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quinta-feira, 23 de abril de 2026

Monsters Of Rock Brasil 2026: Guns N' Roses demonstra ótima performance e fecha o festival de forma ímpar

Certamente o Monsters Of Rock Brasil 2026 vai deixar saudades na mente de muitos, especialmente para os fãs mais assíduos pelo hard rock pois tivemos inúmeros exemplos de performances impecáveis, além de unir gerações variadas entre clássicos e canções novas.

Axl, Slash Duff apareceram no palco com uma energia incrível após a introdução de "Welcome to the Jungle", muitos extremamente emocionados (bem, nessa parte vi minha namorada sendo uma dessas pessoas hehe) e uma verdadeira aula de como agradar um estádio inteiro.

"Slither", sucesso do Velvet Revolver também animou bastante o público, assim como a trinca "It’s So Easy", "Live and Let Die" e também "Mr. Brownstone", clássicos absolutos.

Entre piadinhas de Axl Rose e performances conhecidas, a banda cada vez mais parecia estar com o jogo ganho, ainda mais com um setlist extremamente consolidado.

"Bad Obsession" foi outro exemplo de emocionar, enquanto que "Perhaps" criou um clima misto (apesar de eu achar interessante pela variedade). Um tempo depois víamos um single absoluto dos anos 90, principalmente para os amantes de filmes, e assim, começa "You Could Be Mine" e todos novamente cantando.

"Civil War" apareceu e este que vos escreve fica encantado com cada nota (minha canção predileta da banda) demonstrando o cuidado de Slash com cada detalhe, e sinceramente, foi um dos melhores momentos para mim.

Outras indispensáveis de sua carreira como "Knockin’ on Heaven’s Door" e "Sweet Child o’ Mine" deixarem tudo ainda mais especial, bem como "Estranged".

"Bad Apples" que não aparecia no set desde a tour de lançamento dos famosos "Use Your Illusion" surgiu como um presente para os verdadeiros fãs.

E o que falar da trinca que fechou o show?
"November Rain", "Nightrain" e "Paradise City" mostraram que uma banda que sabe exatamente o que faz consegue apresentar uma verdadeira aula.


O melhor show da noite? Para mim, sim!


Setlist:
01) Welcome to the Jungle
02) Slither
03) It’s So Easy
04) Live and Let Die
05) Mr. Brownstone
06) Bad Obsession
07) Rocket Queen
08) Perhaps
09) Dead Horse
10) Double Talkin’ Jive
11) Nothin’
12) You Could Be Mine
13) Civil War (com Voodoo Child)
14)Junior’s Eyes (Black Sabbath)
15) Knockin’ on Heaven’s Door (Bob Dylan + “Only Women Bleed” (Alice Cooper)
16) New Rose
17) Atlas
18) Solo de Slash
19) Sweet Child o’ Mine
20) Estranged
21) Bad Apples
22) November Rain
23) Nightrain
24) Paradise City


Conheça um pouco mais das bandas através da nossa playlist especial "RV/Monsters Of Rock Brasil 2026":


Agradecimentos a Mercury Concerts e Catto Comunicação pelo credenciamento de nosso veículo de imprensa.

Sigam:

Fotos por: Guns N' Roses 

segunda-feira, 18 de novembro de 2024

Linkin Park: From Zero - Review

 

From Zero – O renascimento do Linkin Park em uma nova era.

 O retorno do Linkin Park não é mais segredo. Em 2024, a banda ressurgiu com uma nova formação, trazendo Emily Armstrong nos vocais e Colin Brittain na bateria. O grande marco dessa nova fase foi o show realizado no dia 15 de novembro, no Allianz Parque, em São Paulo. Além de marcar o retorno ao Brasil após sete anos, a data coincidiu com o lançamento de "From Zero", primeiro álbum com os novos integrantes.

O disco começa com a faixa-título, uma introdução de 22 segundos que mistura uma especie de coro e, ao final, um breve diálogo que dá o tom de renascimento a banda '' Do zero'' traduzindo para o português.

Na sequência, "Emptiness Machine" chega com os vocais característicos de Mike Shinoda, que abrem espaço para o vocal poderoso de Emily. Sua voz rouca e cheia de drive traz uma nova energia ao Linkin Park, diferenciando-se de vocalistas como Amy Lee, do Evanescence. A combinação remete a trabalhos mais recentes da banda, como "One More Light" e "Living Things", mas com um toque renovado. Lembrando que essa faixa foi o primeiro single lançado pela banda.

"Cut The Bridge", a terceira faixa, destaca a bateria de Colin Brittain, que comanda a música com intensidade. É uma declaração clara de sua importância nessa nova fase da banda, com um instrumental em que sua presença brilha do início ao fim.

O DJ Joe Hahn ganha destaque em "Heavy is the Crown", um dos singles do álbum. A faixa se inicia com um teclado marcante, e seu refrão pegajoso é daqueles que grudam na cabeça por horas.

"Over Each Other" começa com Emily dominando os vocais. Apesar de sua curta duração, a faixa remete a algo do estilo do Paramore, mas mantém a essência única da banda. É mais uma prova de como o álbum transita entre passado e presente, sempre prestando homenagem a Chester Bennington.

"Casuality" mergulha o ouvinte em um clima misterioso, com um gutural impactante e um instrumental pesado que evoca a era de "Meteora". É, sem dúvida, a faixa mais agressiva do disco, destacando a influência desse clássico na nova formação.

Após a pancadaria sonora, "Overflow" surge como um momento de calma e reflexão, com uma pegada mais lenta e introspectiva. É a pausa necessária antes de mais explosões.

"Two Faced" abre com um riff de guitarra poderoso e os drives de Emily, que transportam os fãs diretamente para os tempos de "Hybrid Theory".

As faixas "Stained" e "IGYEIH" trazem peso e agressividade, lembrando algo do Slipknot. São músicas perfeitas para trilha sonora de treinos intensos ou momentos de pura energia.

Por fim, o álbum fecha com "Good Things Go", uma balada que ecoa o clima emocional de "Minutes to Midnight".

O lançamento de "From Zero" dividiu opiniões. Muitos fãs aprovaram a nova fase da banda, emocionados com o retorno, enquanto outros criticaram as mudanças, especialmente a adição de Emily. Alguns chegaram a comparar o novo som com o Paramore, mas o Linkin Park mostra que está focado em continuar seu legado e homenagear Chester Bennington de forma digna.

Mesmo à distância, assistindo à transmissão ao vivo do show pelo Multishow, foi emocionante ver pessoas de todas as idades cantando músicas novas e antigas. A banda respeitou o tempo de luto de sete anos e, ao retornar, entregou um presente aos fãs que ainda carregam Chester no coração.

Mais do que uma tentativa de reviver o passado, "From Zero" é uma declaração de que o Linkin Park continua evoluindo, pronto para escrever um novo capítulo em sua história. Que venham mais shows, discos e tours – o legado de Chester Bennington, agora ampliado, permanece vivo em cada acorde e em cada adulto que naquela época dos anos 2000 era um adolescente que cresceu ouvindo essas músicas.


sábado, 26 de dezembro de 2020

Iron Maiden - Nights Of The Dead - Legacy Of The Beast, Live In Mexico City - Review


Se tratando de Iron Maiden, sou meio suspeita para falar, afinal o meu amor pela banda nasceu no ano de 2004 aos meus 14 anos após ouvir Wasting Love na 89 Fm.

Sinceramente eu estava ansiosa demais para o lançamento de Nights Of The Dead - Legacy Of The Beast, Live In Mexico City, mais ao mesmo tempo surpresa, pois devido a pandemia de Covid 19, não passava pela minha cabeça que em 2020 o Iron Maiden lançaria algum tipo de material novo. 

O set list foi parecido com o apresentado no Rock in Rio 2019, porém no Rock in Rio foram executadas 15 faixas, já no disco constam 17 faixas. 

Começando a com a introdução que arrepia a alma: Churchill’s Speech, quando as luzes se apagam e essa introdução começa, sabemos que cada integrante do nosso Iron Maiden está subindo no palco, para dar início não só a mais um show, mais sim um espetáculo. 

Em seguida Iron Maiden executa faixas pancadas na orelha dignas de um bom bate cabeça como : Aces High, Where Eagles Dare , 2 Minutes To Midnight, Bruce Dickinson apesar da idade e de ter tido um câncer anteriormente não deixou a desejar, o baixinho tem um verdadeiro gogó de ouro e mesmo com toda a idade continua sendo uma sirene de ataque aéreo. 

O quarteto de cordas também manda a ver em cada faixa, mostrando o poder de cada instrumento, porém percebi uma coisa : As faixas estão um pouco mais lentas do que consta nos discos, será que é a idade?, uma adaptação para Paul Bruce não perder o folego? Se bem que acho difícil na idade que cada membro está ainda detona no palco. 

Revelations e For The Greater Good Of God, chegam para dar aquela acalmada, no público e descansada no pescoço. 

Nicko Mc Brain se destaca nessas faixas e também em Sing of The Cross, com ritmos lentos, que com o tempo se alternam com a rapidez do nosso saudoso baterista.

A pancada volta em seguida com The Wicker Man , Sign Of The Cross e Flight Of Icarus a última ficou alguns anos fora do set list da banda.

Para fechar a noite em grande estilo os clássicos : Fear of The Dark, Iron Maiden, The Number of The Beast , The Evil That Men Do , Hallowed Be Thy Name e Run To The Hills.

Minhas considerações finais: Mesmo que os integrantes do Iron Maiden estejam mais velhos, eles ainda tem uma excelente performance em palco. Mesmo que as músicas tenham ficado mais lentas do que no CD, afinal ao vivo muda muito do disco, está ótimo. De 0 a 10 eu dou uma nota 10 para esse álbum, alias todo Maiden maniaco deve ter ele em sua coleção. 

O único ponto que eu melhoraria nesse disco, seria a seleção das faixas, tudo bem que precisa ter os clássicos pois muitos fãs amam ouvir, porém senti falta de faixas mais recentes, acho que se tivessem inserido: Dance of Death, Rainmaker, The Final Frontier e If Eternity Shoud Fall , teria ficado perfeito pois também teriamos sons mais novos ou seja mesclar o set list. 

Também acho que deviam ter inserido mais faixas da fase Blaze, Futureal seria uma delas, só vi apenas um show no youtube que o Bruce canta essa música e na voz dele ficou incrível. 

Como disse sou suspeita para falar sobre Iron Maiden por ser uma grande fã da banda, porém Iron Maiden e Iron Maiden não tem discursão creio eu que até pessoas que não curtam tanto o som da banda, vão pegar o albúm e se surpreender com a qualidade.

Para quem curte vai admirar mais ainda o trabalho do que pra mim são os reis do heavy metal. 


quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Fabricio Pereira - Death Row - Review

Através do meu brother Vitor Hugo (VH Press) pude ter acesso ao material do músico/professor Fabricio Pereira, um exímio em sua arte de tocar e compor, tendo em base melodias ricas e cativantes, bem como o lado técnico e também acessível, tornando a audição bem prazerosa.

Em "Death Row" (lançado em 2018 nas plataformas digitais e agora em formato físico) o ex músico da banda Dysnomia esbanja qualidade, guitarrista nato, cheio de feeling a cada nota (note que durante as suas passagens, existem momentos minuciosos com tempos bem interessantes).

Tudo aqui é amparado pela dupla Érik Robert (bateria) e Edgard Neto (baixo) que compõem uma "cozinha" eficiente e generosa, deixando soar moderno e fácil de se digerir, deixando Fabricio expor todo o seu talento.

Em termos de produção não decepciona em nada, seja pelo lado dos riffs criativos, os solos melódicos com uma boa pitada Heavy do "conjunto da obra", ou mesmo pela destreza em conseguir construir em base de ótimas idéias, o trabalho é muito compensador e realista : você quer música boa? dê o play e terá música boa.


No geral, altamente recomendado para os amantes de instrumentais coesos e eficientes, além claro dos apreciadores de boa música! O cara é fera!



Agradecemos pelo envio do material físico.


Ouça via Spotify aqui


Link :

segunda-feira, 25 de março de 2019

The Dirt - Confissões do Mötley Crüe - Review


No dia 22 de março o filme "The Dirt - Confissões de Mötley Crüe", estreou na plataforma Netflix. O filme conta a história da banda de hard rock Mötley Crüe.

Mostra como tudo começou, com a infância bem complicada de Nikki Sixx, que passou por maus bocados, mas que conseguiu crescer, se desenvolver no mundo da música fazendo com que a banda se tornasse um sucesso.
Além disso o filme aborda brigas, confusões, morte, acidentes e até mesmo overdose.

Algumas coisas foram amenizadas, digamos assim para poder caber no filme, além disso vemos o cenário rock dos anos 80, dominado por bandas de hard rock, muitas rivais naquela época como Guns N' Roses e Poison. No filme mostra como era a repercussão dos shows do Crüe em casas como Rainbow e Whisky a Go Go.

O longa não mostra muito sobre as músicas do Mötley, no filme é mais abordado a parte de relacionamento dos músicos entre si, mostrando o valor de uma amizade e que às vezes nossa família são pessoas que não são do nosso sangue, mas sim que fazem parte do nosso ciclo e vida, pessoas que podemos desenvolver laços fortes.

Pelo que pude perceber o foco do filme é mostrar o que cada músico carregava entre si e como isso afetou sua vida antes e depois da fama.

Os membros da banda participaram de toda a produção do filme, ou seja a biografia foi a mais fiel possível.
Então pessoas que curtem hard rock, não deixem de assistir esse filme polêmico, veja se é bom ou não e tire suas conclusões.

Na minha singela opinião o filme é impressionante, foi muito bem feito e os atores foram escolhidos muito bem para interpretar cada músico, inclusive você se espanta com a semelhança de alguns.

Para ver o trailer de The Dirt clique aqui

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Filme Bohemian Rhapsody - Review




Por Anne Angels

Em 15 de novembro de 2018, eu Anne Angels juntamente a minha fiel escudeira fomos ao cinema, assistir ao filme Bohemian Rhapsody, que conta a historia de uma das bandas mais excêntricas do mundo rock, O Queen.
A sessão que pegamos foi as 18:10 no Cinemark do Shopping West Plaza. O filme tem em torno de 2 horas e 15 minutos de duração.  O que já chama a atenção de cara , e em como os atores que foram escolhidos são parecidos com os integrantes da banda original, você fica de boca aberta ao ver Freddy aparecendo na casa de sua família. Quando vai até o clube aonde até então , os futuros membros de sua banda estão tocando, e que ao chegar perto riem dele, até verem a potencia vocal que Freddie esconde por de trás da sua face.
Na época que a faixa de Bohemian Rhapsody foi lançada, o empresário não acreditava que seria um sucesso, tanto que ele não queria que essa fosse a faixa single. Porém o Queen quebrou todos os paradigmas , quando tocou essa música na rádio, pois é uma mistura de opera com rock.
Outro ponto bacana do filme, e que deixa evidente sobre a sexualidade de Mercury , que antes teve uma namorada tanto que a faixa ''Love Of My Life'' foi escrita para ela, até o seu beijo gay .  O filme aborda também a vida de Freddie, onde quase que por conta de sua extravagância acabou com a banda.
O filme termina com a apresentação no Live Aid, cheguei a ver um comparativo do vídeo original com o filme os músicos , fazem a mesma performance, com os mesmos movimentos e gestos. Enfim o que achei disso tudo? Um filme maravilhoso, que conta a historia de um grande vocalista, que influenciou várias bandas e gerações, mas que infelizmente veio a falecer novo , por conta do vírus HIV. As músicas do Queen são únicas, passando sempre algum tipo de mensagem, mesmo assistindo apenas ao filme me senti como se vivesse naquela época e tivesse presente nos shows do Queen.
Vale a pena ver o filme? Sim vale a pena vai e assiste sem medo de ser feliz, tanto que é uma das musicografias que mais arrecadou bilheteria em todos os anos. Não me canso de tecer elogios referente a essa obra maravilhosa.

Para ver o trailer caso ainda não tenha visto clique aqui

Para ver o comparativo do Live Aid clique aqui por esse comparativo você pode ver o quanto igual ficou as cenas do filme x o festival na vida real, dai podem tirar suas conclusões.

domingo, 4 de novembro de 2018

Sirenia : Arcane Astral Aeons - Review



Bandas de metal sinfônico estão ganhando cada vez mais destaque na cena metal. Um dos exemplos é o Sirenia, Emmanuelle Zoldan vocalista da banda tem uma voz mais grave do que a antiga Aylin Garcia que tinha a voz mais aguda, lembrando um pouco o Nightwish em seus anos de ouro com Tarja Turunen nos vocais.

O Sirenia com esse novo álbum nos traz uma banda mais madura, mais sinfônica com vocais bem mais trabalhados e instrumental impecável (tirando os videoclipes pois não ficaram muito legais inclusive recebendo críticas dos fãs.

Em In Syx Embrance temos o peso vocal de Morten com seu gutural a lá bela e fera junto dos vocais líricos de Emmanuelle.
Já em Into The Night, o começo e leve com melodias harmoniosas de teclado, seguido do peso e uma mescla de corais lembrando um pouco do After Forever em Invicible Circle, com alguns riffs pesados de Morten.

Love Like Cyanide tem uma introdução misteriosa , a música em si tem um ar misterioso você ouve e pensa e agora o que vem? (Inclusive é o lyrici vídeo que foi divulgado e bem criticado pelos fãs da banda, críticas negativas,  no álbum tem uma versão editada da música que só corta alguns trechos. Na ponte entre instrumetal e gutural lembra um Dimmu Borgir nos tempos do Death Cult Armageddon, inclusive devido a mistura com os vocais de Zoldan você pensa que ela e Morten estão fazendo um dueto de gutural.

Faixas como: Desire, Asphyxia, Queens of Lies, Not Heures Sombres  se inicia com ar futurista e industrial (essas bandas de metal sinfônico estão vendo muito Star Wars Rs. brincadeiras a parte)mas mistura o peso com batidas eletrônicos um elemento que simplesmente deu um toque a mais na música.

Já The Voyage mescla peso que lembra bandas de metal antigas a melodia sinfônica inclusive me lembrou Going Under do Evanescence no inicio provavelmente pelos riffs de guitarra.  Aerodyne tem um refrão chiclete que gruda na cabeça.

The Twilight Hour remente aos tempos de Monika Pedersen (ex vocalista ao lançarem The Other Side). E para encerrar com chave de ouro: e Glowing Embers que começa como uma baladinha medieval mascarada, meio folk metal mas mostra toda sua potencia após os corais fervorosos que a música tem.

Astral Arcane foi lançado em 26 de outubro via Nuclear Blast , para quem é amante de metal sinfônico e curte bandas como Within Temptation, Nightwish e Epica vale muito a pena dar uma conferida.

Tracklist

1.In Styx Embrace
2.Into The Night
3.Love Like Cyanide
4.Desire
5.Asphyxia
6.Queens of Lies
7.No Heures Sombres
8.The Voyage
9.Aerodyne
10.The Twilight Hour
11.Glowing Embers
12.Love Like Cyanide (Edit)

Para escutar o álbum na integra clique aqui

Site:
http://sirenia.no/

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