns para os outros."

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Joe Satriani - Músico explica o porque da criação do projeto G3

O exímio guitarrista comentou á Dominic "Zakk" Zaccagnini de San Francisco (na Radio 107.7 The Bone) sobre ter se "isolado do público" após a fama, e por isso, pensou lá em 1996 na criação do projeto que reuniria 3 guitarristas (ele e mais 2 convidados), para se "conectar" aos seus fãs.

Confira um trecho :

Perguntado sobre a duração dos shows, ele explica :

"A razão pela qual eram três, porque se fossem seis, digamos que seis de nós tocaríamos todas as noites, todos acabariam tocando talvez 15 minutos"...

Foi difícil para mim atrair alguém como Steve Vai dizendo:" Você começa a tocar por 15 minutos. Que tal? " Ele era, como, "Bem, eu toco duas horas por conta própria". Nós o estruturamos em torno de três para que todos tenham uma hora para jogar. Eles poderiam sair, promover seu novo álbum, eles poderiam fazer o que quer que eles desejassem, colocar seu show completo, então poderíamos nos reunir em no final da noite e ainda jogue durante uma boa meia hora em um formato de interferência e ainda saia do local.

Agora, o motivo disso é importante, porque digamos se você está tocando no Beacon Theatre em Nova York e se você passar, e quero dizer, como um segundo, o toque de recolher, é algo como oito mil dólares por minuto. E eles não estão tocando em Nova York quando se trata disso. Era muito importante encaixar o show dentro do toque de recolhimento e isso é mesmo antes de termos a parte artística ".


Confira a longa matéria aqui : Blabbermouth.net

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Joe Satriani - Nova canção é liberada

Satriani em destaque
No início de 2018 (mais precisamente dia 12/1)  o guitarrista (juntamente com a participação de Glenn Hughes e Chad Smith, baixista e baterista respectivamente) estará disponibilizando seu mais novo álbum, intitulado What Happens Next.


Para conferir Headrush, mais uma nova canção que estará presente no álbum, clique aqui!

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Joe Satriani - Nova canção liberada

Satriani em destaque
Em 12/1/2018 o novo álbum do virtuoso guitarrista (intitulado What Happens Next), chegará às lojas via Sony/Legacy Recordings.

Para conferir a nova canção, intitulada Thunder high on the Mountain, clique aqui!

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Joe Satriani - Autobiografia será relançada em breve

Arte do livro lançado em 2014
Strange Beautiful Music: A Musical Memoir, lançado em maio de 2014 originalmente, será relançado em capa dura e inclui um novo capítulo, (Shockwave Supernova, o último álbum do músico).
O livro gira em torno de fatos da carreira como as canções que o fizeram ser um dos mais influentes guitarristas de todos os tempos, além de fotos e depoimentos de Steve Vai e Kirk Hammett, e também de membros do Chickenfoot.
O prefácio fica a cargo de um "tal" Brian May.

Ao que tudo indica, 7 de novembro ocorrerá o lançamento.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Joe Satriani - Nova faixa é liberada

O virtuoso guitarrista Joe Satriani
Em recente divulgação, o guitarrista deixou os fãs felizes após o anúncio de seu novo álbum What Happens Next (com lançamento em 12 de janeiro de 2018) e participações de Glenn Hughes e Chad Smith.

Agora, liberou uma das faixas do novo álbum, Energy, que você pode conferir clicando aqui!

Arte do novo álbum do músico
Perguntado sobre a possibilidade de Hughes cantar em seu álbum, Joe disse a Eddie Trunk :

"Pouco antes de Glenn lançar seu último álbum solo (o Resonate de 2016, que também conta com o baterista Chad Smith) eu tinha em minha mente que ele era o baixista certo para gravar esse meu disco. Mas eu mesmo achei que isso era só uma ideia louca porque ele nunca aceitaria, já que talvez ele não gostaria de apenas tocar baixo, ele é um cantor incrível também."

Ainda completou :

"Mas era um pensamento que ficava dando volta na minha cabeça enquanto eu estava em turnê, eu ficava pensando 'Sim, isso seria tão legal, porque se ele aceitar, aí eu posso fazer tal coisa' sabe?. E então a bateria do Chad surgiu na minha mente e então eu pensei 'eles tocam muito juntos, eles gravaram juntos' e me perguntei se eles estariam dispostos a gravar um trabalho inteiro instrumental igual a esse. Eu inocentemente os convidei e fiquei esperando por uma resposta. E eles responderam quase que imediatamente, os dois, dizendo que estavam totalmente dentro."

Glenn Hughes em divulgação
Sobre as gravações :

"Estar no Sunset Sound (estúdio em Los Angeles) com esses dois caras foi tão legal. Eu realmente consegui o que eu estava procurando, que era uma verdadeira celebração ao rock, com muito groove. Porque eu realmente queria evoluir nos elementos progressivos, de jazz e fusion, como eu já venho utilizando nos últimos álbuns. Eu pensei 'Eu quero fazer isso com mais foco, algo mais 'físico', mais humano, coisa de um guitarrista com os dois pés no chão, sem usar nada baseado em ficção científica ou alter ego."

"Eu não poderia ter escolhido um time melhor. Eles são absolutamente maravilhosos. E quando tudo começou, éramos apenas 3 caras dentro de um estúdio, e todos ali eram as estrelas, era isso que eu queria. Eu estou muito feliz".

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Chickenfoot - Possível novo álbum em 2018?

Joe Satriani e sua guitarra com arte do Chickenfoot
É o que Sammy Hagar deseja!
Segundo informações divulgadas pelo site blabbermouth.net, em entrevista de Joe Satriani para Eddie Trunk em 20 de setembro, o guitarrista foi questionado sobre um novo álbum do projeto que não lança nada em estúdio desde 2011.

Segue a declaração de Joe :

"Há pouco tempo atrás, quando minha banda solo estava indo para a América do Sul para um show, recebi uma ligação do Sammy dizendo 'Eu só quero te avisar que em 2018 eu estarei dedicado ao CHICKENFOOT'. Ele realmente mandou uma paulada dessa e eu não tinha idéia do que fazer com essa informação. Falei pra ele 'Você sabe Sam, eu estou fazendo um disco e uma turnê com o G3, eu estava pensando que talvez o Chad vai tirar férias, porque ele está saindo de uma turnê de dois anos e meio com o RED HOT (ou algo assim). Então eu não sei o que vai acontecer'. Mas eu disse a ele 'se eu tiver um dia de folga, eu entro no estúdio com você'. Então estou me sentindo muito positivo a respeito disso ".

Lembrando que este ano a banda lançou Best+Live, registro com canções dos 2 álbuns de estúdio, e registros ao vivo.

Joe Satriani - G3 confirmado em 2018

Banner oficial do projeto G3 2018
Em recente divulgação, o virtuoso guitarrista confirmou que a partir de 11/1/2018, em Seattle, irá dar início a mais uma "temporada" de seu projeto que reúne 3 guitarristas para mostrarem suas habilidades.

Os escolhidos da vez são John Petrucci (Dream Theater) e Phil Collen (Def Leppard).


Segue abaixo a declaração do músico :

"Eu poderia dizer que estou surpreso com a durabilidade do G3 e o quanto ele vem crescendo, mas de certo modo, não estou. Acho que parte de seu charme e seu apelo está na química em ter três grandes guitarristas dividindo um palco.
É divertido, é imprevisível, é animal, é tudo o que você espera em um show.”


Até o momento só foram confirmadas datas para os Estados Unidos.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Joe Satriani - Novo álbum em 2018

Arte do novo álbum que será lançado em janeiro
O virtuoso guitarrista já deu previsão de lançamento do seu novo álbum, intitulado What Happens Next (dia 12 de janeiro pela Sony/Legacy Recordings).

A grande novidade fica por conta da participação do vocalista e baixista Glenn Hughes e o baterista Chad Smith, além de uma tour promocional com o projeto G3 que desta vez irá reunir além de Joe, os guitarristas John Petrucci (Dream Theater) e Phil Collen (Def Leppard).
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