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sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Rock Vibrations Entrevista: Tombstone

Através da parceria com a Roadie Metal: A Voz do Rock trazemos até você leitor mais uma entrevista bacana.

Falamos com a banda Tombstone recentemente em um papo rápido, porém descontraído, e você pode conferir logo abaixo:


1. Já estão bem adaptados com as questões da pandemia e esse caos que se instaurou para muitos, incluindo nós do meio musical?
R: Acredito que seja impossivel se adaptar 100% em meio a todo esse caos, mas por outro lado, nós conseguimos nos inovar muito ao decorrer da pandemia e enxergar pontos que precisavamos melhorar e assim, vamos melhorando e nos cuidando, como deve ser, não é?!

2. "Um Blues Para a Minha Alma" é um EP excelente, tem produção muito acessível, dinâmicas bem interessantes... Quais os conceitos que vocês carregam nele?devo dizer que está entre os registros atuais que mais curti descobrir.
R: Ficamos extremamente felizes em saber que você e os nossos ouvintes gostaram, tivemos ótimos feedbacks sobre o EP e isso nos aliviou e alegrou bastante, a ansiedade sempre nos pega de jeito, não é?! Então, muitissimo obrigado!

Conceitos são inumeros, mas acreditamos que o mais forte seja o fato de fazer um bom Rock'n'Roll cantado em português! Muitas bandas fantasticas estão nesse mesmo barco que a gente e trabalhar com a sua língua natal não tem preço. 

3. "A Fronteira do Inferno" é um single nato, tem tantas características bacanas que fica praticamente impossível apontar apenas um momento nela que seja satisfatório.
Vocês buscavam ou buscam criar canções que possam soar radiofônicas?nessa linha enxergo uma certa vantagem para vocês...
R: "A Fronteira do Inferno" é uma pancada, não é? (risos) Acredito que "buscar" e "criar" não sejam exatamente as palavras, mas reconhecer a liguagem que se enquadra na música e explorar esse lado, sim! 

Com toda a certeza iremos nos aventurar um pouco por esse lado também, já que sempre tentamos não nos prender aos subgêneros do Rock e ter uma liberdade artistica maior.

4. Pretendem também explorar o lado visual para essas faixas?
R: Com certeza! E já temos algumas possiveis idéias em segredo.

5. Fico imaginando quando vocês tiverem um álbum completo pois algumas faixas como a citada anteriormente e "Qual o Sentido?" dão um feeling único e mostram que ainda irão surpreender mais e mais... Já pensam sobre um registro completo ou pretendem investir pouco a pouco como em mais EPs ou singles?
R: Ainda não batemos o martelo de como será o nosso próximo lançamento, mas já possuimos músicas suficientes para um albúm completo ou uns 2/3 EPs, mas acredito que mais um EP antes de um albúm fechado, explorando também visualmente cada uma das músicas, cairia bem! 

Tratando-se de dinheiro, o Underground tem que se planejar e dar um tiro certeiro, se não, fudeu! 

6. Quais os planos que estão por vir para os próximos meses?
R: Para os próximos meses teremos um mini documentário sobre o EP "Um Blues Para Minha Alma", mostrando um lado mais intimista ao público, com declarações dos integrantes e cenas dos dias de gravação em estúdio, que será lançado diretamente pelo nosso canal no Youtube, TombstoneTV (INSCREVA-SE); E claro, com a aceleração das vacinações e aos poucos os shows retornando, nos apresentar para promover mais esse lançamento.

7. Antes de terminarmos, queria perguntar uma coisa que pode ser até curioso para alguns ou até vocês mesmos haha Sabiam que existem mais de um Tombstone no mundo?se não me engano, um deles até está na ativa, mas isso é apenas uma coincidência pois o nome é muito bom...
R: (muitos risos) Claro que sabiamos, se não me engano nossos xarás são da Finlândia! Não sei ao certo, mas acredito que no caso deles o nome é pelo significado (traduzido do inglês = lápide) e no nosso é que adoramos um bang bang do velho-oeste (risos)

Mas quem sabe um dia, não dividimos um mesmo palco e nos conhecemos para tirar essa dúvida?!

8. Obrigado pela oportunidade, gostariam de deixar um recado final?
R: Nós que agradecemos! 

O trabalho de vocês na Rock Vibrations é sensacional e adoramos participar! 

O Rock precisa de mais iniciativas assim!


Link:

Rock Vibrations Entrevista: Wild Hunt

Em parceria com a Roadie Metal: A Voz do Rock trazemos mais uma banda entrevistada para você conhecer.

Desta vez, Wild Hunt, recheados de conceitos e idéias interessantes...  Confira logo abaixo:


1. Como tem sido a rotina em meio a pandemia?já estão adaptados?
Atrasamos a produção do Hy Breasail em 1 ano, pois ninguém sabia quanto tempo iria durar a pandemia no início. Quando vimos que não acabaria tão cedo, nos planejamos para gravar de forma que continuássemos protegidos, com distanciamento e máscaras e, ao invés de irmos todos para o estúdio, gravarmos a maior parte em meu homestudio e as baterias a distância com o Niko. 

Não foi uma decisão fácil, mas creio que o resultado esteja satisfatório. 

A parte mais complicada foram as vozes, violões e flautas, mas como no meio desse ano eu já havia me vacinado e o técnico de som do estúdio (Orbis) também, ficamos um pouco mais tranquilos para essa fase, sempre de máscara e em ambientes separados quando era necessário ficar sem.

2. Achei muito legal que vocês carregam o conceito de uma banda pagã, afinal, os temas ligados a isso são enormes e entram em muitos aspectos...
Gostaria de saber quais são suas influências e o que pretendem passar com as mensagens inseridas em suas faixas?
Nossa idéia é falar sober paganismo sob uma perspectiva antropológica e histórica, como essas pessoas viviam (e vivem), quais eram seus valores? E principalmente, o que a gente pode aprender com essas culturas. 

Nossa abordagem de um paganismo brasileiro tem o objetivo de trazer o olhar para nosso continente, trazer essas culturas muitas vezes esquecidas pelo do metal, apesar disso estar mudando. Acaba que quem gosta de mistura de música folk com metal dirige seu olhar para a cultura de outros países, principalmente europeus (como eu mesmo fiz no início). Mas aqui tem muita coisa legal. 

Se você for ler Yeats, que relata os contos folclóricos da Irlanda, eles são muito semelhantes ao contos narrados por Lobato no Inquérito do Saci, existem batalhas épicas enormes aqui nas guerras de conquista, e mesmo anteriores, entre guaranis e incas por exemplo, entre os próprios tupinambás. Mas existe uma resistência enorme em tratar sobre o folclore, mitologias, histórias e culturas sulamericanas e brasileiras no metal. 

Queremos contribuir para mudar isso. 

Não é uma negação do que vem de fora, mas boas vindas ao que vem de fora e uma afirmação de que nossa história e cultura é épica, é aterrorizante e interessante, e acima de tudo, tem muito a ensinar.

3. "Ancient Forest Lore" irá mostrar muito do que o álbum tem em essência ou ela é apenas uma amostra?
Ancient Forest Lore é meio que um resumo do disco. 
É claro que tem mais elementos que não são mostrados nessa música, como por exemplo as passagens acústicas. 

A escolha dela como primeiro single partiu de um amigo que ouviu as demos e falou “essa tem que ser o single!”. 
E ela tem cara de single mesmo.

4. O que podem falar sobre o álbum num todo?pela expectativa, acredito que seja algo bem interessante...
Acho que vai ser uma experiência bem rica para o ouvinte. A idéia do disco é se passar numa mitológica/quase-histórica “Era Viracochaiana”, o período em que os Incas estavam em ascenção e em que mitos medievais falavam sobre terras encantadas no Atlântico (entre o ano 1000 e 1500). 

Juntamos uma coisa com a outra, e tá aí uma idéia fenomenal: Hy Breasail, a terra encantada dos europeus, era as américas, com seus povos e civilizações nativas e seus monstros e seres encantados. 

Baseados nesse conceito, tentamos fazer um som agressivo e épico, com flautas que não soem felizes e que estão com uma sonoridade voltada para o “mistério”, a aventura, essas coisas mais “metal”. Acho que essa mistura do som cru com a flauta cria uma sonoridade bem interessante. 

Temos influência do metal extremo é claro, mas tentamos colocar dentro de estruturas mais heavy metal. Além disso, temos influência do folk, da música brasileira, do progressivo brasileiro dos anos 70/80 (Quintal de Clorofila, Bacamarte). Tentamos bater tudo isso no liquidificador e tirar uma sonoridade própria, mas de forma despretensiosa. 

Acho que fomos bem sucedidos.

5. Após o lançamento, acredito que irão apostar em outros singles, certo?e em forma de vídeo?
Temos planejados mais dois singles depois de Ancient Forest Lore. No vídeo desse single, teremos a participação do nosso designer Marcelo Bensabath no baixo. 

O baixo foi gravado na verdade pelo Josaphar, que assumiu posteriormente a guitarra solo com a saída do guitarrista anterior. Mas no meio dessa confusão toda, a gente encontrou essa idéia legal de trazer o Marcelo pro vídeo. 

Em um dos outros singles a gente terá uma participação mais que especial também, que anunciaremos em breve, e é provável que desse single saia um vídeo em formato “collab”.

6. Pude ver que possuem um trabalho gráfico bem legal e isso é muito importante hoje em dia, tendo em vista principalmente a internet.
Assim como a maioria das bandas, pensam em manter sempre uma linha de áudio visual padronizada, até por conta de vertente que transitam?
O Marcelo Bensabath (@thedarkside.art) tem sido essencial, porque eu sempre componho pensando em imagens e ele ajuda a realizar essas imagens mentais. 

No caso do primeiro disco “Awakening of the Wilds Spirits” foi mais fácil, porque o Wild Hunt é um tema do folclore europeu, já tem quadros sobre isso, tinha a base do quadrinho do Slaine. Agora pro Hy Breasail tive que procurar outras referências, e algumas simplesmente não existiam. Quantas imagens existem de um Curupira aterrorizante, que não tenha uma estética “cartunesca”? 

A gente foi procurando juntos e montando o quebra cabeça, achamos o Jaguar God, lembrei do antigo rpg “O Desafio dos Bandeirantes”, e mais imagens que ultimamente uma galera que tá nessa mesma onda tem produzido. 

E assim eu considero que a parte visual da Wild Hunt é parte fundamental da proposta estética, tanto que convidamos o Marcelo pra participar do clipe e ele também aparece na arte do single como membro honorário da banda. 

A proposta da gente tanto sonora quanto visualmente é continuar explorando esse universo mítico-histórico sulamericano.

7. Quais são os planos para os meses seguintes?já pensam em algo específico?
Por enquanto a gente quer terminar de lançar todo o material e curtir um pouco as respostas do pessoal. 
Ainda não dá pra começar a ensaiar mas, assim que esse apocalipse zumbi acabar, a gente entra em estúdio pra preparar um show e ver onde rolad e tocar. 

Já temos um terceiro álbum quase todo composto, mas aprendemos com o Hy Breasail que o processo de produção dele vai ser bem demorado, então vamos trabalhar nele no próximo ano, mas realisticamente só devemos lançar em 2023.

8. Obrigado pela oportunidade, gostariam de deixar um recado final?
Vamos criar um metal brasileiro, como fizeram o Angra, o Sepultura, a Dorsal Atlântica. 

Tem muito espaço pra explorar, às vezes parece que esteticamente o metal não tem muito mais pra onde ir, mas tem inúmeros caminhos literalmente bem embaixo do nosso nariz! 

A rua da Consolação em São Paulo era um caminho indígena chamado peabirú que ia de Santos até Cusco! 
Tem inspiração melhor do que essa?


Link:

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Rock Vibrations Entrevista: Carttada

Através da parceria com a Roadie Metal: A Voz do Rock trazemos até você leitor mais uma entrevista bem bacana.

Desta vez falamos com a banda Carttada e você pode conferir no link abaixo:

1. Como tem sido lidar com a pandemia e os afazeres normais de uma banda?já estão acostumados a nova rotina?
A banda não parou de produzir, aproveitamos para terminar alguns projetos e estamos compondo material para um proximo lançamento.

Mas é claro que a rotina mudou, sem agenda de shows, e com o mundo inteiro passando por problemas, muita coisa atrasou, as fabricas e alguns fornecedores ainda estão com um delay muito grande para entregar as encomendas, o que atrapalha no andamento dos trabalhos como distribuição
de material físico ou merchan. 

O que estamos fazendo é produzir coisa nova e planejando o futuro para quando as fronteiras voltarem a abrir.


2. Aproveitando o gancho da pergunta anterior, falem um pouco da banda para nossos leitores, como por exemplo, 
conceitos e onde se encaixam melhor em suas influências...
A banda teve uma reviravolta durante a pandemia, mudamos o nome (de Motorbastards para Carttada), assumimos uma nova postura artistica e mudamos o foco
para a produção 100% autoral, antes mesclavamos as nossas musicas dentro do set list dos shows tributo a Motörhead que faziamos, agora o foco é no 100% autoral, 
um enorme desafio para nós, pois é praticamente começar do zero novamente, mas estamos tendo um bom feedback por parte do público que já nos acompanhava
como Bastards, e todos estão aguardando os novos lançamentos.

Falando de conceitos e influências, somos uma banda puramente Rock'n'Roll, não nos prendemos a rótulos ou sub-generos, assim podemos flutuar por varios estilos
dentro do Rock/metal, que é nossa raiz, pois viemos todos da cena metal underground com nossas antigas bandas, assim sendo, também não há um conceito pré definido em nosso trabalho, eu escrevo sobre minhas experiências pessoais, sobre festa e bebedeira, sobre a reputação roqueira, ou seja, sobre tudo, dentro deum contexto rock'n'roll, onde há a liberdade de se expressar sem censura.

3. O que o público pode esperar de "Recharged"?vocês já conseguiram definir onde o álbum se encaixa melhor para,
digamos, o público ter um parâmetro do que se espera?
É um album muito mais maduro do que o nosso primeiro registro (Divisão Rock'n'Roll), e está muito mais pesado também, acredito que conseguimos registrar a identidade da banda neste álbum, e o caminho que o trabalho daqui pra frente vai seguir. 

O público em geral pode esperar um album de Rock'n'Roll em seu estado primordial, músicas com uma pegada bem distinta do que estamos acostumados a encontrar por aí. 

E tenho certeza que todos irão se surpreender e ficar anciosos pelos próximos registros, pois é isso o que fazemos... colocamos nosso sangue e lágrimas em nosso trabalho e isso nos faz continuar a trilhar o caminho, sem medo e sem frescura.

4. Recentemente vocês participaram de alguns eventos bem bacanas... como foi o retorno disso?estão satisfeitos?
Os festivais online estão sendo a melhor saída para que as bandas continuem a espalhar seu trabalho por aí, e fomos convidados para alguns destes, outros nós nos convidamos (risos).

O feedback está sendo muito gratificante, pois conseguimos chegar a lugares que ainda não tinhamos chegado, o que está ajudando a aumentar a base de fãs
e ajudando a dar as caras pra quem nunca tinha ouvido falar de nós, ou mesmo só nos conhecia pelo projeto tributo, espero que em breve estes mesmos festivais se tornem festivais presencias, para podermos mostrar o nosso trabalho como realmente deve ser, cara a cara com o publico, pra transmitir a energia no palco!

5. Pretendem trabalhar em um momento com vídeos para promoverem o novo trabalho?
Certamente teremos material audio visual inedito para promover os novos discos, não só o "Recharged", essa semana mesmo fizemos uma sessão de gravação
de um material que provavelmente saia em um formato pocket show em nossas plataformas. 

Estamos também trabalhando no projeto para produção de um video clipe com outros elementos além do "action" da banda tocando, com um roteiro pré definido, etc... se tudo der certo até o fim do ano alguma coisa nesse formato sairá.

6. Já pensam no que pretendem fazer para os próximos meses?apesar da situação ruim no mundo, é bem provável que haja flexibilização para algumas áreas em breve...
A pior coisa de tudo isso é a falta de shows, festivais e turnês, pois é no cara a cara que a coisa se movimenta e acontece, pensamos em organizar algumas turnês pela America Latina e Brasil, aproveitando os lugares por onde já passamos como Bastards e muito provavelmente uma turne pela europa e outra pelos Estados Unidos, mas a curto prazo, estamos trabalhando na composição de novas musicas para os proximos lançamentos.

7. Obrigado pela oportunidade, gostariam de deixar um recado final?
Eu, em nome da Carttada, é que agradeço o apoio e a oportunidade de poder falar um pouco sobre nossos projetos e carreira.

E para fechar, repito que todos sigam nossas páginas e da gravadora RTR Records, para ficar por dentro das novidades e acompanhar também um pouco do cotidiano da banda.

E não se esqueçam, Carttada está chegando para tirar a todos do sossego, para incomodar, e, para destilar e espalhar o evangelho Rock'n'Roll!

Nos veremos em breve!


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sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Rock Vibrations Entrevista: Macumbazilla

Hoje é uma sexta feira 13 (13/8/2021) e o que você acha que poderíamos fazer a respeito?entrevistar uma banda com o nome Macumbazilla hahahaha claro né?!

Brincadeiras a parte, (eu, Vinny) tive o prazer enorme de ouvir o novo álbum da banda e vocês poderão conferir o review em muito breve, mas enquanto você espera, que tal ouvir da própria banda os conceitos e parâmetros sobre?

Confira logo abaixo o ótimo bate papo com o músico André Nisgoski (vocalista/guitarrista) sobre isso e muito mais em um tom bem divertido e leve:


1. Como está sendo para a banda os trabalhos e agenda em meio a pouco mais de 1 ano de pandemia?demoraram a se adaptar?
André: Salve pessoal do Rock Vibrations!

Em primeiro lugar gostaria de agradecer o espaço, e agradecer a todos que estão destinando seu tempo para poder ler essa entrevista! 

Esse um ano e meio tá parecendo uns 20 anos né?! 
Muito stress em todos os aspectos, muitas perdas e muitos sentimentos confusos. Mas quando se trata do trabalho, posso dizer que foi um reaprendizado. 

Começamos as gravações em 2019 e conseguimos manter o schedule até o fim do ano, lançando dois singles. 
Porém o Covid pegou todo mundo de surpresa e tivemos atrasos no trabalho, mas ao invés de parar, conseguimos nos remanejar e dar sequência na produção do disco, elaboramos novos métodos de trabalho e no fim das contas conseguimos até dar mais atenção à produção do disco. 

A vida nos deu um abacaxi, fico feliz em dizer que conseguimos tirar uma Pina Colada da situação.

2. Tive acesso recentemente ao novo álbum de vocês (mas fiquem tranquilos, não irei adiantar muitos detalhes hahaha), mas, preciso perguntar algumas coisas obviamente... ao que se deve essa qualidade insana que alcançaram?sem sombra de dúvidas vocês construíram um registro marcante e que irá abraçar muitos "bangers".
André: Opa!!! Ouvir as palavras “qualidade” e “insana” na mesma frase já abrem um sorriso! hahaha

Esse disco teve muita gente boa envolvida! 

Gravamos guitarras e baixos com o Gustavo Slomp, baixista e vocal do Corram para as Colinas e grande amigo nosso. Os reamps de guitarra, captação de bateria e maioria dos vocais foram feitos com o Tiago Brandão no Vox Dei, que assina a mixagem, master e produção junto com a banda, além de vários convidados que agregaram muito valor!

O processo foi longo e muito pensado, a pandemia nos deu tempo (forçadamente) para poder refinar detalhes de produção. Com isso conseguimos inserir extras nas músicas, pensar em timbres e afins com mais afinco. 

Digamos que foi o que manteve minha sanidade durante a pandemia hahahaha.

3. Uma coisa que percebi rapidamente foi a leveza e confiança em conduzir determinadas faixas para um lado radiofônico, não sei inclusive se isso foi intencional mas ficou muito legal, e certamente muitas poderiam estar tocando em muitas rádios.
O que vocês pensam sobre a qualidade de produção que atingiram para esse tipo de percepção que tive?o nível está bem alto e espero que muitos consigam enxergar.
André: Muito interessante sua colocação! 
Acho que foi um processo natural, talvez aí entre a parte da leveza e confiança. 

Nós sempre fomos muito honestos com nossas composições, nunca colocamos uma meta a atingir que não fosse a meta de “soar bem”. Acho que talvez isso tenha trazido o som para um lugar mas “simples” e acabou ficando musical no lugar de técnico, trocamos firulas por feeling. 

Achei legal você usar o termo radiofônico, porque se pararmos para pensar, as grandes bandas que até hoje estão carregando a tocha do rock, chegaram aonde estão com uma certa dose desse aspecto radiofônico.

Talvez o tempo de produção tenha nos ajudado a amadurecer mais detalhes como citado na pergunta anterior, e nos alegra saber que você gostou e esperamos que várias pessoas tenham essa experiência que você teve ao ouvir o trabalho. 

Nossa idéia é nos comunicar com todos que gostam de rock. Comunicação é a chave!

4. A arte de capa tem muitos traços e cores bem bacanas... ela se conecta diretamente a todos conceitos do álbum ou possui uma identidade paralela às canções?
André: O Vinicius Mello, artista responsável pela capa, é um MONSTRO!!!!!
Conversamos sobre a identidade da banda, isso é uma característica ímpar nossa, buscamos mais identidade como uma banda do que em relação a um estilo determinado de som. E o Vini pegou esse espírito com precisão, ele estudou todos os elementos que envolvem a banda, e como ele ouviu as tracks para poder ter maior imersão no trabalho, sim ele colocou referências, geniais por sinal! 

Por exemplo, a encruzilhada da capa é uma referência direta ao Robert Johnson, assim como a música Hellhounds, e por aí vai!



5. Acredito que devam investir em vídeos promocionais para os próximos singles mas, pensam em algumas coisas diferenciadas para tal ou irão apostar em divulgações seguidas de algum vídeo?(pouco a pouco, até pela demanda)...
André: O Macumbazilla se orgulha e ama as parcerias que faz. E nesse quesito, sempre fomos abençoados com verdadeiros irmãos de batalha.

Temos uma ótima relação com o Roberto Romero que dirigiu os dois últimos clipes, com o Rafael Forte e o Rafael Burgos que foram encarregados do clipe de The Ritual, relação próxima, não são somente os caras “do vídeo”, são amigos, trabalhamos juntos. inclusive em outras empreitadas. 

Sendo assim, temos sim planos para futuros materiais em vídeo, ainda mais hoje em dia, onde a “imagem” se tornou uma parte intrínseca da apresentação de uma música, esse universo multi plataformas que vivemos nos faz pensar em todas as opções. 

Ainda não temos um “manual” de ações, mas estamos abertos a todas as possibilidades. Mas provavelmente faremos pouco a pouco mesmo, hahahahaha.

6. Apesar de alguns tantos momentos serem cadenciados, ainda sim vemos uma energia muito boa com o feeling conhecido da banda, sendo assim uma boa também para os mais ligados a peso, técnica e versatilidade.
Vocês buscaram muitas influências ou ouviam bandas específicas durante o processo de criação?
André: Energia e feeling é o nosso lema! hahahahah.
Desde as primeiras composições, percebemos que rola um “peso” característico nosso, não conseguimos fazer “limpinho”, somos “sujinhos” hahaha.

Todos no Macumbazilla tem um gosto musical abrangente, ouvimos desde o rock primordial até às bandas modernas, creio que esse consumo mais universal de música pode explicar esses momentos nas nossas composições, toda música te diz o que ela quer ser, basta você prestar atenção, sendo assim, não colocamos exagero onde não precisa e prestamos mais atenção a certos pontos.

É um processo natural, resultado de muito tempo curtindo som! Eu pessoalmente, não ouço nada enquanto estou compondo, para não ficar sonoramente comprometido.

7. Antes de ouvir tudo, me espantei um pouco com o número de faixas que vi, porém, após a audição pude perceber que passa rápido e natural cada momento, e que momentos hein amigos?! Foi natural para vocês esse número maior de escolhas no produto final? aliás, devo até parabenizar pela escolha pois a criatividade foi imposta de forma interessante, não cansando após alguns minutos…
André: Todo mundo se espanta com o número de faixas! hahahahaha! Amigos nossos da área inclusive perguntaram se tínhamos certeza de lançar tantas faixas de uma vez, dada a capacidade menor de retenção popular nos tempos atuais.

Vou repetir o que dizemos a todos: 

Poderíamos represar material para ir lançando aos poucos? Sim! Seria honesto da nossa parte? Não!

Nesse mundo moderno que vive na base do “caça likes” seria a decisão “administrativa” correta, mas nós não somos administradores, somos músicos!

E respeitamos as pessoas que nos acompanham, eles merecem um material completo, eles merecem uma banda que age como banda e não como uma franquia de fast food!

Com o Macumbazillla você não vai ter “pegadinha”, prometemos um trabalho extenso, tá ai! 
Confiamos que nosso público vai saber lidar com esse número de músicas, e devíamos a eles isso!

Dado esse desabafo sobre o atual estado do mercado musical, só posso dizer que amei ler sua colocação sobre a fluidez e criatividade do trabalho. Muito Obrigado mesmo!!!

8. O que vocês podem dizer para os leitores sobre os pontos que acham mais interessantes no álbum e o que podem esperar?Afinal, não posso aqui entregar os pontos hahaha o que a banda enxerga em um ponto geral após tudo ter sido feito?
André: Esse álbum conta com vários momentos, dado que as músicas foram compostas ao longo de um período considerável, vale a pena relembrar que o “...At a Crossroads” é uma história de superação para a banda. 

Tínhamos gravado parte desse material para um outro disco que era para ter saído, e várias coisas saíram do controle ao ponto de encerrarmos aquela fase, e retomar tudo do zero e reconstruir a vila incendiada hahaha.

Tendo isso em mente, posso dizer que é muito difícil elencar momentos mais interessantes, porém, posso afirmar que as pessoas poderão encontrar muita pluralidade nas músicas desse álbum. E torcer para que o pessoal se identifique.

E para você Vinny, quais são os pontos mais interessantes na sua opinião?! 

(Vinny/Redator: Bem, quando o Review puder estar no ar saberão as minhas impressões, por enquanto tudo fica em off hahahaha muitos mistérios nessa entrevista hahaha)

9.Por fim, o que pretendem para os próximos meses aliado ao novo álbum?estão com muitas ideias fixas já?
André: Vamos lançar o álbum e começar a pensar na melhor maneira de mostrar ele ao público, seja através de vídeos, ou qualquer outra forma de mídia. E se tudo der certo quem sabe voltar a se apresentar em público, estamos sentindo muita falta dessa energia!

10. Muito obrigado pela oportunidade, gostaria de deixar um recado final
André: Muito obrigado pela oportunidade dessa entrevista!
Gostaríamos de agradecer a todos vocês que nos apoiaram durante os anos, só estamos lançando esse material graças a vocês!

Agradecemos em especial a nossos familiares e parceiros que nos incentivaram em cada passo dessa jornada!

E lembrar que passamos por um momento muito difícil que uma hora acabará, mantenham a positividade! 

Nos encontramos em breve!!!



Deixo aqui o meu agradecimento aos parceiros da Roadie Metal: A Voz do Rock pela oportunidade.


Link:

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Rock Vibrations Entrevista: Dvrill

Em parceria com a Roadie Metal: A Voz do Rock trazemos até você leitor mais uma entrevista bem bacana.

Desta vez, batemos um papo com os músicos da banda Dvrill e você pode conferir logo abaixo:


1. Já estão bem adaptados após 1 ano de pandemia e muitas coisas canceladas?
(Resposta: Bruno Garcez – Violão Solo)
Diante do novo cenário em que estamos vivendo, a necessidade de flexibilização não foi opcional e fomos obrigados a nos adaptarmos à nova realidade. Obviamente, os músicos se alimentam de palco e preferem tocar ao vivo. Mas, infelizmente, não só a área musical, como também diversas áreas foram afetadas por causa da pandemia.

Demos uma parada geral nas apresentações, pois as casas de shows, temporariamente, fecharam as portas e optamos em focar no lançamento de otherside que é um compilado de músicas do Dvrill. 

Houve também a troca de integrantes na banda e esse resguardo está sendo de suma importância para o entrosamento entre nós, procurando manter a característica agressiva ao qual a banda já tinha.

2. Acho muito bacana que bandas apostem em um som que misture violões em dinâmicas que não necessariamente sejam apenas naquele "velho single de rádio"... 
Quais são as suas principais influências para esse tipo de som?
(Resposta: Denis Dvrill – Voz e Violão Base)
Alice in Chains, Days of the New, Tool e Pantera são as principais influências do Dvrill. 

A ideia sobre fazer rock com violões é justamente transcender o óbvio, ilustrando que o Rock feito com violões pode ser uma combinação no mínimo muito interessante. 

3. "Otherside" é muito bom e mostra vários lados da banda, sempre mantendo uma linha de qualidade interessante... o que podem dizer sobre esse lançamento? inclusive, creio que o pessoal tem gostado do resultado, certo?
(Resposta: Rodrigo Santos – Baixista)
"Otherside" é um compilado de músicas que foram escritas em momentos e anos diferentes, nele tem o primeiro EP, singles e demos, e a ideia era disponibilizar tudo isso via stream. 

Sobre a receptividade das pessoas tem sido bem positiva, inclusive recebemos contato de produtores renomados elogiando o material de “Otherside". 

Isso é foda demais pra gente. 

4. Vocês buscam entreter também com mensagens ou o conceito lírico é apenas uma junção do seu som? gostam de dar atenção aos mínimos detalhes? devo dizer que são ótimas, aliás.
(Resposta: Denis Dvrill – Voz e Violão Base)
Muito obrigado. A criação das músicas segue um mesmo processo e geralmente voz e letra ficam por último. 

Procuro estabelecer uma relação entre a sonoridade e o que me faz sentir e vou estruturando as vozes e letras de maneira conjunta. 



5. Pretendem investir em vídeos para promoverem novos singles?ou mesmo lyric videos? 
(Resposta: Rodrigo Santos – Baixista)
Sim, na realidade eu (Rodrigo-Baixista) crio os lyrics vídeos, inclusive todos estão no canal do Youtube (/dvrill). 

Em breve teremos algumas novidades sobre clipes e parcerias, mas por enquanto ainda é segredo (risos).  

6. O que pretendem fazer para os próximos meses? vêem uma luz no fim do túnel na discussão da flexibilização das coisas após as vacinas?
(Resposta: Bruno Garcez – Violão Solo)
De fato, aos poucos as coisas estão voltando ao “normal”, assim como as casas de shows estão retomando suas atividades. Penso que quando isso ocorrer, após a flexibilização da pandemia, tudo que virá será consequência do trabalho que estamos fazendo neste período. 

Para os próximos meses teremos novidades como; lançamento do primeiro álbum, o “11:11”, e de dois videoclipes, um é “Sword and War” e o outro assim como as datas ainda é segredo, mas logo-logo a gente revela tudo pra todo mundo, inclusive quem é o novo baterista do Dvrill, (risos). 

7. Obrigado pela oportunidade, gostariam de deixar um recado final?
(Resposta: Dvrill)
Nós que agradecemos a oportunidade de falar um pouco mais sobre o Dvrill e planos futuros. 

Também queremos agradecer a todos os nossos amigos, familiares e fans e aproveitar para dar as boas-vindas ao nosso novo integrante; Robson Trindade, que veio para assumir as baquetas da banda.  

E quem ouvir Dvrill se curtir, dá aquela força pra gente compartilhando e divulgando as músicas, blz?! Valeuuu. 

Desejamos todo sucesso e vida longa ao Rock (Acústico Alternativo). 

Obrigado Rock Vibrations.


Link:

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Rock Vibrations Entrevista: Adulfe

Em parceira com a Roadie Metal: A Voz do Rock tivemos o prazer de entrevistar a banda Adulfe e você pode conferir logo abaixo o bate papo:


1. Como estão indo as coisas em meio há 1 ano de pandemia?já estão conseguindo achar mais facilidade para as tarefas da banda?
Por enquanto, estamos parados e sem show por conta desse maldito virus, porém, trabalhando constantemente nas redes sociais porque agora temos algo como o EP que é nosso pra mostrar e a nossa cara pra todo mundo ver.

2. "Decadência" é um EP bem legal com ótima produção. Nos fale um pouco sobre sua concepção?quais as principais mensagens que pretendem passar com essas faixas?
Sim , claramente as 5 músicas tem um significado que tem a ver com cada um dos integrantes sendo cada música de um membro, as músicas falam basicamente tudo que nós passamos pra fazer esse EP. 

Todas as dificuldades, os obstáculos e lutas que passamos para isso acontecer. 

Mas na perspectiva de cada um dos membros:

Decadência: PH
Decisão: Matheus
Resistência: Bruno
Esperança: Rodrigo
Time for a change: Otávio

3. Estou enganado ou as guitarras foram inspiradas em Avenged Sevenfold em alguns momentos? haha eles são uma inspiração?aliás, meu ouvido não deixaria mentir a veia do Synyster Gates na faixa título por exemplo...
Sim em alguns momentos sim, pois eu (Matheus Siqueira) gosto das guitarras bem trabalhadas, com riffs pegados, duetos de guitarra, interações em solos e algumas coisas intercaladas, ah sim eles são uma inspiração pra qualquer banda, muita gente tem aquele preconceito com eles por conta de no começo usarem maquiagem, pintar unhas e tudo mais, mas quando você para pra ouvir a música os cara são sensacionais na afinação, na voz do Matt, na qualidade dos músicos, alem de berros, a voz muito bem trabalhada com corais, primeira e segunda voz de qualidade, quem fala que ele não são bons boa pessoa não é (muitos risos), e na faixa título gosto bastante de cromatismo nas guitarras e arpejos com sweep e slide, é uma delicia fazer isso.

4. Sua produção é uma das mais legais que pude ter contato recentemente, me soa como bandas americanas atuais do Metalcore/Metal alternativo, e tudo isso somado a boa escolha de melodias, vocais precisos... 
Estão tendo o retorno esperado?
Sim essa foi a nossa idéia, juntar um pouco de tudo que ouvimos e poder botar a nossa cara, muita gente já falou de várias bandas que acha nossa pegada parecida como por exemplo falaram que já ouviram um pouco de As I lay Dying, Bullet For My Valentine, o Próprio Avenged e Project 46, e sim o retorno é bacana, o pessoal elogia bastante e isso nos deixa felizes e animados em fazer mais.

5. O investimento em vídeos será algo natural creio, mas vocês gostam de algum estilo específico nisso?por exemplo, Lyric Videos se tornaram mais rentáveis e populares, porém, uma boa produção também chama atenção...
Lyric vídeos são uma parada bacana, mas ainda não pensamos em fazer isso por agora. Acreditamos que no próximo EP vamos trazer isso por ser uma maneira legal de video, mas pro "Decadência" apenas clipes mesmo, pretendemos fazer de mais uma ou duas músicas.



6. Outro ponto a ser exaltado é a dinâmica que vocês trazem juntos, soa muito natural e coeso, parecendo que estão nessa há uns 15 anos ou mais... ao que se deve essa ótima junção?
A base da banda e o inicio sou eu (Matheus Siqueira) e o PH, tocamos juntos há mais de 10 anos, temos bastante experiência tocando juntos e sabemos o que pode ser melhor pra nós, então, o entrosamento é grande, e baseado nisso acredito que isso ajuda a dinâmica ser boa e natural. 

(Rodrigo): Bom, na minha visão, eu acho que isso acontece porque a maioria de nós, temos as mesmas influências, então isso ajuda na hora de fazer algum instrumental ou algo do tipo. 

Também conseguimos chegar em um acordo ou decidir algo de forma rápida e fácil, quando chega hora de colocar vocais, eu no caso, vejo o que fica melhor naquela parte, se eu faço um berro rasgado o grave, geralmente, com a ajuda do PH, que vai me dando idéia do que por ou o que fazer, isso tem acontecido de forma natural e a gente têm se entrosado muito bem.

7. Pretendem investir em canções apenas em inglês em algum momento?"Time for a Change" foi um ótimo chamariz por assim dizer, com uma veia bem Lamb Of God, dentre outros similares, mas também mandam bem demais em português.
Valeu, a nossa meta agora é tudo a partir do "Decadência" ser em Inglês por ter o público que a gente almeja e por ser a Linguagem mundial, e ser um desejo nosso. 

A propósito as 4 faixas do "Decadência" que são em português vamos passer pro Inglês o mais rápido.

8. O que pretendem para os próximos meses?já possuem idéias fixas sobre?
Sim, a começar por alterar as músicas e transpor para o Inglês, depois gravar clipe de 2 delas, enfim depois começarmos a produção do Próximo EP. 

Logo a pandemia acaba e teremos um repertório apenas nosso e show pra fazer.

9. Muito obrigado pela oportunidade, gostariam de deixar um recado final?
Nós que agradecemos a oportunidade e gostariamos de falar que nos aguardem que tem muita coisa boa vindo aí, ouçam a gente nas plataformas de preferência e acompanhem nosso canal do Youtube onde vamos lançar músicas tocada em nossa live, documentários entre outras coisas boas vindo pra manter vocês informados.


Link:

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Rock Vibrations Entrevista: Arsenal Renegade

Em parceria com a Roadie Metal: A Voz do Rock tivemos a oportunidade de conversar com o vocalista Johnny da banda Arsenal Renegade e você pode conferir no link abaixo:

1. A pandemia certamente atrapalhou muitos planos de vários de nós mas, passado 1 ano com o mesmo prognóstico, vocês já estão adaptados a uma nova rotina?
R: Sim. Uma vez que nos encontramos numa situação adversa, precisamos colocar as ideias na mesa, pensar em alternativas. 

Criamos grupos de whatsapp, telegram, grupo no facebook, apostamos nos stories, e convidamos os nossos amigos e fãs a participarem desses grupos. 

A adversidade, no momento, só está nos tirando do palco, pois estamos em processo de composição e gravação, vendendo merch, interagindo com o público, etc…

2. Vocês já possuem uma certa experiência na cena, certo? Prova disso é a coesão que apresentam em sua música, e tudo aliado a um ótimo conteúdo.
Fale um pouco para nossos leitores sobre quais são as principais mensagens de vocês a nível geral e, como encaram o cenário atual com tantas bandas boas e divulgações em massa, o que não é fácil pois precisam se reinventar sempre...
R: Sim, a cena vive e estamos por dentro, não só de conhecimento, mas dentro da cena. A principal mensagem que nós procuramos levar aos nossos fãs, não só em forma de música, mas também em ações é: 

"Trabalhe duro, e chegarás a onde quiser".. Se você tem um sonho, corra atrás e trabalhe arduamente, sem reclamar.. com toda certeza irá chegar aonde poucos conseguem.. Crie uma identidade, seja inovador, mesmo nas pequenas coisas..

Produza sempre "fora da caixa", pois originalidade nem sempre quer dizer gastar grandes quantias de dinheiro. Tenha repertório... consuma livros, filmes, games e outras formas de entretenimento inteligente, assim, tudo que for criado, será  polido e encantador, gerando destaque ao seu trabalho...

3. O vídeo de "Beyond the Battlefield" é bem legal e impactante... pretendem seguir nessa linha para os próximos singles?
R: Sim, a música tem uma temática impactante. 
Com certeza é algo que vamos seguir, pelo menos, as obras deste primeiro album retratam bem esta linha.

4. "Genocide Apocalypse" tem ótima produção em um todo e mostra uma banda realmente cheia de gana, feeling, elementos muito importantes para se destacar.
Acredito que estejam pensando já no que podem construir após tudo isso mas, pensando no agora, estão satisfeitos com o resultado após o lançamento?
R: Sim, muito satisfeitos. Não só atingimos pessoas próximas que torcem por nós, mas também, atingimos outros países, como Reino Unido, França, Inglaterra… Lugares onde recebemos críticas maravilhosas.

5. Uma coisa que notei e achei bem bacana é a interação da banda com o público e também sobre a dinâmica do Merch... aliás, linda camiseta aquela (que pretendo ter haha)... como está sendo tudo isso?e mais, recebem um retorno significativo?
R: Obrigado pelo comentário da camisa, vamos agilizar para que você adquira a sua. a divulgação do merch foi muito bacana, muito aguardada por nós e pelos fãs. O melhor retorno é ouvir que o merch está sendo bem aceito. 

Saímos do comum de fazer algo preto e branco, e apostamos numa arte mais elaborada, com um bom desenhista, uma boa gráfica, cores, etc. 

Criamos uma linguagem nas artes de nosso merch, capas de discos, capas de singles entre outros, e o público se identificou e comprou a ideia. 

6. Já possuem planos para os próximos meses?
R: Sim, finalizar as composições e gravar o próximo album. E ainda, quem sabe após a campanha de vacinação, não só de nosso Estado, mas dos outros, voltarmos pros palcos. Estamos também com um novo clipe na mesa de planejamento.

7. Muito obrigado pela oportunidade, gostariam de deixar um recado final?
R: Sim, não desistam dos seus sonhos. 
Visibilidade é algo que se conquista com palavras, atitudes, trabalho, persistência e com o tempo também. 

Não dá pra abraçar o futuro, mas dá pra trabalhar no agora.


Link:

terça-feira, 18 de maio de 2021

Infector Cell: duas faixas da banda integram a playlist “Barulho Underground 02” no Spotify

Nota:

Acaba de ser lançada com exclusividade para usuários de Spotify, a playlist coletânea “Barulho Underground 02”, que conta com 10 bandas do país e cada uma apresentando duas faixas próprias.

 

A banda Infector Cell é uma das inclusas na compilação e com as músicas, Em Fúria e Vision of Apocalipse, destilam sua fúria, peso e agressividade, consolidando o grupo como um dos grandes representantes do Thrash Metal brasileiro.

 

Além do Infector Cell, a playlist conta com as bandas Real Terror, Metallstein, DZRock, Abiosi, Causa Hardcore, Psychosane, Maldita Ambição e Killah. Escute esta seleta lista abaixo:

https://open.spotify.com/playlist/5rewYspui9PkGFf2LUjjc0?si=643c3bbbf5ab4303

 

Infector Cell:

Allan Pereira – Vocal

Fagner Oliveira – Guitarra

Giovanni Tolosa– Baixo

Fernando Santos – Bateria

 

Mais informações:

Whats: (11) 9.9466-2183

Site: www.infectorcell.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/infector.IC

Instagram: https://www.instagram.com/infector.cell/

Etiene Porto: cantora divulga nome de seu próximo single

Nota:

"Religion’s Opression" é o nome do próximo single da cantora Etiene Porto, cujo lançamento está próximo.

A arte de capa, anteriormente divulgada, passará por algumas alterações e, em breve, será revelada.

O novo single vem se juntar às canções anteriormente disponibilizadas, que integrarão o EP de estreia de Etiene, a sair em novembro.

Ouça os singles de Etiene Porto disponíveis no Spotify:

https://open.spotify.com/artist/6WMDSTo76A0Mlwfz2iiyQw?si=ixsvFiFhTjq_fkpifDLtqw

 

Para saber de todas as novidades sobre Etiene Porto, acompanhe as redes sociais da cantora.

 

Mais informações:

Facebook: https://www.facebook.com/etiene.porto.52/

Instagram: https://www.instagram.com/etiene.porto/

Links: https://ditto.fm/dead-army

Codiban: firmada parceria com o programa “Eba News Tv” no YouTube

Nota:

A CODIBAN – Companhia Divulgadora de Bandas Alternativas - surgiu pelas mãos de Flávio Fardado em Curitiba, nos anos 90, com o intuito de dar suporte as bandas do underground da cidade ajudando em aspectos como divulgação, elaboração de releases, shows, além de ser responsável pelo festival “Pé Sujo”, que por muito tempo movimento o underground curitibano e paranaense.

 

Após um hiato de 14 anos, a CODIBAN anunciou o seu retorno e vem presentando uma série de novidades. 

A mais nova delas é uma parceira fechada com o programa “EBA News TV”, que vai ao ar pelo canal EBA TV, no YouTube. Dessa forma, agora toda semana, bandas indicadas pela CODIBAN terão oportunidade de aparecer no programa.

 

Junto com o retorno da CODIBAN, volta também o festival “Pé Sujo”, que em virtude da pandemia da Covid-19, será digital nesse início. 

Um video informando que em breve novidades serão informadas foi disponibilizado no canal de YouTube da CODIBAN. Confira:

 

https://youtube.com/shorts/j8XAeUntaDY?feature=share

 

Recentemente a CODIBAN apresentou seu canal oficial no YouTube, que pode ser conferido no endereço https://www.youtube.com/channel/UCennVd70Y1f22HLsR15kjhQ, e em breve outras redes sociais serão anunciadas.

EBA NEWS: assista novo episódio lançado no YouTube neste último sábado

Nota:

O programa EBA NEWS vai ao ar pelo canal de YouTube EBA TV, e busca de uma forma bem humorada, em formato de Telejornal, divulgar as bandas do cenário independente brasileiro. 

O programa tem apresentação de Messias de Lima e Mariana Guimarães, e entrevistas realizadas por Fabian Gama. 

Nesse último sábado, dia 15 de maio, foi ao ar a 24ª edição do programa, que trouxe como destaques as bandas Detoni, HWZ, Rankatoko, No Captain, Ashes, Matheus Bianchi, Ignited e My Threnody, enquanto no quadro “Banda da Vez”, a entrevistada foi a artista Ciça Moreira. 


Você pode conferir o programa através do link abaixo!

https://www.youtube.com/watch?v=EA-LUzJ0UEg&t=275s

 

Para mais informações, acompanhe as redes sociais da EBA TV.

 

Mais informações:

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCdvmykZjopy2RawrUj83uhg

Instagram: https://www.instagram.com/ebatv.oficial/

Acorde 7 finaliza oficialmente gravações de novo single com participação especial de Roy Carlini

Nota:

A gravação do single “Road Lover”, da Acorde 7, já foi concluída. A faixa conterá uma participação especial do guitarrista Roy Carlini no solo.

Roy é filho do guitarrista Luiz Carlini (Tutti-Fruti) e teve passagens pelo Velhas Virgens e pela banda de Marcelo Nova, entre outras. Hoje, está à frente do Le Royale.

Junto com “Road Lover”, o Acorde 7 também está finalizando o single “You Make Me Feel Like No One” e em breve irá divulgar a data de lançamento de cada um.

https://www.instagram.com/p/CO23KKttV5Z/?igshid=1sxcyyn2c19aa

Para saber de todas as novidades do Acorde 7, acompanhe as redes sociais da banda.

 

Acorde 7:

Rodrigo Laterza: Vocais & Harmônica

Thiago Albuquerque: Guitarra & Voz

Roberto Chalub: Contrabaixo & Voz

Marcos Oliveira: Bateria & Voz

 

Mais informações:

Site: www.acorde7.com.br  

Facebook: https://www.facebook.com/acorde7

Instagram: https://www.instagram.com/acorde7bluesband/

YouTube: www.youtube.com/c/acorde7bluesband

Wild Hunt: conheça detalhes sobre o fundador da banda, Fabio Laporte

Nota:

O Wild Hunt, projeto fundado e capitaneado por Fabio Laporte, é sem dúvida alguma um dos principais representantes do Pagan Metal nacional na atualidade. 

Tendo estreado com o ótimo EP “Awakening of the Wild Spirits”, em 2018, a banda vem preparando o seu sucessor, “Hy Breasail”, que se encontra em fase de produção. 

Enquanto o lançamento não ocorre, a banda resolveu falar um pouco a respeito de Fábio, para que os fãs conheçam um pouco mais a respeito do líder e fundador do Wild Hunt.

 

Fábio Laporte é o fundador, vocalista, letrista, guitarrista base e principal compositor da Wild Hunt. 

Ao lado de amigos, fundou em 2000 a banda Akallabêth, que durou até o ano de 2008, tendo lançado algumas demos nesse período. 

Musicalmente, a banda incorporava elementos de Folk Metal, em um período em que essa proposta ainda era incipiente no Brasil. 

Com o fim da banda, Fábio resolveu dar continuidade a ideia, criando o Wild Hunt. Suas principais influências são bandas dos anos 80 e início dos anos 90 de metal épico e com inspirações folk, como Running Wild, Grave Digger, Skyclad, Cruachan, Bathory, Satyricon e outras. Já nomes como Immortal, Celtic Frost e Coroner são bandas importantes para seu vocal. 

Além disso, ele é amante do choro e da música brasileira.

 

O novo EP “Hy Breasail” ainda não possui uma data de lançamento confirmada, mas promete elevar ainda mais o nível de qualidade apresentado na estreia da banda. 

Além do título, a banda já apresentou a capa do novo material, que assim como todas as imagens artísticas da banda, é obra do artista Marcelo Almeida, da The Dark Side (@thedarkside.art), e que pode ser vista na imagem abaixo.

 


Além do novo EP, muitas outras novidades estão sendo preparadas pelo Wild Hunt para esse ano de 2021. Para se manter informado a respeito de tudo isso, acompanhe a banda em suas redes sociais.

 

Wild Hunt:

Fábio Laporte – guitarra e vocais

Erick Lucas – guitarra

Josaphar Chrisóstomo – baixo

Caio Handel – teclado e flauta

Niko Teixeira – bateria (estúdio)

 

Mais informações:

https://linktr.ee/wildhuntmetal

Facebook: https://www.facebook.com/wildhuntmetal/

Instagram: https://www.instagram.com/wildhuntmetal/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCHkS1Rde_bjaL9yZ4ytVc_g

Anny Cee: cantora se surpreende com participante do programa “Canta Comigo” da rede Record

Nota:

Uma das principais vozes femininas do Rock Nacional na atualidade, a cantora, professora de canto, escritora e youtuber Anny Cee, também é jurada de um dos principais programas da televisão brasileira atualmente, o reality show musical “Canta Comigo”, que vai ao ar pela rede Record e é apresentado por Rodrigo Faro. 

Em um dos episódios mais recentes, a cantora se impressionou com um dos participantes do programa, e teceu elogios ao mesmo. 


Confira no vídeo abaixo.

https://youtu.be/GpYGbwITwv4

 

Vale lembrar que Anny Cee é responsável por um dos principais canais voltados para o canto e técnicas vocais do Brasil, com mais de 234 mil inscritos. 

Além disso, em 2016, lançou seu CD de estreia, “Stay”, em parceria com Tito Falaschi. 

No momento ela vem preparando o sucessor de seu debut, que se encontra em fase final de produção no “Canil Estúdio”, em São Paulo, e que promete vir bem pesado e agressivo, com os dois pés bem fincados no Rock. 

Informações como capa, título e data de lançamento serão dadas em breve, e o primeiro single deve sair entre o final de junho e início de julho.

 

Enquanto o lançamento não ocorre, você pode ouvir “Stay” nas principais plataformas de streaming. Confira abaixo, o álbum no Spotify:

 

https://open.spotify.com/album/1qJYocmdUUUoZCVgPVZHZ8

Para saber de todas as novidades de Anny Cee, acompanhe as redes sociais da cantora.

 

Anny Cee é:

Anny Cee – Vocais

Nando Antonietti – Guitarra

Daniel Mingorance – Guitarra

André Fernandes – Baixo

Maycon Avelino – Bateria

 

Mais informações:

Facebook: https://web.facebook.com/annyceeofficial

Instagram: https://www.instagram.com/annyceesinger/

YouTube: https://www.youtube.com/c/AnnyCee

Spotify: https://open.spotify.com/artist/0NfbWua9EhYuibLnOvtQoY?si=HAPkYmCKS-G6WFJs3NxHpQ

Krakkenspit apresenta teaser de vídeo que será lançado esta semana no YouTube

Nota:

No dia 21, próxima sexta, estreará, no Youtube, o collab vídeo da inédita “Ashes Of Dead Madeleine”, do Krakkenspit!

Para dar um gostinho, a banda disponibilizou um teaser, que pode ser conferido abaixo, em seus perfis no Facebook e no Instagram:

 

https://web.facebook.com/krakkenspit/videos/458136868615026

 

https://www.instagram.com/p/CO6SsJiHJ6x/

 

Ouça o EP “Fear My Name”, do Krakkenspit, no Spotify:

 

https://open.spotify.com/album/5x7CQLhwFK7Dv8byUmykzw?si=NvD6RfwMSyG1dRIDytdITg

 

Para saber de todas as novidades do Krakkenspit, acompanhe as redes sociais da banda.

Krakkenspit:

Márcio Cruvinel – Vocal

Aldo Guilherme – Guitarra

Guilherme Aguiar – Baixo

Bruno Dias – Bateria

 

Mais informações:

Facebook: https://www.facebook.com/krakkenspit/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCCwApNBqyLHkc2Cdm25tEmw

Roadie Metal Press: http://144.217.7.140/press/krakkenspit/

Lowd: assista primeira imagens do novo videoclipe "Broken Reflexes"

Nota:

Conforme já divulgado, o clipe do single “Broken Reflexes” estreará no dia 28 de maio no canal da banda Lowd no YouTube. Para não correr o risco de perder, você pode clicar abaixo e marcar o sininho “Definir lembrete”, aproveitando a oportunidade para se inscrever no canal.

https://youtu.be/37ecgWqR-xk

Mas, para não ter que esperar até o dia 28, um teaser com algumas imagens já foi liberado e pode ser conferido abaixo, nos perfis do Lowd no Facebook e no Instagram:

https://fb.watch/5xkelNiuf6/

https://www.instagram.com/p/CO8ncuYgTok/?utm_source=ig_web_copy_link

 

Ouça “Broken Reflexes”, do Lowd, no Spotify clicando abaixo:

https://open.spotify.com/track/3mHpUhqSYRRG02YNjmm6L3?si=33211294acc14446

Acompanhe as novidades do Lowd por suas redes sociais

 

LOWD é:

Raphael Matheus (vocal, guitarra)

Bruno Cabral (baixo, vocal de apoio)

Victor Cabral (bateria)

 

Mais informações:

Facebook: https://www.facebook.com/bandalowd

Instagram: https://www.instagram.com/bandalowd/

Twitter: https://twitter.com/bandalowd

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCwqqvCjFqwxVLhDdtGTJfDg

Spotify: https://open.spotify.com/artist/0XzlalyrSvtyKal24bR9Oi?si=HZqiyEe7TMiO6oxucwwJxg

Seth: banda confirma finalização da produção de novo EP

Nota:

Foi concluída a produção de “Gods & Curses”, novo EP da banda de Prog Metal, Seth!

 

O trabalho, que ainda não tem data definida de lançamento, foi produzido pelo consagrado tecladista brasileiro Juninho Carelli (Noturnall, Shaman), e, abaixo, você pode conferir o tracklist já revelado.


Ouça o single “Do It By Yourself”, do Seth, no Spotify:

 

https://open.spotify.com/album/3XbTVmmZpYSNr6RxbmHWIq?si=aafsAKosTQCuFvhZJ1KW-g

 

 

Para saber das novidades da Seth, acompanhe as redes sociais da banda.

 

Seth:

Lucas Villas Boas – Vocal

Wellington Barbosa – Guitarra

William Garbin – Guitarra

Ederson Prado – Baixo

Augusto Souza – Bateria

James Freitas – Teclados

 

Links:

Facebook: https://www.facebook.com/bandaseth.official/

Instagram: https://www.instagram.com/bandaseth.official/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCCSxB9wgwPVmJ5x5V2fFJKw

Death Chaos: banda estreia vídeo em formato “Quarantine Sessions” da faixa “Only Ruins Remains”

Nota:

Enquanto segue trabalhando no processo de produção de seu novo álbum de estúdio, intitulado “Conjuration of the Dead”, o Death Chaos resolveu presentear seus fãs. Foi lançado no último dia 9 de maio, um vídeo em formato “Quarantine Sessions” do primeiro single do novo trabalho, “Only Ruins Remains”. 

Produzido e editado pelo guitarrista Julio Bona, o vídeo se encontra disponível no canal de YouTube da banda, e pode ser visto abaixo.

 

https://youtu.be/jXK7YrJgY78

 

Vale lembrar também que no último dia 10 de maio, a banda lançou de forma oficial o segundo single do álbum “Conjuration of the Dead”. Se trata da música “Utterly Repulsive”, que foi incluída na coletânea digital “Roadie Metal, Seven Years Death”, e que pode ser ouvida logo abaixo. Confira!

 

https://open.spotify.com/track/0MO14rgVyECWdYJ03KoJP9

 

Para saber mais do Death Chaos, acompanhe a banda em suas redes sociais.

 

Death Chaos é:

Denir “Deathdealer”: Vocal

Julio Bona: Guitarra

Evandro Pasinato: Guitarra

Edson “Mamute”: Baixo

Ueda: Bateria

 

Mais informações:

Facebook: https://www.facebook.com/deathchaosmetal/

YouTube: https://www.youtube.com/c/DeathChaosBand/featured

Bandcamp: https://deathchaos.bandcamp.com/

Roadie Metal Press: http://144.217.7.140/press/death-chaos/

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